Dia de Santo António do Deserto ou Antão do Egipto


Santo Antonio do Deserto

O Blog Eclesia Militans oferece uma singela homenagem ao Santo de Deus, St. Antonio do Deserto, que ha exatamente um ano atrás alcançou, por meio de sua eficiente intercessão, uma graça valiosa quando  visitava o Egipto, em peregrinação à Terra Santa.  Na ocasião de minha visita, a filha de uma das peregrinas da nossa excursão desapareceu na beira do deserto, enquanto visitávamos as famosas  pirâmides. A jovem, bastante devota, sofria de algum tipo de problema mental e não tinha muito entendimento das coisas. Por sugestão de um dos presentes, resolvemos orar pela intercessão de Santo Antonio, pois era seu dia, 17 de Janeiro, para que auxiliasse na busca da menina. Motivada pela fé, resolvi pessoalmente pedir a St Antonio que enviasse uma pessoa para ajudar a jovem, pois sozinha jamais poderia voltar ao hotel, localizado na imensa e caótica cidade do Cairo. Passamos boa parte do dia buscá-la e já cansados resolvemos voltar ao hotel, pois a policia local já havia sido contactada. Depois de muitas horas de espera, eis que a jovem reaparece e nos conta que um senhor muito gentil a havia ajudado a voltar ao hotel, sem antes ter que leva-la a vários outros hotéis, pois ela não se lembrava onde estava hospedada… O tal senhor foi um verdadeiro anjo, e mesmo sem falar muito bem o idioma inglês, se esforçou caridosamente para auxiliar a moça. Nesse dia agradeci a Sto Antonio por sua valiosa intercessão e prometi que por cinco anos iria lembrar-me dele no dia de sua festa. Assim, conto-vos um pouco sobre quem foi St Antonio do Deserto.
St Antonio nasceu na cidade de Conam (251-356 dC), no coração do antigo Egipto, em 251, e batizado com o nome de Antão. Era o primogênito de uma família cristã de camponeses abastados e tinha apenas uma irmã. Aos vinte anos, com a morte dos pais, herdou todos os seus bens e a irmã para cuidar. Mas, numa missa, foi tocado pela mensagem do Evangelho em que Cristo ensina a quem quer ser perfeito: “Vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e me segue”.
Foi exatamente o que ele fez. Distribuiu tudo o que tinha aos pobres, consagrou sua irmã ao estado de virgem cristã e se retirou para um deserto não muito longe de sua casa. Passou a viver na oração e na penitência, dedicado exclusivamente à Deus. Como, entretanto, não deixava de atender quem lhe pedia orientação e ajuda, começou a ser muito procurado. Por isto, decidiu se retirar ainda para mais longe, vivendo numa gruta abandonada, por dezoito anos. Assim surgiu Antonio do Deserto, o único discípulo do santo mais singular da Igreja: São Paulo, o ermitão. Mas seus seguidores não o abandonavam.
Aos cinqüenta e cinco anos, atendeu o pedido de seus discípulos, abandonando o isolamento do deserto. Com isto, nasceu uma forma curiosa de eremitas, os discípulos viviam solitários, cada um em sua cabana, mas todos em contato e sob a direção espiritual de Antonio. A fama de sua extraordinária experiência de vida santa no deserto, correu o mundo. Passou a ser o modelo do monge recluso e chamado, até hoje, de “pai dos monges cristãos”. Antonio não deixou de ser procurado também pelo próprio clero, por magistrados e peregrinos que não abriam mão de seus conselhos e consolo. Até o imperador Constantino e seus filhos estiveram com ele. Mas, o corajoso Antonio esteve em Alexandria duas vezes: em 311 e 335. A primeira para animar e confortar os cristãos perseguidos por Diocleciano. E a segunda, para defender seu discípulo Atanásio, que era bispo, e estava sendo perseguido e caluniado pelos arianos e para exortar os cristãos a se manterem fiéis à doutrina do Concílio de Nicéia de 325.
Ele também profetizou sua morte, depois de uma última visão de Deus com seus santos, que ocorreu aos cento e cinco anos, em 17 de janeiro de 356, na cidade de Coltzum, Egito. Antonio do Deserto ou Antão do Egito, foi colocado no Livro dos Santos para ser homenageado no dia de sua morte.
Santo Atanásio foi o discípulo e amigo que escreveu sua biografia, registrando tudo sobre o caráter, costumes, obras e pensamento do monge mais ilustre da Igreja Católica antiga. As suas relíquias são conservadas na igreja de Santo Antonio de Viennois, na França, onde os seus discípulos construíram um hospital e numerosas casas para abrigar os doentes abandonados. Mais tarde, se tornaram uma congregação e receberam o nome de “Ordem dos Hospedeiros Antonianos”, que atravessou os séculos, vigorosa e prestigiada.
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Sobre Hellen

Católica militante, expatriada, mãe e arquiteta e estudante de Direito. Quando há tempo, engajada na "missão" de defender a fé católica e evangelizar aos irmãos católicos, especialmente aqueles afastados da Santa Fé . I am an expat architect, law student and Catholic mommy who's taken on blogging. I've doing this for a few years now and I'm totally hooked up. All for the Glory of God!
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14 respostas para Dia de Santo António do Deserto ou Antão do Egipto

  1. EDMILSON disse:

    OLHA RENATO EU ADORO DECIFRAR FARSAS PROTESTANTE PELA PATRÍSTICA, PELA ARQUEOLOGIA E PELA BÍBLIA:

    Entenda protestantes que o falsário tradutor protestante, João Ferreira de Almeida, adulterou as já incompletas bíblias protestantes, colocando o termo “Imagens de Escultura” onde nos originais constam ÍDOLO, para fazer confusão. Se examinarmos o texto original hebraico, notaremos que em ambas as citações do Êxodo e do Deteuronônio falam claramente que aquilo que os protestantes e más traduções traduzem por “IMAGENS DE ESCULTURA”, na verdade, deveria ser traduzido por ÍDOLOS, pois a palavra hebraica utilizada é “PESEL” que se traduz no grego por “ÊIDOLON” e em português por ÍDOLO.

    Esta é uma dentre as muitas querelas que, examinadas a fundo, a Igreja Católica está claramente com a razão.

    Como poderia Deus proibir “imagens de escultura” se mandou construir duas para colocar sobre a arca da aliança que guardavam as tábuas, que na verdade proíbem ÍDOLOS????

    Exemplos das falsificações protestantes estão em (Isaías 44,9-10,15,17). O falsário protestante, além de enfiar “imagem de escultura” onde consta ÍDOLO, ainda enfiou criminosamente a palavra “procissão” em (Is 45,20).

    Mas não conseguiu adulterar os versículos seguintes, que restauram o sentido verdadeiro dos originais, com o ídolo de Micas, que não era mais um deus, transformado em “imagem de escultura” para a casa de Deus,

    veja:

    E os filhos de Dã levantaram para si aquela IMAGEM DE ESCULTURA, e Jônatas, filho de Gérson, o filho de Manassés, ele e seus filhos foram sacerdotes da tribo dos danitas, até ao dia do cativeiro da terra. Assim, pois, A IMAGEM DE ESCULTURA, que fizera Mica, estabeleceram para si, todos os dias que a casa de Deus esteve em Siló” (Jz 18,30-31). (conf. Bíblia J. Ferreira).

    Deus só proibia figura de si, enquanto ninguém o viu naquele instante no monte Horebe (Dt 4,15-19), se o esculpissem estariam mentindo, se o comparassem com as figuras que Ele descreve, podendo incorrer na fabricação da imagem de um falso deus pagão.

    Mas logo, muitos viram Deus: Jacó viu Deus cara a cara (Gênesis 32,30); Moisés e os anciões de Israel viram Deus (Êxodo 24,9-11); Deus falou com Moisés cara a cara (Êxodo 33,11) (Deuteronômio 34,10); Ezequiel viu Deus em uma visão (Ezequiel 1,27-28). Com o passar do tempo, relata a bíblia:

    … “Assim, pois, A IMAGEM DE ESCULTURA, que fizera Mica, estabeleceram para si, todos os dias que a casa de Deus esteve em Siló” (Jz 18,30-31). (conf. Bíblia J. Ferreira).

    E outra coisa não se pode esquecer jamais que todos utensílios para o altar e o altar ungidos(consagrados) se tornam coisas santas:

    VEJA:

    “Tomarás o óleo de unção e ungirás com ele o tabernáculo com tudo o que ele contém; consagrá-lo-ás com todo o seu mobiliário para que ele se torne uma coisa santa.

    Ungirás o altar dos holocaustos e todos os seus utensílios; em virtude de tua consagração, o altar se tornará uma coisa santíssima.” (Ex 40, 9-10)

    No templo no lugar santissimo Deus manda oferecer sacrificios para perdão dos pecados e que se derrame o sangue deste sacrificio onde esta duas IMAGENS DE ESCULTURA.

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  2. EDMILSON disse:

    AMIGA HELEN ESTOU COM MILHARES DE DOCUMENTOS E CARTAS DOS BISPOS E DAS IGREJAS DOS PRIMEIROS SÉCULOS ESSA CARTA AQUI É UM EXEMPLO DA GRANDEZA DA IGREJA CATÓLICA.
    //

    E OUTRA CONSTANTINO NUNCA FEZ OU COLOCOU DOUTRINA NENHUMA DENTRO DA IGREJA CATÓLICO POIS BATISMO, EUCARISTIA, MARIA, ETC… JÁ ERA PREGADO DESDE O INÍCIO DO CRISTIANISMO AGORA EU APOSTO REFUTO E MOSTRO COM DOCUMENTOS E PROVAS HISTÓRICAS AGORA PROTESTANTES NÃO!
    //
    A NÃO SER QUE ELES VENHAM COM LIVROS E DOCUMENTOS ADULTERADOS E ISSO É MUITO FÁCIL DE REFUTAR.
    AMIGA HELEN VEJA LEIA ESSA CARTA E SE ENCANTE!

    Dionísio de Alexandria, cartas recém-descobertas para os Papas Stephen e Xystus,
    FC CONYBEARE, Inglês Historical Review 25 (1910) pp 111-114

    Cartas recém-descobertas de Dionísio de Alexandria aos Papas Stephen e Xystus.

    Durante os anos 254-258, houve uma controvérsia entre a Sé de Roma, em um lado, e as igrejas asiáticas e Africano do outro quanto à validade do batismo administrado por hereges. Stephen Pope afirmou que aqueles que tiveram, em meio herética, foi batizado ou no nome de Jesus Cristo, ou em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, deve, depois de um bispo impôs as mãos sobre eles, para ser admitidos à comunhão, ao passo que Cipriano de Cartago e Firmilian de Cesaréia sustentou que heresia por parte da baptiser prestados batismo nulo e sem efeito. O papa acusou seus adversários de rebaptising ( a) nabapti / zein ), assim, até certo ponto, implorando a pergunta em questão, e excomungou os dois na Ásia e na África. Nesta controvérsia Dionísio, patriarca de Alexandria, interveio, e escreveu, como Eusébio diz no sétimo livro da sua História Eclesiástica, uma carta ao Papa Stephen e até três de seus Xystus sucessor (257-8). Eusébio também tem preservado para nós, breves trechos da uma carta a Stephen, e do primeiro e segundo para Xystus.

    Na biblioteca de Valarshapat em russo Armênia é preservada uma refutação volumoso do Tome of Leo e dos decretos de Calcedônia por Timóteo (chamado ÆLURUS), o patriarca de Alexandria. O original foi composta por ele no exílio em Gangra e Cherson por volta do ano 460, e foi traduzido para o armênio em algum momento entre os anos 506 e 544. Esta versão acaba de ser editado a partir de um velho códice uncial que contém, n º 1945 no Catálogo de Karinian, por dois dos archimandrites de Etshmiadsin, Dr. Karapet Ter-Mekerttshian e Dr. Erwand Ter-Minassiantz. O método de Timóteo é apresentar as posições calcedonianas, e para enfrentá-los pela primeira vez com extratos de padres ortodoxos, especialmente das obras de seus antecessores na Sé de Alexandria, e, em segundo lugar, com trechos de escritores declarados por seus antagonistas (como ele assume) para ser herético, especialmente Teodoreto de Ciro, Nestório, Paulo de Samósata, e Diodoro de Tarso.

    Entre os primeiros conjunto de extratos encontramos um longo fragmento de | 112 da carta de Dionísio de Stephen, e dois de seus primeiro e terceiro cartas para Xystus, de que o que se segue é uma tradução literal:

    I. da Santíssima Dionísio, bispo de Alexandria, a partir da carta de Stephanus, bispo de Roma.

    Porque, assim como a sabedoria [que é] de acordo com os gentios, um por transformá-las em pessoas santas, 2 constitui-los amigos de Deus e profetas, por isso, ao contrário, a maldade, transmutando em pessoas ímpias, manifesta-los a ser três inimigos de Deus e falsos profetas. O que um costume já incluiu estes? Para de um costume que há em qualquer caso, um único período [como causa], enquanto caprichos de todos os tipos de idades 4 [as causas]. E as causas devido deve ser sempre pré-existia antes de os costumes dos gentios, e antes as leis humanas. Eu digo humano, no entanto, porque Deus, como só conhecendo todas as coisas antes que eles venham a existir, 5 pode, naturalmente, também chegam a eles por do primeiro decretando-los como lei. Os homens, no entanto, quando eles têm de antemão discernir alguma coisa, e quando eles formaram primeira ideias de certos acontecimentos, então, e não antes de estabelecer leis, ou fazer um começo de costumes. 6 Se, em seguida, foi a partir dos apóstolos, como dissemos acima , que este costume teve o seu início, temos de nos adaptar a isso, tudo pode ter sido as razões e os fundamentos em que eles atuaram 7 , a fim de que nós também podemos observar o mesmo de acordo com a sua prática. Porque, assim como as coisas que foram escritas depois e que até agora ainda são encontrados, eles são ignorados por nós, e deixá-los ser ignorado, não importa o que eles são. Como elas podem cumprir com os costumes dos antigos? E em uma palavra do que eu consideraram certas indagações sobre esses assuntos supérfluos, e eu sinto que prestar atenção a eles é barulhento e vão. Pois, como nos é dito depois da primeira e segunda admoestação para evitá-los, 8 assim devemos repreender e conversar sobre eles e, depois de breve inculcação e falar em comum devemos desistir. Em pontos, no entanto, de primordial importância e de grande peso devemos insistir. Porque, se alguém profere qualquer impiedade de Deus, como fazem aqueles que dizem que ele é, sem misericórdia;., Ou se alguém introduz a adoração de outros deuses, tal com a lei ordenou a pedra 9 Mas com as palavras vigorosas de nossa fé apedrejá-los, a menos de 10 que se aproximam do mistério de Cristo, ou [se] alguém alterar ou destruir [ele] ou [dizer] que ele era ou não de Deus ou não o homem, ou que ele não morreu ou levantar-se de novo, ou que ele é | 113 não virá novamente para julgar os vivos e os mortos, ou se ele anuncie outro evangelho além do que nós temos pregado, seja anátema, diz Paul. 11 Mas, se alguém despreza a doutrina da ressurreição do corpo, deixar tais um um ser de uma só vez classificado com os mortos. Por estas razões, para que possamos estar de acordo, a igreja com a igreja e com o bispo bispo e idosos com mais velho, sejamos cuidadosos em nossas declarações. Além disso, em julgamento de e lidar com casos particulares,-como a forma como ele é adequado admitir aqueles que vêm até nós a partir de fora, 12 e como para supervisionar os que estão dentro,-que dar instruções ao local de primatas 13 que, sob imposição divina de mãos foram nomeados para desempenhar essas atividades, pois eles darão uma conta de resumo para o Senhor de tudo o que eles fazem.

    [Esta conta atribui perfeitamente com o que sabemos de outras fontes de esta controvérsia. Stephen Pope, como o trato De Rebaptismate alega, apelou para vetustissima consuetudo ac traditio ecclesiastica. Dionísio encontra seu apelo perguntando como poderiam os ortodoxos e os hereges têm em comum qualquer personalizado? Qualis una istos circumclusit consuetudo ? Ele argumenta de Tit. iii. 10 que os hereges devem ser deixados severamente sozinho, e afirma que ele tem instruído as autoridades eclesiásticas devidamente ordenados, de sua província para tratar aqueles que ad ecclesiam advolant- para usar a frase do De Rebaptismate , como se eles vieram totalmente de fora ou pagão mundo, isto é, batizando-as, e depois de vê-los com cuidado.]

    II. Da mesma da primeira carta aos Xystus, chefe bispo de Roma.

    Na medida em que você escreveu, assim, estabelecendo a legislação piedoso, que constantemente ler e agora tem em memória, ou seja, que será suficiente apenas para colocar as mãos sobre quem deve ter feito profissão no batismo, ou por pretexto ou de verdade, 14 do Deus Todo-Poderoso e de Cristo e do Espírito Santo, mas aqueles sobre os quais não tenha sido invocado o nome de qualquer um de pai ou de filho ou do Espírito Santo, estes devemos batizar, mas não rebaptise. Este é o ensinamento certo e imóveis e tradição, iniciada por nosso Senhor depois de sua ressurreição dentre os mortos, quando ele deu a seus apóstolos o comando 15 : Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do . Filho e do Espírito Santo Este então foi preservado e cumprido pelos seus sucessores, os apóstolos abençoado, e por todos os bispos antes de nós mesmos que morreram na Santa Igreja e compartilhado em sua vida 16 , e durou até nós , porque é mais firme do que o mundo inteiro. Pois, segundo ele, o céu ea terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. 17 | 114

    III. Da mesma para o mesmo a partir da terceira carta.

    Se, então, a nossa fé nos leva a ter zelo por Deus e com todo nosso coração, amá-lo, e se devemos considerar como impuros somente aqueles que realmente desprezar o único Deus e Criador e Senhor do céu e da terra e de todas as coisas, declarando que ele é inferior ao e menos estimável do que algum outro deus, e eles atribuem a maldade para o tudo de bom, ou eles não acreditam que o seu amado é o nosso Salvador Jesus Cristo, o que quer que seja, mas quebrando a economia maravilhoso e poderoso mistério, eles acreditam que alguns deles que ele não é Deus nem filho de Deus, mas os outros, que nunca se fez homem, nem veio na carne, mas dizer que ele era um fantasma e sombra, tudo isso John 18 tem justamente em sua epístola chamado de anti-cristos. Além destes, o profeta 19 também deu testemunho, dizendo: Teu odiava os, Senhor, que eu odiava, e por causa dos teus inimigos, que eu perdi longe. Com ódio perfeito eu odiava eles, pois eles se tornaram meus inimigos. E estes são todos os que têm entre nós a denominação de hereges. Se, contudo, o mínimo que eles têm a sua maneira ou de lado com eles, então já não será o preceito de amar a Deus com todo o nosso coração ser observado na sua totalidade, no entanto, que é o que ele sempre aproveita-nos para promover e aumentar.

    [Nesta carta Dionísio protestos contra a menor concessão que está sendo feito para os hereges, cujos erros ele enumera, na forma de reconhecer os seus batismos como válido. FC CONYBEARE.]

    [ As notas de rodapé foram movidas para o fim. Texto grego é processado usando os Scholars Press fonte SPIonic, livre de aqui . ]

    1. uma Talvez cf. Atos x. 35 e Rom. ii. 13.

    2. 2 Ou almas.

    3. 3 Como se os gregos foram a) pe / fhnen .

    4. 4 Idade , no sentido em que falamos das sete idades da vida humana. Eu forneço as palavras entre parênteses, conforme necessário para o sentido.

    . 5 5 A Armênia tem uma palavra composta que significa pré-existência, mas, provavelmente, a leitura grego pro_ º ~ j gene / sewj , que o armênio traduzido literalmente em desafio de seu idioma nativo.

    6. 6 A idéia desta passagem parece ser o que Suidas expressa nas palavras to_ e1qoj ou_k e1stin eu3rhma a) nqrw & pwn, a) lla_ bi / on kai \ xro & nou . Men primeiro tomar o rumo dos acontecimentos e, em seguida, indutivamente estabelecer costumes e leis frame na base dos mesmos. Deus, porém encena fatos com antecedência, como sendo consciente de eventos de antemão. A passagem é de qualquer forma obscura.

    . 7 7 O original grego deve ter corrido um pouco como se segue: ta_ kat ‘au) touj faino & mena kai \ e0c w {n e1pracan .

    8. 8 Peitos, iii. 10.

    9. 9 Deut. xiii. 10.

    10. 10 O sentido requer bastante para que não.

    11. 11 Vagamente citou Gal. i. 9.

    12. 12 A frase lembra as palavras Euseb. H. E. vii. 5, 4, tou_j prosio & ntaj a) po_ ai9re/sewn .

    13. 13 Talvez xwrepi / skopoi no original.

    14. 14 Phil. i. 18.

    15. 15 Matt. xxviii. 19.

    16. 16 O grego pode ter tido a palavra sumpoliteusame / nwn .

    17. 17 Matt. xxiv. 35.

    18. 1 João ii. 22, IV. 3

    19. Ps. CXXXVIII. (Cxxxix) 21, 22.

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  3. PABLO disse:

    CARA HELEN,OS SANTOS A QUE CRISTO SE REFERIA FORAM ELES E SOMOS NÓS!SE NÓS PERMANECERMOS NELE E ELE EM NÓS AS NOSSAS INTERCESSÕES SERÃO OUVIDAS!!
    PAX!!

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    • Helen disse:

      Sim, Pablo, os santos são os cristãos comuns, são aqueles que homens e mulheres, fiéis servos de Deus.

      A diferença entre a teologia protestante e a católica é que, na católica cremos que a comunhão dos santos acontece não apenas na Igreja da Terra, a Igreja militante – aquela que milita contra o pecado – mas também na Igreja padecente e na Igreja Triunfante.

      Veja, os santos vivem em Cristo mesmo após a morte. São membros do Corpo Místico, a Igreja Triunfante – aquele que triunfou contra o pecado e a carne – lá no Céu.

      A Bíblia confirma a Doutrina da Comunhão dos Santos ( ou seja dos crentes em Deus) em várias passagens. Sabemos que:

      Deus é o Deus dos Vivos e não dos Mortos (Lc, 20,38).

      Deus é Espírito e deve ser louvado em Espírito ( Jo, 4,24)

      Aquele que Crê em Jesus, que é a Ressurreição, vive (em Espírito), mesmo que morra na carne. (Jo, 11,25)

      Quem viver acreditando em Cristo nunca morrerá ( Jo,11,26) – Fique claro Morrerá neste contexto, como em muitas outras passagens bíblicas, refere-se à condenação eterna, a morte da alma, a separação perpétua de Deus, ao que a bíblia também chama de perecer. Se fossemos entender esse verso no sentido literal, a bíblia estaria mentindo, pois os justos também morrem – na carne – É nesse sentido que devemos compreender o termo morrer, morte espiritual, ou morte eterna, o oposto de Vida Eterna.

      Quem acredita, ganha a vida Eterna (Jo, 6,47) – Do mesmo modo Vida Eterna refere-se à Vida Eterna em Espírito, a recompensa ao justos, que viverão em Espírito, junto de Deus, no Céu. Se interpretássemos esta passagem no sentido literal, a bíblia estaria mentindo, pois até hoje, ninguém que acreditou em Cristo viveu eternamente na Carne. Não, de modo algum. Eles vivem em espírito. A esses a Igreja Chama de santos, ou seja, os crentes em Deus que foram recompensados com a vida Eterna e VIVEM, em Espírito NO CÉU.

      O sr está correto em dizer que nossas intercessões são ouvidas. São, pois Deus deseja que oremos uns pelos outros.
      Está errado, contudo, em acreditar que os homens e mulheres crentes em Deus que partiram da Carne, não podem mais interceder. Eles, mais que ninguém, podem interceder. Vivem na Glória e estão próximos de Deus. A eles e todos nós foi feita a promessa de conceder TUDO o que pedirmos em nome de Jesus!!! Que bela promessa!

      Pax Domini,

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    • J.Alencar disse:

      É isto mesmo, Pablo.
      Cristo se referiu aos santos vivos, e não aos mortos na carne, pois ele disse: “Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Mateus 8:22).
      Querendo assim dizer que: quem segue morto, quando a vida (Cristo) lhe é oferecida, já está tão morto (espiritualmente) quanto o defunto.

      Pra evitar celeuma eu gostaria que somente o Sr. Pablo me respondesse, caso ele tenha alguma objeção.

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      • Helen disse:

        Caro José Alencar,

        Quando a Bíblia fala “mortos” não necessariamente fala em sentido literal, meu caro. Isso está mais que provado na passagem que vc mesmo enviou. Leia com atenção:

        “Segue-me, e deixa aos mortos sepultarem seus próprios mortos” (Mateus 8:22).

        Onde você já viu uma pessoa morta enterrar a outra? Nunca, pois é impossível. Morto (na carne) não faz nada, pois tá morto!

        Sendo assim, meu caro, subentende-se que Cristo usava a palavra “morto” em uma única frase em DOIS sentidos: No sentido escatológico e no sentido Literal!!

        Portanto:

        “Segue-me, e deixa aos mortos (no sentido espiritual) sepultarem os seus próprios mortos (no sentido literal) ” (Mateus 8:22).

        Portanto, meu caro amigo. Sua passagem NÃO prova sua teoria que os mortos não participam, de lá do Céu, da Comunhão dos Santos a qual nós aqui na Terra desfrutamos!!

        Pax Domini,

        Helen

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    • J.Alencar disse:

      Helen, não entendi sua colocação. Você concordou com a mesma linha de raciocínio, mas negou a conclusão óbvia.

      O raciocínio é este:
      Quem segue (invoca) os mortos na carne, enquanto a Vida (Jesus) lhe é oferecida, já está tão morto (espiritualmente) quanto o defunto.

      Conclusão:
      “Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Mateus 8:22).

      Hoje corresponde a isso:
      Santos-Vivos sigam (espiritualmente) Àquele (Cristo) que está Vivo na Carne e no Espírito (porque ressuscitou) e deixe aos Mortos-Espirituais (não-santos) se sepultarem (seguirem) uns aos outros.

      Ps.:
      Se não for do seu interesse publicar este comentário, eu estou de pleno acordo, pois estou pressentindo o estabelecimento de celeuma. Eu sei que estás a defender sua fé, mas, trata-se de salvar almas, e isto é grave, muito grave.
      Vim responder a este comentário porque recebi um e-mail de confirmação.

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      • Helen disse:

        Olá J. Alencar,

        Talvez eu não tenha me explicado bem, mas pra mim não se trata de concordar ou discordar do sr. pessoalmente, mas sim de transmitir àqueles que eventualmente vierem ao blog aquilo que ensina a Igreja sobre cada tema.

        No caso dos santos, por exemplo, tentarei esboçar um breve resumo daquilo que a Igreja tem ensinado através dos séculos sobre a comunhão dos Santos e o poder da intercessão:

        1- Todo crente ( ou seja, aqueles que professam fé em Deus e aceitam Jesus como o Cristo por ele enviado) é chamado à Santidade: “Sede perfeitos, como vosso Pai no céu é perfeito”, e assim por diante. Portanto, todo cristão deve imitar a Cristo e alcançar a santidade durante sua vida na Carne.

        2- A promessa de Deus àqueles que O amam ( conhecemos aqueles que amam a Deus pois guardam seus mandamentos) é que a eles tudo o que for pedido em nome de Jesus, lhes será dado.

        3 – A Palavra diz que devemos orar um pelos outros.

        4- A Palavra diz que aquele que Crê em Jesus, mesmo que morra (na carne) viverá em Espírito. Diz ainda que, quem crer, viverá eternamente.

        5- Diz também que Deus é o Deus dos Vivos e não dos mortos. Afirma também que Deus é Espírito, e que somos feitos à sua imagem e semelhança: portanto, possuímos também um espírito.

        6- Diz ainda – na oração do Pai Nosso, por exemplo, que a vontade de Deus deve ser feita na Terra assim como é feita no Céu. Daí concluímos que os que estão no Céu não fazem sua própria vontade, mas a de Deus.

        O discernimento dessas e muitas outras informações – bem como algumas contidas em livros da bíblia outrora excluídos por Lutero – permitiram a Igreja a formulação da Doutrina da Comunhão dos Santos. Que em resumo pode ser explicada assim:

        Os crentes em Jesus em vida lutam contra o pecado e tentam ser leais ao evangelho.

        Vivem na carne e buscam a santidade. Ao partirem da Carne, de acordo com a promessa divina, recebem a Vida Eterna e recebem o Reino dos Céus.
        No céu vivem em Espírito, onde fazem apenas adorar a Deus e cumprir Sua Santa Vontade.

        É da vontade de Deus que todo homem seja Salvo, bem como que todo Cristão interceda um pelo outro. Nesse sentido ” nós somos cooperadores de Deus; somos a lavoura de Deus e edifício de Deus. (cf 1 Coríntios 3:9).

        Aqueles que vivem no Céu junto de Deus são, além dos Anjos e Arcanjos, os Santos servos que Deus que em vida carnal acreditaram em Deus e Nosso Senhor.

        A promessa de Deus de ouvir aos que O amam se aplica tanto àqueles em vida na Terra como àqueles já falecidos na carne, mas vivos em Espírito. Sendo assim, não há impedimento para o santo do céu interceder por aqueles que lhe pedem, assim como não há impedimento para que eu ou você oremos pelos santos daqui da terra.

        Acima formulei um resumo simplificadíssimo daquilo que em outros artigos mais extensos eu tentei expor. A conclusão para a discordância católica e protestante, seria, portanto, como segue:

        No entendimento protestante, quando partimos da carne passamos para um estado passivo, inconsciente.
        Quando para o Católico, ao partirmos da carne ganhamos consciência plena dos desígnios de Deus e de Sua vontade. Somos enriquecidos em Espírito pelo conhecimento daquilo que em vida “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu,e não subiram ao coração do homem,são as que Deus preparou para os que o amam. (1 Coríntios 2:9)

        No céu estamos livres do perigo do pecado, gozamos da felicidade plena e desfrutamos do amor puro e da visão Beatífica do Senhor. Nesse estado somos mais próximos de Luz e vemos como os olhos do Espírito. Podendo assim discernir mais perfeitamente as coisas do espírito, sendo assim somos capazes de cumprir mais perfeitamente aquilo a que o Apóstolo Tiago se referia em sua Epístola (cf 5,16): A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.
        Tiago 5:16

        Com isso estou a dizer que a oração do Santo no Céu é mais eficiente que a oração do santo na terra, simplesmente porque o santo na Terra ainda não venceu a luta contra o pecado, o do céu sim. Porque aquele no céu SEMPRE faz a vontade de Deus, o da terra, nem sempre. Porque o do Céu obedece perfeitamente aos mandamentos de Deus, os da Terra, não necessariamente. Porque amar a Deus é cumprir os Seus mandamentos (cf.jo 14,15) e Jesus fará tudo o eles pedirem em Seu nome.

        Os santos do Céu não fazem preces contrárias a vontade de Deus (seja feita vossa vontade assim na terra como no Céu), na terra muitas vezes pedimos por aquilo que não necessariamente se alinha à vontade divina…

        Dessa forma os Católicos buscam muito auxílio dos santos. Porque sabem que suas orações podem muito em seus efeitos!!

        Contudo, afirmo: toda graça recebida pela intercessão dos santos é obra de Deus, concedida pela bondade Dele e Dele somente.

        O Católico, contudo, além de agradecer a Deus, por vezes costuma agradecer ao santo – cumprindo uma promessa, por exemplo, ou não – pois isso não seria diferente de dizer obrigado a um amigo que orou por nós.

        Leia este artigo, onde eu explico porque em Janeiro, por 5 anos, farei uma homenagem à Sto Antonio do Deserto.

        Espero que isso tenha ajudado a esclarecer um pouquinho mais da doutrina da Comunhão dos Santos. Devo parar agoro, pois estou sainda para ir à Missa.

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  4. Claudemir Oliveira Rodrigues disse:

    Olá Helen, obrigado pela sua resposta, porém faço algumas observações.

    Não me lembro de ter dito que a minha família pratica adoração á imagens, outrora eu sou um dos poucos que ainda permanece no catolicismo… disse sim do que vejo no dia a dia da igreja… talvez possa estar sendo um tanto equivocado na minha análise dos fatos, mas ver pessoas ajoelhadas e orando perante uma imagem com velas acesas aos seus pés para mim nada mais é que adoração… e observe bem, estou falando de fatos e não do que eu acho ou imagino… eu em particular tenho em Cristo minha única referência de santidade, vejo-o como minha única fonte de vida e fé… se isso me torna um coitado perante a igreja católica, então realmente preciso buscar uma outra igreja onde possa me apegar ao meu Deus.

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    • Helen disse:

      Claudemir,

      Tampouco eu sugeri que eles o façam. Acho que houve um mal-entendido.
      Lembro-me que em sua pergunta o sr dizia que sente-se frustrado com a quantidade de e o relacionamento dessas pessoas com as imagens.

      Olha Claudemir, eu não vou me estender muito nesta resposta porque creio que seria bom que o sr lesse os artigos já publicados sobre o assunto aqui no blog. Se lhe restar dúvida, volte e podemos continuar nossa conversa.

      Vou orar pelo Sr esta noite. Pedirei a Deus que lhe dê entendimento e muita graça para continuar na Igreja. Não há nada de erro em buscar entender e aprender. O sr está no caminho certo. Quisera eu que todo católico que saísse de Igreja fizesse isso antes de tomar uma decisão.

      Vamos conversando e esclarecendo nossas dúvidas.

      Pra finalizar: Sim, Jesus é o modelo perfeito de Santidade. Isso, contudo, não quer dizer que os Santos não tenham algo a nos ensinar. Lembre-se, meu irmão em Cristo: Jesus era verdadeiro Homem e verdadeiro Deus. Os santos são criaturas imperfeitas, de carne e osso. Qualquer virtude por eles alcançada deve ser reconhecida, pois sofriam na carne as mesmas limitações que eu e vc sofremos.

      Ok. Vamos começar por esses texto, depois voltamos a um tema sobre a definição correta do que é um Santo de acordo com a Igreja.

      Tema dos Santos e Idolatria

      Pax

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  5. Claudemir Oliveira Rodrigues disse:

    Olá, nasci em uma família católica mas não concordo com a quantidade de imagens expostas nas igrejas e as adorações feitas ás mesmas. Não encontrei na bíblia nenhuma passagem sobre a santificação de tais e muito menos menção de adoração aos mesmos, pelo contrário, há passagens onde há veementemente o mencionamento de que “Jesus é o único caminho que leva á Deus.
    Tenho visto que a igreja católica tem perdido grande parte dos seus seguidores, principalmente os mais jovens, e um dos motivos é justamente este, a adoração de imagens… sem dizer que eu particularmente não quero ir á igreja rezar… seguir uma cartilha… quero poder meditar sobre a palavra ensinada, ter um tempo de reflexão interior e poder fazer a minha oração particular para o nosso Deus.

    Vocês acham que a igreja católica esta disposta a assumir um compromisso mais aberto com o povo e mudar os dogmas internos em função de uma retomada dos caminhos da fé em Cristo e não na fé em falsos deuses…

    Quero muito continuar frequentando a comunidade católica onde fui criado e educado, mas só de entrar na igreja e me deparar com imagens com velas acesas aos pés, orações de devoção á tais imagens me deixa incomodado e sem vontade alguma de continuar no local….

    Obrigado.

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    • Helen disse:

      Caro Claudemir,

      Infelizmente, o sr parece ter se confundido. Adorar não é a mesma coisa que venerar.

      O católico é MONOteísta. Ou seja, adora A UM SÓ DEUS. Se sua família pratica diferente, ore muito por eles, coitados, pois estão praticando algo que NÃO condiz com os ensinamentos da Igreja a que pertencem!

      Não se deixe influenciar pelas mentiras que o inimigo de Deus parece andar a plantar em sua mente. Não somos adoradores de estátuas, Claudemir. Descubra, o sentido e o valor da Comunhão dos Santos. Antes de abandonar a Igreja, dê a ela uma chance. Estude, informe-se, não seja mais um católico que saiu da Igreja sem ao menos saber o que é o Catolicismo. Isso é tão triste!

      Todo santo Católico nada mais é que um servo ou serva de Deus. Amaram e viveram por Jesus! Como pode o sr achar que depois de mortos competem com o Senhor? São meras criaturas. Apenas intercedem por nós!

      Lembra desta passagem:

      Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.

      8. Nisto é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

      Veja, Pedireis TUDO o que quiserdes e vos SERÁ feito!!

      Que linda promessa, não acha?

      Pois bem, essa promessa é cumprida todos os dias por Deus aos Seus Santos. Aqueles que permaneceram no Senhor, permaneceram em Sua palavra.

      Os santos pedem por nós e são atendidos, de acordo com a vontade de Deus. Pedem por aquilo que está alinhado com a vontade de Deus para cada um de nós. Pois a pessoas como eles a promessa citada acima foi destinada.

      Os santos tem poder para interceder. Contudo, tudo o que nos é concedido através de suas intercessões provem de Deus. O milagre é o que eles conseguem de Deus em nosso benefício. Mas a graça – seja um cura, um emprego, etc – isso vem de DEUS, não do Santo.

      Pax

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    • EDMILSON disse:

      RENATO VOU AMAR DEBATER COM VC AQUI NOVAMENTE FILHOS DAS TREVAS!
      //
      VOCÊS SATÂNICOS PROTESTANTES ARRANCARAM 7 LIVROS DA BÍBLIA QUE ANTIGAMENTE EXISTIAM EM SUAS BÍBLIAS!
      //

      VOCÊS SATÂNICOS PROTESTANTES DECORADORES DE VERSÍCULOS FORA DO CONTEXTO QUER DIZER QUE É PROIBIDO IMAGENS
      ///////////
      ISSO É O CÚMULO
      VAI ESTUDAR PAPAGAIO ME MOSTRE QUE É PROIBIDO FAZER IMAGENS
      E AO MESMO TEMPO ME EXPLIQUE BIBLICAMENTE AS MAS DE 89 REFERÊNCIAS SOBRE IMAGENS?
      //
      OU ERA IMAGENS DE ESCULTURAS OU ESCULTURAS DE ÍDOLOS E VOCÊS DESCARADAMENTE ADULTEROU MAS ESSAS PASSAGENS?
      //
      TOMA VERGONHA NA SUA CARA RENATO VAI PREGAR SUAS LOROTAS PARA AS MAS DE 50 MIL SEITAS PROTESTANTES QUE VOCÊS NÃO DIZEM QUEM É QUEM?
      //

      Imagens e Idolatria: O que é um ídolo?
      Diferença entre Imagem e Ídolo
      Imagem não é o mesmo que ídolo. Chama-se ídolo: uma imagem falsa, um simulacro a que se atribui vida própria, conforme explica o profeta Habacuc (2, 18). Eis o que claramente indica Habacuc, dizendo: “Ai daquele que diz ao pau: Acorda, e a pedra muda: Desperta” (Hc 2, 19)
      //
      A Bíblia reza no livro de Josué: “Josué prostrou-se com o rosto em terra diante da arca do Senhor, e assim permaneceu até à tarde, imitando-o todos anciãos de Israel” (Jos 7, 6).
      //
      Terão sido idólatras Josué e os anciãos de Israel?
      Foi Deus ainda que ordenou a Moisés levantar uma “serpente” de metal (Nm 21, e todos os que olhassem para ela seriam curados. Ora, que “olhar” é esse que confere uma cura milagrosa diante de uma estátua de metal?
      //
      Temos as provas de como esse culto era já uma pré-figura do culto à Deus nas palavras de S. João, que diz que tal “serpente” era o símbolo do Cristo crucificado: “Bem como ergueu Moisés a serpente no deserto, assim cumpre que seja levantado o Filho do Homem” (Jo 3, 14).
      //
      Por acaso caíram também Moisés e S. João, e até o Espírito Santo (autor da Sagrada Escritura) em crime de idolatria? É claro que não.
      //
      A idolatria consistiria em achar que a divindade está em uma estátua, por exemplo. Ou seja, teríamos que colocar alimentos para as imagens, como faziam os romanos, os egípcios e os demais povos idólatras. Teríamos que achar que Deus e o santo são a mesma pessoa. No fundo, seria dizer que S. Benedito não é e nem foi S. Benedito, mas foi Deus, etc.
      //
      Nunca se ouviu algum católico defendendo que o Santo era Deus! Mesmo porque isso seria cair em um panteísmo (defendido por Calvino e Lutero em algumas de suas obras). Para se dizer que os católicos adoram os santos, eles teriam que dizer que S. Benedito, por exemplo, não é S. Benedito, mas Deus.
      //
      E, ainda mais difícil, os católicos teriam que afirmar que S. Benedito é a estátua, uma espécie de amuleto mágico…
      Nenhum católico acredita que o santo seja Deus ou que ele seja a madeira da estátua (como uma divindade). Logo, não há idolatria possível, visto que esta consiste em adorar um falso deus.
      Alguns protestantes argumentam que só é possível fazer imagens quando Deus expressamente permite. Pergunta-se: onde está essa norma na Bíblia? É uma contradição dos protestantes, pois tudo para eles está na Bíblia, todavia, para condenar os católicos, não é necessária a Bíblia…
      //
      Deus proíbe a idolatria e não o uso de imagens
      O mesmo Deus, no mesmo livro do Êxodo em que proíbe que sejam feitas imagens, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25, 18-20). Manda-lhe, também, fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num 21, 8-9). Manda, ainda, a Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imanges de querubins, palmas, flores, bois e leões (I Reis 6, 23-35 e 7, 29).
      //
      Ora, se Deus manda fazer imagens em várias passagens das Sagradas Escrituras (Ex 25, 17-22; 1Rs 6, 23-28; 1 Rs 6, 29s; Nm 21, 4-9; 1Rs 7, 23-26; 1 Rs 7, 28s; etc) e proíbe que se façam imagens em outra, de duas uma, ou Deus é contraditório ou fazer imagens não é idolatria!
      Portanto, fica claro que o erro não está nas imagens, mas no tipo de culto que se presta à elas.
      //
      Os Judeus, saindo da dominação egípcia, um povo idólatra, tinham muita tendência à idolatria. Basta ver o que aconteceu quando Moisés desceu do Monte Sinai com as Tábuas da Lei e encontrou o povo adorando o “Bezerro de Ouro” como se ele fosse uma divindade, um amuleto. É claro, como permitir que um povo tendente à idolatria fosse fazer imagens.
      //
      Nas imagens católicas se representam os santos, que são pessoas que possuem virtudes que os tornam “semelhantes” a Deus, como afirmou S. Paulo: “já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim“.
      Nas catacumbas encontram-se, em toda parte, imagens e estátuas da Virgem Maria; prova de que tal culto existia no tempo dos apóstolos e foi por eles praticado, ensinado e transmitido à posteridade. Uma das imagens de Nossa Senhora, segundo a tradição, foi pintada pelo próprio S. Lucas e está na catedral de Loreto, exposto à veneração dos fiéis.
      //
      As imagens católicas representam pessoas virtuosas. Virtude essa que provém da graça de Deus. O mesmo não se dava na idolatria, pois os povos idólatras representavam as virtudes e os vícios em seus ídolos.
      O Concílio de Trento formalmente legitimou o uso das imagens: As imagens de Jesus Cristo, da Mãe de Deus, e dos outrossantos, podem ser adquiridas e conservadas, sobretudo nas Igrejas, e se lhes pode prestar honra e veneração; não porque há nelas qualquer virtude ou qualquer coisa de divino, ou para delas alcançar qualquer auxílio, ou porque se tenha nelas confiança, como os pagãos de outrora, que colocavam a sua esperança nos ídolos, mas, sim, porque o culto que lhes é prestado dirige-se ao original que representam, de modo que nas imagens que possuímos, diante das quais nos descobrimos ou inclinamos a cabeça, nós adoramos Cristo, e veneramos os santos que elas representam (Sess XXV).
      //
      O Concílio de Nicéia, o primeiro celebrado na Igreja, no ano de 325, sob o Papa S. Silvestre I e o imperador Constantino, defende o culto das imagens contra os iconoclastas, com um vigor admirável.
      Lê-se nos atos deste concílio: Nós recebemos o culto das imagens, e ferimos de anátema os que procedem de modo contrário. Anátema a todo aquele que aplica às santas imagens os textos da escritura contra os ídolos. Anátema a todo aquele que as chama ídolos. Anátema àqueles que ousam dizer que a Igreja presta culto a ídolos.

      Imagem não é o mesmo que ídolo. Chama-se ídolo: uma imagem falsa, um simulacro a que se atribui vida própria, conforme explica o profeta Habacuc (2, 18). Eis o que claramente indica Habacuc, dizendo: “Ai daquele que diz ao pau: Acorda, e a pedra muda: Desperta” (Hc 2, 19)
      //
      A Bíblia reza no livro de Josué: “Josué prostrou-se com o rosto em terra diante da arca do Senhor, e assim permaneceu até à tarde, imitando-o todos anciãos de Israel” (Jos 7, 6).
      //
      Terão sido idólatras Josué e os anciãos de Israel?
      Foi Deus ainda que ordenou a Moisés levantar uma “serpente” de metal (Nm 21, e todos os que olhassem para ela seriam curados. Ora, que “olhar” é esse que confere uma cura milagrosa diante de uma estátua de metal?
      //
      Temos as provas de como esse culto era já uma pré-figura do culto à Deus nas palavras de S. João, que diz que tal “serpente” era o símbolo do Cristo crucificado: “Bem como ergueu Moisés a serpente no deserto, assim cumpre que seja levantado o Filho do Homem” (Jo 3, 14).
      //
      Por acaso caíram também Moisés e S. João, e até o Espírito Santo (autor da Sagrada Escritura) em crime de idolatria? É claro que não.
      //
      A idolatria consistiria em achar que a divindade está em uma estátua, por exemplo. Ou seja, teríamos que colocar alimentos para as imagens, como faziam os romanos, os egípcios e os demais povos idólatras. Teríamos que achar que Deus e o santo são a mesma pessoa. No fundo, seria dizer que S. Benedito não é e nem foi S. Benedito, mas foi Deus, etc.
      //
      Nunca se ouviu algum católico defendendo que o Santo era Deus! Mesmo porque isso seria cair em um panteísmo (defendido por Calvino e Lutero em algumas de suas obras). Para se dizer que os católicos adoram os santos, eles teriam que dizer que S. Benedito, por exemplo, não é S. Benedito, mas Deus.
      //
      E, ainda mais difícil, os católicos teriam que afirmar que S. Benedito é a estátua, uma espécie de amuleto mágico…
      Nenhum católico acredita que o santo seja Deus ou que ele seja a madeira da estátua (como uma divindade). Logo, não há idolatria possível, visto que esta consiste em adorar um falso deus.
      Alguns protestantes argumentam que só é possível fazer imagens quando Deus expressamente permite. Pergunta-se: onde está essa norma na Bíblia? É uma contradição dos protestantes, pois tudo para eles está na Bíblia, todavia, para condenar os católicos, não é necessária a Bíblia…
      //
      Deus proíbe a idolatria e não o uso de imagens
      O mesmo Deus, no mesmo livro do Êxodo em que proíbe que sejam feitas imagens, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25, 18-20). Manda-lhe, também, fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num 21, 8-9). Manda, ainda, a Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imanges de querubins, palmas, flores, bois e leões (I Reis 6, 23-35 e 7, 29).
      //
      Ora, se Deus manda fazer imagens em várias passagens das Sagradas Escrituras (Ex 25, 17-22; 1Rs 6, 23-28; 1 Rs 6, 29s; Nm 21, 4-9; 1Rs 7, 23-26; 1 Rs 7, 28s; etc) e proíbe que se façam imagens em outra, de duas uma, ou Deus é contraditório ou fazer imagens não é idolatria!
      Portanto, fica claro que o erro não está nas imagens, mas no tipo de culto que se presta à elas.
      //
      Os Judeus, saindo da dominação egípcia, um povo idólatra, tinham muita tendência à idolatria. Basta ver o que aconteceu quando Moisés desceu do Monte Sinai com as Tábuas da Lei e encontrou o povo adorando o “Bezerro de Ouro” como se ele fosse uma divindade, um amuleto. É claro, como permitir que um povo tendente à idolatria fosse fazer imagens.
      //
      Nas imagens católicas se representam os santos, que são pessoas que possuem virtudes que os tornam “semelhantes” a Deus, como afirmou S. Paulo: “já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim“.
      Nas catacumbas encontram-se, em toda parte, imagens e estátuas da Virgem Maria; prova de que tal culto existia no tempo dos apóstolos e foi por eles praticado, ensinado e transmitido à posteridade. Uma das imagens de Nossa Senhora, segundo a tradição, foi pintada pelo próprio S. Lucas e está na catedral de Loreto, exposto à veneração dos fiéis.
      //
      As imagens católicas representam pessoas virtuosas. Virtude essa que provém da graça de Deus. O mesmo não se dava na idolatria, pois os povos idólatras representavam as virtudes e os vícios em seus ídolos.
      O Concílio de Trento formalmente legitimou o uso das imagens: As imagens de Jesus Cristo, da Mãe de Deus, e dos outrossantos, podem ser adquiridas e conservadas, sobretudo nas Igrejas, e se lhes pode prestar honra e veneração; não porque há nelas qualquer virtude ou qualquer coisa de divino, ou para delas alcançar qualquer auxílio, ou porque se tenha nelas confiança, como os pagãos de outrora, que colocavam a sua esperança nos ídolos, mas, sim, porque o culto que lhes é prestado dirige-se ao original que representam, de modo que nas imanges que possuímos, diante das quais nos descobrimos ou inclinamos a cabeça, nós adoramos Cristo, e veneramos os santos que elas representam (Sess XXV).
      //
      O Concílio de Nicéia, o primeiro celebrado na Igreja, no ano de 325, sob o Papa S. Silvestre I e o imperador Constantino, defende o culto das imagens contra os iconoclastas, com um vigor admirável.
      Lê-se nos atos deste concílio: Nós recebemos o culto das imagens, e ferimos de anátema os que procedem de modo contrário. Anátema a todo aquele que aplica às santas imagens os textos da escritura contra os ídolos. Anátema a todo aquele que as chama ídolos. Anátema àqueles que ousam dizer que a Igreja presta culto a ídolos.

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