A Bíblia e o Espírito Santo – O erro da Interpretação das Escrituras à parte da Igreja


Toda e qualquer pessoa é capaz de interpretar a Bíblia corretamente ? A própria Bíblia proíbe a interpretação privada. Foi o que disse Pedro.

Devemos escolher apenas o que desejamos seguir na Bíblia e rejeitar o que não gostamos, ou, devemos aceitar a Bíblia por inteira ?

Mas digamos que todos pudessem fazê-lo. Façamos como os protestantes e evangélicos e ignoremos a proibição bíblica para a livre interpretação… Digamos que a tese protestantes esteja correta. Todo e qualquer homem com a “assistência” do Espírito Santo pode ler e interpretar a Bíblia.

Assim, perguntamos:

Quem está certo ? Os pregadores da prosperidade que são “assistidos” pelo Espírito Santo ou os seus opositores que também são “assistidos” pelo Espírito Santo ?

Quem está certo ? O pregador do Aborto, o “abençoado” e idolatrado Macedo que, se diz inspirado pelo Espírito Santo ou todos aqueles que lhe condenam e que também se dizem inspirados pelo Espírito Santo ?

Quem está certo ? O pregador do aborto que, devidamente “assistido” pelo Espírito Santo chamou de endemoniados os cantores evangélicos ou estariam certos os cantores chamados por tal pregador de endemoniados que, também “assistidos” pelo Espírito Santo disseram que tal pregador está desesperado com a fuga de fiéis de sua denominação ?

Quem está certo ? Calvino que dizendo-se inspirado pelo Espírito Santo chamou de ignorantes e loucos que abusam das escrituras todos aqueles que atribuíram irmãos carnais a Jesus, ou, estariam certos os atuais seguidores de Calvino que, contrariando o mestre, mas dizendo-se “inspirados” pelo Espírito Santo consideram que Maria e José tiveram outros filhos carnais ?

Quem está certo ? Marinho Lutero que “assistido” pelo Espírito Santo batizava crianças, ou, os evangélicos modernos que, dizendo-se inspirados pelo Espírito Santo, alegam que não se deve batizar crianças ?

Quem está certo ? Marinho Lutero que, dizendo-se inspirado pelo Espírito Santo exclamou:
“Meu DEUS o que eu fiz ? Um dia serão tantas seitas que nem poderemos contar. Cada cabeça será uma igreja”

Ou certos estariam os evangélicos que dizem que todos podem interpretar a Bíblia corretamente (menos os católicos, é claro…) ?

E se todos são inspirados pelo Espírito Santo, por que apenas os católicos não podem “interpretar” a Bíblia ? Onde está a proibição bíblica para a interpretação católica e onde está permissão bíblica para que toda e qualquer seita protestante possa interpretar a Bíblia a seu bel prazer ?

Uma grande denominação brasileira propagou por anos que João Paulo II era a besta do apocalipse. Como se sabe, o pontífice morreu e nunca foi a besta do apocalipse. Tal denominação que está entre as maiores do país, dizia-se inspirada pelo Espírito Santo e repleta de “profetas”.

Pergunta-se: Quem está errado ? A denominação que nunca esteve inspirada pelo Espírito Santo, portanto, a tese do livre exame é falha, ou, o próprio Espírito Santo enganou-se e passou aos ditos “profetas” informação errada ?

Ou ainda, o crente que sabe deste descalabro e reconhece a falsa profecia, hipocritamente, finge que tudo está bem e que tais “profetas” e tal denominação ainda merecem crédito ?

Eu gostaria de respostas objetivas e certeiras. E bíblicas. Nada de rodeios ou citações de versículos fora do contexto. Sem aquela costumeira embromação de pastor.

Todo protestante diz que não há um só homem infalível em matéria de fé e doutrina. Está correto isto ?

Se não há um só homem infalível em matéria de fé e doutrina, por que pretende o protestante pregar para os demais se quem lhe escuta deve acreditar antes que não há um só homem confiável em matéria de fé e doutrina ?

Ou será que cada protestante se considera infalível para si mesmo e condena a infalibilidade apenas nos demais ?

Se por um lado a Bíblia é a palavra infalível de DEUS, as interpretações privadas, conforme tese protestante, são passíveis de falhas.Ou não ? Toda e qualquer interpretação protestante está certa ?

Mas se todos são inspirados pelo Espírito Santo na leitura da Bíblia, por que alguém precisa de pastor ? Basta ler a Bíblia com a assistência do Espírito Santo e o próprio leitor e “interprete” chegará às mesmas conclusões.

Se todos usam a mesma Bíblia e todos são inspirados pelo mesmo Espírito Santo, por que se dividem a cada dia mais em igrejas divergentes entre si ?

Por que alguém precisa de igreja evangélica estando salvo e sendo assistido pelo Espírito Santo em sua leitura privada ?

Imagine alguém que já está “salvo” e tem a assistência direta do Espírito Santo. Frequentar uma igreja e ouvir pregações de homens que não são infalíveis, teoricamente, pode comprometer a salvação do eleito. E se salvação obtida não pode ser perdida, então aí mesmo que Bíblia, igreja, pastor e dízimos não servem para nada. Afinal de contas, salvação garantida é salvação que não pode ser perdida faça o que fizer o crente. E se ao contrário, salvação pode ser perdida, por certo a igreja protestante ou evangélica é o local mais perigoso onde o crente salvo e inspirado terá que conviver com pessoas que cometem falhas.

Me expliquem, por favor, à luz da Bíblia, já que o protestante grita em alto e bom som: “Só a Bíblia”.

A. Silva – Livre divulgação mencionando-se o autor

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Sobre Hellen

Católica militante, expatriada, mãe e arquiteta e estudante de Direito. Quando há tempo, engajada na "missão" de defender a fé católica e evangelizar aos irmãos católicos, especialmente aqueles afastados da Santa Fé . I am an expat architect, law student and Catholic mommy who's taken on blogging. I've doing this for a few years now and I'm totally hooked up. All for the Glory of God!
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15 respostas para A Bíblia e o Espírito Santo – O erro da Interpretação das Escrituras à parte da Igreja

  1. André Silva e Dani Acioli disse:

    Sr.Alexandre, a Igreja não é infalível em todas as suas decisões. Mas ela é infalível em matéria de fé e doutrina. Ou seja, nunca ensina errado.

    Os homens fazem errado porque deixam de ouvir a igreja.

    E foi Jesus que garantiu esta infalibilidade em matéria de fé e doutrina. Disse Jesus: “Pedro, confirma teus irmãos na fé.”

    A Igreja é repleta de pecadores também. A Igreja também tem escândalos. Foi o próprio Jesus que nos garantiu que sua Igreja teria escândalos. Ele mesmo disse: “E inevitável que venham os escândalos.”

    E foi o próprio Jesus que garantiu o destino daqueles que causam escândalos: “Ai daqueles através dos quais os escândalos foram introduzidos.”

    Portanto, quem precisou de Lutero para “consertar” a igreja na verdade não creu nas promessas do Senhor.

    Ele mesmo purifica sua Igreja. Ele mesmo dá conta. Ele não ordenou a fundação de novas Igrejas.

    Agora ao invés de uma igreja infalível em matéria de fé e doutrina, temos 50.000 igrejas no Brasil sem o dom da infalibilidade e também repletas de escândalos e pecadores.

    Para que afinal serviu a reforma protestante ?

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  2. Pingback: A Infalibilidade da Igreja – Dom da bondade divina | Ecclesia Militans

  3. Olá Helen, o seu nome me lembra minha filha que se chama Elen Giovana. Bom, em relação ao seu comentário sobre o meu, eu gostaria de esclarecer que não acredito em igreja infalível e portanto, não tenho a menor intenção em defender a igreja evangélica em detrimento da católica. Para mim, tanto faz evangélica como católica, pouco importa. Aliás, para dizer a verdade, ultimamente eu tenho ido a igreja católica com a mesma frequência que vou à igreja evangélica, pois quase todos domingos eu levo a minha tia que é católica roxa na missa e tenho muitos parentes católicos praticantes. Respeito muito os católicos, pois vejo a sinceridade estampada no rosto de muitos, inclusive de alguns padres. Entretanto, lamento que muitos acreditem cegamente no sistema religioso, mesmo tendo a Palavra de Deus nas mãos. Evidentemente que quando vou a missa, não participo de absolutamente nada, mas gosto de prestar muita atenção na homília de alguns padres que as vezes são surpreendentes. Acredito inclusive, na sinceridade e no carisma do novo papa, o Papa Francisco. Penso que ele conseguirá arrebanhar em torno de si, milhares de católicos e também de não católicos. Porém, ele também é uma vítima do sistema religioso e não conseguirá mudar muita coisa em favor do evangelho genuíno de Jesus, pois é mais fácil um papa renunciar o papado do que trazer a Igreja Católica de volta ao cristianismo vivo e verdadeiro. Existe muita resistência em torno disso. Não defendo a igreja A, B ou C, pois o meu posicionamento é em favor exclusivamente da Palavra de Deus, e assim, nessas trocas de ideias, pretendo a princípio, defender apenas as verdades bíblicas e nada mais, pois é preciso se livrar de todos os sofismas e filosofismos criados pelas igrejas. Sei que não sou o dono da Verdade e não pretendo ser jamais, longe de mim isto, mas desejo segui-la e defendê-la, e quem sabe, aprender também alguma coisa proveitosa nos diálogos através deste Blog, que eu espero que sejam saudáveis e proveitosos. Também não pretendo impor as minhas ideias, nem desrespeitar a opinião de ninguém, mas simplesmente estudarmos juntos a Palavra de Deus. Como eu já disse, eu não acredito em igreja infalível, para mim todas as igrejas evangélicas estão sujeitas a erros e a igreja católica, não precisa nem dizer nada, não é mesmo, pois a própria história prova e comprova os seus erros absurdos. Só não vê, quem realmente não quer enxergar, ainda mais que vivemos na era da informação. O próprio Papa João Paulo II, durante o seu pontificado, ele pediu perdão publicamente à humanidade, reconhecendo assim, um pouco dos muitos erros cometidos pela Santa Igreja. E ainda penso que ele só teve a coragem de pedir perdão, devido aos muitos questionamentos inegáveis, pois caso contrário, nunca haveria tal pedido de perdão. Bom, vamos deixar de lado os erros que qualquer instituição religiosa pode cometer, afinal também, a intenção aqui não levantar erros cometidos no passado, sendo que a realidade hoje é um tanto diferente. Em relação a questão de infalibilidade, eu acredito que a Igreja do Senhor Jesus é infalível apenas em seu aspecto “invisível” pois somente Deus conhece os seus verdadeiros servos sobre a face da terra, independente de qual instituição religiosa esses servos de Deus fazem parte. A verdadeira Igreja de Cristo não é limitada a essa ou àquela organização religiosa, pois ela transpõe qualquer barreira religiosa. não é a Batista, nem a Presbiteriana, nem a Congregação, nem a Ortodoxa, nem a Católica Romana, mas é onde dois ou três pessoas se reúnem em nome do Senhor Jesus (Mateus 18:19,20). Graça e paz seja contigo hoje e sempre.

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  4. Amigo Jaime, não entendi muito bem a sua exposição. Porém, no meu comentário, eu não quis dizer que na Igreja de Jesus, seja dispensável a presença de mestres e doutores para ensinar a sã doutrina de Cristo, até mesmo porque, é o próprio Deus quem concede tais dons aos homens, veja Efésios 4:11-16. Além do mais, se não fossem os estudiosos e os mestres bíblicos, a Palavra de Deus não teria chegado até nós. Contudo, é necessário considerar dois pontos: 1º Jesus reprovou as atitudes dos doutores da Lei de sua época e hoje, tanto no meio católico como no meio evangélico, há líderes e mestres com atitudes igualmente reprovadas pela Palavra de Deus. 2º Se temos a UNÇÃO, conforme descrita em 1ª João 2:27 (que é a marca dos verdadeiros cristãos), somos instruídos na Palavra, diretamente pelo próprio Espírito Santo, assim como era entre os primeiros cristãos, nos tempos apostólicos. Se o Espirito Santo não nos dá o entendimento correto das Escrituras Sagradas, (quando somos sinceros na busca deste conhecimento), que garantia temos que estaremos sendo corretamente instruídos por esta ou aquela instituição religiosa? Que garantia temos, que o mestre ou o doutor da Lei na sua ou na minha igreja, não é um líder fraudulento ou um falso cristão? A nossa fé não pode ser cega, daí a importância da livre interpretação das Escrituras Sagradas. Não podemos aceitar tudo cegamente, mas precisamos questionar a nossa fé, será que o que eu creio é a verdade de Deus? Se fosse para acreditarmos cegamente em tudo o que ensina essa ou aquela instituição religiosa, então, não precisaríamos da Bíblia Sagrada. Mas graças a Deus, ela está em nossas mãos e através dela podemos saber qual igreja é a verdadeira e qual é a falsa. Pense nisto. Graça e paz seja contigo.

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    • EDMILSON disse:

      ALEXANDRE TI SUGIRO ESTUDAR 8 ANOS DE PATRÍSTICA
      TI SUGIRO A ESTUDAR A HERMENÊUTICA A EXEGESE E A APOLOGÉTICA
      DOS PADRES DA IGREJA DOS PADRES APOSTÓLICOS E DOS ESCRITORES ECLESIÁSTICOS DOS 4 PRIMEIROS SÉCULOS

      ALEXANDRE TI SUGIRO A ESTUDAR AS CRONICAS DOS CRONISTAS E DOS DOUTORES DA IGREJA CATÓLICA DOS QUATRO PRIMEIROS SÉCULOS

      ESTUDE ISSO AMIGO E ENTÃO VOCÊ VAI VÊ E VAI ENTENDER O QUE ESTOU FALANDO

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    • Helen disse:

      Caro Alexandre Moreno,

      Não responderei à todo o seu comentário, mas farei uma reflexão sobre o que voce afirma nesta frase:

      2º Se temos a UNÇÃO, conforme descrita em 1ª João 2:27 (que é a marca dos verdadeiros cristãos), somos instruídos na Palavra, diretamente pelo próprio Espírito Santo, assim como era entre os primeiros cristãos, nos tempos apostólicos.

      Isso está, no entendimento católico, muito incorreto. A Bíblia é sim a Palavra de Deus. O Cristão é ungido – de maneiras diversas e não necessariamente na mesma intensidade – pelo Espírito Santo. Contudo, a Igreja é o sinal visível do plano de Salvação de Deus. Foi à Igreja que Deus – por Cristo – prometeu proteger do erro. Não à cada Cristão. Se sua linha de raciocínio fosse correta não haveriam tantos Cristãos a discordarem de si como há nos dias de hoje.

      No protestantismo, a livre interpretação permite que cada um seja o seu próprio guia. Com isso novas doutrinas surgem a cada minuto. Cada denominação alega ser guiada pelo Espírito de Deus, mas como pode isso ser verdade, se discordam tanto entre si. A Bíblia diz que Deus é o mesmo de hoje e sempre. Sua Verdade é UMA. Assim, como explicar as discrepâncias?

      Quer um exemplo prático? Eis aqui um muito bom:

      Até 1930 TODA denominação protestante era CONTRA o uso de contracepção, tal e qual a Igreja Católica ainda mantém.
      Depois daquele ano, a Igreja Anglicana sucumbiu à pressão do mundo e passou a autorizar que métodos contraceptivos fossem permitidos em casos de doença e motivo de saúde. Pouco depois disso, passou-se a permitir a contracepção à todos.
      Não demorou muito para todas a igrejas protestantes fazerem o mesmo.

      A pergunta que eu gostaria muito que o sr respondesse é a seguinte:

      Quando foi que os protestantes estavam em erro: De 1542 até o ano de 1930, quando proibiam a contracepção? OU depois de 1930 até agora, que a permitem?

      Será que em 1930 o Espírito Santo veio pra corrigir o erro? OU será que até 1930 ele não estava presente, mas agora se manifestou?

      Como esses há dezenas de discrepâncias no protestantismo que mostra e prova para quem quer ver que DE FATO, a PALAVRA DE DEUS É SANTA, mas sua interpretação é passível de erro, quando feita FORA da IGREJA que é a coluna e fundamento da Verdade!

      Pax Domini

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  5. EDMILSON disse:

    Eu digo e provo historicamente que todos os primeiros fundadores protestantes aceitou a verdade da virgindade perpétua de Maria. Agora como é para os protestantes dos últimos 150 anos (desde o início do liberalismo teológico) Agora no entanto, tornou-se moda a acreditar que Jesus teve irmãos de sangue (eu suspeito, porque isso contradiz o ensino católico), ao contrário do consenso original dos primeiros protestantes.
    Vamos ver o que os fundadores do protestantismo ensinou sobre esta doutrina.
    Se os católicos são tão arraigada no que foi descrito como “bobo”, “desesperada”, “obviamente falso”, “tradição não-bíblica” aqui, existem muitas luminárias protestantes, como Lutero, Calvino e Wesley.
    Estranhamente, no entanto, atual-dia críticos protestantes do catolicismo raramente apontar críticas a eles . Eu acho que os mesmos “erros” são chocantes para um grau diferente, dependendo de quem aceita e promulga-los – algo como o provérbio orwelliano de Animal Farm”. todas as pessoas são iguais, mas alguns são mais iguais que outros”
    Geral
    Qualquer que seja a posição teológica que se pode tomar hoje sobre o assunto de Mariologia, não é capaz de chamar a “tradição reformada” um de ajuda, a menos que se faz isso com o maior cuidado. . . a doutrina mariana dos reformadores é consoante com a grande tradição da Igreja, em todos os fundamentos e com a dos Padres dos primeiros séculos, em particular. . . . .
    Em relação à doutrina mariana dos reformadores, já vimos como eles são unânimes em toda a santidade que as preocupações de Maria e virgindade perpétua. . .
    {Max Thurian (protestante), Maria: Mãe de todos os cristãos , tr.Neville B. Cryer, Nova Iorque: Herder & Herder, 1963 (orig. 1962), pp 77, 197}
    ‘Sempre virgem’ O título ( aeiparthenos , Semper virgo ) surgiu no início do cristianismo. . . Foi uma frase feita na Idade Média, e continuou a ser usada em escritos confessionais protestantes (Lutero, Calvino, Zwinglio, Andrewes; Livro de Concórdia [1580], Schmalkaldic artigos [1537]).
    {Raymond E. Brown et al, ed. Maria no Novo Testamento , Phil:. Fortress Press / NY: Paulist Press, 1978, p.65 (um esforço conjunto católico-protestante)}
    Maria foi formalmente separado do culto protestante e oração no século 16, já no século 20, o divórcio é completa. Mesmo canto do “Magnificat” causado os puritanos de ter escrúpulos, e se eles desistiram dos Apóstolos Credo, não foi só por causa da ofensiva adjetivo “católica”, mas também por causa da menção da Virgem. . .
    [Mas] Calvino, como Lutero e Zwingli, ensinou a virgindade perpétua de Maria. Os reformadores mesmo aplicado, embora com alguma reticência, o título Theotokos a Maria. . . Calvin pediu a seus seguidores para venerar e elogiá-la como o professor que instrui-los em comandos de seu filho.
    {JA Ross MacKenzie (protestante), em Stacpoole, Alberico, ed. lugar de Maria no diálogo cristão , Wilton, Connecticut: Morehouse-Barlow, 1982, pp.35-6}
    Martin Luther
    Cristo, nosso Salvador, foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria.. . Este foi sem a cooperação de um homem, e ela permaneceu virgem depois disso.
    { Lutero Obras , eds. Jaroslav Pelikan (Vols. 1-30) e Helmut T. Lehmann (Vols. 31-55), St. Louis: Concordia Pub. House (Vols. 1-30); Philadelphia: Fortress Press (Vols. 31-55), 1955, v.22: 23 / Sermões sobre João , caps. 1-4 (1539)}
    Cristo. . . era o único filho de Maria, e da Virgem Maria deu nenhuma criança além Dele. . . Eu estou inclinado a concordar com aqueles que declaram que “irmãos” significa realmente ‘primos’ aqui, por Sagrada Escritura e os judeus sempre chamar irmãos primos.
    {Pelikan, ibid., v.22 :214-15 / Sermões sobre João , caps. 1-4 (1539)}
    A nova mentira sobre mim está sendo divulgado. Eu devo ter pregado e escrito que Maria, a mãe de Deus, não era virgem, antes ou depois do nascimento de Cristo. . .
    {Pelikan, ibid. v.45: 199 / Que Jesus Cristo nasceu judeu (1523)}
    A Bíblia não diz ou indicar que mais tarde ela perdeu a virgindade. . .
    Quando Mateus [01:25] diz que José não conheceu Maria carnalmente até que ela deu à luz seu filho, isso não significa que ele sabia que ela, posteriormente, pelo contrário, significa que ele nunca sabia dela. . . Este balbuciar. . . é sem justificação. . . ele não tenha notado nem prestou atenção ou a Escritura ou a expressão comum.
    {Pelikan, ibid., v.45 :206,212-3 / Que Jesus Cristo nasceu judeu(1523)}
    Editor de Jaroslav Pelikan (Luterana) acrescenta:
    Lutero. . . nem sequer considerar a possibilidade de que Maria pode ter tido outros filhos além de Jesus. Isto é consistente com a sua aceitação ao longo da vida da idéia da virgindade perpétua de Maria.
    {Pelikan, ibid., v.22 :214-5}
    João Calvino
    Helvídio exibido ignorância excessiva na conclusão de que Maria deve ter tido muitos filhos, porque Cristo “irmãos” são, por vezes mencionado.
    { Harmonia de Mateus, Marcos e Lucas , sec. 39 (Genebra, 1562), vol. 2 / De Comentários de Calvino , tr. William Pringle, Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1949, p.215; sobre Mateus 13:55}
    [On Matt 01:25:] A inferência ele [Helvídio] chamou de era, de que Maria permaneceu virgem até não mais do que seu primeiro parto, e que depois ela teve outros filhos por seu marido. . . Nenhuma inferência justa e bem fundamentada pode ser obtida a partir dessas palavras. . . , como o que ocorreu após o nascimento de Cristo. Ele é chamado de “primogênito”, mas é para o único propósito de informar-nos de que ele nasceu de uma virgem. . .O que ocorreu depois, o historiador não nos informa. . . Nenhum homem vai manter-se obstinadamente o argumento, com exceção de um carinho extremo para a disputa.
    {Pringle, ibid ., vol. I, p. 107}
    Em ‘irmãos’ a palavra a Hebreus incluir todos os primos e outros parentes, seja qual for o grau de afinidade.
    {Pringle, ibid ., vol. I, p. 283 / Comentário sobre João , (7:3)}
    Huldreich Zwingli
    Ele se vira, em setembro de 1522, a uma defesa lírico da virgindade perpétua da mãe de Cristo. . . Para negar que Maria permaneceu “Inviolata ‘antes, durante e depois do nascimento de seu Filho, foi a duvidar da onipotência de Deus. . . e foi à direita e rentável para repetir a saudação angélica – a oração não – ‘Ave Maria’. . . Deus estimava Maria acima de todas as criaturas, incluindo os santos e anjos – era a sua pureza, inocência e fé inabalável que a humanidade deve seguir. Oração, no entanto, deve ser. . . a Deus apenas. . .
    “Fidei expositio”, o panfleto última de sua pena. . . Há uma insistência especial sobre a virgindade perpétua de Maria.
    {GR Potter, Zwingli , London: Cambridge Univ. Press, 1976, pp.88-9, 395 / A virgindade perpétua de Maria . . ., 17 de setembro de 1522}
    Zwingli tinha impresso em 1524 um sermão sobre “Maria, sempre virgem, mãe de Deus.”
    {Thurian, ibid ., p.76}
    Eu nunca pensei, ainda menos ensinadas, ou declarado publicamente, nada a respeito do assunto da sempre Virgem Maria, Mãe da nossa salvação, que poderia ser considerado desonroso, ímpios, indignos ou mal. . . Eu acredito com todo o meu coração, segundo a palavra do santo evangelho que esta virgem pura suportou por nós o Filho de Deus e que ela permaneceu, no nascimento e depois dele, uma virgem pura e imaculada, para a eternidade.
    {Thurian, ibid ., sermão p.76 / mesmo}
    Heinrich Bullinger
    Bullinger (m. 1575). . . defende a virgindade perpétua de Maria. . . inveighs e contra os falsos cristãos que defraudar-la de seu legítimo louvor: “Em tudo o que Maria é extraordinário e tudo o mais glorioso, pois surgiram a partir de pura fé e amor ardente de Deus.” Ela é “o mais original e mais nobre membro” da comunidade cristã. . .
    “A Virgem Maria. . . completamente santificados pela graça e pelo sangue de seu Filho único e abundantemente dotados pelo dom do Espírito Santo e preferiu a todos. . . agora vive feliz com Cristo no céu e é chamado e permanece sempre Virgem e Mãe de Deus. ”
    {Em Hilda Graef, Mary: Uma História da Doutrina e Devoção , combinado ed. de vols. 1 & 2, Londres: Sheed & Ward, 1965, vol.2, pp.14-5}
    John Wesley (fundador do metodismo)
    Eu acredito … Ele [Jesus Cristo] nasceu da Virgem, que, assim como ela depois
    apresentá-lo, continuou virgem pura e imaculada.
    {“Carta a um católico romano”, citado no AC Coulter, John Wesley , New York: Oxford University Press, 1964, 495}

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  6. EDMILSON disse:

    MARIA IMACULADA CONCEIÇÃO.

    Bem meus irmãos e minhas irmãs Católicas esse tópico será totalmente dedicado a um Dogma Mariano não aceito pelos protestantes, alias nenhum Dogma Mariano é aceito por eles, pois como diz a profecia de Gêneses (A serpente tem ódio da Mulher) então nada que venha de Virgem Maria será aceito pelos hereges.
    Vamos falar sobre o Dogma da Imaculada Conceição:
    Os hereges deixam de acreditar nesse Dogma usando seus argumentos chulos de que Maria sendo Imaculada de pecados estaria sendo cultuada como deusa, esse tipo de argumento é ridículo, pois eles esquecem que o nome do Dogma não é (Maria Imaculada para si própria), e sim (Maria Imaculada Conceição).
    Observem que (conceição) vem de (concepção), ou seja, Maria não foi Imaculada para ser deusa e sim para conceber em seu ventre Deus Encarnado. Sendo assim nascer Imaculada de pecados não foi um atributo para Maria e sim para o Verbo Encarnado nascer em um ventre totalmente santo e purificado de qualquer tipo de pecado.
    Assim diz o autor de Hebreus.
    “11. Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo);” (Hebreus capítulo 9)
    Com essas palavras o autor diz claramente que Jesus Cristo entrou no mundo através de um tabernáculo (EXCELENTE E PERFEITO) não construindo por mãos humanas, ou seja, ele se refere ao ventre de Maria por onde nosso senhor entrou no mundo, um ventre excelente e perfeito; preparado para receber Nosso Senhor (Deus encarando).
    Por esse mesmo motivo São Lucas (devoto de Maria) escreve em seu evangelho um termo totalmente significativo.
    Em (Lucas capítulo 1 verso 28):
    (Grego)
    χαιρε κεχαριτωμενη ο κυριος μετα σου

    (Tradução para o português)
    Ave cheia de graça, o Senhor está com você
    Nesse termo podemos encontrar exatamente o Dogma e o porquê existe essa verdade de fé dentro da única Igreja de Cristo.
    A saudação do Anjo a Virgem Maria (Ave cheia de graça) maravilhosamente traduzida como(Gracia plena) pelo maior conhecedor das línguas Bíblicas que foi São Jerônimo, demonstra que a Virgem Maria estava completamente em estado de GRAÇA, sendo assim não caberia mais nada além de graça em seu ser.
    Quando o Anjo acrescentou o termo (O senhor está contigo) nesse momento ele explica o porquê Virgem Maria era Imaculada de pecados vivendo em um total estado de Graça, essa Graça foi concedida a Virgem Maria para receber o Verbo Encarando em seu ventre santificado por obra Divina, ou seja, ela foi preparada (não por mãos humanas) para receber Nosso Senhor Jesus Cristo.
    Observem que os profetas do (AT) já revelavam que Virgem Maria nasceria Imaculada de pecados.
    “8 Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. 9 Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela e a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na.” (Cântico capítulo 6)
    Nessa profecia do livro de Salomão, ele diz claramente que:
    A bem aventurada louvada por Rainhas e Concubinas seria (Imaculada).
    Sendo assim todas as profecias do (AT) foi perfeitamente cumpridas, e a Imaculada conceição foi uma dessas profecias.
    Santo Agostinho um dos maiores doutores da Igreja Católica afirma:
    “que todos os justos conheceram o pecadomenos a Santa Virgem Maria, a qual, pela honra do Senhor, não quero que entre nunca em questão quando se trate de pecados.”(Agostinho contra Pelágio)
    Esta é uma das orações mais antigas e vem do rito oriental de Antioquia sendo atribuída a São Tiago Menor, o primeiro bispo de Jerusalém:
    “Fazemos memória de nossa Santíssima, IMACULADA, e gloriosíssima Senhora Maria, MÃE DE DEUS e SEMPRE VIRGEM.”
    “Prestemos homenagem, principalmente, a Nossa Senhora, a Santíssima, IMACULADA e abençoada acima de todas as criaturas, a gloriosíssima MÃE DE DEUS, SEMPRE VIRGEM MARIA.”
    E os cantores respondem:
    “É verdadeiramente digno que nós vos proclamemos bem-aventurada e em toda linha irrepreensível, MÃE DE NOSSO DEUS, mais digna que os querubins, mais digna de glória que os serafins; a vós que destes à luz o Verbo divino, SEM PERDER A VOSSA INTEGRIDADE PERFEITA, nós glorificamos como MÃE DE DEUS.” (S. Jacob in Liturgia sua)
    Na Liturgia dos etíopes, de autor desconhecido, mas cuja composição data do primeiro século, se encontra diversas menções explícitas da Imaculada Conceição. Uma das suas orações se inicia nestes termos:
    “Alegrai-vos, Rainha, verdadeiramente Imaculada, alegrai-vos, glória de nossos pais, é pela intercessão da Imaculada Virgem Maria que o Sacerdote invoca a Deus em favor dos fiéis, Pelas preces e a intercessão que faz em nosso favor Nossa Senhora, a Santa e Imaculada Virgem Maria.”
    Como documento ainda do primeiro século, temos estas palavras do apóstolo Santo André dirigidas ao procônsul Egeu e que consta nas atas do martírio deste santo:
    “Tendo sido o primeiro homem formado de uma terra imaculada, era necessário que o homem perfeito nascesse de uma Virgem igualmente imaculada, para que o Filho de Deus, que antes formara o homem, reparasse a vida eterna que os homens tinham perdido”(Cartas dos Padres de Acaia)

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    • EDMILSON disse:

      Alexandre vou Usar a lógica com você pois é muito fácil desmontar a sua argumentação e de todas seitas protestante.
      PRIMEIRO VOCÊ ALEXANDRE VOCÊ COMO TODOS DAS SEITAS, protestantes usam um dicionário da língua portuguesa para justificar a igualdade de adorar e venerar isso é ridículo.
      Alexandre além de tosca essa argumentação lembramos que o dicionário (carinhosamente apelidado de PAI DOS BURROS)
      Se vale de similaridades para explicar aos seus filhos (OS BURROS) o que significa a palavra desconhecida. Quando uma pessoa não sabe algo, nos valemos de exemplos SIMILARES para dar a noção à quem desconhece. Na verdade, podemos dizer sem sombra de dúvida que para duas palavras existem dois significados…
      Alexandre olha Se adorar é igual a venerar então…
      Sagrado (definido no dicionário)
      Do Lat. sacratu
      Adj.,
      Relativo aos ritos ou ao culto religioso;
      Que foi consagrado;
      profundamente venerável;
      puro;
      Santo;
      A que se deve o maior respeito;
      Inviolável;
      S. m.,
      Aquilo que é sagrado;
      Prov.,
      Adro da igreja;
      O chão do cemitério.
      Que dizer da bíblia sagrada? Protestantes consideram um livro como sendo sagrado? Se assim o fazem são idólatras de um livro. Um livro que merece todo respeito pois contém a palavra de Deus, mas ainda assim um livro. Existe idolatria em se respeitar a bíblia?
      “I Coríntios 3:17 Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é SAGRADO.”
      (Êxodo 19,23)
      Moisés respondeu ao Senhor: “O povo não poderia subir o monte Sinai, pois vós no-lo ordenastes expressamente, dizendo: fixa limites ao redor do monte, e declara-o sagrado.”
      (Êxodo 29,29)
      Os ornamentos sagrados de Aarão servirão para seus filhos depois dele, que os vestirão quando se lhes der a unção e forem empossados.
      Aliás isso é legal pra quem critica as vertes litúrgicas da igreja…
      (Êxodo 31,10)
      Ss vestes litúrgicas, os ornamentos sagrados para o sacerdote Aarão, as vestes de seus filhos para as funções sacerdotais;
      (Êxodo 31,14)
      Guardareis o sábado, pois ele vos deve ser sagrado. Aquele que o violar será morto; quem fizer naquele dia uma obra qualquer será cortado do meio do seu povo.
      (Êxodo 34,15)
      Guarda-te de fazer algum pacto com os habitantes do país, pois, quando se prostituírem a seus deuses e lhes oferecerem sacrifícios, poderiam convidar-te e tu comerias de seus banquetes sagrados;
      (Números 7,9)
      Aos filhos de Caat, porém, não deu carros nem bois, porque tinham o cuidado de objetos sagrados que levavam aos ombros.
      (Números 10,21)
      Os caatitas partiram em seguida, levando os objetos sagrados. E, antes que chegassem, era montado o tabernáculo.
      (Números 18,3)
      Eles farão o serviço que te é devido e o serviço da tenda, mas não se aproximarão dos objetos sagrados, nem do altar, para que não morram, e vós juntamente com eles.
      (I Crônicas 16,29)
      Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome. Trazei oferendas e chegai à sua presença, adorai o Senhor com ornamentos sagrados.
      (II Crônicas 5,5)
      E transportaram-na com a tenda de reunião e todo o seu mobiliário de utensílios sagrados. Foram os sacerdotes levíticos que fizeram essa transladação.
      (Salmos 46,9)
      Deus reina sobre as nações, Deus está em seu trono sagrado.
      (I Macabeus 4,49)
      Fizeram novos vasos sagrados e transportaram ao santuário o candeeiro, o altar dos perfumes, e a mesa.
      (Salmos 28,2)
      Rendei-lhe a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor com ornamentos sagrados.
      (Eclesiástico 26,22)
      Como a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do rosto na idade madura.
      (Jeremias 17,2)
      Nos ângulos de seus altares. (Lembrando-se de seus filhos), (pensam) em suas estelas e marcos sagrados, junto das árvores verdejantes no alto das colinas elevadas.
      (Ezequiel 42,14)
      Uma vez que tiverem entrado, os sacerdotes não sairão do lugar santo para o átrio exterior, sem ter deixado ali as suas vestes litúrgicas, porque esses paramentos são sagrados. Eles se revestirão de outros hábitos para penetrar nos lugares destinados ao povo.
      Paramentos são sagrados??? Alguns acham que não… Mas como é possível isso? Não está dito na bíblia???
      (Ezequiel 45,6)
      Para o domínio da cidade, assinalareis uma porção de cinco mil côvados de largura, por vinte e cinco mil de comprimento, paralelamente ao espaço sagrado já reservado. Ela pertencerá a toda a casa de Israel.
      (Joel 4,17)
      Sabereis então que eu sou o Senhor, vosso Deus, que habita em Sião, minha montanha santa. Jerusalém será um lugar sagrado onde os estrangeiros não tornarão mais a passar.
      (Miquéias 5,13)
      Extirparei de tua terra os bosques sagrados e arrasarei tuas cidades.
      Aliás…pela mesma fonte, temos que…
      Consagrar
      Conjugar
      De sagrar
      V. tr., tornar sagrado; sagrar; dedicar a Deus; converter (pão e vinho) no corpo e sangue de Jesus Cristo; oferecer em homenagem; destinar; dedicar ao culto; sancionar;
      V. int., ant.,
      Jurar pela sagrada hóstia;
      V. refl.,
      Dedicar-se.
      Continuando… Se ‘sagrado’ é aquilo que é ‘profundamente venerável’ e consagrar é ‘tornar sagrado’. Quando ouvimos muitos religiosos dizerem que eu me consagro a Deus, podemos ter que esta pessoa esta por seus méritos próprios (por seus ‘poderes’) SE tornando sagrado e portanto digno e profundamente venerável…?
      Ora, me parece que de duas, uma… Ou o dicionário não se presta a responder quesitos da fé… Ou temos muitos hipócritas por ai…
      A cereja em cima do bolo…
      BRUNO o dicionário ainda aponta que
      Santo
      Do Lat. sanctu
      Adj.,
      Sagrado; bem-aventurado;
      Venerável; virtuoso; bondoso; santificado (dia);
      S. m.,
      Indivíduo que morreu em estado de santidade ou foi canonizado; por ext. homem reconhecidamente virtuoso e bom.
      Campo -: cemitério;
      Lugar -: a igreja; qualquer templo;
      Nariz de -: algo que se faz meticulosamente;
      Remédio -: remédio eficaz;
      Santo Ofício: tribunal da Inquisição;
      – de pau carunchoso: pessoa sonsa, velhaca; o m. q. santo de pau oco;
      – de pau oco:vd. santo de pau carunchoso;
      – sacrifício: missa.
      Assim acaba o raciocínio de que o dicionário aponta como sendo “santo” o que é sagrado;
      Venerável…
      Se a bíblia fala que “(Êxodo 29,31)
      Tomarás o carneiro de inauguração e farás cozer a sua carne em um lugar santo. Temos então que existe um lugar santo…
      Se diz que (Êxodo 30,35)
      Farás com tudo isso um perfume para a incensação, composto segundo a arte do perfumista, temperado com sal, puro e santo.” Temos um perfume SANTO…
      “(Levítico 2,3)
      O que sobrar da oblação será para Aarão e seus filhos; isto é, o que há de mais santo entre os sacrifícios feitos pelo fogo ao Senhor.” Existe um sacrifício SANTO…
      “(Levítico 6,11)
      Todo varão entre os filhos de Aarão comerá dela. Essa é uma lei perpétua, no tocante às partes destinadas a vossos descendentes, das ofertas feitas pelo fogo ao Senhor. Todo aquele que tocar essas coisas será santo.” ” Existem homens SANTOS…”(Levítico 11,44)
      Pois eu sou o Senhor, vosso Deus. Vós vos santificareis e sereis santos, porque eu sou santo. Não vos contaminareis com esses animais que se arrastam sobre a terra …
      ALEXANDRE ME DIGA?Se existem santos (que são Sagrados; bem-aventurados; veneráveis) e se sagrado é o profundamente venerável… me explica porque cargas d’água falam que católicos são idolatras por venerar um santo?
      Então antes de usar um dicionário ou versículos fora do contesto como instrumento de estudo teológico, vamos pensar.

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  7. EDMILSON disse:

    NESTE PEQUENO ESTUDO MOSTRAREI COMO SURGIU O CÂNON BÍBLICO.

    Pois meus irmãos, e minhas irmãs católicas quantas vezes vocês escutaram desses protestantes que a Bíblia Sagrada e seu Cânon foi definida por Deus (sem a participação da Igreja)?

    Quantas vezes vocês escutaram que esses livros já estavam prontos e definidos pelos Apóstolos já no (século I)?
    Quantas vezes vocês escutaram que eles usam o (AT) Hebraico, pois esse era o (AT) usado por Jesus e os Apóstolos?

    Bem, nesse tópico eu vou provar a todos vocês que o Cânon Bíblico foi definido pelos Bispos da Igreja Católica, fato ocorrido no (século IV), e nos três primeiros séculos eram usados vários livros no qual hoje nem temos conhecimento de seu conteúdo, além de ser tido como não inspirados vários livros que possuímos hoje dentro do Cânon Bíblico.

    Usarei a famosa Obra de Euzébio de Cesaréia nascido no ano 265 : (Historia Eclesiástica).

    1º) A importância do Cânon Alexandrino no (AT).
    Meus irmãos Católicos observem as palavras dos Pais da Santa Igreja nos três primeiros Séculos explicando o porque eles deixaram o Cânon Herético Hebraico de lado e passaram a usar apenas o Cânon alexandrino.
    Os motivos foram exatamente as heresias que continham nesse Cânon (Hebraico) e contrariavam o (NT) e também por ele ter se perdido e sido reescrito varias vezes enquanto o Cânon Alexandrino sempre obteve sua forma original.
    Livro dos Macabeus.
    Nesse texto de seu livro Euzébio comenta sobre a obra de Flavio Josefo (Guerras dos Judeus) e afirma a necessidade dos Livros dos Macabeus dentro do Cânon (AT) já que o famoso historiador judeu diz que desde o tempo de (Artaxerxes) nem tudo merece confiança, alguns protestantes usam esse texto para retirar a Inspiração Divina dos 7 livros Deuterocanonicos, porém Euzébio explica que esse (nem tudo) não pode ser considerado (TUDO) e sim (Alguns), pois temos livros como os dos Macabeus que fazem parte do Cânon do (AT).
    Historia Eclesiástica X Livro III (Euzébio de Cesaréia).
    “4. Desde Artaxerxes até nossos dias tudo foi escrito, mas nem tudo merece a mesma confiança que o anterior, por não apresentar sucessão exata dos profetas.
    5. Mas os fatos manifestam como nós nos sentimos próximos a nossas escrituras. Assim é que, transcorrido já tanto tempo, ninguém se atreveu a acrescentar, nem tirar, nem mudar nada nelas, antes, é natural a todos os judeus, já desde seu nascimento, crer que estes escritos são decretos de Deus, e aferrar-se a eles e prazerosamente morrer por eles caso seja necessário.
    6. Estas palavras do autor aqui apresentadas não deixarão de ser úteis. Há também outra obra escrita por ele, não sem nobreza, Sobre a supremacia da razão, que alguns intitularam Macabeus, porque contém as lutas dos hebreus valentemente sustentadas em defesa da piedade para com Deus e referidas nos escritos assim chamados Dos Macabeus”.
    Qual Heresia possui no Cânon Hebraico?
    Prestem bem atenção nas palavras de Euzébio onde ele usa também os escritos de Santo Irineu para assim definir sua conclusão sobre a Heresia do Cânon Hebraico, o grande teólogo do século IV usa uma Profecia de Isaias e o Evangelho de São Mateus para defender a tese Apostólica.
    No Cânon Alexandrino a Profecia de Isaias está idêntica a profecia usada por São Mateus (uma Virgem conceberá e dará à luz um filho).
    Já no Cânon Hebraico a Profecia de Isaias não está idêntica ao Evangelho de São Mateus, nela diz que (uma Jovem conceberá e dará à luz um filho).
    Vigem para Jovem há muita diferença.
    Historia Eclesiástica VIII Livro V (Euzébio de Cesaréia).
    “10. E quanto à tradução das Escrituras inspiradas realizada pelos Setenta, ouve o que escreve textualmente:
    Deus pois fez-se homem, e o Senhor mesmo nos salvou, depois de dar-nos o sinal da Virgem, mas não como dizem alguns de agora que se atrevem a traduzir a Escritura: Eis aqui que a jovem conceberá em seu ventre e dará à luz um filho, como traduziram Teodósio, o de Éfeso, e Áquila, o do Ponto, ambos judeus prosélitos, aos que seguem os ebionitas quando dizem que Ele nasceu de José.”
    Historia Eclesiástica XVII Livro VI (Euzébio de Cesaréia).
    “1. Pelo que toca a estes mesmos tradutores, deve-se saber que Simaco foi ebionita. A heresia, assim chamada dos ebionitas, é a dos que afirmam que Cristo nasceu de Josée de Maria, crêem que foi puramente homem e insistem em que é necessário guardar a lei mais ao modo judeu, segundo o que já sabemos pelo referido anteriormente. E ainda hoje se conservam Comentários de Simaco, nos quais parece querer confirmar a mencionada heresia, explicando-se longamente à custa do Evangelho de Mateus. Orígenes declara que estes escritos, junto com outras interpretações de Simaco sobre as Escrituras, recebeu-os de uma tal Juliana, que por sua vez diz ter herdado os livros do próprio Simaco.”
    Por que o Cânon Hebraico não é digno de confiança?
    Meus Irmãos Católicos existe um grande problema no Cânon Hebraico, ele foi perdido e reescrito varias vezes, tanto que o seu teor original de Inspiração Divina se perdeu durante esse tempo, por isso Euzébio usando as obras de Santo Irineu afirma que o Cânon Alexandrino foi Inspirado por Deus para permanecer em sua forma original.
    Após o retorno do cativeiro Babilônico Deus Inspirou Esdras para reescrever as Escrituras Sagradas em Hebraico, porém essas mesmas Escrituras foram queimadas por (Antioco Epifanes) na época dos Macabeus e ninguém sabe como ela foi reescrita, assim desde então o Cânon Alexandrino passou a ser o Cânon mais original existente sobre a terra.
    Historia Eclesiástica III Livro V (Euzébio de Cesaréia).
    “12. Eles, que então ainda estavam submetidos aos macedônios, enviaram a Ptolomeu setenta anciãos, os mais versados dentre eles nas escrituras e em ambas as línguas.Deus fazia precisamente o que queria.
    13. Ptolomeu, querendo testá-los separadamente e evitando que se pusessem de acordo para ocultar por meio da tradução o que há de verdade nas Escrituras, separou-os uns dos outros e ordenou que escrevessem a mesma tradução, e assim fez com todos os livros.
    14. Mas logo que se reuniram junto a Ptolomeu e cada um comparou sua própria tradução,Deus foi glorificado e as Escrituras foram reconhecidas como verdadeiramente divinas: todos haviam proclamado as mesmas coisas com as mesmas expressões e os mesmos nomes, desde o começo até o fim, de forma que até os pagãos ali presentes reconheceram que as Escrituras foram traduzidas sob a inspiração de Deus.
    15. E não há que estranhar que Deus fizesse isto, porque foi Ele que, havendo sido destruídas as Escrituras no cativeiro do povo sob Nabucodonosor e tendo os judeus regressado a seu país depois de setenta anos, logo, nos tempo de Artaxerxes, rei dos persas, inspirou o sacerdote Esdras, da tribo de Levi, a refazer todas as palavras dos profetas que o haviam precedido e restituir ao povo a legislação dada por meio de Moisés.( Tudo isto diz Irineu).”
    (I Macabeus 1).
    “56. rasgavam e queimavam todos os livros da lei que achavam;
    57. em toda parte, todo aquele em poder do qual se achava um livro do testamento, ou todo aquele que mostrasse gosto pela lei, morreria por ordem do rei.”
    Por esses motivos a Igreja de Cristo desde os tempos Apostólicos se utiliza do Cânon Alexandrino, o mesmo que possuímos até nossos dias.

    2º) (3) Séculos para definição do (NT).
    Alguns protestantes acreditam que o (NT) foi definido pelos Apóstolos aonde eles iam escrevendo suas obras e acrescentando no Cânon, mas não é bem assim, nos (3) primeiros séculos a Igreja se viu rodeada de livros espalhados por todas a comunidades, muitos eram lidos mesmo sem conter um canonicidade outros que eram Inspirado nem eram lidos, existiam muitas dúvidas e até se chegar a um Cânon demorou (3 séculos), eu vou mostrar agora a Historia do Cânon Bíblico segundo (Euzébio de Cesaréia).

    Canonicidade dos (4) Evangelhos.
    Euzébio usa uma obra de São Clemente (Discípulo de São Paulo) para explicar o por que foram escolhidos (Mateus, Marcos, Lucas e João) como os Evangelhos canônicos, também relata que São João só escreveu seu evangelho para complementar a falta de Mateus, Marcos e Lucas em não escrever a vida Publica de Jesus antes da morte de João Batista.
    Historia Eclesiástica III Livro XXIV (Euzébio de Cesaréia).
    “6. Com efeito Mateus, que primeiramente tinha pregado aos hebreus, quando estava a ponto de ir para outros, entregou por escrito seu Evangelho, em sua língua materna, fornecendo assim por meio da escritura o que faltava de sua presença entre aqueles de quem se afastava.
    7. Marcos e Lucas já tinham publicado seus respectivos evangelhos, enquanto de João se diz que em todo este tempo continuava usando a pregação não escrita, mas que por fim chegou também a escrever, pelo seguinte motivo. Os três evangelhos anteriormente escritos já haviam sido distribuídos para todos, inclusive para o próprio João, e diz-se que este os aceitou e deu testemunho de sua veracidade, mas também que lhes faltava unicamente a narrativa do que Cristo havia feito nos primeiros tempos e no começo de sua pregação.
    8. A razão é verdadeira. É possível ver realmente que os três evangelistas puseram por escrito apenas os fatos que se seguiram ao encarceramento de João Batista, durante um ano apenas, e que eles mesmos alertam sobre isto no início dos relatos.
    9. Por exemplo, depois do jejum de quarenta dias e da tentação que se seguiu, Mateus declara a data por suas próprias palavras quando diz: E ouvindo que João havia sido entregue, retirou-se da Judéia para a Galiléia.
    11. Em conseqüência diz-se que por isto decidiu-se o apóstolo João a transmitir em seu Evangelho o período silenciado pelos primeiros evangelistas e as obras realizadas neste tempo pelo Salvador, ou seja, as anteriores ao encarceramento do Batista, e que isto se mostra quando diz: Assim principiaram os milagres de Jesus, e também quando menciona o Batista em meio aos atos de Jesus dizendo que ainda seguia batizando em Enom, perto de Salim. Expressa-o claramente ao dizer: Porque João ainda não havia sido encarcerado225.
    12. João, portanto, transmite em seu Evangelho escrito o que Cristo fez antes de que o Batista fosse encarcerado, enquanto que os outros três relatam os feitos posteriores ao encarceramento do Batista.
    Ordem dos Evangelhos.
    Historia Eclesiástica XXV Livro XI (Euzébio de Cesaréia).
    “4. Acerca dos quatro Evangelhos, que também são os únicos que não foram discutidos na Igreja de Deus que está sob o céu, por tradição aprendi que o primeiro a ser escrito foi oEvangelho de Mateus, que foi por algum tempo arrecadador e depois apóstolo de Jesus Cristo, que o compôs em língua hebraica e o publicou para os fiéis procedentes do judaísmo.
    5. O segundo foi o Evangelho de Marcos, que o fez como Pedro lhe indicou, o qual, em sua Carta católica, proclama-o até filho seu, com as seguintes palavras: Saúda-vos a igreja de Babilônia, co-eleita, e Marcos, meu filho427.
    6. O terceiro é o Evangelho de Lucas, o que Paulo elogiou e que ele fez para os que vinham dos gentios. Além de todos estes há o Evangelho de João”.
    Canonicidade das Cartas de São Paulo e a dúvida da Carta aos Hebreus.
    Todas as cartas de São Paulo sempre foram vistas como Inspiradas por Deus, nunca existiu dúvidas sobre tais cartas, no entanto a famosa Carta aos Hebreus foi contestada sua inspiração nos (3) primeiros séculos, esse é apenas um dos livros que temos hoje como canônicos e que não era muito bem aceito nas comunidades Cristãs nos primeiros séculos.
    Historia Eclesiástica III Livro III (Euzébio de Cesaréia).
    “5. Por outro lado, é evidente e claro que as catorze cartas são de Paulo. Contudo, não é justo ignorar que alguns rechaçaram a carta aos Hebreus, dizendo que a Igreja de Roma não a admite por crer que não é de Paulo. O que foi dito sobre ela por aqueles que me precederam será exposto a seu devido tempo. Naturalmente, também não aceitei entre os escritos indiscutidos os Atos que se dizem ser dele.”
    Historia Eclesiástica XXXVIII Livro III (Euzébio de Cesaréia).
    “1. Não cabe dúvida, portanto, de que tais são Inácio, em suas cartas cuja lista fornecemos, e Clemente na carta por todos admitida, que escreveu em nome da igreja de Roma à de Corinto. Nela Clemente expõe muitos pensamentos da Carta aos Hebreus, e inclusive utiliza textualmente algumas passagens da mesma, mostrando assim com toda claridade que este escrito não é recente.
    2. Por isso pareceu natural catalogá-lo entre os demais escritos do apóstolo. Porque Paulo praticou por escrito com os hebreus valendo-se de sua língua pátria, e alguns dizem que a carta foi traduzida pelo evangelista Lucas, mas outros afirmam que foi o próprio Clemente,
    3. o que talvez seja mais verdadeiro pelo fato de ambas, a Carta de Clemente e a Carta aos Hebreus, conservarem um caráter estilístico semelhante, além de não se diferenciar muito o pensamento de um e outro escrito.”
    *Obs:
    Bem, após (3) séculos de estudo a carta aos hebreus foi catalogado no primeiro Cânon Bíblico definido pelo concilio de (Hipona em 393 D.C), no entanto até hoje se tem dúvida de seu autor, alguns atribuem essa obra a São Paulo, outro a Lucas e outros a São Clemente.
    3º) O grande problema das Cartas Universais.
    Bem meus irmãos, agora se iniciam o maior problema sobre os livros Sagrados nos (3) primeiros séculos, no que temos hoje como Cartas Universais, só eram aceitos a primeira carta de São Pedro e a primeira e segunda carta de São João.
    Na época existiam certas restrições sobre as cartas de:
    São Tiago.
    Segunda de São Pedro.
    Terceira de São João.
    São Judas.
    Historia Eclesiástica III Livro III (Euzébio de Cesaréia).
    “1. De Pedro reconhecemos uma única carta, a chamada I de Pedro. Os próprios presbíteros antigos utilizaram-na como algo indiscutível em seus próprios escritos. Por outro lado, sobre a chamada II carta, a tradição nos diz que não é testamentária175; ainda assim, por parecer proveitosa a muitos, é tomada em consideração junto com as outras Escrituras.
    4. Pois bem, os escritos que levam o nome de Pedro, dos quais somente uma única carta conhecemos como autêntica e admitida pelos presbíteros antigos, são os já referidos.”
    Historia Eclesiástica XXV Livro III (Euzébio de Cesaréia).
    “3. Estes são os ditos admitidos. Dos livros discutidos, por outro lado, mas que são conhecidos da grande maioria, temos a Carta dita de Tiago, a de Judas e a segunda de Pedro, assim como as que se diz serem segunda e terceira de João, sejam do próprio evangelista, seja de outro com o mesmo nome.”
    4º) Apocalipse foi o último livro a ser reconhecido.
    Bem meus irmãos Católicos, o Apocalipse realmente é um assuntos complicado, pois esse livro (tanto usado pelos protestantes para perseguir a Santa Igreja) foi o último livro a ser reconhecido como Inspirado, teve momentos em que ele foi tratado como espúrio Pelos Pais da Santa Igreja, até o (século IV) existiam varias dúvidas sobre esse Livro; Dúvidas como:
    • Se o livro havia sido escrito realmente por um Cristão.
    • Se João mencionado como autor realmente era um apostolo.
    • Se a forma de linguagem realmente era Cristã.
    • Entre outras particularidades sobre supostos erros de interpretações.
    Porém Euzébio de Cesaréia não retira a credibilidade do Livro como seus antecessores, mas deixa a ressalva de que o autor pode não ser São João Evangelista filho de Zebedeu, pois tanto no Evangelho quanto nas Cartas Universais São João não se declara o autor como o faz no livro do Apocalipse, sabendo também que na época existiam dois Bispos chamados (João) na Ásia, assim também ele leva em consideração que vários discípulos colocaram os nomes de seus filhos iguais ao dos Apóstolos para homenageá-los.
    Historia Eclesiástica III Livro III (Euzébio de Cesaréia).
    “2. Quanto aos Atos que levam seu nome e o Evangelho dito como seu, assim como aPregação que se diz ser sua e o chamado Apocalipse, sabemos que de modo algum foram transmitidos entre os escritos católicos, pois nenhum autor eclesiástico, nem antigo nem moderno, utilizou testemunho tirado deles.”
    Historia Eclesiástica III Livro XXIV (Euzébio de Cesaréia).
    18. Quanto ao Apocalipse, ainda hoje a opinião de muitos divide-se em um ou outro sentido. Também ele receberá no devido tempo sua sanção, extraída do testemunho dos antigos.
    Historia Eclesiástica III Livro XXV (Euzébio de Cesaréia).
    4. Entre os espúrios sejam listados: o escrito dos Atos de Paulo, o chamado Pastor e oApocalipse de Pedro, e além destes, a que se diz Carta de Barnabé e a obra chamadaEnsinamento dos Apóstolos, e ainda, como já disse, talvez, o Apocalipse de João: alguns, como disse, rechaçam-no, enquanto outros o contam entre os livros admitidos.
    Historia Eclesiástica VII Livro XXV (Euzébio de Cesaréia).
    “1. Logo continuando, pouco mais abaixo, diz o seguinte sobre o Apocalipse de João:
    Assim pois, alguns dos nossos antecessores rechaçaram como espúrio e desacreditaram por completo o livro, examinando capítulo por capítulo e declarando que era ininteligível e ilógico, e seu título enganoso.
    2. Dizem mesmo que não é de João e que tampouco é Apocalipse, estando como está bem velado com o grosso manto da ignorância, e que o autor deste escrito não só não foi nenhum dos apóstolos, mas que nem sequer nenhum santo ou membro da Igreja em absoluto, mas Cerinto, o mesmo que instituiu a heresia cerintiana e que quis dar credibilidade a sua própria invenção com um nome digno de fé.”.
    “7. Portanto, não contradirei que ele se chamava João e que este livro é de João. Porque inclusive estou de acordo de que é obra de um homem santo e inspirado por Deus. Mas eu não poderia concordar facilmente em que este fosse o apóstolo, o filho de Zebedeu e irmão de Tiago, de quem é o Evangelho intitulado de João e a Carta católica.
    8. De fato, pelo caráter de um e de outro, pelo estilo e pela chamada disposição geral do livro, conjeturo que não é o mesmo, já que o evangelista em nenhuma parte escreve seu nome nem prega a si mesmo: nem no Evangelho nem na Carta.
    14. Eu creio que houve muitos com o mesmo nome do apóstolo João, os quais, por amor a ele e por admirá-lo e escutá-lo e por querer ser amados como ele pelo Senhor, afeiçoaram-se a esse mesmo nome, da mesma forma que entre os filhos dos fiéis abundam os nomes de Paulo e Pedro.
    16. Eu creio que foi outro dos que viveram na Ásia. Diz-se que em Éfeso havia dois sepulcros e que cada um dos dois era atribuído a João.”
    Após todos esses estudos sobre os livros Sagrados durante (3) séculos, muitas dúvidas e muitas controvérsias, a Santa Igreja reconhece como Cânon Oficial das Escrituras Sagradas o Cânon definido nos Concílios Regionais de (Hipona e Cartago). E assim a Bíblia Original no qual nasceu no (Século IV) continua sendo a mesma durante todos esses séculos, sem mudanças e sem adulterações.
    Todos os Concílios Universais posteriores aos Regionais de Hipona e Cartago reconheceram o Cânon definido por eles como Inspirados.
    O nascimento do Cânon Bíblico:
    Concílio de Hipona (08.Out.393).
    “Cânon 36 – Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome ‘Divinas Escrituras’. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos1, dois livros dos Paralipômenos2, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão3, doze livros dos Profetas4, Isaías, Jeremias5, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras6 e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos7, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo8, uma do mesmo aos Hebreus9, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João.10 Sobre a confirmação deste cânon se consultará a Igreja do outro lado do mar11. É também permitida a leitura das Paixões dos mártires na celebração de seus respectivos aniversários”
    Concílio de Cartago III (397) e Concílio de Cartago IV (419).
    “Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome ‘Divinas Escrituras’. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos, dois livros dos Paralipômenos, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão, doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João12. Isto se fará saber também ao nosso santo irmão e sacerdote, Bonifácio, bispo da cidade de Roma, ou a outros bispos daquela região, para que este cânon seja confirmado, pois foi isto que recebemos dos Padres como lícito para ler na Igreja”.
    *Observações:
    Nos grifos (verdes) podemos observar a atoridade do Bispo de Roma, na ata de Hipona faz a consideração de que esse cânon teria que ser aprovado pela Igreja do outro lado do mar, essa Igreja era a Igreja Católica.
    Na ata de Cartago ocorre o mesmo, a confirmação desse cânon seria feito sobre a autoridade do Bispo de Roma.
    Esse mesmo Cânon Bíblico foi deturpado, mutilado e adulterado pela sociedade Bíblica internacional no (século XIX) a fim de estabelecer uma crença em cima de seus conceitos pessoais longe dos conceitos divinos..

    Fontes (Historia Eclesiástica de Euzébio de Cesaréia).

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    • EDMILSON disse:

      1º) CÂNON DE MURATORI.

      Bem, existe um documento chamado “cânon de Muratori”, o original desse documento data do ano 150 DC, ou seja, século II, o mais importante desse documento é que ele cita alguns livros que eram lidos nas comunidades Cristãs da época e cita alguns livros que hoje temos como canônicos, porém ele cita alguns livros que não temos nem conhecimento de seu conteúdo, mas que na época era lido nas comunidades Cristãs.
      Cânon de muratori.
      “O terceiro livro do Evangelho é o de Lucas. Este Lucas – médico que depois da ascensão de Cristo foi levado por Paulo em suas viagens – escreveu sob seu nome as coisas que ouviu, uma vez que não chegou a conhecer o Senhor pessoalmente, e assim, à medida que tomava conhecimento, começou sua narrativa a partir do nascimento de João.”
      Bem, podemos observar que ele cita o livro de São Lucas, um livro totalmente canônico e inspirado, mas ele faz uma observação: “esse livro foi escrito sobre tradição oral” e não como testemunha ocular dos fatos.
      Cânon de muratori.
      “O quarto Evangelho e o de João, um dos discípulos. Questionado por seus condiscípulos e bispos, disse: “Andai comigo durante três dias a partir de hoje e que cada um de nós conteaos demais aquilo que lhe for revelado”. Naquela mesma noite foi revelado a André, um dos apóstolos, que, de conformidade com todos, João escrevera em seu nome.”
      Agora o manuscrito cita algo de interessante além de confirmar a autenticidade do Evangelho de São João, ele cita uma passagem meio que obscura sobre revelações que deveriam ser transmitidas, sinal que nem tudo foi escrito.
      Cânon de muratori.
      “Assim, ainda que pareça que ensinem coisas distintas nestes distintos Evangelhos, a fé dos fiéis não difere, já que o mesmo Espírito inspira para que todos se contentem sobre o nascimento, paixão e ressurreição [de Cristo], assim como sua permanência com os discípulos e sobre suas duas vindas – depreciada e humilde na primeira (que já ocorreu) e gloriosa, com magnífico poder, na segunda (que ainda ocorrerá). Portanto, o que há de estranho que João freqüentemente afirme cada coisa em suas epístolas dizendo: “O que vimos com nossos olhos e ouvimos com nossos ouvidos e nossas mãos tocaram, isto o escrevemos”? Com isso, professa ser testemunha, não apenas do que viu e ouviu, mas também escritor de todas as maravilhas do Senhor.”
      Nessa parte do documento existe algo divergente, pois ele diz que os dois Evangelhos são distintos entre si, mas o importante são as informações sobre nascimento, paixão e ressurreição de Jesus Cristo, por menos disso os protestantes retiraram o II livro dos Macabeus de sua Bíblia, pois dizem que o autor cita sua obra como não perfeita; bem, um cristão do II século diz que dois Evangelhos que hoje temos como canônicos são divergentes entre si, mas eu vou citar quais são as divergências desses dois livros, no evangelho de São Lucas é narrado a expulsão dos vendilhões do templo no domingo de ramos e no Evangelho de São João esse fato e narrado após as bodas de Cana. Erros contêm em todos os livros Bíblicos.
      Cânon de muratori.
      “Os Atos foram escritos em um só livro. Lucas narra ao bom Teófilo aquilo que se sucedeu em sua presença, ainda que fale bem por alto[2] da paixão de Pedro e da viagem que Paulo realizou de Roma até a Espanha.”
      Observando o texto podemos analisar dois fatos importantes, o autor do documento cita um livro de Atos escrito por São Lucas, mas será que é o mesmo livro que temos hoje na Bíblia? Quem já leu o livro dos Atos dos Apóstolos (livro maravilhoso por sinal) sabe muito bem que ele não narra esse fato da paixão de Pedro e nem a viajem de São Paulo a Espanha, só temos conhecimento dessa tal viajem de São Paulo a Espanha quando lemos o livro de São Paulo aos Romanos.
      Será que esse livro de Atos é o mesmo que temos hoje? Ou será que o livro de Atos que temos hoje está faltando conteúdo?
      Cânon de muratori.
      “Quanto às epístolas de Paulo, por causa do lugar ou pela ocasião em que foram escritas elas mesmas o dizem àqueles que querem entender: em primeiro lugar, a dos Coríntios, proibindo a heresia do cisma; depois, a dos Gálatas, que trata da circuncisão; aos Romanos escreveu mais extensamente, demonstrando que as Escrituras têm como princípio o próprio Cristo. Não precisamos discutir sobre cada uma delas, já que o mesmo bem-aventurado apóstolo Paulo escreveu somente a sete igrejas, como fizera o seu predecessor João, nesta ordem: a primeira, aos Coríntios; a segunda, aos Efésios; a terceira, aos Filipenses; a quarta, aos Colossenses; a quinta, aos Gálatas; a sexta, aos Tessalonicenses; e a sétima, aos Romanos. E, ainda que escreva duas vezes aos Coríntios e aos Tessalonicenses, para sua correção, reconhece-se que existe apenas uma Igreja difundida por toda a terra, pois da mesma forma João, no Apocalipse, ainda que escreva a sete igrejas, está falando para todas.”
      Meus queridos irmãos Católicos, prestem bem a atenção nessa parte do documento, o autor Hermas, um Cristão do século II contraria totalmente a doutrina das Igrejas protestantes onde cada um é uma Igreja dividida da outra, alguns protestantes sustentam essa heresia se justificando no fato de São João citar as 7 Igrejas da Ásia como se fossem 7 Igrejas divididas em si, mas o autor é bem claro em fazer tal correção, eu coloquei até em negrito com letras maiores,[ para sua correção, reconhece-se que existe apenas uma Igreja difundida por toda a terra] sem falar que no inicio desse parágrafo ele cita a luta de São Paulo contra o cisma entre as comunidades.
      Resumindo a santa divisão protestante é condenada Divinamente.
      Cânon de muratori.
      “Além disso, são tidas como sagradas uma [epístola] a Filemon, uma a Tito e duas a Timóteo; ainda que sejam filhas de um afeto e amor pessoal, servem à honra da Igreja católica e à ordenação da disciplina eclesiástica. Correm também uma carta aos Laodicenses e outra aos Alexandrinos, atribuídas [falsamente] a Paulo, mas que servem para favorecer a heresia de Marcião, e muitos outros escritos que não podem ser recebidos pela Igreja católica porque não convém misturar o fel com o mel.”
      Será que eu li direito? Se eu não me engano o autor cita (Igreja Católica)? Meu Deus! esse Cristão do século II estava louco ou sofria de alucinações, segundo nossos hereges rebelados a Igreja Católica só passou a existir no século IV! Mas isso é assunto para outro tópico, vamos fixar no cânon Bíblico; o autor cita que na época eram lidas duas cartas que não contêm em nosso cânon Bíblico, uma carta aos Laodicenses e outra aos Alexandrinos que a Igreja Católica não recomendava, mas também não proibia, o mais importante é saber que tais cartas eram lidas por varias comunidades na época.
      Por que essas cartas eram lidas mesmo não recomendadas pela santa Igreja Católica? Simples: porque não existia um cânon definido ainda!
      Cânon de muratori.
      “Entre os escritos católicos, se contam uma epístola de Judas e duas do referido João,além da Sabedoria escrita por amigos de Salomão em honra do mesmo.
      Quanto aos apocalipses, recebemos dois: o de João e o de Pedro; mas, quanto a este último, alguns dos nossos não querem que seja lido na Igreja.”
      Como pode existir tantas informações em um só parágrafo! Vejam ao acabar de citar as cartas paulinas ele cita as chamadas cartas universais que em nosso cânon são: (São Tiago, I e II de São Pedro, I II e III de São João, Judas e o Apocalipse), agora meus irmãos o autor do documento não cita nem Hebreus, nem Tiago e falta uma carta de São João, por outro lado ele cita Sabedoria de Salomão como livro canônico do Novo Testamento (para quem não sabe esse livro é um dos 7 livros que os hereges retiraram de sua Bíblia) e também ele cita um tal de Apocalipse de São Pedro no qual ele não recomendava mas era lido nas comunidades Cristãs do século II depois de Cristo.
      Cânon de muratori.
      “Recentemente, em nossos dias, Hermas escreveu em Roma “O Pastor”, sendo que o seuirmão, Pio, ocupa a cátedra de bispo da Igreja de Roma. É, então, conveniente que seja lido, ainda que não publicamente ao povo da Igreja, nem aos Profetas – cujo número já está completo -, nem aos Apóstolos – por ter terminado o seu tempo. De Arsênio, Valentino e Melcíades não recebemos absolutamente nada; estes também escreveram um novo livro de Salmos para Marcião, juntamente com Basíledes da Ásia…
      Agora caiu a cara protestante, pois além do autor que se chama “Hermas” ter citado a igreja Católica ele cita a Cátedra do Bispo de Roma, ou seja, (PAPA); o autor desse documento chamado “Hermas” escreveu por volta de 150 D.C e se apresenta como irmão de PIO que ocupava a Cátedra de Bispo da Igreja de Roma, para quem não sabe esse BISPO PIO era nada mais nada menos que:

      São PIO bispo de Roma entre 140 a 155DC nascido em Aquiléia na Grécia, foi o décimo PAPA depois de São Pedro sucedeu a São Higino e foi sucedido por Santo Aniceto.

      Como eu tenho orgulho de ser Católico da única e verdadeira Igreja de Jesus Cristo, será que mesmo sabendo disso os hereges continuarão em suas seitas satânicas? Fingindo que acreditam nas mentiras que seus pastores inventam?

      Assim diz as escrituras sagradas.

      Mateus 16

      18. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

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  8. Achei interessante essa matéria, pois ainda não tinha percebido por este ângulo, que há tantas contradições entre aqueles que acreditam na livre interpretação da Bíblia. Isto prova que realmente não existe igreja infalível e que todas estão sujeitas ao erro. No entanto, penso que toda essa contradição, se deve não ao fato da livre interpretação em si, mas principalmente por causa dos falsos cristãos, que o próprio Senhor Jesus, classificou de “joio” para distingui-los dos verdadeiros, chamados de “trigo” (Mateus 13:24-30,36-43). Portanto, no seio da Igreja Cristã, de um modo generalizado, há todo tipo de cristãos: santos, pecadores, verdadeiros, falsos, lobos e ovelhas. Na verdade, os maiores opositores dos verdadeiros cristãos, ao contrário do que se pensa, não são os não cristãos, mas são sim, os falsos cristãos dentro das igrejas, que muitas vezes são caluniadores, injuriadores, cheios de si mesmos, arrogantes, prepotentes, etc. Estes, querem dominar, impondo de qualquer maneira as suas próprias ideias, mesmo que se choquem com as verdades bíblica, daí é que surgem as contradições e todo tipo de interpretação errônea da Bíblia Sagrada. Porém, aqueles que são sinceros e verdadeiros, vivem o Evangelho genuíno de Cristo, sendo guiados diretamente pelo Espírito Santo da Verdade e pela infalível Palavra de Deus. Os tais chegam ao porto seguro e nunca são confundidos. Quem tem competência para interpretar as Escrituras Sagradas, senão o seu próprio autor? Quem inspirou as Escrituras, foi a Igreja ou foi o Espírito Santo da Verdade? Ora, se a Igreja não é a autora inspiradora das Escrituras e se ela está sujeita a erros por causa dos falsos cristãos, então todo cristão sincero deve buscar o entendimento correto direto com o autor e não com o produtor, pois o autor responsável possui maior competente para instruir, do que quem apenas produziu a Bíblia. Jesus prometeu enviar outro Consolador para instruir os verdadeiros fiéis na terra (João 15:16-18; 23-26; 16:7-14). Este Consolador fala individualmente com cada fiel, guia na verdade, instrui, dá ordens (Atos 8:29; 13:2; 16:6,7; 20:28; Romanos 8:14,15,26,27). Em relação a livre interpretação das Escrituras Sagrada, o que é pior, as inevitáveis contradições ou as imposições de uma organização dominadora? É de conhecimento histórico, que quando não havia a livre interpretação da Bíblia, as pessoas viviam em total ignorância espiritual, sendo impedidas de terem acesso a Palavra de Deus e sendo obrigadas a se contentarem com apenas algumas poucas porções das Escrituras, que eram lidas em latim e assim mesmo, poucos entendiam alguma coisa. A primeira coisa boa que surgiu com a Reforma Protestante, foi a tradução da Bíblia em língua popular, caso contrário, até hoje ela estaria em latim. Em 1ª João 2:27, a Bíblia diz claramente que aqueles que possuem a unção, não tem necessidade alguma de serem ensinados por ninguém, pois certamente é o Espírito Santo da Verdade, quem instrui a todos os verdadeiros servos de Deus, através da Bíblia Sagrada. Graça e paz

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    • Helen disse:

      Caro Alexandre Moreno,

      Obrigada pela participação.
      Informo que seu comentário anterior será respondido em breve, motivo pelo qual retardarei um pouco sua publicação. Peço paciência, mas no momento estou impossibilidade de iniciar a discussão que o sr propôs. Pretendo formular um texto resposta e assim poderemos debater mais detalhadamente.

      grata,
      H.

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    • JAIME disse:

      ALEXANDRE CONTRADIÇÃO SUA DESDE NOÉ AS TEMPOS APOSTÓLICOS
      SEMPRE FOI ENSINADO A BÍBLIA AO POVO NAS MÃOS DOS ESCOLHIDOS DA IGREJA

      E ELES SÃOS OS ANCIÕES, OS ESCRIBAS OS MESTRES DA LEI

      NÃO CONVERSE O QUE VOCÊ NÃO SABE

      QUE SÓ UM EXEMPLO EXISTE MILHARES DE LIVROS ESCRITOS PELOS PROFETAS DO TEMPO DE JESUS E MUITO SÉCULOS ANTES

      QUE DIZ QUE O LIVRO DA LEI SÓ PODE SER INTERPRETADO PELOS
      ESCOLHIDOS DA IGREJA.

      NÃO CONVERSE ASNEIRAS CARO ALEXANDRE.

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