A motivação para a Santa Inquisição encontra-se na bíblia


Há muitos livros e artigos sobre os aspectos históricos da “Santa Inquisição” ou ” Inquisição Sangrenta”, dependendo de que lado você se considera encontramos um grande número de variações históricas entre eles, não é incomum lermos estimativas que variam de dois mil a 50 milhões (no lado altamente liberal protestante) condenados à morte pela Igreja Católica. Mas todos estes autores perdem a questão mais essencial de todas. Este texto não se propõe a trata se são justas ou caluniosas as alegações que se fazem quanto as ações da Igreja durante a Santa Inquisição, ou seja, se foram mesmo exterminados hereges e não Cristãos, quantos e como. Se foi mesmo a Igreja ou se foram os Reis Católicos e suas cortes os responsaveis pela execução daqueles que ameaçavam o Cristiannismo e sua fiel prática na Europa. Trateremos destes pontos em breve em outro artigo. O tema de hoje, portanto, será simplesmente o seguinte: Se  os fatos tivessem realmente acontecidos como os criticos da Igreja Católica afirmam; seria (Bibilicamente) justificável para a verdadeira igreja de Deus (A Igreja Católica Romana) colocar os inimigos da verdade que desejam desencaminhar aos outros à morte?

A importância desta pergunta é óbvia: Se as ações da Igreja Católica foram justas e retas aos olhos de Deus. Sendo esse, portanto, o nosso argumento religioso, torna-se irrelevante debater se houveram dois mil ou 50 milhões de mortes.

Nossa primeira reação à pergunta seria dizer “NÃO”, num primeiro momento o conceito de colocar as pessoas à morte por sua crença religiosa parece ir contra tudo o que ensina a Sagrada Escritura, “o amor teu próximo”, “ame aos teus inimigos” e “perdoa ao teu inimigo”.  É importante salientar que as Escrituras mandam-nos  perdoar os nossos inimigos, mas um herege é inimigo de Deus. Na verddade, as Sagradas Escrituras manda-nos  ODIAR aos inimigos de Deus!!

“21Pois não hei de odiar, Senhor, aos que vos odeiam? Aos que se levantam contra vós, não hei de abominá-los? 22 Eu os odeio com ódio mortal, eu os tenho em conta de meus próprios inimigos.” (Salmo 138:21-22)

“Registrado na amizade com aqueles que odeiam o Senhor, vos realmente mereceis a ira de Deus!” (II Para. 19:02)

“3 Não colocarei uma coisa infame diante dos meus olhos. Eu odeio quem pratica o mal; esse nunca se juntará a mim. […] 8 Em cada manhã eu farei calar todos os injustos da Terra, para extirpar da cidade de Javé todos os malfeitores. “(Salmo 101:3, 8)

Para colocar o perigo de um herege dentro do rebanho de fiéis em sua perspectiva correta, precisamos apenas de ler o aviso de Cristo “Não temais aqueles que podem prejudicar o corpo, ao vez temais os que podem prejudicar a alma”. Claramente Cristo (DEUS), percebeu um herege a ser muito mais perigoso do que um estuprador ou mesmo um assassino. Em algumaa sociedades  considera-se o assassinato ser um crime hediondo digno de execução. No entanto, hoje, nós (como sociedade) não prestamos atenção à advertência de Cristo e não tememos aos que podem prejudicar nossa alma imortal. A verdade é que há um monte de precedente bíblico para o tribunal da  “Inquisição” católica. Moisés, foi o primeiro a condenar a morte aqueles que deixaram a Verdade de Deus para seguir os erros, a fim de preservar a fé do resto dos judeus. Em apenas um dia três mil hereges foram mortos à espada.

Então Moisés ficou de pé no meio do acampamento, e gritou: «Quem estiver do lado de Javé, aproxime-se de mim».E todos os filhos de Levi se reuniram em torno dele. 27.Moisés então disse-lhes: «Assim diz Javé, o Deus de Israel: “Cada um coloque a espada à cintura. Passai e repassai o acampamento, de porta em porta, e cada um de vós mate até mesmo o seu irmão, companheiro e parente”». 28.Os filhos de Levi fizeram o que Moisés havia mandado. E nesse dia morreram uns três mil homens do povo. (Êxodo 32: 26-28)

Deus toma isso como ofensa séria aqueles que afirmam ensinar ou pregar em nome de Deus sem verdadeira autoridade “Mas o profeta (pregador religioso), que presumir falar alguma palavra em meu nome, que eu não tenha mandado falar … o mesmo profeta morrerá. “(Deuteronômio 18:20) A Escritura vai ainda mais longe ao dizer que devemos colocar a morte aqueles que ensinam ou pregam um dotrina que não coincide com a verdade ensinada pela igreja verdadeira (a Igreja Católica Romana) “Segui a Javé vosso Deus a quem deveis temer; observai os seus mandamentos e obedecei-Lhe; servi-O e apegai-vos a Ele. 6.Quanto ao profeta ou intérprete de sonhos, deverá ser morto, porque propôs uma revolta contra Javé vosso Deus, que vos tirou do Egipto e vos resgatou da casa da escravidão, e porque procurou afastar-vos do caminho pelo qual Javé vosso Deus vos havia mandado seguir. Desse modo, eliminarás o mal do meio de ti.” (Deuteronômio 13:5) Deus ordenou a Josué para colocar sob a espada populações de cidade inteiras (homens, mulheres, crianças, bebês e idosos) dos pagãos, a fim de preservar a fé de seus seguidores.

2. quando Javé teu Deus tas entregar, vencê-las-ás e sacrificá-las-ás como anátema. Não faças aliança nenhuma com elas e não as trates com piedade. 3.Não cries laços de parentesco com elas: não dês a tua filha a um dos seus filhos, nem tomes uma das suas filhas para o teu filho, 4.porque o teu filho se afastaria de Mim para servir outros deuses; então a cólera de Javé inflamar-se-ia contra ti e destruir-te-ia rapidamente. 5. Deveis tratá-las da seguinte maneira: demolir os seus altares, destruir as suas estelas, arrancar os seus postes sagrados e queimar os seus ídolos. 6.Pois és um povo consagrado a Javé teu Deus: foi a ti que Javé teu Deus escolheu para que Lhe pertenças como povo próprio, entre todos os povos da terra. […] Reconhece, portanto, que Javé teu Deus é o único Deus, o Deus fiel, que mantém a aliança e o amor por mil gerações, em favor dos que O amam e observam os seus mandamentos. 10. Mas Ele também retribui directamente aos que O odeiam: faz perecer sem demora aquele que O odeia, retribuindo-lhe directamente. (Deuteronômio 7: 2-6, 9-10)

 AI: E sucedeu que, quando Israel tinha acabado de matar todos os moradores de Ai no campo, no deserto onde os tinham seguido, e quando eles estavam todos caído ao fio da espada, até serem consumidos , que todos os israelitas voltaram para Ai e a feriram ao fio da espada. E assim foi, que TODOS os que caíram naquele dia, tanto de homens como mulheres, foram doze mil, todos os homens de Ai. Pois Josué não retirou a mão, que estendera com a lança, até destruir totalmente a todos os habitantes de Ai.

JERICHO: Então, o povo gritou quando os sacerdotes tocavam as trombetas, e aconteceu que, quando o povo ouviu o som da trombeta, eo povo gritou com grande júbilo, que o muro caiu abaixo, para que as pessoas subiu à cidade, cada um em frente de si, e tomaram a cidade. E foram totalmente DESTRUÍDO TUDO O QUE FOI NA CIDADE, homem e mulher, jovens e velhos, também bois, ovelhas e jumentos, com a borda da espada. “(Josué 6:20-21)

Libna: E o Senhor entregou também, e ao seu rei, na mão de Israel, e ele feriu a fio de espada, e todos os que nela estavam; sem nada deixar nele, mas fez até o seu rei como ele fez ao rei de Jericó.

Laquis: O Senhor entregou também a Laquis na mão de Israel, que a tomou no segundo dia, e feriu a fio de espada, e todos os que nela estavam, conforme tudo o que fizera a Libna.

Eglom: E Josué passou de Laquis a Eglom, e toda Israel com ele, e se acamparam contra ela, e pelejou contra ela: E tomaram-na naquele dia, e a feriram a fio de espada, e todas as almas que nela havia foram TOTALMENTE DESTRUÍDAS mesmo dia, conforme a tudo o que ele tinha feito a Laquis.

HEBRON: Josué subiu de Eglom, e toda a Israel com ele, subiu a Hebrom, e pelejaram contra ela:. E eles tomaram, e  a feriu a fio de espada, e ao seu rei, e todas as suas cidades, e todos os que nela estavam; ninguém deixou, de acordo com tudo o que tinha feito a Eglon, mas destruiu totalmente, e todos os que nela estavam.

Debir: Então Josué, e todo o Israel com ele, a Debir, e pelejou contra ela: O que ele tomou, e ao seu rei, e todas as cidades do mesmo, e eles feriram ao fio da espada, e totalmente DESTRUÍDO Todas as almas que nela havia; nada deixou: como ele fizera a Hebrom, assim fez a Debir e ao seu rei, como ele fizera também a Libna e ao seu rei.

Hazor: E naquele tempo Josué voltou e tomou a Hazor, e feriu o seu rei com a espada: de Hazor dantes era a cabeça de todos estes reinos. E feriram todas as almas que nela havia com o fio da espada, destruindo-as: não havia nenhum deixado vivo: e ele Hazor queimou a fogo. E todas as cidades desses reis, e todos os reis deles, tomou Josué, e os feriram ao fio da espada, e ele destruindo-os totalmente, como Moisés, servo do Senhor ordenou.

“Então Josué feriram toda a terra dos morros, e do sul (e Norte), e do vale, e das molas, e todos os reis seus: nada deixou, mas completamente DESTRUÍDO TODOS que respirava, como o Senhor Deus de Israel ordenou. “Na Sagrada Escritura lemos como, mesmo com essas percussões do culto cananeu de “Baal” seduzindo uma grande parcela do povo de Israel e foi pôr em perigo a fé de povo de Deus. Em II Reis lemos como Jeú reuniu todos esses hereges e seus mais de 450 líderes (1 Reis 18:19) inputa-los à espada.

Mesmo depois de sua conversão a ser um cristão apóstolos e um dos maiores profetas do Novo Testamento, São Paulo claramente defende aqueles que mudar a verdade de Deus em mentiras são dignos de morte.

“Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do Criador, que é bendito para sempre. Amém … E assim como eles não gostam de manter Deus no seu conhecimento, Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; … Quem, conhecendo a justiça de Deus, para que os que cometem tais coisas são dignos de morte … (Romanos 1:25,28,32)

Muitos vão tentar argumentar que “O Deus do Novo Testamento é um Deus de misericórdia”. Deve-se notar que o Deus do Novo Testamento é o MESMO Deus como o Antigo Testamento. Embora seja verdade que Cristo nos trouxe a misericórdia e o perdão, uma leitura rápida da história de Ananias e sua esposa é suficiente para nos lembrar que o Deus do Novo Testamento ainda é um Deus de justiça.

“Então Pedro disse:” Ananias, como é que Satanás tem tão cheio teu coração que  mentes para o Espírito Santo e ter mantido para si uma parte do dinheiro que recebeu para a terra? Não pertencia a ti antes de ser vendido? E depois que ele foi vendido, não era o dinheiro à tua disposição? O que te fez pensar em fazer uma coisa dessas? Não mentiste aos homens, mas a Deus. “Quando Ananias ouviu isso, caiu e morreu. E um grande temor tomou todos os que ouviram o que tinha acontecido. Em seguida, os jovens vieram à frente, remataram o seu corpo, e levou-no para fora e o sepultaram. Cerca de três horas mais tarde entrou também sua mulher, não sabendo o que tinha acontecido. Pedro perguntou-lhe: “Diga-me, é este o preço que tu e Ananias tem para a terra?” “Sim”, ela disse, “é o preço.” Pedro disse-lhe:” Como poderias concordar em testar o Espírito do Senhor? Olha! Os pés dos homens que sepultaram o teu marido estão à porta, e eles te levarão a ti também. “Naquele momento ela caiu a seus pés e morreu. Em seguida, os jovens entraram e, encontrando-a morta, levou-na para fora e enterram-na ao lado do marido. “Atos 5:3-10

Assim, vemos que a verdadeira Igreja de Deus (Cristo) tem a autoridade e a responsabilidade de proteger as almas imortais dos fiéis pelos meios que julgar necessário, mesmo que isso signifique colocar a morte do herege. Só a Igreja que Deus Único e Verdadeiro (Cristo), fundada sobre a rocha de Pedro (Mt 16:18-19) tem o direito de determinar qual o curso da justiça é o melhor, dependendo do momento e situação. Como vemos não se pode argumentar que a igreja de Deus não tem autoridade moral para determinar o destino de um herege “que mudam a verdade de Deus em mentira” e São Paulo Apóstolos declara “dignas de morte”. Contudo, teria mesmo a Igreja de Cristo, e não os Reis inquisicionistas, executado tantas almas por conta de seus crimes de heresia?   Responderemos a essa importante pergunta no próximo texto sobre a inquisição.

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Sobre Hellen

Católica militante, expatriada, mãe e arquiteta e estudante de Direito. Quando há tempo, engajada na "missão" de defender a fé católica e evangelizar aos irmãos católicos, especialmente aqueles afastados da Santa Fé . I am an expat architect, law student and Catholic mommy who's taken on blogging. I've doing this for a few years now and I'm totally hooked up. All for the Glory of God!
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11 respostas para A motivação para a Santa Inquisição encontra-se na bíblia

  1. Thiago Santos disse:

    A Santa Inquisição foi, nada mais que uma maneira encontrada pela Igreja para manter o controle sobre o Europa. Através da tortura, morte (muitas vezes de inocentes), da doutrinação pelo terror, a Igreja, em nome de Deus (mais uma vez) arranja um pretexto para manter a alienação, que durante séculos, não permitiu que o homem evoluísse. Se não fosse a Reforma Protestante, estaríamos ainda hoje em um mundo primitivo e amedrontado pelo Catolicismo. Não importa quais argumentos, extraídos da Bíblia ou não, sejam usados para justificar a morte, a tortura de milhares de pessoas, a verdade é única e clara: frequentarei uma Igreja que foi capaz de matar e torturar, submeter à condições sub-humanas pessoas, que somente se diferem de nós por estarem em uma época diferente?

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    • Helen disse:

      Caro Sr Thiago,

      Dentre as muitas opiniões emitidas aqui neste espaço a sua encontra-se talvez entre as mais equivocadas. Sugiro que o sr se aprofunde no estudo ISENTO da história e não cometa a injustiça de emitir opinião sobre algo que evidentemente desconhece, incorrendo assim o risco de manisfestar um falso testemunho.

      Pax Domini,

      Helen

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      • EDMILSON disse:

        HELEN É FANTÁSTICO A PERFEIÇÃO DA IGREJA CATÓLICA

        JÁ NOS DOIS PRIMEIROS SÉCULOS DO CRISTIANISMO

        OLHA AMIGA HELEN VOCÊ E EU E TODOS OS
        APOLOGISTAS CATÓLICOS PRECISAMOS URGENTEMENTE MOSTRAR ESSAS GRANDEZAS PARA TODAS FACULDADES E ESCOLAS DO BRASIL E DO MUNDO

        POIS VOCÊ SABE MUITO BEM QUE OS LIVROS DE HISTÓRIAS DE FACULDADES A MAIORIA SÃO HISTORIADORES AMERICANOS QUE TENTAM MANCHAR A TODO CUSTO A IMAGEM DA UNICA IGREJA VERDADEIRA

        HELEN VOCÊ SABE QUE ESSES LIVROS SÃO CHEIOS DE LOROTAS QUE FALAM SOBRE A INQUISIÇÃO CONTRA A IGREJA CATÓLICA

        É SAFADEZA MENTIRA E CALUNIA POIS VOCÊ SABE ESSES HISTORIADORES SEM NENHUMA FONTE HISTÓRICA DA ÉPOCA TENTAM MANCHAR A UNICA IGREJA DE CRISTO A TODO CUSTO

        E MAS AMIGA HELEN VOCÊ SABE QUE A IGREJA NÃO QUEIMOU JOANA DARK

        E SOBRE OS LIVROS DE HISTORIADORES PROTESTANTES AFIRMANDO TER EXISTIDO UMA PAPISA NA IGREJA E TANTAS OUTRAS ARMAÇÕES SÃO TUDO MENTIRAS FRACAS E AMADORAS QUE MUITOS LEIGOS CAEM INOCENTEMENTE

        HELEN VAMOS NOS UNIR PRECISAMOS MOSTRAR A VERDADE

        AGORA SOBRE A INQUISIÇÃO ESSA MATÉRIA É TÃO SIMPLES DE MOSTRAR A VERDADE

        VAMOS NOS UNIR AMIGA TEMOS QUE BUSCAR CONHECER PESSOAS FORTES E MOSTRAR AS MENTIRAS QUE OS LUNÁTICOS HEREGES FAZEM CONTRA A UNICA IGREJA VERDADEIRA

        AMIGA HELEN

        VEJA A GRANDEZA DA IGREJA CATÓLICA JÁ NO SEU COMEÇO ISSO É SÓ NOS DOIS PRIMEIRO SÉCULOS DA ERA CRISTÃ

        HELEN AGORA SIM ISSO É VERÍDICO POIS EXISTE FONTE HISTÓRICA E É COMPROVADO PELA GEOLOGIA E PELA ARQUEOLOGIA
        E PELAS TESTEMUNHAS OCULARES E MAS AINDA É COMPROVADO E TESTIFICADO COMO LEGITIMO E VERDADEIRO NOS ESCRITORES ECLESIÁSTICOS E NOS PADRES DA IGREJA DA ÉPOCA DOS DOIS PRIMEIRO SÉCULO

        VEJA HELEN QUE MARAVILHA

        História da Igreja Católica 20 – Símbolos, atas de martírio, epitáfios, literatura…

        Símbolos, atas de martírio, epitáfios, literatura…

        No Novo Testamento existem numerosas profissões de fé (cfr. At 8,37; 1Cor 12,13; Rm 10,9; Fl 2,11; 1Cor 15,3s; 1Cor 8,6; 2Cor 13,14; 1Cor 12,4) resumindo pontos essenciais do cristianismo. Os primeiros símbolos datados da metade do século II se inspiram no mandamento de Jesus acerca do batismo em nome da Santíssima Trindade (Mt 28,19). Antes do batismo os catecúmenos eram interrogados pelo ministro, fazendo sua profissão de fé no Pai, no Filho e no Espírito Santo.

        Inúmeras homilias e atas de martírios são conhecidas deste período. Destaques: a Homilia de Melitão sobre a Páscoa, o Martírio de Policarpo, a Carta das Igrejas de Viena e Lyon às igrejas da Ásia e da Frígia, as Atas dos mártires de Scili.

        O epitáfio de Abércio de Hierápolis, do final do século II, é o monumento de pedra mais antigo que se refere à eucaristia. Abércio tinha sido bispo de Hierápolis, na Frígia. Aos 72 anos de idade mandou fazer a inscrição, na qual fala, entre outras coisas, do seu envio a Roma pelo Pastor, encontrando por toda parte irmãos na fé, dos quais recebeu o “peixe” (ICHTHYS, em grego, abreviação de “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador” – a iconografia cristã aproveitará esta simbologia), vinho misturado e pão. Atesta o costume cristão de se orar pelos mortos.

        O epitáfio de Pectório, para alguns do início do séc. II, para outros do séc. III ou IV, fala do batismo, “fonte imortal das águas divinas”, da eucaristia, “alimento melífluo do Redentor dos santos”, “peixe que sustentas nas mãos”. Pectório pede a seus pais falecidos que se recordem dele “na paz do peixe”.

        A quantidade de evangelhos e epístolas gnósticas que circulavam no segundo século é enorme: o Evangelho de Tomé, o Apocryphon de João, a carta de Tiago, o Evangelho de Maria, a Sabedoria de Jesus Cristo, os dois livros de Jeú, o Evangelho de Matias…

        Também o número de apócrifos não-gnósticos (livros não-canônicos) é elevado: O Testamento dos doze patriarcas, o Martírio e a ascensão de Isaías, os Oráculos sibilinos, o Evangelho dos Nazoreus, dos ebionitas, dos hebreus, dos egípcios, de Pedro, a epístola dos Apóstolos, o Proto-evangelho de Tiago, a Narração da infância de Jesus, por Tomé, o Kerygma de Pedro, os Atos de Pedro, os Atos de São Paulo, os Atos de André, o Apocalipse de Pedro…

        No meio de tantos livros, cada igreja possuía um esboço do que seria o cânone definitivo do Novo Testamento.

        HELEN ISSO SIM É HISTÓRIA VERDADEIRA AGORA SE ALGUM PROTESTANTE QUERER AINDA CONTESTAR ISSO QUE CONTESTEM SOBRE SEUS PONTOS DE VISTA BASEADOS NA SUA IGNORÂNCIA E NA SUA LAVAGEM CEREBRAL

        POIS SE ALGUM PROTESTANTE QUERER VIM AQUI REFUTAR ISSO QUE ME TRAGA ALGUM DOCUMENTO DA ÉPOCA OU ESCRITOS QUE PROVE O CONTRÁRIO COISA QUE JAMAIS VAI CONSEGUIR A NÃO SER LIVROS DE PADRES DA IGREJA QUE MUITOS MALDOSAMENTE ADULTERAM E TIRAM FRASES DO CONTEXTO POIS VOCÊ SABE AMIGA HELEN NESSE MEIO DO PROTESTANTISMO TEM DE TUDO TEM ATÉ AQUELES QUE DIZ QUE A IGREJA FOI CONSTRUÍDA POR CONSTANTINO ISSO É UMA PIADA

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        • Helen disse:

          Amém, Edmilson! Muito bom o comentário.

          Hei de publica-lo esta semana como um novo Post. OK?
          Obrigada pela contribuição!!!

          Pax Domini,
          Helen

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          • EDMILSON disse:

            MUITO OBRIGADO PELA FORÇA AMIGA HELEN A PATRÍSTICA QUE ESTUDA SÓ OS DOIS PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ É MUITO RICA POIS NELA VOCÊ ENCONTRA MILHARES DE MILHARES DE OBRAS E RELATOS DOS MÁRTIRES TESTEMUNHOS EPÍSTOLAS CARTAS EXEGESES ESTUDOS SERMÕES LIVROS E PERGAMINHOS QUE MAGISTRALMENTE SEM NENHUMA CONTRADIÇÃO TESTIFICAM A IGREJA CATÓLICA COMO A IGREJA FUNDADA POR JESUS CRISTO

            HELEN A GRANDEZA É INCONTESTÁVEL DA UNICA IGREJA VERDADEIRA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

            VEJA NESSE PEQUENO ARTIGO APENAS UM PEDAÇO DE PROVAS E AMOSTRAS QUE A IGREJA CATÓLICA JÁ ERA FORMADA NOS DOIS PRIMEIROS SECULOS

            VAMOS LÁ

            2. A Origem da Hierarquia na Igreja

            Aqui Helen você verás nos escritos da Igreja Primitiva do início do séc. II que é possível observarmos que a mesma já estava organizada hierarquicamente em bispos, presbíteros e diáconos.

            como mostra claramente a própria bíblia

            O Bispo era o chefe de uma diocese, isto é, o chefe de um conjunto de paróquias geograficamente organizadas. Cada paróquia tinha como ministro um presbítero. Este era o sacerdote responsável por ministrar os sacramentos e orientar os fiéis na doutrina. Ele normalmente era auxiliado por diáconos.

            E mas amiga Helen tudo isto é testificado, por exemplo, nas sete cartas de Santo Inácio de Antioquia (1) datadas em 107 d.C. Santo Inácio foi Bispo de Antioquia e discípulo pessoal dos Apóstolos Pedro e Paulo.

            3. O Episcopado tem origem na Sucessão dos Apóstolos

            Episcopado é o nome que se dá ao ministério do Bispo.

            O Episcopado tem origem no ministério dos Apóstolos, isto é, foi o próprio Cristo que instituiu os Apóstolos como Bispos da Sua Igreja. Com efeito, a Bíblia ensina que Nosso Senhor Jesus Cristo deu o governo da Igreja aos Santos Apóstolos: “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e, quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10, 16).

            Eles eram aqueles que estariam agora sentados na Cadeira de Moisés, no lugar dos escribas e Fariseus (cf. Mt 23,2-3). Por isto, o próprio Cristo deu a eles a autoridade que outrora foi dada a Moisés: ligar e desligar. Isto significa: definir o que é Certo e o que é Errado (cf. Mt 18,18). Por esta razão São Paulo ensina que “a Igreja do Deus Vivo é a Coluna e o Fundamento da Verdade” (cf. 1Tm 3,15).

            Como os apóstolos não permaneceriam na terra para sempre, nas várias regiões aonde o Evangelho ia sendo pregado, iam instituindo novos Bispos que deveriam cuidar do rebanho de Cristo na ausência deles.

            Helen talvez o testemunho histórico mais antigo sobre isto, esteja na Primeira Carta de São Clemente aos Coríntios (2). Escrita pelo ano de 90 d.C, Clemente que então era o 4o. Bispo de Roma na sucessão de Pedro, assim se expressa:

            veja
            “42. Os apóstolos receberam do Senhor Jesus Cristo o Evangelho que nos pregaram. Jesus Cristo foi enviado por Deus. Cristo, portanto vem de Deus, e os apóstolos vêm de Cristo. As duas coisas, em ordem, provêm da vontade de Deus. Eles receberam instruções e, repletos de certeza, por causa da ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, fortificados pela palavra de Deus e com plena certeza dada pelo Espírito Santo, saíram anunciando que o Reino de Deus estava para chegar. Pregavam pelos campos e cidades, e aí produziam suas primícias, provando-as pelo Espírito, a fim de instituir com elas bispos e diáconos dos futuros fiéis. Isso não era algo novo: desde há muito tempo, a Escritura falava dos bispos e dos diáconos. Com efeito, em algum lugar está escrito: ‘Estabelecerei seus bispos na justiça e seus diáconos na fé’”.

            “44. Nossos apóstolos conheciam, da parte do Senhor Jesus Cristo, que haveria disputas por causa da função episcopal. Por esse motivo, prevendo exatamente o futuro, instituíram aqueles de quem falávamos antes, e ordenaram que, por ocasião da morte desses, outros homens provados lhes sucedessem no ministério”.

            Helen como se vê, segundo a o ensinamento que os Apóstolos comunicaram a seus discípulos, os Bispos da Igreja são sucessores diretos dos Apóstolos. Isto quer dizer que fora da sucessão dos apóstolos não há Episcopado, logo não há Igreja de fato.

            4. Testemunhos Históricos da Sucessão dos Apóstolos

            Helen você deve saber que Protestantismo alega que a Sucessão Apostólica é algo inventado pela Igreja Católica para sustentar que só ela possui Bispos e presbíteros verdadeiros.

            Em primeiro lugar, Helen eles teriam que aprender uma coisa a Igreja Católica não alega que só ela possui Bispos e presbíteros verdadeiros. Ela também reconhece a validade dos ministros da Igreja Ortodoxa.

            Afinal, todos os Bispos ortodoxos são sucessores dos apóstolos, assim como os Bispos católicos. A Igreja Católica não reconhece é licitude do ministério ortodoxo, pois para o Catolicismo a Igreja Ortodoxa está em cisma, isto é, não está em plena comunhão com o Papa.

            Em segundo lugar, é muito interessante notar como o subjetivismo protestante é capaz de reinventar até o passado. isso me faz rir demais Helen pois é muito amadorismo que mesmo contaminaram a cabeça de muitos leigos

            Mas os protestantes tem que saber Helen que não é a Igreja Católica que está inventando a Sucessão Apostólica para provar ser a Única Igreja de Cristo, mas é o Protestantismo que inventa que a Sucessão dos Apóstolos é uma ficção, pois ela é a maior prova de que as igrejas protestantes não são Igrejas de fato.

            veja
            Eusébio de Cesaréia, Bispo e Historiador da Igreja dos primeiros quatro séculos, em sua obra “A História Eclesiástica” (2) registra para a posteridade a realidade histórica da sucessão dos apóstolos.

            Daremos uma pequena amostra da Verdade ao leitor, transcrevendo os testemunhos históricos sobre a sucessão regular dos Bispos em Roma, pois os protestantes alegam que o Papa não é sucessor de Pedro, pois nunca existiu sucessão dos apóstolos na Igreja Primitiva. Vejamos:

            “No atinente a seus outros companheiros, Paulo testemunha ter sido Clemente enviado às Gálias (2Tm 4,10); quanto a Lino, cuja presença junto dele em Roma foi registrada na 2ª carta a Timóteo (2Tm 4,21), depois de Pedro foi o primeiro a obter ali o episcopado” (HE III,4,8).

            “A Vespasiano, depois de ter reinado 10 anos, sucedeu Tito, seu filho, como imperador. No segundo ano de seu reinado, o bispo Lino, depois de ter exercido durante doze anos o ministério da Igreja de Roma, transmitiu-o a Anacleto” (HE III,13).

            “No décimo segundo ano do mesmo império [de Domiciano, irmão de Tito], Anacleto que foi bispo da Igreja de Roma durante doze anos, foi substituído por Clemente, que o Apóstolo [Paulo], na carta aos Filipenses, informa ter sido seu colaborador, nesses termos: ‘Em companhia de Clemente e dos demais auxiliadores meus, cujos nomes estão no livro da vida’” (Fl 4,3).

            “Relativamente aos bispos de Roma, no terceiro ano do reinado do supracitado imperador [Trajano], Clemente terminou a vida, passando seu múnus a Evaristo. No total, durante nove anos exercera o magistério da palavra de Deus” (HE III,34).

            “Cerca do duodécimo ano do reinado de Trajano (…) Evaristo completado seu oitavo ano, Alexandre recebeu o episcopado em Roma, sendo o quinto na sucessão de Pedro e Paulo” (HE IV,1).

            “No terceiro ano do mesmo governo [do imperador Aélio Adriano, sucessor de Trajano], Alexandre, bispo de Roma morreu, tendo completado o décimo ano de sua administração. Teve Xisto como sucessor” (HE IV,4).

            “Ao atingir o império de Adriano já o duodécimo ano, Xisto, tendo completado o décimo ao de episcopado em Roma, teve Telésforo por sucessor, o sétimo depois dos apóstolos” (HE IV,5,5).

            “Tendo ele [Aélio Adriano] cumprido sua incumbência, após vinte e um anos de reinado, sucedeu-lhe no governo do império romano Antonino, o Pio. No primeiro ano deste, Telésforo deixou a presente vida, no undécio ano de seu múnus e coube a Higino a herança do episcopado em Roma” (HE IV,10).

            “Tendo Higino falecido após o quarto ano de episcopado, Pio tomou em mãos o ministério em Roma” (HE IV,11,6).

            “E na cidade de Roma, tendo morrido Pio no décimo quinto ano de episcopado, Aniceto presidiu aos fiéis desta cidade” (HE IV,11,7).

            “Já atingira o oitavo ano o império de que tratamos [Antonino Vero], quando Sotero sucedeu a Aniceto, que completara onze anos de episcopado na Igreja de Roma”(HE IV,19).

            “Sotero, bispo da Igreja de Roma, chegou ao termo de sua vida no decurso do oitavo ano de episcopado. Sucedeu-lhe Eleutério, o décimo segundo a contar dos Apóstolos, no décimo sétimo ano do imperador Antonino Vero” (HE V,Introdução,1).

            “No décimo ano do império de Cômodo, Vítor sucedeu a Eleutério, que havia exercido o episcopado durante treze anos […]” (HE V,22).

            Helen agora para provar tudo isso é muito simples basta percorrer os vários escritos deixados pelos discípulos dos Apóstolos que não faltarão provas e testemunhos históricos da sucessão dos apóstolos.

            HELEN ISSO AQUI É SÓ UMA PEQUENA AMOSTRA DAS MILHARES DE MILHARES PROVAS DE SER A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA A IGREJA FUNDADA POR JESUS CRISTO FALO FELIZ E DE BOCA CHEIA SOU CATÓLICA GRAÇAS A DEUS AGORA SE UM PROTESTANTE LÊ ESSE TRECHO AMIGA HELEN E CONTESTAR DIGA PRA ELE ESTUDAR PATRÍSTICA PRIMITIVA MANDA ELE ESTUDAR ARQUEOLOGIA MANDA ELE ESTUDAR HERMENÊUTICA E EXEGESE E ORIGENS DAS PALAVRAS

            RESUMINDO AMIGA HELEN NÃO EXISTEM DUAS VERDADES POIS QUANDO SE CONTESTA ALGO SÓ PODE SER CONTESTADO E REFUTADO COM PROVAS VERÍDICAS E LEGITIMAS DA ÉPOCA
            POIS SÓ SE CONTESTA ALGO COM RELATOS E PROVAS E DOCUMENTOS ONDE MOSTRA A ORIGENS DE ONDE TUDO COMEÇOU

            AMIGA HELEN OS PROTESTANTES CONTINUAM ALIENADOS COM SEUS PONTOS DE VISTA AMIGA SAIBAS QUE TEM ATÉ PASTORES E HISTORIADORES PROTESTANTES QUE ENTRAM DESCARADAMENTE NO SÉCULO 2 DA ERA CRISTÃ E SEM NENHUMA BASE TEM A CARA DE PAU DE DIZER QUE NÃO EXISTIU PAPIAS, SANTO INÁCIO ETC… E AINDA DIZEM QUE FOI INVENTADO BLÁ BLÁ BLÁ MAS NUNCA PROVA ME DIVIRTO MUITO COM ISSO KKKKKKKK

            E MAS AMIGA HELEN EXISTEM TAMBÉM OS HISTORIADORES POLÊMICOS QUE SÃO AQUELES QUE SABEM QUE UMA HISTÓRIA É INCONTESTÁVEL MAS MESMO ASSIM CONTESTA PARA FAZER PROPAGANDA E GANHAR DINHEIRO VENDENDO MENTIRAS

            QUE UM EXEMPLO EXISTEM MUITOS HISTORIADORES QUE DIZEM DESCARADAMENTE QUE JESUS CRISTO NUNCA EXISTIU

            MAS ELES MESMO SABEM QUE ESSAS SUAS TESES SÃO NULAS E RIDÍCULAS AO AFIRMAR O QUE A PRÓPRIA HISTÓRIA NÃO AFIRMA

            MAS ESSES HISTORIADORES FAZEM ISSO PARA GERAR POLÊMICA E VENDER SEUS LIVROS

            ESSES SÃO OS CONHECIDOS HISTORIADORES ATEUS QUE CONHECEM MAIS NEGAM A VERDADE DE JESUS CRISTO TER EXISTIDO

            ASSIM É A CEITA PROTESTANTE ELES TENTAM A TODO CUSTO ARRUMAR BRECHAS PARA ESCREVER SUAS TESES QUE PARECEM MAS GIBIS INCOMPLETOS DE HISTORIAS EM QUADRINHO RSRSRSRS

            VAMOS ACORDAR AMIGA HELEN E VAMOS DESMASCARAR ESSES HEREGES MOSTRANDO A VERDADE E UM VIVA A UNICA IGREJA VERDADEIRA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

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        • PEDRO disse:

          ASSINO EM BAIXO MEU CARO EDMILSON A PATRÍSTICA É CLARA E VERDADEIRA E NÃO EXISTE CONTRADIÇÕES É FANTÁSTICA INCRÍVEL INCONTESTÁVEL PRAZEROSA E MARAVILHOSO ESTUDAR A PATRÍSTICA

          Edmilson saibas que muitos protestantes imaginam que as diversas expressões do culto e da vida da Igreja foram introduzidas por decretos papais que arbitrariamente resolveram implantar um novo costume alheio à Bíblia.

          quem não conhece a história e a verdadeira índole da Igreja; Esta é comparável a um grão de mostarda, que aos poucos, sob a assistência do Espírito Santo, vai desabrochando ou manifestando as riquezas de sua vitalidade (cf. Mt 13, 31s). O uso de água benta, altares e velas, além de ter seu fundamento bíblico, possui seu significado simbólico e catequético. O celibato do clero está baseado em 1Cor 7, 25-35, texto que os protestantes não costumam citar. A prece da Ave-Maria retoma, em sua primeira parte, textos bíblicos. Deve-se outrossim notar que a Bíblia não é a única fonte de fé para os católicos; a fonte de fé é a Palavra de Deus, que , principalmente, foi apregoada por via oral apenas e só depois foi escrita, originando o Novo Testamento. Donde se vê que é a Palavra oral, vivida na Igreja, que interpreta a escrita. A Igreja é anterior ao Novo Testamento, do qual é a matriz; portanto é a Igreja que abona a Bíblia, e não é a Bíblia que abona a Igreja.

          * * *
          Não poucas vezes os católicos são interpelados por panfletos protestantes que lhes propõem interrogações e objeções. A linguagem e o conteúdo desses impressos são de baixo nível: trazem erros de portugu6es, de história, de interpretação bíblica, etc.; recorrem à ironia (Diz-se que a ironia é a arma dos fracos. Faz caricaturas para poder atacar os fantasmas que ela cria); copiam e recopiam as suas alegações levianamente, sem controlar o que afirmam ou sem conhecimento de causa. Mas em alguns casos encontram o fiel católico despreparado para responder. Eis porque vamos agora considerar alguns pontos lançados por tais folhetos à consideração do leitor.

          1. OBSERVAÇÃO GERAL

          Quem lê tais panfletos, tem a impressão de que a S. Igreja move os seus fiéis como que a toques de decretos, determinando que, de certa data em diante, será preciso crer ou praticar isso ou aquilo… Ora, tal impressão não corresponde à realidade: o que a Igreja declara, através do seu magistério oficial, não é senão a expressão da consciência que os fiéis, em seu senso comum, possuem a respeito deste ou daquele ponto de doutrina ou de disciplina. Antes de serem proferidas de maneira solene pela autoridade da Igreja, tais verdades ou práticas já fazem parte da vida dos cristãos. O magistério apenas as explicita; assim dissipa os perigos de mistura com o erro. É isto, aliás, que se dá em todo organismo vivo: a vida real, vivida, é anterior às fórmulas ou definições (com efeito; primeiramente vivemos, respiramos…, depois definimos o que é viver, respirar, caminhar. Assim o povo de Deus, movido pelo Espírito Santo, no decorrer dos séculos, professou tais e tais proposições, seguiu tais e tais costumes. Em conseqüência, o magistério da Igreja, assistido pelo mesmo Espírito Santo, quis oportunamente apoiar com a sua autoridade dirimente essas expressões autênticas da vida).

          2. ORIGEM DA DESIGNAÇÃO “PROTESTANTE”

          Conforme um dos panfletos mencionados, a palavra “protestante” vem do protesto que o Apóstolo Pedro fez, quando lhe queriam negar o direito de pregar o Cristianismo em Jerusalém, conforme At 4, 17-20; 5, 27. Em conseqüência os protestantes seriam “mais antigos” do que os católicos.

          – Na verdade, o protestantismo com suas doutrinas características (“somente a Bíblia”, “somente a fé”, “somente a graça”) começa com Lutero, que em 1517 lançou seu primeiro brado contra a Igreja Católica. Antes do século XVI não se falava de “protestantismo”.

          Mais precisamente: o termo “protestantismo” teve origem nos seguintes fatos: depois que Lutero iniciou suas críticas à Igreja Católica, o movimento reformista foi-se alastrando na Alemanha. Diante do fato, o Parlamento alemão reuniu-se me Espira no ano de 1529 e determinou que se estancasse o movimento inovador até a realização de um Concílio Ecumênico, que julgaria a problemática religiosa. Isto significa que nos Estados Católicos a propagação do luteranismo seria detida; quanto aos Estados que já aderiram à Reforma, esta seria tolerada contanto que os luteranos não pregassem contra a S. Eucaristia e permitissem aos católicos a celebração da S. Missa. Frente a esta resolução (que correspondia a um decreto anterior chamado “Edito de Worms”), seis príncipes protestantes, entre os quais João da Saxônia e Felipe de Hesse, e quatorze cidades da Alemanha levantaram seus protestos veementes; não queriam aceitar que a S. Missa continuasse a ser celebrada em territórios protestantes nem entendiam que os pregadores protestantes deixassem de pregar contra a S. Eucaristia. Ora, foi precisamente a partir desta ocasião (19/04/1529) que os seguidores da Reforma foram chamados “protestantes”.

          3. O SINAL DA CRUZ

          Lê-se em panfletos protestantes que o sinal da Cruz foi instituído em 300 d.C.

          Ora, quem pesquisa a literatura cristã anterior a 300, verifica, por exemplo, que o escritor Tertuliano (falecido pouco antes de 220) atesta o amplo uso do sinal da Cruz por parte dos cristãos nas mais variadas situações da vida:

          “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa com o sinal da cruz” (De corona militis 3).

          Diz ainda Hipólito de Roma (+ 235/6), descrevendo as práticas dos cristãos do século III:

          “Marcai com respeito as vossas cabeças com o sinal da Cruz. Este sinal da Paixão opõe-se ao diabo e protege contra o diabo, se é feito com fé, não por ostentação, mas em virtude da convicção de que é um escudo protetor. É um sinal como outrora foi o Cordeiro Verdadeiro; ao fazer o sinal da Cruz na fronte e sobre os olhos, rechaçamos aquele que nos espreita para nos condenar” (Tradição dos Apóstolos 42).

          Estes testemunhos dão a ver que o sinal da Cruz já no início do século III estava muito difundido entre os cristãos, de tal modo que suas origens se identificam com as dos primórdios do Cristianismo.

          4. ÁGUA BENTA

          Segundo alguns impressos protestantes, a “fabricação” da água benta terá sido instituída no ano 1000:

          – Deve-se dizer que o uso da água benta na Igreja se prende ao uso da água batismal. Sim; o elemento natural “água” tendo sido escolhido por Jesus para comunicar a regeneração e a vida eterna, os cristãos julgaram oportuno renovar o seu compromisso batismal usando água sob forma de sacramental ( o Batismo é um sacramento; a água benta é um sacramental) – sacramental é um objeto sobre o qual a Igreja reza, pedindo a Deus sejam recobertos de graças e bênçãos todos aqueles que os utilizarem. Por conseguinte, o sinal d cruz com água benta e a aspersão da água benta foram tidos como canais que continuam a derramar as graças da Redenção sobre pessoas e objetos atingidos por essa água.

          Entende-se, pois, que o uso da água benta não teve origem no ano 1000, mas, sim, nos primórdios da Igreja, em íntima conexão com o Batismo. É difícil dizer donde os protestantes tiraram tão singular notícia.

          5. ALTARES E VELAS

          Há também quem afirme: “Em 370. Principia o uso dos altares e velas pelo fim do século III”.

          A notícia é incoerente, pois o ano de 370 não pertence ao século III, mas ao século IV. Além disso, é de notar que o uso de altares e velas começou nos tempos do Antigo Testamento. Assim quanto aos altares:

          Gn 12,7: “Abraão construiu em Siquém um altar a Javé, que lhe aparecera”. Ver Gn 13, 18; 22, 9.

          Ex 17,15: “Moisés construiu um altar e pôs-Ihe este nome: Javé – Nissi (Javé é minha bandeira)”. Ver Ex 27,1; 29,13.

          Nm 7,1: “No dia em que Moisés acabou de erigir a Habitação, ele ungiu e a consagrou com todos os seus pertences, bem como o altar com todos os seus utensílios”.

          Mt 5,23s: Diz Jesus: “Se estiveres para levar tua oferta ao altar e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa tua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-te”.

          Hb 13,10: “Temos um altar do qual não se podem alimentar os que servem a tenda”. Ver também Ap 6,9; 9,13 (menção de altares no céu).

          A respeito de velas:

          Ex 25, 31.37: “Farás um candelabro de ouro puro… Far-lhe-ás também sete lâmpadas. As lâmpadas serão elevadas de tal modo que alumiem defronte dele”.

          Mt 5, 15: O Senhor se referere à luz que brilha sobre um candeleiro.

          Ap 1, 13; 2, 1: Cristo aparece entre candelabros.

          6. TRANSUBSTANCIAÇÃO E MISSA

          O estudo do Novo Testamento demonstra que Jesus instituiu a Eucaristia como perpetuação do seu sacrifício (Ver a propósito Curso de Diálogo Ecumênico, Módulos 13, 13 e 14. Escola “Mater Ecclesiae”). Nesse sacramento temos a real presença do Senhor Jesus sob as aparências do pão e do vinho. Eis, porém, o que se lê num panfleto:

          “Em 818. Aparece pela primeira vez nos escritos de Pascásio Radberto a doutrina da transubstanciação e a Missa”.

          A propósito observamos: o que houve no século IX, foi a controvérsia entre Ratramno e Pascásio Radberto. Contradizendo à Escritura e à Tradição. Ratramno negava a real conversão do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Cristo. Pascásio escreveu então o “Liber de Corpore et Sanguine Domini” (Livro do Corpo e do Sangue do Senhor), cuja segunda edição saiu em 844; opunha-se a Ratramno, defendendo a identidade do Corpo Eucaristico com o Corpo histórico de Jesus, ou seja, defendendo a real presença. Assim procedendo, Pascásio nada inovava.

          O vocábulo “transubstanciação”, que designa essa conversão. aparece pela primeira vez no século XI (quase três séculos após Pascásio Radberto) e foi assumido nos documentos oficiais da Igreja a partir do Concílio de LatrãoIV (1215). O primeiro a usá-lo parece ter sido o jurista Ronaldo Bandinelli (depois, Papa Alexandre III + 1181) na frase: “Verumtamen si, necessitate iminente, sub alterius panis specie consecratur, profecto fieret transubstantiatio” – o que quer dizer: “Mas, se em caso de necessidade iminente, se fizesse a consagração de outro pão, haveria transubstanciação”. Por conseguinte, não foi Pascásio Radberto quem introduziu o vocábulo na linguagem teológica.

          Em 818 (data indicada pelo panfleto) Pascásio Radberto, nascido em 790, tinha 28 anos – idade que não corresponde à de sua controvérsia teológica (que se deu a partir de 840).

          O nome “Missa” não se deve a Pascásio Radberto. É uma palavra latina equivalente a missio(missão ou envio); significava a despedida ou o envio dos catecúmenos para fora da igreja, quando terminava a homilia ou a liturgia da Palavra. Aos catecúmenos não era permitido participar da Eucaristia propriamente dita, pois ainda não haviam sido batizados. O nome Missa, que designava tal momento da liturgia, foi no século IV aplicado a todo o rito eucarístico, de modo que este hoje se chama Missa. O primeiro a usar a palavra Missa no sentido atual foi provavelmente S. Ambrósio (+ 397) na epístola 20,4. S. Agostinho (+ 430) escrevia: “Eis que após o sermão se faz a missa (= despedida) dos catecúmenos; ficarão apenas os fiéis batizados” (serm. 49,8).

          7. O CELIBATO DO CLERO

          Há quem chegue a dizer que o celibato do clero foi instituído em 1879!

          – A praxe do celibato sacerdotal tem suas raízes em 1Cor 7, 32-34, texto em que São Paulo afirmava ser a vida celibatária um estado em que mais facilmente se pode servir ao Senhor, sem divisões e sem solicitudes supérfluas. Em 1Tm 3,2 o Apóstolo recomenda que o ministro de Deus “seja marido de uma só esposa”; com isto São Paulo queria inculcar que no século I da nossa era, quando as comunidades cristãs constavam de muitos casados e adultos recém-convertidos, não se escolhesse para o ministério algum homem casado em segundas núpcias; estas, com efeito, eram geralmente desaconselhadas pela Igreja antiga por parecerem uma expressão de incontin6encia.

          Vê-se, pois, que desde os tempos apostólicos a vida una era recomendada e praticada pelos ministros do Senhor (tenhamos em vista, por exemplo, o caso de São Paulo e o do próprio Cristo).

          No Ocidente a primeira legislação restritiva ao casamento de clérigos se deve ao Concílio de Elvira (Espanha) por volta do ano 300; proibia aos Bispos, sacerdotes e diáconos, sob pena de degradação, o uso do matrimônio e o desejo de ter prole (cânon 33). Esta determinação, que era regional, em menos de um século estava em vigor (às vezes sob forma de conselho apenas) em todo o Ocidente. A fórmula definitiva de tal disciplina foi promulgada pelo Concílio Ecumênico de Latrão I em 1123: a todos os clérigos, a partir do subdiaconato, foi prescrito o celibato; em conseqüência, o matrimônio contraído por algum eclesiástico depois da respectiva ordenação era tido como inválido. O Concílio de Trento (1545-1563) reafirmou tal determinação.

          Isto bem mostra quão inexata é a notícia atrás citada.

          8. A RECITAÇÃO DA “AVE-MARIA”

          Lê-se num panfleto protestante: “Em 1317, João XXII ordena a reza da ‘Ave-Maria’”

          Algumas confusões estão subjacentes a esta afirmação, como se verá a seguir. A primeira parte da ‘Ave-Maria’ tem sua origem no próprio texto bíblico, onde se lêem as palavras do arcanjo Gabriel: “Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo; és bendita entre as mulheres””(Lc 1,28) e as de Elisabete: “E bendito é o fruto do teu ventre” (Lc 1,42). Vê-se, pois, que é a oração mais nobre do Novo Testamento após o Pai Nosso, que nos é ensinado pelo próprio Cristo.

          Os primeiros testemunhos que demonstram o uso de tal fórmula na piedade cristã, datam dos séculos IV/V: trata-se de duas conchas ou placas de argila (ostraka) encontradas no Egito e portadoras do texto grego da ‘Ave-Maria’ (primeira parte). Também as fórmulas litúrgicas (ou as Liturgias) atribuídas a S. Tiago, S. Marcos e S. Basílio dão testemunhos do uso de tal prece nos séculos IV/V.

          Em latim a saudação angélica ocorre na Liturgia do IV domingo do Advento, que data dos tempos de S. Gregório Magno (+ 604). No fim do século XII aparecem as primeiras prescrições relativas à recitação da “Ave-Maria” na Liturgia das Horas e na devoção popular.

          A segunda parte de tal oração (“Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós…”) aparece em uso num Breviário (Liturgia das Horas) dos séculos XIV/XV; foi a partir de então que se tornou habitual na devoção dos fiéis.

          O que se atribui ao Papa João XXII não é a ordem de rezar a “Ave-Maria”, mas a recomendação de se reverenciar a Encarnação do Verbo de Deus mediante a recitação do “Pai Nosso” e da “Ave-Maria” ao toque do sino, no fim do dia. Tal recomendação data de 1327 e não de 1317, como afirma o folheto em pauta.

          isso é só um pequeno trecho de algumas passagens de padres da igreja dos primeiros séculos um abraço e vamos juntos com força amor carinho e sabedoria

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      • AUGUSTO disse:

        ESTUDOS MOSTRAM CLARAMENTE QUE SOMENTE CRESCE NO BRASIL E O MUNDO
        SÃO SOMENTE IGREJAS DE HOMOSSEXUAIS ESSAS CEITAS PROTESTANTES CRESCEM NO BRASIL E NO MUNDO FRUTO DA FARSA DO LIVRE EXAME BÍBLICO QUE FAZ DE QUAL QUER SEMI ANALFABETO UM PASTOR APESAR DE NÃO EXISTIR NENHUM PADRE DA IGREJA

        E NENHUM PROFETA QUE PREGOU ESSA FALSA TESE DE SOLA ESCRIPTURA O CONHECIDO LIVRE EXAME BÍBLICO

        VEJA O PROTESTANTISMO CHEGOU

        28/04/2012
        Cresce o numero de Igrejas para Homossexuais no Brasil

        Sem muitas alternativas de exercerem o direito a frequentar as igrejas tradicionais, os homossexuais tem encontrado igrejas inclusivas voltadas especialmente para eles, embora não rejeitem outros ‘renegados’ ou “excomungados”.
        Mesmo contando com a desaprovação das igrejas ditas tradicionais e radicais, o numero de igrejas inclusivas, cresce cada vez mais no Brasil, de acordo com estudo encomendado pela BBC Brasil, que revelou pelo menos 10 igrejas gay-friendly no Brasil, além de mais de 40 missões e delegações no Brasil.
        A maior concentração dessas igrejas se encontram dentro do eixo RJ-SP e ganharam força com a criação dos movimentos anti-homofobia e a diminuição do preconceito, vale lembrar que a diminuição do preconceito e a maior aceitação e compreensão do universo homossexual, não significa que tenha diminuído os ataques homofóbicos.
        Em 2008, existia apenas uma igreja inclusiva no Brasil, hoje o numero de fiéis dessas igrejas chega a 10mil fiéis de todos os tipos de orientações sexuais.
        Em sua maioria , as igrejas inclusivas seguem as mesmas linhas das igrejas católicas e protestantes ( evangélicas são todas, afinal todas pregam o evangelho ), como o celibato antes do casamento, monogamia e etc.
        Nas igrejas tradicionais , os homossexuais precisam quase sempre esconder sua orientação sexual, sob o risco de serem expulso, ou pior, serem chamados a serem “convertidos em homossexuais” não raramente acusados de estarem possuídos por espíritos ruins.
        Segundo o pastor Silas Malafaia, da igreja Assembleia de Deus – Vitória em Cristo, a bíblia condena a homossexualidade, e para entrar em sua congregação é preciso que o homossexual se converta. E cita inclusive diversos caso de conversão.
        Mas será que existe realmente ex-gay, como diz o Pastor Malafaia, ex-gay de verdade, que passou a deixar de gostar do sexo homossexual? A história da Pernambucana, Lanna Holder, hoje com 37 anos, põe essa questão em duvidas.
        Lanna, aos 21 anos era Lésbica, usuária de drogas e “alcoólatra”, e se converteu a uma igreja evangélica para se “curar” da atração por mulheres, drogas e álcool”. Virou pastora da igreja Assembleia de Deus, casou e teve filhos… tudo ia bem até que em viajem aos EUA, conheceu Rosania Rocha, coralista da filial da Assembleia de Deus Americana. As 2 se apaixonaram e ao serem descobertas, foram expulsas da Igreja.
        Em 2007, Lanna voltou ao Brasil e fundou a igreja “Comunidade Cidade Refúgio”, que de 15 membros passou para 300, e já possui pretensões de abrir uma filial em Londrina.
        A primeira Igreja inclusiva no Brasil veio dos EUA em 2002 , a Igreja da Comunidade Metropolitana – ICM – (ou Metropolitan Church),

        Eis algumas da Igrejas Inclusivas Brasileiras;
        ‘Igreja para Todos’
        ‘Igreja Cristã Metropolitana’,
        ‘Comunidade Cidade Refúgio’
        ‘Igreja Contemporânea Cristã’
        ‘Comunidade Cristã Nova Esperança’ .
        Localização de algumas igrejas Inclusivas para gays no Brasil
        Igrejas Comunidades Metropolitanas
        Belo Horizonte – MG;
        São Paulo – SP;
        ICM Betel Rio de Janeiro – RJ;
        Vitória – ES;
        Fortaleza – CE;
        Pacatuba – CE;
        Maringá – PR;
        Divinópolis – MG

        Igreja Cristã Contemporânea
        ICC Rio de Janeiro – Madureira;
        ICC Rio de Janeiro – Lapa;
        ICC Campo Grande;
        Nova Iguaçu- RJ;
        Niterói – RJ;
        Duque de Caxias – RJ;
        Belo Horizonte – MG.

        Comunidade Cristã Nova Esperança:
        CNNE São Paulo – Sede Internacionais/MA
        CNNE Fortaleza/CE
        CNNE Guarulhos/SP
        CNNE Maceió/ AL
        CNNE Nata/ RN Regional Nordeste
        CNNE Osasco/ SP
        CNNE Recife/PE
        CNNE Rio de Janeiro/ RJ
        CNNE Santo André/SP
        CNNE São Luís/MA

        Igreja Comunidade Cidade de Refúgio
        São Paulo.
        A Teologia Inclusiva, como a própria denominação sugere, é um ramo da teologia tradicional voltado para a inclusão, prioritariamente, das categorias socialmente estigmatizadas como os negros, as mulheres e os homossexuais.
        Seu pilar central encontra-se no amor de Deus pelo homem, amor que, embora eterno e incondicional, foi negado pelo discurso religioso ao longo de vários séculos. A Teologia Inclusiva contempla uma lacuna deixada pelas estruturas religiosas tradicionais do Cristianismo, pois, por meio da Bíblia, compreende que todos os que compõem a diversidade humana, seja ela qual for, têm livre acesso a Deus por meio do sacrifício de Jesus Cristo na cruz.
        Leia mais em “ o que é Teologia Inclusiva “
        Video feito com pastores da Igreja Contemporânea

        Leia mais: http://www.estimulanet.com/2012/04/cresce-o-numero-de-igrejas-para.html#ixzz289N9b4NF
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  2. no passado os tratos com Israel foi por preservação da singularidade do povo de JAVÉ, a igreja catolica usou a inquisição para aumentar seu poder sobre o povo, fazer-lhes submissos aos seu inúmeros casos de pedofilia, coisa condenada por JAVÉ adoração de imagem e suas próprias pessoas como PAPAS , BISPOS, visava o não intendimento da biblia por pessoas humildes
    então não me venha com essa de que a INQUISIÇÃO CATÓLICA tem base biblica isso é uma DOENÇA que devastou territorios que ficaram para os apoiadores da igreja católica, e um genócidio sem a miníma compaixão, com a INQUISIÇÃO papas e seus apoiadores ficaram cada vem mais ricos , enquanto o povo passava fome, tornou tbm possível a vingança de parentes que queria a herança , por delatá-los, de forma até mentirosa , e depois ate mesmo dividia com a igreja a herança ……………….POR FAVOR LEIA A BIBLIA,,,,,,,,,,,,,,,,,, pois ela mesma diz: JEOVÁ TEU DEUS ODEIA QUEM AMA A VIOLENCIA,,,,,,,,,,,,,,

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    • Helen disse:

      Cleide,

      1- A sra admite que no Antigo testamento Deus aprovou a violência como meio para proteger seu povo. POrtanto, não pode dizer “JEOVÁ TEU DEUS ODEIA QUEM AMA A VIOLENCIA” sem soar e parecer contraditória!

      2- Se a sra aceita o argumento evidenciado no Antigo Testamento para a Invasão de Jericó, por exemplo, qdo Deus ordenou que o impios fossem assolados para a beneficiar Seu povo e para a Sua Glória, como pode então ser contra a Igreja, que condenava aos heréges que afrontavam a Verdade divina, e com isso ameaçavam a própria existência da Igreja de Cristo?

      Ademas, todo os seus comentário estão cheios de equívocos e de preconceitos. A Igreja manteve um tribunal inquisitivo, mas não executava ninguém. Quem fazia isso era o Rei!
      A sra sugere que eu leia a Bíblia o que obviamente faço, pois não poderia manter esse blog, caso contrário. Porém, ficou claro no seus texto que se há alguém carente de leitura é a sra. Precisa ler muitos livros de história e parar de dar crédito aos preconceituosos que lhe “ensinaram”, pois eles repetem-ensinam aquilo que não sabem com a autoridade dos levianos!

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    • Manuel disse:

      Cleide;
      POR FAVOR LEIA A BIBLIA,,,,,,,,,,,,,,,,,, pois ela mesma diz: JEOVÁ TEU DEUS ODEIA QUEM AMA A VIOLENCIA

      Qual bíblia ?? feito pela Igreja Católica com 73 livros ou feito pelo Martinho Lutero com 66 livros?

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  3. Quando tomou posse do poder ela percebeu que os ingleses estavam divididos entre católicos e protestantes e, o tesouro real estava acabado.

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