O que realmente disseram Lutero, Calvino e outros protestantes sobre Maria Santíssima


Todo Católico já deve ter ouvido ao menos uma vez na vida a seguinte pergunta: ”Se Maria permaneceu virgem, como a Bíblia fala sobre os irmãos de Jesus?”

Bem, antes de fazer a ‘defesa’ da honra de Maria num próximo texto  e demonstrar que esse entendimento sustentado pelos protestantes trata-se, na verdade, de um erro de interpretação das escrituras, principalmente por parte dos Evangélicos modernos, o presente post tem por objetivo, acima de tudo, demonstrar que a negação desse dogma Católico é um fenômeno alienígena ao pensamento Reformista dos primeiros séculos da Reforma Protestante.

Como veremos, os ícones Protestantes, os ditos ‘Pais da Reforma’, jamais negaram os dogmas Marianos defendidos pela Igreja Católica. Ou seja, essa visão contrária aos ensinamentos Católicos sobre Maria surgiram com o passar dos séculos mais como consequência do antagonismo protestante ao catolicismo, do que por um razão bíblica.

Martinho Lutero, o fundador da reforma, fala sobre Maria

Em seu sermão de 15 de agosto de 1522, a última vez que Martinho Lutero pregou na festa da Assunção, afirmou:

Não pode haver dúvida de que a Virgem Maria está no céu. Como isso aconteceu, não sabemos. E já que o Espírito Santo não nos revelou nada sobre isso, podemos fazer com ele não há nenhum artigo de fé. . . É o suficiente saber que ela vive em Cristo.

A veneração de Maria está inscrita no mais profundo do coração humano. (Homilia, 1 de setembro de 1522).

[Ela é] mulher mais alta e mais nobre jóia no cristianismo depois de Cristo. . . Ela é a nobreza, a sabedoria e a santidade personificadas. Nós não poderemos jamais honrá-la o suficiente. Contudo, a honra e o louvor deve ser dado a ela de tal modo a ferir nem Cristo, nem as Escrituras. (Sermão, Natal, 1531).

Nenhuma mulher é como você. Você é mais que Eva ou Sara, abençoada acima de toda a nobreza, sabedoria e santidade. (Sermão, Festa da Visitação, 1537).

“Devemos honrar Maria como ela mesma desejou e como ela expressou no Magnificat. Ela louvou a Deus por seus atos. Como então podemos elogiá-la? A honra verdadeira de Maria é a honra de Deus, o louvor da graça de Deus. . . Maria não é para o bem de si mesma, mas por causa de Cristo. . . Maria não queria que cheguemos a ela, mas através dela a Deus. (Explicação do Magnificat, 1521).

Lutero dá à Bem-aventurada Virgem exaltada posição de “Mãe Espiritual” para os cristãos:

É a consolação e a bondade superabundante de Deus, que o homem é capaz de exultar com tal tesouro. Maria é sua verdadeira mãe .. (Sermão, Natal, 1522)

Maria é a Mãe de Jesus e Mãe de todos nós, embora fosse só Cristo quem repousou sobre os joelhos. . . Se ele é nossa, deveríamos estar na situação dele, lá onde ele está, nós também devemos estar e tudo que ele tem deveria ser nosso, e sua mãe também é nossa mãe. (Sermão, Natal, 1529).

Martinho Lutero tinha a crença na Imaculada Conceição de Maria, as palavras de Lutero a seguir:

É uma opinião doce e piedosa que a infusão da alma de Maria foi feita sem o pecado original, de modo que, ao infundir a sua alma, ela também foi purificada do pecado original e adornada com os dons de Deus, recebendo uma alma pura, infusa por Deus; assim desde o primeiro momento que ela começou a viver ela esteve livre de todo pecado “(Sermão:” No Dia da Concepção da Mãe de Deus “, 1527).

Ela é cheia de graça, proclamada para ser inteiramente sem pecado, algo tremendamente grande. Por graça de Deus enche-la com tudo de bom e faz dela desprovido de todos os males. (Personal {“Little”} Prayer Book, 1522).

Martinho Lutero sobre a virgindade perpétua de Maria

Eis alguns dos fundadores da reforma comentando sobre Maria:

Cristo, nosso Salvador, foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria. . . Este foi sem a cooperação de um homem, e ela permaneceu virgem depois disso.

{Obras de Lutero, eds. Jaroslav Pelikan (Vols. 1-30) & T. Helmut Lehmann (Vols. 31-55), St. Louis: Concordia Pub. Casa (Vols. 1-30); Philadelphia: Fortress Press (Vols. 31-55), 1955, v.22: 23 / Sermões sobre João, caps. 04/01 (1539)}

Cristo. . . era o único filho de Maria, e da Virgem Maria não teve filhos além Dele. . . Estou inclinado a concordar com aqueles que declaram que ‘irmãos’ significam realmente ‘primos’ aqui: a Sagrada Escritura e os judeus sempre chamaram os primos irmãos. {Pelikan, ibid., V.22 :214-15 / Sermões sobre João, caps. 04/01 (1539)}

Uma nova mentira sobre mim está sendo divulgada. Eu supostamennte preguei e escrevi que Maria, a mãe de Deus, não era virgem, antes ou depois do nascimento de Cristo…{Pelikan, ibid, v.45:. 199 / Que Jesus Cristo nasceu judeu (1523)}

As Escrituras não dizem ou indicam que depois perdeu a sua virgindade. . . Quando Mateus [01:25] diz que José não conheceu Maria carnalmente até que deu à luz seu filho, não se segue que ele sabia que ela, posteriormente, pelo contrário, isso significa que ele nunca soube dela. . . Este cavaco. . . é sem justificativa. . . ele não tem nem notou, nem prestou atenção a Escritura ou a linguagem comum. {Pelikan, ibid., V.45 :206,212 3 / Que Jesus Cristo nasceu judeu (1523)}

Editor Jaroslav Pelikan (Luterana) acrescenta:

Lutero. . . nem sequer considera a possibilidade de que Maria pode ter tido outros filhos além de Jesus. Isto é consistente com a sua aceitação ao longo da vida a idéia da virgindade perpétua de Maria. {Pelikan, ibid., V.22 :214-5}

“. . . ela é cheia de graça, proclamada para ser inteiramente sem pecado. . . . A graça de Deus encheu-a com tudo de bom e faz dela desprovido de todos os males. . . . Deus está com ela, o que significa que tudo o que ela fez ou deixou de fazer é divino e da ação de Deus nela. Além disso, Deus guardado e protegido-la de tudo o que pode ser doloroso para ela. “

Ref: Obras de Lutero, edição americana, vol. 43, p. 40, ed. H. Lehmann, Fortress, 1968

“. . . ela é justamente chamada não só a mãe do homem, mas também a Mãe de Deus. . . . é certo que Maria é a Mãe do verdadeiro Deus e verdadeiro. “

Ref: Sermão sobre João 14. 16: Obras de Lutero (St. Louis, ed Jaroslav, Pelican Concórdia, vol 24, p. 107….)

“Cristo, nosso Salvador foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria. . . . Isto foi sem a cooperação de um homem, e ela permaneceu virgem depois disso. “

(Ref: No Evangelho de S. João. Obras de Lutero, vol 22, p. 23, ed Pelican Jaroslav Concórdia, de 1957..)

“Os homens têm lotado toda a sua glória em uma única frase: A Mãe de Deus. Ninguém pode dizer nada mais dela, se tivesse tantas línguas quanto há folhas nas árvores. “(Do Comentário ao Magnificat).

Comentários sobre Lutero

“. . . nas resoluções do 95 teses de Lutero rejeita todas as blasfêmias contra a Virgem, e pensa que se deve pedir perdão por qualquer mal dito ou pensado contra ela “(Ref:. Wm J. Cole,”. Lutero foi devoto de Maria? “, em Estudos Marian 1970, p. 116:)

“Na explicação de Lutero do Magnificat, em 1521, ele começa e termina com uma invocação a Maria, que Wright se sente compelido a chamar de “surpreendente.”

(David F. Wright, escolhido por Deus: Maria, Evangélica Perspecive, Londres:. Marshall Pickering, 1989, p. 178, citados Fé e Razão, Spring 1994, p. 6)

Outros reformadores sobre a virgindade perpétua de Maria

João Calvino

Helvídio exibido ignorância excessiva na conclusão de que Maria deve ter tido muitos filhos, porque Cristo “irmãos” são muitas vezes mencionadas.

{Harmonia de Mateus, Marcos e Lucas, sec. 39 (Genebra, 1562), vol. 2 / De Comentários de Calvino, tr. William Pringle, Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1949, p.215; em Mateus 13:55}

[Sobre Matt 01:25]: A inferência de que ele [Helvídio] chamou era, de que Maria permaneceu virgem, não mais do que até seu primeiro parto, e depois que ela teve outros filhos pelo marido. . . Nenhuma inferência justa e bem fundamentada podem ser extraídas dessas palavras. . . como o que ocorreu após o nascimento de Cristo. Ele é chamado “primogênito”, mas é para o único propósito de informar-nos que ele nasceu de uma virgem. . . O que aconteceu depois, o historiador não nos informa. . . Nenhum homem vai manter-se obstinadamente a tese, com exceção de uma ternura extrema para a disputa.

{Pringle, ibid., Vol. I, p. 107}

Sob a  palavra ’irmãos’ em hebreu inclui-se todos os primos e outros parentes, seja qual for o grau de afinidade.

{Pringle, ibid., Vol. I, p. Comentário 283 / João, (7:3)}

Ulrich Zwingli

Ele se vira, em setembro de 1522, a uma defesa lírica da virgindade perpétua da mãe de Cristo. . . Para negar que Maria permaneceu «Inviolada” antes, durante e após o nascimento de seu Filho, seria duvidar da onipotência de Deus. . . e ele estava certo e rentável ao repetir a saudação angélica – a oração não – ‘Ave Maria’. . . Deus estima Maria acima de todas as criaturas, incluindo os santos e anjos – era a sua pureza, inocência e fé invencível que a humandade deve seguir. Oração, no entanto, deve ser. . . somente a Deus. . . «Fidei expositio,” a panfleto última de sua pena. . . Há uma insistência particular sobre a virgindade perpétua de Maria.

{G. R. Potter, Zwingli, London: Cambridge Univ. Press, 1976, pp.88-9, 395 / A virgindade perpétua de Maria. . ., 17 de setembro de 1522}

Zwingli mandou imprimir em 1524 um sermão sobre “Maria, sempre virgem, mãe de Deus ‘.

{Thurian, ibid., P.76}

Eu nunca pensei, e ainda menos tenho ensinado, ou declarado publicamente, qualquer coisa a respeito do assunto da sempre Virgem Maria, Mãe da nossa salvação, que poderia ser considerado desonroso, ímpios, indignos ou mal. . . Eu acredito com todo meu coração, segundo a palavra do Santo Evangelho que esta virgem pura suportou por nós o Filho de Deus e que ela permaneceu, no parto e depois dele, uma virgem pura e imaculada, para a eternidade.

{Thurian, ibid., P.76 sermão / mesmo}

Heinrich Bullinger

Bullinger (d. 1575). . . defende a virgindade perpétua de Maria. . . e invectiva contra os falsos cristãos que defraudam-la de seu verdadeiro louvor: “Em Maria, tudo é extraordinário e todos os gloriosos mais uma vez que surgiu da fé pura e ardente amor de Deus. ‘Ela é’ o mais original e mais nobres membros da comunidade cristã. . . “A Virgem Maria. . . completamente santificados pela graça e pelo sangue de seu Filho único e abundantemente dotados pelo dom do Espírito Santo e preferenciais para todos. . . agora vive feliz com Cristo no céu e é chamado e permanece sempre Virgem e Mãe de Deus. “

{Em Hilda Graef, Mary: História da Doutrina e Devoção, combinado ed. dos vols. 1 & 2, Londres: Sheed & Ward, 1965, vol.2, pp.14-5}

John Wesley (fundador do Metodismo)

A Virgem Maria, que, assim como depois, quando ela o trouxe, continuou virgem pura e imaculada. {“Carta a um católico romano” / In This Rock, novembro 1990, p.25}

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14 thoughts on “O que realmente disseram Lutero, Calvino e outros protestantes sobre Maria Santíssima

  1. Lutero escreve Obituary de sua própria igreja

    “Se este artigo está, a igreja fica, se ele entra em colapso, a igreja entra em colapso.” Lutero disse que, em sua Exposição do Salmo 130 , 4. Ele estava falando sobre a justificação pela fé.
    Ele pensou que ele fez uma grande descoberta, a justificação pela fé, nas Epístolas de São Paulo aos Gálatas e Romanos. Para Lutero que significava tudo pessoalmente, bem como o artigo em que sua igreja iria permanecer ou cair. Isso aconteceu por causa de seus medos.Uma importante declaração, feita em 1985, por uma comissão mista de teólogos luteranos e católicos admitido (em Justificação pela Fé, luteranos e católicos em Diálogo VII , ed. HG Anderson, TA Murphy, JA Burgess, Augsburg Publ. House, 1985 # º 24, 29): “Em sua situação [de Lutero e associados] a principal função da justificação pela fé foi bastante para consolar as consciências ansiosos, apavorados pela incapacidade de fazer o suficiente para ganhar ou merecer a salvação …. O ponto de partida para Lutero era a sua incapacidade de encontrar paz com Deus …. medo em sua própria consciência. ”
    Qualquer confessor experiente irá reconhecer do que o pobre homem sofreu: ele era escrupuloso. Um homem escrupuloso tem uma ansiedade generalizada, que se expressa por trancando primeiro uma coisa, depois para outra. A pessoa teme que ele está constantemente em pecado mortal.
    Lutero esperava para resolver este problema para si mesmo por sua “descoberta” da justificação pela fé, que para ele significava que não fazia diferença se ele pecou mortalmente o tempo todo. Se ele só iria tomar a Cristo como seu pessoal Salvador, então os méritos de Cristo seria jogado sobre ele como um manto branco, e ele não poderia ser perdido, ele foi infalivelmente salvos, salvos, não importa o quanto ele pode pecar. Então, ele escreveu para seu grande sócio, Melanchthon ( Epístola 501): “Pecca fortiter, sed crede fortius” – o que significa: “. Sin muito, mas acredito que ainda mais fortemente” Em outra carta ao mesmo Melanchthon 1 de Agosto de 1521 ( American Edition, de Lutero Obras 48 282.): “Seja um pecador e peque corajosamente, mas acreditamos e nos gloriamos em Cristo ainda mais audaciosamente … Nenhum pecado nos separará do Cordeiro, mesmo que se prostituam e assassinatos milhares de vezes por dia. ” Como um certo adesivo diz: “Os cristãos não são perfeitos, só perdoados”. Em outras palavras, os cristãos podem pecar tanto quanto eles querem – eles vão fugir com ele. Outros, para os mesmos pecados, vão para o inferno.
    No entanto, não foi tão fácil como Lutero esperava. Hartmann Grisar, em seu clássico estudo exaustivo, Luther (B. Herder, 1916. vol. V, pp 322-56) nos dá uma crônica detalhada, com extensas e numerosas citações do próprio Lutero, de medo de Lutero de que ele estava em erro e temores sobre sua própria salvação. Estes atingiu um clímax no período 1527-1528, em seguida, diminuiu um pouco. Aqui estão alguns exemplos (p. 322 a partir de 14 de dezembro de 153l): “… se está tudo errado, você tem que responder por todas as muitas almas que ele traz para o inferno …. Agora o diabo me preocupa com outro pensamentos, pois ele me acusa assim: O que uma vasta multidão que você desviados por seu ensino “.Normalmente, nessa passagem, e em outros lugares, ele culpa seus temores sobre o diabo. E, novamente, em sua Exposição do Salmo XLV ele diz que o diabo lhe diz: “Lo, você está sozinho e querem destruir a boa ordem [da igreja] estabeleceu com tanta sabedoria Pois, embora o papado não ficar sem. seus pecados e erros, o que acontece com você. Você infalível? Você está sem pecado? Por que elevar o padrão de revolta contra a casa do Senhor, quando você mesmo pode apenas ensinar-lhes o que você mesmo está cheio de, viz., erros e pecado “.
    Da mesma forma (p. 323):. Que me surpreende é que eu não posso aprender esta doutrina [que a fé faz com que todos os tipos de pecados, tudo bem], e ainda todos os meus alunos, acredito que eles têm em suas pontas do dedo. “Ou p 324:” Quando um homem é tentado, ou com aqueles que são tentados, deixá-lo matar Moisés [ignorar a lei] e jogar todas as pedras para ele sobre o que ele pode colocar as mãos. “Seu grande tenente, relatórios Melanchthon sobre uma ocasião em que (p . 316): Lutero estava em ‘tal terror dor que ele quase perdeu a consciência “e suspirou tanto quanto ele lutou com um texto de Paulo sobre a descrença e graça [Romanos 11:32]. Na dedicação ao seu trabalho, De abroganda missa privata de 1521 (. Grisar, p 531), o mesmo ano em que ele escreveu a carta citada acima dizendo até 1000 fornicações e assassinatos por dia não separam um homem de Cristo, lemos: “Você está sozinho sábio e todos os outros enganado? É provável que tantos séculos estavam todos no errado? Suponha-se, pelo contrário, você estava errado e foram levando tantos outros com você ao erro e à perdição eterna?”
    Comentamos: Como bem! Se as promessas de Cristo eram tão vazia que Ele permitiu que a Igreja ensina o caminho errado para a salvação de mais de 15 séculos, então o próprio Cristo seria um farsante.
    Em sua Exposição sobre o Salmo 130 já referido, Lutero foi certamente certo em dizer que sua igreja iria permanecer ou cair com a idéia da justificação pela fé. Então nos perguntamos: Será que de pé ou cair? Ele caiu, por um motivo duplo, de acordo com seus próprios cálculos.
    Há duas palavras-chave na expressão “justificação pela fé”.
    Primeiro, justificação : Luther pensei que um pecador que é perdoado ainda é totalmente corrupto, incapaz de ficar longe de pecar constantemente. Será que São Paulo quer dizer isso? Não é verdade. Ele falou dos cristãos como uma “nova criação” (2 Coríntios 5:17; Gl 6:15). Eles são feitos do zero – não em todos o mesmo que o mesmo velho total corrupção! E ele diz mais de uma vez que somos o templo do Espírito Santo, que habita em nós como em um templo (1 Cor 3:17; 6:19, 2 Coríntios 6:16). Podemos imaginar o Espírito Santo vivendo em um templo que é a corrupção total de?
    Ainda mais revelador, se possível, é a idéia de St. Paul tem de fé . Lutero nem sequer fazer uma boa tentativa de descobrir o que São Paulo queria dizer com essa palavra. Ele só assumiu que apelou aos seus medos escrupulosos e disse que a fé significa confiança nos méritos de Cristo se aplica a mim. Mas há uma maneira óbvia para descobrir o que São Paulo realmente quis dizer com fé – leia todos os lugares onde Paulo usa a palavra fé, e palavras relacionadas – podemos usar uma Concordância para localizá-los – manter notas, e adicioná-los . Se fizermos isso aqui é o que temos: “Se Deus fala a verdade, a fé exige que acreditamos em nossas mentes (cf. 1 THS 2:13, 2 Coríntios 5:7) Se Deus faz uma promessa, a fé exige. que sejamos confiantes Ele irá mantê-lo (cf. Gl 5:05, Rm 5:1). Se Deus nos diz para fazer algo, devemos obedecer (cf. Rm 1:5; 6:16). Tudo isso é para ser feito em amor (Gl 5:06) (Obedecendo não. ganhar a salvação, mas temos de ser membros de Cristo e como Ele, obediente até à morte: Rom 5:19).
    Como isso se compara com apenas estar confiante nos méritos de Cristo aplica a você? Uma grande diferença. Então, por sua própria norma, a igreja de Lutero caiu . O que ele pensava que era uma grande descoberta foi apenas um grande erro. E ainda todo o seu sistema está em pé ou cai sobre o seu erro, como ele mesmo disse.
    Há uma grande obra de referência protestante standard, Dicionário da Bíblia do Intérprete .Ele apareceu pela primeira vez em quatro volumes muito grandes, com artigos em ordem alfabética sobre tudo o que pertence à Bíblia. Em 1976, apareceu um volume de suplemento, que continha alguns novos artigos, e alguns artigos mais antigos revisados. Este último volume tem um novo artigo sobre a fé, em p. 333. Nós olhamos para a subseção em São Paulo – para St. James usa a palavra fé muito diferente. O que encontramos? Precisamente o mesmo que o que foi explicado acima. A fé é um complexo de crença, confiança, obediência, amor. O artigo ainda explica as palavras de Paulo em Romanos 1:05: “a obediência da fé” para significar “, a obediência, que é a fé.” Luther pensei que não tem que obedecer a qualquer ordem em tudo, se temos fé -, mas ele não viu que a própria fé inclui obediência aos mandamentos de Deus!
    Como, infelizmente, errado, ele poderia ser? Por sua própria norma, o artigo em que sua igreja poderia subir ou cair caiu.
    Poderíamos acrescentar: outro pilar de sua igreja era “somente a Escritura”. Mas o que o deixou com um problema que não conseguia resolver: Que livros são inspirados e por isso são parte da Escritura? Para nos primeiros séculos, havia em circulação muitos livros que foram chamados evangelhos, com os nomes dos Apóstolos sobre eles. Como ele poderia saber quais foram inspirados? Ele pensou que se um livro prega a justificação pela fé, então ele é inspirado – caso contrário, não. Mas Lutero nunca provou que era o teste. E não poderia ser: ele ou eu poderia escrever um livro para pregar a justificação pela fé, e não seria inspirado.
    Em uma convenção Batista Nacional em 1910, o professor Gerald Birney Smith deu um trabalho sobre este problema muito (foi publicado no ano seguinte, em O Mundo Bíblico 37, pp 19-29). O Professor revisados a cada maneira que ele pudesse pensar em determinar quais os livros que fazem parte da Bíblia. Ele encontrou todas as tentativas insuficiente. Ele disse que só havia uma maneira que poderia funcionar – se tivéssemos um magistério divinamente protegidos para assegurar-nos. Smith acreditava que não tinha essa coisa.Portanto, ele foi, infelizmente, deixou com nenhuma maneira de saber quais os livros que fazem parte da Bíblia! Realmente, ser lógico, ele deve parar de citar a Bíblia, porque ele não sabe o que funciona foram parte da Bíblia. Professor Smith analisou e rejeitou a tentativa de Lutero, entre outros.
    Que trágica queda – duas colunas caíram em que Lutero dependia – justificação pela fé (com sua noção equivocada das duas palavras-chave em que a frase), e só a Escritura. Então Lutero tinha o direito de citar as Escrituras em tudo. E mesmo se tivesse tal direito, a Escritura mostra que ele estava seriamente errado sobre o que São Paulo quer dizer com fé.
    Salvação infalível? Imagine um livro para mim, de crédito e de débito páginas. De acordo com Lutero, se uma vez leva a Cristo como seu Salvador, ele entra na página infinita de crédito -, então não importa o quanto ele pecou, está pecando, vai pecar, o infinito de Cristo supera-lo. Assim, ele é infalivelmente salvos. Alguns acrescentam: Ele não pode perder essa segurança. [Compare acusações protestantes que as indulgências são uma permissão para pecar!. Aqui está ele, no grande momento!]
    O próprio São Paulo não acho que ele tinha salvação infalível. Em 1 Coríntios 9:24-27, Paulo compara a vida cristã para os grandes jogos em Corinto. Quem esperava o prêmio teve que ir para o treinamento atlético, e assim negar-se muito. Só se poderia obter o prêmio. Mas os cristãos podem obtê-lo, e seu prêmio é a vida eterna, e não apenas uma coroa de folhas.Alguns protestantes dizem que Paulo está apenas pedindo para ganhar algo extra. Mas não, no contexto, Paul foi instando-os por algum tempo para evitar escandalizar outro por comer carne oferecida aos ídolos que o outro pensa é proibido. Em 1 Coríntios 8:11-13 Paulo alega que “o fraco perecerá [eternamente] por causa de seu conhecimento, um irmão por causa de quem Cristo morreu.”
    O próprio Paulo, mesmo com seu trabalho heróico para Cristo, não acho que ele tem salvação infalível. Pelo contrário, em 1 Coríntios 9:26-27, ele diz [versão literal]: “Eu bati o meu corpo sob os olhos e levá-lo ao redor como um escravo, para que, depois de pregar a outros, eu não pode ser desqualificado [na corrida] “. Ele alude ao boxe grego – sem luvas acolchoadas – um golpe sob os olhos normalmente derrubar um homem. O vencedor colocar uma corda ao redor do pescoço do perdedor, e levou-o ao redor do estádio como um escravo.Não sportsmanlike!. Mas chegar ao ponto.
    Mais uma vez, logo após isso, no capítulo 10, Paulo dá muitos exemplos das primeiras pessoas de Deus. Eles não tê-lo feito infalivelmente. Pelo contrário, muitos foram fulminado por Deus. Assim, em 10:12: “Aquele que pensa estar de pé, que ele esteja atento para que ele não caia.” Sem salvação infalível em vista aqui!
    Nasceu de novo: Isto significa tomar Cristo como seu Salvador, e fazer uma profissão de fé, com uma experiência emocional. Somente aqueles que fazem isso são os cristãos, para que todos os demais estão condenados, mesmo que eles nunca tiveram a oportunidade de ouvir de Cristo. Mas isso é fazer de Deus um monstro. Tal Deus não poderia existir. Além disso, esse processo é apenas um pequeno enfeite em tomar Cristo como seu Salvador na fé. Ele adiciona emoção e uma profissão de fé. Escritura não tem uma palavra sobre essa emoção, embora ele não quer uma profissão de fé (Rm 10:09 – onde “salvos” significa entrar na Igreja por essa profissão), nem Luther saber o que era fé, no sentido básico de qualquer maneira.
    Sobre essa experiência emocional, algum objeto, apelando para Romanos 8:16 (NVI): “Quando clamamos: Aba, Pai” é que testemunho Espírito muito com o nosso espírito que somos filhos de Deus. ” Resposta: Tudo o que pode levar o significado do texto, deve ficar claro desde o início que não devemos supor que o batismo por si só não é suficiente para nos tornar filhos de Deus: Rom 6:03 ff; Mt 28:19, Atos 2 : 38, 1 Coríntios 6:11; Para começar realmente a sensação, olhamos para o contexto: No versículo antes disse que “nós não recebemos o espírito de escravidão para recair no temor.” Em vez disso, como diz Rm 5:02, temos: “esta graça na qual estamos firmes, e nos gloriamos em nossa esperança da glória de Deus.” Fazemos isso porque Cristo nos deu adopção divina, por isso, não precisamos mais estar com um medo mortal de Deus. Ele faz isso através do batismo. Em outras palavras, por si só Batismo somos movidos de um estado em que tinha motivos para temer a Deus, em um em que temos confiança, sendo Seus filhos, ensinados pelo próprio Jesus a chamar Deus Pai ‘. “Recebemos essa confiança com base este sacramento em si, e sobre o ensino de Cristo que Deus é nosso Pai, e não em um sentimento emocional. Se dizemos que o sacramento não é suficiente, e que o sentimento deve ser adicionado, caso contrário, alguém não é mesmo um cristão, nós Batismo negar o seu poder real, e são fracos na fé. “Sempre que alguém batiza, é Cristo mesmo que batiza”, escreveu Santo Agostinho ( Por John 6. 1. 7). A razão é que o poder vem de Deus, e não de . agente humano Agora, um batismo não poderia ser insuficiente se ele é o próprio Cristo quem batiza. Além disso toda essa noção baseia-se no topo da justificação pela fé – já vimos que Lutero não sabia que São Paulo queria dizer com fé e que iria. . acabar em subjetivismo completo, buscando sentimentos Além disso, o texto não diz que o Espírito testemunha ao nosso espírito, mas que ele testemunha , juntamente com o nosso espírito há lugar para testemunho dupla por causa de Deuteronômio 17:06;. 19:15 que prescreve que tudo deve ser provado necessidades de duas ou três testemunhas.
    Apêndice I
    Eclesiastes (Eclesiastes) 5. 4-5: “Quando você faz uma promessa a Deus, não demora cumpri-lo, pois ele não tem prazer em tolos Cumprir o que prometem É melhor que não votes do que votares e não cumpri-la… ” Lutero quebrou seus votos.
    Apêndice II
    Em 64:5 Isaías escreveu: “Todas as nossas boas ações são como trapo da imundícia”.
    Luteranos usar isso para provar todas as nossas boas ações são pecaminosas, pois eles dizem que nós somos totalmente corrupto. (Lutero pensou justiça original, ou seja, a graça santificante, era uma parte da natureza humana, de modo a perda do que significaria um total corrupção da natureza humana:.. Cf sua principal obra O Cativeiro da Vontade ).
    Mas eles esquecem: 1) o versículo 6 diz:. “Não há ninguém que convida o seu nome” Mas muitos o fizeram. Assim, o exagero semita. 2) Isaías 40:2: “Ela recebeu dupla por todos os seus pecados.” Mas isso seria injusto – mais exagero. 3) Comparar é 13:9-10 em queda de Babilônia, e 34:4 em Edom, e Ez 32:7-8 sobre o Egito. – A mesma linguagem como Mt 24 em sol escurecerá, etc

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  2. VEJA MARCOS:
    Nessa pagina, colocarei tópicos rápidos e curtos sobre heresias protestantes.

    CONHEÇA UM POUCO MAIS QUEM FOI LUTERO O PAI DAS HERESIAS PROTESTANTES.

    Olha Marcos existe um livro chamado “Conversas à Mesa” onde é apresentado algumas anotações do Reformador Martinho Lutero.
    Vamos lá:

    Cristo Adúltero:
    “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer” (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).
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    Lutero blasfema:
    “Deus est stultissimus”( Lutero, Conversas à Mesa, ed Weimar, N* 963, Vol. I , p. 487. Apud Franz Funck Brentano op. cit. p. 147). Lutero concluia: “Deus age sempre como um louco” (Franz Funck Brentano, Martim Lutero, p. 111). Cadernos pessoais de Lutero recentemente descobertos estudados pelo Padre Theobald Beer que publicou um livro sobre o tema Lutero afirma que Cristo é, simultaneamente, Deus e satanás, o bem e o mal… Lutero exibe um dualismo gnóstico e herético. Os protestantes desconhecem os escritos de Lutero. Os poucos Pastores que conhecem esses textos buscam esconder essas tais frases. Lutero culpava Deus por todos os crimes da história, e dizia que Judas não tinha opção, não podia deixar de trair o Cristo, o mesmo com Adão. Deus determinava quem seria pecador. Anotações “esquecidas” Sobre a Missa: “Quando a missa for revirada, acho que nós teremos revirado o papado! Porque é sobre a missa, como sobre uma rocha, que o papado se apóia totalmente, com seus mosteiros, seus bispados, seus colégios, seus altares, seus ministérios e sua doutrina…Tudo isto desabará quando desabar sua missa sacrílega e abominável”(Lutero). (Père Barrielle, Avant de mourir, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983 – ).
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    Sobre o Ofertório:
    “Segue toda esta abominação à qual se submete tudo aquilo que precede. É o que denominamos de Ofertório, e tudo, nele, exprime a oblação” (Lutero). (Henri Charlier, La messe ancienne et la nouvelle D.M.M., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983).
    //
    Sobre o Cânon:
    “Este abominável cânon, que é uma coletânea de lacunas lodosas;… fez-se, da Missa, um sacrifício; acrescentaram- se os ofertórios. A Missa não é um sacrifício ou a ação de um sacrificador. Olhemo-la como sacramento ou como testamento. Chamemo-la de benção, eucaristia, ou mesa do Senhor, ou Ceia do Senhor ou Memória do Senhor”(Lutero). (Luther, Sermon du 1er dimanche de lAvent, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi Daniel Raffard de Brienne – 1983).
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    Sobre a tática a seguir, para a implantação da sua nova missa:
    “Para chegar segura e felizmente ao objetivo, é preciso conservar algumas cerimônias da antiga missa, para os fracos, que poderiam se escandalizar com mudanças demasiadamente bruscas” (Lutero). (Père Barrielle, La messe catholique est-elle encore permise?, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
    “O padre pode, muito bem, atuar de tal modo que o homem do povo ignore sempre a mudança realizada e possa assistir a missa, sem encontrar com o que se escandalizar”(Lutero). (Jacques Maritain, Trois Réformateurs, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
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    Sobre o sacerdócio:
    “Que loucura querer monopolizá-lo para alguns” (Lutero). (Para ele o sacerdócio não era restrito aos padres, mas compartilhado por todos os fiéis). (Léon Cristiani, Du luthéranisme au protestantisme, 1910, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
    //

    Sobre seu comportamento:
    “Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão freqüentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar”. É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso” (Lutero). (Marie Carré, Jai choisi lunité – D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
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    “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo” (Lutero). (Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira). (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et lheure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).
    //

    Sobre a Igreja:
    “Se nós condenamos os ladrões à fôrca, os assaltantes ao cadafalso, os hereges à fogueira, por que não recorremos, com todas as nossas armas, contra esses doutores da perdição, esses cardeais, esses papas, toda essa seqüela da Sodoma romana, que não para de corromper a Igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos no seu sangue?”(Lutero). (Hartmann Grisar, Martin Luther – La vie et son oeuvre – 2ª ed. – Ed. P . Lethielleuz – Paris -1931).
    //

    Sobre Deus: (Até sobre Deus???)
    “Certamente Deus é grande e poderoso, e bom e misericordioso, e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido” (Lutero). (Id. Propos de Tables – no. 963, ed. De Weimar, I , 487).
    //

    Sobre Nosso Senhor Jesus Cristo:
    “Pensais, sem dúvida que o beberrão Cristo, tendo bebido demais na última Ceia, aturdiu os discípulos com vã tagarelice?”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – pg. 135)
    “Cristo cometeu adultério pela primeira vez, com a mulher da fonte, de que nos fala S. João. Não se murmurava em torno dele: «Que fêz, então com ela?» Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 ) “//
    MARCOS É ESSE HOMEM QUE A MAIORIA DOS SEMI ANALFABETOS SEGUEM E OUTRA ELES PREFEREM ACREDITAR NAS MENTIRAS ESCRITAS CONTRA A IGREJA!
    POR QUE TEM MEDO DE IR NAS FONTES.

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  3. PARTO DA IDEIA DE QUE CRISTO FOI CONCEBIDO PELO ESPIRITO DE DEUS CRIADOR , QUE ERA O VERBO E ESTAVA PRESENTE DURANTE A CRIAÇÃO E ASSIM SENDO A CARNE DELE É DIFERENTE DA NOSSA E CONSEQUENTEMENTE O VENTRE DE MARIA DIFERENTE DE TDS OS OUTROS, SIMPLES ASSIM,E OS DESEJOS DELA TBM DIFERENTES DO NOSSO E QUE JOSÉ SEU CASTISSIMO ESPOSO NÃO PARTICIPAVA DOS DESEJOS DA CARNE,TÃO COMUM E NECESSARIOS NAS MENTES POR AI….POR QUE AMOR, NÃO É NECESSARIAMENTE SEXO….

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  4. O Sr. nao tem vergonha de mencionar o nome desse NAZISTA CRISTAO,ANTE-SEMITA , Martinho Lutero e o seu comparsa lunatico irracional,o tambem NAZISTA JOAO CALVINO ? Voce ja leu o livro ” SOBRE OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS” escrito por este VERME SUJO chamado Martinho Lutero ? Voce ja leu os devaneios e as ruindades e perversidades escritas pelo Sr. Calvino ?
    Nao te da nem um pouquinho de VERGONHA de se auto intitular CATOLICO e fazer parte da organizacao criminal mais MAFIOSA jamais inventada por Homens loucos do passado ???

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  5. Prezada Helen:

    Não vejo como contradição às Escrituras a possibilidade de que Maria, Mãe do Nosso Salvador, Bem-Aventurada entre as nações, tenha permanecido sempre virgem, inclusive depois do parto. Maria foi e é certamente o ser humano mais nobre que já existiu, depois de Jesus Cristo.

    Mas se eventualmente ela tivesse tido outros filhos, além de Jesus Cristo, seria isso de alguma forma desonrosa para ela? É isso que não consigo entender nos nossos irmãos católicos, pois a castidade não é vivida apenas em um vida celibatária, mas também dentro do casamento.

    PAX DOMINI.

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    • Irmão Francisco,
      Muito boa observação. Que tal se eu escrevesse um post sobre o dogma da Virgindade Perpétua? Talvez isso lhe ajude a entender a posição catolica, e ficaria melhor do que responder somente ao seu comentário…Fica atento.

      Pax Domini

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    • Caro Francisco,

      Quão valiosa tem sido sua a sua contribuição aos debates aqui do Blog.
      Eu ando mesmo desejosa de escrever um artigo sobre a perpétua virgindade de Maria, e prometo que hei de fazê-lo, não me esqueci. No momento, só me falta tempo, por isso, peço-lhe tenha paciência que logo eu publico algo.

      Pax Domini

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    • Devemos nos lembrar que no hebraico irmão significa parente próximo, porém o Novo Testamento foi escrito originamente em gregoe, portanto a língua grega,irmão significa literalmente irmão.Sendo assim, Jesus teve sim, meio irmãos de sangue.

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      • Cara Cilene,

        O Antigo Testamento foi escrito em Hebraico e Grego, o Novo, entretanto, predominantemente em Grego e Aramaico. A questão linguística deste debate foi discutida no nosso Post cujo o link forneço abaixo:

        Irmãos de Jesus

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  6. Muito linda sua postagem.
    Que bom que voce contribui para a evangelização no mundo
    visite meu blog e deixe la seu precioso parecer
    crisma2012matao.blogspot.com
    Deus te abençoe sempre

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    • Tudo bem Edmilson gostaria muito que você me passasse a atas dos bispos dos primeiros séculos!
      Você é um grande apologista católico admiro muito as suas refutações conta os hereges, e admiro muito também o amor que você tem pela igreja.

      Edmilson me passa seu mail gostaria muito de conhecer você ficaria muito feliz em conhecer seus estudos um abraço.

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    • Minha cara irmã Cilene Assafraó peço-te carinhosamente que você reveja seus erros
      Jesus nunca teve irmão e outra a bíblia foi traduzida para o grego noiké
      Veja seus erros Vamos lá:

      m Mt 13, 55 e Mc 6,3, Olha Cilene assafraó as seguintes pessoas estão nomeadas como irmãos de Jesus: Tiago, José (ou Josés – Agora os manuscritos variam na forma) Simão e Judas. Mas, Mt 27, 56 diz que, «junto à cruz estava Maria, a mãe de Tiago e José». Mc 15, 40 diz que «ali estava Maria, a mãe de Tiago, o menor, e José». Logo, embora a prova não seja conclusiva, parece que os dois primeiros, Tiago e José, (ou Joses), – exceto se supormos que estes eram outras pessoas com os mesmíssimos nomes – eram filhos de outra mãe e não da Mãe de Jesus.
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      CILENE ASSAFRÓ
      Agora vemos aqui que o termo «irmão» foi usado para indicar aqueles que não eram filhos de Maria, a Mãe de Jesus. Do mesmo modo, facilmente poderia ter ocorrido o mesmo com os outros dois «irmãos», Simão e Judas. Além disso, Cilene Assafraó se Maria tivesse outros filhos e filhas naturais no tempo da crucifixão, seria estranho Jesus ter pedido a João para que cuidasse dela. Especialmente porque Tiago, o «irmão do Senhor» ainda estava vivo em 49 d.C. (cf. Gl 1, 19); certamente ele poderia ter cuidado dela…
      //////////////
      E mais…Lot, que era sobrinho de Abraão (cf. Gn 11, 27-31), é chamado de «seu irmão» em Gn 13, 8 e 14, 14-16.Olha Cilene Assafraó entenda que termo hebraico e aramaico ah era usado para expressar vários tipos de graus de parentesco (v. Michael Sokoloff, A Dictionary of Jewish Palestinian Aramaic, Bar Ilan University Press, Ramat-Gan, Israel, 1990, p.45). Entenda que o hebraico não tem palavra para parentes. Eles poderiam dizer ben-dod para expressar filho de um tio por parte de pai, mas para outros graus de parentesco eles precisavam construir uma frase complexa, tal como «filho do irmão de sua mãe» ou «filho da irmã de sua mãe» (para consultar expressões complexas do aramaico, v. Sokoloff, pp. 111 e 139).
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      =Cilene Assafraó entenda também que a Septuaginta (tradução grega do Antigo Testamento hebraico, (cuja abreviatura padrão é LXX), usa o grego adelphos para Lot que, como vimos acima, era, na verdade, sobrinho. Além disso, os escritores dos Evangelhos e Epístolas sempre tinham em mente as palavras hebraicas, mesmo quando escreviam em grego. Isto vale principalmente para São Paulo. E, como podemos ver atualmente, há uma forte evidência de que São Lucas, em certos pontos, estava traduzindo documentos hebraicos – dois tipos de hebraico [hebraico e aramaico] com grande cuidado. A LXX, para Ml 1, 2-3, traduz: «Eu amei Jacó e odiei Esaú». São Paulo, em Rm 9, 13, cita exatamente da mesma forma que a tradução grega. Ainda que os tradutores da LXX conhecessem o hebraico e o grego – e assim também Paulo – utilizaram um modo muito estranho de expressão, modificando potencialmente a expressão hebraica.
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      Agora Cilene Assafraó eu lhe explico como isso aconteceu!
      Saiba que o hebraico e o aramaico carecia dos graus de comparação (tais como: bom, melhor, o melhor; claro, mais claro, claríssimo) e, então, precisava-se encontrar outra forma de expressar as idéias. Enquanto nós poderíamos dizer: «Amo mais a um que a outro», o hebreu diria: «Amo a um e detesto o outro». Em Lc 14, 26, Nosso Senhor nos diz que devemos «odiar nossos pais» é óbvio, porém, que quer dizer que devemos amar mais a Cristo do que a nossos pais. De forma semelhante, em 1Cor1, 17, Paulo afirma: «Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar»; só que o próprio Paulo já havia declarado ter batizado algumas pessoas; logo, o que realmente queria dizer é: «Minha missão mais importante é pregar; batizar é menos importante». São Paulo, em 1Tes 4, 5 diz que os gentios «não conhecem a Deus». Ele usa o termo conhecer no sentido do hebraico yada, um termo amplo que significa conhecer e amar. De fato, não são raras as vezes em que podemos afirmar que certa palavra hebraica encontrava-se na mente de São Paulo, que se expressava em grego.
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      Saiba também Cilene Assafraó que todos os estudiosos admitem que o Evangelho de São Lucas possui mais semitismos que os livros escritos por outros semitas (Lucas não era semita, mas médico de origem grega). Por quê? A princípio, parece que Lucas escrevia assim para imitar o estilo da LXX, mas, em um estudo que fiz (v. meu artigo «São Lucas imitava a Septuaginta?», publicado no Jornal [Internacional] de Estudos do Novo Testamento, jul./1982, pp.30-41, editado pela Universidade de Sheffied, Inglaterra), mostrei, estatisticamente, que Lucas não tentava imitar a Septuaginta. Eu fiz um estudo de um semitismo bem estranho em Lucas: o aditivo kai, que reflete o aditivo hebraico wau. Eis um exemplo tirado de Lc 5, 1: «E isto aconteceu quando as multidões se apertavam para ouvir dele a palavra de Deus e ele se encontrava de pé junto ao Lago [de Genesaré]». A palavra «e», grifada em itálico, poderia existir no hebraico, mas não no grego, nem mesmo no aramaico. Pela contagem real, São Lucas usa este «e» somente de 20 a 25% das vezes que poderia usá-lo, se estivesse imitando a Septuaginta. Certamente, não foi esta a razão de seu uso.
      /////////////////
      Agora se você vim me dizer por que ele a empregou assim? Eu lhe responderia facilmente pois em linhas gerais, São Lucas nos diz que tomou grande cuidado, conversou com testemunhas oculares e checou relatos escritos sobre Jesus. Estes relatos escritos poderiam estar em grego (alguns judeus sabiam se comunicar em grego), hebraico ou aramaico. Logo, seria possível que São Lucas tivesse usado relatos escritos nessas linguagens. Agora o problema não seria perceptível no grego se fossem usadas fontes gregas, é lógico; mas se ele usou, em certos momentos, documentos hebraicos, e se ele os traduziu com extremo cuidado – tão extremo a ponto de manter a estrutura hebraica no texto grego, onde não existiria – então poderíamos afirmar que foi dessa forma que ele resolveu fazer.
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      As estranhas estruturas que encontramos – também anormais no aramaico – usadas por São Lucas em alguns pontos, mas não em outros, parecem demonstrar a existência de documentos hebraicos, traduzidos com extremo cuidado. Lucas sabia como escrever em grego culto, como demonstra certas passagens. Mas por que escreveu assim? Certamente por causa de seu extremo cuidado, para ser fiel aos textos originais que usava. Portanto, precisamos conhecer o hebraico fundamental para compreendermos a questão corretamente (o «e» é omitido nas traduções das linguagens modernas, como o inglês; o problema só é verificável quando lemos São Lucas na língua grega original).
      ///////////////
      Agora Cilene Assafraó há uma palavra importante em Rm 5,19, que diz que «muitos» se tornaram pecadores (= pecado original). É óbvio, porém, que São Paulo se referia a «todos». De fato, o grego usa polloi; no grego comum, sempre significa «muitos», mas não «todos». Entretanto, se conhecermos o hebraico que estava na mente de Paulo, tudo torna-se claro. Havia uma estranha palavra, rabbim, que aparece pela primeira vez em Is 53, na profecia da Paixão. Pelo contexto, percebemos claramente que significa todos, ainda que também signifique muitos, para ser mais exato ela significa todos dos que são muitos. Por exemplo, se eu estiver em uma sala com outras três pessoas, eu poderia dizer todos, mas não poderia dizer muitos; agora, se usarmos uma concordância grega para encontrarmos todas as citações em que São Paulo usa a palavra polloi como substantivo, veremos, pelo contexto, que sempre – sem exceção – significará todos; é o caso de Rm 5, 19. Assim, precisamos retornar ao hebraico para compreender o termo grego usado aqui por Paulo.
      //////////////
      Agora Cilene Assafraó em outras partes, São Paulo freqüentemente faz uso do termo gregodikaiosyne não na forma estrita utilizada pelo sentido grego, mas na forma ampla do sentido hebraico de sedaqah. E mais há muitos outros lugares no Novo Testamento onde devemos considerar o fundamento hebraico para obter o sentido correto do grego. Demos apenas alguns exemplos que são suficientes para mostrar como os escritores do Novo Testamento trabalharam e a necessidade de se evitar que entendamos somente o que diz o grego (que insiste que devemos ignorar o fundamento hebraico, afirmando que o grego possui palavras próprias para designar primos e outros parentes, ao contrário do hebraico).
      ////////////////
      Cilene Assafraó no 2: J. P. Meier, em A Marginal Jew (Doubleday, 1991, pp.325-326) afirma que «o novo Testamento não é uma tradução grega»; assim, o termo hebraico usado para referir-se a irmão não pode ter gerado uma «desastrosa» tradução.
      ///////////////
      Resposta: Muitos estudiosos crêem que parte ou até mesmo todos os Evangelhos são traduções gregas. A evidência citada acima, no Jornal de Estudo do Novo Testamento contribui para demonstrar isso. Em adição, temos evidências extensivas mostrando que, apesar dos autores não terem feito uma tradução, eles muitas vezes usavam palavras gregas com o significado do pensamento hebraico fundamental. Isto é especialmente notável em Paulo, ainda que Meier afirme que Paulo não estava fazendo uma tradução, bem como conhecia «Tiago, o irmão do Senhor», em pessoa.
      //////////////////
      E mais Cilene Assafraó ,Meier também assegura (pp.327-328) que Josefo, um judeu que escreveu em grego, várias vezes utiliza a palavra correta para designar primo, mas usa a palavra irmão para indicar os «irmãos de Jesus». Concordamos que Josefo assim se expressa. No entanto, será que Josefo possuía informação direta acerca da real natureza dos «irmãos» de Jesus? É óbvio que não. Meier também não analisa a questão sob este ponto de vista…
      ///////////
      Objeção 3: Meier afirma (p. 323) que se quisermos que ah signifiqueprimo, então deveríamos ller Mt 12, 50 assim: «Todo aquele que faz o desejo de meu Pai que está nos céus é meu primo, prima e mãe». De maneira similar (p.357), ele diz que Mc 3, 35 deveria então ser lido: «Nem seus primos acreditavam nele».
      //
      Resposta: Meier parece ser deliberadamente cego nestes pontos. Ora, seah possui um significado amplo, poderíamos então mantê-lo na tradução, não apenas limitando-o a primo; poderia ser primo, mas também qualquer outra espécie de parente.
      //
      Objeção 4: Em Mt 1, 25, Olha Cilene Assafraó
      os erros de vocês protestantes é que vocês erradamente apontam para duas palavras: até que e primogênito.
      //
      Resposta: «Até que»: muitas palavras antigas têm diversos significados possíveis. Às vezes o termo «até que» abrange o tempo posterior ao indicado mas nem sempre isso acontece. Em Dt 34, 6, Moisés foi enterrado «e até hoje ninguém sabe onde se encontra sua sepultura». Isto era verdade no dia em que o autor do Deuteronômio relatou o fato; e continua sendo verdade ainda hoje. No Sl. 110, 1, conforme interpretado pelo próprio Jesus, «o Senhor disse ao meu Senhor (= de Davi): ‘Senta à minha mão direita até que eu coloque os teus inimigos sob os teus pés’». Obviamente, Jesus sempre estará à direita do Pai; logo, a palavra até que jamais significará uma mudança de estado. O Sl 72, 7, um salmo messiânico, diz que em seus dias «a paz abundará até a lua não mais existir». Aqui novamente, o poder do Messias jamais deixará de existir ainda que a lua deixe de brilhar (Mt 24, 29). Em 2Sm 6, 23, diz-se que «Mical, esposa de Davi, não terá mais filhos até o dia de sua morte». Logicamente, ela não os terá mesmo após sua morte! Em Mt 11,3, Nosso Senhor diz que se os milagres feitos em Cafarnaúm tivessem sido feitos em Sodoma, «ela teria durado até o presente dia». Isso não significa que Jesus a destruiria logo a seguir. Em Mt 28, 20, Jesus promete que permanecerá com sua Igreja e seus seguidores «até o fim do mundo». Será que deserdará depois, na eternidade? Em Rm 8, 22, São Paulo diz que toda a Criação suspira, esperando pela revelação dos filhos de Deus até os seus dias (de Paulo). Nem por isso ele irá para sua missão, mas continuará até a restauração final. Em 1Tm 4, 13, o apóstolo pede para que Timóteo se devote à leitura, exortação e ensinamento «até eu (Paulo) chegar». Isso não quer dizer que Timóteo deveria parar de fazer tais coisas após a chegada de Paulo. E existe muitos outros exemplos, embora estas poucas citações sejam suficientes para demonstrar que a expressão «até que», no Antigo e no Novo Testamento, significa uma mudança de coisas que está para acontecer segundo o ponto a que se refere.
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      Você viu Cilene Assafraó até mesmo J. P. Meier, que trabalha estressantemente para tentar provar que Jesus tinha irmãos naturais, admite que o argumento baseado na expressão «até que» nada prova (em CBQ – jan/1992, pp.9-11).
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      Primogênito: Jesus é assim chamado em Lc 2, 7 (e também em Mt 1, 25, se considerarmos a adição ao texto grego encontrada na Vulgata latina). Este termo se refere ao hebraico bekor, que expressa principalmente a posição privilegiada do primeiro filho com relação aos demais filhos. Não implica, porém, na existência real de outros irmãos. Podemos ler numa inscrição grega encontrada numa sepultura em Tel el Yaoudieh (cf. Biblical 11, 1930, pp.369-390) que uma mãe faleceu ao dar à luz ao seu filho: «Nas dores do parto de meu filho primogênito, o destino me trouxe o fim da vida». No mesmo sentido, existe outro epitáfio em Leontópolis (v. Biblical Archaeology Review, Set.-Out./1992, p.56).
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      Cilene Assafraó entenda que o próprio Meier reconhece (p. 331) que «todos estes argumentos em conjunto não podem produzir uma certeza absoluta». Nós acrescentamos: em Mc 3, 20-21, os parentes de Jesus vão até ele para prendê-lo – os irmãos mais novos não poderiam tomar tal atitude na cultura semita, pois Jesus era o primogênito. E, quando Jesus contava com 12 anos ao visitar o Templo de Jerusalém, seus irmãos mais novos deveriam acompanhá-lo (exceto as irmãs), se de fato existissem, de outra forma Maria teria ficado em casa cuidando dos filhos mais novos. Vemos, assim, que não há evidências sólidas na Escritura que nos permitam supor que Nossa Senhora tenha tido outros filhos. Há, por outro lado, respostas lógicas para todas as objeções formuladas. Porém, a razão decisiva é o ensino da Igreja; os credos mais antigos chamam Maria de aei-parthenos, ou seja, «sempre Virgem».
      ///////
      Se você me perguntar quem é Meier ele é um teólogo protestante perseguidor de Maria!
      Olha Cilene Assafraó saiba que Meier em seu longo artigo publicado na CQP (1992, pp. 1-28), ele diz, na última página, que deveríamos perguntar se a hierarquia das verdades não nos deixaria aceitar protestantes dentro da Igreja Católica sem que pedíssemos a eles para que acreditassem na virgindade perpétua de Nossa Senhora. De fato, existe uma hierarquia de verdades, algumas mais básicas que outras. Mas isso não significa, em absoluto, que possamos incentivar a negação de uma doutrina que vem sendo repetidamente ensinada pelo Magistério Ordinário, bem como pelos mais antigos credos (portanto, infalíveis). Realmente, se alguns protestantes querem aderir à Igreja sem aceitar a autoridade do Magistério, então jamais serão católicos de fato, ainda que aceitem todos os demais ensinamentos. Aceitar realmente a autoridade significa aceitar tudo, e não quase tudo.
      //////
      Por isso Cilene Assafraó até mesmo Meier, tão inclinado à negação da virgindade perpétua, admite (pp.340-341) que existe uma estranha tradição rabínica que diz que Moisés, após seu primeiro contato com Deus, deixou de se relacionar sexualmente com sua esposa. Isto aparece primeiro em Filo de Alexandria e foi suportado, depois, pelos rabinos. Ora, se Moisés, em virtude de um contato externo com Deus, agiu dessa maneira, porque então não poderia ocorrer o mesmo com Nossa Senhora, que foi preenchida pela divina presença para a concepção de Jesus e carregou a própria Divindade em seu ventre durante nove meses? De fato, Lutero e Calvino, como Méier reconhece (p.319), aceitaram a doutrina da virgindade perpétua de Maria.
      //////////
      Então eu ti pergunto? Cilene Assafraó por que, então, Meier luta tanto contra ela? Realmente, os protestantes, se forem lógicos, não podem apelar para provas bíblicas, a partir do momento em que nem mesmo têm como determinar quais livros são inspirados. Lutero achava que, se um livro pregasse a justificação somente pela fé, então ele era inspirado, caso contrário, não. Mas, lamentavelmente, ele nunca conseguiu provar que isso era verdade (tanto ele quanto eu poderíamos escrever livros sobre o assunto e nem por isso seriam inspirados) eis que vários livros da Bíblia não mencionam a justificação pela fé… É que, infelizmente, Lutero não sabia o que São Paulo queria dizer com a palavra fé. Agora (sobre este assunto,
      Cilene Assafraó sugirovocê a
      consultar a obra fundamental do Protestantismo: Interpreter’s Dictionary of the Bible, Supplemento, p.333).

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    • MARCOS QUANDO VOCÊ COMEÇA A ESTUDAR A FUNDO NA PRISTRÍSTICA E NA HISTÓRIA PRIMIRIVA E NAS ÉPOCAS DOS FATOS VOCÊ DESCOBRE MUITAS SAFADEZAS E MENTIRAS QUE UM EXEMPLO SÓ NOS ESTADOS UNIDOS CONHEÇO 100 AMIGOS QUE ERAM PROTESTANTES E HOJE NÃO SÃO MAIS SABE POR QUÊ? POR QUE ELES DESCOBRIRAM O QUE REALMENTE É O PROTESTANTISMO!

      Marcos vou ti mostrar mais sobre Lutero o pai do protestantismo pois ele é apresentado como o grande protetor pelos semianalfabetos , desconhecedores de história que não sabe nada da influência deste heresiarca alemão.
      //////////
      POIS MARCOS ESSA É A VERDADE

      Os protestantes sempre apresentam Lutero como grande protetor do ensino e ainda o fundador das escolas publicas rsrsrsrs.
      E mais sem envergonharem-se por adulterar a história como as Escrituras, levando estas pseudos-afirmações com tal aprumo e segurança que muitos acabam por crer neste Lutero fantasioso isso é o cúmulo.
      /////////
      O passar dos séculos cobrem com o pó do tempo suas idéias e assenta suas afirmações com o sólido reforço de uma “realidade afirmada desde antes”. E ” em verdade” que se vem repetindo desde então, tem sido mais por preguiça dos católicos em denuncia-la que pela veracidade dos argumentos.
      Como bons seguidores do heresiarca alemão, aplicam o tradicional método protestante de analise das Sagradas Escrituras na historia :
      ” Se fixam em uns textos e os descontextualizam sem observarem as circunstâncias e contexto em que se desenvolveram os fatos.”
      Isso Marcos é um fato comprovado e conhecido que o chamado ” Renascimento ” estendeu muito o ensino no inicio do seculo XVI e que esta decresceu rapidamente nos primeiros anos do protestantismo.
      Já antes do Renascimento a educação era sumamente popular por depender da Igreja e portanto se contava com colégios paroquiais por todos os rincões do mundo civilizado e ainda com esta formidável invenção católica que são as Universidades. O Renascimento estendeu a educação, mas de mão atadas e a cargo das autoridades civis.
      Mas para os países submetidos a Pseudo-Reforma protestante o processo de educação foi o contrario da Europa Cristã.
      ///////////////

      Olha Marcos agora leiamos de suas próprias fontes para que as declarações não sejam motivos de suspeita para os receiosos de toda afirmação católica.
      Assim manifesta o protestante Shieler:
      “O efeito imediato da pregação de Wittenberg (protestante) foi o colapso do sistema educacional que florecia na Alemanha”.
      ///////
      E mais meu caro Marcos as fontes históricas nos revelam que muitas universidades alemãs tiveram que fechar as portas e que as demais restantes diminuiram (entre os anos de 1521 e 1530) o numero de estudantes:
      ////////////
      VEJA:
      - Na universidade de Leipizig abaixou de 340 para 100 estudantes
      //
      - Na universidade de Bostock abaixou de 123 para 33 estudantes
      //
      - Na universidade de Franckfurt abaixou de 73 para 32 estudantes
      //
      - E ainda na universidade de Wittenberg abaixou de 245 para 174 estudantes.
      //
      E nesta ultima – foco do ensino luterano – não se conferiu nenhuma graduação teológica (diplomatura) entre os anos de 1523 e 1533 e assim foi em outras universidades.
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      ENTENDA MARCOS
      Que Lutero e os seus seguidores viviam escrevendo contra as universidades, e roubando bens da Igreja e por conseguinte afetando as bolsas de estudos, fundações de escolas e universidades causaram esta decandência.
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      ” A facção Luterana “, escreve Erasmo de Rotterdan , “é uma ruina em nosso ensino (…) Esta gente (os pregadores luteranos) só aspiram por ter com o que viver e uma mulher, já não se cuidam das demais pessoas “.
      Nestas circunstâncias, temendo Lutero acabar sem ministros, utilizava dos ensinamentos como meio de recupera-los.
      ” Necessitamos – dizia logo – homens que dispensem a palavra de Deus e os sacramentos e cuidem das almas. Mas como consegui-los se permitimos as ruinas das escolas e não fundamos outras mais cristãs? ”
      Vistos os desastres, ele queria escolas religiosas cuja língua principal fosse o latim e nada de ciencias ou artes, é dizer o mesmo que, o contrario das escolas modernas.
      Em pouco tempo já se desconsideravam as recomendações de Lutero e este esquecimento foi a salvação das escolas nos países protestantes.
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      AGORA MARCOS VEJA QUEM FOI…
      Santo Ignacio de Loyola, o Cavaleiro da Contra-Reforma
      Distintas como a luz das trevas foram as instruções desejadas pelo declarado inimigo do protestantismo e verdadeira antitese de Lutero.
      Santo Ignácio de Loyola instrui na quarta parte de suas “Constituições” um capítulo luminoso sobre a fundação de escolas e universidades.
      Em 1555 sua alma se abria para o céu e desejava na terra mais de cem casas e colégios fundados por seu espirito de fogo. Sua ardente caridade havia expandido a seus filhos espirituais, levando assim a Lei do Evangelho e o ensinamento cristão pelo Oriente até o Japão e pelo Ocidente até o Brasil.
      Os Jesuítas, fieis as ordens de seu fundador, não esqueceram nem desconsideraram suas instituições mas continuaram fundando colégios. No mesmo seculo XVI , São Pedro Canísio – chamado de Martelo dos protestantes – fundou e interviu na fundação de um dos vinte colégios e seminários no centro da Europa. Apenas dois seculos mais tarde os jesuitas tinham por todo mundo 171 colégios só para jesuitas e 669 para os leigos além das 154 igrejas, 340 residencias, 271 missoes, 61 noviciados e 24 casas professas. Toda esta magnifica obra ficou destruida por consequência da conspiração maçônica que obteve a supressão da Companhia de Jesus.
      Mas que traz seu restabelecimento em 1814 quando se reiniciaram os trabalhos, fundando por todos os lugares instituições de ensino, superando inclusive o legado antes da perseguição.
      Em uma palavra, as instruções de Lutero hoje são completamente desconhecidas e se fossem para ser aplicadas deveriamos fechar todos os centros educacionais modernos do mundo.
      Em contrapartida, as instruções de Santo Ignácio de Loyola tem se estado aplicado por cinco séculos com prodigiosos resultados.
      Agora eu ti pergunto Marcos? Quem tem fatos maiores para o ensino e instrução dos povos? Lutero ou Santo Ignacio?

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