VIRGEM MARIA no Antigo e Novo Testamento – Parte I


Artigo enviado por Edmilson Silva

AS GLÓRIAS DA VIRGEM MARIA SEGUNDO AS ESCRITURAS

” Entrando o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo” ( Lc 1, 28 )

Eis proclamado pelo próprio anjo Gabriel, o privilégio extraordinário da Imaculada Conceição de Maria e sua santidade perene. Quando a Igreja chama Maria de “Imaculada Conceição” quer dizer que a mesma, desde o momento de sua concepção foi isenta – por graça divina – do pecado original. Se Maria Santíssima tivesse sido gerada com o pecado herdado de Adão ou tivesse qualquer pecado pessoal, o Arcanjo Gabriel teria mentido chamando-a de “cheia de graça”. Pois, onde existe esta “graça transbordante” não pode coexistir o pecado. Por isso, esta boa Mãe é também chamada pelos seus servos de “Santíssima Virgem”. Os santos ensinaram que não convinha a Jesus Cristo, o Santíssimo, ser gerado e nascer de uma criatura imperfeita e pecadora. Como podia o Santíssimo Deus, Jesus Cristo, ser engendrado num receptáculo que não fosse digno dEle? Pois, ele mesmo, ensina no Evangelho que não se coloca vinho novo e bom em odres velhos e defeituosos (Lc 5, 37 ). Eis porque o Criador elevou Maria, este “Vaso Insigne de Devoção” a tão grande santidade.

“Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” ( Lc 1, 38 )

`Maria ao dizer seu “sim” incondicional ao convite de Deus, introduz no mundo o Verbo Divino, Jesus Cristo. E, fato assombroso: a criatura gera o seu Criador segundo a natureza humana. Jesus poderia Ter vindo ao mundo de diversos modos. Mas Deus a ama tanto, que quis precisar nascer e depender dela, enquanto homem. Maria, com sua sagrada gravidez inicia o restabelecimento da amizade entre Deus e os homens, conforme está escrito: “Por isso, Deus os abandonará, até o tempo em que der à luz aquela que há de dar à luz” ( Miq 5,2 ). Com este “sim” incondicional ao projeto de Deus, Maria cumpre também, a primeira de todas as profecias bíblicas. Pois o Criador disse à serpente: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” ( Gn 3, 15). O texto evidentemente faz alusão à Maria. Pois qual mulher poderia ferir a cabeça do demônio? Somente aquela que trouxe ao mundo o Salvador, Cristo Jesus. Maria ao aceitar a missão que Deus lhe confiava e ao gerar a Jesus Cristo “feriu” a cabeça do inimigo. O inimigo por sua vez, agindo na pessoa de Herodes, dos algozes do Calvário e ainda hoje nos adversários de Cristo, continuamente lhe “fere o calcanhar”. Assim, esta Doce Princesa iniciou a devastação do reino de Satanás. Reino de Morte que será destruído totalmente pelo seu filho Jesus Cristo, nosso Único Senhor.

“Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada” ( Lc 1, 48 )

Os santos proclamam a profunda intimidade dela com a Santíssima Trindade: Filha de Deus Pai, esposa do Espirito Santo, mãe de Deus Filho! O Espírito Santo profetiza pelos lábios de Maria, que daquele momento em diante de geração em geração, isto é, para sempre, todos os cristãos proclamariam sua bem-aventurança. Feliz religião que a enaltece e a glorifica! Felizes os seus filhos que exaltando-a e enaltecendo-a cumprem fielmente esta profecia.

” Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe do meu Senhor ? ” ( Lc 1, 43 )

Isabel, mulher idosa e santa, esposa de Zacarias, mãe de João Batista desmancha-se em elogios àquela jovem que foi até sua casa para servir! Que lição de humildade a tantas pessoas que com sua “sabedoria” ( que na verdade é pestífera loucura ) evitam tributar à Santa Mãe de Deus os louvores que ela merece, temendo que isto diminua a glória devida a Jesus Cristo. Esquecem-se então, que o Espírito Santo mesmo ensina, que o louvor dirigido aos pais é grande honra para o filho (conf. Eclo 3, 13 ). Preferem portanto, os verdadeiros filhos de Maria, em todos os tempos, lugares e momentos, exaltarem a Virgem, imitando o exemplo de Santa Isabel, para serem seguidores fiéis da Sagrada Escritura.

” Pois assim que a voz da tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio ” ( Lc 1, 44 )

Cristo testemunhou a respeito de João Batista: “dos nascidos de mulher nenhum foi maior que João” ( cf. Lc 7 28 ). Pois bem. Este mesmo João Batista, que Jesus Cristo declara ter sido maior que todos os Patriarcas, Profetas e Santos do Antigo Testamento, ao ouvir a doce voz de Maria “estremeceu de alegria”. O Espírito Santo, que nele habitava, exultou de alegria ao ouvir a voz da doce Mãe! Não é, pois justo, a nós que somos os últimos de todos, exultar de alegria ao ouvir o doce nome de Maria? Não nos é sumamente necessário imitar o Espírito Santo? Não é proveitoso para os cristãos imitarem o gesto de São João Batista ? Bendito os servos de Deus, que não se cansam de se alegrar e cantar os louvores desta Senhora, imitando assim o gesto do Divino Esposo e de São João Batista, o maior profeta da Antiga Aliança.

“E uma espada transpassará a tua alma” ( Lc 2, 35 )

Uma lança transpassou o coração do Cristo na Cruz. Uma espada de dor transpassou o coração de Maria no Calvário! Deus revela ao profeta Simeão como Nossa Senhora estaria intimamente ligada à Jesus Cristo no momento da Sagrada Paixão. Ninguém em toda a terra, em todos as épocas, esteve mais intimamente ligado a Jesus naquele dramático momento que sua Santíssima Mãe. Portanto, junto com o sacrifício expiatório, doloroso e único de Jesus Cristo no Calvário, subiu também aos céus, como oferta agradabilíssima diante de Deus, o sacrifício doloroso de Nossa Senhora.

“Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: ´Eles não tem mais vinho´. Respondeu-lhe Jesus: ´Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou´. Disse então sua mãe aos serventes: ´Fazei o que ele vos disser´” ( Jo 2, 3-5 )

Na festa das Bodas de Caná Jesus iniciou seu ministério. Ministério aliás composto por pregação e “obras” (milagres). A Santíssima mãe percebeu a dificuldade daquela família, que não tinha vinho para os convidados. A boa Senhora é vigilante, e os servos dela sabem, que ela vigia sobre eles, mesmo quando não se apercebem dessa vigilância. Jesus afirmou então claramente a Maria que, ainda não era o momento para iniciar seu ministério com um prodígio, pois disse: “minha hora ainda não chegou”. A Santíssima mãe, conhecendo profundamente o filho, mesmo diante da aparente recusa, o “conduz” docemente a antecipar sua missão. E assim, sem discussão, na mais plena confiança, diz aos serventes: “façam o que ele lhes disser”. Grandíssima confiança! Assim, aquela que o introduziu no mundo segundo a carne, o introduz agora no seu ministério, pela sua intercessão. Feliz a família que tiver por mãe esta doce Senhora. Sua intercessão é infinitamente mais eficaz do que as orações de todos os santos que pedem sem cessar pelos habitantes da terra ( conf. Ap 6, 9-10 . 8, 3-4 ; II Mac 15,11-16 ).

“Disse-lhe alguém: ´Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar-te´. Jesus respondeu: ´Quem são meus irmãos e minha mãe? (…) Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Todo aquele que faz a vontade de meu Pai, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe´ “. ( Mt, 47. 49-50 )

Somente pertencemos à Cristo na medida em que pertencermos à nossa Mãe Santíssima. “Quem são meus irmãos e minhas mãe ?” pergunta o Cristo. E aponta para os seus discípulos: “eis aqui a minha família!”. E, doravante, somente os que forem discípulos do mestre, ouvindo as suas palavras e as cumprindo poderão pertencer plenamente a esta família. Por isto, como doce discípula Maria “conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração” ( Lc 2, 19.51) Meditava e as guardava! Eis o exemplo da perfeita discípula. Maria com efeito não é mãe apenas na carne, mas na vida toda, na alma e na total obediência ao seu Divino Filho.

Alguns, que não amam suficientemente à Santíssima Virgem, usam estes versículos acima, justamente contra ela, tentando convencer-nos de que Jesus a teria desprezado naquele momento. Esses “estudiosos” esquecem que Jesus jamais desprezaria sua mãe, conforme ensina o próprio Espírito Santo: “Apenas o filho insensato despreza sua mãe” ( Pr 15, 20 ). E assim, com esta interpretação desastrosa, que espalham ardorosamente, ofendem não apenas a boa Mãe, como blasfemam contra Jesus Cristo, como se o mesmo fosse violador do sagrado mandamento: “Honra teu Pai e tua Mãe” ( Ex 20,12 e Deut 5,16 ).

“Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: ´Mulher, eis aí teu filho´. Depois disse ao discípulo: ´Eis aí tua mãe´” ( Jo 19, 26-27 )

O apóstolo João aos pés da cruz, o único discípulo presente, representava todos os discípulos. Neste momento Jesus consagrou Maria, Mãe espiritual dos apóstolos. Mais ainda: João representava também, todos os homens e mulheres, de todos os lugares e de todos os tempos, que a partir daquele momento ganharam Maria como sua Mãe espiritual. Isto está de acordo com o testemunho deste mesmo apóstolo, que em outra parte diz:: “O Dragão se irritou contra a mulher (Maria) (…) e sua descendência, aqueles que guardam os mandamentos de Deus (…)” ( Ap 12, 17 ).

Maria Santíssima não teve outros filhos naturais. Permaneceu sempre virgem, como era do conhecimento universal dos primeiros cristãos até os nossos dias. Mas, muitos insistem em “presenteá-la” com filhos naturais que ela não teve. Fazem isto, para diminuírem a glória de Jesus Cristo, bem como para esvaziarem Maria de sua maternidade universal. Se Jesus tivesse irmãos carnais, não teria entregue sua Mãe aos cuidados de João Evangelista. Seus próprios irmãos naturais cuidariam dela, como era dever sacratíssimo na época e ainda hoje. Além disso, citam aqueles que não amam a Virgem Maria algumas passagens bíblicas como a seguinte: “Não se chama a sua mãe Maria e os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?” ( Mt 13,55 ) Querendo com isto provar que Nossa Senhora teve outros filhos. Esquecem ou ignoram, que nos tempos de Cristo, todos os parentes eram chamados “irmãos”. E a própria Bíblia prova isto, pois dos quatro “irmãos” acima citados, lemos que a verdadeira mãe de Tiago e José era uma outra Maria, irmã de Nossa Senhora e casada com Cleofas ( Jo 19,25 e Mc 15,40 ). E que Judas era irmão de Tiago Maior ( Jd 1,1 ) filho de Alfeu ( Mt 10, 2-4 ). Ora Cleofas e Alfeu designam a mesma pessoa, pois são formas gregas do aramaico Claphai. Segundo o historiador Hegesipo (século II) este Claphai era irmão de S. José. Logo não eram filhos naturais de Maria e José. Eram de sua parentela, mas não de sua filiação. Além disso, os primeiros cristãos, que conheceram Jesus e os apóstolos, nos escritos que nos deixaram, todos testemunharam que Maria sempre permaneceu virgem, não tendo jamais outros filhos. Sobre estes inventores de novidades a Bíblia nos previne: “Haverá entre vós falsos profetas (…) muitos seguirão as suas doutrinas dissolutas (…) e o caminho da verdade cairá em descrédito” ( II Pe 2, 1-2 ).

“E desta hora em diante o discípulo a levou para a sua casa” ( Jo 19, 27 )

Daquela hora em diante, S. João levou a Santa Mãe para sua casa. Primeiramente para sua “casa espiritual”, sua alma. Esse é o motivo pelo qual era o discípulo que Jesus mais amava. Porque também, era o discípulo mais afeiçoado a Maria. Depois, levou-a para sua casa material, seu lar. Assim também, o verdadeiro filho de Nossa Senhora, a exemplo de S. João, deve levar esta boa mãe para seu “lar espiritual”, no recesso mais íntimo de nossa vida espiritual. E convidá-la também para habitar nossas casas, onde sua presença maternal poderá ser recordada através de quadros e imagens. Estas imagens serão para os servos de Maria uma lembrança contínua e consoladora de sua presença e proteção, da mesma forma que o próprio Deus, antigamente, consagrou o uso das sagradas imagens e esculturas no culto divino ( conf. Nm 21, 8-9 ; Ex 25, 18-20 ; I Reis 6,23-28 etc ), para recordar, a sua presença amorosa no meio do seu povo, Israel.

“Todos eles perseveravam unanimemente em oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria mãe de Jesus, e os irmãos dele” ( At 1,14 )

No cenáculo, no dia de Pentecostes, Maria juntamente com os discípulos suplicavam para que viesse o Espírito Santo sobre todos. E assim foi fundada a Igreja naquele dia. Maria uma vez tendo introduzido o Cristo no mundo, depois tendo inaugurado seu ministério nas bodas de Caná, agora intercede, introduzindo e inaugurando a ação do Espírito Santo sobre a Igreja nascente. Eis a mãe da Igreja com seus filhos.

“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida de sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas” ( Ap 12, 1)

No Apocalipse, João contempla nesta visão três verdades a respeito de Maria: sua Assunção, sua glorificação, sua maternidade espiritual. O Apocalipse afirma que esta mulher “estava grávida e (…) deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações…” ( Ap 12, 2.5 ). Qual mulher, que de fato, esteve grávida de Jesus senão a Santíssima Virgem? ( conf. Is 7, 14 ). Muitos contestam, dizendo que esta mulher é símbolo da Igreja nascente. Mas, a Igreja nunca esteve “grávida” de Jesus Cristo. Não é a Igreja que nos gerou Cristo. Antes, foi Ele que gerou a Igreja. Foi Ele que a estabeleceu e a sustentou. E para provar que esta mulher é exclusivamente Nossa Senhora, em outro lugar está escrito: “O Dragão (…) perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino” ( Ap 12, 13 ). A Igreja teria dado à luz a um Menino? Evidente que não! Portanto esta mulher refulgente é unicamente Nossa Senhora, pois foi ela unicamente que gerou “o menino” prometido nas Escrituras: “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz (…) Porque nasceu para nós um menino (…) e Ele se chama Conselheiro Admirável, Deus Forte, Pai para Sempre, Príncipe da Paz” ( Is 9, 1-5 ).

Também as Sagradas Letras, nos dizem que ela se encontrava com “dores, sentindo as angústias de dar à luz” ( Ap 12, 2 ). Essas dores e angústias foram as dificuldades que cercaram aquele bendito parto: a viagem desconfortável, o frio, a humilhação, a pobreza, a falta de hospedagem.

Diz ainda: “(o Dragão) deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz (…) para lhe devorar o Filho (…) A Mulher fugiu para o deserto, onde (…) foi sustentada por mil duzentos e sessenta dias” ( AP 12, 4.6 ). De fato, o demônio atentou contra a vida de Jesus desde seu nascimento, na pessoa do perseguidor Herodes. Maria fugiu então com o filho para o deserto ( Egito ). Lá ficou por aproximadamente mil e duzentos e sessenta dias ( três anos e meio ). Ou seja, do ano 7 AC, ano do nascimento de Jesus, conforme atualmente se acredita, até março-abril do ano 4 AC, ano da morte de Herodes. Perfazendo os três anos e meio de exílio, nos quais a Sagrada Família foi sustentada pela Providência Divina.

Portanto, todos esses versículos, confirmam três verdades referentes à Maria: sua assunção aos céus. Pois o apóstolo a contempla revestida de sol, já estabelecida desde agora na glória prometida aos justos pelo seu Filho, quando disse “Os justos resplandecerão como o sol” ( Mt 13,43 ).

Confirma incontestavelmente sua realeza espiritual, pois a mesma se apresenta coroada com doze estrelas, símbolo das doze tribos de Israel e dos doze apóstolos. Portanto, Rainha do Antigo e do Novo Testamento.

Por fim confirma sua maternidade espiritual, pois diz o Espírito Santo: ” ( O Dragão ) se irritou contra a Mulher ( Maria ) e foi fazer guerra ao resto de sua descendência ( seus filhos espirituais ), os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” ( Ap 12, 17 ).

Somos de sua descendência apenas se nos comprometermos com o Cristo Jesus, guardando os seus mandamentos e testemunhando-o como nosso Único e Suficiente Senhor e Salvador.

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Sobre Hellen

Católica militante, expatriada, mãe e arquiteta e estudante de Direito. Quando há tempo, engajada na "missão" de defender a fé católica e evangelizar aos irmãos católicos, especialmente aqueles afastados da Santa Fé . I am an expat architect, law student and Catholic mommy who's taken on blogging. I've doing this for a few years now and I'm totally hooked up. All for the Glory of God!
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47 respostas para VIRGEM MARIA no Antigo e Novo Testamento – Parte I

  1. Pingback: Onde está “Maria” na biblia? Veja algumas referências – Paróquia Cristo Libertador

  2. Graça e paz a todos os participantes. Em relação ao texto acima, a introdução começa defendendo a imaculada conceição de Maria, baseada nas palavras do anjo que anunciou a bendita mãe de Jesus, saudando-a com as palavras “salve cheia de graça”. O autor do texto argumenta: “se Maria Santíssima tivesse sido gerada com o pecado herdado de Adão ou tivesse qualquer pecado pessoal, o Arcanjo Gabriel teria mentido chamando-a de “cheia de graça”. Pois, onde existe esta “graça transbordante” não pode coexistir o pecado. Por isso, esta boa Mãe é também chamada pelos seus servos de “Santíssima Virgem”. Os santos ensinaram que não convinha a Jesus Cristo, o Santíssimo, ser gerado e nascer de uma criatura imperfeita e pecadora”. Pois bem, vou fazer uma pergunta que para alguns, pode parecer desrespeitosa, porém, é necessária. eu gostaria que alguém me respondesse o seguinte: Se Maria realmente foi concebida sem o pecado original, então, isto significa que ela nasceu sem o ato sexual dos seus pais biológicos? Pois, a única maneira possível de Maria ter sido concebida sem o pecado original, seria por meio de uma concepção do Espírito Santo, da mesma maneira que foi com Jesus. No entanto, este não foi o seu caso, uma vez que nenhum apóstolo de Cristo jamais mencionou nada parecido. Sinceramente eu não acredito de maneira nenhuma, que Maria tenha sido uma pecadora, pelo menos não, da forma errônea em que muitas vezes, os evangélicos são acusados de acreditarem. Porém, dizer também que ela foi concebida sem o pecado original, aí é errar o alvo longe demais, pois não há absolutamente nenhum respaldo bíblico para tal afirmação. A Palavra de Deus diz que onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus (Romanos 5:20b). Isto significa que qualquer pecador arrependido, pode ser cheio da graça de Deus, assim com foi a bendita mãe de Jesus, pois ser cheio de graça, não significa de maneira nenhuma ter sido concebida sem o pecado original, mas significa sim, ser cheia de favores imerecidos. Veja que a própria Maria reconheceu suas fraquezas, confessando o Salvador (Lucas 1:47). Maria, assim como eu e você, foi concebida sim com o pecado original, pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça…”, assim diz as Escrituras em Romanos 3:23,24. Contudo, o anjo não mentiu, pois apesar de Maria possuir a natureza pecaminosa, herdada de seus pais biológicos, ela foi revestida de toda a graça santificadora de Deus, a fim de gerar do Espírito Santo. Isto é o que claramente ensina as Escrituras Sagradas sem distorções.

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  3. EDMILSON disse:

    MARIA A BEM AVENTURADA DO NOVO AO VELHO TESTAMENTE BÍBLICO.
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    como disse Santo Agostinho, “o Novo Testamento está oculto no Antigo, e o Antigo está revelado no Novo”.
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    Isto é conhecido como a tipologia.
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    O Catecismo da Igreja Católica define a tipologia como “o discernimento das pessoas, eventos, ou coisas do Antigo Testamento, que prefigurava, e, portanto, serviu como um ‘tipo’ (ou protótipo) de, o cumprimento do plano de Deus na pessoa de Cristo .
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    Ao examinarmos o Antigo Testamento para todas as coisas a respeito de Cristo, também nós devemos fazer o mesmo com Maria.
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    Mas isso pode ser feito? Maria é realmente anunciado no Antigo Testamento?
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    Sim Maria é realmente encontrada em toda a Bíblia, pelo menos indiretamente, porque se Cristo é falado em toda a Bíblia, pois, em virtude da união indissolúvel que obtém entre Filho e Mãe, ela também é falado por aí: Pois , se a Bíblia é o livro de Cristo, então também deve ser o livro de sua mãe
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    A própria Maria funciona como uma dobradiça entre o Antigo e o Novo Testamento.
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    E MAIS …O Antigo Testamento contém a revelação precisas sobre a Mãe do Messias, mesmo que seja em apenas um contorno.
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    Ele é uma revelação que aparece no Novo Testamento, o cumprimento da Velha, e na interpretação tradicional da Igreja.
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    POIS…
    Os Padres da Igreja sabia de tudo isso. Eles, que lançou as bases para a Interpretação tradicional da Igreja.
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    JÁ DIZIA…
    São João Damasceno no ano 750- disse que Maria “foi predestinado no eterno conselho pré-conhecimento de Deus e ela foi prefigurada por várias figuras e predito pelo Espírito Santo através das palavras dos profetas”.
    //
    Eles usaram tipologia freqüentemente em sua exegese bíblica, em busca de uma defesa contra os judeus e hereges para mostrar as verdades sobre Maria, e, assim, a respeito de Cristo.
    //
    Alguns dos Padres, como São Jerônimo († 419), aprendeu hebraico, a fim de obter uma melhor compreensão.
    //
    POR ISSO…
    Os Padres da Igreja desenvolveu um caso de amor com as Escrituras este amor das Escrituras ajudou a defender a honra de sua Rainha e Mãe, a Santíssima Virgem Maria.
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    O fato de que Maria é a Mãe do Redentor é o terreno em que está construído o mais antigo pensamento patrístico sobre a grandeza de Maria, quer que o pensamento é expresso … em testemunho simples de sua maternidade virginal, ou se concentra no papel da nova Eva na história da salvação .
    //
    Diz-se que há uma luta tão duro como quando estão a defender a honra de sua mãe e os Padres da Igreja,.
    //
    Eles estavam constantemente chamado para defender a honra de Maria, como ela foi caluniada em freqüentes tentativas de desacreditar Nosso Senhor.
    //
    Neste artigo, vou mostrar como os padres usaram o Antigo Testamento, em busca de interpretações marianas, a fim de defender Cristo e o cristianismo contra os seus adversários.
    //
    Como sempre, o melhor lugar para começar é no início, o livro de Gênesis.
    VAMOS LÁ:
    Junto com a tipologia, os Padres da Igreja também empregou o que é conhecido como recirculação. A idéia básica de recirculação é que, como o mundo foi condenado pela participação de um homem (Adão), uma mulher (Eva), e uma árvore (do conhecimento do bem e do mal), mas também seriam resgatados pela participação de um homem (Cristo, o novo Adão), uma mulher (Maria, a nova Eva), e uma árvore (da Cruz).
    //
    Gênesis 3:15 fornece a base para esse conceito, quando Deus diz à serpente: Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” .
    //
    Os Padres da Igreja viram, por unanimidade, a “mulher” profetizou aqui como nenhum outro senão a Santíssima Virgem Maria, que deu à luz Cristo, o conquistador de Satanás e da morte.
    //
    VEJA QUE:
    Alguns dos notáveis incluem São Justino Mártir (o grande apologista, morto no ano 165 da era cristã), como Santo Irineu (o primeiro mariólogo, nascido no ano 130 da era cristã) eles em suas obras disse que “por desobedecer, Eva tornou-se a causa da morte para si e para toda raça humana.
    //
    Da mesma forma, Maria, embora ela também tinha um marido, ainda era virgem, e obedecendo, ela tornou-se causa de salvação para si e para toda a raça humana
    //
    E o Papa São Leão Grande (o grande defensor da Igreja contra as heresias, do ano 461 da era cristã).
    //
    Como outro de nome Santo Epifânio de Salamina (m403), que disse que esta profecia “recebeu a sua verdadeira realização quando que um santo e único veio, nascido de Maria, sem obra do homem …
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    Do mesmo modo, Santo Agostinho (nascido no ano 364 da era crisã) nos diz que “Maria foi incluído no Eva, mas foi só quando Maria chegou, que sabíamos que Eva era”.
    //
    Também encontramos um hino de Santo Efrém, o Sírio (m. 373), O Senhor disse:.. Satanás é expulso do céu e Maria tem pisado aquele que bateu no calcanhar de Eva e bendito seja Ele , que por seu nascimento destruiu o inimigo! ” EMAIS… Em outros lugares, Santo Efrém explica que “Porque a serpente tinha atingido Eva com a sua garra, o pé de Maria machucado ele”
    //
    Em suas Quaestiones em Genesim,
    //
    Agora o grande compositor espanhol da literatura Marian, Santo Isidoro de Sevilha (d. 636) dá uma exegese maravilhosa de Gênesis 3:15:
    A semente do diabo é uma sugestão perversa, a semente da mulher é o fruto de um bom trabalho, pelo qual a sugestão perversa do diabo é resistido.
    //
    Ela vai pisar em cima de sua cabeça, porque desde o início ela expele suas sugestões perversos de sua mente. Ele vai atacar em seu calcanhar, porque até o final ele vai tentar enganar a sua mente, que ele era incapaz de enganar com a sua primeira sugestão.
    //
    Alguns têm entendido a seguinte expressão em referência à Virgem Maria, a quem o Senhor nasceu: “Porei inimizade entre ti e a mulher”, já que foi prometido que o Salvador ia nascer dela, a fim de derrotar o inimigo e destruir a morte, de que o inimigo era o autor.
    //
    Para eles também entendem o seguinte como uma referência para o fruto do ventre de Maria, ou seja, Cristo: “Ela vai pisar em cima de sua cabeça, e tu lhe ferirás em seu calcanhar.” Isso significa que: Você vai atacá-lo para matá-lo, mas ele (Cristo), depois de ter sido derrotado, vai subir novamente e pisar em cima de sua cabeça, que é a morte .
    //
    Vemos aqui nesta exegese a união íntima entre a mulher e sua semente.
    Maria na Anunciação leva ao nascimento do Salvador, aquele que “vai subir novamente e pisar … a morte.” Fiat de Maria não era apenas um “sim” da Anunciação, mas também um “sim” com a morte de seu Filho na cruz, onde Maria também seria crucificado espiritualmente e uma espada haveria de trespassar o coração dela também.
    //
    Os Padres da Igreja, ao ver Maria como a “mulher” de Gênesis 3:15, desenterra a semente para a doutrina de Maria como Co-redentora e Medianeira de Todas as Graças. Co-redentora, porque ela participa ativamente do esmagamento da cabeça de Satanás, e Medianeira de Todas as Graças, porque ela mediada Cristo ao mundo, que é a fonte de toda graça.
    //
    Agora ninguém resume esta doutrina em relação a Gênesis 3:15 melhor do que esse grande mestre das Escrituras, São Jerônimo, quando afirma: “A morte veio por Eva, a vida por meio de Maria.
    //
    Outro lugar no livro de Gênesis, que os Padres da Igreja viram uma prefiguração de Maria, que, infelizmente, é amplamente ignorado pelos estudiosos modernos, é Gênesis 49:9. No RSV: CE, seguindo a Vulgata de São Jerônimo, o versículo diz:
    Judá é um leãozinho, da presa, meu filho, você foi para cima. Ele se encurva e se deita como um leão, e como uma leoa;? Quem o despertará para cima no entanto, muitos dos Padres não traduzir a palavra hebraica Labi (outra palavra para o leão) a forma como Jerome faz, que tem é processado como leaena (leoa em latim).
    //
    Devido à natureza e as limitações deste artigo, não pode incidir sobre isso, exceto de passagem, e em vez disso vamos estar a olhar para a tradução que a maioria dos Padres usa (um leãozinho ou filhote), e as interpretações que surgem a partir de tal uma tradução .
    //
    No entanto, antes de olharmos para ver o que os Padres da Igreja tem a dizer, devemos notar brevemente outro problema de tradução.
    //
    A frase, “a partir da presa” é processado na Septuaginta como ek blastou significado “de um broto” ou “a partir de um tiro.” A tradução da LXX levou muitos dos Padres de olhar para Gênesis 49:9 ao lado de Isaías 11:1 que diz:
    Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e um renovo brotará das suas raízes.
    //
    Isto leva a não só uma maior interpretação cristológica para os Padres,
    //
    Um dos primeiros Padres ver a conexão entre estes dois versos foi Santo Hipólito († 235). Em sua exegese, ele mostra que estes versículos predizem da Encarnação e do nascimento virginal:
    //
    Ao dizer “leão” e “filhote de leão”, ele (Jacob) tem claramente apontou para as duas pessoas: a do Pai e do Filho. Ele disse: “A partir de um tiro, meu filho, você foi para cima”, a fim de mostrar a geração de Cristo, segundo a carne.
    //
    Cristo, depois de sua encarnação, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem, brotou dentro dela, e como uma flor e um perfume agradável, uma vez que ele saiu daquele ventre para o mundo, ele apareceu visivelmente.
    //
    Por outro lado, dizendo: “filhote de leão”, ele indica a geração de Cristo, segundo o espírito, através do qual ele parece ter vindo diretamente de Deus, como ele mostrou a ele como um rei nascido de um rei.
    //
    No entanto, ele não permaneceu em silêncio sobre sua geração segundo a carne, mas diz claramente: “A partir de um tiro, meu filho, você foi para cima.
    //
    Isaías diz: “E sairá um rebento do tronco de Jessé, e uma flor subirá com ele.” A raiz de Jessé foi o toco dos patriarcas, como uma raiz plantada no chão, e a haste saindo dela era Maria, porque ela era da casa e família de Davi. A flor que tinha vindo da haste era Cristo, aquele que Jacob tinha profetizado, dizendo: “A partir de um tiro, meu filho, você foi para cima.
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    Santo Ambrósio morto no ano 397) também vê Jacob mostrando que Cristo vem do Pai e que o Pai e o Filho são um e o mesmo.
    //
    Ele continua a dizer: Da minha semente que você veio até mim” Além disso, ele representou a encarnação do Filho de uma forma maravilhosa, quando disse: Por Cristo brotou no ventre da virgem como um arbusto sobre a terra, como uma flor de uma boa fragrância, Ele foi enviado no esplendor da luz nova e surgiu a partir de sinais vitais de sua mãe para a redenção de todo o mundo. Da mesma forma, Isaías diz: “Porque brotará um rebento do tronco de Jessé e uma flor subirá para fora da raiz.
    //
    A raiz é o lar dos judeus, a haste é Maria, a flor de Maria é Cristo. Ela é justamente chamada a vara, porque ela é da linhagem real, da casa e família de Davi. Sua flor é Cristo, que destruiu o cheiro da poluição mundana e derramou o perfume da vida eterna (24).
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    Rufino de Aquileia (NASCIDO NO ANO 340 DA ERA CRISTÃ EM SUA DOUTRINA ASSIM ESCREVEU) concentra-se em Gen 49:9 e o filhote saindo da parte aérea e seu uso para a defesa do nascimento virginal:
    Seu filhote nasce do tiro: ele nasceu da Virgem, e não a partir de uma semente, mas a partir de um tiro. Assim, Cristo nasceu sem relação sexual com um homem e sem a semente natural, como um ramo ou um galho.
    //
    Desta forma, a realidade da assunção da carne no seio da Virgem é claramente demonstrado, e o contato com a semente humana ou natural é excluído no shoot santo.
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    E MAISSSSSSSSSSS….
    São Jerônimo acrescenta sobre Isaías 11:1, “O tiro é a Mãe do Senhor, simples, puro e sincero, que não foi acompanhado de qualquer semente que vem de fora” .
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    AGORA
    São Leão Magno continua: “Neste tiro, sem dúvida, a Santíssima Virgem Maria foi anunciada, que descende da linhagem de Jesse e de Davi.
    Feito fértil pelo Espírito Santo, ela trouxe uma nova flor de carne humana de seu ventre materno, embora ainda permanecendo virgem ao dar à luz ”
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    Da mesma forma, São Máximo de Turim (MORTO NO ANO 408 DA ERA CRISTÃ ) e São João Damasceno (NASCIDO NO ANO 676 DA ERA CRISTÃ) dão a mesma interpretação a Maria com Isaías 11:01.
    //
    AGORA:
    Na busca de mais por profecias do Antigo Testamento que falavam do nascimento virginal de Maria, saiba que Gênesis 49:9 não foi o único versículo que eles usaram.
    //
    Na verdade, nenhum outro versículo compara com Isaías 7:14 na quantidade de tinta utilizada em defesa da virgindade de Maria!
    //
    Os Padres olhou para a profecia de Isaías como o texto-chave apontando para Cristo como o Messias. No entanto, eles encontraram muita oposição dos judeus que não concordavam com a interpretação cristãos no início da palavra almah como “virgem”.
    //
    Em sua negação de Jesus como o Messias, os judeus argumentaram que almah significa nada mais do que “jovem” e, portanto, não foi uma prova do nascimento de Jesus de Maria como uma virgem.
    //
    Foi provavelmente porque São Mateus nos diz em seu evangelho que o nascimento de Cristo é uma realização direta de Isaías 7:14 que os Padres da Igreja colocou todos os seus esforços na defesa desse versículo do Antigo Testamento.
    //
    Seja como for, o caso, os Padres certamente mostrou diante o seu amor pela Mãe no emprego e proteger Isaías 07:14 como uma profecia verdadeiramente cristã.
    //
    POR ISSO:
    São Justino Mártir explica por que o nascimento virginal foi predito pelo profeta Isaías:
    Ele disse: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamará o seu nome: Deus conosco.
    /
    Através do espírito profético Deus anunciou de antemão que as coisas que são inimagináveis e acredita-se ser impossível para os seres humanos teriam lugar, a fim de que quando ocorreu seria acreditado e recebido pela fé, porque tinha sido prometido. A fim de garantir que alguém não nos acusar de dizer as mesmas coisas que os poetas, que dizem que Zeus veio para as mulheres para o prazer sexual, que vai explicar claramente as palavras desta profecia. A frase “eis que a virgem conceberá” significa que a virgem iria conceber sem relações sexuais. Se ela tivesse de fato teve relações sexuais com alguém, ela não teria sido uma virgem. O poder de Deus veio sobre a virgem, sombra sobre ela e levou a conceber enquanto ela permaneceu virgem .
    //
    AGORA:
    Santo Agostinho também nos lembra que a pessoa nascer era o próprio Deus!
    Portanto, não deixe que você se surpreenda, incrédulo alma, quem quer que seja, não deixe que lhe parece impossível que uma virgem deve dar à luz, e ao dar à luz permanecer virgem. Perceba que foi Deus que nasceu, e você não será surpreendido com um parto virgem .
    //
    Ele também acrescenta:
    Você não vai duvidar, portanto, a maternidade de uma virgem, se você quiser acreditar que o nascimento de um Deus que não abandona o governo do universo e vem em carne entre os seres humanos, que dá fecundidade de sua mãe ainda não diminui sua integridade .
    NOTE QUE
    Santo Agustinho aqui emprega um (ou melhor, pré-Scotus-like) explicação quase Scotus-like. Com Deus todas as coisas são possíveis. Deveríamos nos surpreender, então, que Deus escolheu nascer como um homem de uma forma absolutamente única para toda a humanidade? Certamente que não! Convinha por Deus para ser o homem nasceu de um ventre que era pura e virginal, um útero que, doravante, seria o mais sagrado ventre de todos. O seio virginal que realizou Deus dentro de si por nove meses é mantida virginal por meio milagrosas realizadas pelo próprio bebê que fez o ventre de sua moradia.
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    São Máximo de Turim, em um sermão de Natal bonito com Isaías 7:14, expressa a fittingness do mistério da virgindade de Maria, antes, durante e depois do nascimento de Cristo:
    Cristo, a salvação de todas as coisas, então, é nascido de Aquele que os profetas testemunharam é o rei das nações. Ele nasceu de uma virgem, como Isaías declara …. A maneira de Seu nascimento prova a verdade sobre o Senhor: a virgem concebeu sem conhecer um homem, sua barriga estava cheia, depois de ter sido tocado por nenhum abraço, e seu ventre casto recebeu o Espírito Santo, que os seus membros puros preservada e seu corpo imaculado transportada.
    //
    Eis o milagre da mãe do Senhor! Ela é virgem, quando ela concebe, virgem quando ela trás, uma virgem após o nascimento. Que gloriosa virgindade! O fecundidade esplêndida!Bondade do mundo nasce e não há dor do parto. O útero é esvaziado, uma criança é trazida para trás, e ainda a virgindade não é violada. Por isso convinha que, quando Deus nasceu, o valor da castidade deve aumentar, e que aquele que estava intocado não devem ser violados por Sua vinda, Aquele que veio para curar o que estava ferido e que a pureza do corpo não deve ser prejudicado por Aquele que dá a virgindade para aqueles que foram batizados e tinha sido anteriormente casta.
    //
    A criança que nasceu, então, é colocado em um berço. Esta é a primeira morada de Deus, e o governante do céu não desdenha estes angustio circunstâncias, Aquele cuja casa foi o ventre virginal. É evidente que Maria era uma habitação adequada para Cristo, não por causa da natureza de seu corpo, mas por causa da graça de sua virgindade .
    //
    Vemos com Maximus, que Cristo nasce do seio virginal de Maria não diminuiu a virgindade de qualquer forma, mas sim santificado seu ventre. Maria tornou-se verdadeiramente o templo do Espírito Santo de Deus habitando dentro dela.
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    Com Proclus de Constantinopla (d. 446), vemos uma nova tato tomado com a defesa da virgindade de Maria. Aqui ele entra em uma conversa imaginária com a Mãe de Deus e tem seu defender-se:
    Mas eu também quero questionar a Virgem contra os judeus incrédulos. Diga-me, ó Virgem, que uma mãe antes do casamento feito? Como você se tornou uma mãe, ainda permanece virgem? Convencer os judeus que a Virgem deu à luz, fechar a boca dos incrédulos.
    //
    Ela, com autoridade, me responde assim: Por que os judeus maravilha que a Virgem deu à luz, uma vez que eles não se maravilhar quando um galho seco produz um tiro, contra a natureza? Eles vêem o ramo, sem raízes, flores dentro de casa, e não me pergunte como ou por que isso aconteceu, em vez disso, eles estão sempre fazendo perguntas sobre mim! “Eis que a Virgem conceberá em seu ventre e ter um filho.
    //
    E ainda com todos esses argumentos maravilhosos que mostram como Isaías 7:14 aplicada a Nossa Senhora, os judeus continuaram a resistir. Para eles, a profecia disse que “mulher jovem” e não “virgem”. Eles também alegaram que Isaías estava se referindo à esposa de Acaz, e não Maria.
    //
    AGORA:
    Vamos ver o que os pais têm a dizer em resposta. Primeiro, vamos ouvir o grande Capadócia Pai São Basílio de Cesaréia ( MORTO NO ANO 379):
    Ninguém … deve deixar-se levar por as calúnias dos judeus, que afirmam que o profeta estava falando de uma jovem mulher e não de uma virgem. Em seguida, o texto dizia: “Eis que a jovem conceberá em seu ventre.” Em qualquer caso, é a coisa mais absurda que se possa imaginar para pensar que o que nos foi dado pelo Senhor como um sinal deve ser algo tão comum e familiar com a natureza .
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    Em seguida, vamos ouvir a sabedoria de São Jerônimo:
    Isaías fala do mistério de nossa fé e de esperança: “Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.” Eu sei que os judeus estão acostumados a nos reunir com a oposição que, em hebraico, a palavra almah não significa virgem, mas um “jovem”. E, para falar a verdade, uma virgem é apropriadamente chamado bethulah, mas uma mulher jovem, ou uma menina, não é almah mas Naara! Qual é então o significado de almah? A virgem oculta, isto é, não apenas virgem, mas virgem e mais alguma coisa, porque nem todos os virgem está escondido, desligue a partir da visão ocasional dos homens .
    //
    Observe como é fácil pois magistralmente ele refuta os judeus! Eles provavelmente sentiu pena de nunca permitiu de Jerônimo estudar hebraico com eles.
    //
    Para ele não deixou nenhum dos judeus estendeu mistranslations proposital, na esperança de desacreditar o cristianismo.
    //
    São Jerônimo aprendeu a língua, por isso mesmo, para realmente conhecer e dominar todos os aspectos das Escrituras!
    //
    Ao ouvir São Basil, vimos que a profecia de Isaías estava destinado a ser um sinal. Voltando às Escrituras um par de versos antes de Isaías 7:14, vemos que em Isaías 07:10, o profeta diz:
    “Pedi um sinal de que o Senhor, teu Deus, faça-se profundamente como Sheol ou alto como o céu.” Mas Acaz disse: “Eu não vou colocar o Senhor à prova.” E ele disse: “Ouvi então, ó casa de Davi: É muito pouco para que você homens cansados, que está cansado também ao meu Deus? Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal.”
    //
    Agora, uma jovem mulher que dá à luz a uma virgem há nenhum sinal em tudo! Mas uma virgem dar à luz, certamente é. São Basílio continua a dizer:
    Então, já que Acaz não pede um sinal, nem nas profundezas nem das alturas, para que você possa entender que aquele que desceu às regiões mais baixas da terra é o mesmo que subiu acima de todos os céus, o próprio Senhor deu um assinar: um sinal verdadeiramente extraordinário e portentoso, muito superior à lei comum da natureza: a mesma mulher é ao mesmo tempo virgem e mãe, e apesar de permanecer na condição de santo da virgindade, ela também obtém a bênção de ter filhos .
    //
    É FASCINANTE COMO O TESTEMUNHO DE UMA OBRA DE
    São Cirilo de Jerusalém ( MORTO NO ANO 387) continua a dizer-nos o que constitui um sinal e que o sinal de Isaías não pode se referir ao filho de Acaz, Ezequias, como os judeus afirmou:
    Agora, então, um sinal tem que ser algo extraordinário. Para a água da rocha era um sinal, e a divisão do mar, eo mais volta do sol, e coisas desse tipo. Mas o que eu estou a ponto de dizer que tem maior força argumentativa contra os judeus: … a profecia aconteceu nos 16 anos (do reinado de Acaz), Ezequias nasceu, pelo menos, nove anos antes. Que necessidade havia de fazer uma profecia sobre alguém que já tivesse nascido antes de seu pai se tornou rei? Na verdade, ele não diz: “ela concebeu”, mas: “a virgem conceberá”, no estilo de uma previsão (36).
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    NESTES TRECHOS
    São João Crisóstomo (MORTO NO ANO 407) também comenta:
    Se ela não era virgem, não teria havido nenhum sinal, uma vez que um sinal tem que ser algo fora do comum e para além das leis da natureza, algo que faz uma impressão sobre aqueles que vê-lo e ouvi-lo. É por isso que é chamado de um sinal, porque ele se destaca. Este não seria o caso se ele poderia ser confundido com outros eventos comuns, de modo que, se o discurso refere-se a uma mulher que dá à luz de acordo com a lei da natureza, por isso seria chamado de um sinal, uma vez que é algo que acontece todos os dias? Portanto, começando seu discurso, ele não disse simplesmente: Eis que a virgem, mas: Eis que a Virgem. Ao adicionar o artigo, ele indica uma virgem único, diferente de todos os outros .
    //
    Como se pode ver, o fator “sinal” é essencial para a profecia de Isaías.
    Outro fator a profecia é a “ocultação” de Maria como uma virgem que São Jerônimo mencionado acima.
    //
    A questão que se coloca é por que Maria prometida em casamento a São. José? Sua virgindade torna-se “disfarçado” por este casamento.
    //
    Os Padres explicar a importância da virgindade segredo de Nossa Senhora:
    O casamento com José foi planejado para que a virgindade de Maria pode continuar escondida do príncipe deste mundo.
    //
    Para as formas externas de casamento foram adotadas pela Virgem, quase como se para distrair o Maligno, que sempre caçava virgens, desde que ele ouviu o profeta anunciando: “. Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho” Com este casamento, então, o tentador da virgindade foi enganado. Pois ele sabia que a vinda do Senhor na carne implicaria a destruição de seu domínio.
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    POR ISSO EM SUA OBRA E DOUTRINA DA IGREJA CATÓLICA
    Cirilo de Jerusalém NASCIDO NO ANO 313 DA ERA CRISTÃ
    Em seus catecúmenos uma lição de apologética:
    Seria oportuno fazer esta pergunta aos judeus: Foi o profeta Isaías ser verdadeiro ou falso, quando ele disse que o Emmanuel nasceria de uma virgem? Se eles acusam de ser um mentiroso, eles não estão fazendo nada de estranho: eles estão acostumados, não só para acusar os profetas da mentira, mas a apedrejá-los. Se, por outro lado, o profeta é verdadeiro, aceitar a Emmanuel. Aquele que está por vir e ele quem você esperar, era ele ou era ele não nasceu de uma virgem? Se não, você está acusando o profeta de falsidade. Mas se você está esperando por algo que vai acontecer no futuro, por que rejeitar o que já aconteceu ?
    //
    Após os Padres explorado Isaías 7:14 para mostrar que Maria era virgem no parto, eles se voltaram para Ezequiel 44:1-2, dando-lhe uma interpretação alegórica, para provar (contra os judeus e hereges) que a Santíssima Virgem era um virgem perpétua;
    Então, ele me trouxe de volta para a porta exterior do santuário, a qual olha para o oriente, e foi fechada. E ele me disse: “Esta porta permanecerá fechada, não se abrirá, e ninguém entrará por ela, porque o Senhor, o Deus de Israel, entrou por ela e por isso permanecerá fechada.”
    //////////////////////////////////////////
    É MAGISTRAL AS APOLOGÉTICAS DE SÃO JERÔNIMO.
    Por isso São Jerônimo não hesitou em atribuir estes versículos a Maria:
    Alguns entendem muito enfaticamente este portão fechado através do qual somente o Senhor Deus de Israel passa … como a Virgem Maria, que permanece virgem antes e depois do parto. Na verdade, ela continua sempre a Virgin, no momento em que o Anjo fala com ela e quando o Filho de Deus nasce .
    E em outro lugar:
    Somente Cristo abriu as portas fechadas do ventre virginal, que continuaram a permanecer fechado, no entanto. Este é o portão oriental fechado, por meio do qual só a alta padre pode entrar e sair, e que, no entanto, é sempre fechado.
    Sua defesa da virgindade perpétua de Maria era um assunto muito sério para ele, para que ele também estava envolvido no debate sobre o valor da virgindade em geral. Ele gostava de casamento, só na medida em que produziu mais virgens para o mundo!
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    E ASSIM TAMBÉM NA DOUTRINA DA IGREJA CATÓLICA TEMOS
    Santo Ambrósio (NASCIDO NO ANO 340 DA ERA CRISTÃ
    Que também comentou:
    O que é que a porta do santuário, portão externo de frente para o leste e permanecendo fechado …? Mary não é a porta através da qual o Redentor veio ao mundo? … Santa Maria é a porta do que está escrito …
    (Ela) é o bom portão que estava fechado e não foi aberta. Cristo passou por ele, mas ele não abri-lo.
    ///////////////////////////////
    São Proclo de Constantinopla, dá seu comentário sobre os versos também. Enquanto isso, ele sugere um ponto de entrada estranha do Espírito Santo em Nossa Senhora:
    //
    (Jesus), como Deus não quebrar os selos virginal: de tal modo Ele sai do ventre como ele entrou lá através do ouvido, assim que ele nasceu, como ele foi concebido: sem paixão Ele entrou, sem corrupção Ele saiu, de acordo com o profeta Ezequiel que diz: “Esta porta permanecerá fechada” .
    //
    E MAIS…
    Além das profecias do Proto-evangelho, os patriarcas, os profetas, os Padres da Igreja olhou também para a literatura da Sabedoria do reino de Davi em busca de Maria, no Antigo Testamento.
    //
    Na sua interpretação destas passagens, tomaram uma abordagem alegórica, semelhante ao usado na interpretação de Ez 44:1-2.
    //
    O lugar que deu mais frutos foi o Salmos. Mariológica interpretação dos Padres dos Salmos continua a ser uma parte normativa da liturgia romana
    Isto é importante notar, devido às verdades sobre a Maria que a Liturgia //
    SAIBA QUE A oração litúrgica da Igreja (o seu culto) é uma expressão da fé da Igreja, a fé que precede a oração litúrgica ou culto, e, portanto, torna-se uma garantia de que a fé.
    //
    Consequentemente , não é a liturgia (com suas formas de oração e adoração), que produz a fé ou as verdades da fé, mas a fé que produz a liturgia, ou seja, as expressões de oração e adoração, como a árvore produz o fruto, e não vice-versa.
    Assim, podemos observar a interpretação dos Salmos e um vislumbre da fé mariana de nossos pais. Por esta razão, “o trabalho demorado envolvido em listar todos os versículos do Saltério referentes a Maria é, sem dúvida, uma das contribuições mais importantes que os pais fizeram para o desenvolvimento da devoção mariana”.
    //
    Vejamos alguns desses versos.
    Salmo 22:09: “Mas tu és o que me tirou do ventre”
    /
    São Cirilo de Jerusalém explica a seus catecúmenos o significado:
    Preste bem a expressão: “. Você me tirou do ventre” Isso significa que (Cristo) foi concebido e trazido desde o ventre da Virgem, sem o envolvimento do homem .
    ///
    Salmo 45:9: “Em sua mão direita está a rainha em ouro de Ofir.”
    /
    Santo André de Creta (MORTO NO ANO 740), o Pai da Realeza de Maria, naturalmente aplicado este versículo para Maria, a Imaculada Rainha .
    //
    Salmo 67:6: “A terra produziu o seu fruto; Deus, o nosso Deus tem nos abençoado.
    //
    São Jerônimo nos dá as realidades que a terra e o aumento (ou frutas) apontam para:
    Você quer saber o que essa fruta é? É a virgem da Virgem, o Senhor da serva de Deus, uma criatura humana, o Filho de uma mãe, o fruto da terra .
    //
    São Gregório Magno ( MORTO NO ANO604) acrescenta:
    Sim, a terra produziu o seu fruto, porque a Virgem não conceber seu Filho, fazendo do homem, mas porque o Espírito Santo estendeu a sua sombra sobre ela .
    //
    Salmo 68:24-26: “Teus procissões solenes são vistos, ó Deus, as procissões de meu Deus, meu Rei, no santuário, os cantores na frente, os menestréis últimos, entre eles donzelas tocando adufes:” Bendito seja Deus na grande congregação, o Senhor, ó vós que sois de fonte de Israel!
    //

    Santo Agostinho, comentando esses versículos, diz que a Santíssima Virgem é a cabeça das donzelas tocando os tamborins. Como Miriam, Maria Aled o povo de Deus e os anjos do céu em louvor do Todo-Poderoso .
    /
    Salmo 72,6: “Que ele seja como a chuva que cai sobre a grama cortada.”
    //////////////////
    São Máximo de Turim usa este versículo em um sermão sobre a natividade do Senhor, substituindo “fleece” para “grama cortada”, para descrever a “virgindade escondida” de Maria após a Encarnação que mencionamos acima:
    Maria deu à luz aquele que ela não concebeu de uma forma sexual. Assim, o Senhor nasceu, então, a fim de que ninguém suspeitaria Seu nascimento futuro ou acredite ou percebê-lo.
    //
    Como é que eles acreditam que esta seria quando eles quase não acredita no que aconteceu depois? Que o Salvador seria assim ocultamente e secretamente descer uma virgem, o profeta David já profetizou anteriormente, quando disse: Ele descerá como chuva sobre fleece.
    //
    Pois o que ocorre com esse silêncio e tão silenciosamente como um chuveiro em cima de um velo de lã? É atacar os ouvidos de ninguém com o seu som, ele borrifa corpo de ninguém com a umidade da umidade respingado, mas sem perturbar ninguém absorve completamente todo em si todo o chuveiro que caía, não sabendo de um curso específico, mas por sua firme suavidade oferecendo muitas cursos, e que parece ser resistente devido à sua densidade é aberta devido à sua finura.
    //
    Justamente, então, vamos comparar Maria a velo-ela quem concebeu o Senhor de tal forma que ela absorveu-Lo com todo o seu corpo, nem se submeter a uma dilacerante do mesmo corpo, mas ela estava concurso em submissão e firme na castidade . Justamente, eu digo, é Maria comparação com velo-se de cuja descendência roupas de poupança são tecidas para o povo.
    //
    É evidente que Maria é fleece já que desde seu tenro ventre saiu o cordeiro, que mesmo, tendo a lã de sua mãe (que é, a carne), cobre as feridas de todos os povos com uma lã macia. Para cada ferida do pecado é coberto com a lã de Cristo, tende pelo sangue de Cristo, e, para que ele possa receber a saúde, vestido com a veste de Cristo .
    //
    Esta imagem de velo no Salmo parece surgir de um erro de tradução. Parece funcionar melhor com a história de Gideon e o velo em Juízes 6. No entanto, aplicada ao Salmo 72, ou não, a imagem de Maria como lã ainda é muito bonito e São Máximo mestres do paralelas!
    //
    Salmo 78.14: “Durante o dia ele levou-os com uma nuvem.”
    São Jerome vê nesta nuvem que conduziu os israelitas através do deserto por dia uma imagem da virgem Maria: “(S) urely devemos ver na luz nuvem santa Maria, que não foi pesado para baixo por qualquer semente viril” .
    //
    Salmo 87,5: “E de Sião se dirá: ‘Este e aquele nasceram ali’, porque o próprio Altíssimo irá estabelecer-la.”
    //
    O poeta Venâncio Fortunato (MORTO NO ANO 600), em uma música chamada In Lauden Sanctae Mariae, diz:
    “Mãe de Sião!” Um homem vai dizer, e ele se tornou o homem nela; este mesmo homem nascido nela é aquele que estabeleceu a sua. E aquele que estabeleceu a sua é o próprio Altíssimo. Esta mãe Sião era a Virgem Maria.
    //////////////////////////////////////////////////////////////////////
    Salmo 97:
    Este Salmo é uma vitória proclamada pelo Rei Davi ao entrar na Terra Prometida. Mais uma vez, voltamos a São Jerônimo para o seu comentário:
    A inscrição título desse salmo é: “Quando sua terra foi restaurada a ele.” Uma vez que ele diz “, foi restaurado,” é evidente que a terra tinha sido o seu antes, depois foi perdido, depois se recuperou novamente.
    //
    Que terra é esta que foi restaurado para Davi? Terra de Davi é santa Maria, a Mãe do Salvador: “quem nasceu para ele segundo a carne, da descendência de Davi.” A promessa feita a Davi foi cumprida na virgindade de Maria e de sua gravidez, quando uma virgem nasceu de uma virgem. O anúncio do Evangelho: “O Verbo se fez carne, e habitou entre nós”, assim sucedeu que, assim que o que havia sido prometido a Davi foi restaurado para nós através de santa Maria .
    /////////////////
    Salmo 132:4-6: “Eu não darei sono aos meus olhos, nem adormecimento às minhas pálpebras, até que eu ache um lugar para o Senhor, uma morada para o Poderoso de Jacó”. Eis que ouvimos falar dela em Efrata, achamos nos campos de Jaar. ”
    //
    NOTE AQUI QUE:
    Mais uma vez, o mestre das Escrituras, São Jerônimo:
    Muitos exegetas pensam que este prefigura a Igreja, mas para mim parece referir-se não tanto para a Igreja, como a Maria Santíssima.
    //
    Ele ainda diz: “Eis que ouvimos falar dela em Efrata, nós a encontramos nos campos da madeira.” … Alguém pode dizer que aqui “Efrata” significa Belém.. Para ter certeza de que lemos em Gênesis: “. Ele veio em Belém, ou seja, Efrata” Isto é dito de Jacob quando sua esposa Rachel morreu em Efrata.
    //
    Vamos olhar para a origem do nome de Efrata.
    //
    Ele é escrito em Paralipomenon (Crônicas) que Maria, irmã de Moisés e Arão, havia se casado com um homem pelo nome, ou não-Ur, mas Or. Em razão deste casamento a ordem correta é definida e expressa da seguinte forma: “Maria, a irmã de Moisés e Arão, isto é, Efrata”. …
    //
    Este, então, é a fonte do nome Efrata em nosso salmo. Talvez alguém questiona a derivação porque é tão novo, mas eu me refiro como um para a autoridade do Livro. “Eis que ouvimos falar dela em Efrata”.
    //
    O texto hebraico tem “ele” em vez de “ela”, chamando a atenção para aquele que está para nascer dos descendentes de David: “Nós ouvimos dele em Efrata:” porque estas palavras apontam para Maria .
    Salmo 132:8: “Levanta-te, Senhor, e ir ao vosso repouso, tu e a arca da tua força.”
    //
    Essas palavras vieram à mente dos Padres enquanto meditava sobre a Dormição e Assunção de Nossa Senhora.
    //
    Hoje na liturgia grega na festa da Assunção eles cantam: “Vem cá, para todos os que amam este festival, vem vamos dançar e cantar, venha, vamos tecer à Igreja uma guirlanda de música: para hoje a arca da presença de Deus tem vindo a descansar! ”

    Com este salmo em mente, São Jerônimo diz:
    A arca é, na verdade, a Virgem santa, dourado dentro e por fora, que recebeu o tesouro da santificação universal. Levanta-te, Senhor, do seio do Pai, para levantar novamente a corrida arruinada de nosso primeiro pai.
    /////////////////////////////////////////////////////////
    St. Hesychius de Jerusalém (MORTO NO ANO 433 DA ERA CRISTÃ) acrescenta:
    A arca é sem dúvida a Virgem Mãe de Deus. Pois se tu és a gema, com razão, ela é a arca, e porque tu és o sol, a Virgem será necessariamente chamado céu, uma vez que tu és a flor imarcescível, a Virgem deve ser certamente a planta de incorruptibilidade e o paraíso da imortalidade .
    //

    E em Maria como a arca, São Máximo de Turim, comenta:
    Mas o que podemos dizer que a arca era se não Santa Maria, desde a arca realizado dentro de si as tábuas da aliança, enquanto que Maria deu à luz o dono da mesma aliança? A um deu a lei dentro de si mesmo e do outro o evangelho, mas a arca brilhava dentro e por fora com o brilho do ouro, enquanto a santa Maria brilhou dentro e por fora com o esplendor da virgindade, o que foi adornada com ouro terrestre, o outro com celeste.
    //
    Acabar com o nosso tratamento de Maria nos Salmos, que ouvimos de São João Damasceno como ele descreve a Dormição da Mãe de Deus:
    Seu corpo santo e todo-virginal foi entregue a um túmulo sagrado, enquanto que os anjos foram antes dele, acompanhou, e seguiu-o, pois o que eles não servir a Mãe do seu Senhor?
    //
    Enquanto isso, os apóstolos e toda a assembléia da Igreja cantaram hinos divinos e feriu a lira do Espírito: “Vamos ser preenchido com as bênçãos de sua casa, o seu templo é santo, maravilhoso na justiça” (Sl 65:4). E ainda: “O Altíssimo santificou sua morada” (Sl 65:4), “montanha de Deus, rico montanha, a montanha em que Deus se agradou de habitar” (Sl 68:16-17).
    //
    Agora vamos explorar brevemente interpretações marianas encontradas nas outras partes da literatura sapiencial.
    38:36 Jó: “Quem deu sabedoria mulher e habilidade no bordado?”
    //
    Santo Epifânio de Salamina chama a atenção para o Eva / Maria patrística paralelo com este verso:
    Na verdade, as palavras se referem a duas mulheres: uma é a primeira Eva, que habilmente teceu as roupas visíveis de Adam, a quem ela havia se reduzido a nudez.
    //
    Para esta labuta, então, ela tinha sido destinado. Assim como a nudez foi descoberto por causa dela, por isso foi-lhe dada a tarefa de reclothing o corpo sensível contra a nudez visível. Para Mary, em vez disso, Deus confiou a tarefa de dar à luz, por nossa causa, para aquele que é o cordeiro e a ovelha, a partir de sua glória, como a partir de um véu, pelo poder de sua imortalidade, a peça é habilmente tecidas para nós.
    Provérbios 08:22: “O Senhor me criou”
    Santo Ambrósio usa esta citação da Escritura para lutar contra a heresia de que Cristo não era verdadeiramente humano e, conseqüentemente, Maria não era uma verdadeira mãe:
    //
    Nós compreendemos o que foi escrito sobre a Encarnação do Senhor: “O Senhor me criou”, para significar que o Senhor Jesus foi criado a partir da Virgem de resgatar obras do pai. E, na verdade, não se pode duvidar de que isso foi dito em referência ao mistério da Encarnação, quando o Senhor assumiu carne para libertar as suas obras da escravidão para a corrupção e para destruir, com o sofrimento do seu corpo, aquele que detinha o poder de morte.
    //
    Provérbios 09:01: “A sabedoria construiu sua casa”
    //

    Já São Gregório de Nissa ( MORTO NO ANO 394), comenta sobre o homem perfeito, a Sabedoria encarnada, que é Cristo, que habitava dentro de Nossa Senhora, sem o uso das mãos humanas:
    Quando o Espírito Santo desceu sobre a Virgem e o poder do Altíssimo sombra sobre ela, o novo homem foi formado por ela. Ele é chamado de novo, porque ele foi formado por Deus, não da forma humana normal, mas de forma diferente, de modo que ele se tornaria uma habitação de Deus, não feito por mãos humanas.Para o Altíssimo não habita em lugares feitos por mãos, não, isto é, em habitações construídas pelo esforço humano .
    //
    Cantares de Salomão 4:12: “Um jardim fechado é minha irmã, noiva minha, um jardim fechado, uma fonte selada.”
    //////////////(((((((((((((((((((()))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
    São Jerônimo usou isso como mais uma passagem que falava de Nossa Senhora, dizendo que se referia a “a mãe de nosso Senhor, que era uma mãe e uma Virgem.
    Fora da Literatura de Sabedoria há outras (se você) imagens secundárias que os Padres da Igreja viram como uma referência alegórica ou tipológica à Santíssima Virgem Maria. São Gregório de Nissa viu a sarça ardente que não se consumia em Êxodo 3, prefigurando Cristo nascer sem violar a virgindade de Maria:
    //
    Parece-me que, já, o grande Moisés sabia sobre este mistério por meio da luz em que Deus apareceu para ele, quando viu a sarça ardente sem ser consumido.
    //
    Pois Moisés disse: “Eu gostaria de ir mais perto e observar esta grande visão”. Acredito que o termo “subir mais” não indica movimento no espaço, mas um desenho próximo no tempo. O que foi prefigurado na época em que a chama da sarça foi abertamente manifestado no mistério da Virgem, uma vez que um espaço intermediário de tempo tinha passado. Como na montanha a sarça ardia, mas não foi consumido, assim a Virgem deu à luz a luz e não foi corrompido. Também não se deve considerar a comparação para o mato para ser embaraçoso, pois prefigura o corpo de suporte de Deus da Virgem (67).
    //
    São Gregório Magno (NASCIDO NO ANO 540 DA ERA CRISTÃ)
    Viu Maria como a montanha mais alta em Isaías 2:02:
    Isaías disse em uma profecia: “Nos últimos dias, o monte da casa do Senhor será feita a montanha mais alta.” E esta montanha foi feito a montanha mais alta, porque a altura de Maria brilhou acima de todos os santos.
    //
    Pois, assim como uma montanha implica altura, assim que a casa significa um lugar de habitação. Por isso ela é chamada de montanha e de casa, porque ela, iluminada por méritos incomparáveis, preparou um ventre sagrado para o Unigênito para habitar dentro Por outro lado Deus, Maria não teria se tornado uma montanha elevada acima dos picos das montanhas não tinha fecundidade divina levantou a acima dos anjos.
    //
    Além disso, ela não teria se tornado a casa do Senhor não tinha a divindade do Verbo assumiu a humanidade e veio habitar em seu ventre. Maria é justamente chamada de montanha, rica em frutas, porque a melhor fruta nasceu dela, ou seja, um novo homem .
    //
    Com Jeremias 31:22: “Quanto tempo você vai vacilar, ó filha rebelde Porque o Senhor criou uma coisa nova na terra: uma mulher? Protege um homem”, São Jerônimo vê a coisa nova é Deus feito homem entrar no ventre virginal de Maria e preservando sua virgindade:
    //
    O Senhor fez uma coisa nova na terra. Sem semente do homem, sem ato carnal, sem concepção, a mulher vai colocar o homem no paraíso de seu ventre … o homem perfeito será contido no útero da mulher para o período normal. Ao mesmo tempo, deve ser salientado que podemos descrever como a criação do nascimento do Salvador e da concepção de Deus .
    //
    Por fim, olhamos para Daniel 2:34: “uma pedra foi cortada por nenhuma mão humana.” Severo de Antioquia († 538) vê isso como um símbolo de Cristo ter nascido da Virgem Maria. São Jerônimo também teve essa visão. Ele disse que era “uma profecia que significa que Ele nasceria de uma virgem de uma virgem.” Mãos “é, naturalmente, deve ser entendido do ato conjugal”.
    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
    Como vimos, os Padres da Igreja procurou profundamente o Antigo Testamento para qualquer sugestão de um prenúncio de Nossa Senhora.
    //
    E onde quer que eles encontraram Maria, ela estava sempre em relação a Jesus Cristo, seu Filho.
    //
    As verdades sobre Maria, finalmente, mostra as verdades sobre Cristo. Este foi sempre na parte da frente das mentes dos pais.
    //
    Eles lutaram contra as heresias por amor a Jesus Cristo, Sua Mãe Santíssima, e a Igreja que Cristo estabeleceu.
    //
    Em defesa da Mãe de Deus, eles encontraram contida nas Escrituras passagens hebraicas que defendiam seu nascimento virginal e a virgindade perpétua, sua verdadeira maternidade de Cristo, sua pureza e beleza, e também a sua realeza.
    //
    É por causa dos Padres da igreja e sua defesa incansável de Maria e do resto da fé, que agora somos capazes de desfrutar de tais doutrinas ricas e belas devoções e liturgias sobre Nossa Senhora.
    //
    COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO

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  4. Renato
    Li atenciosamente seu comentário. Infelizmente não encontrei subsídios para mudar o meu pensar acerca do seu posicionamento. O que fora postado no comentário anterior, havia clareza de entendimento. O DEUS que conhecemos é UNO, é o nosso CRIADOR, é AMOR, PODER, SABEDORIA, JUSTIÇA, VERDADE… Até o presente momento o Espírita desconhece a existência de um deus qualquer, talvez inventar um deus, seja sua primazia, deve ter dito isto por conhecimento de causa. Quem ama verdadeiramente a Deus e a Jesus, o Cristo do Planeta Terra, ama também ao seu semelhante independente do seguimento religioso que professa. O que importa para o Espírita é ter a consciência de um dever bem cumprido, fundamentado nos ensinamentos de Jesus, tentando colocar em praticar o AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO. Não existe o detestar alguém por não compartilhar da nossa DOUTRINA, e quando se pronuncia o nome de DEUS, é com Fé e Amor no coração, Nunca com farsa. Desculpe se o ofendi. Pontuei apenas o que devia responder. Deus abençoe a todos nós.

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  5. EDMILSON disse:

    A Bíblia é a única fonte infalível da verdade da fé?
    //

    A Bíblia ensina que o ensino da fé cristã que a autoridade vem da Bíblia, a Igreja eo depósito Apostólica (Tradição).
    Escritura é um “padrão de verdade” e até mesmo um padrão de destaque, mas não no sentido que exclui a autoridade da Tradição Apostólica e da Igreja. Os católicos dizem que toda verdadeira doutrina está na Bíblia, mesmo que indiretamente, e ninguém pode contradizer.2 Timóteo 3:16-17 (” Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, e que o homem de Deus foi realizado, ele é equipado para toda boa obra . ” ) não ensina “Sola Scriptura”, mas simplesmente descreve as virtudes da Sagrada Escritura.
    //
    Os fundamentos bíblicos da posição católica são numerosas. Quando Jesus condena a ” tradição “( Mc 7, 7-13 ), refere-se à corrupção que ele chama de “tradições dos homens”. O apóstolo Paulo faz com que ele se refere de forma positiva para a tradição cristã (” manter as tradições, como eu passei . ” 1 Cor 11, 2 )ele se opõe, assim como Jesus, com a má tradição (” segundo a tradição dos homens … e não segundo Cristo ” Col 2, 8 ). Ele também confirma a autoridade da tradição oral, referindo-se ” a palavra de Deus que de nós ouvistes “( 1 Ts 2.13 )e ” sãs palavras que ouviste de mim ” . ( 1 Timóteo 2: 13-14 ) “. É claro que devemos interpretar Paul compreendendo todo o seu ensino.
    //
    A mais clara evidência bíblica da autoridade infalível da Igreja é o Concílio de Jerusalém( Atos 15: 6-30 ) e sua autoridade de tomada de decisão:
    Atos 15:29-30: ” O Espírito Santo e nós mesmos decidimos não impor à excepção das que sejam indispensáveis para abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue de cargas, a partir da carne de estrangulado e uniões ilegítimas . ”
    No próximo capítulo, aprendemos que Paulo, Timóteo e Silas iam de cidade em cidade e ” eles passaram, recomendando a observar os decretos emitidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém”( Atos 16: 4 ). Esta é a prova do carisma de infalibilidade, sancionada pelo próprio Espírito Santo, a Igreja alega possuir, quando reunidos em conselho.
    //
    OBJEÇÃO
    A Igreja Católica ainda não pode explicar por que Jesus e os apóstolos sempre se referiu às Escrituras para provar suas doutrinas. Eles não recorreu à tradição, e os judeus do Antigo Testamento tinha fé “somente na Bíblia” ( Sola Scriptura ).
    //
    Resposta :
    Em Mateus 23,2-3 , Jesus ensina que os escribas e fariseus têm autoridade legítima e obrigatória (embora muitas vezes são hipócritas): ” Na cadeira de Moisés sentou-se os escribas e fariseus fazê-lo e observar tudo o que posso dizer-lhe, mas não configurar suas ações para que eles dizem e não fazem . ”
    //
    A idéia da” cadeira de Moisés “é encontrada em nenhum lugar do Antigo Testamento, mas vem da Mishná (tradição oral à escrita), que ensina uma espécie de” sucessão de ensino “de Moisés.
    //
    A mesma coisa Mt 2.23 , a referência a ” ele será chamado nazareno “está ausente do Velho Testamento, e ainda foi transmitida oralmente” pelos profetas “.Em1 Coríntios 10.4 , Paulo refere-se ao rock ” seguido “os judeus no deserto do Sinai.
    //
    Nas passagens que se referem ao milagre ocorrido quando Moisés bateu na rocha e a água jorrou( Ex 17,1-7, No. 20,2-13 ), não há nenhuma referência a um tal movimento milagroso. A tradição rabínica, ela fala.
    //
    Os judeus nunca aceitaram a doutrina da Sola Scriptura. Somente saduceus rejeitaram a tradição oral, mas também rejeitou a ressurreição dos mortos, a existência da alma, vida após a morte, recompensas e pagamentos eterno, como a existência de demônios e anjos.
    //
    A natureza da autoridade no Antigo Testamento é ilustrado por Esdras, sacerdote e escriba que ensinou Lei Judaica para Israel. Seu ensino tinha a força de autoridade, lixo foi condenado com pena de prisão, exílio, privação de bens, ou morte (ver Esdras 7, 6. outubro 25-26. ).
    //
    Portanto, a revelação bíblica é claramente oposta à doutrina central do protestantismo, a Sola Scriptura , e ensina a idéia contrária da autoridade da tradição.
    //
    RESUSIMUNDO SE A SOLA SCRIPTURA QUE É O LIVRE EXAME BÍBLICO FOSSE VERDADEIRO
    //
    TODOS OS PROTESTANTES SEGUIRIA A IGREJA LUTERO DO CRIADOR DO PROTESTANTISMO LUTERO.
    //

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  6. Luiz disse:

    Olá Renato

    Se Maria está dormindo como entender a passagem de Zacarias 12:1 ?
    A passagem indica que uma alma é formada dentro do homem.
    Qual a diferença entre a doutrina do sono da alma e da morte da alma?
    um abraço

    Luiz

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  7. EDMILSON disse:

    OLHA ANDERSON SONTEAM JÁ ESTOU ACOSTUMADO A VÊ LOROTAS E SENTIMENTALISMOS BARATOS VINDO DE PROTESTANTES DE 50 MIL SEITAS
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    ///
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    AGUARDO VC

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  8. EDMILSON disse:

    Gênesis 5:24, Heb. 11:05 – Enoch foi assumida corporalmente ao céu sem morrer. Deus faria qualquer menos para Maria, a Arca da Nova Aliança?

    2 Reis 2:11-12; 1 Mac 02:58 – Elias foi assunta ao céu em carruagem de fogo. Jesus não faria menos por Sua Mãe Santíssima.

    Salmo 132:8 – Levanta-te, Senhor, e ir para o teu repouso, vós ea Arca (Mary) da tua força. Ambos Jesus e Maria foram levados até a sua eterna morada no céu.

    2 Coríntios. 00:02 – Paulo fala de um homem em Cristo que foi arrebatado ao terceiro céu. Maria também foi levado para o céu por Deus.

    Matt. 27:52-53 – quando Jesus morreu e ressuscitou, os corpos dos santos foram levantadas. Nada na Bíblia impede Assunção de Maria ao céu.

    1 Ts. 04:17 – nós seremos arrebatados nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.

    Rev. 12:01 – vemos Maria, a “mulher”, vestida com o sol. Enquanto em Apocalipse 06:09 vemos apenas as almas dos mártires no céu, em Apocalipse 00:01, vemos Maria, o corpo ea alma.

    2 Tessalonicenses. 02:15 – Paulo nos instrui a apegar-se tradição oral (e não apenas escrito). Tradição apostólica diz que Maria foi assunta ao céu. Embora alegando que os ossos dos santos era uma prática comum durante estes tempos (e teria sido especialmente importante para obter os ossos de Maria, como ela era a Mãe de Deus), ossos de Maria nunca foram reivindicados. Isso é porque eles não estavam disponíveis. Maria foi levada em corpo e alma ao céu.

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  9. EDMILSON disse:

    SÓ POR AQUI EU O DESMASCARO, RENATO
    ESTE VERSÍCULO BÍBLICO DE APOCALIPSE É UMA PROFETIZAÇÃO DO LIVRO CÂNTICOS DOS CÂNTICOS 6
    //
    10. Quem é esta que surge como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha?

    RENATO EU LHE PROVO QUE MARIA É A MULHER REVESTIDA DE SOL.
    COMO AFIRMA SÃO JOÃO EVANGELISTA.
    //
    VOCÊ É TÃO INOCENTE E LEIGO QUE ISSO SEMPRE FOI PREGADO NAS IGREJAS DO FINAL DO PRIMEIRO SÉCULO
    //

    MARIA É A MULHER DO…

    Apocalipse 12

    Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.

    //
    ESSES VERSÍCULOS SE REFEREM A MARIA, E A IGREJA SOBRE ISSO TEM TODA A PATRÍSTICA A FAVOR, E A BÍBLIA QUE TAMBÉM TESTIFICA A FAVOR DA IGREJA.
    //
    RENATO, VOCÊ É TÃO LEIGO QUE IGNORA QUE EXISTEM 5 EVANGELHOS DOS APÓSTOLOS QUE A IGREJA NÃO QUIS POIS JULGOU APÓCRIFOS, MAS QUE FAZEM REFERÊNCIAS DE MARIA AO CÉU.
    //
    TENHA PENA DE ALMAS COMO A SUA, RENATO, ME DA PENA.

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  10. EDMILSON disse:

    O RENATO DIZ QUE MARIA ESTÁ MORTA KKKKKKKKKK
    //
    E A BÍBLIA DIZ QUE ELIAS E ENOCH NÃO MORRERAM?
    //
    A BÍBLIA DIZ QUE ELIAS E MOISÉS APARECERAM CONVERSANDO COM JESUS NO MONTE!
    //
    ME DIGA RENATO? ISSO É SIMBOLO E VISÃO É?
    //
    SE É ME MOSTRE NA BÍBLIA SEM PONTOS DE VISTA E VERSÍCULOS ISOLADOS

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  11. EDMILSON disse:
    Para os “Padres da Igreja”, que geralmente se refere a escritores cristãos dos primeiros cinco séculos, têm desempenhado um papel fundamental na história e da vida da Igreja (1). Por sua pregação e escritos dos Padres da Igreja têm contribuído desde o fim da era apostólica, para o desenvolvimento da doutrina cristã, a formação litúrgica e espiritual dos fiéis de seu tempo e para os séculos vindouros. Ensino, com base, nomeadamente, nas Escrituras, não se limitou a analisar a letra, mas foi para proclamar o que dá vida a Palavra de Deus vivo e, para interpretar as Escrituras, a fim de “introduzir-nos no caminho que leva ao Reino de Deus “. Todos esses escritores, sucessores dos Apóstolos e grandes pastores do povo cristão, amado, venerado, celebrada e imitado St. Paul, da mesma forma como outros santos do Antigo e do Novo Testamento. Na verdade, os Padres da Igreja, merecem ser contados como um todo, entre os maiores admiradores e seguidores do Apóstolo. Os pais não se contentavam em ler e comentar os catecúmenos e os fiéis para as epístolas paulinas, mas eles tinham um concreto São Paulo e do conhecimento existencial. Com o testemunho de suas vidas, que muitas vezes terminavam em martírio, eles nos oferecem como São Paulo, um modelo de amor centrada em Cristo e de auto-sacrifício que todos os cristãos são chamados a seguir. Ênfase em do trabalho e da vida de São Paulo que a literatura patrística nos envia algumas informações sobre o Apóstolo que não estão no Novo Testamento (pelo menos explicitamente). Por exemplo, Jerônimo (que seria Orígenes) diz que São Paulo é a origem da Galiléia e muito jovem, ele deixou a Galiléia com sua família para se estabelecer em Tarso Tertuliano, Orígenes, Agostinho e Jerônimo partes do opinião de que São Paulo era casto, Clemente de Roma, por sua vez, diz que antes de seu martírio, o apóstolo pregou o evangelho para a Espanha e, finalmente, Eusébio nos diz a tradição de martírio por decapitação São Paulo em Roma no tempo de Nero e as informações que as relíquias são mantidos na estrada para Óstia. Juntamente com esta informação, devemos mencionar também outro ponto importante. Este é o destino póstumo de São Paulo e seu trabalho na Igreja primitiva. Na verdade, ao contrário do que alguns podem acreditar, St. Paul não teve influência predominante até o segundo século. É só depois de uma controversa “, depois de uma espécie de purgatório”, ele ganhou a importância que tem hoje na Igreja. Neste período, os pais não são apenas testemunhas-chave, mas também os grandes defensores do apóstolo e seu trabalho. É precisamente este episódio da era patrística que me proponho a apresentar nesta conferência, intitulado “St. Paul ler os Padres da Igreja.” Dada a amplitude do tema e do tempo à minha disposição, Vou me limitar a três estágios deste período controverso, esses parecem ser o mais importante e útil saber. ponto de nossa discussão inicial será dedicado à capacitação de Corpus Paulinum e sua inclusão no cânon das Escrituras. Esta integração permitirá, numa segunda fase para introduzir posições heréticas e sectária relacionadas com a figura e as cartas do apóstolo, ea reação dos Padres para reabilitar St. Paul, na tradição da Igreja. Finalmente, em uma terceira etapa, vamos ver como, por meio de seus escritos e homilias dos Padres da Igreja leu, entendeu e pregou as epístolas de São Paulo aos fiéis de seu tempo. 1. Corpus Paulinum os Padres da Igreja Corpus Paulinum é o título freqüentemente usado pelos teólogos para mostrar todas as 14 cartas atribuídas a São Paulo são uma parte muito importante e funcionalidade dentro do Novo Testamento. Ao utilizar este título, os teólogos não tenta esconder os problemas que o autor, a data ou aos destinatários, mas apenas para enfatizar que, apesar de sua individualidade muito claro, nenhuma das cartas paulinas é sido transmitidos separadamente. Quando a Igreja estabelece o cânon do Novo Testamento estes 14 letras já fazem parte da mesma colecção epistolar. Sabemos que por trás da formação do cânon do Novo Testamento, tal como a conhecemos hoje, encontra-se um longo processo maturação e auditorias, com incertezas e dúvidas, um processo que levou a Igreja a considerar que apenas 27 livros são sagrados e inspirados por Deus. Assim, a presença no Novo Testamento de um Paulinum Corpus assim delimitado muitas vezes nos leva a fazer a pergunta: como isso é Corpus ele fez e enviou para a igreja no momento fatia da constituição cânon do Novo Testamento para uma coleção composta por apenas 14 cartas? É verdade que esta questão tem sido muito debatido entre os especialistas sem consenso emergiu. Sem entrar em muitos detalhes, a hipótese comumente aceita é que, nos primeiros dias da era apostólica, após a escrita de livros do Novo Testamento, um processo de seleção escritos canônicos já tinha começado, principalmente em torno dos quatro Evangelhos e uma parte das cartas de São Paulo. As igrejas locais que tiveram as cartas originais de St. Paul, não só valorizado, lido e utilizado na vida da igreja, mas foram copiados e distribuídos para outras comunidades cristãs. As epístolas foram capazes de formar no final do primeiro século, uma coleção núcleo das Escrituras do Novo Testamento. Neste processo de formação e transmissão de Corpus Paulinum dentro do Novo Testamento, não é uma coisa menos conhecida Hoje: Qual é o papel dos Padres da Igreja. No entanto, a sua contribuição foi muito grande. Uma breve introdução ao uso das Epístolas de São Paulo nos primeiros quatro séculos, pode nos informar melhor sobre o papel dos pais na criação, transmissão e aceitação na Igreja de Corpus Paulinum como nós o conhecemos hoje. • O papel dos Padres da Igreja no final do primeiro e início do segundo século relação ao final do primeiro e início do segundo século, alusões às cartas paulinas ou citações que já está em obras dos primeiros Padres da Igreja, também chamados Padres Apostólicos. Embora não seja em seus escritos trair a influência de cada uma das cartas de São Paulo, que, no entanto, sugerem a existência de coleções parciais. patrística O primeiro documento que se refere ao Apóstolo Paulo e suas cartas parece ser Primeira Epístola aos Coríntios, Clemente de Roma (90-99). Por volta do ano 95, o Papa Clemente enviou uma carta à comunidade de Corinto, em que ele convida os destinatários a ler a carta que São Paulo se dirige a eles há 40 anos, este é o lugar onde eles vão encontrar as soluções necessárias para evitar que as disputas e desentendimentos. A carta de Clemente contém citações de duas cartas de São Paulo, incluindo um Corinthians e romanos, além de alusões aos Gálatas, Efésios, Colossenses, 1-2 Timóteo, Tito. E de acordo com Eusébio, encontra-se “ideias (desenhados) da Epístola aos Hebreus, e até mesmo as formas que ele toma.” Depois de Clemente de Roma, um contato mais próximo com o trabalho do Apóstolo Paulo é em Inácio de Antioquia († cerca de 110-117). Nos primeiros anos do século II, provavelmente durante o reinado de Trajano (98-117), bispo de Antioquia, foi tomado com outros cristãos a Roma para sofrer o martírio. Inácio de Antioquia deixou uma volumosa correspondência, porque ao longo de sua viagem a Roma, ele escreveu sete cartas a várias comunidades. Dois deles, Éfeso e Roma, respectivamente, também foram destinatários das epístolas paulinas. Naturalmente, Inácio de Antioquia é a tradição do apóstolo em seus escritos e fez uso extensivo de letras e pensamento de São Pau). No entanto, ele nunca citar textualmente e mencionar o seu nome em apenas duas passagens (Efésios e Romanos 12.2 4.3). ‘s conhecimento mais completo dos escritos paulinos na evidência início do segundo século é encontrado em Policarpo de Esmirna. Escrito pelo bispo de Smyrna cartas para várias igrejas, que foram enviados apenas aos Filipenses. Policarpo atribui grande importância aos escritos do Apóstolo, que também é mencionado três vezes (3.2 – com referência à Pauline Epístola aos mesmos destinatários -, 9,1; 11,2-3). Na carta, encontramos referências a todas as epístolas paulinas, com a exceção de que a Filemon. Policarpo de Esmirna é ainda o primeiro padre da Igreja que faz uma citação literal das cartas pastorais. • O Novo Testamento canônico Como podemos ver a partir desses três exemplos, as obras dos Padres Apostólicos estão imbuídos de referências a textos Pauline, mas há citações raramente precisas. Citações não encontradas possível afirmar que houve naquela época um acordo unânime sobre todas as epístolas paulinas, mas eles mostram como alguns deles eram conhecidos por estes autores e seus leitores assumiu conhecido . Na verdade, a questão dos livros canônicos do Novo Testamento, e, portanto, uma Paulinum Corpus bem definido, não começou a realmente pedir que a partir do ano 150, porque a partir desse momento existia na Igreja vários “protótipo” do cânon do Novo Testamento. Quem tem o maior interesse para nós do que as cartas de São Paulo, o “cânone”, diz Marcião. Marcião era um sacerdote (gnóstica herética) Ponte veio a Roma para 140-144, que, devido a uma filosofia dualista, negou a origem divina do Antigo Testamento. É, assim, veio para ensinar que devemos renunciar completamente o Antigo Testamento. Como resultado, ele não só separou o Novo Testamento no Antigo, mas o texto expurgada das referências do Novo Testamento ao Antigo Testamento. Sua “cânone” foi finalmente fez um “evangelho” (Euanghèlion), uma coleção que incluía apenas o Evangelho de Lucas, sem capítulos 1 e 3, e um “apóstolo” (Apostolikón), composto por dez cartas para Paulian exceto Pastoral e hebreus. Contra essas afirmações heréticas, a necessidade de ter uma coleção de livros reconhecidos pela Igreja como a tradição normativa, assim, tornou-se indispensável para a final do segundo século. A reação não demorou muito, e várias testemunhas apologistas Padres mostram claramente que a questão foi dessa vez. Entre os escritores da Igreja primitiva que procuram defender o seu trabalho ou que as autoridades políticas, o público pagão, Judeus e doutrina herética e da vida cristã, a mais conhecida é também chamado Justino Mártir Justino o Filósofo († 165). No entanto, em seu Diálogo com o judeu Trifon, escrito por volta do ano 150, a influência de São Paulo é muito limitada e, principalmente, cita os Evangelhos. Para Justin, os escritos de São Paulo não tem a importância do Antigo Testamento e as palavras de Jesus. Significativamente, ele nunca chamou o apóstolo em seus escritos. É claro, porém, que esse silêncio não está sujeito à ignorância como muitos textos específicos parecem Epístolas diretamente inspirados. Este silêncio pode ser explicado pelo fato de que pensamento paulino talvez não fosse o que melhor combinava com as intenções apologéticas Justin. Cerca de 30 anos mais tarde, Irineu († depois de 193) atesta em seus livros que que recebe um texto claro e preciso dos quatro Evangelhos, os Atos confirma canônicas, reconhece e valoriza as letras Paulian, incluindo Pastoral mas não para os hebreus, e também aceitar como inspirados Apocalipse, 1 Pedro e 1 João . Com Irineu, estamos nos movendo em direção a um recibo global de Paulinum Corpus porque faz grande uso dos escritos de São Paulo e é frequentemente citado explicitamente. Cerca de 1/3 das citações do Novo Testamento de seu tratado Contra as Heresias, refere-se aos textos paulinos, atribuindo-lhes a mesma importância que o Antigo Testamento e os Evangelhos. No entanto, se atreve Irineu não se aplicar ao Epístolas de São Paulo, o termo “Escritura” ou introduzir citações, pela fórmula “está escrito” ou outras formulações tradicionais como faz nos Evangelhos e . Atos Após Irineu, Tertuliano (160-220), o primeiro teólogo em latim, vai ainda mais longe: em resposta à Marcião serrada, ele considera os livros do Antigo e do Novo Testamento como uma entidade controlada por que ele chama de consonantia (Contra Marcião 3,20,1). No Novo Testamento, Tertuliano oferece um cânone mais amplo, isto é, um “Evangelho”, composto dos quatro Evangelhos e “apóstolo”, incluindo treze cartas de São Paulo, Hebreus, 1 João e Atos (Contra Marcião 4,2,5). É somente o trabalho dos apologistas Teófilo de Antioquia († 181), que as palavras de São Paulo, pela primeira vez têm a mesma autoridade do Antigo Testamento e os Evangelhos, eles são considerados “palavras de Deus.” No entanto, a influência de São Paulo não é essencial em Teófilo, o testemunho do Antigo Testamento é crucial para o apologista, e os Evangelhos e São Paulo é apresentado apenas quando está perto. Conforme podemos ver, nos chamados escritos “apologéticos”, há um uso bastante variada de São Paulo. Ao contrário da impressão deixada por essas primeiras tentativas de estabelecer o cânon do Novo Testamento, os escritores eclesiásticos gregos e latinos, por volta do ano 200 a impressão retida para o Corpus Paulinum uma coleção de apenas treze letras. Quanto aos Hebreus, eles manifestaram a sua incerteza sobre o seu autor. ‘s preocupação de estabelecer o conteúdo exato do Novo Testamento, cânone duto entre o terceiro e quarto século, o aparecimento de várias listas canônicas que têm múltiplas variações e interessante. A propósito destas listas, atestada em várias igrejas em Roma, Alexandria, Ásia Menor e África, foi para acelerar o processo de canonização pela recomendação da exclusão ou inclusão de um determinado livro . • Muito diferente para o terceiro e quarto séculos listas Entre os poucos dados do terceiro século, Orígenes (185-254), de acordo com informações fornecidas por Eusébio de Cesaréia (265-340), reconhecido como Escritura os quatro Evangelhos, os treze cartas Paulian, 1 e 2 Pedro (embora haja dúvidas sobre o segundo), as três cartas de João, ea Carta aos Hebreus, no seu juízo, não teria sido escrito por São Paulo. Na A partir da segunda metade do século IV, listas com os livros do Novo Testamento estabeleceu o Oriente eo Ocidente tornou-se muito importante para a conclusão do processo de canonização. No Oriente, Cirilo de Jerusalém manteve como canônicos em sua lista dos quatro Evangelhos , Atos, as sete cartas católicas, e os “últimos quatorze cartas de Paulo” (Homilias catequese 4,33.35-36). Atanásio de Alexandria foi o primeiro a reconhecê-lo como os 27 livros canônicos do Novo Testamento (Festal Letter 39). Gregório Nazianzeno vai manter cerca de 26 £ o “entre o autêntico”, omitindo o Apocalipse (1,12 poema). No Ocidente, os 27 livros do Novo Testamento estão incluídos na lista canônica do século IV em Rufino de Aquileia (Explicação do Credo dos Apóstolos 34-36), Agostinho (On Doutrina Cristã 2,8,13) e Jerônimo (Vulgata ). Uma olhada na tabela sobre os principais listas canônicas revela que, no final do século IV, no Oriente grego como no Ocidente latino, é muito, mas não inteiramente, em um barril de 27 itens . O cânon do Novo Testamento está longe de ser definitivamente encerradas até ao final do quarto século. Esta será, de facto conselhos provinciais e eventualmente ecumênico da Antiguidade Tardia e da Idade Média que proclamam a partir de listas elaboradas não os Padres da Igreja, os livros canônicos do Novo Testamento, incluindo as 14 letras do Paulinum Corpus . 2. Paulinism e antipaulinisme na época dos Padres da Igreja, por causa da forma como as cartas de São Paulo foram incorporadas como e quando o cânon do Novo Testamento, podemos perguntar justamente sobre a importância o trabalho de São Paulo, no final do primeiro século e por que falamos tão pouco do apóstolo da Igreja no segundo século. • interpretações conflitantes para responder a estas perguntas, primeiro devemos evitar medir a tradição recebida sobre o Apóstolo Paulo nos dois primeiros séculos, com o entendimento que temos dele hoje. De fato, uma leitura cuidadosa do Novo Testamento escritos patrísticos e início mostra que, desde o início, o interesse em Saint Paul era bipolar: para alguns, o apóstolo é um homem escolhido por Deus para anunciar o Evangelho aos gentios; para outros, ao contrário, é um propagador perigoso de uma forma de cristianismo que vai além ou contradizer uma fundada por Jesus Cristo. Ao final do primeiro século, o autor anônimo da segunda carta canônica conhecida como a o apóstolo Pedro reconheceu um lado, que “o nosso amado irmão Paulo”, escreveu “com a sabedoria que Deus lhe deu”, ea outra ele colocou seus leitores contra o perigo de má interpretação das Epístolas Apóstolo. Ele disse claramente que “há passagens difíceis que as pessoas ignorantes e sem formação torcem, como o fazem também com as outras escrituras para sua própria perdição” (2 Pedro 3:14-16). associações similares Peter e exaltação da autoridade do ensinamento de São Paulo também estão presentes nos Padres Apostólicos. Clemente de Roma, por exemplo, em sua Epístola aos Coríntios, exortando os destinatários a tomar a “carta do bendito apóstolo Paulo”, porque “na verdade, foi inspirado pelo Espírito”, quando ele escreveu. Inácio de Antioquia em sua carta aos Efésios Efésios considerado são “iniciados nos mistérios com Paulo, o santo”, que “é digno de ser chamado abençoado.” Policarpo de Esmirna, na Carta aos Filipenses admite que “nem eu nem outro de tal forma que eu não posso aproximar-se da sabedoria do bem-aventurado e glorioso Paulo, que está entre vós, falando cara a cara com os homens, em seguida, ensinadas com precisão e com força a palavra da verdade. ” Mas a literatura patrística nem sempre é unânime. A influência paulina é muito mais distante em outros escritos. Por exemplo, a Didaqué, considerados os mais antigos textos cristãos fora do Novo Testamento, de forma alguma parece relacionar-se com as letras ou o pensamento do Apóstolo. O livro se limita a fornecer informações à comunidade litúrgico cristão e estabelecer uma primeira disciplina da igreja, com particular baseada no Evangelho de Mateus. O Pastor de Hermas, uma obra importante para o nosso conhecimento do cristianismo a partir do século II, não mais citações São Paulo. Apesar de ser “imbuído de textos sagrados”, Hermas não parece usar as letras diretamente, embora ele estava ciente. Sobre Papias de Hierápolis, escreveu cinco títulos de 130-140 palavras Explicação dos livros do Senhor, em que a influência paulina também foi muito desbotadas. Apesar de Papias foi bispo de uma cidade que estava a apenas alguns quilômetros da Colossus, que parecia ignorar a pessoa e obra de São Paulo. No entanto, é significativo que, em suas obras citadas a Primeira Epístola de São Pedro, que é, como já se referiu, bastante influenciado pela teologia paulina. Foi ele, nos últimos três exemplos de silêncio intencional ou casual? Nós podemos dar nenhuma explicação satisfatória. Em qualquer caso, no final do século II e início do terceiro, latim apologista Tertuliano, em seu tratado Contra Marcião dá St. Paul como “Apóstolo dos hereges”. O impacto relativamente baixo da obra e pensamento de São Paulo nos Padres Apostólicos que o apóstolo estava naquele momento reivindicada por correntes e hereges marginais ou crítica. Mais precisamente, em torno da figura do grande pensador cristão missionário e criaram dois grupos: um foi a sua doutrina justificado por suas obras, o que os teólogos chamam de “paulinismo”, e outro grupo que denegriu, onde a designação de “antipaulinisme.” • “paulinismo” e “antipaulinisme” Entre aqueles que tentaram justificar o seu ensino com base nos escritos de São Paulo, há a Marcião sacerdote. Como já mencionado na primeira parte da conferência, em meados do segundo século, Marcião deu importância indevida à correspondência de São Paulo, para seu pensamento dualista de crédito. Marcião afirmou que existem dois deuses: um, o Deus do Antigo Testamento, que se caracteriza pela sua justiça implacável e dominação sobre os homens através da lei, por outro lado, o Deus do Novo Testamento revelado pela pregação de Jesus Cristo, que foi enviado ao mundo para homens livres através de sua morte, a tirania da Lei de Deus em primeiro lugar. Nesta posição dualista, o relatório que São Paulo fez em suas epístolas entre lei e Evangelho foi lido por Marcião como oposição: em primeiro lugar, a lei, o trabalho de Deus vingativo e, segundo o Evangelho, o trabalho de Deus bom. Isso explica por que Marcião rejeitou todos os outros textos do Novo Testamento, com exceção do Evangelho de Lucas e das epístolas de São Paulo (que exclui as cartas pastorais e Hebreus). Além disso, Marcião considera São Paulo como a única fonte de verdade, porque é a ele que o “mistério de Deus” foi revelado. Em contraste com o extremismo Marcião Pauline, desenvolvido no segundo e terceiro século, o “antipaulinisme”. Este grupo viu em São Paulo e seu trabalho, o maior inimigo da autêntica tradição cristã. São Paulo foi desafiado por sua posição contra a Lei e de conformidade com os requisitos legais do judaísmo. Por exemplo, em alguns círculos cristãos, São Paulo foi considerada a promotora da emancipação das mulheres eo papel ativo das mulheres na Igreja, o que é proibido por lei. Os representantes dessa tendência “antipaulinienne” em vez pertencia a grupos sectários e origem marginal judaico-cristã (como os ebionitas, a Ceríntios e elchasaïtes). Suas “posições antipauliniennes” são conhecidos de forma fragmentada, através do testemunho de escritores cristãos, como Irineu, Tertuliano, Orígenes, Jerônimo e Epifânio. • A reabilitação adequada de Paul e sua mensagem contra essas duas posições extremas, o “antipaulinisme” judaico-cristã e maximalista “paulinismo” Marcião, os Padres da Igreja reagiram como defensores da “ortodoxia”, tentando reabilitar a figura ea mensagem do Apóstolo. Na verdade, será apenas através dos comentários dos Padres dos escritores e pregadores cristãos, as cartas de São Paulo para começar a realmente parte da vida espiritual e da tradição teológica da Igreja. Entre Pais a Igreja é especialmente Irineu de Lyon no final do segundo século que apoiaram a perfeita harmonia entre o trabalho do apóstolo e os Evangelhos, Atos e do Antigo Testamento. Irineu é abertamente contra “todos aqueles que dizem que Paulo só soube a verdade manifestada por revelação” (Contra as Heresias 3,13,1), mas também contra aqueles que não o reconhecem como um apóstolo (Contra as Heresias, 3.15, 1). Eis como se exprime na conclusão do quarto livro Contra as Heresias: “Nós ainda precisamos adicionar as seguintes palavras do Senhor, as palavras de Paulo, temos que analisar a sua mente para expor o Apóstolo esclarecer o que tem sido outras interpretações dos hereges […] mão, para mostrar a estupidez da sua loucura, a serem estabelecidos pelo mesmo Paul que eles mesmos são mentirosos, enquanto o apóstolo em pregador da verdade, ensinou todas as coisas de acordo com a mensagem da verdade. ” Na verdade, com Ireneu, é o conjunto das Escrituras do Antigo e do Novo Testamento, que é jogado com a intenção para mostrar a unidade absoluta. É uma unidade invisível das duas alianças, a história da salvação e, finalmente, o mesmo Deus, Criador e Salvador, autor do mundo e Pai de Jesus Cristo. Todas as leituras de textos bíblicos que Irineu em Contra as Heresias são destinados a demonstrar a convergência de sinais e figuras. Neste contexto, a leitura de Saint Paul não pode ser isolado a partir da do Evangelhos e de todo o corpo bíblicos. Em última análise, as epístolas de São Paulo seria uma extensão dos evangelhos. Assim, por exemplo, para mostrar que Cristo também atuou em sinais e figuras – como os profetas do Antigo Testamento – para ensinar aos seus discípulos que que havia de vir, Irineu mostra o Getsêmani antes da Paixão. Em seus comentários, ele disse que Jesus deixou aos seus discípulos primeiro sono: significa “paciência de Deus para com o sono dos homens.” Então, depois de orar, Jesus volta a seus pés e seus discípulos, que significa “que a sua paixão é despertar” dos homens. Irineu e continua seu argumento sobre o ensino de Cristo, citando o texto de Efésios 4.9: “como é para eles que ele desceu às partes mais baixas da terra para ver com seus próprios olhos a parte inacabada criação “. O testemunho de São Paulo é bem integrados nas Irineu comentário como uma explicação e uma continuação lógica da história do Evangelho. Através do uso de São Paulo em suas obras, Irineu dá escritos paulinos autoridade indiscutível, portanto, que gozam na Igreja. Assim, podemos considerar que o uso de textos heréticos e sectários feito Pauline foi dirigindo a forte reação dos Padres da Igreja, para a reabilitação do Apóstolo. No entanto, esta reacção não pode ser exagerada. Acima de tudo, não se deve presumir que o silêncio dos Padres Apostólicos e os apologistas da pessoa e obra do Apóstolo deveu-se à utilização dos grupos heréticos ou sectária. Não deve nem considerar que “redescobrir” depois do trabalho de São Paulo, a Igreja estava apenas reagindo ao uso de hereges ou sectários. De fato, a partir de Irineu, São Paulo amplia sua presença dinâmica na Igreja. A importância de sua obra para a teologia cristã se materializará como veremos na última parte da nossa conferência no terceiro e quarto séculos, através dos comentários dos Padres gregos e latinos. 3. São Paulo na obra dos Padres da Igreja, em sua obra polêmica contra os hereges, Irineu mostra que São Paulo está em harmonia não só com os profetas do Antigo Testamento, mas também o testemunho do Evangelho e outros escritos do Novo Testamento. Mas, apesar da reavaliação da figura e da obra de São Paulo, a presença de Paulinas referências verificáveis ​​no segundo século é descontínua e, de qualquer forma, muito fragmentada. Este é excedido, de acordo com as informações em nossa posse, hoje, somente a partir do século III, através da grande obra de Orígenes. Ele foi o primeiro a ler e comentar sistematicamente toda a Paulinum Corpus ou nas homilias ou em comentários reais exegéticas. No entanto, não foi até o quarto século de assistir a um verdadeiro florescimento de obras dedicadas à interpretação das cartas de São Paulo. E quando Jerônimo traduziu a Vulgata, ele menciona vinte autores que comentaram antes dele várias cartas da correspondência paulina entre o terceiro e quinto séculos. Destes, quatorze foram escritos em grego, um na Síria (Efrém da Síria) e seis em latim. Quatorze comentários do grego, a grande maioria dos autores eclesiásticos, que também se dedica à interpretação de outros textos bíblicos. Para eles, o trabalho exegético foi fundamental. Ele foi considerado o instrumento mais adequado para lidar com situações típicas ou problemas religiosos de seu tempo, capaz de resolver e esclarecer questões teológicas geradas por passagens de leituras bíblicas que diversa e até mesmo contrárias. Por exemplo, os textos Pauline desempenhado um papel importante no contexto da controvérsia ariana no desenvolvimento e estabelecimento de cristologia. geralmente refere-se a escritores cristãos dos primeiros cinco séculos, têm desempenhado um papel fundamental na história e na vida da Igreja (1). Por sua pregação e escritos dos Padres da Igreja têm contribuído desde o fim da era apostólica, para o desenvolvimento da doutrina cristã, a formação litúrgica e espiritual dos fiéis de seu tempo e para os séculos vindouros. Ensino, com base, nomeadamente, nas Escrituras, não se limitou a analisar a letra, mas foi para proclamar o que dá vida a Palavra de Deus vivo e, para interpretar as Escrituras, a fim de “introduzir-nos no caminho que leva ao Reino de Deus “. Todos esses escritores, sucessores dos Apóstolos e grandes pastores do povo cristão, amado, venerado, celebrada e imitado St. Paul, da mesma forma como outros santos do Antigo e do Novo Testamento. Na verdade, os Padres da Igreja, merecem ser contados como um todo, entre os maiores admiradores e seguidores do Apóstolo. Os pais não se contentavam em ler e comentar os catecúmenos e os fiéis para as epístolas paulinas, mas eles tinham um concreto São Paulo e do conhecimento existencial. Com o testemunho de suas vidas, que muitas vezes terminavam em martírio, eles nos oferecem como São Paulo, um modelo de amor centrada em Cristo e de auto-sacrifício que todos os cristãos são chamados a seguir. Ênfase em do trabalho e da vida de São Paulo que a literatura patrística nos envia algumas informações sobre o Apóstolo que não estão no Novo Testamento (pelo menos explicitamente). Por exemplo, Jerônimo (que seria Orígenes) diz que São Paulo é a origem da Galiléia e muito jovem, ele deixou a Galiléia com sua família para se estabelecer em Tarso Tertuliano, Orígenes, Agostinho e Jerônimo partes do opinião de que São Paulo era casto, Clemente de Roma, por sua vez, diz que antes de seu martírio, o apóstolo pregou o evangelho para a Espanha e, finalmente, Eusébio nos diz a tradição de martírio por decapitação São Paulo em Roma no tempo de Nero e as informações que as relíquias são mantidos na estrada para Óstia. Juntamente com esta informação, devemos mencionar também outro ponto importante. Este é o destino póstumo de São Paulo e seu trabalho na Igreja primitiva. Na verdade, ao contrário do que alguns podem acreditar, St. Paul não teve influência predominante até o segundo século. É só depois de uma controversa “, depois de uma espécie de purgatório”, ele ganhou a importância que tem hoje na Igreja. Neste período, os pais não são apenas testemunhas-chave, mas também os grandes defensores do apóstolo e seu trabalho. É precisamente este episódio da era patrística que me proponho a apresentar nesta conferência, intitulado “St. Paul ler os Padres da Igreja.” Dada a amplitude do tema e do tempo à minha disposição, Vou me limitar a três estágios deste período controverso, esses parecem ser o mais importante e útil saber. ponto de nossa discussão inicial será dedicado à capacitação de Corpus Paulinum e sua inclusão no cânon das Escrituras. Esta integração permitirá, numa segunda fase para introduzir posições heréticas e sectária relacionadas com a figura e as cartas do apóstolo, ea reação dos Padres para reabilitar St. Paul, na tradição da Igreja. Finalmente, em uma terceira etapa, vamos ver como, por meio de seus escritos e homilias dos Padres da Igreja leu, entendeu e pregou as epístolas de São Paulo aos fiéis de seu tempo. 1. Corpus Paulinum os Padres da Igreja Corpus Paulinum é o título freqüentemente usado pelos teólogos para mostrar todas as 14 cartas atribuídas a São Paulo são uma parte muito importante e funcionalidade dentro do Novo Testamento. Ao utilizar este título, os teólogos não tenta esconder os problemas que o autor, a data ou aos destinatários, mas apenas para enfatizar que, apesar de sua individualidade muito claro, nenhuma das cartas paulinas é sido transmitidos separadamente. Quando a Igreja estabelece o cânon do Novo Testamento estes 14 letras já fazem parte da mesma colecção epistolar. Sabemos que por trás da formação do cânon do Novo Testamento, tal como a conhecemos hoje, encontra-se um longo processo maturação e auditorias, com incertezas e dúvidas, um processo que levou a Igreja a considerar que apenas 27 livros são sagrados e inspirados por Deus. Assim, a presença no Novo Testamento de um Paulinum Corpus assim delimitado muitas vezes nos leva a fazer a pergunta: como isso é Corpus ele fez e enviou para a igreja no momento fatia da constituição cânon do Novo Testamento para uma coleção composta por apenas 14 cartas? É verdade que esta questão tem sido muito debatido entre os especialistas sem consenso emergiu. Sem entrar em muitos detalhes, a hipótese comumente aceita é que, nos primeiros dias da era apostólica, após a escrita de livros do Novo Testamento, um processo de seleção escritos canônicos já tinha começado, principalmente em torno dos quatro Evangelhos e uma parte das cartas de São Paulo. As igrejas locais que tiveram as cartas originais de St. Paul, não só valorizado, lido e utilizado na vida da igreja, mas foram copiados e distribuídos para outras comunidades cristãs. As epístolas foram capazes de formar no final do primeiro século, uma coleção núcleo das Escrituras do Novo Testamento. Neste processo de formação e transmissão de Corpus Paulinum dentro do Novo Testamento, não é uma coisa menos conhecida Hoje: Qual é o papel dos Padres da Igreja. No entanto, a sua contribuição foi muito grande. Uma breve introdução ao uso das Epístolas de São Paulo nos primeiros quatro séculos, pode nos informar melhor sobre o papel dos pais na criação, transmissão e aceitação na Igreja de Corpus Paulinum como nós o conhecemos hoje. • O papel dos Padres da Igreja no final do primeiro e início do segundo século relação ao final do primeiro e início do segundo século, alusões às cartas paulinas ou citações que já está em obras dos primeiros Padres da Igreja, também chamados Padres Apostólicos. Embora não seja em seus escritos trair a influência de cada uma das cartas de São Paulo, que, no entanto, sugerem a existência de coleções parciais. patrística O primeiro documento que se refere ao Apóstolo Paulo e suas cartas parece ser Primeira Epístola aos Coríntios, Clemente de Roma (90-99). Por volta do ano 95, o Papa Clemente enviou uma carta à comunidade de Corinto, em que ele convida os destinatários a ler a carta que São Paulo se dirige a eles há 40 anos, este é o lugar onde eles vão encontrar as soluções necessárias para evitar que as disputas e desentendimentos. A carta de Clemente contém citações de duas cartas de São Paulo, incluindo um Corinthians e romanos, além de alusões aos Gálatas, Efésios, Colossenses, 1-2 Timóteo, Tito. E de acordo com Eusébio, encontra-se “ideias (desenhados) da Epístola aos Hebreus, e até mesmo as formas que ele toma.” Depois de Clemente de Roma, um contato mais próximo com o trabalho do Apóstolo Paulo é em Inácio de Antioquia († cerca de 110-117). Nos primeiros anos do século II, provavelmente durante o reinado de Trajano (98-117), bispo de Antioquia, foi tomado com outros cristãos a Roma para sofrer o martírio. Inácio de Antioquia deixou uma volumosa correspondência, porque ao longo de sua viagem a Roma, ele escreveu sete cartas a várias comunidades. Dois deles, Éfeso e Roma, respectivamente, também foram destinatários das epístolas paulinas. Naturalmente, Inácio de Antioquia é a tradição do apóstolo em seus escritos e fez uso extensivo de letras e pensamento de São Pau). No entanto, ele nunca citar textualmente e mencionar o seu nome em apenas duas passagens (Efésios e Romanos 12.2 4.3). ‘s conhecimento mais completo dos escritos paulinos na evidência início do segundo século é encontrado em Policarpo de Esmirna. Escrito pelo bispo de Smyrna cartas para várias igrejas, que foram enviados apenas aos Filipenses. Policarpo atribui grande importância aos escritos do Apóstolo, que também é mencionado três vezes (3.2 – com referência à Pauline Epístola aos mesmos destinatários -, 9,1; 11,2-3). Na carta, encontramos referências a todas as epístolas paulinas, com a exceção de que a Filemon. Policarpo de Esmirna é ainda o primeiro padre da Igreja que faz uma citação literal das cartas pastorais. • O Novo Testamento canônico Como podemos ver a partir desses três exemplos, as obras dos Padres Apostólicos estão imbuídos de referências a textos Pauline, mas há citações raramente precisas. Citações não encontradas possível afirmar que houve naquela época um acordo unânime sobre todas as epístolas paulinas, mas eles mostram como alguns deles eram conhecidos por estes autores e seus leitores assumiu conhecido . Na verdade, a questão dos livros canônicos do Novo Testamento, e, portanto, uma Paulinum Corpus bem definido, não começou a realmente pedir que a partir do ano 150, porque a partir desse momento existia na Igreja vários “protótipo” do cânon do Novo Testamento. Quem tem o maior interesse para nós do que as cartas de São Paulo, o “cânone”, diz Marcião. Marcião era um sacerdote (gnóstica herética) Ponte veio a Roma para 140-144, que, devido a uma filosofia dualista, negou a origem divina do Antigo Testamento. É, assim, veio para ensinar que devemos renunciar completamente o Antigo Testamento. Como resultado, ele não só separou o Novo Testamento no Antigo, mas o texto expurgada das referências do Novo Testamento ao Antigo Testamento. Sua “cânone” foi finalmente fez um “evangelho” (Euanghèlion), uma coleção que incluía apenas o Evangelho de Lucas, sem capítulos 1 e 3, e um “apóstolo” (Apostolikón), composto por dez cartas para Paulian exceto Pastoral e hebreus. Contra essas afirmações heréticas, a necessidade de ter uma coleção de livros reconhecidos pela Igreja como a tradição normativa, assim, tornou-se indispensável para a final do segundo século. A reação não demorou muito, e várias testemunhas apologistas Padres mostram claramente que a questão foi dessa vez. Entre os escritores da Igreja primitiva que procuram defender o seu trabalho ou que as autoridades políticas, o público pagão, Judeus e doutrina herética e da vida cristã, a mais conhecida é também chamado Justino Mártir Justino o Filósofo († 165). No entanto, em seu Diálogo com o judeu Trifon, escrito por volta do ano 150, a influência de São Paulo é muito limitada e, principalmente, cita os Evangelhos. Para Justin, os escritos de São Paulo não tem a importância do Antigo Testamento e as palavras de Jesus. Significativamente, ele nunca chamou o apóstolo em seus escritos. É claro, porém, que esse silêncio não está sujeito à ignorância como muitos textos específicos parecem Epístolas diretamente inspirados. Este silêncio pode ser explicado pelo fato de que pensamento paulino talvez não fosse o que melhor combinava com as intenções apologéticas Justin. Cerca de 30 anos mais tarde, Irineu († depois de 193) atesta em seus livros que que recebe um texto claro e preciso dos quatro Evangelhos, os Atos confirma canônicas, reconhece e valoriza as letras Paulian, incluindo Pastoral mas não para os hebreus, e também aceitar como inspirados Apocalipse, 1 Pedro e 1 João . Com Irineu, estamos nos movendo em direção a um recibo global de Paulinum Corpus porque faz grande uso dos escritos de São Paulo e é frequentemente citado explicitamente. Cerca de 1/3 das citações do Novo Testamento de seu tratado Contra as Heresias, refere-se aos textos paulinos, atribuindo-lhes a mesma importância que o Antigo Testamento e os Evangelhos. No entanto, se atreve Irineu não se aplicar ao Epístolas de São Paulo, o termo “Escritura” ou introduzir citações, pela fórmula “está escrito” ou outras formulações tradicionais como faz nos Evangelhos e . Atos Após Irineu, Tertuliano (160-220), o primeiro teólogo em latim, vai ainda mais longe: em resposta à Marcião serrada, ele considera os livros do Antigo e do Novo Testamento como uma entidade controlada por que ele chama de consonantia (Contra Marcião 3,20,1). No Novo Testamento, Tertuliano oferece um cânone mais amplo, isto é, um “Evangelho”, composto dos quatro Evangelhos e “apóstolo”, incluindo treze cartas de São Paulo, Hebreus, 1 João e Atos (Contra Marcião 4,2,5). É somente o trabalho dos apologistas Teófilo de Antioquia († 181), que as palavras de São Paulo, pela primeira vez têm a mesma autoridade do Antigo Testamento e os Evangelhos, eles são considerados “palavras de Deus.” No entanto, a influência de São Paulo não é essencial em Teófilo, o testemunho do Antigo Testamento é crucial para o apologista, e os Evangelhos e São Paulo é apresentado apenas quando está perto. Conforme podemos ver, nos chamados escritos “apologéticos”, há um uso bastante variada de São Paulo. Ao contrário da impressão deixada por essas primeiras tentativas de estabelecer o cânon do Novo Testamento, os escritores eclesiásticos gregos e latinos, por volta do ano 200 a impressão retida para o Corpus Paulinum uma coleção de apenas treze letras. Quanto aos Hebreus, eles manifestaram a sua incerteza sobre o seu autor. ‘s preocupação de estabelecer o conteúdo exato do Novo Testamento, cânone duto entre o terceiro e quarto século, o aparecimento de várias listas canônicas que têm múltiplas variações e interessante. A propósito destas listas, atestada em várias igrejas em Roma, Alexandria, Ásia Menor e África, foi para acelerar o processo de canonização pela recomendação da exclusão ou inclusão de um determinado livro . • Muito diferente para o terceiro e quarto séculos listas Entre os poucos dados do terceiro século, Orígenes (185-254), de acordo com informações fornecidas por Eusébio de Cesaréia (265-340), reconhecido como Escritura os quatro Evangelhos, os treze cartas Paulian, 1 e 2 Pedro (embora haja dúvidas sobre o segundo), as três cartas de João, ea Carta aos Hebreus, no seu juízo, não teria sido escrito por São Paulo. Na A partir da segunda metade do século IV, listas com os livros do Novo Testamento estabeleceu o Oriente eo Ocidente tornou-se muito importante para a conclusão do processo de canonização. No Oriente, Cirilo de Jerusalém manteve como canônicos em sua lista dos quatro Evangelhos , Atos, as sete cartas católicas, e os “últimos quatorze cartas de Paulo” (Homilias catequese 4,33.35-36). Atanásio de Alexandria foi o primeiro a reconhecê-lo como os 27 livros canônicos do Novo Testamento (Festal Letter 39). Gregório Nazianzeno vai manter cerca de 26 £ o “entre o autêntico”, omitindo o Apocalipse (1,12 poema). No Ocidente, os 27 livros do Novo Testamento estão incluídos na lista canônica do século IV em Rufino de Aquileia (Explicação do Credo dos Apóstolos 34-36), Agostinho (On Doutrina Cristã 2,8,13) e Jerônimo (Vulgata ). Uma olhada na tabela sobre os principais listas canônicas revela que, no final do século IV, no Oriente grego como no Ocidente latino, é muito, mas não inteiramente, em um barril de 27 itens . O cânon do Novo Testamento está longe de ser definitivamente encerradas até ao final do quarto século. Esta será, de facto conselhos provinciais e eventualmente ecumênico da Antiguidade Tardia e da Idade Média que proclamam a partir de listas elaboradas não os Padres da Igreja, os livros canônicos do Novo Testamento, incluindo as 14 letras do Paulinum Corpus . 2. Paulinism e antipaulinisme na época dos Padres da Igreja, por causa da forma como as cartas de São Paulo foram incorporadas como e quando o cânon do Novo Testamento, podemos perguntar justamente sobre a importância o trabalho de São Paulo, no final do primeiro século e por que falamos tão pouco do apóstolo da Igreja no segundo século. • interpretações conflitantes para responder a estas perguntas, primeiro devemos evitar medir a tradição recebida sobre o Apóstolo Paulo nos dois primeiros séculos, com o entendimento que temos dele hoje. De fato, uma leitura cuidadosa do Novo Testamento escritos patrísticos e início mostra que, desde o início, o interesse em Saint Paul era bipolar: para alguns, o apóstolo é um homem escolhido por Deus para anunciar o Evangelho aos gentios; para outros, ao contrário, é um propagador perigoso de uma forma de cristianismo que vai além ou contradizer uma fundada por Jesus Cristo. Ao final do primeiro século, o autor anônimo da segunda carta canônica conhecida como a o apóstolo Pedro reconheceu um lado, que “o nosso amado irmão Paulo”, escreveu “com a sabedoria que Deus lhe deu”, ea outra ele colocou seus leitores contra o perigo de má interpretação das Epístolas Apóstolo. Ele disse claramente que “há passagens difíceis que as pessoas ignorantes e sem formação torcem, como o fazem também com as outras escrituras para sua própria perdição” (2 Pedro 3:14-16). associações similares Peter e exaltação da autoridade do ensinamento de São Paulo também estão presentes nos Padres Apostólicos. Clemente de Roma, por exemplo, em sua Epístola aos Coríntios, exortando os destinatários a tomar a “carta do bendito apóstolo Paulo”, porque “na verdade, foi inspirado pelo Espírito”, quando ele escreveu. Inácio de Antioquia em sua carta aos Efésios Efésios considerado são “iniciados nos mistérios com Paulo, o santo”, que “é digno de ser chamado abençoado.” Policarpo de Esmirna, na Carta aos Filipenses admite que “nem eu nem outro de tal forma que eu não posso aproximar-se da sabedoria do bem-aventurado e glorioso Paulo, que está entre vós, falando cara a cara com os homens, em seguida, ensinadas com precisão e com força a palavra da verdade. ” Mas a literatura patrística nem sempre é unânime. A influência paulina é muito mais distante em outros escritos. Por exemplo, a Didaqué, considerados os mais antigos textos cristãos fora do Novo Testamento, de forma alguma parece relacionar-se com as letras ou o pensamento do Apóstolo. O livro se limita a fornecer informações à comunidade litúrgico cristão e estabelecer uma primeira disciplina da igreja, com particular baseada no Evangelho de Mateus. O Pastor de Hermas, uma obra importante para o nosso conhecimento do cristianismo a partir do século II, não mais citações São Paulo. Apesar de ser “imbuído de textos sagrados”, Hermas não parece usar as letras diretamente, embora ele estava ciente. Sobre Papias de Hierápolis, escreveu cinco títulos de 130-140 palavras Explicação dos livros do Senhor, em que a influência paulina também foi muito desbotadas. Apesar de Papias foi bispo de uma cidade que estava a apenas alguns quilômetros da Colossus, que parecia ignorar a pessoa e obra de São Paulo. No entanto, é significativo que, em suas obras citadas a Primeira Epístola de São Pedro, que é, como já se referiu, bastante influenciado pela teologia paulina. Foi ele, nos últimos três exemplos de silêncio intencional ou casual? Nós podemos dar nenhuma explicação satisfatória. Em qualquer caso, no final do século II e início do terceiro, latim apologista Tertuliano, em seu tratado Contra Marcião dá St. Paul como “Apóstolo dos hereges”. O impacto relativamente baixo da obra e pensamento de São Paulo nos Padres Apostólicos que o apóstolo estava naquele momento reivindicada por correntes e hereges marginais ou crítica. Mais precisamente, em torno da figura do grande pensador cristão missionário e criaram dois grupos: um foi a sua doutrina justificado por suas obras, o que os teólogos chamam de “paulinismo”, e outro grupo que denegriu, onde a designação de “antipaulinisme.” • “paulinismo” e “antipaulinisme” Entre aqueles que tentaram justificar o seu ensino com base nos escritos de São Paulo, há a Marcião sacerdote. Como já mencionado na primeira parte da conferência, em meados do segundo século, Marcião deu importância indevida à correspondência de São Paulo, para seu pensamento dualista de crédito. Marcião afirmou que existem dois deuses: um, o Deus do Antigo Testamento, que se caracteriza pela sua justiça implacável e dominação sobre os homens através da lei, por outro lado, o Deus do Novo Testamento revelado pela pregação de Jesus Cristo, que foi enviado ao mundo para homens livres através de sua morte, a tirania da Lei de Deus em primeiro lugar. Nesta posição dualista, o relatório que São Paulo fez em suas epístolas entre lei e Evangelho foi lido por Marcião como oposição: em primeiro lugar, a lei, o trabalho de Deus vingativo e, segundo o Evangelho, o trabalho de Deus bom. Isso explica por que Marcião rejeitou todos os outros textos do Novo Testamento, com exceção do Evangelho de Lucas e das epístolas de São Paulo (que exclui as cartas pastorais e Hebreus). Além disso, Marcião considera São Paulo como a única fonte de verdade, porque é a ele que o “mistério de Deus” foi revelado. Em contraste com o extremismo Marcião Pauline, desenvolvido no segundo e terceiro século, o “antipaulinisme”. Este grupo viu em São Paulo e seu trabalho, o maior inimigo da autêntica tradição cristã. São Paulo foi desafiado por sua posição contra a Lei e de conformidade com os requisitos legais do judaísmo. Por exemplo, em alguns círculos cristãos, São Paulo foi considerada a promotora da emancipação das mulheres eo papel ativo das mulheres na Igreja, o que é proibido por lei. Os representantes dessa tendência “antipaulinienne” em vez pertencia a grupos sectários e origem marginal judaico-cristã (como os ebionitas, a Ceríntios e elchasaïtes). Suas “posições antipauliniennes” são conhecidos de forma fragmentada, através do testemunho de escritores cristãos, como Irineu, Tertuliano, Orígenes, Jerônimo e Epifânio. • A reabilitação adequada de Paul e sua mensagem contra essas duas posições extremas, o “antipaulinisme” judaico-cristã e maximalista “paulinismo” Marcião, os Padres da Igreja reagiram como defensores da “ortodoxia”, tentando reabilitar a figura ea mensagem do Apóstolo. Na verdade, será apenas através dos comentários dos Padres dos escritores e pregadores cristãos, as cartas de São Paulo para começar a realmente parte da vida espiritual e da tradição teológica da Igreja. Entre Pais a Igreja é especialmente Irineu de Lyon no final do segundo século que apoiaram a perfeita harmonia entre o trabalho do apóstolo e os Evangelhos, Atos e do Antigo Testamento. Irineu é abertamente contra “todos aqueles que dizem que Paulo só soube a verdade manifestada por revelação” (Contra as Heresias 3,13,1), mas também contra aqueles que não o reconhecem como um apóstolo (Contra as Heresias, 3.15, 1). Eis como se exprime na conclusão do quarto livro Contra as Heresias: “Nós ainda precisamos adicionar as seguintes palavras do Senhor, as palavras de Paulo, temos que analisar a sua mente para expor o Apóstolo esclarecer o que tem sido outras interpretações dos hereges […] mão, para mostrar a estupidez da sua loucura, a serem estabelecidos pelo mesmo Paul que eles mesmos são mentirosos, enquanto o apóstolo em pregador da verdade, ensinou todas as coisas de acordo com a mensagem da verdade. ” Na verdade, com Ireneu, é o conjunto das Escrituras do Antigo e do Novo Testamento, que é jogado com a intenção para mostrar a unidade absoluta. É uma unidade invisível das duas alianças, a história da salvação e, finalmente, o mesmo Deus, Criador e Salvador, autor do mundo e Pai de Jesus Cristo. Todas as leituras de textos bíblicos que Irineu em Contra as Heresias são destinados a demonstrar a convergência de sinais e figuras. Neste contexto, a leitura de Saint Paul não pode ser isolado a partir da do Evangelhos e de todo o corpo bíblicos. Em última análise, as epístolas de São Paulo seria uma extensão dos evangelhos. Assim, por exemplo, para mostrar que Cristo também atuou em sinais e figuras – como os profetas do Antigo Testamento – para ensinar aos seus discípulos que que havia de vir, Irineu mostra o Getsêmani antes da Paixão. Em seus comentários, ele disse que Jesus deixou aos seus discípulos primeiro sono: significa “paciência de Deus para com o sono dos homens.” Então, depois de orar, Jesus volta a seus pés e seus discípulos, que significa “que a sua paixão é despertar” dos homens. Irineu e continua seu argumento sobre o ensino de Cristo, citando o texto de Efésios 4.9: “como é para eles que ele desceu às partes mais baixas da terra para ver com seus próprios olhos a parte inacabada criação “. O testemunho de São Paulo é bem integrados nas Irineu comentário como uma explicação e uma continuação lógica da história do Evangelho. Através do uso de São Paulo em suas obras, Irineu dá escritos paulinos autoridade indiscutível, portanto, que gozam na Igreja. Assim, podemos considerar que o uso de textos heréticos e sectários feito Pauline foi dirigindo a forte reação dos Padres da Igreja, para a reabilitação do Apóstolo. No entanto, esta reacção não pode ser exagerada. Acima de tudo, não se deve presumir que o silêncio dos Padres Apostólicos e os apologistas da pessoa e obra do Apóstolo deveu-se à utilização dos grupos heréticos ou sectária. Não deve nem considerar que “redescobrir” depois do trabalho de São Paulo, a Igreja estava apenas reagindo ao uso de hereges ou sectários. De fato, a partir de Irineu, São Paulo amplia sua presença dinâmica na Igreja. A importância de sua obra para a teologia cristã se materializará como veremos na última parte da nossa conferência no terceiro e quarto séculos, através dos comentários dos Padres gregos e latinos. 3. São Paulo na obra dos Padres da Igreja, em sua obra polêmica contra os hereges, Irineu mostra que São Paulo está em harmonia não só com os profetas do Antigo Testamento, mas também o testemunho do Evangelho e outros escritos do Novo Testamento. Mas, apesar da reavaliação da figura e da obra de São Paulo, a presença de Paulinas referências verificáveis ​​no segundo século é descontínua e, de qualquer forma, muito fragmentada. Este é excedido, de acordo com as informações em nossa posse, hoje, somente a partir do século III, através da grande obra de Orígenes. Ele foi o primeiro a ler e comentar sistematicamente toda a Paulinum Corpus ou nas homilias ou em comentários reais exegéticas. No entanto, não foi até o quarto século de assistir a um verdadeiro florescimento de obras dedicadas à interpretação das cartas de São Paulo. E quando Jerônimo traduziu a Vulgata, ele menciona vinte autores que comentaram antes dele várias cartas da correspondência paulina entre o terceiro e quinto séculos. Destes, quatorze foram escritos em grego, um na Síria (Efrém da Síria) e seis em latim. Quatorze comentários do grego, a grande maioria dos autores eclesiásticos, que também se dedica à interpretação de outros textos bíblicos. Para eles, o trabalho exegético foi fundamental. Ele foi considerado o instrumento mais adequado para lidar com situações típicas ou problemas religiosos de seu tempo, capaz de resolver e esclarecer questões teológicas geradas por passagens de leituras bíblicas que diversa e até mesmo contrárias. Por exemplo, os textos Pauline desempenhado um papel importante no contexto da controvérsia ariana no desenvolvimento e estabelecimento de cristologia. geralmente refere-se a escritores cristãos dos primeiros cinco séculos, têm desempenhado um papel fundamental na história e na vida da Igreja (1). Por sua pregação e escritos dos Padres da Igreja têm contribuído desde o fim da era apostólica, para o desenvolvimento da doutrina cristã, a formação litúrgica e espiritual dos fiéis de seu tempo e para os séculos vindouros. Ensino, com base, nomeadamente, nas Escrituras, não se limitou a analisar a letra, mas foi para proclamar o que dá vida a Palavra de Deus vivo e, para interpretar as Escrituras, a fim de “introduzir-nos no caminho que leva ao Reino de Deus “. Todos esses escritores, sucessores dos Apóstolos e grandes pastores do povo cristão, amado, venerado, celebrada e imitado St. Paul, da mesma forma como outros santos do Antigo e do Novo Testamento. Na verdade, os Padres da Igreja, merecem ser contados como um todo, entre os maiores admiradores e seguidores do Apóstolo. Os pais não se contentavam em ler e comentar os catecúmenos e os fiéis para as epístolas paulinas, mas eles tinham um concreto São Paulo e do conhecimento existencial. Com o testemunho de suas vidas, que muitas vezes terminavam em martírio, eles nos oferecem como São Paulo, um modelo de amor centrada em Cristo e de auto-sacrifício que todos os cristãos são chamados a seguir. Ênfase em do trabalho e da vida de São Paulo que a literatura patrística nos envia algumas informações sobre o Apóstolo que não estão no Novo Testamento (pelo menos explicitamente). Por exemplo, Jerônimo (que seria Orígenes) diz que São Paulo é a origem da Galiléia e muito jovem, ele deixou a Galiléia com sua família para se estabelecer em Tarso Tertuliano, Orígenes, Agostinho e Jerônimo partes do opinião de que São Paulo era casto, Clemente de Roma, por sua vez, diz que antes de seu martírio, o apóstolo pregou o evangelho para a Espanha e, finalmente, Eusébio nos diz a tradição de martírio por decapitação São Paulo em Roma no tempo de Nero e as informações que as relíquias são mantidos na estrada para Óstia. Juntamente com esta informação, devemos mencionar também outro ponto importante. Este é o destino póstumo de São Paulo e seu trabalho na Igreja primitiva. Na verdade, ao contrário do que alguns podem acreditar, St. Paul não teve influência predominante até o segundo século. É só depois de uma controversa “, depois de uma espécie de purgatório”, ele ganhou a importância que tem hoje na Igreja. Neste período, os pais não são apenas testemunhas-chave, mas também os grandes defensores do apóstolo e seu trabalho. É precisamente este episódio da era patrística que me proponho a apresentar nesta conferência, intitulado “St. Paul ler os Padres da Igreja.” Dada a amplitude do tema e do tempo à minha disposição, Vou me limitar a três estágios deste período controverso, esses parecem ser o mais importante e útil saber. ponto de nossa discussão inicial será dedicado à capacitação de Corpus Paulinum e sua inclusão no cânon das Escrituras. Esta integração permitirá, numa segunda fase para introduzir posições heréticas e sectária relacionadas com a figura e as cartas do apóstolo, ea reação dos Padres para reabilitar St. Paul, na tradição da Igreja. Finalmente, em uma terceira etapa, vamos ver como, por meio de seus escritos e homilias dos Padres da Igreja leu, entendeu e pregou as epístolas de São Paulo aos fiéis de seu tempo. 1. Corpus Paulinum os Padres da Igreja Corpus Paulinum é o título freqüentemente usado pelos teólogos para mostrar todas as 14 cartas atribuídas a São Paulo são uma parte muito importante e funcionalidade dentro do Novo Testamento. Ao utilizar este título, os teólogos não tenta esconder os problemas que o autor, a data ou aos destinatários, mas apenas para enfatizar que, apesar de sua individualidade muito claro, nenhuma das cartas paulinas é sido transmitidos separadamente. Quando a Igreja estabelece o cânon do Novo Testamento estes 14 letras já fazem parte da mesma colecção epistolar. Sabemos que por trás da formação do cânon do Novo Testamento, tal como a conhecemos hoje, encontra-se um longo processo maturação e auditorias, com incertezas e dúvidas, um processo que levou a Igreja a considerar que apenas 27 livros são sagrados e inspirados por Deus. Assim, a presença no Novo Testamento de um Paulinum Corpus assim delimitado muitas vezes nos leva a fazer a pergunta: como isso é Corpus ele fez e enviou para a igreja no momento fatia da constituição cânon do Novo Testamento para uma coleção composta por apenas 14 cartas? É verdade que esta questão tem sido muito debatido entre os especialistas sem consenso emergiu. Sem entrar em muitos detalhes, a hipótese comumente aceita é que, nos primeiros dias da era apostólica, após a escrita de livros do Novo Testamento, um processo de seleção escritos canônicos já tinha começado, principalmente em torno dos quatro Evangelhos e uma parte das cartas de São Paulo. As igrejas locais que tiveram as cartas originais de St. Paul, não só valorizado, lido e utilizado na vida da igreja, mas foram copiados e distribuídos para outras comunidades cristãs. As epístolas foram capazes de formar no final do primeiro século, uma coleção núcleo das Escrituras do Novo Testamento. Neste processo de formação e transmissão de Corpus Paulinum dentro do Novo Testamento, não é uma coisa menos conhecida Hoje: Qual é o papel dos Padres da Igreja. No entanto, a sua contribuição foi muito grande. Uma breve introdução ao uso das Epístolas de São Paulo nos primeiros quatro séculos, pode nos informar melhor sobre o papel dos pais na criação, transmissão e aceitação na Igreja de Corpus Paulinum como nós o conhecemos hoje. • O papel dos Padres da Igreja no final do primeiro e início do segundo século relação ao final do primeiro e início do segundo século, alusões às cartas paulinas ou citações que já está em obras dos primeiros Padres da Igreja, também chamados Padres Apostólicos. Embora não seja em seus escritos trair a influência de cada uma das cartas de São Paulo, que, no entanto, sugerem a existência de coleções parciais. patrística O primeiro documento que se refere ao Apóstolo Paulo e suas cartas parece ser Primeira Epístola aos Coríntios, Clemente de Roma (90-99). Por volta do ano 95, o Papa Clemente enviou uma carta à comunidade de Corinto, em que ele convida os destinatários a ler a carta que São Paulo se dirige a eles há 40 anos, este é o lugar onde eles vão encontrar as soluções necessárias para evitar que as disputas e desentendimentos. A carta de Clemente contém citações de duas cartas de São Paulo, incluindo um Corinthians e romanos, além de alusões aos Gálatas, Efésios, Colossenses, 1-2 Timóteo, Tito. E de acordo com Eusébio, encontra-se “ideias (desenhados) da Epístola aos Hebreus, e até mesmo as formas que ele toma.” Depois de Clemente de Roma, um contato mais próximo com o trabalho do Apóstolo Paulo é em Inácio de Antioquia († cerca de 110-117). Nos primeiros anos do século II, provavelmente durante o reinado de Trajano (98-117), bispo de Antioquia, foi tomado com outros cristãos a Roma para sofrer o martírio. Inácio de Antioquia deixou uma volumosa correspondência, porque ao longo de sua viagem a Roma, ele escreveu sete cartas a várias comunidades. Dois deles, Éfeso e Roma, respectivamente, também foram destinatários das epístolas paulinas. Naturalmente, Inácio de Antioquia é a tradição do apóstolo em seus escritos e fez uso extensivo de letras e pensamento de São Pau). No entanto, ele nunca citar textualmente e mencionar o seu nome em apenas duas passagens (Efésios e Romanos 12.2 4.3). ‘s conhecimento mais completo dos escritos paulinos na evidência início do segundo século é encontrado em Policarpo de Esmirna. Escrito pelo bispo de Smyrna cartas para várias igrejas, que foram enviados apenas aos Filipenses. Policarpo atribui grande importância aos escritos do Apóstolo, que também é mencionado três vezes (3.2 – com referência à Pauline Epístola aos mesmos destinatários -, 9,1; 11,2-3). Na carta, encontramos referências a todas as epístolas paulinas, com a exceção de que a Filemon. Policarpo de Esmirna é ainda o primeiro padre da Igreja que faz uma citação literal das cartas pastorais. • O Novo Testamento canônico Como podemos ver a partir desses três exemplos, as obras dos Padres Apostólicos estão imbuídos de referências a textos Pauline, mas há citações raramente precisas. Citações não encontradas possível afirmar que houve naquela época um acordo unânime sobre todas as epístolas paulinas, mas eles mostram como alguns deles eram conhecidos por estes autores e seus leitores assumiu conhecido . Na verdade, a questão dos livros canônicos do Novo Testamento, e, portanto, uma Paulinum Corpus bem definido, não começou a realmente pedir que a partir do ano 150, porque a partir desse momento existia na Igreja vários “protótipo” do cânon do Novo Testamento. Quem tem o maior interesse para nós do que as cartas de São Paulo, o “cânone”, diz Marcião. Marcião era um sacerdote (gnóstica herética) Ponte veio a Roma para 140-144, que, devido a uma filosofia dualista, negou a origem divina do Antigo Testamento. É, assim, veio para ensinar que devemos renunciar completamente o Antigo Testamento. Como resultado, ele não só separou o Novo Testamento no Antigo, mas o texto expurgada das referências do Novo Testamento ao Antigo Testamento. Sua “cânone” foi finalmente fez um “evangelho” (Euanghèlion), uma coleção que incluía apenas o Evangelho de Lucas, sem capítulos 1 e 3, e um “apóstolo” (Apostolikón), composto por dez cartas para Paulian exceto Pastoral e hebreus. Contra essas afirmações heréticas, a necessidade de ter uma coleção de livros reconhecidos pela Igreja como a tradição normativa, assim, tornou-se indispensável para a final do segundo século. A reação não demorou muito, e várias testemunhas apologistas Padres mostram claramente que a questão foi dessa vez. Entre os escritores da CurtirCurtir
  12. EDMILSON disse:

    AS PROFECIAS BÍBLICAS DAS DORES DE MARIA, MÃE DE JESUS.‏

    Viva com amor . 10/10/2013
    Para: Viva com amor .
    Imagem de Viva com amor .
    AS PROFECIAS BÍBLICAS DAS DORES DE MARIA, MÃE DE JESUS.
    //
    MEUS IRMÃOS E MINHAS IRMÃS CATÓLICAS.
    ENTENDA QUE…

    A tradição crista sempre viu no Antigo Testamento profecias ou analogias sobre a vida de Cristo sua Mãe, Maria.
    //

    Tomando o Livro das Lamentações, os Cânticos dos Cânticos lembrarei aqui passagens que podem ser atribuídas como se fossem profecias sobre as dores, angustias e soledade da Virgem Maria, Senhora Mãe de Deus e da Igreja, preditas claramente pelo profeta Simeão no Evangelho de São Lucas.
    /////////////////
    VAMOS VÊ:

    1- ENTENDENDO O LIVRO DAS LAMENTAÇÕES:

    O Livro das Lamentações ( איכה ʾēḫā(h), Eikha ou Eiká, cuja tradução literal é “Como!”, ou ainda “Oh!”)
    //
    É um livro que faz parte da subdivisão da Bíblia chamada de Profetas Maiores,nas Bíblias Cristãs, vem depois do Livro de Jeremias e antes do Livro de Ezequiel.
    ////////////////////////////

    Esse livro cuja autoria é tradicionalmente atribuída ao profeta Jeremias, quando com os próprios olhos via a destruição da cidade de Jerusalém por Nabucodonosor, rei de Babilônia, por volta do ano 589 a.C.
    ////////////////////////////////////////
    São cantos fúnebres que descrevem, de modo doloroso e poético, a destruição de Jerusalém pelos babilônicos em 586 AC, e os acontecimentos que se sucederam a essa catástrofe nacional: fome, sede, matanças, incêndios, saques e exílio forçado (cf. 2Rs 24-25).
    ///////////////////////////////////

    As Lamentações são usadas na Liturgia da Igreja Católica por ocasião da Semana Santa, para lembrar o sofrimento de Jesus.
    //

    Agora a tradição popular conservou, durante a procissão da Sexta-feira Santa, no canto da Verônica, um trecho das Lamentações, posto na boca de Jesus: “Vocês todos que passam pelo caminho, olhem e prestem atenção: haverá dor semelhante à minha dor?” (1,12).
    /////////////////////////////

    Os judeus recitam o livro no grande jejum que lembra a destruição do Templo de Jerusalém, no dia 9 do quinto mês do Calendário judaico (ab).
    //

    2- PASSAGENS BÍBLICAS:

    No Evangelho de São Lucas o profeta Simeão profetizou que a Virgem Maria teria muito que sofrer também no future, por causa dos sofrimentos de seu Filho.
    //

    Dizendo que uma espada transpassaria sua alma, Simeão assinala a união perfeita de amor entre Mãe e Filho, mostrada no Gênesis quando fala da descendência da Mulher (descendência que por excelência e o Cristo, mas também assinala a Virgem Mulher, Maria).
    ///////////////////////////

    A união entre Mãe e Filho também mostrada no ultimo dia da vida de Jesus, quando aos pés de sua cruz estava de pé, o que assinala forca e fé, a Virgem Santa.
    //

    União entre Mãe e Filho na luta contra o dragão do mal, o demônio, mostrada por João no Apocalipse ao descrever a Igreja com as características da Mãe do Senhor e sendo coroada Rainha.
    ///////////////////////

    No livro das lamentações, vemos muitas passagens que nos falam da Cidade de Jerusalém, mas que nos lembram as dores da Mãe do Senhor.
    //

    Maria aos pés da cruz e ao ver seu Filho morto deve ter se sentido abandonada, assim como seu Filho se sentiu na cruz:

    LAM 1,1
    Alef. Como está abandonada a cidade tão povoada! Assemelha-se a uma viúva a grande entre as nações. Rainha entre as províncias, ficou sujeita ao tributo.
    //

    Maria, de fato, e a grande entre as nações é a Rainha do universo como nos mostra São João no Apocalipse.
    //

    O Livro das lamentações diz “assemelhando-se a uma viúva”, pois sua Mãe sofria de fato como uma viúva sofre, pois já não tinha São José ao seu lado e agora não tinha mais seu único Filho, o que aumentava ainda mais sua sensação de solidão no mundo.
    /////////////////////////////////////////////////////////

    2″. Bet. Ela chora pela noite adentro, lágrimas lhe inundam as faces, ninguém mais a consola de quantos a amavam. Seus amigos todos a traíram, e se tornaram seus inimigos.” (Lam 1,2)
    //////////////////////////////

    Pela noite adentro, Maria chorou a morte de seu Filho na sexta-feira da morte dele e como diz o texto, os amigos de seu Filho que deveriam estar lá junto dela aos pés da cruz, o traíram e o abandonaram com medo, só João ficou com ela.

    Assim,podemos atribuir a Maria a palavra que diz:
    //

    “16. Ain. Eis o motivo por que choro; fundem-se em lágrimas os meus olhos, porque ninguém a meu lado me consola, nem me alenta. Vivem consternados os meus filhos, porque triunfa o inimigo.
    /////////////////////

    17. Pe. Sião estende as suas mãos sem que ninguém a console.” (Lam 1,16-17)
    //

    “19. Cof. Levanta-te à noite; grita ao início de cada vigília; que se derrame teu coração ante a face do Senhor. Ergue para ele as mãos, pela vida de teus filhos que caem de inanição, em todos os cantos das ruas.” (Lam 2,19)
    //

    Maria chora também pelos filhos que se perdem, pelos Apóstolos que a deixaram só, menos João, e não apoiaram seu Filho no momento em que Ele mais precisava.

    //
    Maria chora porque seus filhos vivem consternados deixando-se vencer pelo inimigo e suas seducões modernas.
    //

    Maria estende, como Sião, para nós suas mãos esperando que nos convertamos e assim consolemos o seu coração e o coração de Deus, tão ofendido pelos homens como ela nos disse em sua aparição em Fátima, Portugal.
    //

    Maria Levanta-se sempre e grita numa vigília eterna; derramando seu coração ante a face do Senhor. Ergue para ele as mãos, pela vida de seus filhos que caem em pecado (Lam 2, 19)
    //
    Suplicando incansavelmente por nossa conversão, pois pela Virgem nos veio a Graça plena de Deus, o Cristo e por Ela continuamos a receber suas graças benditas, as graças vindas de seu Filho, Jesus Cristo.
    //

    Como diz a escritura:
    “Sade. Seu coração clama ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, transborda dia e noite a torrente de tuas lágrimas! Não te dês descanso, e teus olhos não cessem de chorar!”(Lam 2,18)
    //

    Hoje, Maria clama ao Senhor sem descanso pelos que seguem e guardam os mandamentos de seu Filho, para que persevere na fé e não se desviem do bom caminho, como também ora junto com todos os Santos, mas de um modo especial como Mãe da Igreja, para que o numero dos que devem se salvar se multiplique e chegue a plenitude.

    Mas quem pode consolar uma Mãe da perda de seu Filho?
    //

    “Dalet. Estão de luto os caminhos de Sião, e ninguém mais vem às suas festas. Suas portas todas estão desertas, gemem seus sacerdotes, afligem-se as virgens, e ela mesma vive na amargura.” (Lam 1,4)
    //

    .

    O tempo que se seguiu sem Cristo, Maria viveu na amargura, de luto, afligindo-se, pois não tinha mais o seu Filho amado junto de si.

    Tanta era sua dor, que podia dizer como o trecho abaixo:
    //

    “12. Lamed. Ó vós todos, que passais pelo caminho: olhai e julgai se existe dor igual à dor que me atormenta, a mim que o Senhor feriu no dia de sua ardente cólera.” (Lam 1,12)
    //

    O Senhor a feriu no dia de sua ardente cólera com uma espada que transpassou sua alma ao ver seu Filho Divino morto na cruz e em seus braços.
    //

    Aquele foi o dia da cólera do Senhor, pois os pecados e o castigo que pesava sobre nos foi tomado por Cristo em seu próprio corpo.
    //

    Assim, cumpriu-se a palavra ” O Senhor esmagou no lagar a virgem, filha de Judá” (Lam 1,15), pois a Virgem Maria foi esmagada pela dor, solidão e amargura.
    //

    Em Maria, cumpriu-se a palavra que diz:

    “Mem. Que dizer? A quem te comparar, filha de Jerusalém ? Quem irá salvar-te e consolar-te, ó virgem, filha de Sião? É imensa como o mar tua ruína: quem poderá curar-te?” (Lam 2,13 )
    //
    NOTE QUE:

    Nos versículos 15 e 16, temos uma passagem que nos remete aos sofrimentos de Cristo na cruz descritos nos Evangelhos:
    //
    VEJA:

    “15. Samec. Todos os transeuntes, ao te verem, batem palmas, e assobiando meneiam a cabeça sobre a filha de Jerusalém. Eis a cidade da qual diziam ser a beleza perfeita, a alegria do universo.
    //

    16. Pe. Abrem a boca contra ti todos os teus inimigos. Escarnecem e rangem os dentes. Nós destruímos, dizem eles, eis o dia esperado, estamos nele, estamos vendo!”(Lam 2,15-16)
    //

    Nesse trecho vemos realizar-se os insultos ditos contra Cristo na cruz:

    “Os que passavam lançavam-lhe insultos, balançando a cabeça e dizendo: “Ora, você que destrói o templo e o reedifica em três dias,
    desça da cruz e salve-se a si mesmo! ”
    //

    Da mesma forma, os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei zombavam dele entre si, dizendo: “Salvou os outros, mas não é capaz de salvar a si mesmo.”
    Marcos 15:29-31
    //

    Maria esta associada a esse sofrimento de Cristo, pois ao zombar de seu Filho de alguma forma ofendiam sua Mãe.
    //

    E se zombavam abertamente e com prazer de Jesus, imagine se não zombaram também de sua Mãe, que diante de sua cruz mostrava apoio e amor ao seu Filho?
    //

    Seu coração clama ao Senhor.
    Ó muralha da filha de Sião,
    transborda dia e noite a torrente de tuas lágrimas!
    Não te dês descanso,
    e teus olhos não cessem de chorar!

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  13. EDMILSON disse:

    USO E CULTO DE VENERAÇÃO DE IMAGENS NA BÍBLIA POR ORDEM DE DEUS

    Exodo (25, 18-22):
    Farás dois querubins de ouro (IMAGENS); e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro,
    19. fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa.
    20. Terão esses querubins (IMAGENS) suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a tampa, sobre a qual terão a face inclinada.
    21. Colocarás a tampa sobre a arca e porás dentro da arca o testemunho que eu te der.
    22. Ali virei ter contigo, e é de cima da tampa, do meio dos querubins (IMAGENS) que estão sobre a arca da aliança, que te darei todas as minhas ordens para os israelitas.”

    Exodo 31,1-6:

    1. O Senhor disse a Moisés:
    2.“Eis que chamei por seu nome Beseleel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá.
    3. Eu o enchi do espírito divino (FABRICANTE DE IMAGENS) para lhe dar sabedoria, inteligência e habilidade para toda sorte de obras:
    4. invenções, trabalho de ouro, de prata, de bronze,
    5. gravuras em pedras de engastes, trabalho em madeira e para executar toda sorte de obras.
    6. Associei-lhe Ooliab, filho de Aquisamec, da tribo de Dã. E dou a sabedoria ao coração de todos os homens inteligentes, a fim de que executem tudo o que te ordenei;

    Numeros (21, 7-9):
    7. O povo veio a Moisés e disse-lhe: “Pecamos, murmurando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós essas serpentes.” Moisés intercedeu pelo povo,
    8. e o Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente (IMAGEM) e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.”
    9. Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze (VENERACAO DE IMAGEM), conservava a vida.

    1Reis 6, 18. 23-35
    18. Dentro do edifício o cedro era esculpido de coloquíntidas e flores abertas (IMAGENS); tudo era de cedro; não se via a pedra.
    (…)
    Fez no santuário dois querubins de pau de oliveira (IMAGENS), que tinham dez côvados de altura.

    24. Cada uma das asas dos querubins (IMAGENS) tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra.
    25. O segundo querubim (IMAGEM) tinha também dez côvados; os dois tinham a mesma forma e as mesmas dimensões.
    26. Um e outro tinham dez côvados de altura.
    27. Salomão pô-los no fundo do templo, no santuário. Tinham as asas estendidas, de sorte que uma asa do primeiro tocava uma das paredes e uma asa do segundo tocava a outra parede, enquanto as outras duas asas se encontravam no meio do santuário.
    28. Revestiu também de ouro os querubins (IMAGENS DE OURO).
    29. Mandou esculpir em relevo em todas as paredes da casa, ao redor, no santuário como no templo, querubins, palmas e flores abertas (IMAGENS).
    30. Cobriu de ouro o pavimento do edifício, tanto o do santuário como o do templo.
    31. Pôs à porta do santuário vigas de pau de oliveira; o seu enquadramento com as ombreiras ocupava a quinta parte da parede.
    32. Nos dois batentes de pau de oliveira mandou esculpir querubins, palmas e flores desabrochadas (IMAGENS), e cobriu-as de ouro; cobriu de ouro tanto os querubins como as palmas.
    33. Para a porta do templo fez vigas de pau de oliveira que ocupavam a quarta parte da parede,
    34. bem como dois batentes de madeira de cipreste, sendo cada batente formado de duas folhas móveis.
    35. Mandou esculpir nelas querubins, palmas e flores desabrochadas (IMAGENS), e cobriu tudo de ouro, ajustado às esculturas.

    1 Reis (7, 18-36. 40-45.51):
    Dispôs em círculo ao redor de cada uma das malhas duas fileiras de romãs (IMAGENS) , para ornar cada um dos capitéis que cobriam as colunas.

    19. Os capitéis, que sobremontavam as colunas no pórtico, tinham a forma de lírios (IMAGENS), com quatro côvados de altura.
    20. Os capitéis colocados sobre as duas colunas elevavam-se acima da parte mais grossa da coluna, além da rede; em volta dos dois capitéis, havia duzentas romãs dispostas em círculo.
    21. Hirão levantou as colunas no pórtico do templo; a coluna direita, que chamou Jaquin, e a esquerda, que chamou Boaz.
    22. Por cima das colunas pôs um trabalho em forma de lírio (IMAGENS). E assim foi acabada a obra das colunas.
    23. Hirão fez também o mar de bronze, que tinha dez côvados de uma borda à outra, perfeitamente redondo, e com altura de cinco côvados; sua circunferência media-se com um fio de trinta côvados.
    24. Por baixo de sua borda havia coloquíntidas em número de dez por côvado; elas rodeavam o mar, dispostas em duas ordens, formando com o mar uma só peça.
    25. Este apoiava-se sobre doze bois, dos quais três olhavam para o norte, três para o ocidente, três para o sul e três para o oriente. O mar repousava sobre eles, e suas ancas estavam para o lado de dentro.
    26. A espessura do mar era de um palmo; sua borda assemelhava-se à de um copo em forma de lírio (IMAGEM) ; sua capacidade era de dois mil batos.
    27. Fez também duas bases de bronze, tendo cada uma quatro côvados de comprimento, quatro de largura e três de altura.
    28. Eis como eram feitas essas bases: eram formadas de painéis e enquadradas de molduras.
    29. Nos painéis enquadrados de molduras, havia leões (IMAGENS) , bois e querubins (IMAGENS) , assim como nas travessas igualmente. Por cima e por baixo dos leões e dos bois (IMAGENS) pendiam grinaldas em forma de festões.
    30. Cada base tinha quatro rodas de bronze, com seus eixos de bronze, e nos quatro cantos havia suportes fundidos que sustinham a bacia, os quais estavam por baixo das grinaldas.
    31. A abertura para a bacia era no interior dos suportes, e os ultrapassava de um côvado de altura; era cilíndrica e seu diâmetro era de um côvado e meio; e era também ornada de esculturas. Os painéis eram quadrados e não redondos.
    32. Debaixo destes estavam as quatro rodas, cujos eixos eram fixados à base. Cada roda tinha um côvado e meio de altura,
    33. e era feita como as de um carro. Eixos, cambas, raios e cubos, tudo era fundido.
    34. Nos quatro ângulos de cada base encontravam-se quatro suportes que faziam parte da mesma base.
    35. A parte superior da base era de forma circular, tendo meio côvado de altura; seus esteios formavam com os painéis uma só peça.
    36. Nas placas dos seus esteios e dos painéis assim como no espaço livre entre estas, esculpiu querubins, leões, palmas e grinaldas circulares (IMAGENS) .
    (…)
    40. Hirão fez também caldeirões, pás e bacias. Hirão concluiu, pois, toda a obra que o rei Salomão lhe mandara fazer para o templo do Senhor:
    41. duas colunas, dois capitéis esféricos para o alto das colunas, duas redes para cobrir os capitéis esféricos que estão sobre as colunas;
    42. quatrocentas romãs (IMAGENS) para as redes, duas fileiras de romãs para cada rede, para cobrir os dois capitéis esféricos que estão no alto das colunas;
    43. dez pedestais e dez bacias sobre os pedestais;
    44. o mar, único, com os doze bois (IMAGENS) por baixo do mar;
    45. os caldeirões, pás e bacias. Todos esses objetos que Hirão fez por ordem do rei Salomão para o templo do Senhor, eram de bronze polido.
    (…)
    51. Assim foram concluídos todos os trabalhos empreendidos pelo rei Salomão para o templo do Senhor. E Salomão mandou então que se trouxesse tudo o que Davi, seu pai, tinha consagrado: a prata, o ouro e os utensílios, e colocou-os nas reservas do templo do Senhor.

    1 Reis 8, 5-11

    5. O rei Salomão e toda a assembléia de Israel reunida junto dele conservavam-se diante da arca. Sacrificavam tão grande quantidade de ovelhas e bois que não se podia contar.
    6. Os sacerdotes levaram a arca da aliança do Senhor para seu lugar, no santuário do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins (IMAGENS).
    7. Pois os querubins (IMAGENS) estendiam as suas asas sobre o lugar da arca, e cobriam por cima a arca e os seus varais.
    8. Estes varais eram de tal forma compridos, que se podiam ver as suas extremidades do lugar santo, diante do santuário, mas não de fora, e ali ficaram até o dia de hoje.
    9. Na arca só havia as duas tábuas de pedra que Moisés ali depusera no monte Horeb, quando o Senhor fez aliança com os israelitas, depois que saíram da terra do Egito.
    10. Quando os sacerdotes saíram do lugar santo, a nuvem encheu o templo do Senhor,
    11. de modo tal que os sacerdotes não puderam ali ficar para exercer as funções de seu ministério; porque a glória do Senhor enchia o templo do Senhor.

    Números 7, 89
    Quando Moisés entrava na tenda de reunião para falar com o Senhor, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório colocado sobre a arca do testemunho, entre os dois querubins (ORACAO DIANTE DE IMAGENS). E falava com o Senhor.

    Partiram da montanha do Senhor e caminharam três dias. Durante esses três dias de marcha, a arca da aliança do Senhor os precedia, para lhes escolher um lugar de repouso (PROCISSAO E VENERACAO) . (Números 10, 33)
    Quando a arca se levantava, Moisés dizia: “Levantai-vos, Senhor, e sejam dispersos os vossos inimigos! Fujam de vossa face os que vos aborrecem!” (PROCISSAO E VENRACAO) (Números 10, 35)

    Josue 3, 3-8

    3. dando ao povo esta ordem: Quando virdes a arca da aliança do Senhor, vosso Deus, levada pelos sacerdotes, filhos de Levi, deixareis vosso acampamento e vos poreis em marcha, seguindo-a (PROCISSAO DE IMAGENS – ARCA COM ANJOS).
    4. Haja entre vós e ela uma distância de dois mil côvados aproximadamente. Guardai-vos de vos aproximar dela. Isso para que possais conhecer o caminho por onde deveis ir, porque nunca passastes por ele.
    5. Josué disse ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor operará no meio de vós coisas maravilhosas.
    6. Depois falou aos sacerdotes: Tomai a arca da aliança e ide, adiante do povo. Eles tomaram a arca da aliança e caminharam à testa do povo.
    7. O Senhor disse a Josué: Hoje começarei a exaltar-te diante de todo o Israel, para que saibam que, assim como estive com Moisés, assim estarei contigo.
    8. Eis o que ordenarás aos sacerdotes que levam a arca da aliança: quando chegardes ao Jordão, deter-vos-eis junto às águas do rio.

    Josué rasgou suas vestes e prostrou-se com a face por terra até a tarde diante da arca do Senhor (VENERACAO), tanto ele como os anciãos de Israel, e cobriram de pó as suas cabeças. (Josué 7, 6)

    Quando a arca do Senhor entrou no acampamento, todo o Israel rompeu num grande clamor, que fez tremer a terra (CULTO DE VENERACAO). (I Samuel 4, 5)

    e pôs-se a caminho com toda a sua gente, indo a Baalé de Judá, para trazer dali a arca de Deus, sobre a qual é invocado (ORACAO DIANTE DE IMAGENS) o nome, o nome do Senhor dos exércitos, que se assenta sobre os querubins. (II Samuel 6, 2)

    Foi anunciado ao rei que o Senhor abençoava a casa de Obed-Edom e todos os seus bens por causa da arca de Deus ( IMAGENS SAGRADAS). Foi então Davi e fê-la transportar da casa de Obed-Edom para a cidade de Davi, no meio de grandes regozijos. (II Samuel 6, 12)

    O rei e todos os israelitas conduziram a arca do Senhor, soltando gritos de alegria e tocando a trombeta ( CULTO DE VENERACAO). (II Samuel 6, 15)

    Salomão despertou: foi um sonho. Voltando a Jerusalém, apresentou-se diante da arca da aliança do Senhor (ORACAO DIANTE DE IMAGENS) e ofereceu holocaustos e sacrifícios pacíficos; e deu um banquete a todos os seus servos. (I Reis 3, 15)
    O rei Salomão e toda a assembléia de Israel reunida junto dele conservavam-se diante da arca (ORACAO DIANTE DE IMAGENS). Sacrificavam tão grande quantidade de ovelhas e bois que não se podia contar. (I Reis 8, 5)

    Os sacerdotes levaram a arca da aliança do Senhor para seu lugar, no santuário do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins (IMAGENS). (I Reis 8, 6)

    Ante vosso santo templo prostrar-me-ei (VENRACAO AO TEMPLO), e louvarei o vosso nome, pela vossa bondade e fidelidade, porque acima de todas as coisas, exaltastes o vosso nome e a vossa promessa. Sl 137 (138),2

    Ezequiel 41,1. 17-26

    1. Depois (este homem) me fez entrar no templo, cujas pilastras mediu; tinham seis côvados de largura de um lado, e seis côvados de largura do outro lado, largura da tenda.
    O interior do templo, os vestíbulos do átrio, os limiares, as janelas gradeadas e as galerias em volta nos três lados diante dos limiares, eram forradas de madeira, do chão até as janelas, as quais estavam fechadas.
    17. Acima da porta, no interior e no exterior do templo, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo estava coberto de figuras (IMAGENS):
    18. (IMAGENS) querubins e palmas, uma palma entre dois querubins. Os querubins tinham duas faces:
    19. (IMAGENS) uma figura humana de um lado, voltada para a palmeira, e uma face de leão voltada para a palmeira, do outro lado, esculpidas em relevo em toda a volta do templo.
    20. Desde o piso até acima da porta, havia representações (IMAGENS) de querubins e palmeiras, assim como na parede do templo.
    21. A porta do templo era de ângulos retos. Diante do santuário, havia alguma coisa como um altar de madeira.
    22. Sua altura era de três côvados, enquanto a largura era de dois côvados. Havia ângulos (protuberantes); sua base e suas paredes eram de madeira. Disse-me o homem: É aqui a mesa que está diante do Senhor.
    23. O templo e o santo dos santos tinham cada um uma porta,
    24. e cada porta era de dois batentes, que tinham duas bandeiras, duas bandeiras para cada batente.
    25. Assim como nas paredes,(IMAGENS) querubins e palmeiras eram figurados nas portas do templo. Na fachada do vestíbulo no exterior, havia um anteparo de madeira.
    26. Havia janelas gradeadas e palmeiras (IMAGENS) de uma e outra parte, nos lados do vestíbulo, nas câmaras laterais do templo, e nos anteparos.

    Davi, com todo o Israel, subiu a Baala, em Cariatiarim de Judá, para trazer de lá a arca do Senhor Deus, do Senhor que tem seu trono sobre os querubins (DEUS USA IMAGENS), diante da qual seu nome é invocado ( ORACAO DIANTE DE IMAGENS). (I Crônicas 13, 6

    )
    A arca de Deus ficou durante três meses com a família de Obededom, na sua casa; e o Senhor abençoou a família de Obededom com tudo o que lhe pertencia. (I Crônicas 13, 14)

    Disse, então, Davi: A arca de Deus só pode ser carregada por levitas (VENERACAO), pois são eles que o Senhor escolheu para carregá-la e para servi-la perpetuamente. (I Crônicas 15, 2)

    Todo o Israel, ao fazer subir a arca da aliança do Senhor, soltava brados de júbilo, ressoando trombetas, trompas e címbalos, retinindo cítaras e harpas (CULTO DE VENERACAO). (I Crônicas 15, 28)
    Davi colocou, diante da arca do Senhor, levitas encarregados do serviço, que invocavam, celebravam e louvavam o Senhor, Deus de Israel (ORACAO DIANTE DE IMAGENS). (I Crônicas 16, 4)

    Os sacerdotes Banaias e Jaziel tocavam continuamente a trombeta diante da arca da aliança do Senhor (CULTO DE VENERACAO). (I Crônicas 16, 6)
    Davi deixou ali, diante da arca da aliança do Senhor, Asaf e seus irmãos para fazerem continuamente o serviço diante da arca (CULTO DE VENERACAO), segundo o seu dever de cada dia; (I Crônicas 16, 37)
    Aí estava o altar de ouro para os perfumes, e a Arca da Aliança coberta de ouro por todos os lados; dentro dela, a urna de ouro contendo o maná, a vara de Aarão que floresceu e as tábuas da aliança; em cima da arca, os querubins da glória (IMAGENS) estendendo a sombra de suas asas sobre o propiciatório. Mas não é aqui o lugar de falarmos destas coisas pormenorizadamente. (Hebreus 9, 4-)

    O insensatos gálatas! Quem vos fascinou a vós, ante cujos olhos foi apresentada a (IMAGEM) imagem de Jesus Cristo crucificado? (Gálatas 3, 1)

    1Sam 6, 3-11
    3. Se devolveis a arca do Deus de Israel, não a mandeis vazia, mas juntai a ela uma oferta expiatória. Se fordes curados, sabereis então por que sua mão não cessou de pesar sobre vós.
    4. Que oferta expiatória, perguntaram eles, devemos fazer? Responderam: (IMAGENS) Cinco tumores de ouro e (IMAGENS) cinco ratos de ouro, conforme o número dos príncipes dos filisteus, porque foi essa a praga que vos feriu a vós e aos vossos príncipes.
    5. Fazei, pois, (IMAGENS) figuras de vossos tumores e figuras de ratos que devastam a terra. Dai assim glória ao Deus de Israel; talvez retire ele a sua mão de cima de vós, de vosso deus e de vossa terra.
    6. Por que endureceis os vossos corações como os egípcios e o faraó? Estes só deixaram partir os israelitas quando o Senhor mandou os seus castigos sobre eles.
    7. Fazei um carro novo, escolhei duas vacas que aleitam, e que não tenham ainda levado o jugo, e metei-as no carro, depois de terdes preso os seus bezerros no curral.
    8. Colocareis no carro a arca do Senhor, juntamente com um cofre, no qual poreis todos os objetos de ouro (IMAGENS) que ofereceis como expiação; depois deixai-a partir.
    9. Segui-a com os olhos: se ela subir pelo caminho de sua terra, para as bandas de Bet-Sames, é o Senhor quem nos enviou esta praga; do contrário, conheceremos que não foi a sua mão que nos feriu, mas que tudo isto foi um simples acidente.
    10. Assim o fizeram. Tomaram duas vacas que aleitavam e prenderam-nas a um carro, pondo os seus bezerros no curral.
    11. Puseram no carro a arca do Senhor com o cofre que continha (IMAGENS) os ratos de ouro e as figuras dos tumores.

    Jz 18,31
    31. O ídolo de Micas (*) foi conservado entre eles durante todo o tempo que o santuário de Deus ficou em Silo.

    (*) Todo idolo deveria ser destruido,o conservaram como um simbolo de que Deus e maior que os idolos, logo, as imagens podem ser usadas como siimbolismo. Os idolos (deuses falsos) e que sao proibidos

    “17. o modelo dos garfos, das bacias e copos de ouro puro; dos vasos de ouro com o peso de cada vaso, dos vasos de prata com o peso de cada vaso;
    18. do altar dos perfumes, em ouro fino, com o peso; o modelo do carro, dos querubins de ouro que estendem suas asas para cobrir a arca da aliança do Senhor.
    Tudo isso, disse Davi, todos os modelos destas obras, foi o Senhor quem me ensinou por um escrito de sua mão.”

    (2 Cr 28,17-19)

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  14. EDMILSON disse:

    PORQUE MARIA É TÃO IMPORTANTE NA BÍBLIA? – REFLEXÕES BÍBLICAS

    Alguns afirmam que Maria aparece muito pouco na Bíblia e, por isso, ela não é importante. No entanto, o Espírito Santo nos deixou o necessário para vermos a importância dela e a Bíblia foi escrita por causa de Cristo, daí ele ser o centro de nossa fé e não Ela.

    //

    A importância de Maria para nós cristãos católicos está totalmente vinculada à divindade de Jesus.

    //

    Analisarei, aqui, algumas alusões bíblicas feitas a Maria, e os paralelos entre os símbolos do Antigo e o Novo Testamento relacionados a ela, ou nas quais vemos sua figura.

    //

    A GRANDIOSIDADE DE DEUS NO ANTIGO TESTAMENTO E EM MARIA:

    Lendo o Evangelho de João, vemos a afirmação de que Jesus é Deus, a Palavra por quem tudo foi feito:

    //

    1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

    /

    2 Ele estava no princípio com Deus.

    /

    3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

    /

    4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens;

    /

    14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. (Jo 1, 1-4.14)

    //////////////////////////////////

    Reconhecendo que Jesus é Deus , cheio de graça, verdade e glória, glória do unigênito do Pai, isso nos leva a pensar quão grandiosa não é essa mulher que foi escolhida para Mãe do Senhor, pois diz a escritura:

    //////////////

    …, habitará Deus com os homens na terra? Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter; quanto menos esta casa que tenho edificado! (2 Cron 6, 18)

    Ora, Maria conteve em seu seio Aquele” que o céu e o céu dos céus não podem conter”, o Deus de Israel, cujos atributos divinos são tão temíveis e sua grandiosidade majestosamente descritas na Bíblia:

    //

    20 E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum pode ver a minha face e viver.

    //

    ( Ex 33, 20)

    5 Os montes, como cerca, se derretem na presença do Senhor, na presença do Senhor de toda a terra. (Sl 97,5)

    //

    9 Pois tu, Senhor, és o Altíssimo sobre toda a terra; tu és sobremodo exaltado acima de todos os deuses. (Sl 97,9)

    //

    4 Mais que o ruído das grandes águas, mais que as vagas estrondosas do mar, poderoso é o Senhor nas alturas.(Sl 93,4)

    //

    6 Glória e majestade estão diante dele, força e formosura no seu santuário. (Sl 96,6)

    1 Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés. Que casa me edificaríeis vós? e que lugar seria o do meu descanso?.( Is 66, 1)

    //

    3 Deus veio de Temã, e do monte Parã o Santo. [Selá]. A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor.

    //

    4 E o seu resplendor é como a luz, da sua mão saem raios brilhantes, e ali está o esconderijo da sua força.

    //

    10 Os montes te vêem, e se contorcem; inundação das águas passa; o abismo faz ouvir a sua voz, e levanta bem alto as suas maos.

    //
    (Habac 3, 3-4.10)

    Se homem algum podia ver a face de Deus ( porquanto homem nenhum pode ver a minha face e viver ( Ex 33, 20)) ,

    //

    Então, Maria foi realmente Santíssima, pois deu sua própria genética, para a formação do seu Único Filho, Deus e homem.

    //

    E se Moisés resplandecia apenas porque falou com Deus face a face, Maria, então, deveria ser revestida de sol, como diz João, no Apocalipse:

    //

    29 Quando Moisés desceu do monte Sinai, trazendo nas mãos as duas tsbuas do testemunho, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, por haver Deus falado com ele.(Ex 34, 29)

    //

    1 E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. (Apo 12,1)

    //

    A ARCA E O TEMPLO SÃO FIGURAS DA VENERAÇÃO QUE DEVEMOS A MARIA

    Se pensarmos na preciosidade que era a Arca da Aliança, apenas porque guardava a Lei escrita pelo próprio Deus, ficamos a imaginar a preciosidade de Maria, que guardou Cristo, a Nova Lei por nove meses, funcionando como uma Arca da Aliança.

    //

    E, como vemos no texto mais abaixo, se uma caixa de madeira merecia tanta veneração pelo povo, quanto mais a que carregava carne e o sangue de Nosso Senhor, e o próprio Deus dentro de si:

    //

    28 Assim todo o Israel fez subir a arca do pacto do Senhor com vozes de júbilo, ao som de buzinas, trombetas e címbalos, juntamente com alaúdes e harpas. (1 Cron 15,28)

    //

    A Arca da Aliança era temida e reverenciada não só por Israel, era tão sagrada que aqueles que não a respeitavam eram castigados, imaginemos, assim, o respeito devido a Maria, Mãe de Nosso Senhor e Deus:

    //

    8 Levanta-te, Senhor, entra no lugar do teu repouso, tu e a arca da tua força. (Sl 132,8)

    //

    1 Os filisteus, pois, tomaram a arca de Deus, e a levaram de Ebenézer a Asdode.

    2 Então os filisteus tomaram a arca de Deus e a introduziram na casa de Dagom, e a puseram junto a Dagom.

    //

    6 Entretanto a mão do Senhor se agravou sobre os de Asdode, e os assolou, e os feriu com tumores, a Asdode e aos seus termos.

    //

    7 O que tendo visto os homens de Asdode, disseram: Não fique conosco a arca do Deus de Israel, pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus. (1 Sam 5, 1-2.6-7)

    //

    19 Ora, o Senhor feriu os homens de Bete-Semes, porquanto olharam para dentro da arca do Senhor; feriu do povo cinqüenta mil e setenta homens; então o povo se entristeceu, porque o Senhor o ferira com tão grande morticínio.

    //

    20 Disseram os homens de Bete-Semes: Quem poderia subsistir perante o Senhor, este Deus santo? e para quem subirá de nós? (1 Sam 6,19-20)

    //

    9 Quando chegaram a eira de Quidom, Uzá estendeu a mão para segurar a arca, porque os bois tropeçavam.

    //

    10 Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá, e o Senhor o feriu por ter estendido a mão à arca; e ele morreu ali perante Deus.

    //

    11 E Davi se encheu de desgosto porque o Senhor havia irrompido contra Uzá; pelo que chamou aquele lugar Pérez-Uzá, como se chama até o dia de hoje.

    12 Temeu Davi a Deus naquele dia, e disse: Como trarei a mim a arca de Deus?

    //

    13 Pelo que não trouxe a arca a si para a cidade de Davi, porém a fez retirar para a casa de Obede-Edom, o giteu.

    //

    14 Assim ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom, três meses em sua casa; e o Senhor abençoou a casa de Obede-Edom, e tudo o que lhe pertencia.

    (1 Cron 13, 9-14)

    //

    Algo parecido com as palvras de Davi ( Como trarei a mim a arca de Deus? ) disse Isabel diante de Maria Santíssima:

    //

    “Como pode vir a mim a Mãe de meu Senhor?” (Lc 1,43)

    E o Evangelho diz que Maria ficou em sua casa três meses até que ela foi “abençoada ” com o nascimento de João Batista.

    //

    Se Davi temeu a Deus pelo respeito devido a sua Arca da Aliança, quanto temor não devemos ter a Maria, não uma caixa de madeira, e sim a Mãe, que deu carne e o sangue de Nosso Senhor e Deus.

    //

    O respeito que os judeus tinham à Arca e ao Templo é o respeito que devemos ter a Santa Maria, Mãe de Deus, pois ela é Arca e Templo perfeito de Deus, Pai ,Filho e Espírito Santo (Lc 1,35).

    //

    Alguns trechos que mostram o poder e a reverência ao Templo de Deus, que nos levam a pensar na veneração que devemos ter para com Maria:

    1 Sucedeu, pois, que no ano quatrocentos e oitenta depois de saírem os filhos de Israel da terra do Egito, no quarto ano do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de zive, que é o segundo mês, começou-se a edificar a casa do Senhor.

    11 Então veio a palavra do Senhor a Salomão, dizendo:

    //

    12 Quanto a esta casa que tu estás edificando, se andares nos meus estatutos, e executares os meus preceitos, e guardares todos os meus mandamentos, andando neles, confirmarei para contigo a minha palavra, que falei a Davi, teu pai;

    //

    13 e habitarei no meio dos filhos de Israel, e não desampararei o meu povo de Israel.

    //

    22 Assim cobriu inteiramente de ouro a casa toda; também cobriu de ouro todo o altar do oráculo. (1 Re 6, 1.11-13.22)

    //

    10 E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a casa do Senhor;

    11 de modo que os sacerdotes não podiam ter-se em pé para ministrarem, por causa da nuvem; porque a glória do Senhor enchera a casa do Senhor. (1 Re 8, 10-11)

    //

    Nos trechos acima, vemos que a Casa do Senhor, o Templo de Jerusalém, é um lugar que seria a habitação de Deus no meio do povo de Israel, porém quando chegou a plenitude dos tempos,Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, (Gal 4,4).

    //

    Assim, Deus habitou com os homens no seio de Maria, fazendo dela sua casa.

    A ela, podemos atribuir a palavra do Salmo 132, 14, pois Deus desejou habitar em Maria:

    //

    Este é o lugar do meu repouso para sempre; aqui habitarei, pois o tenho desejado.(Sl 132,14)

    //

    Trecho parecido com “uma nuvem encheu a casa do Senhor;” , “a glória do Senhor enchera a casa do Senhor”, temos na Bíblia ao falar de Maria, ao dizer que “o Espírito Santo descerá sobre ti e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra” (Lc 1,35).

    ///////////////

    Imaginemos, então, será que essa mulher seria uma qualquer quando pensamos que tudo o que Deus fez e tocava no Antigo Testamento era sagrado e temível?

    ////////////

    Será que um Deus temível, diante do qual “os montes se derretem” (Sl 97,5), de quem a Escritura diz “Quem poderia subsistir perante o Senhor, este Deus santo?”(1 Sam 19,20), iria se encarnar no seio de uma mulher pecadora, qualquer ?

    //

    Se a escritura diz que o Deus santo não convive com o pecado, poderia ele se encarnar no seio do pecado, e receber a carne e o sangue de uma pecadora?

    //

    Alguns trechos da Bíblia que asseguram que Deus não convive com quem está em pecado e é impuro, encontramos nos Salmos:

    //

    Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?

    4 Aquele que é limpo de mãos e puro de coração; que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.

    5 Este receberá do Senhor uma bênção, e a justiça do Deus da sua salvação. (Sl 23, 3-5)

    //

    1 Quem, Senhor, habitará na tua tenda? quem morará no teu santo monte?

    2 Aquele que anda irrepreensivelmente e pratica a justiça, e do coração fala a verdade; ( Sl 14, 1-2)

    //

    “Quem do imundo tirará o puro? ninguém.” (Jó 14,4)

    Lendo esses trechos, que Mulher poderia ser a Mãe de Jesus, Nosso Senhor e Deus, se Ele é o Santo, Santo Santo?

    //

    Se diz a escritura: “Quem do imundo tirará o puro? ninguém.” (Jó 14,4), Como uma mulher impura daria à luz ao Senhor dos Céus?

    Como uma mulher marcada pelo pecado de Adão poderia dar à luz ao Verbo Divino e daria sua própria carne e sangue para que Ele se fizesse carne, se “todos os homens pecaram” ( Rom 5, 12)?

    //

    A Bíblia nos diz que Maria foi predestinada desde o início dos tempos (Ef 1, 4), (Gen 3,15), (Is 7,14) para ser a Mãe , “santa e irrepreensível diante dele em amor “(Ef 1, 4) de Nosso Senhor.

    //

    Em Efésios, Paulo nos diz que “o Senhor nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef 1, 5).

    //

    Desse modo, foi segundo o beneplácito da vontade de Deus que Maria fosse sua Mãe, pois cada um é “predestinado conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade” (Ef 1,10-11), fazendo-a pura e sem mancha de pecado.

    //

    MARIA É PURA E SEM MANCHA (IMACULADA)

    Se Deus mandou fazer uma Arca incorruptível (Ex 25, 10-11), (Deut 10,3), e exigiu reverência ao seu templo, sendo-o todo coberto de ouro (1 Re 6,22), quanto mais não exigiu pureza daquela que deveria dar carne, sangue, sua genética ao seu Filho.

    //

    Deus quis se fazer conhecer através da face de Maria, então essa mulher deve ter sido muito especial e para poder ser a Mãe de Deus tinha que ser pura, a mais Santa entre as mulheres.

    Deus se encantou com Maria como o Rei se encantou com Ester:

    Quem do imundo tirará o puro? Ninguém.
    Jó 14:4

    E o rei amou a Ester mais do que a todas mulheres, e ela alcançou graça e favor diante dele mais do que todas as virgens; de sorte que lhe pôs sobre a cabeça a coroa real, e afez rainha em lugar de Vasti. ( Est 2, 17)

    Assim também nos diz o Evangelho:

    “Bendita sois vós entre as mulheres “(Lc 1,42)

    Deus se encantou com Maria e a preparou para ser sua esposa, Mãe de seu Filho, sua irmã, sua filha predileta.

    Podemos ver no livro dos Cântico dos Cânticos, trechos relativos à relação entre Maria e Deus, que se encantou com a Virgem de Nazaré:

    Enlevaste-me o coração, minha irmã, esposa minha;enlevaste- me o coração com um dos teus olhares, com um dos colares do teu pescoço.(Cant 4,9)

    9 Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na.

    10 Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, imponente como um exército com bandeiras? (Cant 6,9-10)

    Maria é a imaculada, sem pecado, pois senão não poderia gerar e dar à luz um Deus Santíssimo e Altíssimo (Jó 14,4), pois o pecado não pode conviver com a graça de Deus (Sl 23, 3-5).

    De Maria, podemos dizer como diz o Cântico dos Cânticos:

    Eis que és formosa, ó amada minha, eis que és formosa; os teus olhos são como pombas.(Cant 1,15)

    Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas. (Cant 2,2)

    Tu és toda formosa, amada minha, e em ti não há mancha.(Cant 4,7)

    Formosa és, amada minha, como Tirza, aprazível como Jerusalém, imponente como um exército com bandeiras.(Cant 6,4)

    Como Maria foi pura, se a Bíblia diz que todos os homens pecaram e Jesus é que é o nosso redentor?

    Deus a preservou do pecado, em vista dos méritos antecipados de seu Filho, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef 1, 5),fazendo-a “santa e irrepreensível diante dele em amor “(Ef 1, 4) pois desde o início do mundo o plano da salvação foi traçado de que a descendência da mulher esmagaria a cabeça da serpente:

    15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. (Gen 3,15)

    E a descendência da mulher é tanto Maria, quanto Jesus, mostrando a união entre a Mãe e o Filho.

    A Mãe foi preservada pelos méritos do Filho, ou seja, Maria, assim como toda humanidade foi remida por Cristo, mas Ela,”predestinada conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade” (Ef 1,10-11), de um modo especial, por isso ela cantou:

    “Minha alma glorifica o Senhor e exulta meu Espírito em Deus,meu Salvador “(Lc 1, 46-47)

    //

    MARIA É SANTA POR OBSERVAR DA PALAVRA DE DEUS:

    Mesmo sendo preservada do pecado, Maria, assim como os anjos, deveria demonstrar sua fé e afirmar sua opção pela vontade de Deus, por isso, o Senhor enviou o Anjo Gabriel para anunciar-lhe o nascimento do Senhor.

    Naquele momento, Maria teve o seu direito de escolha, ela poderia ter demonstardo a falta de fé de Zacarias, castigado pelo Anjo Gabriel com a mudez:

    Disse então Zacarias ao anjo: Como terei certeza disso? pois eu sou velho, e minha mulher também está avançada em idade. (…) 20 e eis que ficarás mudo, e não poderás falar até o dia em que estas coisas aconteçam; porquanto não creste nas minhas palavras, que a seu tempo hão de cumprir-se. (Lc 1, 18.20)

    Maria escolheu não duvidar das palavras do Anjo por mais estranhas que parecessem e demonstrou sua fé na palavra de Deus:

    Disse então Maria. Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.(Lc 1,38)

    Por isso Maria é “proclamada Bem-aventurada por todas as gerações” (Lc 1,48) da Igreja, pois creu “nas coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas ” (Lc 1,45).

    Maria é Santíssima, não só porque deu à luz o Filho de Deus, mas antes pelo fato de ter acreditado na Palavra de Deus e a vivê-la, por isso ela foi a predileta entre as mulheres, como o próprio Jesus nos diz:

    //

    Ora, enquanto ele dizia estas coisas, certa mulher dentre a multidão levantou a voz e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que te amamentaste.

    28 Mas ele respondeu: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam. (Lc 11, 27-28)

    //

    A VIRGINDADE DE MARIA

    Por ser uma mulher sagrada, digna do mais alto respeito e veneração, como o era o Templo de Jerusalém e a Arca da Aliança, é fácil crer e aceitar a virgindade de Maria, pois o que é tocado por Deus, é só de Deus:

    1 Então me fez voltar para o caminho da porta exterior do santuário, a qual olha para o oriente; e ela estava fechada.

    2 E disse-me o Senhor: Esta porta ficará fechada, não se abrirá, nem entrará por ela homem algum; porque o Senhor Deus de Israel entrou por ela; por isso ficará fechada.

    (Ez 44, 1-2)

    //

    Por Maria, Cristo veio ao mundo, assim ela é uma porta sagrada e sua virgindade é o sinal dessa santidade e consagração:

    12 Jardim fechado é minha irmã, minha noiva, sim, jardim fechado, fonte selada.(Cant 4,12)

    15 És fonte de jardim, poço de águas vivas, correntes que manam do Líbano!(Cant 4,15)

    //

    14 Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel.(Is 7,14)

    //

    As palavras de Maria no Evangelho de Lucas, mais abaixo, deixam claro que, apesar de ser noiva, prometida a José, ela não tinha a intenção de “conhecer varão”, pois ela poderia concluir que logo teria um filho, assim que casasse:

    //

    Então Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, uma vez que não conheço varão? (Lc 1, 34)

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  15. EDMILSON disse:

    ORAÇÃO MARIANA DO SÉCULO III
    Fragmento papiráceo
    Em síntese: Em 1917 a Biblioteca John Ryland, de Manchester adquiriu no Egito um pequeno papiro, cujo conteúdo foi identificado em 1939; é o texto de uma oração dirigida a Maria Santíssima invocada como Theotókos (Mãe de Deus) no século III. Quando em 431 o Concílio de Éfeso proclamou Maria Theotókos, fez eco a uma tradição cujo primeiro termo conhecido remonta a Orígenes (243).

    * * *

    Em 1917 a Biblioteca John Ryland, de Manchester (Inglaterra), adquiriu no Egito um pequeno fragmento de papiro de 18 x 9,4 cm, que foi catalogado como Ryl. III, 470. Esse papiro apresenta uma oração mariana de grande importância tanto por seus dizeres como por sua data.

    Examinaremos, a seguir, o conteúdo do papiro e a respectiva datação.

    1. O conteúdo do papiro

    O texto do fragmento papiráceo foi editado em 1938, sem que se tivessem até então identificado os seus dizeres. Isto só foi feito no ano seguinte por F. Mercenier: este pesquisador verificou que se tratava da oração mariana conhecida e recitada ainda hoje com as palavras iniciais “Sob a vossa proteção” (Sub tuum praesidium… em latim). Embora o texto não esteja completo, mas deteriorado pelas intempéries dos séculos (coisa normal entre os papiros), o sentido das palavras pode ser depreendido com clareza e segurança.

    O texto, devidamente reconstituído, diz o seguinte:

    Sob a tua misericórdia nos refugiamos.

    Mãe de Deus!

    Não deixes de considerar as nossas súplicas

    em nossas dificuldades,

    Mas livra-nos do perigo,

    Única casta e bendita! A oração, redigida na primeira pessoa do plural, parece ser, por isto mesmo, pertinente ao uso da Liturgia. Comentemo-la, levando em conta as traduções da mesma existentes nas diversas tradições litúrgicas.Sob a tua misericórdia nos refugiamos… Uma das diferenças mais notáveis quando consideramos as versões recentes, está em que o antigo orante se refugiava debaixo da misericórdia de Maria, ao passo que o texto latino diz praesidium, proteção, asilo, defesa – o que parece ser mais sóbrio. A expressão “sob a tua misericórdia” se encontra nas versões bizantina, copta e ambrosiana, ao passo que a Liturgia síria reza mais enfaticamente ainda: “sob o manto da tua misericórdia”. Por sua vez, o rito etíope diz: “sob a sombra de tuas asas”.

    Alguns manuscritos latinos do século X traduzem literalmente: sub tuis visceribus, isto é, em tuas entranhas nos refugiamos. Esta versão faz ressoar um semitismo bíblico: a misericórdia é comparada às entranhas de uma mãe, que em seu íntimo defende e abriga seu filho. Na verdade, o vocábulo grego eusplanchían significaboas entranhas. Como se vê, o texto original põe em relevo a confiança filial e a índole afetiva das relações entre o cristão orante e a Santa Mãe de Deus.

    Theotókos. O título que comumente se traduz por “Mãe de Deus”, quer dizer, ao pé da letra: “Aquela que deu à luz Deus”, em latim Deipara. Este título professa que a pessoa que Maria deu à luz, é a pessoa do Filho de Deus ou a segunda Pessoa da SSma. Trindade na medida em que quis assumir a carne humana. Note-se que o vocábulo Theotóke é forma de vocativo; donde se depreende que a oração é dirigida a Maria, como expressão da grande antigüidade da devoção mariana no povo de Deus.

    Não deixes de considerar as nossas súplicas em nossas dificuldades. Ao pé da letra, o fiel pede a Maria: “não afastes de nossas súplicas o teu olhar”. Basta, pois, que a Mãe de Deus esteja atenta às nossas súplicas para que estejamos seguros. Não se trata, porém, de qualquer súplica, mas daquelas que brotam das dificuldades.

    Mas livra-nos do perigo. Observe-se que o texto atual desta prece menciona “os perigos”, ao passo que o papiro fala “do perigo”. Quem recua até o ambiente egípcio do século III, verifica que o perigo por antonomásia eram as perseguições movidas pelo Império Romano contra os cristãos. O historiador Eusébio de Cesaréia (+339), em sua História da Igreja, descreve a grande crueldade das perseguições havidas no Egito. Por conseguinte, pode-se crer que a comunidade que compôs tal oração em tempo de perseguição, recorria à proteção da misericórdia da Mãe de Deus. Se tal suposição é correta, vê-se que a oração refletia dramaticamente a alma do povo de Deus.

    Única casta e bendita! A exclamação final professa a virgindade de Maria Santíssima. O termo agne significa pura, casta, santa; além da virgindade, proclama a fidelidade de Maria à vontade de Deus.

    2. O problema da datação

    Os estudiosos concordam entre si ao afirmar a grande antigüidade do texto, mas oscilam entre o século III e o século IV.

    Os que preferem o século III valem-se de argumentos papirológicos (material sobre o qual se fez a escrita, tipo de letra, caligrafia…). Os partidários do século IV baseiam-se em razões de ordem doutrinária: o uso da expressão Theotókos, dizem, não se encontra antes do século IV. Todavia a pesquisa atenta das fontes literárias ou patrísticas leva a concluir claramente em favor do século III. Eis o que se pode apurar:

    Por volta de 428 Nestório, Patriarca de Constantinopla, rejeitou o costume, arraigado no povo cristão, de chamar Maria Theotókos; preferia falar deChristotókos (a que deu à luz o Cristo). Com isto Nestório queria pretensamente salvaguardar a humanidade completa de Cristo, mas na verdade estava separando o divino e o humano em Jesus e negando a verdadeira Encarnação. A réplica a Nestório não se fez esperar. São Cirilo, Bispo de Alexandria, sede tradicionalmente oposta a Constantinopla em questões cristológicas, assumiu a defesa do título Theotókos. O Concílio Geral de Éfeso em 431, valendo-se das palavras de Cirilo, declarou que os Santos Padres “não duvidaram chamar Theotókos a SSma. Virgem” – o que não queria dizer que a Divindade começou a existir a partir de Maria, mas que Aquele que nasceu de Maria, desde o seio materno está unido hipostaticamente ao Verbo de Deus.

    A controvérsia assim oriunda tem suas raízes em épocas anteriores. Com efeito; quando Nestório se pôs a negar o título Theotókos, encontrou-o já inveterado no povo de Deus, principalmente no Egito ou na região de Alexandria. Retrocedendo ao século IV encontramos o grande Bispo Atanásio de Alexandria, que por volta de 340 atribuiu algumas vezes o título Theotókos a Maria SSma., tanto nos seus escritos contra os arianos quanto na sua Vida de Antão.

    O antecessor de Atanásio na sede alexandrina, S. Alexandre, também usou tal título: numa de suas cartas afirma que o Verbo assumiu um corpo verdadeiro, e não aparente, de Maria, a Theotókos (PG 18, 568c).

    Em 300 foi eleito Bispo de Alexandria Pedro I: ao referir-se ao mistério da Encarnação, chama duas vezes Maria Theotókos (PG 18, 517b). Nem Pedro nem Alexandre nem Atanásio sentem a necessidade de justificar ou explicar o titulo – o que mostra que era tranqüilamente aceito pelo povo de Deus.

    Entrando agora no século III, notemos que o mártir alexandrino Piero (+300) cognominado Orígenes Júnior, escreveu um tratado sobre a Theotókos (Peri tes Theotókou), como refere Filipe de Side.

    Recuando mais ainda, registra-se uma observação do historiador Sócrates, o Escolástico, na sua História da Igreja: afirma que Orígenes de Alexandria (+254) no início do seu comentário sobre a epístola aos Romanos (redigido por volta de 243), elaborou ampla explicação do sentido que tem o termo Theotókos; em tal caso pode-se crer que Orígenes sentia a necessidade de explicar o título mariano. Infelizmente, porém, esse comentário da epístola aos Romanos se perdeu. O vocábuloTheotókos ocorre ainda em alguns textos de Orígenes cuja autenticidade é discutida (o fragmento 80 sobre Lucas é tido geralmente como genuíno). Há certamente algumas afirmações de Orígenes, em suas homilias sobre São Lucas, que sugerem tenha Orígenes, já na primeira metade do século III, chamado Maria SSma.Theotókos.

    Este título ocorre outrossim na obra As Bênçãos dos Patriarcas, de Hipólito de Roma (+235), que pode datar de fins do século II (julga-se, porém, que a referência ao titulo é devida a uma interpolação e não pertence à integridade do texto).

    Como quer que seja, pode-se reconstituir a série de autores alexandrinos que aplicam a Maria a designação Theotókos: Orígenes, Piero, Pedro I, Alexandre e Atanásio; tal série vai de 243 a 340, evidenciando a antigüidade do texto.

    Estes dados de literatura patrística são assaz significativos para que se possa atribuir a oração em pauta ao século III. É testemunho de que a piedade mariana desde remotas épocas existe no povo de Deus, pondo em relevo a figura maternal de Maria: Mãe de Deus feito homem e Mãe dos homens que seguem a Cristo perseguido e vencedor da morte.

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  16. EDMILSON disse:

    Maria no culto cristão do século 2 e 3
    /
    A LITURGIA PRIMITIVA

    Existem fontes que nos permite reconstruir o personagem culto clima são:
    – Liturgia (hinos orações, homilias, etc …);
    /
    – Gráfico (representações de cenas figurativas);
    //
    – Arqueológico (locais de culto, inscrições, etc …);
    //
    – Literatura (escritos dos Padres da Igreja).
    //

    Hinos marianos e homilias, no século 2 já existia
    ENTRE ELAS AS…
    Odes de Salomão” estão na tradição de hinos litúrgicos. A ode XIX, 6-11 famosa Maria na história da salvação.
    //

    A homilia “Na Páscoa” do escritor Melito de Sardes morto no ano 180 da era cristã.
    /
    Usa um termo “virgem” e, especialmente, a frase “Virgem” significa, neste contexto específico, a Mãe de Jesus e uma nuance religiosa, isto é, um sentido de reverência e respeito pelo milagre da maternidade divina e a Virgem Maria.
    //
    A frase “Este é o homem que nasceu de Maria, bom cordeiro” é muito importante no aspecto de adoração. No contexto de Êxodo 12, Melito planeja as características Virgem Maria, o Filho, o cordeiro pascal “,” sem defeito e sem mancha “(1Pd 1,19 cf Ex 12,5) Maria sempre foi vista como o. cordeiro puro e sem mácula “belo e bom”.
    //
    ISSO É FATO E MAIS…

    O Proto-Evangelho de Tiago data do ano 150 da era cristã.
    /
    E mais o Proto-Evangelho de Tiago é dedicado a Maria e sua glorificação, ao contrário de quem denegrida.
    //
    O autor tem uma consciência aguda da dignidade sublime da Mãe de Jesus, um profundo sentimento de reverência, de amor fiel que se manifesta por elogios frequentes.
    //
    Após as “bênçãos” do Novo Testamento (Lucas 1 28.30.42-43.45.48-49, 11, 27) são as “bênçãos litúrgicas” sobre Maria. O autor junta-se a salvação do anjo Gabriel e ele colocou sua boca sobre a bênção de Elizabeth.
    A Ave Maria nasceu.
    E MAIS…

    AS PRIMEIRAS ORAÇÕES MARIANAS NASCERAM MUITO ANTES DE CONSTANTINO EXEMPLO DISSO É A PROVA DA ARQUEOLOGIA DAS CATACUMBAS E DE MAIS DE 40 TESTEMUNHOS PATRÍSTICOS.
    //
    VEJA AQUI UMA PEQUENA PASSAGEM DE SÃO JUSTINO GRANDE ESCRITOR E APOLOGETA NASCIDO NO ANO 100 DA ERA CRISTÃ:

    Eve-Marie” : esta tipologia é proposta por Justino (Diálogo com Trifon 100),
    /
    e aperfeiçoada por Irineu (Contra as Heresias III, 22, 4). NO SÉCULO 2.
    VEJA UMA PEQUENA PASSAGEM:
    //

    – “Terra virgem” : a terra “virgem” do paraíso, ainda irrigada pela chuva ou trabalhado pela mão do homem (cf. Gn 2:05), que Adam foi demitido (veja Irineu Contra as Heresias III, 21. 9-10)
    mostra uma imagem do ventre virginal de Maria, que, sem a intervenção do homem, o corpo de Cristo foi moldada pela obra do Espírito Santo.

    Este símbolo mostra Marie profundamente envolta em mistério cósmico de Deus e, consequentemente, faz com que a reverência e respeito pelo respeito sagrado .

    Também existem traços de piedade mariana identificados pela arqueologia, já no século 2 e 3.
    NAS OBRAS DE UM
    Hierápolis (Turquia): A epígrafe de Abercius.
    Esse lema reflete o primitivo culto de Maria e da Igreja dar aos cristãos a Cristo Eucarístico para o alimento. Esta doutrina é expressa com linguagem respeitosa de adoração.
    EXISTEM FONTES EM
    //
    Jerusalém do culto ligado ao fim da vida terrena de Maria.
    A arqueologia encontrou em escavações textos antigos “Transitus Mariae” que indicam que houve no Getsêmani um culto judaico-cristã ligada ao fim da vida terrena de Maria, e isso é muito antes do Concílio de Nicéia.
    //

    Na cidade de Roma antes de Constantino já existia afrescos das catacumbas de Madonna e de uma Criança e a Adoração dos Magos.
    //

    E MAIS…
    Sub tuum praesidium: Sob o abrigo de Tua misericórdia
    //
    foi encontrado em 1917, perto de Alexandria, no Egito, um papiro contendo a oração em grego que a tradução é:
    Sob a tua misericórdia nos refugiamos, Mãe de Deus.
    Não rejeite nossas orações na necessidade
    mas livra-nos do perigo:
    só casta, tu uma bênção. ”
    //////////////////////

    Um antigo papiro
    Sobre os critérios externos paleografia observando o tipo de papiro, a forma de letras …) e os critérios internos observamos a doutrina, um dos principais especialistas, G. Giamberardini resume a opinião:
    ;;
    A crítica parece ser mais relutantes em aceitar como a data das últimas décadas de composição 3 º século (isto é, 280).
    //
    Julgamento Expert é que o papiro não pode ser mais tarde do que 3 e século , por exemplo um namoro já não se opor aos motivos de terminologia ou doutrina, porque é suficientemente demonstrado que o uso do termo Theotokos na comunidade de Alexandria já existia em três e século.
    //

    VEJA O CONTEXTO DESTA ORAÇÃO
    Enviada diretamente para a Virgin, é uma oração urgente à Mãe de Jesus chamada a partir de uma comunidade cristã em um tempo de tentações e perigos.
    //

    A área de Alexandria é uma das regiões mais evangelizados da época, evoca o evangelista Marcos e a tradição de Pedro, a Didaqué, a Tradição Apostólica … Provavelmente o Sub tuum praesidium ainda não apareceu do nada, mas Este é um fruto maduro de fé e piedade da Igreja egípcia, onde a figura de Orígenes se destaca († 253/254),
    //
    Orígenes chamada Maria “Mãe de Deus”. tropaire Este não é isolado no contexto de três e século. Este é um momento em que a distinção entre a liturgia e a piedade popular seria anacrônica. Esta oração nasce na vida e foi escrito para ser incorporado à liturgia.
    O que é extraordinário é o fato de que a comunidade egípcia virou-se para Maria.
    /////////
    E MAIS…

    A COMUNIDADE VIROU-SE PARA MARIA
    A comunidade percebe a relação entre Maria de Nazaré, Mãe de Deus e Jesus.

    Os autores estão cientes de que a Virgem está perto da comunidade em perigo. O tipo de perigo não for especificado (Perseguição? Inundações?) …
    //
    AQUI EXISTE:

    Três grandes verdades doutrinárias são expressos:
    – O ‘o único castos maternidade divina (” Mãe de Deus “), e virginal, a eleição especial de Deus (” O Abençoado “).
    //////
    – A intercessão misericordiosa (“em sua misericórdia nos refugiamos … salvar-nos.”
    – O papel de Maria no contexto litúrgico, onde geralmente a graça de Deus vem.
    //
    ENTENDA QUE

    Qualquer oração é baseado em um fundo bíblico:
    O “bem-aventurado” é uma expressão de Lucas,
    Oração “questões de perigo” e a versão ambrosiano “não colocar as nossas orações em tentação” é inspirado no Pai Nosso ensinado nos Evangelhos.
    //
    Estar no abrigo de Tua misericórdia “, como sob as asas”, evoca as asas da águia porta divina (Dt 32.11; Ex 19,4) e em casa (Sl 91, 4). Aqui é Maria casa: nunca se esqueça de que há no princípio bíblico de assimilação a Deus: “Sede santos porque eu sou santo” (Lv 19) …
    ////////////
    TAMBÉM

    A ORAÇÃO DE INVOCAÇÃO CONFIANTE NA VIRGEM MÃE DE DEUS .
    Esta oração é uma invocação coletiva para a Virgem Mãe de Deus e caráter litúrgico, que permite ver o costume, da comunidade cristã, para falar diretamente com a Virgem invocando a sua ajuda em tempos difíceis: Não rejeite as nossas orações em necessidade, mas o perigo, livrai-nos. ”
    //

    O texto do Sub tuum praesidium expressa uma rara confiança na intercessão eficácia da Virgem Maria: ela é a “Mãe de Deus”, “o único puro”, o “abençoado”, é uma comunidade cristã “refúgio de misericórdia.” Nele, a comunidade se sente seguro.
    //

    A ORAÇÃO TORNOU-SE TRADICIONAL
    Mais tarde, na Idade Média, encontramos esta oração como o Benedictus antífona, ou associada como Troparion para o Escritório das Completas, ela teve uma enorme expansão nos ritos do Oriente e do Ocidente.
    Na versão latina “da gloriosa Virgem.”
    //
    ISSO AQUI TUDO QUE POSTEI NÃO É TRADIÇÃO E SIM DOCUMENTOS QUE POSSUEM REGISTROS HISTÓRICOS E TESTEMUNHAS OCULARES DA ÉPOCA DOS FATOS QUE AINDA É COMPROVADO PELA ARQUEOLOGIA.
    //
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  17. Súplica á Mãe Santíssima
    Bittencourt Sampaio

    Anjo dos bons e mãe dos pecadores
    Enquanto ruge o mal, Senhora, enquanto
    Reina na sombra da angústia, abre o teu manto,
    Que agasalha e consola as nossas dores.

    Nos caminhos do mundo, há treva e pranto
    No infortúnio dos homens sofredores,
    Volve a Terra ferida de amargores
    O teu olhar imaculado e santo!

    Ó rainha dos Anjos, meiga e pura,
    Estende tuas mãos à desventura
    E ajuda-nos, ainda, mãe piedosa!

    Conduze-nos às bênçãos do teu porto
    E salva o mundo em guerra e desconforto,
    Clareando-lhe noite tormentosa…

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  18. EDMILSON disse:

    Efrém da Síria ou Efrém, o Sírio foi um prolífico compositor de hinos e teólogo do século IV.
    Nascimento: 306 d.C., Nusaybin, Turquia
    Falecimento: 9 de junho de 373 d.C., Edessa, Turquia
    ASSIM ESCREVEU SOBRE MARIA SANTO EFRÉM
    O corpo de Maria permaneceu virgem após o nascimento, o corpo não sabe a corrupção após a morte.
    Ela é a única que levou o Criador, tornou-se uma criança em seu ventre, ela agora vive nas moradas divinas, e a mulher de Deus entra na casa do céu.
    Ela viu seu próprio filho na cruz, e recebeu em seu corpo a dor que ela não sofreu durante o parto. Ela contempla sentado à direita do Pai, e ele não conhece a corrupção após a morte.
    Ele sente-se honrada por todas as criaturas como a mãe e serva de Deus.

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  19. EDMILSON disse:

    A Igreja impregnado pelo Espírito Santo, como Maria (Santo Ambrose nascido no ano 334 da era cristã.
    //
    NOTAS Santo Ambrósio é provavelmente o primeiro no Ocidente a estabelecer um paralelo tipológicas diretas entre Maria e a Igreja, entre Maria e todos os fiéis da Igreja, considerando a virgindade da fé e da fertilidade:
    “Nossa mãe [a Igreja] não tem um marido, mas ela tem um marido,
    porque
    bem como a Igreja de todos os fiéis de que a alma de cada
    é defendida pela Palavra de Deus, a sua esposa eterna, sem a despesa de decência, torna-se espiritualmente fecunda.
    Ela nos deu a vida
    não é uma obra do homem, mas pelo poder do Espírito Santo,
    não de dor, mas com a felicidade dos anjos.
    há ± um minuto ·
    //

    O nome de Maria, doce cheiro da graça divina

    “Ó Maria, seu nome é uma fragrância que se espalha o cheiro doce da graça divina. Deixe ele vir em cima de mim, perfume celestial que penetra até a última fibra da minha alma! ”

    Santo Ambrósio de Milão.

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  20. EDMILSON disse:

    Aristides de Atenas: Maria, a filha do homem

    Aristides de Atenas é um dos primeiros intelectuais cristãos que tiveram a coragem de apresentar Jesus Cristo ao povo de seu tempo.
    Em sua Apologia dirigida ao imperador Trajano (117-138), ele apresenta de forma concisa o nascimento do Filho de Deus Top:

    “[…] Ele desceu do céu e se encarnou de uma virgem judia e ele o Filho de Deus, viveu em uma filha do homem. ”
    (Apol 2.6)

    Na história da salvação, a maternidade virginal é um sinal de salva-vidas enviadas por Deus aos homens.
    O título de “filha do homem” é particularmente importante porque estando intimamente unidos com o título cristológico “

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  21. EDMILSON disse:

    Virgem fecundada pelo Espírito Santo, modelo da Igreja (Clemente de Alexandria † 215)

    Clemente fala de Cristo, que é o “professor” .
    A caminhar na fé, devemos ser como crianças para Cristo, que é o professor, sem essa atitude humilde que possamos avançar na fé.
    O cristão perfeito é uma criança que é, ele é guiado por Cristo.
    //
    Neste contexto, Clemente fala de Maria, modelo da Igreja:
    De acordo com o pensamento da época, leite materno, virgem, não. A mãe virgem não pode ter leite.
    Clemente fala de Maria, a mãe virgem que não leite, mas deu a Palavra, Clemente, em seguida, vai para a igreja, a mãe virgem que não tenha dado leite, mas dada a Palavra.
    //
    A Igreja, Maria é uma virgem, isto é, a liberdade de heresias, e está impregnada pelo Espírito Santo:
    “No entanto, se as mulheres dar à luz, tornando-se mães, tornam-se fontes de leite, Cristo, o Senhor, o fruto da Virgem, não tenha declarado beato seus seios, e ele não tentou alimentador: quando o Pai, cheio de amor e bondade para o homem derramou o orvalho de seus Logos, em seguida, tornou-se a si mesmo o alimento espiritual do virtuoso.
    O que é um mistério incrível!
    //
    Há um único Pai do universo, um Logos do universo e também um único Espírito Santo, em todos os lugares ao mesmo.
    Há também uma virgem se tornar mãe, e eu gosto de chamar a Igreja. A mãe só não tinha leite, porque ela por si só não se tornou mulher que ela é, ao mesmo tempo mãe e virgem, intocada como virgem, amar como uma mãe, ela chama seus netos e de enfermagem um leite sagrado, Logos infantes. Ela não tinha leite porque o leite era este menino bonito.

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  22. EDMILSON disse:

    TERTULIANO ESCRITOR E FILÓSOFO SEGUNDO SÉCULO.
    //

    Quando orar
    extrato Oração , 24-25, Tertuliano, citado em oração do pai.

    “Não há absolutamente nenhum domínio sobre as circunstâncias da oração Esta é a única regra recebido:.” Sempre orar e orar em todo lugar “(1 Timóteo 2, Mas, como orar em qualquer lugar, quando somos proibidos de orar. ? público Quando Paulo diz que “todos os lugares” apóstolo, ele quer dizer. quando é possível e mesmo necessário Sim, os apóstolos oram e cantam na prisão antes de seus guardas (Atos 16, 25) Paul oferece. O sacrifício de Cristo no barco, para aqueles que estão lá (Atos 27, 35). E ao fazê-lo, eles não fazem nada contra o que é ordenado.
    //

    Para os momentos de oração, é útil observar de fora certas horas. Quero dizer as horas que marcam os diferentes momentos do dia: nove da manhã, meio-dia e três horas da tarde. A Bíblia fala de e para ela, as horas são mais importantes do que outros. É cerca de nove horas, pela primeira vez, o Espírito Santo espalha os discípulos reunidos (Atos 2: 1-4). Ao meio-dia, Pedro foi montado no terraço para orar, quando em uma visão, ele vê um grande lençol cheio de animais imundos (At 10, 9-16). Cerca de três horas da tarde, Peter vai ao Templo de Jerusalém, com John e, em seguida, ele faz uma saúde paralisado (Atos 3: 1-10).
    //

    Obviamente, estas são histórias simples. Eles contêm nenhum comando para observar as horas de oração. Mas é bom, talvez, entender que essas histórias significar duas coisas: primeiro, eles nos convidam à oração, e ao mesmo tempo, eles quase nos forçar a nos separar de nossas ocupações para executar uma função como importante. Lemos que Daniel orou a essas horas, seguindo as instruções que foi dado a Israel (Daniel 6, 6). Então, nós, pelo menos, três vezes por dia, o amor que temos todos os três: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. É claro, devemos deixar de lado as orações obrigatórias. Estes, eles não estão apenas recomendada, que é nosso dever fazer quando o sol nasce e quando a noite cai. Mais cristãos devem rezar antes de comer, antes de ir para um mergulho. Na verdade, deveria atualizar e satisfazer o coração antes de o corpo. Coisas celestiais vir antes os da terra.
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  23. JUNIOR disse:

    A IGREJA CATÓLICA A IGREJA FUNDADA POR CRISTO

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  24. JUNIOR disse:

    COMO SE LIVRAR DOS PROTESTANTES

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  25. JUNIOR disse:

    RESPOSTAS AS SEITAS PROTESTANTES

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  26. JUNIOR disse:

    COMO SE REFUTAR PROTESTANTES

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  27. EDMILSON disse:

    Melito de Sardes extraído da Homilia sobre a Páscoa

    Melito, bispo de Sardes, na Lídia (Ásia Menor), morreu antes de 190. Ele estava envolvido em muitos debates de seu tempo, incluindo o gnosticismo fortemente denunciada.

    Este sermão está cheio de belas imagens para tentar dizer um grande mistério, sempre um novo mistério, a Ressurreição de Cristo, as primícias da nossa própria ressurreição já começou …

    “Entenda isso, meu amado: o mistério da Páscoa é o velho eo novo, temporário e eterno, corruptível e incorruptível, mortal e imortal.

    É velho por causa da lei, mas, novamente por causa da Palavra; provisória na medida em que é figurativa, mas porque dá a graça eterna; corruptível porque sacrificou uma ovelha, mas de incorruptível, pois contém vida do Senhor; mortal, pois o Senhor está enterrado no chão, mas imortal pela sua ressurreição dentre os mortos.

    Sim, a lei é antiga, mas a Palavra é nova, o valor é provisório, mas a graça é eterna: a ovelha é corruptível, mas o Senhor é incorruptível, que foi morto como o cordeiro, e ressuscitou como Deus .

    Porque ele foi levado como a ovelha ao matadouro , quando ele não era uma ovelha, ele é comparado com o cordeiro em silêncio , então ele não era um cordeiro. Na verdade, o número aumentou, ea verdade foi feito Deus substituiu o cordeiro, um homem substituiu as ovelhas neste homem, Cristo, que contém tudo.

    Assim, o sacrifício da ovelha e do rito da Páscoa ea letra da lei levou a Jesus Cristo para todos os que vieram para a antiga lei, e ainda mais na nova ordem.

    Desde a Lei tornou-se o Verbo, eo velho se tornou o novo (um ou outro de Sião e Jerusalém), o comando é transformada em graça, dado, na verdade, a Cordeiro se tornou o filho, a ovelha se tornou homem eo homem se tornou Deus. […]

    O Senhor é Deus, o homem vestido, sofreu pelo sofrimento, foi acorrentado a um que foi capturado, foi tentado para o culpado, foi enterrado por alguém que foi enterrado. Ele ressuscitou dos mortos e disse em voz alta: Quem vai jogar contra mim? Ela está na frente de mim Eu é que entregou o condenado, eu é que tornaram a vida na morte, era eu quem levantou a enterrada. Quem se atreve a me contradizer? Sou eu, diz ele, sou o Cristo, que destruiu a morte, que triunfou sobre o inimigo, que ligaram o inimigo poderoso que levou o homem para as alturas do céu, c ‘me, diz ele, sou o Cristo.

    Vinde, todas as famílias dos homens mergulhados no pecado, e receber o perdão dos pecados. Por isso é que eu sou o seu perdão, minha Páscoa da salvação, meu cordeiro sacrificado por você, eu sou o seu resgate, eu sou a sua vida, eu sou vossa ressurreição, eu sou a vossa luz, eu sou a tua salvação, eu sou seu rei. Eu é que te leva às alturas do céu, eu é que criá-lo, sou eu, você verá que é o Pai desde a eternidade, é que eu o ressuscitarei por minha mão poderosa “.

    (Homilia sobre a Páscoa, 2, 7, 65-71, Christian Fonte n º 123, p. 60-64, 120-122)

    Deus está além de todas as imagens, todas as palavras que podem ser usadas para tentar falar com ele, para tentar representar. Logo, dada a comparação, já é inútil, porque Deus não é a imagem que damos para tentar aproximar-se dEle, que é infinita. Como comparar um cordeiro aquele que não era um cordeiro , uma ovelha e comparar uma que não era? A figura é ultrapassado “comando transformado em graça, dado, na verdade, o cordeiro se tornou o filho, a ovelha tornou-se homem” e … “O homem tornou-se Deus!” A ressurreição é justamente a nova terra, o novo mundo, o homem novo , que recebeu o novo comando e entrou na novidade radical de Deus.

    Revive , além de todas as imagens fantásticas que nos assombram, também desenvolvido pela pintura, literatura apocalíptica é a re-raise , ressurgir, ressuscitar o homem, mas o “como” importante pouco: como projetar exatamente o que é o mistério de Deus? Sabemos que é apenas imagens, embora imperfeita e inadequada, para dizer o desejo do nosso coração, o desejo em si é o sinal mais evidente de Deus, que amou o homem. Deve ser uma vida inteira por ele para encontrar o Deus que se deixa ser encontrado por pegar o homem, mesmo no seu pecado que Deus, que nos amou até a morte, que vem a nós vida em nós, a vida real, e mesmo assim, todos nós passamos por morte, que viveu uma vida não tem fim …

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  28. Helen
    Como pode alguém contrair culpabilidade por atos que outrem cometera? Na justiça terrena, ocorre uma situação desta natureza por erro na investigação de um fato, ou por falsos testemunhos. No entanto, aquele que for condenado por um erro deste,adquire o seu direito a liberdade por inocente, quando surge a elucidação do acontecimento, como também faz jus a reparação pelo erro cometido pela justiça. Mas a Justiça Divina é plena, nunca falha.
    Maria fora escolhida para ser a mãe de Jesus, porque era uma mulher digna para trazer em seu ventre UM ESPÍRITO PLENO DE LUZ, AMOR E SABEDORIA, que, segundo a Bíblia, vinha sendo anunciado há muitos e muitos anos, Sempre orei e oro para Maria Santíssima, e sempre encontro conforto após minhas orações, sem ser preciso entrar em detalhes que, na verdade, desconhecemos.
    O mundo está necessitado de amor fraterno, o Amor que o Mestre Jesus tanto apregoou em seus ensinamentos, seria então importante aproveitar este mês dedicado ao ROSÁRIO para orar a Mãe Santíssima pela humanidade que se encontra envolta em um torvelinho, entregue à violência, às drogas, à corrupção, enfim aos crimes de toda natureza.
    Sei que a Eclésia Militans tem suporte suficiente para uma campanha de orações á Maria Santíssima pelo Planeta Terra.
    Abraços
    Dora

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    • Helen disse:

      Cara Dora,

      A resposta para sua pergunta está na Bíblia.
      O castigo de Adão e Eva não se restringiu a eles mas pela vontade de Deus, e como dito por Ele mesmo aos próprios culpados do ato de desobediência, eles e “sua herança” seriam punidos.
      Por isso, lê-se por toda a bíblia que nascemos culpados não por consequência do pecado pessoal, mas original. Ou seja, cometido na origem de tudo. Tanto no judaísmo como no cristianismo, essa doutrina é dogmática.

      “Suporte bíblico está em nos Ensinamentos de S. Paulo em Romanos 5:12–21 e 1 Corintios 15:22, no antigo testamento nos Salmo 51:5

      Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares.
      Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe. Salmos 51:4-5

      Não há o que discutir, para os Cristãos – o que não é o caso dos espíritas – a Bíblia é a Palavra inspirada. Tudo nela contido é infalível.

      Pax Domini,

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    • Renato disse:

      Como pode alguem dizer que le a Biblia ou falar sobre a Biblia,se pratica coisas contrarias ao que le esta escrito?
      Onde esta na Biblia que se deve orar a Maria?
      Onde esta na Biblia que devemos rezar o rosario?

      Por isso esta escrito:”Muitos Me buscam com os labios,mas seus coracoes estao longe do SENHOR.”
      Vcs nunca,mas mesmo nunca podem amar a Deus verdadeiramente.Vcs pensam que O amam,mas na verdade o dizeis que O amais,porque quereis satisfazer a carne.

      Religioes do mundo sao vento.Vento perdido e sem destino.
      Muitos serao chamados,mas poucos os escolhidos.

      Atentai no Senhor!
      Arrependai-vos de vossas inundicias.Se quereis ser enxertados,deveis seguir o Senhor e nao doutrinas loucas e com aparencias enganosas.
      Que o Senhor Jesus Cristo vos castigue e repreenda.

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  29. Renato disse:

    Enquanto vivermos debaixo do sol,ainda ninguem ressuscitou excepto Jesus Cristo.Por isso temos de aceitar que tambem Maria mae de Jesus Cristo ainda nao ressuscitou,ou seja tambem ela esta dormindo.
    Quando os apostolos do Senhor viram a Sua transfiguracao junto com outros como Abraao,temos de perceber que esse lugar nada tem a ver com o “tempo”deste mundo.
    Tambem Maria foi a mae de Jesus Cristo na terra,ou seja mae do filho do homem.
    Nunca pode ser a mae do Senhor Jesus Cristo Deus.
    Porque no ceu apenas existe o Pai e o Filho e Eles sao UM.
    O Espirito Santo significa o Espirito de Deus e quando actua tambem O podemos chamar de O Poder de Deus.

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    • Senhor Renato,

      Infelizmente o cristianismo sempre foi vítima de heresias, sendo assim, aproveite bem este estudo:

      Resumidamente, podemos dizer que Nossa Senhora é Mãe de Deus e não da divindade. Ou seja, Ela é Mãe de Deus por ser Mãe de Jesus, pois as duas naturezas (a divina e a humana) estão unidas em Nosso Senhor Jesus Cristo.

      A heresia de negar a maternidade divina de Nossa Senhora é muito antiga. Ela nasceu com Nestório, então bispo de Constantinopla.

      Mas, afinal, por que Nossa Senhora é Mãe de Deus?

      Vamos provar pela razão, pela Sagrada Escritura e pela Tradição que Nossa Senhora é Mãe de Deus.

      A pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Se perguntarmos a alguém se ele é filho de sua mãe, se esta verdadeiramente for a mãe dele, de certo nos lançará um olhar de espanto. E teria razão.

      O homem, como sabemos, é composto de corpo e alma, sendo esta a parte principal do seu ser, pois comunica ao corpo a vida e o movimento.

      A nossa mãe terrena, todavia, não nos comunica a alma, mas apenas o nosso corpo. A alma é criada diretamente por Deus. A mãe gera apenas a parte material deste composto, que é o seu ser. E como é que alguém pode, então, afirmar que a pessoa que nos dá à luz é nossa mãe?

      Se fizéssemos essa pergunta a qualquer pessoa sincera e instruída que não aceite que Maria é a mãe de Deus, ela mesmo responderia com tranqüilidade: “é certo, a minha mãe gera apenas o meu corpo e não a minha alma, mas a união da alma e do corpo forma este todo que é a minha pessoa; e a minha mãe é mãe de minha pessoa.

      Sendo ela mãe de minha pessoa, composta de corpo e alma, é realmente a minha mãe.”

      Apliquemos, agora, estas noções de bom senso ao caso da Maternidade divina de Maria Santíssima.

      Há em Jesus Cristo “duas naturezas”: a natureza divina e a natureza humana. Reunida, constituem elas uma única pessoa, a pessoa de Jesus Cristo.

      Nossa Senhora é Mãe desta única pessoa que possui ao mesmo tempo a natureza divina e a natureza humana, como a nossa mãe é a mãe de nossa pessoa. Ela deu a Jesus Cristo a natureza humana; não lhe deu, porém, a natureza divina, que vem unicamente do Padre Eterno.

      Maria deu, pois, à Pessoa de Jesus Cristo a parte inferior – a natureza humana, como a nossa mãe nos deu a parte inferior de nossa pessoa, o corpo.

      Apesar disso, nossa mãe é, certamente, a mãe da nossa pessoa, e Maria é a Mãe da pessoa de Jesus Cristo.

      Notemos que em Jesus Cristo há uma só pessoa, a pessoa divina, infinita, eterna, a pessoa do Verbo, do Filho de Deus, em tudo igual ao Padre Eterno e ao Espírito Santo. E Maria Santíssima é a Mãe desta pessoa divina. Logo, ela é a Mãe de Jesus, a Mãe do Verbo Eterno, a Mãe do Filho de Deus, a Mãe da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, a Mãe de Deus, pois tudo é a mesma e única pessoa, nascida do seu seio virginal.

      A alma de Jesus Cristo, criada por Deus, é realmente a alma da pessoa do Filho de Deus. A humanidade de Jesus Cristo, composta de corpo e alma, é realmente a humanidade do Filho de Deus. E a Virgem Maria é verdadeiramente a Mãe deste Deus, revestido desta humanidade; é a Mãe de Deus feito homem.

      Ela é a Mãe de Deus – “Maria de qua natus est Jesus”: “Maria de quem nasceu Jesus” (Mt 1, 16).

      Note-se que Ela não é a Mãe da divindade, como nossa mãe não é mãe de nossa alma; mas é a Mãe da pessoa de Jesus Cristo, como a nossa mãe é mãe de nossa pessoa.

      A pessoa de Nosso Senhor é divina, é a pessoa do Filho de Deus. Logo, por uma lógica irretorquível, Ela é a Mãe de Deus.

      A conseqüência da negação da maternidade divina é a negação da Redenção

      Agora, qual é o fundo do problema dessa heresia? Analisemos alguns pormenores e algumas conseqüências de se negar a maternidade divina de Nossa Senhora.

      O inventor da absurda negação foi Nestório, o indigno sucessor de S. João Crisóstomo, na sede de Constantinopla.

      A subtilidade grega havia suscitado vários erros a respeito da pessoa de Jesus Cristo!

      Sabélio pretendeu aniquilar a personalidade do Verbo. Ario procurou arrebatar a esta personalidade a áureola divinal; negaram os docetas a realidade do corpo de Jesus Cristo e os Apolinaristas, a alma humana de Cristo.

      Tudo fora atacado pela heresia, na pessoa de Nosso Senhor; mas a cada heresia que surgia a Igreja infalível, sob a direção do Papa de Roma, saia em defesa da única e imperecível verdade: da pessoa do Verbo divino contra Sabélio; da divindade desta pessoa, contra Ário; da realidade do corpo humano de Jesus, contra os Apolinaristas.

      Bastava apenas um ponto central para suportar o ataque da parte dos hereges: era a união das duas naturezas, divina e humana, em Jesus Cristo.

      Caberia a Nestório levantar esta heresia, e aos filhos de Lutero continuarem a defender este erro grotesco.
      Foi em 428 que o indigno Patriarca Nestório começou a pregar que havia em Jesus Cristo duas pessoas: uma divina, como filho de Deus; outra humana, como filho de Maria.

      Por isso conclui o heresiarca, Maria não pode ser chamada Mãe de Deus, mas simplesmente Mãe de Cristo ou do homem.

      Concebe-se o alcance de uma tal negação. Se as duas naturezas, a divina e a humana, não são hipostaticamente unidas em Nosso Senhor Jesus Cristo, de modo a formar uma única pessoa, desaparece a Encarnação e a Redenção, porquanto o Filho de Deus, não se tendo revestido de nossa natureza, não pode ser o nosso Redentor. Somente o homem Jesus sofreu. Ora, o homem, como ser finito, só pode fazer obras finitas. Logo, a Redenção não é mais de um valor infinito; Jesus Cristo não pode mais ser adorado, pois é apenas um homem; o Salvador não é mais o Homem-Deus. Tal é o erro grotesco que Nestório, predecessor de Lutero, não temeu lançar ao mundo.

      Ora, os protestantes não querem levar às últimas conseqüências a negação da maternidade divina de Nossa Senhora. Admitem em Jesus Cristo duas naturezas e uma pessoa, mas lhes repugna a união pessoal (hipostática) das duas naturezas na única pessoa de Jesus Cristo.

      Basta um pequeno raciocínio para reconhecer como necessária a maternidade Divina da Santíssima Virgem: Nosso Senhor morreu como homem na Cruz (pois Deus não morre), mas nos redimiu como Deus, pelos seus méritos infinitos. Ora, a natureza humana de Nosso Senhor e a natureza divina não podem ser separadas, pois a Redenção não existiria se Nosso Senhor tivesse morrido apenas como homem. Logo, Nossa Senhora, Mãe de Nosso Senhor, mesmo não sendo mãe da divindade, é Mãe de Deus, pois Nosso Senhor é Deus. Se negarmos a maternidade de Nossa Senhora, negaremos a redenção do gênero humano ou cairíamos no absurdo de dizer que Deus é mortal!

      Os protestantes, admitindo que Jesus Cristo nasceu de Maria – e não podem negá-lo, pois está no Evangelho (Mt 1, 16) -, devem admitir: que a pessoa deste Jesus é divina; que Nossa Senhora é a Mãe desta pessoa; que ela é, portanto, Mãe de Deus! É um dilema sem saída do ponto de vista racional.

      O Concílio de Éfeso:

      Quando o heresiarca Ário divulgou o seu erro, negando a divindade da pessoa de Jesus Cristo, a Providência Divina fez aparecer o intrépido Santo Atanásio para confundi-lo, assim como fez surgir Santo Agostinho a suplantar o herege Pelágio, e S. Cirilo de Alexandria para refutar os erros de Nestório, que haviam semeado a perturbação e a indignação no Oriente.

      Em 430, o Papa São Celestino I, num concílio de Roma, examinou a doutrina de Nestório que lhe fora apresentada por S. Cirílo e condenou-a como errônea, anti-católica, herética.
      S. Cirilo formulou a condenação em doze proposições, chamadas os doze anátemas, em que resumia toda a doutrina católica a este respeito.

      Pode-se resumi-las em três pontos:

      1) Em Jesus Cristo, o Filho do homem não é pessoalmente distinto do Filho de Deus;

      2) A Virgem Santíssima é verdadeiramente a Mãe de Deus, por ser a Mãe de Jesus Cristo, que é Deus;

      3) Em virtude da união hipostática, há comunicações de idiomas, isto é: denominações, propriedades e ações das duas naturezas em Jesus Cristo, que podem ser atribuídas à sua pessoa, de modo que se pode dizer: Deus morreu por nós, Deus salvou o mundo, Deus ressuscitou.

      Para exterminar completamente o erro, e restringir a unidade de doutrina ao mundo, o Papa resolveu reunir o concílio de Éfeso (na Ásia Menor), em 431, convidando todos os bispos do mundo.

      Perto de 200 bispos, vindos de todas as partes do orbe, reuniram-se em Éfeso. S. Cirilo presidiu a assembléia em nome do Papa. Nestório recusou comparecer perante os bispos reunidos.

      Desde a primeira sessão a heresia foi condenada. Sobre um trono, no centro da assembléia, os bispos colocaram o santo Evangelho, para representar a assistência de Jesus Cristo, que prometera estar com a sua Igreja até a consumação dos séculos, espetáculo santo e imponente que desde então foi adotado em todos os concílios.

      Os bispos cercando o Evangelho e o representante do Papa, pronunciaram unânime e simultaneamente a definição proclamando que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus. Nestório deixou de ser, desde então, bispo de Constantinopla.

      Quando a multidão ansiosa que rodeava a Igreja de Santa Maria Maior, onde se reunia o concílio, soube da definição que proclamava Maria “Mãe de Deus”, num imenso brado ecoou a exclamação: “Viva Maria, Mãe de Deus! Foi vencido o inimigo da Virgem! Viva a grande, a augusta, a gloriosa Mãe de Deus!”

      Em memória desta solene definição, o concílio juntou à saudação angélica estas palavras simples e expressivas: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte”.

      Provas da Santa Escritura

      Para iluminar com um raio divino esta verdade tão bela e fundamental, recorramos à Sagrada Escritura, mostrando como ali tudo proclama este título da Virgem Imaculada.

      Maria é verdadeiramente Mãe de Deus.

      Ela gerou um homem hipostaticamente unido à divindade; Deus nasceu verdadeiramente dela, revestido de um corpo mortal, formado do seu virginal e puríssimo sangue.

      Embora, no Evangelho, Ela não seja chamada expressamente “Mãe de Cristo” ou “Mãe de Deus”, esta dignidade deduz-se, com todo o rigor, do texto sagrado.

      O Arcanjo Gabriel, dizendo à Maria: “O santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1, 35), exprime claramente que ela será Mãe de Deus.

      O Arcanjo diz que o Santo que nascerá de Maria será chamado o Filho de Deus. Se o Filho de Maria é o Filho de Deus, é absolutamente certo que Maria é a Mãe de Deus.

      Repleta do Espírito Santo, Santa Isabel exclama: “Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?” (Lc 1, 43).

      Que quer dizer isso senão que Maria é a Mãe de Deus? Mãe do Senhor ou “Mãe de Deus” são expressões idênticas.

      S. Paulo diz que Deus enviou seu Filho, feito da mulher, feito sob a lei (Galat. 4, 4).

      O profeta Isaías predisse que a Virgem conceberia e daria à luz um Filho que seria chamado Emanuel ou Deus conosco (Is 7, 14). Qual é este Deus? É necessariamente Aquele que, segundo o testemunho de S. Pedro, não é nem Jeremias, nem Elias, nem qualquer outro profeta, mas, sim, o Cristo, o Filho de Deus vivo.

      É aquele que, conforme a confissão dos demônios, é: o Santo de Deus.

      Tal é o Cristo que Maria deu à luz.

      Ela gerou, pois, um Deus-homem. Logo, é Mãe de Deus por ser Mãe de um homem que é Deus e que, sendo Deus, Redimiu o gênero humano.

      A Doutrina dos Santos Padres, a Tradição:

      Tal é a doutrina claramente expressa no Evangelho, e sempre seguida na Igreja Católica.

      Os Santos Padres, desde os tempos Apostólicos até hoje, foram sempre unânimes a respeito desta questão; seria uma página sublime se pudéssemos reproduzir as numerosas sentenças que eles nos legaram.

      Citemos pelo menos uns textos dos principais Apóstolos, tirados de suas “liturgias” e transmitidas por escritores dos primeiros séculos.

      Santo André diz: “Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu.” (Sto Andreas Apost. in transitu B. V., apud Amad.).

      São João diz: “Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu à luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido à carne humana.” (S. João Apost. Ibid).

      S. Tiago: “Maria é a Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus” (S. Jac. in Liturgia).

      S. Dionísio Areopagita: “Maria é feita Mãe de Deus, para a salvação dos infelizes.” (S. Dion. in revel. S. Brigit.)
      Orígenes (Sec. II) escreve: “Maria é Mãe de Deus, unigênito do Rei e criador de tudo o que existe” (Orig. Hom. I, in divers.)

      Santo Atanásio diz: “Maria é Mãe de Deus, completamente intacta e impoluta.” (Sto. Ath. Or. in pur. B.V.).
      Santo Efrém: “Maria é Mãe de Deus sem culpa” (S. Ephre. in Thren. B.V.).

      S. Jerônimo: “Maria é verdadeiramente Mãe de Deus”. (S. Jerôn. in Serm. Ass. B. V.).

      Santo Agostinho: “Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus”. (S. Agost. in orat. ad heres.).

      E assim por diante.

      Todos os Santos Padres rivalizaram em amor e veneração, proclamando Maria: Santa e Imaculada Mãe de Deus.
      Terminemos estas citações, pela citação do argumento com que S. Cirilo refutou Nestório:

      “Maria Santíssima, diz o grande polemista, é Mãe de Cristo e Mãe de Deus. A carne de Cristo não foi primeiro concebida, depois animada, e enfim assumida pelo Verbo; mas no mesmo momento foi concebida e unida à alma do Verbo. Não houve, pois, intervalo de tempo entre o instante da Conceição da carne, que permitiria chamar Maria “Mãe de um homem”, e a vinda da majestade divina. No mesmo instante a carne de Cristo foi concebida e unida à alma e ao Verbo”.

      Vê-se, através destas citações, que nenhuma dúvida, nenhuma hesitação existe sobre este ponto no espírito dos Santos Padres. É uma verdade Evangélica, tradicional, universal, que todos aceitam e professam.

      Conclusão: Dever de culto à Mãe de Deus

      Maria é Mãe de Deus… é absolutamente certo. Esta dignidade supera todas as demais dignidades, pois representa o grau último a que pode ser elevada uma criatura.

      Oro, toda dignidade supõe um direito; e não há direito numa pessoa, sem que haja dever noutra.

      Se Deus elevou tão alto a sua Mãe, é porque Ele quer que ela seja por nós honrada e exaltada.

      Não estamos bastante convencidos desta verdade, porque, comparando Maria Santíssima com as outras mães, representamo-nos a qualidade de Mãe de Deus sob seu aspecto exterior e acidental, enquanto na realidade a base de sua excelência ela a possui em seu “próprio ser moral”, que influi em seu “ser físico”.

      Maria concebeu o Verbo divino em seu seio, porém esta Conceição foi efeito de uma plenitude de graças e de uma operação do Espírito Santo em sua alma.

      Pode-se dizer que a mãe não se torna mais recomendável por ter dado à luz um grande homem, pois isto não lhe traz nenhum aumento de virtude ou de perfeição; mas a dignidade de Mãe de Deus, em Maria Santíssima, é a obra de sua santificação, da graça que a eleva acima dos próprios anjos, da graça a que ela foi predestinada, e na qual foi concebida, para alcançar este fim sublime de ser “Mãe de Deus”: é a sua própria pessoa.

      Diante de tal maravilha, única no mundo e no céu, eu pergunto aos pobres protestantes: não é lógico, não é necessário, não é imperioso que os homens louvem e exaltem àquela que Deus louvou e exaltou acima de todas as criaturas?

      Se fosse proibido cultuar à Santíssima Virgem, como querem os protestantes, o primeiro violador foi o próprio Deus, que mandou saudar à Virgem Maria, pelo arcanjo S. Gabriel: “Ave, cheia de graça!” (Lc 1, 28).

      Santa Isabel: “Bendita sois vós entre as mulheres” (Lc 1, 42)

      Igualmente, a própria Nossa Senhora nos diz: “Doravante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada…” (Lc 1, 48).

      Todos esses atos indicam o culto à Nossa Senhora, a honra que lhe é devida.

      O Arcanjo é culpado, Santa Isabel é culpada, os evangelistas são culpados, os santos são culpados e 19 séculos de cristianismo também… Só os protestantes não…

      Desde os primórdios do Cristianismo, como já vimos, era comum o culto à Maria Santíssima.

      Em 340, S. Atanásio, resumindo os dizeres de seus antecessores nos primeiros séculos, S. Justino, S. Irineu, Tertuliano, e Orígenes, exclama: “Todas as hierarquias do céu vos exaltam, ó Maria, e nós, que somos vossos filhos da terra, ousamos invocar-vos e dizer-vos: Ó vós, que sois cheia de graça, ó Maria, rogai por nós!”

      Nas catacumbas encontram-se, em toda parte, imagens e estátuas da Virgem Maria.

      O culto de Nossa Senhora não é um adorno da religião, mas uma peça constitutiva, parte integral, e indissoluvelmente ligada a todas as verdades e mistérios evangélicos. Querer isolá-lo do conjunto da doutrina de Jesus Cristo é vibrar golpe mortal na religião inteira, fazê-la cair, e nada mais compreender da grandeza em que Deus vem unir-se às criaturas.

      Nossa Senhora é Mãe de Deus: “Maria de qua natus est Jesus!”

      Tudo está compendiado nesta frase. Maria, simples criatura; Jesus, Deus eterno; e a encarnação “de qua natus est”; afinal, a união indissolúvel que produz o nascimento, entre o Filho e a Mãe, a grande e incomparável obra-prima de Deus.

      Ele pode fazer mundos mais vastos, um céu mais esplêndido, mas não pode fazer uma Mãe maior que a Mãe de Deus! (S. Bernardo Spec. B.V. c 10). Aqui Ele se esgotou. É a última palavra de seu poder e de seu amor!

      Texto recebido por e-mail, não sei o autor. Contato: catequisar@yahoo.com.br

      Muito obrigado por esta oportunidade!

      Atenciosamente,

      Davidson (Professor de Ensino Religioso)

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    • A.Silva disse:

      Maria dormindo ?

      Então Jesus mentiu ao ladrão da cruz quando disse que ainda naquele dia ambos estariam no paraíso.

      E na transfiguração Elias e Moisés estavam bem vivos !

      E lembremos sempre: “Deus é Deus dos vivos e não dos mortos.”

      E não cometa o erro de dividir Jesus.

      Ora, Jesus olhou para o ladrão da cruz e viu seu arrependimento. Assim garantiu a ele que ainda naquele dia ambos estariam no paraíso.

      Sabendo que somente DEUS sonda corações, como foi possível ao homem Jesus sondar o coração do ladrão da cruz ?

      Ele o fez porque jamais deixou de ser Deus.

      Exatamente por isto o seu sacrifício é único.

      Pois Deus morreu no lugar dos homens. Não foi qualquer um de nós que morreu por uma causa, mas o Deus vivo encarnou e morreu na cruz para a redenção do gênero humano.

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    • Caro Renato
      Achei interessante a sua colocação, referindo-se a Maria, mãe de Jesus: “ela também está dormindo”. No meu entender, após o desencarne, os espíritos seguem a sua jornada conforme tenha sido a sua vivência no corpo físico. Pelo que se tem conhecimento, através de milênios de anos, é que Maria fora escolhida por Deus, e que sua maternidade fora anunciada por Anjos. Sendo assim, será que o seu Espírito, durante todo este espaço de tempo, encontra-se em estado letárgico?
      Se Ela fora a escolhida, deve ter sido por merecimento, pela sua pureza. Porque seu Espírito não teria nenhuma evolução para um despertar no outro mundo, com os princípios amoráveis que possuía durante a sua vida terrena? Cujos princípios lhe concederam a honra de ser a mãe de Jesus, o Cristo do Planeta Terra?
      Quanto a ‘Transfiguração de Jesus junto a Outros, como Abraão ,,,, que os Seus Apóstolos presenciaram, entendo que deve ter sido um momento ímpar, para estes, a prova da existência da vida após a morte, pois ali estavam o Verdadeiro Eu de Jesus, com Abraão e outros em Espíritos.
      Abraços
      Dora

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    • renato disse:

      Dora,
      Nao existe reencarnacoes!
      Existem sim demonios que vos estao iludindo.
      A biblia assim o ensina e ponto final.

      Quanto a Maria,ela sim ainda esta dormindo,ou seja para os vivos neste mundo ela ainda esta dormindo.
      Pode-nos parecer uma eternidade isso,porque enquanto aqui estivermos estamos todos sujeitos ao TEMPO que Deus criou para servir o mundo.
      Esta escrito que 1000 anos sao como um dia para o SENHOR.
      Tambem Jesus disse ao que estava ao lado Dele na cruz:”Hoje estaras comigo no paraiso”.
      Ora assim percebemos que esse condenado de fato ja esta com o SENHOR,porque se arrependeu de seu pecados e creu no SENHOR.
      Mas para nós que ainda ca estamos ele ainda esta dormindo.

      Nao podemos comparar este mundo em que vivemos sujeito ao Tempo,com o verdadeiro mundo espiritual de Deus.

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  30. Em momento algum pode-se conceber que um individuo seja responsável por erros cometidos pelos seus ancestrais, a ponto de continuar sofrendo para sempre, gerações e gerações, as consequências desses mesmos erros.
    Se atentar bem para a história de Adão e Eva, não encontraremos nenhum ato praticado por eles, que seja qualificado tão pecaminoso, tão horroroso, como algumas religiões definem, A atitude do Criador conforme consta na Bíblia, é de um Pai que passa a atribuir responsabilidades para seus filhos em virtude de ter chegado o momento de responderem pelos atos,
    Deus, um Ser Onipotente, Onisciente e Onipresente, não precisava testar as suas criaturas, mediante um ato proibitório, que viesse despertar o desejo ou a curiosidade de conhecer o fruto proibido.
    Em Gn. 3, 22 – 23 “Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem É COMO UM DE NÓS, sabendo o bem e o mal; ora para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,
    23 ” O Senhor Deus, pois o lançou fora do Édem para lavrar a terra de que fora tomado.”
    Se Deus disse que o homem tornou-se um ser como Ele, onde está então, esse estigma do pecado original? A Bíblia, embora com suas variadas traduções, não tece nenhum comentário acerca deste pecado. É um assunto que merece reflexão isenta de sentimentos sectaristas.
    Que o Mestre Jesus e Maria Santíssima ilumine a todos nós.
    Dora

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    • renato disse:

      Vcs falam de coisas sem entender.
      Muitos nao obedecem ao Deus verdadeiro,mas inventam um deus que lhes agrada,para assim se justificarem melhor.Sao vaidades sobre vaidades e orgulhos sobre orgulhos…
      Deveis sim praticar o que Deus vos manda fazer e deitar atencao a quem vos avisa e nao os detestar porque estao contra os vossos ensinamentos.
      A verdadeira Palavra de Deus por vezes para muitos se torna em espada.

      Nao existe mas,nem meios mas…
      Todos falam em Deus,mas isso nao passam de farsas para enganar.
      Nao existe religiao alguma que pratique o que na biblia esta escrito!
      Ora isso da que pensar…

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  31. EDMILSON disse:

    São Gregório de Nissa (Cesareia, Capadócia:330 -395): foi um Teólogo, místico e escritor cristão

    Gregório, bispo de Nissa, no dia em que é chamado episôzomenê na Capadócia e é a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo
    //

    Abertura: Davi aumenta a alegria da festa
    1. O que um companheiro doce de nossa vida na terra, como o profeta David! É em todos os caminhos da nossa vida, age com sabedoria em todas as idades e parte espiritual em cada etapa do nosso progresso. Ele se mistura com os jogos dos filhos de Deus, lutar com os homens, jovens educados e apoio na velhice. Há algo para todos, as armas dos soldados treinador atletas, ginastas da arena, a coroa dos vencedores, a alegria dos convidados ou a consolação funeral. Nada na vida é estranha à sua graça. Nossa oração seria forte sem a participação de David? E a festa seria sem a alegria trouxe o profeta? Podemos ver hoje em dia: a festa já é bom para nós, a contribuição do Profeta dá mais brilho, mesmo quando adicionado alegria salmos apropriado para o tema da festa.
    //
    Sl 23 (22): A alegria que nasce da vida de Deus em si mesmo
    Horizon para alcançar
    No primeiro dos Salmos, ele pede-lhe para ser a ovelha que pastam Deus conduz e não tem nenhum bem (23, 1). O Bom Pastor é também pasto, a água restante, comida, abrigo e caminho de guia (23, 2) é e dá a graça conforme o caso.
    //
    Iniciação Cristã
    A Igreja tira esta lição: você deve primeiro se tornar as ovelhas do bom pastor, liderada por uma boa catequese para pastagens e fontes de educação, a ser sepultados com Ele na sua morte pelo batismo, sem medo da morte, como esta não é a morte, mas uma sombra e uma imitação da morte. Ele diz que na verdade, se eu andar no meio da sombra da morte, não temerei o que me acontece como um mal, pois tu estás comigo. Então você consolar com a vara do Espírito (como o Consolador é o Espírito Santo) (23, 4). Ele fornece a mesa mística ele preparado para enfrentar os demônios (cf. 1 Cor 10, 21).
    //
    Eles foram os únicos que oprimidos as vidas dos homens com sua idolatria. Enfrentá-los aqui é a tabela do Espírito. Então ungir a cabeça do óleo do Espírito, acrescenta o vinho que alegra o coração (cf. Sl 103, 15) e inspira a alma que embriaguez sóbria, fazendo-o esquecer o efêmero considerar o eterno.
    A alegria da vida eterna
    Para quem provou esta embriaguez, em seguida, recebe a eternidade, em vez de uma vida acabou cedo, e ficar na casa de Deus é tão longo como o comprimento do dia (23, 6).
    //
    Salmo 24 (23): A maior alegria da contemplação do plano de salvação
    Para uma maior alegria
    2. Esta é a graça que ele compartilha com a gente no primeiro salmos. Em seguida, chamamos a alma mais e mais realizado alegria. Explicá-lo, fazê-lo, repetindo brevemente este salmo.
    a. O Senhor veio para salvar os homens
    Não é impossível
    O Senhor a terra e tudo o que nele (24, 1). O que ele era tão estranho, o homem, que o nosso Deus apareceu na terra e viveu com os homens (Ba 3, 38)? A terra é sua criação e, assim, o seu trabalho. Não é nem estranho nem improvável que o Senhor voltar para casa. Não é em um mundo alienígena, mas em que ele treinou a si mesmo, quando ele fundou a terra sobre os mares e foi moldada para permitir a passagem dos rios (24, 2).
    Foi necessário
    //
    Por sua presença entre nós? Para retirar-se das profundezas do pecado e levar montanha da realeza (24, 3), se você usar o seu estatuto como um char virtuosa para esta subida você. Porque você não pode acessar esta montanha sem ser acompanhado pelas virtudes devem ser as mãos inocentes longe da mancha do mal, ele também deve ter um coração puro, sem virar a alma para os ídolos ou para enganar seu próximo (24, 4 ). A bênção é a recompensa para a escalada. O Senhor conceda misericórdia que é reservado (24, 5). Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que estão ascendendo à altura da virtude e buscar a face do Deus de Jacob (24, 6).
    //
    b. Descida e exaltação do Senhor
    A descida do Senhor
    O resto do salmo é talvez o ensinamento evangélico mais sublime. O Evangelho, de fato disse à vida e conduta do Senhor na terra, mas este profeta sublime saiu de si mesmo, a não ser prejudicado pelo peso de seu corpo, e se misturaram com os poderes supercosmiques. Diz-nos as suas palavras, quando acompanhou o Senhor durante sua descente1 e ordenou que os anjos da terra ao redor – que foi confiada à vida humana – para abrir as portas dizendo cabeças, levantar as portas e lhe as portas eterna se exhaussez eo Rei da Glória (24, 7).
    //
    Mas como alguém que tem tudo nele, por onde passa, vai como quem a recebe – porque não só torna-se um homem com os homens, mas, logicamente, entre os anjos, ele condescende com a natureza – Devido a isso os porteiros pediu para mostrar a eles quem é este Rei da glória? É por esta razão que os poderes celestiais conhecê-los aquele que é forte e poderoso na batalha (24, ! aquele que vai resolver o governante da natureza humana em cativeiro e irá inverter o titular do poder da morte, que, após a destruição do último inimigo (1 Cor 15, 26), a humanidade é feita liberdade e paz.
    //
    A exaltação do Senhor
    Então [Salmo] usa as mesmas palavras (24, 9), como agora é realizado o mistério da morte, ganhou a vitória sobre o inimigo, que é desenhada como uma cruz troféu e mais uma vez está montada na altura, que leva cativo o cativeiro, que deu vida e do reino, estes excelentes presentes para os homens (cf. Ef 4, 8, Sl 68, 19). E nós precisamos de novas portas celestiais estão abertas para ele. Nossos guardas escoltando vez e ordenou que as portas do céu abertas para ele para que ele voltará a ser glorificado.
    //
    Mas não se sabe quem está vestida no vestido sujo da nossa humanidade e cujas roupas (cf. Is 63, 1) vermelho deriva da prensa de doenças humanas. Então, a pergunta é feita para aqueles que acompanham: Quem é este Rei da glória? Sua resposta é não: o forte, o herói de batalha, mas o Senhor de poderes (24, 10), que ganhou o poder sobre o universo, que resumiu tudo nele (cf. Ef 1, 10), que é em todos os sentidos (cf. Col 1, 18), que restaurou tudo na direção da primeira criação (cf. Act 3, 21), ele é o Rei da glória.
    //
    Exortação: Imitar o profeta Davi
    Veja como Davi fez esta festa mais doce para nós a sua própria alegria é misturado com a alegria da Igreja. Imitar por isso também, o Profeta, de modo que podemos imitar em seu amor de Deus, na bondade da sua vida, em sua paciência com aqueles que o odeiam, para que o ensinamento do Profeta mostra como viver de acordo com Deus na condução de nosso Senhor Jesus Cristo, ao qual seja glória para todo o sempre. Amém

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  32. EDMILSON disse:

    É FRUSTANTE VÊ TANTOS PROTESTANTES DE FUNDO DE QUINTAL!
    FALAREM TANTAS ASNEIRAS >
    //
    ALÉM DE SEREM SEMI ANALFABETOS BÍBLICOS E COLECIONADORES DE MENTIRAS FABULAS E DOCUMENTOS FALSIFICADOS CRIMINOSAMENTE.
    //
    OS HEREGES NEM SABE O QUE É UM DOGMA?
    ///
    PROTESTANTES BESTAS DO APOCALIPSE ENTENDA UMA COISA!
    TODO DOGMA SOBRE MARIA ESTÁ DENTRO DA BÍBLIA COMO SANTOS ,
    INTERCESSÃO É POR ISSO QUE NESSES 2000 MIL ANOS DE IGREJA NÃO EXISTE UM SÓ ERRO DOGMÁTICO.
    /////////////////////////////////////
    QUEM SE ACHAR QUE ESTOU ERRADO ENTRA NO BLOG QUE PASSEI E ME PROVE O CONTRARIO EU DOU 1 REAIS A CADA PERGUNTA CERTA.
    //////////////////////
    O PROBLEMA DOS PROTESTANTES SEMPRE SERÁ O MESMO COMODISMO, RACIONALISMO, FALSIFICAÇÕES IGREJAS COM TEORIA DA PROSPERIDADE ETC…
    ////////////////////////////////////
    HELEN PEGA MAS PESADO NAS RESPOSTAS EU SEI QUE VC PODE!
    NOS DEBATES HELEN MOSTRE OS FATOS E MANDA AS SEITAS PROTESTANTES QUE CONTESTAM TRAZER OS ARGUMENTOS DAS SUAS HERESIAS………………………………

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  33. Davidson Leandro Silva dos Santos disse:

    Bartolomeu I:

    A Igreja Católica considerou ser necessário instituir um novo dogma para a Cristandade mil e oitocentos anos depois da aparição do Cristianismo, porque ela aceitou um entendimento do pecado original – equivocada para nós Ortodoxos – segundo o qual o pecado original transmite uma mácula moral ou um responsabilidade legal aos descedentes de Adão, ao invés da abordagem reconhecida como correta pela fé Ortodoxa de que o pecado transmite a herança da corrupção, causada pela humanidade ter separado-se da graça incriada de Deus, o que o fez viver espiritualmente e na carne. A humanidade, moldada da imagem de Deus, com a possibilidade e o destino de ser semelhante a Deus ao escolher livremente o amor a Ele e a obediência aos Seus mandamentos, pode, mesmo depois da queda de Adão e Eva, tornar-se amiga de Deus em intenção; então Deus nos santifica, assim como santificou muitos dos progenitores antes de Cristo, mesmo que a plena realização do resgate da corrupção, isto é, sua salvação, tenha sido atingida depois da encarnação de Cristo e através dEle.

    Consequentemente, de acordo com a fé ortodoxa, Maria, a Santíssima Mãe de Deus não foi concebida isenta da corrupção do pecado original, mas amou a Deus acima de todas as coisas e obedeceu a seus mandamentos, assim recebendo a santificação de Deus através de Jesus Cristo que encarnou-se a partir dela. Ela O obedeceu como uma dos fiéis e se dirigiu a Ele com a confiança de uma mãe. A santidade e a pureza dela não foram maculadas pela corrupção, que ela recebeu do pecado original como todo ser humano, precisamente porque ela renasceu em Cristo como todos os santos, santificada acima de todos os santos.

    Sua restituição à condição anterior à da Queda não aconteceu necessariamente no momento da concepção. Acreditamos que aconteceu depois, como consequência nela do progresso da ação da graça divina incriada, na visitação do Espírito Santo, que causou a concepção do Senhor nela, purificando-a de toda mácula.

    Como já dito, o pecado original manifesta-se nos descendentes de Adão e Eva como corrupção, e não como responsabilidade legal ou mácula moral. O pecado trouxe corrupção hereditária e não uma responsabilidade legal hereditária, ou uma mácula moral hereditária. Consequentemente, a Panaguia foi vítima da corrupção hereditária, como toda a humanidade, mas com seu amor por Deus e com sua pureza – compreendida como uma dedicação imperturbável e sem hesitação no amor por Deus – ele conseguiu, pela graça de Deus, santificar-se em Cristo e tornar-se digna de ser a casa de Deus, como Deus deseja que todos nós seres humanos sejamos. Portanto, nós na Igreja Ortodoxa honramos a Toda-Santa Mãe de Deus acima de todos os santos, embora não aceitemos o novo dogma da sua Imaculada Conceição.

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    • Helen disse:

      Caro Davi,

      Ao responder ao seu comentário não entrarei no mérito específico do dogma em relação a Santidade de Maria e sua condição de criatura livre de pecados, mas contestarei sua argumentação quanto ao ensinamento da Igreja no que toca ao Pecado original.

      De fato a Igreja Católica ensina que o pecado original é herdado mas não como uma herança de responsabilidade legal ou moral, como o sr afirma. Há ai um mal-entendido em sua compreensão sobre o este ensinamento católico.

      Veja o que de fato diz a Igreja sobre o tema>

      P.29.6 Significação da doutrina sobre o pecado original

      §389 A doutrina do pecado original é, por assim dizer, “o reverso” da Boa Notícia de que Jesus é o Salvador de todos os homens, de que todos têm necessidade da salvação e de que a salvação é oferecida a todos graças a Cristo. A Igreja, que tem o senso de Cristo, sabe perfeitamente que não se pode atentar contra a revelação do pecado original sem atentar contra o mistério de Cristo.

      P.29.7 Transmissão do pecado original a todos os homens

      §404 De que maneira o pecado de Adão se tornou o pecado de todos os seus descendentes? O gênero humano inteiro é em Adão “sicut unum corpus unius hominis – como um só corpo de um só homem” Em virtude desta “unidade do gênero humano”, todos os homens estão implicados no pecado de Adão, como todos estão implicados na justiça de Cristo. Contudo, a transmissão do pecado original é um mistério que não somos capazes de compreender plenamente. Sabemos, porém, pela Revelação, que Adão havia recebido a santidade e a justiça originais não exclusivamente para si, mas para toda a natureza humana: ao ceder ao Tentador, Adão e Eva cometem um pecado pessoal, mas este pecado afeta a Natureza humana, que vão transmitir em um estado decaído. É um pecado que será transmitido por propagação à humanidade inteira, isto é, pela transmissão de uma natureza humana privada da santidade e da justiça originais. E é por isso que o pecado original é denominado “pecado” de maneira analógica: é um pecado “contraído” e não “cometido”, um estado e não um ato.

      P.29.8 Conseqüências do pecado original

      P.29.8.1 Conseqüências na história do homem

      §402 CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO DE ADÃO PARA A HUMANIDADE

      Todos os homens estão implicados no pecado de Adão. São Paulo o afirma: “Pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores” (Rm 5,19). “Como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, assim a morte passou para todos os homens, porque todos pecaram…” (Rm 5,12). A universalidade do pecado e da morte o Apóstolo opõe a universalidade da salvação em Cristo: “Assim como da falta de um só resultou a condenação de todos os homens, do mesmo modo, da obra de justiça de um só (a de Cristo), resultou para todos os homens justificação que traz a vida” (Rm 5,18).

      §403 Na linha de São Paulo, a Igreja sempre ensinou que a imensa miséria que oprime os homens e sua inclinação para o mal e para a morte são incompreensíveis, a não ser referindo-se ao pecado de Adão e sem o fato de que este nos transmitiu um pecado que por nascença nos afeta a todos e é “morte da alma”. Em razão desta certeza de fé, a Igreja ministra o batismo para a remissão dos pecados mesmo às crianças que não cometeram pecado pessoal.

      §404 De que maneira o pecado de Adão se tornou o pecado de todos os seus descendentes? O gênero humano inteiro é em Adão “sicut unum corpus unius hominis – como um só corpo de um só homem” Em virtude desta “unidade do gênero humano”, todos os homens estão implicados no pecado de Adão, como todos estão implicados na justiça de Cristo. Contudo, a transmissão do pecado original é um mistério que não somos capazes de compreender plenamente. Sabemos, porém, pela Revelação, que Adão havia recebido a santidade e a justiça originais não exclusivamente para si, mas para toda a natureza humana: ao ceder ao Tentador, Adão e Eva cometem um pecado pessoal, mas este pecado afeta a Natureza humana, que vão transmitir em um estado decaído. É um pecado que será transmitido por propagação à humanidade inteira, isto é, pela transmissão de uma natureza humana privada da santidade e da justiça originais. E é por isso que o pecado original é denominado “pecado” de maneira analógica: é um pecado “contraído” e não “cometido”, um estado e não um ato.

      §405 Embora próprio a cada um, o pecado original não tem, em nenhum descendente de Adão, um caráter de falta pessoal. É a privação da santidade e da justiça originais, mas a natureza humana não é totalmente corrompida: ela é lesada em suas próprias forças naturais, submetida à ignorância, ao sofrimento e ao império da morte, e inclinada ao pecado (esta propensão ao mal é chamada “concupiscência”). O Batismo, ao conferir a vida da graça de Cristo, apaga o pecado original e faz o homem voltar para Deus. Porém, as conseqüências de tal pecado sobre a natureza, enfraquecida e inclinada ao mal, permanecem no homem e o incitam ao combate espiritual.

      §406 A doutrina da Igreja sobre a transmissão do pecado original adquiriu precisão sobretudo no século V, em especial sob o impulso da reflexão de Santo Agostinho contra o pelagianismo, e no século XVI, em oposição à Reforma protestante. Pelágio sustentava que o homem podia, pela força natural de sua vontade livre, sem a ajuda necessária da graça de Deus, levar uma vida moralmente boa; limitava assim a influência da falta de Adão à de um mau exemplo. Os primeiros Reformadores protestantes, ao contrário, ensinavam que o homem estava radicalmente pervertido e sua liberdade anulada pelo pecado original: identificavam o pecado herdado por cada homem com a tendência ao mal (“concupiscentia”), que seria insuperável. A Igreja pronunciou-se especialmente sobre o sentido do dado revelado no tocante ao pecado original no segundo Concílio de Oranges, em 529, e no Concílio de Trento em 1546.

      §1250 Por nascerem com uma natureza humana decaída e manchada pelo pecado original, também as crianças precisam do novo nascimento no Batismo, a fim de serem libertadas do poder das trevas e serem transferidas para o domínio da liberdade dos filhos de Deus, para a qual todos os homens são chamados. A gratuidade pura da graça da salvação é particularmente manifesta no Batismo das crianças. A Igreja e os pais privariam então a criança da graça inestimável de tomar-se filho de Deus se não lhe conferissem o Batismo pouco depois do nascimento.

      §1607 Segundo a fé, essa desordem que dolorosamente constatamos não vem da natureza do homem e da mulher, nem da natureza de suas relações, mas do pecado. Tendo sido uma ruptura com Deus, o primeiro pecado tem, como primeira conseqüência a ruptura da comunhão original do homem e da mulher. Sua relações começaram a ser deformadas por acusações recíprocas sua atração mútua, dom do próprio Criador transforma-se relações de dominação e de cobiça; a bela vocação do homem e da mulher para ser fecundos, multiplicar-se e sujeitar a terra é onerada pelas dores de parto e pelo suor do ganha-pão.

      §1707 “Instigado pelo Maligno, desde o inicio da história o homem abusou da própria liberdade.” Sucumbiu à tentação e praticou o mal. Conserva o desejo do bem, mas sua natureza traz a ferida do pecado original. Tornou-se inclinado ao mal e sujeito ao erro:

      O homem está dividido em si mesmo. Por esta razão, toda a vida humana, individual e coletiva, apresenta-se como uma luta dramática entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas.

      §2259 O respeito à vida humana O TESTEMUNHO DA HISTÓRIA SAGRADA A Escritura, no relato do assassinato de Abel por seu irmão Caim, revela, desde o começo da história humana, a presença da cólera e da cobiça no homem, conseqüências do pecado original. O homem se tornou inimigo de seu semelhante. Deus expressa a atrocidade deste fratricídio: “Que fizeste? Ouço o sangue de teu irmão, do solo, clamar por mim. Agora, és maldito e expulso do solo fértil que abriu a boca para receber de tua mão o sangue de teu irmão” (Gn 4,10-11).

      §2515 No sentido etimológico, a “concupiscência” pode designar qualquer forma veemente de desejo humano. A teologia cristã lhe deu o sentido particular de moção do apetite sensível que se opõe aos ditames da razão humana. O Apóstolo Paulo a identifica com a revolta que a carne provoca contra o “espírito”. Provém da desobediência do primeiro pecado. Transtorna as faculdades morais do homem e, sem se pecado em si mesma, inclina-o a cometê-lo.

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      • Davidson Leandro Silva dos Santos disse:

        Sendo assim, o Dogma está desfeito! Não existe mais divergência neste aspecto entre a Igreja Romana e Ortodoxa. Isso é muito bom, estou torcendo para que haja a plena união dessas duas tradições católicas: oriental e ocidental.

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    • A.Silva disse:

      Prezado, o dogma não é uma novidade ou uma doutrina inventada, mas a ratificação de algo no qual já se acredita.

      Assim o povo não se perde. Sabendo sempre no que se deve crer, as pessoas não deixam de ouvir a Igreja, coluna e sustentáculo da verdade.

      Quem costuma deixar a Igreja por outras vozes é justamente quem não conhece ou não dá importância aos dogmas. Estes ficam de um lado para o outro, atrás de toda a novidade e ávidos por todo e qualquer vento de doutrina.

      Fique na paz,

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    • Bartolomeu I
      Cada vez que leio relatos sobre temas bíblicos, sinto que muitos de nós, ainda continuam a discutir fatos que fogem completamente à nosso exato conhecimento, face a elasticidade to tempo em que tais fatos ocorreram Se, todo o conteúdo da Bíblia fosse verdadeiro e sagrado, com certeza não daria margem a cada seguimento religioso propalar, de forma contudente, que suas interpretações são as corretas, Se as religiões vão mudando, ou acrescentando em seus dogmas, posicionamentos contraditórios aos que já havia previamente estabelecidos como suas verdades absolutas, o alicerce de seus fundamentos devem ter sido muito frágeis, e consequentemente carentes de veracidade.
      Será que DEUS, nosso CRIADOR, e JESUS O SUBLIME PEREGRINO, Nosso DIVINO MESTRE, têm estes pensamentos e sentimentos puramente materiais para com ADÃO, EVA e toda a humanidade?
      Será que o MAGNÂNIMO SENHOR ficou tão irado pela desobediência de Adão e Eva? E que esta falta fora tão pecaminosa para perdurar através do tempo como um estigma para toda a humanidade?
      Se nós, pobres humanos, temos muitas vezes a necessidade de agir com justiça e perdão para com o nosso semelhante, porque Deus não perdoaria e não usava de Justiça para com a falta de Adão e Eva?
      Será que ainda existem pessoas que se preocupam com o ESTADO DE PUREZA OU NÃO PUREZA de Maria Santíssima? Por qual motivo ainda persiste esta insensatez por parte de religiões?
      O mundo está precisando de orações para que haja PAZ Roguemos ao Senhor, a Maria Santíssima pelas pessoas que vivem em sofrimento pelo desespero, pelas enfermidades, pela fome, pelas Drogas, pelos crimes, pela falta de amor.
      Deus nos dê entendimento.
      Dora

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