O Cristão que não aceita a Comunhão e Intercessão dos Santos não “conhece” a Bíblia


As Escritura nos ensinam que todos os batizados foram revestidos de Cristo e, tornando-se uma só coisa com ele, são membros do seu Corpo, que é a Igreja. Ser cristão é estar incorporado, enxertado no Senhor Jesus ressuscitado:

“Todos vós, que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo… pois todos vós sois um só em Cristo Jesus” (Gl 3,27); “Vós sois o corpo de Cristo e sois seus membros, cada um por sua parte” (1Cor 12,27); “Nós somos muitos, mas formamos um só corpo em Cristo” (Rm 12,27). A união nossa com Cristo é tão forte e real, tão concreta e verdadeira, que Paulo fala que o cristão é batizado (=mergulhado) em Cristo, no Cristo, dentro de Cristo: “Não sabeis que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados?… Porque se nos tornamos uma só coisa com ele por uma morte semelhante à sua, seremos uma só coisa com ele também por uma ressurreição semelhante à sua” (Rm 6,3-9). A vida dos bem-aventurados no céu – e também já aqui na terra a vida de cada batizado – é vida em Cristo: “A graça de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6,23).

A ele estamos unidos como os ramos à videira, de tal modo que vivemos da sua mesma vida: “Eu sou a verdadeira videira e meu Pai é o agricultor… Permanecei em mim, como eu em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanece na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e eu nele produz muito fruto; porque sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15,1.4-5).

O cristão é aquele que permanece em Cristo, que vive não mais por si mesmo, mas por Cristo. A seiva, a vida nova da qual vivem os cristãos é o próprio Espírito Santo do Senhor Jesus ressuscitado, recebido no batismo: “Aquele que se une ao Senhor, constitui com ele um só Espírito” (1Cor 6,17); “Pois fomos todos batizados num só Espírito para ser um só corpo… e todos bebemos de um só Espírito” (1Cor 12,13). De tal modo isto é verdadeiro, real, que Paulo exclamava: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20); “Para mim o viver é Cristo…” (Fl 1,23). Cristo está de tal modo presente no cristão e este é de tal modo enxertado em Cristo e nele incorporado, que fazia o Apóstolo afirmar: “A vossa vida está escondida com Cristo em Deus” (Cl 3,2). E falar também do mistério de Deus que é “o Cristo em vós, a esperança da glória” (Cl 1,27). Aparece assim claramente que os batizados – particularmente os que estão na Glória, ou seja, os Santos  – são uma só coisa com Cristo, estão em Cristo, foram «con-formados» com Cristo, são membros de Cristo, que é Cabeça de todos. Não há, para aqueles que estão na Glória, outra vida que não a de Cristo e em Cristo!

Ora, o Espírito de Cristo ressuscitado em nós, fazendo-nos uma só coisa com o Senhor Jesus, suscita em nós os bons sentimentos e as boas obras: tudo de bom que pensamos e fazemos é suscitado pelo Espírito Santo em nós: “É Deus quem opera em vós o querer e o operar” (Fl 2,13). É exatamente porque cremos em Cristo, porque estamos unidos a ele e nele estamos enxertados e incorporados pelo Batismo, que podemos realizar as obras da fé, daquela fé que atua pela caridade (cf. Gl 5,6). Quando rezamos, não somos nós que rezamos: quem ora em nós, quem louva em nós e intercede em nós é o próprio Espírito do Cristo Jesus ressuscitado: “Assim também o Espírito socorre a nossa fraqueza. Pois não sabemos o que pedir como convém; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis e aquele que perscruta os corações sabe qual é o desejo do Espírito; pois é segundo Deus que ele intercede pelos santos” (Rm 8,26-27). É por isso que, já aqui na terra, pedimos aos nossos irmãos que intercedam por nós. Dizemos uns aos outros: «Fulano, reze por mim!» O próprio Novo Testamento recomenda que rezemos uns pelos outros (cf. 2Cor 1,1; Ef 1,16; 6,19; Fl 1,4; Cl 4,12; 1Ts 1,2; 1Ts 5,25; 1Tm 2,1; Tg 5,16). Pedimos a oração de um irmão batizado porque sabemos que ele ora em Cristo, que esse irmão é uma só coisa com Cristo, já que é membro do seu Corpo e vive do Espírito do Senhor ressuscitado, de modo que já não é ele quem ora, mas é Cristo que ora nele como Mediador único entre nós e Deus.

Com nossos irmãos que estão na Glória acontece o mesmo. A morte não nos separa do amor de Cristo nem dos irmãos, não rompe a comunhão entre os que estão com o Senhor, no céu, e nós, peregrinos: “Estou convencido de que nem a morte nem a vida… nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8,38-39). No Senhor todos vivem e permanecem unidos no amor. Se a morte interrompesse uma tal comunhão em Cristo isso significaria que ela – a morte – seria mais forte que o amor, que a vida e que a vitória do Senhor Jesus. Mas, não! Cristo é mais forte que a morte e o inferno: “Morte, onde está a tua vitória? Morte, onde está o teu aguilhão?” (1Cor 15,55).

Desse modo, nossos irmãos que estão com Cristo (cf. Fl 1,23) na Glória, são plenamente membros do Corpo do Cristo, vivem do Espírito do Cristo ressuscitado e participam da única mediação de Cristo! É Cristo quem intercede neles, de modo que a intercessão dos Santos, amigos de Cristo, nada mais é que uma admirável manifestação do poder e da fecundidade da única mediação do Senhor Jesus. Ele é o único Mediador, que inclui na sua mediação única todos os que são uma só coisa com ele por serem membros do seu Corpo. A mediação do Senhor Jesus não é mesquinha: é única, mas não é exclusivista: ela inclui todos nós: não é exclusiva, mas inclusiva! Caso contrário, nem nós, que vivemos ainda neste mundo, poderíamos rezar uns pelos outros, já que isso é também uma forma de mediação.

Assim, é em Cristo, como seus membros, no seu Espírito, que os Santos intercedem ao Pai. A intercessão dos Santos nada mais é que uma manifestação da única intercessão do Senhor Jesus, que, sendo rico e potente, suscita em nós a capacidade de participar da sua única mediação. Os nossos irmãos na Glória são aquela nuvem de testemunhas de que fala a Epístola aos Hebreus: “Portanto, também nós, com tal nuvem de testemunhas ao nosso redor, rejeitando todo o fardo e o pecado que nos envolve, corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, com os olhos fixos nAquele que é o Autor e Realizador da fé, Jesus” (Hb 12,1-2). São eles que, a exemplo dos primeiros santos mártires, participando da mediação única do Senhor Jesus, e nessa única mediação, suplicam em nosso favor, como membros de Cristo: “Vi sob o Altar as vidas dos que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho que dela tinham prestado. E eles clamaram em alta voz: ‘Até quando, ó Senhor Santo e Verdadeiro, tardarás a fazer justiça, vingando nosso sangue contra os habitantes da terra?’” (Ap 6,10).

Certamente, como aquela que mais esteve unida a Cristo Senhor neste mundo e na glória, a Virgem Maria participa de um modo todo especial dessa única mediação de Cristo…

Fica claro que uma coisa é certíssima: a Igreja de Cristo, ao ensinar que os nossos irmãos do céu, os Santos, intercedem por nós, mostra o quanto a única mediação de Cristo é fecunda e eficaz… de tal modo fecunda e eficaz, que nela nos inclui e dela nos faz participantes! Não se trata, portanto, nem de concorrência, nem de competição e nem mesmo de uma mediação paralela à mediação única de Cristo. Também não se trata de uma escadinha de mediadores: os Santos seriam mediadores junto a Cristo e Cristo é o Mediador junto ao Pai. Não! Há um só Mediador! Todos os outros apenas participam da única mediação do Cristo Jesus, nossa Cabeça e nossa santificação. Se participamos desta mediação única é exatamente porque, pelo Batismo, recebemos a plenitude de Cristo: “Nele aprouve a Deus fazer habitar toda a plenitude e reconciliar por ele todos os seres” (Cl 1,19). E da sua plenitude todos nós recebemos graça sobre graça! (Jo 1,16).

Atenção! É errado pensar que os Santos intercedem por nós informando a Deus sobre nossas necessidades – como se Deus não as conhecesse! – ou convencendo Deus a mudar sua opinião. É errado e herético pensar que a Virgem Maria e os Santos intercedem por nós a Deus de modo independente de Cristo ou ao lado de Cristo! A Virgem e os Santos intercedem por nós em Cristo, como membros do seu Corpo e em união com a santíssima vontade do Senhor Jesus, nosso único Intercessor junto do Pai!

Para completar tudo quanto aqui foi dito, é muito útil transcrever trechos da declaração de um grupo de teólogos anglicanos, luteranos, reformados (todos protestantes!), ortodoxos e católicos reunidos em nome de suas igrejas na ilha de Malta, nos dias 8-15 de setembro de 1983:

1. Todos reconhecemos a existência da Comunhão dos Santos como comunhão daqueles que na terra estão unidos a Cristo, como membros vivos do seu Corpo Místico. O fundamento e o ponto central de referência desta comunhão é Cristo, o Filho de Deus feito homem e Cabeça da Igreja (cf. Ef 4,15-16), para nos unir ao Pai e ao Espírito Santo.

2. Esta comunhão, que é comunhão com Cristo e entre todos os que são de Cristo, implica uma solidariedade que se exprime também na oração de uns pelos outros; esta oração depende daquela de Cristo, sempre vivo para interceder por nós (cf. Hb 7,25).

3. O fato mesmo de que, no céu, à direita do Pai, Cristo roga por nós, indica-nos que a morte não rompe a comunhão daqueles que durante a própria vida estiveram unidos em Cristo pelos laços da fraternidade. Existe, pois, uma comunhão entre os que pertencem a Cristo, quer vivam na terra, quer, tendo deixado os seus corpos, estejam com o Senhor (cf. 2Cor 5,8; Mc 12,27).

4. Neste contexto, compreende-se que a intercessão dos Santos por nós existe de maneira semelhante à oração que os fiéis fazem uns pelos outros. A intercessão dos Santos não deve ser entendida como um meio de informar Deus das nossas necessidades. Nenhuma oração pode ter este sentido a respeito de Deus, cujo conhecimento é infinito. Trata-se, sim, de uma abertura à vontade de Deus por parte de si mesmo e dos outros, e da prática do amor fraterno.

5. No interior desta doutrina, compreende-se o lugar que pertence a Maria Mãe de Deus. É precisamente a relação a Cristo que, na Comunhão dos Santos, lhe confere uma função especial de ordem cristológica… Maria ora no seio da Igreja como outrora o fez na expectativa do Pentecostes (cf. At 1,14). Quaisquer que sejam nossas diferenças confessionais (=de religião), não há razão alguma que impeça de unir a nossa oração a Deus no Espírito Santo com a liturgia celeste, e de modo especial com a Mãe de Deus.

Este documento é assinado por teólogos e pastores luteranos, anglicanos, reformados, bem como por teólogos ortodoxos e católicos!
Conclusão: no culto e oração dos Santos nada há que fira a unicidade da mediação, da santidade e da glória de Cristo! É ele, Autor da santidade, que é grande e admirável nos seus Santos!

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Sobre Hellen

Católica militante, expatriada, mãe e arquiteta e estudante de Direito. Quando há tempo, engajada na "missão" de defender a fé católica e evangelizar aos irmãos católicos, especialmente aqueles afastados da Santa Fé . I am an expat architect, law student and Catholic mommy who's taken on blogging. I've doing this for a few years now and I'm totally hooked up. All for the Glory of God!
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10 respostas para O Cristão que não aceita a Comunhão e Intercessão dos Santos não “conhece” a Bíblia

  1. Não há qualquer fundamento neotestamentário capaz de sustentar ambas as doutrinas: intercessão dos “santos” na glória, bem como do purgatório. Ambas são antibiblicas!!

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    • Caro Antonio Sergio,

      Não que bíblia é essa que vcs andam lendo… vejamos! vou citar literalmente o que está na bíblia.

      Intercessão a Deus de anjo em prol de pecadores e pagãos:

      “Ouvi, então, o anjo das águas dizer: Tu és justo, tu que és e que eras o Santo, que assim julgas. Porque eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, tu lhes deste também sangue para beber. Eles o merecem.” (Ap 16,5-6)

      Intercessão a Deus dos santos no céu:

      “Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários.E clamavam em alta voz, dizendo: Até quando tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra?” (Ap 6, 9-10)

      “Quando recebeu o livro, os quatro Animais e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um uma cítara e taças de ouro cheias de perfume (que são as orações dos santos)”. ( Ap 5,8) (etc)

      Mais claro que isso é impossível! A não ser que vc não aceite o livro de apocalipse como neotestamentário…

      Portanto seria vão continuarmos… de certo que, o que está literalmente na bíblia vc nega… imagina citar livros da qual vcs não aceitam – que por sinal é outro erro protestante.

      Paz e graça

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    • Antonio Sergio Costa

      aconselho a ler o artigo acima: “O Cristão que não aceita a Comunhão e Intercessão dos Santos não “conhece” a Bíblia”- antes de postar qualquer coisa…

      A fé que vem do homem cega pra verdade, mas a FÉ que vem de Deus abre os horizontes da visão.

      Como é comum vcs protestantes julgar sem se quer procurar saber o que julga. Lamentável!

      paz do Senhor

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    • Hellen disse:

      Sim, há! No livro do Apocalipse como provou o Wagner Paulo…

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    • Luiz disse:

      Olá Antônio Sérgio

      Em relação à Bíblia temos que entender o que está escrito e o que a Bíblia quer dizer pois a Palavra de Deus > Bíblia . Jesus quando esteve na Terra foi o Logos ( Palavra), Deus quando falou com Moisés usou a Palavra e nso dois casos ainda a Bíblia Cristã ainda não estava pronta, só lembrando e tem a Bíblia como Palavra então repare que a Palavra é anterior a Bíblia. E foi a Santa Tradição que montou a Bíblia pois a Bíblia NÃO é a autoridade pois a ação de Deus vem antes da mesma e tal ação Divina como Providência Divina age na Santa Igreja e sem tal ação não seria possível nem ter a Bíblia e nem interpreta-lá corretamente pois não adianta só ler a Bíblia é presciso se entender o que se le.

      Os santos estão VIVOS no Céu, pois não tem sentido as almas no Céu ficarem estáticas e totaLmente paradas o tempo todo então elas louvam a Deus e intercedem sim.

      Quanto ao Purgatório veja em I Corinthios 3:15 onde diz que as almas passam através ou seja por dentro do fogo.

      Um abraço

      Luiz

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  2. Gabi M disse:

    Olá, compreendi o pensamento mas fica minha duvida. Pois com o mesmo raciocínio de vocês não chego as mesmas conclusões.
    Ainda não compreendo uma coisa, se no céu ainda como parte do corpo de Cristo, a ideia do do texto é de que sendo nós parte do corpo de Cristo pedindo aos intercessores seria a mesma coisa que pedir para Jesus não é? se é a mesma coisa, pois um habita no outro, não é mais fácil pedir então para Jesus diretamente? não se faz aí nenhuma distinção! É como dizer -“Jesus habita neste anjo”. Então você está pedindo diretamente para Jesus, logo, não está pedindo ao anjo (intercessor) mas para o pai que habita nele. De qualquer modo estou pedindo no fim das contas para Jesus, o anjo lá no céu não vai ficar intercedendo por mim, pois ele é parte de Cristo, então todos fazem parte de Cristo como vocês mesmo dizem, então não damos nomes aos anjos, pois todos são enfim JESUS.
    E seguindo a lógica de vocês: Qual a importância então se o anjo foi alguém canonizado ou não? no céu não são todos santos? porque faria alguma diferença eu pedir para certo anjo e para o outro não? Deus não ama mais um anjo do que o outro.
    com todo respeito,
    Paz de Cristo.

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    • Hellen disse:

      Em primeiro lugar, não importa se o fiel é canonizado ou não. Esse é apenas um modo concreto de afirmar para a Igreja na terra a certitude da salvação de um particular fiel.

      Eu responderei a sua pergunta com outra:
      Se nós, santos viventes, intercedemos uns pelos outros, por que a sua estranheza que se peça ao santos no céu que façam o mesmo?

      Se a prece dos justos na terra têm grande valor (efeito), como afirma o santo apóstolo Tiago, mais ainda as daqueles que se encontram no Céus, onde já não mais podem pecar!

      Entenda as palavras de São Pedro: Somos uma nação santa e compartilhamos do sacerdócios de Cristo. No antigo testamento o Sacerdote era o mediador entre o povo de Israel e Deus.

      Cristo, o é o sumo-Sacerdote, e como parte Dele, toda a nação santa – a Igreja – de Deus pode intercer a Deus, com Cristo, por Cristo e em Cristo.

      Lembrado que intercer não é mediar. A nossa Salvação somente Jesus media diante de Deus.

      Pax Domini

      Hellen

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  3. EDMILSON disse:

    HELEN VEJA COMO É MUITO SIMPLES EXPLICAR O PURGATÓRIO AOS PROTESTANTES.

    VAMOS LÁ

    Suponha que um amigo ou colega de trabalho chega para você e diz:
    “A Igreja Católica tem esta doutrina maciça de purgatório, inventado na idade média. A Igreja utilizado até mesmo para vender indulgências para encurtar seu tempo no purgatório por um número fixo de dias. Essa doutrina é baseada em livros que não pertencem ao Bíblia. há nenhum lugar ou região em vida após a morte para os salvos, exceto o céu. há dor no pós-vida, e no minuto morremos vamos para o céu, como diz Paulo: “Para estar ausente do corpo é estar presente com Cristo, “orando por pessoas do purgatório não faz sentido. Pior de tudo, ele infringe a suficiência da obra de Cristo. Ela é completamente anti-bíblica.

    Veja aqui o que você deve dizer?
    Bem, a primeira coisa que você deve dizer é: “Uau! Devagar! Um argumento de cada vez, ok?”

    Em seguida, passar por cima de seus argumentos com ele individualmente. . .
    1. “A Igreja Católica tem esta doutrina maciça do purgatório”.
    Isto é completamente falso. Como ilustração disso, a seção sobre o purgatório no Catecismo da Igreja Católica é de apenas três parágrafos longos (CCC 1030-1032). Em essência, há apenas três pontos sobre o assunto que a Igreja Católica insiste: (1) que há uma purificação após a morte, (2) que esta purificação envolve algum tipo de dor ou desconforto, e (3) que Deus ajuda aqueles nesta purificação em resposta às ações dos vivos.
    Entre as coisas da Igreja se não insistir em são as idéias que o purgatório é um lugar ou que é preciso tempo, como veremos a seguir.

    2. “Tecnologia na Idade Média.”
    A idéia de que o purgatório é uma invenção tardia é igualmente falso. Na verdade, ele tem sido parte da verdadeira religião desde antes da época de Cristo. Ele é testemunhada não só em como 2 Macabeus, que por si só testemunhas da fé (veja abaixo), mas em outros pré-cristãs livros judaicos, assim, como A Vida de Adão e Eva , que fala de Adão ser libertado de purgatório no último dia.
    Ele também fez parte da verdadeira religião nos dias de Jesus, como os escritos do Novo Testamento mostra. E tem sido parte da verdadeira religião, desde o dia de Cristo, como os escritos dos Padres da Igreja show (ver o panfleto Respostas Católica: “Os pais sabem melhor: Purgatório”).
    Não só os católicos acreditam neste final de purificação, mas a Igreja Ortodoxa Oriental faz tão bem (embora muitas vezes não usam o “purgatório” termo para isso), assim como os judeus ortodoxos. Na verdade, hoje em dia, quando uma pessoa é judia ente querido morre, ele reza uma oração conhecida como Qaddish do enlutado por onze meses após a morte para a purificação da pessoa amada.
    Porque a doutrina do purgatório foi realizada por pré-judeus cristãos, pós-cristã judeus, católicos e ortodoxos orientais, ninguém pensou em negá-lo até a Reforma Protestante e, assim, apenas protestantes negam hoje.

    3. “A Igreja costumava até mesmo vender indulgências para encurtar seu tempo no purgatório por um número fixo de dias.”
    Quanto a esse argumento, o primeiro ponto que realmente lida com a questão das indulgências, o que é uma questão em separado (ver a minha peça, “Uma cartilha sobre Indulgências”). Se quisermos realmente ouvir o que os católicos têm a dizer para si, um assunto deve ser tratado em um momento, e não vários ao mesmo tempo em algum tipo de “chumbo grosso” para a apologética.
    Segundo, as indulgências foram nunca vendido. Ao mesmo tempo, por um período de talvez 200 anos, foi possível dar uma doação para alguma causa, como um orfanato ou fundo de construção da igreja, como uma das formas em que uma indulgência poderia ser obtida. Este não foi diferente de ministérios protestantes que oferecem algo em troca de uma contribuição de caridade ou “amor oferecendo” a uma causa digna. No entanto, por causa do escândalo que os protestantes produzido, mais de 400 anos atrás (pouco depois do Concílio de Trento), a Igreja proibiu doações como uma forma de obter indulgências.
    Terceiro, os protestantes são muitas vezes confundidas pelo número de “dias” que costumavam ser anexado ao indulgências. Eles não têm nada a ver com o tempo no purgatório. Indulgences originalmente surgiu como uma forma de encurtar o período penitencial na terra. O número de “dias”, que foram ligados a indulgences não foram entendidas como encurtar o tempo no purgatório, mas como facilitando a purificação após a morte de um montante análogo ao encurtamento de um período terrestre penitencial pelo número de dias indicado.
    Quarto, porque algumas pessoas estavam confusas pensando purgatório foi encurtado por um determinado número de dias com uma indulgência, a Igreja aboliu os “dias” figuras ligadas às indulgências especificamente para eliminar essa confusão.
    Em quinto lugar, a razão que os “dias” nunca foram entendidos como dias de tempo literal off no purgatório é que os teólogos medievais, como São Tomás de Aquino, aqueles que vivem, precisamente o período em que eles “dias” foram anexados ao indulgências, foram muito claros sobre o fato de que o tempo não funcionam da mesma maneira em vida após a morte como faz aqui. Na verdade, eles tinham um prazo especial para ele, e seria contrastar três diferentes modalidades temporais – o fluxo normal de eventos que experimentamos aqui na terra, chamado de “tempo”; do presente perpétuo que as experiências de Deus, chamado de “eternidade”; e os estado, meio menos bem compreendido por aqueles que experimentaram na vida após a morte, conhecido como “aeviternity”.
    Assim, a Igreja nunca disse que o purgatório envolve o mesmo tipo de tempo que vivemos aqui na terra, ou mesmo momento a todos. Assim, o cardeal Joseph Ratzinger, não teológica liberal, escreve que o purgatório pode envolver “existencial” em vez de duração “temporal” (cf. livro de Ratzinger Escatologia). Pode ser alguém uma experiência , mas as experiências em um momento, em vez de algo que dura mais tempo.

    4. “Esta doutrina é baseada em livros que não pertencem na Bíblia.”
    Quando um protestante diz isso, ele tem em mente 2 Macabeus 12, em que Judas Macabeu e seus homens orem por seus camaradas caídos que tinha “dormido na justiça”, para que possam ser “libertados de seus pecados” em vida após a morte, e que era um “pensamento santo e piedoso” para eles fazer isso.
    Assim, 2 Macabeus aprova orar pelos mortos para que sejam libertados das conseqüências de seus pecados (pois deve ser as consequências do pecado que estão em mente desde o salvo não está pecando em vida após a morte). Uma vez que não é agradável de ser ligado às consequências dos pecados de alguém, podemos inferir algum tipo de dor ou desconforto, e, portanto, a doutrina completa do purgatório – uma purificação (libertador) após a morte, que envolve algum tipo de dor ou desconforto , e que pode ser assistida pelas orações dos vivos.
    No entanto, enquanto 2 Macabeus 12, certamente ensina a doutrina do purgatório, a doutrina é de nenhuma maneira “, baseado em” passagem que. A doutrina também pode ser apoiada por numerosas passagens no Novo Testamento, mas mais fundamentalmente (e isso é o que você deve apontar para a protestante), pode ser derivado dos princípios da teologia protestante sozinho.
    Você vê, protestantes são muito firme (na verdade, insistente) sobre o fato de que continuamos pecando até o fim da vida por causa de nossa natureza corrupta. No entanto, eles são igualmente firme (se você pressioná-los) sobre o fato de que não será pecar no céu porque não vamos mais ter uma natureza corrupta. Assim, entre a morte ea glória que deve haver uma santificação – uma purificação – de nossas naturezas.
    Esta purificação pode não levar tempo, mas, como vimos, esta não é uma barreira para a doutrina do purgatório. O fato é que entre a morte ea glória deve vir purificação, e que é o purgatório por definição – “. A corrida passada de santificação” a purificação final ou, para colocá-lo em termos mais protestantes, “a santificação final” ou

    5. Não há lugar ou região em vida após a morte para os salvos, exceto o céu.
    Bem, isso pode ser verdade. A Igreja ensina que o purgatório é a purificação final, mas não que isso ocorre em qualquer região especial na vida após a morte.Assim como não sabemos como o tempo trabalha em vida após a morte – o que significa que o purgatório pode levar nenhum momento – nós também não sabemos como o espaço funciona em vida após a morte, especialmente para as almas sem corpo – o purgatório significado não pode ter lugar em qualquer especial localização.
    A purificação final pode ter lugar na presença imediata de Deus (na medida em que a presença de Deus pode ser descrito em termos espaciais). De fato, em seu livro sobre a escatologia, o cardeal Joseph Ratzinger descreve o purgatório como um encontro de fogo transformador com Cristo e seu amor:
    “Purgatório não é, como Tertuliano pensou, algum tipo de supra-mundano campo de concentração onde se é forçado a sofrer punições de uma forma mais ou menos arbitrária. Pelo contrário, é o processo de transformação interior necessária em que uma pessoa se torna capaz de Cristo, capaz de Deus [isto é, capaz de plena unidade com Cristo e de Deus] e, portanto, capaz de unidade com toda a Comunhão dos santos. Basta olhar para as pessoas com algum grau de realismo em tudo é compreender a necessidade de tal processo. Ele não substitui a graça pelas obras, mas permite que o ex para conseguir a vitória completa precisamente como graça. que realmente salva é o pleno assentimento da fé. Mas na maioria de nós, que a opção básica é enterrado sob uma grande quantidade de madeira, feno e palha. Só com dificuldade é que espreitam atrás da treliça de um egoísmo somos impotentes para puxar para baixo com nossas próprias mãos. homem é o destinatário da misericórdia divina, mas isso não exonerá-lo da necessidade de ser transformado. Encontro com o Senhor é esta transformação. Ele é o fogo que queima nossa escória e re-forma que sejamos vasos de alegria eterna. ”
    Assim, de acordo com a forma de Ratzinger de explicar a doutrina, como somos levados desta vida e na união direta com Jesus, seu amor ardente e queimaduras santidade distância toda a escória e impurezas em nossas almas e nos torna aptos para a vida no glorioso, luz esmagadora da presença de Deus e da santidade.

    6. “Não há dor no pós-vida.”
    Este argumento é completamente falso. Não é verdade que não há dor na vida após a morte, mesmo para os salvos. Somos informados de que um dia, na ordem eterna, “Ele enxugará toda lágrima de seus olhos, ea morte não será mais, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4) – mas note quando isso acontece: na ordem eterna, após a descida da Nova Jerusalém e do falecimento do céu e da terra atual.
    Antes que o tempo, a Escritura não nos dá nenhuma promessa de que estaremos livres de toda dor. Na verdade, ele indica exatamente o contrário. Paulo nos diz:
    “[W] uer estamos em casa ou fora, nós fazemos o nosso objetivo de agradá-lo. Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba o bem ou o mal, de acordo com o que ele tem feito em o corpo. Portanto, sabendo que o temor do Senhor, persuadimos os homens “(2 Coríntios 5:9-11).
    Paulo afirma que, do temor do Senhor, ele tenta agradar a Deus, porque todos nós vamos estar diante de Deus para ser julgado por se o que temos feito é bom ou mau. Assim, a perspectiva de comparecer perante do tribunal de Cristo é uma coisa terrível, mesmo para o cristão.
    Isso é algo reconhecido até mesmo pelos protestantes. Por exemplo, em seu através da Bíblia série (em Romanos 14, neste caso), pregador protestante J. Vernon McGee comentou que ele foi não olhar para a frente para o tribunal de Cristo, porque, no seu tribunal Jesus Cristo ia levar J . Vernon McGee à parte, o que é certamente algo que endossa Cristo, dizendo aos seus discípulos (cristãos):
    “Nada há encoberto que não será revelado, nem oculto que não será conhecido. Porquanto tudo o que disse no escuro deve ser ouvido na luz, eo que você sussurrou em quartos privados será proclamado sobre os telhados. Eu dizer, meus amigos, não temais os que matam o corpo e, depois, não têm mais o que fazer Mas eu vos mostrarei a quem temer:. temem que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno , sim, eu lhe digo, temem “!(Lucas 12:2-5)
    Assim, de acordo com Jesus e Paulo temos motivo para temer o exame imparável, inevitável, implacável, e microscópicas para que a nossa vida vai ser submetido quando estivermos diante de Jesus. Nós não deve ter um medo irracional insalubre disso, o tipo que leva ao desespero, mas temos que ter o medo, saudável Godly que Paulo e conselho de Jesus.
    A perda dolorosa que mesmo os justos irão experimentar em vida após a morte é antecipada com clareza especial em 1 Coríntios, onde Paulo nos diz:
    “Agora, se alguém edifica sobre este fundamento com ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará, porque o dia vai divulgá-la, porque será revelada no fogo, eo fogo provará que tipo de trabalho que cada um fez. Se a obra que alguém construiu sobre a fundação sobrevive, ele receberá uma recompensa. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá perda, embora ele mesmo será salvo, mas apenas como que através do fogo “(1 Coríntios 3:12-15).
    Isso claramente se aplica aos salvos, pois Paulo diz assim (“ele mesmo será salvo”), mas não indica que esta vida revisão vai ser divertido, para Paulo também diz, a pessoa em causa os trabalhos de “se queimar” e “sofrerá detrimento” e que ele será salvo, será “como que através do fogo.” Escusado será dizer que, vendo os trabalhos da vida em chamas, sofrendo a perda quando um estava esperando “receberá uma recompensa” e que através do fogo não é divertido.
    Assim, o dia em que recebemos o nosso juízo particular no final da vida não vai ser divertido na medida em nossas obras não são boas. Isso mostra claramente a realidade da dor e desconforto após a morte, mas antes da inauguração da ordem eterna.
    Agora, alguns protestantes tentar uma esquiva para contornar essa passagem dizendo que é o nosso trabalho, que são testados. É verdade que, na superfície desta passagem. Paulo diz nossas obras serão testadas pelo fogo. No entanto, isso não muda nada, uma vez que irá existencialmente sentir como nossas obras são testados e consumidos. É por isso que Paulo diz uma cujas obras sobrevivem “receberá uma recompensa” – algo que ele vai se sentir – e um cujas obras são consumidas irá sofrer a perda – de novo, algo que ele vai sentir .
    Assim, Paulo tampas a passagem dizendo que o salvo que sofre a perda será salvo “como que através do fogo” – a imagem de ser a de um homem de escapar de um prédio em chamas, o que é precisamente o que Paulo estava falando – o local igreja como um edifício construído por homens ou com prova de fogo materiais ou materiais que serão consumidos (leia o contexto anterior). Assim, a imagem é de um homem tendo construído sua igreja local indevidamente, depois de ver o seu trabalho – o edifício que construiu – consumido pelo fogo, então ele tem que fugir dela em meio às chamas para escapar.
    Assim, enquanto Paulo diz nossas obras (o edifício que fazemos) será testado pelo fogo, ele prevê as chamas nos tocando-nos se o nosso edifício inflama e somos forçados a fugir dela. Então, enquanto estiver sob essa metáfora em Paul nossas obras são testados, nós nos sentimos as consequências deste ensaio, a forma mais dolorosa possível, pois não é divertido ter que escapar de um prédio em chamas como o trabalho de sua vida desmorona em torno de você.

    7. “Paulo diz:” Para estar ausente do corpo é estar presente com Cristo “.
    Este é praticamente o mantra de algumas personalidades de rádio protestantes. No entanto, é total e completamente falsa. Paul fez não dizer, “estar ausente do corpo é estar presente com Cristo.” O que ele realmente disse foi isto:
    “6 Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabemos que, enquanto estamos em casa, no corpo, estamos longe do Senhor, 7 para nós andar pela fé, não pela vista 8 Nós somos de bom ânimo, e nós preferimos. estar longe do corpo e em casa com o Senhor. 9 Então, se estamos em casa ou fora, nós fazemos o nosso objetivo de agradá-lo. 10 Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba . bem ou o mal, de acordo com o que ele fez no corpo 11 Portanto, conhecendo o temor do Senhor, persuadimos os homens, mas o que estamos é conhecido a Deus, e espero que também é conhecida a sua consciência “(2 Corinthians 5:6-11).
    Observe que Paulo está falando de si mesmo com o plural “nós” nesta passagem, como ele mostra no versículo 11, mencionando o seu ministério de evangelização e contrastando o “nós” que persuadir os homens e são conhecidos por Deus, com a esperança de que “a sua consciência “também tem a mesma visão de nós. Suas palavras claramente ter aplicação a outras pessoas na principal, mas ele está falando principalmente de si mesmo.
    Então, o que Paulo diz aqui é (v. 6) que ele sabe que enquanto ele está no corpo, ele está longe do Senhor, que é certamente algo que é verdadeiro e que nenhum católico negaria. Nós não estamos no imediato, a presença, desmascarado visível de Cristo nesta vida. Então, para este versículo, um católico pode simplesmente dizer: “E daí? Quem não sabe essas coisas?”
    Paulo, então, estados (v. 8), que ele preferia estar longe do corpo e em casa com o Senhor. Isso é o que personalidades de rádio protestantes calúnia em “estar ausente do corpo é estar presente com Cristo.” Que é não o que Paulo disse.
    Primeiro de tudo, ele está falando de si mesmo, lembre-se, não sobre as pessoas em geral. Há um monte de cristãos, e para ser franco, é a maioria deles, que seria muito melhor estar presente no corpo do que morrer e ir para estar com Jesus. Preferência de Paulo para a morte para estar com Jesus sobre a vida para ficar no corpo é nada como um sentimento universal entre os cristãos.
    Segundo, ele está expressando um desejo . Ele deseja que algo aconteça. Mas há uma grande diferença entre dizer que se quer é algo a acontecer e que ele irá infalivelmente acontecer.
    Terceiro, há uma diferença ainda maior entre dizer uma quer duas coisas para acontecer e dizer que quando acontece o outro vai acontecer instantaneamente. Por exemplo, se eu como uma única pessoa disse: “Eu quero ir para casa e comer o jantar,” Eu não quero dizer que o instante em que eu voltar para casa eu vou estar jantando. Desde que eu sou uma pessoa simples, antes que eu possa comer o jantar eu tenho que fazer o jantar. Há, obviamente, algum desfasamento temporal entre a minha casa eo meu jantar vai comer. O mesmo pode ser dito no caso de uma pessoa que diz: “Eu quero ir para casa e ver o meu programa favorito.”Quando se vai para casa, isso não significa que um é instantaneamente assistindo um programa de favorito. Na verdade, pode ser hora antes de um programa favorito de acender.
    E notem que, na parábola de Lázaro e do rico homem Jesus imagens a alma morta como sendo levado pelos anjos ao seu lugar de descanso (Lucas 16:22).Obviamente, com esta imagem, algum tempo de transporte é retratado.
    Em quarto lugar, também não segue, mesmo se uma coisa segue automaticamente de outro que os dois são idênticos. Se B segue de A , ele não garante a afirmação de que A é B , mas esta é precisamente a maneira em que personalidades de rádio protestantes deformar a linguagem de Paulo quando declaram “, diz Paulo,” Para estar ausente do corpo é estar presente com o Senhor. “Eles dizem isso de tal forma que ele soa como uma citação direta, não um resumo, e porque muitas pessoas nunca procurar o verso para ver o que Paulo realmente diz, nunca eles percebem que ele não é um citação direta, e assim eles estão enganados ao pensar Escritura diz algo que não faz.
    Assim, este resumo (impreciso) da linguagem de Paulo passou para a esfera do mito. É um daqueles versos míticos que as pessoas já ouvimos muitas vezes eles acham que a Bíblia diz que, mesmo que, na verdade, não (por exemplo, “Poupe o bastão e estrague a criança”, “O leão se deitará com o cordeiro, “(entre os pentecostais :)” Falar em línguas é a evidência do batismo no Espírito Santo “, o rei de todos os versos míticos:” Ele ajuda a quem se ajuda “). As personalidades de rádio protestantes, assim, contribuir não só para o analfabetismo bíblico da sociedade em dizer isso, mas ao bíblica mis- alfabetização.
    Quinto, é especialmente irônico que esta passagem é usada para refutar purgatório, uma vez que fala (vv. 9, 10, 11) para a necessidade de agradar ao Senhor nesta vida porque quando estão ausentes do corpo e presentes com o Senhor, terá que “comparecer perante o tribunal de Cristo” para dar conta de tudo o que fizemos em nossa vida no corpo, o que Paulo diz motiva ele, pois ele é um “saber o temor do Senhor. ” Assim, pode-se dizer, “Você quer estar ausente do corpo e presente instantaneamente com Cristo fina Bom para você Mas o que vai acontecer quando você está ausente do corpo e presente com Cristo -?! Como essa passagem mostra – é o juízo particular, em que você vai dar conta de cada um de seus atos e suas obras serão testadas pelo fogo “.
    Em qualquer caso, a primeira coisa que você deve apontar para um protestante que usa o “ausente do corpo / presente com Jesus” canard é: “Isso não é o que Paulo disse que ele realmente disse é que ele preferiria estar longe. o corpo e em casa com o Senhor. ” Mas há um abismo enorme entre a declaração ” eu desejopara A e para B ” ea declaração de ” Todo mundo que faz um vai instantaneamente fazer B, “muito menos” a declaração Um é para B ‘! ”
    A segunda coisa que você deve destacar é esta: “Ei Lembre-se:!? Purgatório pode ser instantânea Assim, mesmo se fôssemos instantaneamente na presença de Cristo após a morte (ao contrário da figura de Cristo de ser levado pelos anjos ao nosso destino), então o que isso não faz nem um pouco de diferença para a posição católica desde o tempo não funcionam da mesma maneira na vida após a purgatório e pode ser simplesmente um instantâneo “num abrir e fechar de olhos” transformação “.
    8. “Orando por pessoas do purgatório não faz sentido.”
    Uma coisa que os protestantes muitas vezes têm dificuldade em entender, especialmente se eles estão cientes do fato de que o purgatório podem não levar tempo, é a prática de orar por aqueles que estão sendo santificados. Eles vão perguntar: “Se um morreu eo tempo de encontrar o perdão é mais, como pode rezar faz alguma diferença? E se alguém não tem tempo de purificação, como você pode orar por ele após o fato?”
    Em resposta à primeira pergunta, lembre-se que o purgatório é: A fase final da santificação. Agora santificação podem ser dolorosas ou não dolorosas (habitualmente a primeira), incluindo a sua fase final. Assim como podemos orar pelos outros nesta vida para ser feito santo mais rapidamente ou de maneira não-dolorosos, para que possamos orar por aqueles em fase final de santificação a ser feito santo mais rapidamente ou de maneira não-dolorosos .
    Considere uma analogia: Suponha que você tem um amigo que vai se juntar ao exército e está em bootcamp. Agora (teoricamente) todos que entra o exército deve ser levado até um certo nível de excelência física, que é o objetivo de bootcamp. Não importa onde você começar, bootcamp Seu objetivo é levá-lo até a esse nível de excelência física.
    Isto é o que faz o purgatório. Purgatório é o bootcamp do céu. O objetivo do purgatório é trazê-lo até o nível de excelência espiritual necessária para experimentar a presença com força total de Deus. Não importa onde você começar, não haverá pecar no céu, e você tem que ser trazido a esse nível durante a santificação final, antes de ser glorificado com Deus no céu.
    Agora, quando você tem um amigo em bootcamp, se um bootcamp física aqui na terra ou no bootcamp espiritual na vida após a morte, você pode orar por ele bootcamp que irá mais fácil para ele, que ele trouxe para o nível de excelência que ele precisa em a forma mais fácil possível. Pode ou não pode encurtar seu tempo em bootcamp (na verdade, do Exército dos EUA bootcamp é de um comprimento fixo), mas você ainda pode rezar para que ele irá mais fácil para ele como ele é levado para onde ele precisa estar.
    Em relação à segunda questão, como podemos orar por alguém, se sua purificação foi instantânea, isso não é diferente do que rezar para qualquer evento passado.Deus está fora do tempo e assim conhece o seu pedido desde toda a eternidade, ou seja, ele pode aplicar o seu pedido para qualquer período de tempo é relevante.
    Assim, um ministro protestante muitos, pensando em alguém que acaba de morrer e cuja profissão de fé era duvidoso, vai dizer: “Ó Senhor, se for sua vontade, que ele possa ter colocado sua fé em seu Filho, antes de morrer!”
    Da mesma forma, leigos protestantes muitos, quando furiosamente correndo para casa porque um acidente terrível aconteceu e eles estão com medo que alguém, dizem que sua filha, está morto, vai rezar: “Ó Senhor, quando eu chegar lá, ela pode não estar morto! Maio ela não estar morto, ó Senhor! ” Naturalmente, quer ela seja ou não é. Ela já morreu ou não morreu. Mas ainda é racional, porque Deus está fora do tempo e ouve todos os nossos pedidos de uma vez, pedir a Deus para não deixar algo acontecer com ela enquanto estávamos fora.
    CS Lewis, o conhecido autor protestante, fala sobre oração de eventos passados ​​extensivamente em seus escritos, e ele faz o ponto que a única vez que ele é irracional para orar por um evento passado é quando se sabe que não era a vontade de Deus para atender à oração, pois, já sabe como o evento saiu. Assim, seria irracional a rezar para que não Abraham Lincoln ser assassinado, pois já se sabe que ele era, ou seria irracional a rezar para que os nazistas perder uma batalha particular na Segunda Guerra Mundial, se já se sabe que eles ganharam a batalha. Nesses casos, é irracional a rezar desde já se sabe a vontade de Deus sobre o assunto e sabe que não era a sua vontade. Mas enquanto não se sabe o que é a vontade de Deus sobre alguma coisa, se é passado, presente ou futuro, ainda é racional para orar.
    Assim, se se verificar que o purgatório é instantânea no ponto de morte, ainda é racional a orar para que que a santificação final vai ter ido mais fácil para aqueles que vivenciaram a experiência, da mesma forma que é racional para um pastor protestante em um funeral para orar em seu coração: “Ó Senhor, este homem pode ter colocado sua confiança no teu Filho!”

    9. “É infringe a suficiência da obra de Cristo.”
    A idéia aqui é que desde que o purgatório envolve sofrimento, ele deve de alguma forma violar os sofrimentos de Cristo e implicam que eles não foram suficientes.
    Errado!
    Lembre-se: o Purgatório é simplesmente o último estágio de santificação. Santificação nesta vida envolve dor, pois “Para o Senhor corrige a quem ama, e castiga todo filho a quem recebe …. [E] No momento toda a disciplina parece doloroso do que agradável” (Hebreus 12:6, 11 ), mas ninguém diz que o sofrimento infringe sofrimentos de Cristo. Da mesma forma, o sofrimento durante a santificação final em nenhuma maneira infringe sofrimentos de Cristo ou implica que eles eram insuficientes.
    Muito pelo contrário! O fato é que o sofrimento que experimentamos na santificação nesta vida é algo que recebemos por causa do sacrifício de Cristo por nós.Seus sofrimentos pagou o preço por nós para ser santificado, e seus sofrimentos pagou o preço por todo de nossa santificação – tanto as iniciais e finais partes.Assim, é por causa do sacrifício de Cristo que recebemos a santificação final em primeiro lugar! Se ele não tivesse sofrido, não seria dado a santificação final (ou a glorificação a que conduz), mas iria direto para o inferno. Assim, o purgatório não implica sofrimentos de Cristo eram insuficientes, sim, é porque dos sofrimentos de Cristo que nos é dado a santificação final do purgatório em primeiro lugar!

    10. “É completamente anti-bíblica”.
    O que temos dito até agora deve revelar a falsidade desta acusação. Purgatório é de modo algum uma doutrina anti-bíblica. Pelo contrário, é completamente bíblica em ambos os motivos implícitos e explícitos. Implicitamente, ele pode ser derivado dos princípios bíblicos que ainda pecar até à morte, mas que não haverá pecado em glória. Assim, entre a morte ea glorificação deve vir purificação.
    Explicitamente, não temos apenas o testemunho de passagens como 2 Macabeus 12, mas também o testemunho de passagens descrevendo nossa contabilidade antes de Cristo, o juízo particular, incluindo a representação vívida de uma fuga através das chamas em 1 Coríntios 3:11 – 15.
    Jesus acrescenta a isso quando ele fala em Mateus 12:32 de um pecado que não será perdoado neste século nem no século futuro, o que implica que alguns pecados veniais (aqueles dos quais não se arrependeram antes da morte) serão perdoados quando nos arrependemos o primeiro momento da nossa vida futura.
    Além disso, em Mateus 5:25-26, Jesus nos diz: “Fazer amigos rapidamente com seu acusador, enquanto você está indo com ele para o tribunal, para que sua mão você acusador ao juiz, eo juiz ao guarda, e você ser posta em prisão; verdadeiramente, eu digo a você, você nunca vai sair até que você tenha pago o último centavo “.
    Nesta parábola Deus é o juiz, e se não se reconciliaram com os nossos vizinhos, antes de ver a Deus, Deus vai nos responsabilizar pelo mal que lhes fizeram. Isto é o que a Bíblia quer dizer quando diz que Deus tomará a nossa vingança para nós, por isso não devemos tomá-lo de nós mesmos, porque Deus vai defender a causa dos pobres e defender o caso da viúva. Sempre que uma pessoa pobre ou viúva (ou qualquer pessoa) é oprimido ou injustiçado, Deus vai realizar o responsável opressor para o que ele fez – a não ser que a pessoa injustiçada escolhe livremente a perdoar o agressor. Nesse caso, Deus não vai segurar o infrator responsável pelo mal que ele fez em um nível humano (ou seja, contra o ser humano que ele injustiçado), mas a menos que ele tenha obtido o perdão de Deus pelo mal que ele fez contra Deus, ele vai ainda ser responsabilizado por isso.
    Assim, em nossos pecados contra os outros são duas dimensões – a humanos, pelo qual o pecado contra nosso vizinho no ato, eo divino, pelo qual o pecado contra Deus no ato. Assim, o roubo é um pecado contra o nosso vizinho de quem roubou e um pecado contra Deus, cuja lei que quebrou. Temos de obter o perdão de Deus para o aspecto divino do nosso pecado, mas, como Jesus nos diz em Mateus 5:25-26, devemos obter o perdão para o aspecto humano do nosso pecado, desde os humanos pecamos contra. Se não fizermos isso, Deus vai nos responsabilizar.
    Claro, desde que os humanos são seres finitos, nossos pecados contra eles só pode merecer castigo finito (em comparação com os nossos pecados contra Deus, que é um ser infinito, para que os nossos pecados contra ele pode merecer castigo infinito). Porque esta punição é finito, deve ser temporária (para um castigo eterno é infinito, pois envolve a recepção de dor durante um período de tempo infinito). Mas se este castigo que vai receber quando somos julgados por Deus (de acordo com a parábola de Jesus) é temporário, então ele é o purgatório. Assim, Jesus diz: “Você não vai sair enquanto não pagar o último centavo”, porque não éum momento em que o seu castigo finito, devido à dimensão finita e humana de seus pecados vai ser longo.
    Em qualquer caso, mais do que foi dito o suficiente para mostrar a imprecisão da acusação que o purgatório é uma doutrina bíblica. Na realidade, é muito firmemente enraizadas nas Escrituras.

    11. “Não protestante podia acreditar.”
    Desculpe, mas isso também é falso. Não são os protestantes que acreditam no purgatório. Aquele que foi muito explícito sobre isso foi CS Lewis. Em suas Cartas a Malcom, ele escreveu:
    “É claro que eu rezar pelos mortos. A ação é tão espontânea, tão inevitável, que apenas o caso mais compulsivo teológica contra ele dissuadir me. E eu mal sei como o resto das minhas orações sobreviveria se aqueles para os mortos foram proibidos. Na nossa idade, a maioria das pessoas que amamos são melhores mortos. Que tipo de relação com Deus, eu poderia ter se o que eu mais amo estavam inominável com ele? ”
    “Eu acredito no Purgatório …. Nossa almas demanda Purgatório, não é? Não seria bico do coração, se Deus nos disse: “É verdade, meu filho, que o seu hálito cheira e seus trapos escorrer com lama e lodo, mas estamos aqui de caridade e ninguém vai censurar você com essas coisas, nem afastar de você. Entra no gozo? Não deveríamos responder: “Com a apresentação, senhor, e se não houver objeção, eu prefiro em vez de purificar primeiro. ‘”Pode doer, você know’ -” Mesmo assim, senhor ‘”.
    “Presumo que o processo de purificação normalmente envolvem sofrimento Céu da tradição;. Boa parte porque mais real o que foi feito de mim nesta vida envolveu-la Mas eu não acho que o sofrimento é o objetivo do I purgação.. pode muito bem acreditar que as pessoas nem muito pior nem melhor do que eu vai sofrer menos do que eu ou mais …. O tratamento dado será o necessário, se dói muito ou pouco. ”
    “Minha imagem favorita sobre este assunto vem de cadeira do dentista. Espero que quando o dente de vida é desenhada e eu sou” próxima rodada ‘,’ a voz vai dizer: “Lave a boca com isso. ‘ Este será o Purgatório . A lavagem pode demorar mais do que eu posso imaginar agora. O gosto de esta pode ser mais ardente e adstringente do que a minha sensibilidade presente podia suportar. Mas … ele [não] ser repugnante e profano. ”
    Mas além protestantes como Lewis, que admitem abertamente sua crença no purgatório, pode-se dizer que os protestantes em geral acreditam no purgatório, eles simplesmente não chamá-lo assim. Para cada protestante histórica irá admitir que o nosso pecado nesta vida não continua no céu. Na verdade, eles vão ser um pouco insistente que, embora a nossa santificação não está completa nesta vida, ela será concluída (instantaneamente, dizem eles), logo que esta vida é longo. Mas é isso que é o purgatório! – Santificação final, a purificação. Assim, é permitido dizer que muitos protestantes acreditam no purgatório, mesmo sem perceber.

    Um movimento positivo
    Todas essas reflexões ajudam a compreender como para responder aos desafios de um protestante pode fazer para a doutrina do purgatório. No entanto, uma vez que são réplicas, não seja deles constitui uma explicação positiva da doutrina para os protestantes. Se alguém quiser fazer isso – para fazer uma explicação da doutrina, em vez de apenas para explicar por que as acusações que lhe falhar, então deve-se amarrar as idéias anteriores juntos e dizer algo como isto:
    “Purgatório é o nome que os católicos dão à purificação final, que ocorre no final da vida. Porque o pecado ainda nesta vida, mas não será pecar quando estamos em glória, entre a morte ea glorificação deve vir purificação. Isso é algo Até mesmo os protestantes admitir. Purgatório é, assim, a corrida final da nossa santificação. Ele é a nossa transição para a glória. longo de toda a vida cristã de Deus está purificando nossos corações, dando-nos maior santidade, mas este processo de santificação não é completo (ou qualquer coisa assim completa) até o fim da vida. Assim, o que Deus não escolheu para nos dar nesta vida, ele escolhe para nos dar, uma vez que estão mortos.
    “Os únicos pontos adicionais em que a Igreja Católica insiste sobre a purificação final é que, como a santificação nesta vida, pode envolver dor ou desconforto, e que, como quando alguém está sendo santificado nesta vida, podemos orar por alguém que está sendo santificado no purgatório. A Igreja não ensina que o purgatório ocorre em uma região especial da vida após a morte ou mesmo que ocorre ao longo do tempo, pois temos pouca idéia de quanto tempo trabalha em vida após a morte, e purgatório pode ser instantânea, do nosso ponto de vista . “Você pode, então, passar a fazer estes com os versículos da Bíblia e outros materiais que já discutimos. Em geral, você deve usar a “santificação” prazo em vez de “purificação” ou “purgação”, porque “santificação” é um termo protestantes entendem e são confortáveis. Ao formular a doutrina em termos de santificação que torna inteligível a eles e derruba muitas de suas objeções-chave (por exemplo, a idéia de que o purgatório implica sofrimentos de Cristo eram insuficientes).
    Assim, é útil para falar sobre as almas sejam santificados no purgatório e para descrever o purgatório como o estágio final de santificação. Se você fizer isso, ele vai fazer a conversa muito mais suave, falando na língua da pessoa que você está falando com, em vez de insistir que ele venha a usar a sua língua quando ele é apenas um pouco familiar (e altamente cético, se não altamente hostil) à idéia de que você está expressando.
    Além disso, há um par de outros pontos que você deve fazer na sua explicação, porque muitos protestantes estão confusos sobre eles.

    Purgatório não é um destino do meio!
    Primeiro, você deve explicar que o purgatório é não um estado intermediário entre o céu eo inferno. Isso incentiva o protestante de pensar nisso, não só como uma região distinta de vida após a morte (algo a Igreja não ensina), mas, ainda pior, que o purgatório é um meio destino entre o céu eo inferno. Este é totalmente falsa, e você deve enfatizar bastante árdua para o protestante que todos os que vão para o purgatório vai para o céu. Na verdade, a razão vai para o purgatório é para que se possa ser equipado para a vida no céu. Purgatório constitui, assim, o vestiário do céu, o lugar que você vá ficar spiffed antes de ser levado à Sala do Trono.
    Por esta razão, você deve evitar totalmente qualquer idioma como, “Purgatório é o lugar onde você vai quando não são ruins o suficiente para o inferno, mas não bom o suficiente para o céu.” Esta linguagem, além de soar legalista, também está indo para obter um pensamento protestante que o purgatório é uma espécie de destino do meio em vez de um fenômeno temporário. Em vez disso, use a linguagem da Igreja usa:
    “Os que morrem na graça de Deus e amizade, mas ainda imperfeitamente purificados , têm a garantia de sua salvação eterna, mas após a morte passam por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu “( Catecismo da Igreja Católica 1030).
    Assim, deve-se colocar a ênfase onde ela pertence, na purificação incompleta da pessoa ao invés de dizer, “não é bom o suficiente”, o que implica (pelo menos para os ouvidos protestantes) um ganho legalista do céu.

    As alegrias do Purgatório
    Para derrubar ainda mais a barreira protestante para compreender a doutrina, apontam que a Igreja, de modo algum ensina que o purgatório é toda dor. Na verdade, alguns dos maiores santos e teólogos, salientou que, desde a alma está em uma união mais estreita com Deus do que aqui na terra, uma experiência correspondentemente maiores alegrias. Assim, Santa Catarina de Gênova escreveu:
    “Deus inspira a alma no purgatório com tão ardente um movimento de amor devotado que seria suficiente para aniquilá-la onde ela não é imortal. Iluminada e inflamado por esta caridade pura, mais ela ama a Deus, mais ela detesta o menor mancha que desagrada-lo, o mínimo obstáculo que impede sua união com ele. ”
    Ela também escreveu:
    “Além da felicidade dos santos no céu, eu acho que não há alegria comparável à das almas do purgatório. Uma comunicação incessante com Deus torna a sua felicidade cada dia mais intenso, e esta união com Deus cresce mais e mais íntimo, de acordo com . que os impedimentos para que a união, que existe na alma, são consumidos Estes obstáculos … são a ferrugem e os restos, por assim dizer, do pecado, eo fogo continua a consumi-los e, assim, a alma se expande gradualmente sob a influência divina. Assim, de acordo como a ferrugem diminui ea alma é exposto aos raios divinos, a felicidade é aumentada. Aquele cresce eo outro diminui até o momento do julgamento decorrido … Com relação à vontade deles almas, que nunca pode dizer que essas dores são dores, tão grande é o seu contentamento com a ordenança de Deus, com o qual suas vontades se unem em perfeita caridade. ”
    Na verdade, as almas do purgatório têm um grande número de razões para alegria: (a) a liberdade do cometimento de pecado, (b) a liberdade do desejo de pecado, (c) mais próxima unidade com Deus e de Cristo, (d) segurança de sua salvação final de uma forma não é possível nesta vida, (e) uma apreciação final e completa de quão gracioso Deus tem sido para um, (f) apreciação uma plena e definitiva de quanto Deus ama um, (g) o no amor livre e puro passado, vai se sentir para Deus e para os outros, (h) recompensas parciais que podem ser dadas em antecipação de sua entrada na glória do céu no final do purgatório.
    Além do mais, não há nenhum ensinamento que as dores do purgatório superam as alegrias do purgatório. Como Santa Catarina diz: “nunca se pode dizer que essas dores são dores, tão grande é o seu contentamento com a ordenança de Deus, com o qual sua vontade são unidos em caridade perfeita.” Pode (e na minha opinião, é bastante provável) que a dor de ver algumas das nossas obras se na fumaça é mais do que desequilibrou pela alegria de ver alguns deles permanecem e interiormente ouvir: “Bem feito, servo bom e servo fiel “, a partir da Fonte sempre amoroso e infinitamente bom da nossa redenção, a nossa vida, e nossa própria existência.

    Mantenha a doutrina em perspectiva
    Finalmente, exortar o seu irmão ou irmã protestante para manter a doutrina do purgatório em perspectiva. Protestantes muitas vezes se sentem (como eu sei, porque eu era um deles) que os católicos dão ênfase tanto em doutrinas dadas como literatura anti-católico protestante faz. Assim, por exemplo, quando um protestante pensa sobre um católico, ele será mais frequentemente pensar nele como alguém que acredita no purgatório, em vez de alguém que acredita na Trindade, e ele pode cair em engano pensar que o purgatório é uma doutrina mais importante um católico do que o Trindade.
    Assim, porque protestantes anti-católicos polêmicas concentrar em áreas de (real ou percebida) discordância com católicos, estas áreas assumem um maior destaque em mente o protestante e compra em uma visão distorcida de como é importante doutrinas são dadas aos católicos. Assim protestantes freqüentemente imaginam o catolicismo é uma religião de nada, mas santos e estátuas e contas e obras e penitências e purgatório e sofrimento e toda uma série de questões menores.
    Ao fazer isso, eles estão forçando, mosquitos, mas engolir camelos, faltando “o mais importante” da fé católica e perceber o que é mais importante para os católicos que não. Catolicismo é na verdade uma religião de Deus e de Cristo e da Santíssima Trindade e da redenção, perdão e fé e da graça e alegria, como ilustrado pelo fato de que, se você vai à missa e simplesmente ouvir as orações oficiais da Igreja, ouve-se muito mais sobre Deus e de Cristo e da graça e alegria do que você faz sobre os santos, estátuas e miçangas e purgatório.
    Isso deve ser salientado, com força e repetidas vezes, a um irmão protestante para que ele tenha uma melhor compreensão da essência do ensinamento católico e vida católica, ao invés de assumir a discussão que ele ouve no tratamento protestante é representante dos católicos ênfases-se colocar sobre os assuntos.
    Para este fim, na verdade, mostrando-lhe a seção sobre o purgatório no Catecismo da Igreja Católica pode ser benéfico, uma vez que é de apenas três parágrafos de 750 páginas de explicar o que a fé é sobre. Para este fim, vamos fechar por simplesmente olhar para o Catecismo da seção sobre o purgatório e deixar a Igreja falam por si:
    A purificação final, ou purgatório
    1030 Os que morrem na graça de Deus e amizade, mas ainda imperfeitamente purificados, têm a garantia de sua salvação eterna, mas após a morte passam por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu.
    1031 A Igreja dá o nome de Purgatório a esta purificação final dos eleitos, que é completamente diferente do castigo dos condenados. [cf. Concílio de Florença (1439): DS 1304; Concílio de Trento (1563): DS 1820; (1547): 1580; ver também Bento XII, Benedictus Deus (1336): DS 1000] A Igreja formulou a doutrina da fé sobre o Purgatório, especialmente nos Conselhos de Florença e de Trento. A tradição da Igreja, por referência a certos textos da Escritura, fala de um fogo purificador: [cf. 1 Coríntios 3:15; 1 Pedro 1:7]
    “Quanto a certas faltas menores, temos de acreditar que, antes do julgamento final, há um fogo purificador. Aquele que é a verdade diz que quem profere blasfêmia contra o Espírito Santo será perdoado nem neste século nem no século futuro. A partir desta frase entendemos que determinados crimes pode ser perdoado nesta idade, mas alguns outros da idade para vir. “[St. Gregório, o Dial, Grande. 4, 39: PL 77, 396, cf. Mt 12:31]
    1032 Este ensinamento baseia-se também na prática da oração pelos mortos, já mencionado na Sagrada Escritura: “. expiação Portanto [Judas Macabeu] feita para os mortos, que eles possam ser entregues a partir de seu pecado” [2 Macc 12:46] Desde o início a Igreja honrou a memória dos mortos e ofereceu orações em sufrágio por eles, acima de tudo, o sacrifício eucarístico, para que, assim purificados, possam chegar à visão beatífica de Deus. [cf. Concílio de Lyon II (1274): DS 856] A Igreja recomenda também as esmolas, indulgências e obras de penitência realizada em nome dos mortos:

    “Vamos ajudar e comemorar eles . Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício de seu pai, por que duvidar de que nossas oferendas para os mortos trazer-lhes algum consolo? Não vamos hesitar em ajudar aqueles que morreram e para oferecer nossas orações por eles . “[St. João Crisóstomo, Hom. em 1 Coríntios. 41, 5: PG 61, 361; cf. Jó 1:5]
    Amém!

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  4. Olá, meu nome é Alexandre Moreno e o objetivo em expor o meu ponto de vista sobre este tema, é compreender melhor como os católicos entendem suas crenças e assim, aprender alguma coisa, pois por meio de uma troca de ideias saudável e respeitosa, todos aprendem, afinal, ninguém é dono da verdade, mas todos nós temos a pretensão de sermos seguidores dela, então, vamos lá. Em primeiro lugar Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). No mesmo contexto ele também disse: “E tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei” (João 14:13,14). Em Atos 4:12 está escrito: “Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu, nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos”. Veja que no texto de João, Jesus ensina que as nossas petições e orações, devem ser direcionadas unicamente ao Pai ou a ele mesmo em seu nome (João14:14). Ele não manda ninguém pedir absolutamente nada para a sua mãe, nem para santo nenhum, mas unicamente e exclusivamente ao Pai ou a ele mesmo. Particularmente eu tenho muitíssimo respeito pela mãe de Jesus e creio firmemente, que ela juntamente com muitos santos, está na glória celeste, coroada com a coroa da vida eterna. Porém, pela lógica, pelo bom senso e pela Palavra de Deus, estou impossibilitado de acreditar que posso ter comunhão com alguém que está no céu, além das pessoas de Jesus Cristo e do Pai. Como podemos ter comunhão com alguém que não faz parte da nossa convivência social? Nós os vivos podemos nos abraçar, nos beijar e comunicar uns aos outros as nossas necessidades e fraquezas, mas para isto, é preciso haver um relacionamento mútuo. Com quem não conhecemos isto não é possível, ainda mais se for alguém que já partiu para a eternidade. Sem dúvida, a comunhão dos santos é completamente bíblica, mas ela se refere ao relacionamento que nós os vivos devemos ter uns para com os outros, como Igreja do Senhor e como verdadeiro Corpo místico de Cristo na terra. Porém, com os santos que estão na glória celeste, tal comunhão não é possível, pelas seguintes razões: 1. Os santos no céu, nada sabem a respeito do que acontece na aqui terra, do mesmo modo que nós os santos vivos, também nada sabemos sobre o que acontece no céu no presente momento (Eclesiastes 9:5,6). 2. Não existe a menor possibilidade dos santos no céu, ouvirem as petições, se quer de uma única pessoa, ainda mais de milhares ao mesmo tempo, pois nenhum santo, nem mesmo a mãe de Jesus, é onisciente, onipresente e onipotente, mas Deus pode ouvir e atender orações, pois tais atributos são exclusivos d´Ele. Até mesmo nós, dentro de nossas igrejas ou em qualquer outro lugar, só podemos ouvir uma pessoa de cada vez, pois duas falando ao mesmo tempo vira confusão, concorda? 3. A intercessão requer sofrimento, pois é necessário que o intercessor assuma as dores da pessoa pela qual se está intercedendo. Portanto, os santos lá no céu, não podem interceder por ninguém, pois entre eles não há choro, nem tristeza alguma, mas somente alegria, paz, satisfação, louvor e adoração a Deus. O sofrimento dos justos é somente nesta vida terrestre. A partir do momento que alguém entra paraíso prometido, não há mais dor. 4. Acreditar que os santos no céu ouvem as petições dos vivos na terra é tributar divindade a eles, e isto é idolatria, pois conforme já citado, eles não possuem os atributos da onisciência, onipresença e onipotência, e assim sendo, são impossibilitados de ouvir qualquer apelo dos vivos. Além do mais, a oração é um ato de adoração que faz parte do culto a Deus e por isto, elas devem ser direcionadas unicamente a Ele que é o Todo-poderoso e nunca a nenhuma criatura, seja lá quem for. Nós os vivos podemos interceder uns pelos outros, somente por causa das fraquezas espirituais e também por causa da falta de fé de alguns, de modo que aqueles que se sentem fortalecidos oram pelos espiritualmente fracos, mas na realidade, quando se trata da mediação para com Deus, ninguém precisa de ninguém (além de Jesus e do Espírito Santo é claro), pois quando Cristo morreu, o véu do templo se rasgou de cima a baixo, nos dando assim, livre acesso ao trono do Pai, de maneira que agora, qualquer pecador arrependido pode alcançar a graça e a misericórdia de Deus, sem necessariamente a intervenção de pessoas como eu, você, o padre ou o pastor. No céu temos um único Mediador e Advogado, que é Jesus Cristo, e ele está assentado à direita do Pai intercedendo por nós sem cessar. Na terra temos outro Advogado e Intercessor, que intercede por nós com gemidos inexprimíveis e este, nos leva ao arrependimento dos nossos pecados, pela fé em Jesus, mas além de Jesus Cristo e do Espírito Santo, ninguém necessita de mais nenhum outro intercessor. O Espirito Santo é o outro Consolador prometido por Jesus em João 14:14,26. É ele quem convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8). Portanto, por qual motivo ele transferiria o que é de sua inteira competência para terceiros? Por qual razão o Espírito Santo passaria sua responsabilidade de intercessão para os santos no céu? Isto não faz o menor sentido. Além do mais, que diferença há entre a intercessão dos santos da maneira conforme ensina o catolicismo romano e a invocação dos mortos? Praticamente nenhuma, pois recorrer aos mortos, sejam eles santos ou não, é um pratica abominável aos olhos de Deus, pois tal crença é proveniente do espiritismo. Observe que os católicos de um modo geral acreditam em aparições, especialmente supostas aparições da mãe de Jesus. Eu gostaria que alguém me mostrasse nas Escrituras Sagradas, pelo menos um único santo intercedendo no céu, além de Jesus. Em relação aos versículos bíblicos citados em “O cristão que não aceita a intercessão dos santos, não conhece a Bíblia”, a impressão que se tem é que há uma tentativa forçada em querer fazê-los parecer com os dogmas católicos, além do que, o argumento usado muitas vezes parece fugir do contexto bíblico. Finalizo aqui meus comentários e aguardo por respostas e críticas sobre o meu ponto de vista. Que Deus nos abençoe nesta troca de ideias. Graça e paz.

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    • Helen disse:

      Caros Manuel e Edmilson,

      Acima aprovo o comentário do Irmão Alexandre, o qual eu mesma gostaria de responder, porém, não posso faze-lo no momento.

      Pretendo escrever um texto somente para responder à esse comentário. Apesar de que muito do que ele escreveu já foi debatido aqui…

      Enfim, se um de vocês, ou os dois, estiverem dispostos, podem responder algumas da dúvidas do Alexandre. Farei o mesmo assim que possível-

      Obrigada desde já!

      Pax Domini

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