Por que a Igreja Católica usa a cruz invertida, um símbolo satânico?


A CRUZ INVERTIDA : Também chamada Cruz de São Pedro é a cruz dos “satanistas”, alegam muitos protestantes. Essa afirmação soa um tanto chocante e demonstra uma profundo desconhecimento da história dos símbolos cristãos  por parte daqueles que a difundem!

Porém, assim declara um site evangélico: “No trono em que o papa estava sentado durante uma cerimônia no monte onde Jesus supostamente pregou o Sermão da Montanha, uma lápide atrás da cabeça do papa mostra uma cruz invertida de origem satânica!

Explicação : Existe um motivo concreto para o uso da Cruz invertida, como explica o próprio livro evangélico: “História Eclesiástica: os primeiros quatro séculos da Igreja cristã”, de Eusébio de Cesaréia, editado pela CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus (2000), pág. 79:

“Pedro parece ter pregado aos judeus da dispersão em Ponto, Galácia, Bitínia, Capadócia e Ásia, e no fim chegou a Roma e foi crucificado de cabeça para baixo, pois pediu para si esse sofrimento”.

Antes de Eusébio, o Patriarca Orígenes (+253 DC) já afirmara a mesma coisa: “Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo”. Se  consultarmos a “Grande Enciclopédia Larousse Cultural“, ilustrada, vol. 7 (1998), verbete “Cruz”, na pág. 1713, verificamos que existe um quadro contendo 26 tipos de cruzes, entre elas (a nº 3), uma cruz invertida devidamente chamada “cruz de São Pedro”, por fazer referência ao martírio do bem-aventurado Apóstolo. Como então podemos ver, a cruz invertida tem uma origem cristã e não satânica.

Em nenhum momento a Bíblia diz ser a cruz invertida a cruz de Satanás. Portanto, somos obrigados a refletir: O que vale para os evangélicos e protestantes em geral, é o que está escrito na Bíblia, ou o que consta nos manuais satânicos, escritos por homens ignorantes plagiadores, que reconhecem que a cruz invertida de São Pedro tem origem primeiramente cristã (com uma antecedência de quase 1000 anos)?

Outros mal-entendidos

Na Bíblia,  Deus aprecia o incenso, do Génesis ao Apocalipse; os pagãos também ofereciam incenso as suas “divindades”. Satanás também era designado como “Estrela da Manhã” em (Is 14,12). Já no Novo Testamento Jesus Cristo é a “Estrela da Manhã” (Ap 22,16)… Na Bíblia, apenas o pagão Herodes comemora aniversário (Mc 6,21), não sendo isto prática dos judeus nem cristãos, mas os cristãos de hoje, incluindo os evangélicos, seguindo essa prática também comemoram seus aniversários e até de suas igrejas. Como no caso da cruz invertida, estes não são motivos para concluirmos que Deus seja uma ‘divindade pagã’, ou que Jesus seja Satanás e que os cristãos evangélicos ou católicos sejam pagãos, porque comemoram o próprio aniversário.

Pedro foi crucificado quase mil anos antes dos satanistas forjarem essa paródia com a Cruz de Cristo, símbolo sagrado para os cristãos. O protestantismo surgiu mais de mil e quinhentos anos depois do surgimento do cristianismo, e não deveriam se juntar aos satanistas nessa maliciosa intenção de vilipendiar um símbolo tão nobre da cristandade e da Igreja de Jesus Cristo.  Já escrevia São Paulo:

“… são inimigos da cruz de Cristo. O fim é a perdição, e o deus deles é o ventre, e a glória deles é para a confusão deles mesmos, que só pensam nas coisas terrenas.” (Fl 3,18-19).

Baseado no artigo de Fernando Nascimento, Cai a farsa.
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Sobre Hellen

Católica militante, expatriada, mãe e arquiteta e estudante de Direito. Quando há tempo, engajada na "missão" de defender a fé católica e evangelizar aos irmãos católicos, especialmente aqueles afastados da Santa Fé . I am an expat architect, law student and Catholic mommy who's taken on blogging. I've doing this for a few years now and I'm totally hooked up. All for the Glory of God!
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95 respostas para Por que a Igreja Católica usa a cruz invertida, um símbolo satânico?

  1. Eduardo Marinho disse:

    Qual a real “posição” da bíblia em relação a maconha?
    Já li que ela cita, por vezes, de maneira vaga certa erva que alguns acabam por entender como maconha. Mas em algum momento ela cita diretamente?

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    • Hellen disse:

      Olá Eduardo

      A Bíblia condena especificamente o uso de nenhum narcótico; exceto o álcool. Mas condena a conduta de entregar-se ao mundo e aos prezastes de Carne.

      Sugiro que leia Galatas 5, 19 – 21 ou Romandos 13, 13 -14. O corpo do fiel é templo do Espírito Santo. Assim deve permanecer.

      Pax Domini
      H

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  2. EDMILSON disse:

    Veja Tânia o Sacrifício da Missa da Igreja Católica
    Saiba que…
    A Eucaristia é um verdadeiro sacrifício, não apenas uma refeição comemorativa, como “Os cristãos da Bíblia”, insistem.
    //
    Os primeiros cristãos sabiam que era um sacrifício e proclamou isso em seus escritos. Eles reconheceram o caráter sacrificial da instrução de Jesus: “Fazei isto em memória de mim” (Touto poieite bronzeado eman anamnasin;. Lucas 22:19, 1 Coríntios 11:24-25), que é melhor traduzida por “oferecer isso como minha oferta memorial “.
    //
    Assim, a Igreja Protestante no início historiador JND Kelly escreve que na Igreja primitiva “a Eucaristia foi considerado como o sacrifício distintamente cristã …. previsão de Malaquias (1:10-11) que o Senhor rejeitaria sacrifícios judaicos e, em vez teria” um oblação pura “feita a ele pelos gentios em todo lugar foi aproveitado pelos cristãos como uma profecia da Eucaristia. The Didache fato realmente se aplica a thusia prazo, ou sacrifício, a Eucaristia ….
    //
    E MAIS TÂNIA
    Era natural que os primeiros cristãos a pensar da Eucaristia como um sacrifício. O cumprimento da profecia exigia uma oferta Christian solene, e o próprio rito foi envolvido na atmosfera sacrificial com que o nosso Senhor investiu na Última Ceia. As palavras da instituição, ‘Faça isso’ ( touto poieite ), deve ter sido carregada com conotações de sacrifício para os ouvidos do século II;
    //
    São Justino pelo menos entendia a dizer, “Oferecer este. … O pão eo vinho, além disso, são oferecidos “para um memorial ( eis anamnasin ) da paixão “, uma frase que, na opinião de sua identificação deles com o corpo e sangue do Senhor implica muito mais do que um ato puramente espiritual lembrança “(JND Kelly, Doutrina Cristã [Referência Full], 196-7).
    //
    A Didaqué
    “Montar no dia do Senhor, e partir o pão e oferecer a Eucaristia, mas primeiro confessem suas faltas, para que seu sacrifício seja um puro Qualquer um que tem uma diferença com seu companheiro não é para participar com você até ele. foi reconciliado, de modo a evitar qualquer profanação de seu sacrifício [Matt. 5:23-24]. Porque esta é a oferta da qual o Senhor disse: “Em todos os lugares e sempre me trazer um sacrifício que é imaculada, porque eu sou um grande rei, diz o Senhor, eo meu nome é a maravilha das nações [Mal. 1:11, 14] “( Didaqué 14 [70 dC]).
    //

    VEJA TÂNIA O QUE ESCREVEU O

    Papa Clemente I NASCIDO NO ANO 30 DA ERA CRISTÃ
    “Nosso pecado não será pequeno se ejetar do episcopado aqueles que sem culpa e santamente ofereceram seus sacrifícios. Bem-aventurados aqueles presbíteros que já terminaram o seu curso, e que tenham obtido a liberação fecundo e perfeito” ( Carta aos Coríntios 44 :4-5 [AD 80]).
    //

    Inácio de Antioquia NASCIDO NO ANO 35 DA ERA CRISTÃ
    “Certifique-se, portanto, que todos vocês observam uma Eucaristia comum, pois há apenas um Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas um copo de união com seu Sangue, e um único altar de sacrifício, assim como também existe, mas uma bispo, com o clero e os meus companheiros servos, os diáconos. Isso irá garantir que todos os seus atos estão em pleno acordo com a vontade de Deus “( Carta aos Philadelphians 4 [AD 110]).
    //

    Justino Mártir NASCIDO NO ANO 100 DA ERA CRISTÃ
    “Deus fala pela boca de Malaquias, um dos doze [profetas menores], como eu disse antes, sobre os sacrifícios naquela época apresentado por você:” Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor, e eu não vou aceitar seus sacrifícios em suas mãos, pois a partir do nascer do sol ao pôr-do-mesmo, o meu nome é glorificado entre as nações, e em todo lugar incenso é oferecido ao meu nome, e uma oblação pura, porque o meu nome é grande entre os gentios … [Mal. 1:10-11]. Ele então fala desses gentios, ou seja, nós [cristãos] que em todo lugar oferecer sacrifícios a ele, isto é, o pão da Eucaristia e também o copo da Eucaristia “( Diálogo com o judeu Trifon 41 [AD 155]).

    Irineu de lyon NASCIDO NO ANO 130 DA ERA CRISTÃ ESCREVEU:
    “Ele levou entre criação que é o pão, deu graças, dizendo: ‘Este é o meu corpo’. A taça também, que é entre a criação da qual fazemos parte, ele confessou ser o seu sangue Ele ensinou o novo sacrifício da Nova Aliança, da qual Malaquias, um dos doze [menores] profetas, tinha sinalizado de antemão: ‘. Você não fazer a minha vontade, diz o Senhor dos Exércitos, e eu não vou aceitar um sacrifício em suas mãos. Mas desde o nascente do sol para a sua configuração meu nome é glorificado entre as nações, e em todo lugar incenso é oferecido a minha nome, e um sacrifício puro, porque é grande o meu nome entre as nações, diz o Senhor Todo-Poderoso “[Malaquias 1:10-11.] Com estas palavras, ele deixa claro que os antigos as pessoas vão deixar de fazer oferendas a Deus.; mas que em todo lugar sacrifício será oferecido a ele e, de fato, um puro, pois seu nome é glorificado entre os gentios “( Contra as Heresias 04:17:05 [AD 189]).
    //

    Cipriano de Cartago MORTO NO ANO 258 VEJA O QUE ELE ESCREVEU:
    “Se Cristo Jesus, nosso Senhor e Deus, é ele mesmo o sumo sacerdote de Deus, o Pai, e se ele se ofereceu como sacrifício para o Pai, e se ordenou que isso seja feito em comemoração de si mesmo, então, certamente, o sacerdote, que imita o que Cristo fez, verdadeiramente funções no lugar de Cristo “( Letters 63:14 [AD 253]).
    //

    Serapião de Antioquia MORTO NO ANO 211 DA ERA CRISTÃ ASSIM ESCREVEU:
    “Aceite com isso nossa santificação também, como nós dizemos, ‘Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos, o céu ea terra está cheia da sua glória.” O céu está cheio, e cheio é a terra, com a sua magnífica glória, Senhor das virtudes completa também este sacrifício, com a sua força e sua comunhão;. Para lhe oferecemos este sacrifício vivo, esta oblação incruenta “( Oração eucarística Sacrifício 13:12-16 [AD 350]).
    //

    Cirilo de Jerusalém MORTO NO ANO 386 ASSIM ESCREVEU:
    “Então, tendo-nos santificados por esses hinos espirituais, rogamos a Deus misericordioso para enviar para trás o seu Espírito Santo sobre os dons deitado diante dele, para que ele possa fazer o pão no Corpo de Cristo eo vinho no Sangue de Cristo, por tudo o que o Espírito Santo tem tocado é certamente santificados e mudou. Então, após a conclusão do sacrifício espiritual, a adoração sem derramamento de sangue, mais que vítima propiciatório que chamamos de Deus para a paz comum das igrejas, para o bem-estar do mundo, para os reis, para os soldados e aliados, para os doentes, para os aflitos, e, em resumo, tudo o que orar e oferecer este sacrifício para todos os que estão em necessidade “( Leituras Catequéticas 23:7-8 [350 dC]).
    //

    Gregório Nazianzeno MORTO NO ANO 389 ASSIM ESCREVEU:
    “Não cesso de orar e implorar para mim quando você sacar a Palavra por sua palavra, quando em uma corte incruento você cortar o Corpo eo Sangue do Senhor, usando sua voz para uma espada” ( Carta aos Amphilochius 171 [AD 383] ).
    //

    Ambrósio de Milão MORTO NO ANO 397 ASSIM ESCREVEU
    “Nós vimos o príncipe dos sacerdotes que vêm a nós, vi e ouvi-lo oferecendo seu sangue por nós. Nós seguimos, na medida em que somos capazes, sendo sacerdotes, e nós oferecemos o sacrifício em nome do povo. Mesmo se nós somos de mas pouco mérito, ainda, no sacrifício, estamos honrados. Mesmo se Cristo não é visto agora como o único que oferece o sacrifício, no entanto, é ele mesmo que é oferecido em sacrifício aqui na Terra, quando o corpo de Cristo é oferecido. De fato, para oferecer a si mesmo que se torna visível em nós, aquele cuja palavra santifica o sacrifício que é oferecido “(Comentários sobre Doze Salmos de David 38:25 [AD
    //389]).

    João Crisóstomo MORTO NO ANO 407 ASSIM ESCREVEU
    “Quando você vê o Senhor imolado e deitado sobre o altar, eo sacerdote inclinou-se que o sacrifício de orar, e todas as pessoas empurpled por que o sangue precioso, você pode pensar que você ainda está entre os homens e sobre a terra? Ou não levantou para o céu? ” ( O Sacerdócio 3:4:177 [AD 387]).
    //
    “Reverência, portanto, reverência esta tabela, da qual todos nós somos comungantes! Cristo, imolado por nós, a vítima sacrificial que é colocado nela!” ( Homilias sobre Romanos 8:08 [AD 391]).
    //
    “” O cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? Muito confiável e impressionante é que ele [Paulo] diz que para o que ele está dizendo é o seguinte:.. Que está no copo é o que fluiu de seu lado, e nós participamos dela Chamou-o um cálice de bênção, porque quando nós prendemos em nossas mãos é assim que elogiá-lo na canção, pensando e espantado com seu dom indescritível, abençoando-o porque de ele ter derramado esta muito presente, para que possamos não permanecer no erro, e não só para ele ter a derramou , mas também por sua compartilhá-lo com todos nós. “Se, portanto, você deseja sangue, ele [o Senhor] disse: ‘não avermelhar a plataforma de ídolos com o abate dos animais mudos, mas o meu altar de sacrifício com o meu sangue . ‘ O que é mais impressionante do que isso? Que, orar dizer, com mais ternura amorosa? ” ( Homilias sobre I Coríntios 24:1 (3) [AD 392]).
    //
    “Nos tempos antigos, porque os homens eram muito imperfeitos, Deus não despreza a receber o sangue que eles estavam oferecendo … para atraí-los longe dos ídolos;. E esta mesma coisa outra vez foi por causa de sua indescritível, terna afeição Mas agora ele tenha transferido a ação sacerdotal ao que é mais impressionante e magnífico. Ele mudou o próprio sacrifício, e em vez do abate dos animais mudos, ele comanda o oferecimento de si mesmo “(ibid., 24:2).
    //
    ? “O que então nós não oferecemos diariamente Sim, nós oferecemos, mas fazer memória da sua morte;? E esta lembrança é um só e não muitos Como é que um e não muitos, porque este sacrifício é oferecido uma vez, como que no.? Santo dos Santos. Este sacrifício é um tipo de que, e esta lembrança um tipo desse. Nós oferecemos sempre o mesmo, não uma ovelha agora e outra amanhã, mas a mesma coisa sempre. Assim, há um sacrifício. por esse raciocínio, uma vez que o sacrifício é oferecido em todos os lugares, há, então, uma multiplicidade de Cristos? De maneira nenhuma! Cristo é em toda parte. Ele é completo aqui, preencha lá, um só corpo. E assim como ele é um corpo e não muitos, porém oferecido em todos os lugares , assim também há um único sacrifício “( Homilias sobre Hebreus 17:03 (6) [AD 403]).
    //

    Agostinho MORTO NO ANO 430 DA ERA CRISTÃ ASSIM ESCREVEU:
    “No sacramento ele é imolado para as pessoas, não só em cada solenidade da Páscoa, mas em todos os dias, e um homem não estaria mentindo se, quando perguntado, ele fosse responder que Cristo está sendo imolado Para se sacramentos não tinha uma semelhança. a essas coisas de que são sacramentos, eles não seriam sacramentos em tudo, e eles geralmente levam os nomes dos mesmos coisas por causa desta semelhança “( Letters 98:9 [AD 412]).
    //
    “Porque, quando ele diz em outro livro, que é chamado de Eclesiastes:” Não há bom para um homem, exceto que ele deve comer e beber ‘[Eccles. 02:24], o que ele pode ser mais credível compreendido ao dizer [profeticamente] do que aquilo que pertence à participação desta tabela que o Mediador do Novo Testamento se, o sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, fornece com seu próprio corpo e sangue? Para que o sacrifício conseguiu todos os sacrifícios do Antigo Testamento, que foram mortos como uma sombra do que estava por vir …. Porque, em vez de todos estes sacrifícios e oblações, seu corpo é oferecido e é servido até as participantes de que “( A Cidade de Deus 17:20 [AD 419]).
    //

    Fulgêncio de Ruspe MORREU NO ANO 533 E ASSIM ESCREVEU:
    “Espere mais firmeza e nunca na dúvida menos que o Deus unigênito o Verbo se fez carne [e] se ofereceu em um cheiro suave, como sacrifício e vítima de Deus em nosso favor, para quem … no tempo dos animais do Antigo Testamento foram sacrificados pelos patriarcas e profetas e sacerdotes, e aos quais agora, quero dizer, no tempo do Novo Testamento … a Igreja Católica não cessa de fé e amor para oferecer ao longo de todas as terras de o mundo um sacrifício de pão e vinho. Nos antigos sacrifícios que seria nos dado no futuro foi representado figurativamente, mas neste sacrifício que já foi dado nos é mostrado claramente. Nos antigos sacrifícios era fore-anunciou que o Filho de Deus seria morto para o ímpio, mas no presente o sacrifício é anunciado que ele foi morto para os ímpios “( A Regra de Fé 62 [AD 524]).
    //
    COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO

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  3. Raquel disse:

    Leiam respostas catolicas no site:http://padrepauloricardo.org. Muitissimo esclarecedor a respeito de varios assuntos ,aos catolicos para alavancarem sua fé e para os evangélicos que desconhecem a raiz da igreja católica se voces estudarem a historia da igreja catolica a fundo mais com discernimento verào que somos a verdadeira igreja de Cristo:Santa,Una como afirmou Jesus que seria sua igreja que Deus os abençoe a todos.

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    • eliezer disse:

      e adoram santos pois a mesma palavra que vc está mencionando diz que não devemos adorar outro deus e vcs simplesmente adoram e morrem pelo para num sei o que lá. me poupe. le leviticos 20 e depois vem fazer seu comentario..

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  4. helison disse:

    Helen eu nao estou falando de incociencia da alma . falo da morte fisica . veja bem uma pessoa morre o corpovolta ao poh o espirito volta a Deus a alma seg ue o caminho conforme a vida kue levou. ou seja pratikando a feh em Cristo vida eterna vida. leviana morte eterna certo kuando falo de morte neese centido eh a total separação de Deus.os salvos kue jah partiram desse mundo vivem ativamente na presença de. Deus . não ah inconciencia da alma. o kue manifestei foi kue os santos não tem mais parte nesse mundo . por isso mencionei o kue o apostulo Paulo escreveu kue o nosso intetssecor eh o Espirito Santo .e kue os santos vivem para Deus

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  5. helison disse:

    Sou protestante… mas não ingnorante a cruz invertida eh um ato de humildade Do Apostulo Pedro e simbolo de respeito com nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO . Mas a idolatria eh contra a vontade de DEUS muitos catolicos dizem nós não adoramos imagens ou simbolos apenas veneramos… Olhem o dicionário venerar eh o mesmo kue adorar…atribuem poderes aos ” santos” kue só DEUS eh kuem tem milagres

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    • Helen disse:

      Pois bem, Helison, independente do que diz o dicionário que o sr consultou, a Igreja ensina que o culto de adoração deve-se somente à Deus. Assim, adorar à Deus e venerar aos santos são duas coisas completamente diferentes. O único poder dos santos é o de interceder por nós. Esse poder, aliás, é concedido a eles por Deus. Toda graça ou milagre alcançado por meio da intercessão dos santos, vem sempre de Deus. O Santo é apenas um “catalizador” das nossas súplicas e orações.

      Pax Domini,
      H.

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      • helison disse:

        Pois bem Helen , as 2 palavras são sinônimas , expressam a mesma ação. Eu entendo quando diz que a intenção eh diferente. Soh que tah escrito que o unico mediador entre Deus e a humanidade eh Cristo o Senhor . os mortos não tem parte com esse mundo. Os santos que tal palavra significa separado .soh. podem trabalhar para Deus em vida. Estando ele batizado no Espirito Santo , eh lhe dado os dons do Espirito , que lhes confere autoridade para curar doenças expulsar demonios e anunciar as boas novas. Moça Deus te abençoe e ilumine os teus caminhos

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        • Helen disse:

          Helison,

          Morte na bíblia não significa apenas morte temporal (a morte física do corpo, a morte somática). A palavra morte na Bíblia, na maioria da vezes, tanto no Antigo como no Novo Testamento, significa a morte espiritual, que significa exatamente o OPOSTO da Vida Eterna. Ou seja, têm um significado Escatológico. Assim, as expressões “morto” e “morte”, representam a condenação da Alma. Como dito, o contrário de Vida Eterna, que é o viver para sempre na Glória de Deus.

          Deste modo, as passagens que falam que o “morto” não tem participação em nada referem-se àqueles condenados à Morte Eterna, aqueles que não ganharam a Vida Eterna no Céu.

          Já os Santos, ou seja, aqueles crentes em Deus que foram fiéis a vontade Dele na terra e por isso, quando morreram, foram recompensados com a Vida Eterna, esses sim, vivem em Espírito.

          Deus não é o Deus de inconscientes adormecidos. Mas é o Deus dos Vivos. O Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Cristo é a VIDA. Aqueles que Crêem nele, mesmo mortos ( na Carne) Viverão ( em Espírito).

          Estuda o que os Cristãos primitivos acreditavam até o século XV. Descubra e surpreenda-se ao saber que nenhum cristão primitivo duvidava da eternidade da Alma e de que o Espírito VIVE com Deus.

          Leia o testemunho das Sagradas Escrituras. Veja Elias e Moisés orando com Jesus. As narrativas de João no livro do Apocalipse, onde a vida no Céu é descrita belamente e os Santos aparecem, vivos e conscientes, intercedendo junto à Deus.

          Jesus é o único mediador da Nossa Salvação. NÃO há outro nome pelo qual somos salvos, senão pelo Dele. Mas intercessores, temos muito. Devido a bondade de Deus.

          Paz e bem!

          H.

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          • helison disse:

            Helen eu entendo o kue eh morte espiritual . Eu me refiro ao kue os kue morrem salvos ñ tem mais contato com este mundo . O Apostulo Paulo escreveu kue kuando oramos ñ sabemos como orar então o ESPIRITO SANTO interssede por nos com suplicas e gemidos inesprimiveis. paz de Deus

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            • Helen disse:

              Caro helison,

              Pois bem, se vc entende o que é morte espiritual entende, por conseguinte, o que é Vida Eterna – ao menos faz uma ídeia, afinal olhos jamais viram o que o Sr nos preparou, no sentido de quem nem sequer podemos imaginar o que esta na Glória de Deus- sendo assim, espero que abandone essa sua interpretação equivocada do termo ‘morte’. Não entenda-a literalmente, mas escatologicamente.

              Nao vejo relaçao alguma a sua citaçao de Paulo com o tema da suposta inconsciencia da alma…

              Pax Domini

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            • Helen disse:

              Helison,

              Leia isto: Santos

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  6. esse povo e ta com inveja da igreja catolica.
    e pq eles sabem que a igreja catolica foi e sempre sera a primeira e unica igreja que ja existiu no universo.
    e todas as outras igrejas sao apenas criados por gente falça e fraca que nao sobe suportar o sugo do senhor e com isso quizerao fazer uma igreja e todas as outras igrejas sao falças e nao fazem parte de deus…
    elas sim que sao igrejas idolotras que nao sabem oque fazem, e soquerem roubar o dinheiro dos outros.
    ja conheci varias pessoas que forao roubadas por essas igrejas.
    na palavra do senhor diz:
    “PEDRO, SOBRE ESSA PEDRA EDIFICAREI MINHA IGREJA”
    e com isso pela ordem do senhor nasceu a igreja CATOLICA APOSTOLICA ROMANA.
    e acredito que nos seremos para sempre a unica igreja verdadeira na qual o snehor jesus se faz presente de corpo, sangue, alma e divindade.
    fiquem na paz do senmhor e no doce amor de maria. abc.

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    • Kim disse:

      Olá meu amigo/a,seu comentário foi muito bom e de bom proveito à todos que buscam a verdadeira igreja de Jesus Cristo,por outro lado houve certo equívoco ao afirmar que no livro de Mateus 16:18,Jesus estava se referindo a Igreja Católica,pois Ele citou somente igreja,o fato é que realmente Jesus estabeleceu sua igreja,mas qual?
      Sabemos que Jesus viveu até o ano 33,depois seus apóstolos foram os responsáveis por ensinar e liderar a igreja em uma só doutrina,para que não houvesse confusão. Porém,eles tiveram o mesmo destino de Jesus,perseguição e morte! Como consequência,não restaram líderes com a devida autoridade e os seguidores de Cristo ficaram como Timóteo descreveu em 2 Timóteo 4:3.
      A partir daí começou a haver confusão dentro da igreja que Jesus estabeleceu,ela ainda existia,mas já não tinha a mesma SÃ DOUTRINA,ou seja,o puro ensinamento,sem falhas,que Jesus ensinava.
      Mesmo assim,essa nova religião crescia consideravelmente,o nome de Jesus ficava cada vez mais conhecido,e a perseguição aos desta nova religião também aumentava,gerando muitos conflitos entre Cristãos e Romanos. Isso aconteceu dentro do Império Romano,onde o imperador era autoridade máxima e no ano 325 (quase trezentos anos depois da morte de Jesus) o Imperador Romano Constantino resolveu unir o Império que estava dividido entre Cristãos e Romanos,ele então convocou o famoso CONCÍLIO DE NICÉIA,onde foi debatido e decidido os dogmas e doutrinas (por causa da confusão entre os próprios cristãos) da Igreja Católica Apostólica “ROMANA” (se não sabia,agora sabe o porque deste nome). CONCLUSÃO: Jesus estabeleceu uma igreja,mas não foi a Igreja de Roma! A igreja católica foi fundada no ano 325,através de um conselho convocado por um Imperador,ou seja,foi a primeira igreja cristã fundada por mãos de homens imperfeitos,isso explica os erros da igreja ao longo do tempo e algumas doutrinas “estranhas” que não valem a pena mencionar aqui,mas se estiverem desejosos de saber mais,terei enorme satisfação de responder aquilo que sei,inclusive de compartilhar qual é a igreja estabelecida pelo próprio Jesus Cristo. Eu sei qual é.

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      • Helen disse:

        Kim, obrigada pelo comentário!

        A Igreja católica preservou exatamente a fé recebida dos apóstolos, por isso, embora não tenha sido sempre assim denominada, foi e continua a ser uma Igreja apostólica. E como os próprios apóstolos exortavam todos os crentes à preservarem o evangelho tal e qual por eles transmitidos, não fica difícil concluir que a Igreja dos Apóstolos era nada mais nada menos aquela que hoje chamamos de Igreja católica.

        Pax Domini,

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        • Kim disse:

          Helen,sua resposta foi perfeita,vamos observá-la agora. Já se perguntou por que os apóstolos exortavam tanto a preservarem o evangelho por eles transmitido? Só existe uma resposta plausível e na verdade foi o que aconteceu: Surgiram muitos,até mesmo dentro da Igreja de Cristo (ATOS 20:30),com doutrinas puras mescladas com mentiras. Agora,qual necessidade teria de se debater doutrinas em um concílio,se elas tinham sido preservadas de maneira pura dentro da Igreja? E se houve debate,quem garante que continuaram com as mesmas doutrinas PURAS que existiam antes do concílio? Não preciso recorrer muito a história secular para elucidar a confusão de doutrinas na qual se encontrava a Igreja de Cristo,basta usar um pouco de lógica,podemos ver dentro da Igreja Católica de hoje muitos costumes Romanos,até nas reuniões,missas,etc. Isso só nos mostra que houve uma mescla na doutrina,ou seja,já não continua PURA como um dia foi. Mas a doutrina PURA,existe hoje,foi trazida á luz,falarei mais a respeito numa outra oportunidade.

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          • Helen disse:

            Kim, meu caro Irmão em Cristo,

            Se vc continuar justificando o seu erro com mentiras, jamais chegará à verdade.
            Kim, a Igreja Católica é Apostólica. Estude-a, veja por si mesmo. Como vc pode sequer contemplar fazer um juízo correto do catolicismo se continuar sua recusa em estudá-lo como ele é, e não como lhe foi dito!? Dê-se essa oportunidade. Não tenha uma fé cega. MAS uma fé guiada pela Luz do Espírito da Verdade. Esse argumento de que a fé católica já não é mais “pura” é precisa ser investigado, não por mim, mas por você e todo aquele que insiste em usá-lo como justificativa para sua rebeldia. Volta à Casa, Kim. A Igreja Católica é o seio, a casa verdadeiro de todo Cristão!

            Vou orar por vc, pelo Tiago, Gilmar, e tantos outros que aqui passam.

            Oremos pela unidade do Rebanho. Isso é construir o Reino de Deus.

            Mal posso esperar para dar-lhe boas vindas!

            Pax.

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          • EDMILSON disse:

            Kim você vem me dizar : A Igreja recebeu o nome de “católica” somente no ano 381, no Concílio “Conctos Populos” dirigido pelo imperador romano Teodósio. Devido às alterações que fez, deixou de ser apostólica e não sabemos como pode ser romana e universal ao mesmo tempo. (Hist. Ecles., I pg. 47, Riva ux). Você vem me dizer que até o século V não houve “papa” como conhecemos hoje. Esse tratamento de ternura começou a ser aplicado a todos os bispos a partir do ano 304. (Cônego Salin, Ciência e Religião. Tom. 2 pg. 56).
            Meu caro Kim o texto em foco contém várias imprecisões (para não dizer vários erros), como se evidenciará nas linhas seguintes.
            VEJA:

            1. Igreja Católica: desde quando?

            Primeiro a expressão “Igreja Católica” não tem origem no fim do século IV, mas encontra-se sob a pena de S. Inácio, Bispo de Antioquia hermas policarpo são clemente papias esses já usam o nome de igreja católica no primeiro século sem contar com as atas dos bispos

            Como diz o Bispo de Antioquia
            (+107 aproximadamente), que nos primeiros anos do século II escrevia: “Onde quer que se apresente o Bispo, ali esteja também a comunidade, assim como a presença de Cristo Jesus nos assegura a presença da Igreja Católica” (Aos Esmlrnenses 8,2).

            Olha Kim a expressão “católica” parece designar, em primeira instância, a universalidade da Igreja (ela está em toda parte, e não somente nesta ou naquela comunidade). Todavia os intérpretes do texto julgam que algo mais está dito aí: S. Inácio terá tido em vista a Igreja autêntica, verdadeira, perfeita. Desde fins do século II se torna freqüente o sentido de universal, sem, porém, excluir o de autêntica, isto é, portadora de todos os meios de salvação instituídos por Cristo. Esta segunda acepção se tornava necessária pelo fato de haver correntes ou “igrejinhas” heréticas, separadas da Igreja grande, nos primeiros séculos (como até hoje as há).

            O sentido de “autêntica” atribuído ao adjetivo “católica” encontra-se regularmente nos escritos dos primeiros séculos. A partir do século III, pode-se dizer que “católica” significa a verdadeira Igreja, esparsa pelo mundo ou também alguma comunidade local que esteja em comunhão com a Grande Igreja. Quanto à origem da palavra “católico”, é preciso procurá-la no grego profano. Com efeito; para Aristóteles (+322 a.C.), “kath’holon” significa “segundo o conjunto, em geral”; o vocábulo é aplicado às proposições universais. O filósofo estóico Zenon (+262 a.C.) escreveu um tratado sobre os universais intitulado “katholiká”; são católicos os princípios universais. Políbio (+128 a.C.) falou da história universal em comum, dizendo-a “Tès katholikès kal koinès Historias”. Para o judeu Filon de Alexandria (+44 d.C), “katholikós” significa “geral”, em oposição a “particular”; os deuses astrais da Síria eram ditos “katholikoí”. Tal vocábulo é, pela primeira vez (como dito), aplicado à Igreja por S. Inácio de Antioquia (+107 aproximadamente).

            2. Kim me diga?Que houve então em 381?

            Em 381 realizou-se o Concílio Geral de Constantinopla, que repetiu a fórmula Igreja Católica, professando: “Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica”. O Concílio nada inovou; apenas reiterou a fórmula antiga.

            Põe-se então a pergunta: que dizer do mencionado decreto do Imperador Teodósio? Impõe-se notar logo que o decreto data de 380, e não de 381. Com efeito; sob Teodósio I (379-95), que reinou no Oriente do Império Romano, registraram-se acontecimentos importantes. Aos 28/02/380, o Imperador assinou um decreto que tornava oficial a fé católica “transmitida aos romanos pelo apóstolo Pedro, professada pelo Pontífice Dâmaso e pelo Bispo de Alexandria, ou seja, o reconhecimento da Santa Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Com estas palavras, Teodósio abraçava, para si e para o Império, o Credo que, proveniente dos Apóstolos, era professado então pelo Papa Dâmaso (366-84) e pelo Bispo S. Atanásio de Alexandria, grande defensor da fé ortodoxa na controvérsia contra os arianos. Assim o Cristianismo, que Constantino I tornara lícito em 313, era feito religião oficial do Império Romano.

            “Não sabemos como a Igreja pode ser romana e universal”. – O título “romana” não implica nacionalismo nem particularismo. É apenas o título que indica o endereço da sede primacial da Igreja. Na verdade, a Igreja, atuando neste mundo, precisa de ter seu endereço ou seu referencial postal, que é o do Bispo de Roma, feito Chefe visível por Cristo. Por conseguinte a Igreja Católica recebe o título de “Romana” sem prejuízo para a sua catolicidade ou universalidade. De modo semelhante, Jesus, Salvador de todos os homens, foi dito “Nazareno”, porque, convivendo com os homens, precisava de um endereço, que foi a cidade de Nazaré.

            3. Apostolicidade

            Olha Kim entenda que os primeiros escritores da Igreja retomaram e estenderam essa série de comunicações ou missões. Assim lemos em Tertuliano: “Sem dúvida, é preciso afirmar que as igrejas receberam dos Apóstolos; os Apóstolos receberam de Cristo, e Cristo recebeu de Deus” (De Praescriptione Haereticorum 21, 4). Os antigos davam grande apreço às listas de Bispos que houvessem ocupado uma sede outrora fundada ou governada por um Apóstolo. S. Ireneu de Lião (+202) é o autor de um desses catálogos: “Depois de ter assim fundado e edificado a Igreja, os bem-aventurados Apóstolos transmitiram a Lino o cargo do episcopado… Anacleto lhe sucede. Depois, em terceiro lugar a partir dos Apóstolos, é a Clemente que cabe o episcopado… A Clemente sucedem Evaristo, Alexandre; em seguida, em sexto lugar a partir dos Apóstolos, é instituído Sixto, depois Telésforo, também glorioso por seu martírio; depois Higino, Pio, Aniceto, Sotero, sucessor de Aniceto; e, agora, Eleutério detém o episcopado em décimo segundo lugar a partir dos Apóstolos” (Contra as Heresias III,2,1s).

            Com outras palavras Kim: para os antigos, a Igreja é uma comunidade que teve início com os Apóstolos, mas está destinada a se prolongar até o fim dos tempos, de modo que Ela não é senão o desabrochamento do cerne dos Apóstolos. Vejam-se as palavras de Tertuliano (+220 aproximadamente): “Foi primeiramente na Judéia que eles (os Apóstolos escolhidos e enviados por Jesus Cristo) implantaram a fé em Jesus Cristo e estabeleceram comunidades. Depois partiram pelo mundo afora e anunciaram às nações a mesma doutrina e a mesma fé. Em cada cidade fundaram Igrejas, às quais, desde aquele momento, as outras Igrejas emprestam a estaca da fé e a semente da doutrina; aliás, diariamente emprestam-nas, para que se tornem elas mesmas Igrejas. A este título mesmo são consideradas comunidades apostólicas, na medida em que são filhas das Igrejas apostólicas. Cada coisa é necessariamente definida pela sua origem. Eis por que tais comunidades, por mais numerosas e densas que sejam, não são senão a primitiva Igreja apostólica, da qual todas procedem… Assim faz-se uma única tradição de um mesmo Mistério” (De Praescriptione Haereticorum 2, 4-7.9).

            A necessidade de distinguir das correntes cismáticas a verdadeira Igreja de Cristo provocou a acentuação e a utilização mais e mais freqüente do predicado da apostolicidade: a Igreja verdadeira vem de Cristo mediante os Apóstolos, ao passo que as correntes heréticas e as seitas não podem reivindicar para si o título de apostólicas. A partir do século XII começaram a aparecer pequenos tratados sobre a Igreja Apostólica frente às seitas dissidentes. Aliás, foram as heresias que provocaram a publicação de tratados explícitos sobre a Igreja.

            No século XVI a apologética católica, frente à reforma protestante, explanou largamente a origem apostólica da Igreja Católica. Os teólogos puseram em evidência que aqueles que se afastam da Igreja fundada por Cristo e entregue aos Apóstolos, é que perdem o direito de constituir a Igreja Apostólica. Os reformados têm um fundador humano para cada uma de suas denominações, que pretende recomeçar a história do Cristianismo séculos após a geração dos Apóstolos, portanto sem o clássico caráter de apostolicidade.

            Quanto às “alterações” na Igreja, não são mais do que o desabrochar da semente lançada por Cristo. A árvore plenamente desenvolvida é da mesma natureza que a própria semente, e vice-versa. Tal desabrochamento – lógico e necessário – foi acompanhado pelo Espírito Santo prometido por Jesus à Igreja (cf. Jo 14, 26; 16, 13-15) para que conserve e transmita incólume o depósito da fé. Caso o Senhor não tivesse providenciado essa garantia de fidelidade e autenticidade através dos séculos, teria sido vão o seu sacrifício na Cruz. É, pois, necessário dizer que na Igreja Apostólica (fundada por Cristo e entregue aos Apóstolos) se mantém viva e pura a mensagem apregoada pelo Divino Mestre.

            Kim eis algumas expressões do primado do Bispo de Roma:

            • No século II houve, entre Ocidentais e Orientais, divergências quanto à data de celebração da Páscoa. Os cristãos da Ásia Menor queriam seguir o calendário judaico, celebrando-a na noite de 14 para 15 de Nisã (daí serem chamados quartordecimanos), independentemente do dia da semana, ao passo que os Ocidentais queriam manter o domingo como dia da Ressurreição de Jesus (portanto, o domingo seguinte a 14 de Nisã); o Bispo S. Policarpo de Esmirna foi a Roma defender a causa dos Orientais junto ao Papa Aniceto em 154; quase houve cisão da Igreja. S. Ireneu, Bispo de Lião (Gália) interveio, apaziguando os ânimos. Finalmente o Papa S. Vítor (189-198) exigiu que os fiéis da Ásia Menor observassem o calendário pascal da Igreja de Roma, pois esta remontava aos Apóstolos Pedro e Paulo.

            Aliás, S. Ireneu (+202 aproximadamente) dizia a respeito de Roma: “Com tal Igreja, por causa da sua peculiar preeminência, deve estar de acordo toda Igreja, porque nela… foi conservado o que a partir dos Apóstolos é tradição” (Contra as Heresias 3, 2). Muito significativa é a profissão de fé dos Bispos Máximo, Urbano e outros do Norte da África que aderiram ao cisma de Novaciano, rigorista, mas posteriormente resolveram voltar à comunhão da Igreja sob o Papa S. Cornélio em 251: “Sabemos que Cornélio é Bispo da Santíssima Igreja Católica, escolhido por Deus todo-poderoso e por Cristo Nosso Senhor. Confessamos o nosso erro… Todavia nosso coração sempre esteve na Igreja; não ignoramos que há um só Deus e Senhor todo-poderoso, também sabemos que Cristo é o Senhor…; há um só Espírito Santo; por isto deve haver um só Bispo à frente da Igreja Católica” (Denzinger-Schõnmetzer, Enchiridion 108 [44]).
            • O Papa Estevão I (254-257) foi o primeiro a recorrer a Mt 16, 16-19, ao afirmar contra os teólogos do Norte da África, que não se deve repetir o Batismo ministrado por hereges, pois não são os homens que batizam, mas é Cristo que batiza. A partir do século IV, o recurso a Mt 16, 16-19 se torna freqüente. No século V, o Papa Inocêncio I (401-417) interveio na controvérsia movida por Pelágio a respeito da graça; num de seus sermões S. Agostinho respondeu ao fato, dizendo: “Agora que vieram disposições da Sé Apostólica, o litígio está terminado (causa finita est)” (serm. 130, 107).

            No Concílio de Calcedônia (451), lida a carta do Papa Leão I, a assembléia exclamou: “Esta é a fé dos Pais, esta é a fé dos Apóstolos. Pedro falou através de Leão”.
            • O Papa Gelásio I declarou entre 493 e 495 que a Sé de Pedro (romana) tinha o direito de julgamento sobre todas as outras sedes episcopais, ao passo que ela mesma não está sujeita a algum julgamento humano. Em 501, o Synodus Palmaris de Roma reafirmou este princípio, que entrou no Código de Direito Canônico: “Prima sedes a nemine iudicatur, – A sé primacial não pode ser julgada por instância alguma” (cânon 1629). Em suma, quanto mais o estudioso avança no decurso da história da Igreja, mais nitidamente percebe a configuração do primado de Pedro, ocasionada pelas diversas situações que o povo de Deus foi atravessando.
            No tocante ao termo “Papa” deve-se dizer que vem do grego “pappas” = “pai”. Nos primeiros séculos era título atribuído aos Bispos como expressão de afetuosa veneração, veneração que se depreende dos adjetivos “meu…, nosso…” que acompanham o título. A mesma designação podia ser ocasionalmente atribuída também aos simples presbíteros (pais), como acontecia no Egito do século IV. No Oriente ainda hoje o sacerdote é chamado “papas”. No Egito o “papas” por excelência é o Patriarca de Alexandria.

            Para você que não conhece história primitiva Kim saibas que o título de papa é dado ao Bispo de Roma já por Tertuliano (+220 aproximadamente) no seu livro De pudicitia XIII 7, onde se lê: “Benedictus papa”. É encontrado também numa inscrição do diácono Severo (296-304) achada nas catacumbas de São Calixto, em que se lê: “iussu p(a)p(ae) sul Marcellini” (=”por ordem do Papa ou pai Marcelino”). No fim do século IV a palavra Papa aplicada ao Bispo de Roma começa a exprimir mais do que afetuosa veneração; tende a tornar-se um título específico. Tenha-se em vista a interpelação colocada por S. Ambrósio (+397) numa de suas cartas: “Domino dilectissimo fratri Syriaci papae” (=”Ao senhor diletíssimo irmão Siríaco Papa”) (epístola 42). O Sínodo de Toledo (Espanha) em 400 chama Papa (sem mais) o Bispo de Roma. São Vicente de Lerins (falecido antes de 450) cita vários Bispos, mas somente aos Bispos Celestino I e Sixto III atribui o título de Papa.

            No século VI o título tornou-se, com raras exceções, privativo dos Bispos de Roma.

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      • KKKKK esse é o comentário mais non sense que já vi por aqui. Pura comédia esses comentários deste post. A pessoa não sabe NADA sobre a história da Santa Igreja e vem aqui vomitar sandices que aprendeu na seita a qual participa, que provavelmente tem 50 anos de existência mas, sim, “recuperou a verdadeira essência” da Igreja de Cristo.

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        • Kim disse:

          Quem dera menina se você conhecesse o que eu conheço! E agradeço muita a sua Santa Igreja pois foi através dela que tive o primeiro contato com a fé cristã e através dela a fé cristã perdurou durante tantos séculos. Mas afirmo,mesmo que não houvesse a sua Santa Igreja e a Bíblia,a que eu frequento estaria de pé,fundamentada com apóstolos,profetas e o próprio Jesus Cristo. Não menospreze aquilo que não conhece. Non sense foi fazer isso.

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          • EDMILSON disse:
            VEJA KIM ISSO E A IGREJA CATÓLICA MEU CARO TI DIGO SE VOCÊ COMEÇAR ESTUDAR NAS FONTES E PARAR DE LÊ E PESQUISAE SITES SATÂNICOS E COMEÇAR A ESTUDAR A PATRÍSTICA COM TESTEMUNHAS OCULARES VOCÊ SE CONVERTE DE CORPO E ALMA A ÚNICA IGREJA FUNDADA POR JESUS CRISTO Pastor de Hermas (Parábolas) Hermas de Roma (Escrito entre 142 e 155 d.C) Tradutor: Desconhecido PRIMEIRA PARÁBOLA CAPÍTULO 50 Ele me disse: “Vós, servos de Deus, sabeis que habitais em terra estrangeira. De fato, vossa cidade acha-se longe desta cidade. Portanto, se conheceis vossa cidade, aquela que deveis habitar, por que correis assim atrás de campos, instalações luxuosas, palácios e mansões inúteis? Quem procura tais coisas nesta cidade não espera retornar à sua própria cidade. Insensato, vacilante, homem infeliz! Ignoras que tudo isso é estrangeiro e está em poder de outro? De fato, o dono desta cidade dirá: ‘Não quero que habites na minha cidade. Vai embora daqui, porque não obedeces às minhas leis’. Então, tu, que possuis campos, casas e muitos bens, ao ser expulso por ele, o que farás com teu campo, tua casa e tudo o que te resta do que acumulaste? Porque o dono desta cidade te diz justamente: ‘Ou obedeces às minhas leis, ou sais do meu país’. Portanto, o que farás, tu que segues a lei da tua cidade? Por causa de teus campos e do resto de teus bens, renegarás tua lei e andarás de acordo com a lei dessa cidade? Atenção! É perigoso renegar tua lei, porque, se queres retornar à tua cidade, temo que não te acolham mais, por teres renegado a lei de tua cidade, e assim sejas excluído dela. Vigia, portanto. Visto que moras em terra estrangeira, não reserves para ti senão o estritamente necessário, e estejas pronto. Desse modo, quando o dono dessa cidade quiser te expulsar, porque te opões às suas leis, sairás da sua cidade, chegarás à tua, e aí viverás conforme tua lei, sem prejuízo e com alegria. Atenção, vós que servis ao Senhor e o tendes no coração. Praticai as obras de Deus, lembrando-vos de seus mandamentos e das promessas que ele vos fez. Crede que ele as manterá, se seus mandamentos forem observados. Em lugar de campos, resgatai os oprimidos, conforme cada um puder; visitai as viúvas e os órfãos, e não os desprezeis. Gastai vossas riquezas e todos os vossos bens, que recebestes de Deus, nesses campos e casas. De fato, o Senhor vos enriqueceu, para que presteis a ele tais serviços. E melhor adquirir esses campos, bens e casas, que reencontrarás em tua cidade, quando aí retornares. Esse investimento é nobre e alegre, não produz tristeza, nem medo, mas alegria. Não procureis o investimento dos pagãos, perigoso para os servos de Deus. Fazei vossos próprios investimentos, com os quais podeis alegrar-vos. Não cometais fraude, não toqueis nos bens de outros, nem os desejeis, porque é mau desejar os bens alheios. Realiza tua tarefa, e serás salvo.” SEGUNDA PARÁBOLA CAPÍTULO 51 Caminhava eu para o meu campo e, observando um olmeiro e uma videira, refletia sobre essas árvores e seus frutos. Então o Pastor me apareceu e disse: “O que pensas sobre o olmeiro e a videira?” Eu respondi: “Senhor, penso que eles se completam perfeitamente.” Ele disse: “Essas duas árvores existem para servir de modelo aos servos de Deus.” Eu pedi: “Desejaria saber o modelo que podem oferecer essas árvores das quais falas.” Ele perguntou: “Vês o olmeiro e a videira?” Respondi: “Sim, senhor.” Ele continuou: “A videira produz frutos, mas o olmeiro é estéril. Entretanto, se essa videira não se prende ao olmeiro, fica estendida no chão e não produzirá frutos. Os frutos que produzir apodrecerão, se ela não estiver suspensa no olmeiro. Vês, portanto, que o olmeiro também dá muitos frutos, não menos que a videira, e até mais.” Eu perguntei: “Por que mais, Senhor?” Ele respondeu: “Porque a videira suspensa no olmeiro dá muitos frutos belos, ao passo que estendida no chão só produz frutos podres e poucos. Essa parábola vale para os servos de Deus, o pobre e o rico.” Eu perguntei: “Senhor, como assim? Explica-me.” Ele respondeu: “Escuta. O rico tem muitos bens, mas aos olhos do Senhor ele é pobre, porque se distrai com suas riquezas. A oração e a confissão ao Senhor não lhe são importantes e, se ele as faz, são breves, fracas e sem nenhum poder. Contudo, se o rico se volta para o pobre e atende às suas necessidades, crendo que o bem que ele fez ao pobre poderá encontrar sua retribuição junto a Deus (porque o pobre é rico por sua oração e confissão, e sua oração tem grande poder junto de Deus), então o rico atende sem hesitação às necessidades do pobre. Assim, o pobre, socorrido pelo rico, reza por ele e agradece a Deus pelo seu benfeitor; este, por sua vez, redobra o zelo para com o pobre, para que não lhe falte nada na vida, pois sabe que a oração do pobre é bem acolhida e rica junto a Deus. Desse modo, ambos cumprem sua tarefa: o pobre o faz mediante sua oração, que é sua riqueza recebida do Senhor. Ele a devolve ao Senhor na intenção daquele que o ajuda. E o rico, sem hesitação, dá ao pobre a riqueza que recebeu do Senhor. Essa é uma ação nobre e bem acolhida por Deus, porque o rico compreendeu perfeitamente o sentido da sua riqueza e partilhou com o pobre os dons do Senhor, cumprindo assim, convenientemente, a sua tarefa. Para os homens, o olmeiro parece não produzir fruto. Eles não ignoram e não compreendem que, se vier seca, o olmeiro, que conserva água, nutre a videira, e esta, continuamente provida de água, produz o duplo de frutos, para ela mesma e para o olmeiro. Da mesma forma, os pobres, rezando ao Senhor para os ricos, asseguram pleno desenvolvimento às riquezas deles. Por sua vez, os ricos, atendendo às necessidades dos pobres, dão satisfação à sua alma. Portanto, ambos participam da ação justa. Quem age assim não será abandonado por Deus, mas será inscrito no livro dos viventes. Felizes os que possuem e compreendem que o Senhor preserva suas riquezas, pois aquele que o compreende poderá também prestar bons serviços.” TERCEIRA PARÁBOLA CAPÍTULO 52 Ele me mostrou muitas árvores sem folhas, que me pareciam mortas, e eram todas semelhantes. E me perguntou: “Vês essas árvores?” Respondi: “Sim, senhor, eu as vejo: são semelhantes e mortas.” Ele continuou: “Essas árvores que vês são os habitantes deste mundo.” Eu perguntei: “Senhor, então por que são semelhantes e mortas?” Ele respondeu: “Porque os justos e os pecadores não se distinguem neste mundo, mas são semelhantes. De fato, para os justos este mundo é inverno, e eles não se distinguem, pois nele habitam juntamente com os pecadores. No inverno, despojadas de suas folhas, as árvores são semelhantes, e não se distingue quais estão mortas e quais vivas. Da mesma forma, os justos e os pecadores não se distinguem neste mundo; são todos semelhantes.” QUARTA PARÁBOLA CAPÍTULO 53 De novo, ele me mostrou muitas árvores, umas verdes e outras secas. E me disse: “Vês essas árvores?” Respondi: “Sim, senhor, eu as vejo: umas estão verdes e outras secas.” Ele continuou: “As árvores verdes são os justos, que habitarão no mundo que está para chegar. De fato, o mundo que está para chegar será verão para os justos e inverno para os pecadores. Portanto, quando brilhar a misericórdia do Senhor os servos de Deus poderão ser distinguidos e serão visíveis para todos. No verão, os frutos de cada árvore aparecem e se pode saber de que espécie são. Do mesmo modo, naquele mundo os frutos dos justos serão manifestos e se saberá que todos eles são vigorosos. Entretanto, naquele mundo, os pagãos e os pecadores, as árvores secas que viste, serão encontrados secos e mortos, e serão queimados, como madeira morta, patenteando-se assim que durante a vida deles sua conduta foi má. De fato, os pecadores serão queimados, porque pecaram e não fizeram penitência; os pagãos serão queimados porque não conheceram o seu Criador. Portanto, leva frutos em ti mesmo, para que, naquele verão, teu fruto seja conhecido. Evita muitas ocupações e não cometas nenhum pecado. Os que se carregam de muitas ocupações cometem também muitos pecados. São absorvidos por seus negócios e não servem mais em nada ao Senhor. Como poderia o homem assim pedir algo ao Senhor e ser atendido, se ele não serve ao Senhor? Os que o servem, receberão o que pedem, mas os que não o servem, não receberão absolutamente nada. Aquele que tem apenas uma ocupação, pode também servir ao Senhor; o seu pensamento não se corromperá longe do Senhor, mas o servirá, conservando pensamento puro. Se assim fizeres, poderás levar frutos para o mundo que está para chegar. Qualquer um que fizer isso, levará frutos.” QUINTA PARÁBOLA CAPÍTULO 54 Eu jejuava, sentado sobre um monte, e agradecia a Deus tudo o que ele fizera por mim. Então vi o Pastor sentado junto de mim, dizendo: “Por que vieste aqui tão cedo?” (Eu respondi): “Senhor, porque estou montando guarda.” EIe perguntou: “Que quer dizer guarda?” Eu respondi: “Senhor, estou jejuando.” Ele continuou: “E que jejum é esse que estás fazendo?” Eu respondi: “Senhor, eu jejuo por costume.” Ele disse: “Não sabes jejuar para o Senhor, e esse jejum que fazes é sem valor.” Eu perguntei: “Senhor, por que dizes isso?” Ele explicou: “Digo-te que não é jejum esse que imaginas fazer. Eu te ensinarei, porém, qual é o jejum agradável e perfeito para o Senhor.” Eu disse: “Sim, senhor. Tu me farás feliz, se eu puder conhecer o jejum que agrada a Deus.” Então ele explicou: “Escuta. Deus não deseja esse jejum vazio. Com efeito, jejuando desse modo para Deus, não farás nada para a justiça. Jejua do seguinte modo: Não faças nada de mau em tua vida e serve ao Senhor de coração puro; observa seus mandamentos, andando conforme seus preceitos, e que nenhum desejo mau entre em teu coração, e crê em Deus. Se fizeres isso e o temeres, abstendo-te de toda obra má, viverás em Deus. Se cumprires essas coisas, farás um jejum grande e agradável ao Senhor.” CAPÍTULO 55 Escuta a parábola sobre o jejum. Um homem possuía um campo e muitos escravos, e mandou plantar uma vinha numa parte do campo. Ele escolheu um servo muito fiel e estimado, chamou-o e lhe disse: “Toma conta desta vinha que plantei e, durante minha ausência, coloca as estacas. Não faças mais nada na vinha. Observa esta minha ordem e serás livre na minha casa.” Então o senhor do escravo saiu de viagem. Depois que partiu, o escravo tomou conta e estaqueou. Tendo terminado de estaquear, viu que a vinha estava cheia de mato. Então refletiu e disse: “Já executei a ordem do senhor. Agora capinarei a vinha, pois capinada ficará mais bela e, não sendo sufocada pelo mato, produzirá mais fruto. Decidido, capinou a vinha e arrancou todo o mato que havia nela. Sem o mato que a sufocava, a vinha ficou mais bela e florescente. Depois de certo tempo, o senhor do campo e do servo voltou. Foi até à vinha e, vendo que estava muito bem estaqueada, capinada, o mato extirpado e que as videiras floresciam, ficou muito satisfeito com o trabalho do escravo. Chamou então seu filho amado, que era o herdeiro, e seus amigos conselheiros. Disse-lhes o que ordenara ao escravo e tudo o que ele vira executado. Eles se alegraram com o escravo, por causa do testemunho que o patrão dera dele. Então o patrão lhe disse: “Prometi a liberdade a esse escravo, se ele executasse a ordem que lhe dera. Ele não só executou a ordem, mas fez bom trabalho na vinha, e isso me agradou muito. Portanto, como recompensa do trabalho que ele realizou, quero que seja herdeiro junto com meu filho, porque teve uma boa idéia e, ao invés de descartá-la, a realizou.” O filho do senhor aprovou a intenção de designar o escravo como seu co-herdeiro. Alguns dias mais tarde, o patrão dava um banquete e enviou muita comida do banquete ao escravo. Este aceitou a comida que o senhor lhe enviara, reteve o suficiente para si e distribuiu o resto a seus companheiros de escravidão. Os companheiros o receberam, se alegraram e começaram a rezar para que ele, que os tratara tão bem, recebesse ainda mais favores do senhor. “O senhor soube de tudo o que acontecera e de novo se alegrou muito com a conduta do escravo. Chamou novamente os amigos e o filho e contou-lhes a respeito da atitude do servo quanto à comida recebida. E eles concordaram mais ainda que o servo se tornasse herdeiro juntamente com o filho do senhor.” CAPÍTULO 56 Eu lhe disse: “Senhor, não compreendo essas parábolas, nem as poderei entender, se não me explicares.” EIe respondeu: “Vou te explicar tudo, e, te esclarecerei tudo que eu falar. Guarda os mandamentos do Senhor, e lhe serás agradável e contado entre os que observam seus mandamentos. Se fizeres algo de bom, além do mandamento de Deus, conseguirás glória maior e serás glorificado junto a Deus, mais do que deverias ser. Portanto, se, observando os mandamentos de Deus, acrescentares essas boas obras, te alegrarás, se as observares conforme a minha ordem.” Eu lhe disse: “Senhor, observarei tudo o que me indicares, pois sei que estás comigo.” Ele me respondeu: “Estarei contigo, pois tens esse desejo de fazer o bem, e estarei com todos os que têm o mesmo desejo. Se os mandamentos do Senhor são observados, teu jejum é muito bom. Eis como observarás o jejum que queres praticar: Antes de tudo, guarda-te de toda palavra má, de todo desejo mau, e purifica teu coração de todas as coisas vãs deste mundo. Se observares isso, teu jejum será perfeito. E jejuarás do seguinte modo: depois de cumprir o que foi escrito, no dia em que jejuares, não tomarás nada, a não ser pão e água. Calcularás o preço dos alimentos que poderias comer nesse dia e o porás à parte para dar a uma viúva, a um órfão ou necessitado e, desse modo, te tornarás humilde. Graças a essa humildade, quem tiver recebido ficará saciado e rogará ao Senhor por ti. Se jejuares como te ordenei, teu sacrifício será aceito por Deus, teu jejum será anotado, e o serviço, assim realizado, será bom, alegre e bem acolhido pelo Senhor. Observarás isso com teus filhos e toda a tua família. Desse modo, serás feliz, e todos os que ouvirem esses preceitos e os observarem, serão felizes e receberão do Senhor as coisas que pedirem.” CAPÍTULO 57 Eu lhe pedi insistentemente que me explicasse o sentido simbólico do campo, do senhor, da vinha, do escravo que estaqueara a vinha, do filho e dos amigos conselheiros, pois compreendera que tudo isso era uma parábola. Ele me respondeu: “És muito ousado em tuas perguntas! De modo algum deves perguntar, pois, se alguma coisa se deve explicar a ti, será explicada.” Eu lhe disse: “Senhor, tudo o que me mostrares sem explicar, será inútil que eu veja, pois não compreenderei o que significa. Da mesma forma, se me contas parábolas sem explicá-las, terei ouvido em vão alguma coisa de ti.” De novo, ele me respondeu, dizendo: “Todo servo de Deus que tem o Senhor em seu coração, pode lhe pedir a compreensão e obtê-la. Ele poderá, então, explicar qualquer parábola e, graças ao Senhor, tudo o que for dito em parábolas será compreensível para ele. Os indolentes e preguiçosos para a oração, porém, vacilam em pedir ao Senhor. O Senhor é misericordioso e atende todos os que lhe pedem sem hesitação. Tu, porém, que foste fortificado pelo anjo glorioso e dele recebeste essa oração, e não és preguiçoso, por que não pedes a compreensão? Tu a receberás.” Eu repliquei: “Senhor, tendo a ti comigo, tenho necessidade de te pedir e perguntar. Com efeito, tu me mostras tudo e falas comigo. Se eu visse ou ouvisse essas coisas sem ti, pediria ao Senhor que as explicasse a mim”. CAPÍTULO 58 Ele continuou: “Já te disse, e não faz muito, que és esperto e ousado para pedir explicação das parábolas. Como és tão perseverante, vou te explicar o sentido simbólico do campo e de tudo o mais que o acompanha, para que possas explicá-lo a todos. Escuta, portanto, e compreende. O campo é este mundo, e o dono do campo é aquele que criou todas as coisas, que as organizou e lhes deu força. O filho é o Espírito Santo, e o escravo é o Filho de Deus. As videiras são o povo, que ele mesmo plantou. As estacas são os santos anjos do Senhor, que protegem o seu povo. O mato arrancado da vinha são as iniqüidades dos servos de Deus. A comida do banquete que ele enviou ao escravo são os mandamentos que ele deu por meio de seu filho. Os amigos e conselheiros, são os primeiros santos anjos criados. A viagem do senhor é o tempo que resta para a sua parusia.” Eu lhe perguntei: “Senhor, tudo isso é grande, admirável e glorioso. Como poderei, Senhor, compreender essas coisas por mim mesmo? Nenhum outro homem, ainda que fosse muito inteligente, poderia compreendê-las. Explica-me ainda, Senhor, o que vou perguntar.” Ele disse: “Se desejas alguma explicação, podes pedi-la.” Eu perguntei: “Senhor, por que o Filho de Deus aparece na parábola sob forma de escravo?” CAPÍTULO 59 Ele respondeu: “Escuta. O Filho de Deus não aparece sob a forma de escravo, mas com grande poder e soberania.” Eu disse: “Como, senhor? Não compreendo.” Ele continuou: “Porque Deus plantou a vinha, isto é, criou o seu povo e o entregou a seu Filho, e o Filho estabeleceu os anjos sobre eles para guardá-los individualmente. Ele próprio purificou os pecados deles, trabalhando muito e suportando muitas fadigas, pois ninguém pode capinar uma vinha sem trabalho e fadiga. Ele, portanto, tendo purificado os pecados do povo, ensinou os caminhos da vida, dando-lhes a lei, que recebera de seu Pai. Observa que ele é o senhor do povo, porque recebeu todo o poder do seu Pai. Escuta por que o Senhor nomeou seu Filho conselheiro e os anjos gloriosos para decidir a herança que deveria ser dada ao escravo. Deus fez habitar na carne que ele havia escolhido o Espírito Santo preexistente, que criou todas as coisas. Essa carne, em que o Espírito Santo habitou, serviu muito bem ao Espírito, andando no caminho da santidade e pureza, sem macular em nada o Espírito. Ela se portou digna e santamente, participou dos trabalhos do Espírito e colaborou com ele em todas as coisas. Comportou-se com firmeza e coragem e, por isso, Deus a escolheu como companheira do Espírito Santo. Com efeito, a conduta dessa carne agradou a Deus, pois ela não se maculou na terra, enquanto possuía o Espírito Santo. Ele tomou então o Filho e os anjos gloriosos por conselheiros, para que essa carne, que tinha servido ao Espírito irrepreensivelmente, obtivesse um lugar de repouso e não parecesse ter perdido a recompensa pelo seu serviço. Toda carne em que o Espírito Santo habitou e que for encontrada pura e sem mancha, receberá sua recompensa. Aí tens a explicação dessa parábola.” CAPÍTULO 60 Eu disse: “Senhor, fiquei contente em ouvir a explicação.” Ele disse: “Escuta agora. Guarda tua carne pura e sem mancha; para que o espírito, que nela habita, dê testemunho em favor dela e assim seja justificada. Cuida para que nunca entre em teu coração a idéia de que tua carne é perecível. E cuidado para não abusar dela com alguma impureza. Se manchas tua carne, mancharás também o Espírito Santo. Portanto, se manchas tua carne, não viverás.” Eu perguntei: “Senhor, se tiver havido alguma ignorância antes que essas palavras tivessem sido ouvidas, como se pode salvar o homem que manchou a sua carne?” Ele respondeu: “Quanto às ignorâncias anteriores, somente Deus pode conceder a cura, pois ele tem todo o poder. Agora, porém, estejas atento, e o Senhor, em sua grande misericórdia, as curará, se doravante não manchares nem tua carne, nem teu espírito, pois os dois vão juntos e não podem manchar-se um sem o outro. Portanto, conserva os dois puros, e viverás em Deus.” SEXTA PARÁBOLA CAPÍTULO 61 Sentado em casa, eu glorificava ao Senhor por tudo que tinha visto, e meditava sobre os mandamentos, descobrindo que eles são bons, fortes, alegres, gloriosos e capazes de salvar a alma do homem. E dizia a mim mesmo: “Serei feliz, se caminhar conforme esses mandamentos, e qualquer um que andar nesse caminho também será feliz.” Enquanto dizia isso a mim mesmo, de repente vi o pastor ao meu lado dizendo: “Por que duvidas a respeito dos mandamentos que te dei? Eles são bons. Não duvides em nada. Ao contrário, reveste-te da fé do Senhor e andarás em seus caminhos, porque eu te fortificarei neles. Esses mandamentos são úteis para os que farão penitência, porque, se não andarem nesse caminho, sua penitência será inútil. Vês, portanto, que fazeis penitência, rejeitai os males deste mundo, que vos aniquilam. Revestidos de toda a virtude de justiça, podereis observar os meus preceitos, mas não acrescenteis pecados aos vossos pecados. Se não acrescentardes mais pecados, cancelarei os vossos pecados passados. Caminhai, portanto, conforme os meus mandamentos, e vivereis em Deus. Todas essas coisas vos foram ditas por mim.” Depois de me dizer isso, ele acrescentou: “Vamos ao campo, e te mostrarei os pastores das ovelhas.” Eu disse: “Vamos, Senhor.” Fomos para uma planície, e ele me mostrou um jovem pastor, vestido com roupa amarela. Apascentava numerosas ovelhas, as quais viviam de modo voluptuoso e dissoluto, saltando alegremente de cá para lá. O pastor também estava muito satisfeito com seu rebanho; sua fisionomia era alegre, e ele andava de um lado para o outro, no meio das ovelhas. Vi também outras ovelhas juntas, dissolutas e voluptuosas; mas estas não saltavam. CAPÍTULO 62 Então ele me perguntou: “Vês esse pastor?” Eu respondi: “Vejo, senhor.” Ele continuou: “E o anjo da volúpia e do erro. Ele aniquila as almas dos servos de Deus que são vazios, desviando-os da verdade e enganando-os com maus desejos, nos quais eles morrem. De fato, eles esquecem os mandamentos do Deus vivo e caminham nos enganos e volúpias vãs, e são destruídos por esse anjo: alguns morrem, outros se corrompem.” Eu lhe disse: “Senhor, não sei o que é essa morte e essa corrupção.” Ele respondeu: “Escuta. Todas as ovelhas que viste muito alegres e saltitantes são os que se separaram definitivamente de Deus e se entregaram às paixões deste mundo. Para eles não há mais penitência para a vida, porque, além de tudo, blasfemaram contra o nome do Senhor. Para eles, portanto, resta apenas a morte. Aquelas que viste, pastando no mesmo lugar sem saltitar, são os que se entregaram às volúpias e aos enganos, mas sem blasfemar contra o Senhor. Corromperam-se longe da verdade. Para eles, portanto, existe esperança de penitência, a fim de que possam viver. A corrupção conserva ainda alguma esperança de restauração, ao passo que a morte implica em perdição eterna.” Avançamos um pouco, e ele me mostrou um pastor de porte alto e de aspecto selvagem, vestido com pele branca de cabra, com bornal nas costas, e na mão um cajado rude e cheio de nós e um grande chicote. Seu olhar era tão severo que me infundiu medo. Assim era o seu olhar! Esse pastor recebia do pastor jovem as ovelhas dissolutas e voluptuosas, mas que não saltitavam. Ele as impelia para lugar escarpado, cheio de espinhos e cardos, e as ovelhas não conseguiam livrar-se dos espinhos e dos cardos, pois ficavam emaranhadas neles. Pastavam presas, entre os espinhos e cardos, e sofriam muito, açoitadas pelo pastor, o qual as fazia andar de cá para lá, sem lhes dar descanso, e elas jamais se tranqüilizavam. CAPÍTULO 63 Ao vê-Ias assim flageladas e atormentadas, fiquei triste por elas, porque assim torturadas não tinham nenhum tipo de trégua. Então perguntei ao pastor que conversava comigo: “Senhor, quem é esse pastor tão cruel e severo, que não tem nenhuma piedade dessas ovelhas?” Ele respondeu: “Esse é o anjo do castigo. Ele é justo, mas foi encarregado do castigo. Ele recebe aqueles que vagueiam longe de Deus e que seguiram o caminho dos desejos e enganos deste mundo. Ele os pune conforme cada um merece, com castigos terríveis e variados.” Eu pedi: “Senhor, eu desejaria saber quais são esses diversos castigos.” Ele continuou: “Escuta quais são as diversas provações e castigos. As provações são as da vida. Alguns são castigados com prejuízos, outros pela indigência outros por doenças diversas, outros por alguma insegurança e outros ainda são injuriados por pessoas indignas e têm que sofrer muitas outras calamidades. De fato, incertos em suas intenções, muitos se lançam a muitas coisas, mas em nada conseguem sucesso. Dizem que não são felizes em seus negócios e não lhes entra no coração que cometeram ações más; ao contrário, acusam o Senhor. Quando são atribulados por essas provações, são entregues a mim para uma boa reeducação. Eles se reforçam na fé do Senhor e o servem, de coração puro, pelo resto de seus dias. Quando fazem penitência, as obras más que praticaram lhes entram no coração e então eles glorificam a Deus, porque é juiz justo e porque cada um sofreu justamente por suas próprias ações. Doravante, eles servem ao Senhor de coração puro e têm sucesso em tudo o que fazem, pois recebem do Senhor tudo o que pedem. Então eles glorificam ao Senhor, por terem sido entregues a mim, e já não sofrem mal nenhum”. CAPÍTULO 64 Eu lhe disse: “Senhor, explica-me ainda esse ponto.” Ele perguntou: “O que procuras ainda?” Eu continuei: “Senhor, os voluptuosos e transviados são atormentados por tanto tempo quanto aquele em que foram voluptuosos e transviados?” Ele respondeu: “São atormentados durante tempo igual.” Observei: “Senhor, são atormentados por pouquíssimo tempo. Com efeito, seria preciso que as pessoas que vivem assim na volúpia e se esquecem de Deus, fossem torturadas por tempo sete vezes maior.” Ele me disse: “Insensato! Não conheces a força do tormento.” Eu respondi: “Senhor, se eu conhecesse, não pediria explicação.” Ele continuou: “Escuta qual é a força de uma e outra coisa. O tempo da volúpia e do engano é de uma hora; mas uma hora de tormento tem a força de trinta dias. Passando um dia na volúpia e no engano, e um dia nos tormentos, esse dia de tormento vale por um ano inteiro. A pessoa é atormentada por tantos anos quantos dias passou na volúpia. Vês, portanto, que o tempo da volúpia e do engano é mínimo, mas o do castigo e do tormento é longo.” CAPÍTULO 65 Eu disse: “Senhor, não compreendi inteiramente os tempos do engano, da volúpia e do tormento. Explica-me com mais clareza.” Ele respondeu: “Tua insensatez é insistente e não queres purificar teu coração e servir a Deus. Cuidado para que o tempo não se cumpra e sejas encontrado insensato. Ouve, portanto, para compreender o que desejas. Aquele que vive um dia na volúpia e no engano, fazendo o que quer, reveste-se de muita insensatez e não percebe a ação que faz. No dia seguinte, esquece o que fez no dia anterior. A volúpia e o engano não têm memória, por causa da insensatez de que se revestem. Quando, porém, o castigo e o tormento se ligam ao homem por um dia, é durante um ano todo que ele é castigado e atormentado, pois o castigo e o tormento têm grande memória. Atormentado e castigado durante um ano inteiro, ele se lembra então da volúpia e do engano, e reconhece que é por causa deles que sofre esses males. Todo homem que vive na volúpia e no engano é assim atormentado, porque, possuindo a vida, ele se entregara à morte.” Eu perguntei: “Senhor, quais são as volúpias perniciosas?” Ele respondeu: “Tudo o que o homem faz com prazer, é volúpia. Assim o colérico, fazendo aquilo que é conforme a sua paixão, é voluptuoso. O mesmo acontece com o adúltero, o bêbado, o maledicente, o mentiroso, realizando aquilo que é conforme à sua própria doença, se entrega por esse ato à volúpia. Todas essas volúpias são más para os servos de Deus. Portanto, é por causa desses enganos que sofrem aqueles que são castigados e atormentados. Contudo, há também volúpias que salvam os homens, pois muitos experimentam volúpia em fazer o bem: são impulsionados pelo próprio prazer. Essa é volúpia proveitosa para os servos de Deus e traz vida para o homem. As volúpias perniciosas, de que falamos antes, só lhe trazem tormentos e castigos. Caso se obstinem e não se arrependam, acarretam a morte para si mesmos.” SÉTIMA PARÁBOLA CAPÍTULO 66 Poucos dias depois, vi o pastor na mesma planície onde tinha visto também os pastores, e ele me perguntou: “O que procuras ainda?” Respondi: “Senhor, estou aqui a fim de te pedir que mandes o pastor justiceiro sair da minha casa, pois ele me atribula muito.” Ele disse: “É preciso que sejas atribulado. Com efeito, foi assim que o anjo glorioso ordenou a respeito de ti. Ele quer que sejas provado.” Perguntei: “Senhor, o que fiz de tão mau, para ser entregue a esse anjo?” Ele respondeu: “Escuta. Teus pecados são numerosos, mas não tanto para que sejas entregue a esse anjo. Todavia, tua família cometeu grandes pecados e iniqüidades, e o anjo glorioso ficou irritado com as obras deles e, por isso, ordenou que sejas atribulado por algum tempo. Dessa forma, eles farão penitência e se purificarão de todo desejo deste mundo. Quando se tiverem arrependido e purificado, o anjo do castigo se afastará.” Perguntei-lhe: “Senhor, se foram eles que fizeram essas coisas para irritar o anjo glorioso, que fiz eu? Ele respondeu: “E que não há outro modo para que eles sejam atribulados, se tu, chefe da família, não sofreres tribulação. Porque sendo tu atribulado, eles forçosamente o serão também, mas, se tiveres prosperidade, nenhuma tribulação poderá atingi-los.” Eu repliquei: “Senhor, eles já fizeram penitência de todo o coração.” Ele respondeu: “Eu sei muito bem que eles fizeram penitência do fundo do coração. Você pensa que os pecados daqueles que fazem penitência são imediatamente remidos? De modo algum. E preciso que aquele que fez penitência prove sua própria alma, se humilhe profundamente em tudo o que faz e passe por muitas e variadas tribulações. Se ele suportar as tribulações que lhe sobrevierem, aquele que tudo criou e fortaleceu terá compaixão dele e lhe concederá a cura. Isso acontecerá seguramente, se ele vir puro de toda coisa má o coração do penitente. E, portanto, proveitoso a ti e à tua família passar agora por tribulações. Mas, por que estou falando tanto? Tens que passar por tribulações, conforme ordenou esse anjo do Senhor que te confiou a mim. Agradece ao Senhor por julgar-te digno de te mostrar previamente a tribulação. Dessa forma, conhecendo-a de antemão, tu a suportarás valorosamente.” Eu lhe pedi: “Senhor, fica comigo, e eu poderei suportar qualquer tribulação.” Ele respondeu: “Eu estarei contigo, e pedirei ao anjo justiceiro para te atribular mais suavemente. Todavia, serás atribulado por pouco tempo, e depois serás restabelecido em teu lugar. Continua, porém, a te humilhar e a servir ao Senhor de coração puro – tu, teus filhos e tua família – e anda conforme os meus mandamentos que te dei. Desse modo, tua penitência poderá ser firme e pura. Se observares isso com tua família, toda tribulação se afastará de ti. E a tribulação também se afastará de todos os que andarem conforme os meus mandamentos.” OITAVA PARÁBOLA CAPÍTULO 67 Ele me mostrou um grande salgueiro, que cobria planícies e montanhas, e ao abrigo do salgueiro tinham-se recolhido todos os que são chamados pelo nome do Senhor. Debaixo do salgueiro, estava de pé o anjo glorioso do Senhor, com enorme estatura. Tinha uma grande foice, e cortava ramos do salgueiro e as dava à multidão abrigada debaixo do salgueiro. Os ramos que entregava eram pequenos, com cerca de meio metro. Depois de todos terem recebido seu ramo, o anjo deixou a foice, e a árvore estava inteira, da mesma forma como eu a vira. Eu me admirava e dizia a mim mesmo: “Como é possível que, depois de tantos ramos cortados, a árvore esteja inteira?” O pastor me disse: “Não te admires que essa árvore permaneça inteira, depois que tantos ramos foram cortados. Espera e, depois de ver tudo, te será explicado o que significa isso.” O anjo que entregara os ramos à multidão, pediu-os de novo. Pedia-os na ordem segundo a qual eles os haviam recebido, e cada um entregava seu ramo. O anjo do Senhor os tomava e os examinava. De alguns, ele recebia ramos secos e roídos como por vermes, e aos que entregavam tais ramos o anjo dizia que formassem um grupo à parte. Outros entregavam ramos secos, mas não roídos por vermes. Também a estes o anjo dizia que formassem um grupo separado. Outros os entregavam meio secos, e também estes formavam um grupo separado. Outros entregavam seus ramos meio secos e fendidos, e também estes formavam um grupo separado. Outros entregavam seus ramos verdes e fendidos, e também estes formavam um grupo separado. Outros entregavam ramos com metade seca e metade verde, e também esses formavam um grupo separado. Outros devolviam seus ramos, dois terços verdes e secos no resto, e também estes formavam um grupo separado. Outros entregavam seus ramos, dois terços secos, e verdes no resto, e também estes formavam um grupo separado. Outros entregavam seus ramos quase completamente verdes; apenas uma pequena parte dos seus ramos estava seca, bem na ponta, mas estavam fendidos. E também estes formavam um grupo separado. Os ramos de alguns outros tinham apenas uma pequena ponta verde e o resto estava seco, e também estes formavam um grupo separado. Outros vinham com os ramos verdes, como os tinham recebido do anjo. A maior parte da multidão entregava ramos assim, e o anjo alegrava-se muito com isso. E também estes formavam um grupo separado. Outros entregavam seus ramos verdes com brotos novos, e também estes formavam um grupo separado, e o anjo ficava muito alegre com eles. Outros entregavam seus ramos verdes e com brotos, os quais traziam uma espécie de fruto. Os homens, cujos ramos foram encontrados assim, estavam muito alegres. Também o anjo se alegrava com eles, e igualmente o pastor estava muito alegre com eles. CAPÍTULO 68 O anjo do Senhor ordenou que trouxessem coroas, e foram trazidas coroas que pareciam feitas de palmas. Então coroou os homens que haviam entregue os ramos que tinham brotos e uma espécie de fruto, e enviou-os para a torre. Também enviou para a torre aqueles que haviam entregue os ramos com brotos, mas sem fruto, dando-lhes um selo. Todos os que iam para a torre vestiam roupas brancas como a neve. Enviou também aqueles que tinham entregue os ramos verdes como os haviam recebido, dando-lhes roupas brancas e o selo. Ao terminar isso, o anjo disse ao pastor: “Eu também vou. Conduze tu para dentro das muralhas os que são dignos de habitar aí. Examina com cuidado seus ramos, e depois os conduze. Examina cuidadosamente. Atenção para que ninguém te escape, pois, se alguém escapar, eu mesmo julgarei junto ao altar.” Dito isso ao pastor, foi embora. Depois que o anjo saiu, o pastor me disse: “Tomemos os ramos de todos e os plantemos, para ver se alguns dentre eles viverão.” Eu lhe perguntei: “Senhor, como esses ramos secos viverão?” Ele me respondeu: “Esta árvore é salgueiro, e é cheia de vida por natureza. Plantando esses ramos, muitos deles viverão, se receberem um pouco de umidade. Por isso, procurarei água para regá-los. Se algum deles viver, eu me alegrarei com ele; se não viver, não terei sido negligente.” O pastor me ordenou que os chamasse conforme estavam agrupados. Eles vieram, grupo por grupo, e entregaram seus ramos ao pastor. O pastor os tomou e, por grupo, os replantou; depois de plantados, jogou tanta água neles, de modo que os ramos não apareciam sobre a água. Depois de regar os ramos, disse-me: “Vamos embora. Dentro de poucos dias, voltaremos para examinar todos esses ramos, pois aquele que criou esta árvore deseja que vivam todos aqueles que receberam um ramo dela. Quanto a mim, espero que, encontrando umidade e regados com água, a maioria desses ramos viverá.” CAPÍTULO 69 Eu lhe disse: “Senhor, faze-me compreender o que é essa árvore, pois não entendo como ela, aparada de tantos ramos, continua inteira, sem parecer em nada que foi aparada. É isso que eu não entendo.” Ele me respondeu: “Escuta. Essa grande árvore que cobre planícies, montanhas e toda a terra, é a lei de Deus dada ao mundo inteiro, e essa lei é o Filho de Deus anunciado até os confins da terra. Os povos que se encontram debaixo da árvore são aqueles que ouviram o anúncio e creram. O anjo grande e glorioso é Miguel, que tem o poder sobre esse povo e o governa. É ele que dá a lei e grava no coração daqueles que crêem. Ele examina, portanto, se aqueles a quem deu a lei, a observaram bem. Vês muitos ramos inúteis. Reconhecerás entre eles os que não observaram a lei, e verás a morada de cada um.” Perguntei-lhe: “Senhor, por que o anjo enviou alguns para a torre e deixou para ti os outros?” Ele respondeu: “Todos aqueles que transgrediram a lei que receberam dele foram deixados em meu poder para fazerem penitência. Todos os outros que se alegraram na lei e a observaram, ele os tem em seu próprio poder.” Perguntei: “Senhor, quem são aqueles que foram coroados e se dirigiram para a torre?” Ele me respondeu: “Esses coroados são os que lutaram contra o diabo e o venceram; eles sofreram pela lei. Os outros que entregaram seus ramos verdes com brotos novos, mas sem fruto, foram atribulados por causa da lei, sem entretanto serem torturados por ela, mas não a renegaram. Os que entregaram os ramos verdes como os haviam recebido, são santos e justos. Caminharam muito de coração puro, observando os mandamentos do Senhor. Conhecerás o resto, quando eu examinar os ramos plantados e regados.” CAPÍTULO 70 Alguns dias depois, voltamos a esse lugar e o pastor sentou-se no lugar do anjo grande, e eu fiquei ao seu lado. Então ele me disse: “Cinge-te com uma toalha e serve-me.” Eu me cingi com uma toalha limpa, feita de saco. Vendo-me cingido e pronto para servi-lo, ele me disse: “Chama os homens cujos ramos foram plantados, na mesma ordem em que cada um o devolveu.” Fui até à planície, chamei a todos, e todos os grupos se apresentaram. O pastor lhes disse: “Cada um arranque seu próprio ramo e o traga a mim.” Os primeiros a devolvê-los foram aqueles cujos ramos estavam secos e corroídos. Como estavam secos e corroídos, ele mandou que fossem colocados à parte. Em seguida, os devolveram os que tinham os ramos secos, mas não corroídos. Alguns deles os devolveram verdes, e outros, secos e corroídos como por vermes. Aos que os devolveram verdes, o pastor mandou formar um grupo separado; aos que os devolveram secos e corroídos, ele mandou que os colocassem com os primeiros. Depois, os devolveram os que os tinham recebido metade secos e fendidos, e muitos deles os devolveram verdes e sem fendas; alguns, verdes com brotos novos e frutos nesses brotos, como os tinham aqueles que foram coroados para a torre. Alguns os devolveram secos e carcomidos; outros, secos mas não carcomidos; outros ainda, tais como estavam antes: meio secos e fendidos. E o pastor mandou que eles se separassem, cada um em seu grupo respectivo, e os outros restantes, à parte. CAPÍTULO 71 Em seguida, os devolveram os que tinham recebido os ramos verdes, mas fendidos. Todos esses os devolveram verdes e tomaram lugar em seu próprio grupo. O pastor alegrou-se com estes, pois todos se tinham transformado e livrado de suas fendas. Também os devolveram aqueles que os haviam recebido metade verdes e metade secos. Os ramos de alguns foram encontrados inteiramente verdes; de outros, metade verdes; de outros, secos e carcomidos; e de outros ainda, verdes com brotos novos. Todos esses foram mandados para seus respectivos grupos. Em seguida, os devolveram aqueles que os tinham recebido com dois terços verdes e um terço seco. Muitos deles os devolveram verdes; muitos outros, metade secos; e outros, secos e carcomidos. Todos esses foram mandados cada um para seu próprio grupo. Em seguida, os devolveram aqueles que tinham recebido ramos secos em dois terços e verdes no resto. Muitos deles os devolveram metade secos; alguns, secos e carcomidos; e alguns ainda, metade secos e fendidos. Muito poucos os devolveram verdes. E todos esses tomaram lugar em seus respectivos grupos. Em seguida, os devolveram aqueles que tinham recebido ramos verdes, mas com mínima parte seca e fendida. Desses, alguns os devolveram verdes; e alguns, verdes com brotos novos. Também esses se foram para seus respectivos grupos. Em seguida, os devolveram aqueles que tinham recebido com mínima parte verde e todo o resto seco. Os ramos destes, em sua maior parte, foram encontrados verdes, com brotos novos e com frutos neles; e outros, inteiramente verdes. O pastor se alegrou muito com esses ramos, por tê-los encontrado assim. E também esses se foram, cada um para seu próprio grupo. CAPÍTULO 72 Depois de examinar os ramos de todos, o pastor me falou: “Eu lhe disse que esta árvore é cheia de vida. Vês quantos fizeram penitência e foram salvos?” Eu respondi: “Vejo, senhor.” Ele continuou: “Isso é para que saibas que a misericórdia de Deus é grande e gloriosa, e como ele deu um espírito àqueles que eram dignos de fazer Penitência.” Perguntei: “Senhor, então, por que nem todos fizeram penitência?” Ele respondeu: “O Senhor concedeu a penitência àqueles cujo coração ele viu que estava pronto para se purificar e que haviam de servi-lo de todo o coração. Contudo, àqueles nos quais viu a perfídia e a maldade e que iriam arrepender-se apenas hipocritamente, ele não concedeu a penitência, para que não blasfemassem novamente sua lei.” Eu lhe pedi: “Senhor, explica-me quem é cada um daqueles que te devolveram os ramos, e a morada que lhes cabe. Desse modo, após terem ouvido, aqueles que acreditaram e receberam o selo, mas que o quebraram e não o preservaram inteiro, reconhecerão suas obras, farão penitência e receberão de ti um selo. Assim glorificarão o Senhor, por ter usado piedade com eles e te haver enviado para renovar seus espíritos.” Ele explicou: “Escuta. Aqueles cujos ramos foram encontrados secos e carcomidos por vermes, são os apóstatas e traidores da Igreja que, com seus pecados, blasfemaram o Senhor e que ainda se envergonharam do nome do Senhor invocado sobre eles. Tais indivíduos estão definitivamente mortos para Deus. Vês que nenhum deles fez penitência, embora tenham ouvido as palavras que lhes transmitiste, sob minha ordem. A vida, portanto, foi tirada desses homens. Aqueles que devolveram os ramos secos, mas não apodrecidos, estão próximos dos anteriores: eram hipócritas que introduziam ensinamentos errados, que desviavam os servos de Deus e sobretudo os pecadores, não lhes permitindo fazer penitência, mas persuadindo-os com ensinamentos loucos. Todavia, esses têm esperança de fazer penitência. Vês que muitos dentre eles já fizeram penitência, desde quando lhes falaste sobre os meus preceitos. Outros ainda farão penitência, e todos aqueles que não fizerem penitência, já perderam a vida. Aqueles que fizeram penitência tornando-se bons, têm sua morada nas primeiras muralhas; alguns subiram à torre. Vês, portanto, que a penitência dos pecadores traz vida, e a impenitência, traz morte.” CAPÍTULO 73 Escuta também sobre aqueles que devolveram os ramos metade secos e fendidos. Aqueles cujos ramos estavam somente secos pela metade, são os que duvidam; não estão nem vivos nem mortos. Os que os tinham secos pela metade e fendidos, são os que duvidam e murmuram, e que nunca estão em paz entre si, mas sempre em discórdia. Também esses ainda têm possibilidade de fazer penitência. Vês que alguns deles já fizeram penitência e ainda há esperança de penitência para eles. Todos os que dentre eles fizeram penitência, têm sua morada na torre. Aqueles, porém, que se arrependerem demasiadamente tarde, habitarão nos muros; aqueles que não fizerem penitência, persistindo em suas ações, certamente morrerão. Aqueles que devolveram ramos verdes, mas fendidos, sempre foram fiéis e bons, mas têm entre si inveja pelos primeiros lugares e por alguma honraria. Todos eles são loucos em rivalizarem entre si pelos primeiros lugares. Todavia, depois de terem ouvido meus mandamentos, como eram bons, eles se purificaram e logo fizeram penitência. A morada deles foi na torre. Contudo, se um deles voltar novamente à discórdia, será expulso da torre e perderá a própria vida. A vida pertence a todos os que observam os mandamentos do Senhor. Ora, nesses mandamentos nada se diz de primeiros lugares, nem de alguma honraria, mas fala-se da paciência e humildade do homem. Nessas pessoas, portanto, está a vida do Senhor; nos que provocam discórdia e violam a lei, está a morte.” CAPÍTULO 74 “Aqueles que devolveram seus ramos metade verdes e metade secos, são os que estavam imersos em seus negócios e não se juntavam aos santos. Por isso, metade neles estava viva, e metade estava morta. Todavia, depois de terem ouvido meus mandamentos, fizeram penitência e foram morar na torre. Alguns outros se afastaram definitivamente, e não têm possibilidade de fazer penitência. Com efeito, por causa de seus negócios, eles blasfemaram o Senhor e o renegaram. Portanto, perderam a vida, por causa da maldade que praticaram. Muitos dentre eles são vacilantes; esses ainda têm possibilidade de fazer penitência, se logo se arrependerem, e sua morada será na torre. Se levarem demasiado tempo para fazerem penitência, irão morar nas muralhas; se não fizerem penitência, também eles já terão perdido a vida. Aqueles que devolveram os ramos dois terços verdes e no resto secos, são aqueles que renegaram de diversas formas. Muitos deles fizeram penitência e foram morar na torre. Outros se afastaram definitivamente de Deus; esses perderam definitivamente a vida. Alguns deles duvidaram e provocaram discórdia; estes ainda têm possibilidade de fazer penitência, se a fizerem logo, sem persistir em seus prazeres. Mas, se eles se obstinarem em suas ações, estarão trabalhando para a própria morte.” CAPÍTULO 75 “Aqueles que devolveram ramos com dois terços secos e no resto verdes, são os que foram fiéis, mas que se enriqueceram e adquiriram honra entre os pagãos. Revestiram-se de grande orgulho, tornaram-se arrogantes, abandonaram a verdade e se separaram dos justos. Ao contrário, conviveram com os pagãos, e esse caminho lhes pareceu mais agradável. Eles não se afastaram de Deus, permaneceram na fé, mas não praticaram as obras da fé. Muitos deles fizeram penitência e tiveram sua morada na torre. Outros, convivendo inteiramente com os pagãos e arrastados pelas suas glórias vãs junto aos pagãos, afastaram-se de Deus e praticaram as obras dos pagãos; esses foram contados como pagãos. Outros entre eles ficaram na dúvida, porque não esperavam mais ser salvos, por causa das ações que haviam praticado. Outros ainda, não só duvidaram, mas fomentaram divisões entre si. Para esses indivíduos e para aqueles que permaneceram na dúvida por causa de suas ações, ainda há possibilidade de penitência. Mas a sua penitência deve ser r ápida, para que a morada deles seja dentro da torre. Para os que não fazem penitência, mas permanecem nos seus prazeres, a morte está próxima.” CAPÍTULO 76 “Os que devolveram ramos verdes, mas com a ponta seca e fendida, são os que sempre foram bons, fiéis e gloriosos junto de Deus, mas pecaram um pouco, por leve concupiscência e leves rancores mútuos. Depois de ouvirem minhas palavras, a maioria deles arrependeu-se logo, e tiveram sua morada na torre. Alguns duvidaram, e outros, por causa de sua dúvida, promoveram maiores divisões. Estes ainda têm esperança de penitência, pois sempre foram bons; é difícil que um deles morra. Aqueles que devolveram seus ramos secos e com uma pequenina parte verde, são os que apenas creram, mas praticaram as obras da iniqüidade. Nunca se afastaram de Deus, levaram com alegria o Nome, e receberam com alegria os servos de Deus em sua casa. Ouvindo o anúncio desta penitência, arrependeram-se sem hesitação e praticam toda a virtude da justiça. Alguns até sofrem e são atribulados com alegria, pois conhecem as ações que praticaram. A morada de todos esses será na torre.” CAPÍTULO 77 Quando terminou de explicar acerca de todos os ramos, o pastor me disse: “Vai e dize a todos que façam penitência, e viverão em Deus. De fato, o Senhor teve compaixão, e me enviou para oferecer a ocasião de penitência a todos, embora alguns, por causa de suas obras, sejam indignos da salvação. O Senhor, porém, é paciente e quer que o chamado feito pelo Filho não seja invalidado.” Eu lhe disse: “Senhor, espero que, depois de ouvir essas coisas, todos farão penitência. Estou persuadido de que cada um, conhecendo suas ações e temendo a Deus, faça penitência.” Ele me respondeu: “Todos os que se arrependerem do fundo do coração, se purificarem dos pecados anteriormente assinalados e não acrescentarem mais nada a seus pecados, receberão do Senhor a cura de seus pecados passados, se não duvidarem a respeito desses mandamentos; então eles viverão em Deus. Todos aqueles, porém, que aumentarem seus pecados e caminharem nas paixões deste mundo, se condenarão à morte. Quanto a ti, caminha segundo os meus mandamentos e viverás em Deus. Do mesmo modo, aquele que andar no caminho dos mandamentos e os praticar retamente, viverá em Deus.” Depois de meter mostrado tudo isso, ele me disse: “O resto, eu te explicarei dentro de poucos dias.” NONA PARÁBOLA CAPÍTULO 78 Depois que escrevi os mandamentos e as parábolas do pastor, anjo da penitência, ele veio a mim e disse: “Quero te mostrar tudo o que te mostrou o Espírito Santo, que te falou na figura da Igreja. Esse Espírito é o Filho de Deus. Estavas muito fraco na carne e, por isso, não te foi revelado por meio de anjo. Contudo, quando ficaste fortalecido pelo Espírito e tu mesmo tiveste a força para poderes ver um anjo, então te foi revelada, por meio da Igreja, a construção da torre. Viste bem e santamente, qual uma virgem, todas as coisas. Agora, graças a um anjo, vês por meio do próprio Espírito. E preciso que compreendas tudo, por meu intermédio, de modo mais preciso. O anjo glorioso me conferiu a missão de habitar em tua casa, para que vejas tudo com coragem, e não mais com apreensão, como antes.” Então me transportou para a Arcádia, sobre um monte de forma cônica. Fez-me sentar no topo da montanha, e me mostrou uma grande planície e, ao redor da planície, outras doze montanhas, cada uma com aspecto diferente. A primeira era negra como fuligem; a segunda, seca e sem vegetação; a terceira, cheia de espinhos e cardos; a quarta, com vegetação meio seca, verde na parte de cima e seca junto às raízes; quando o sol brilhava, parte da vegetação secava. A quinta montanha era muito rochosa, mas tinha vegetação verde. A sexta montanha estava cheia de fendas, algumas pequenas, outras grandes; nas fendas havia vegetação, mas não era muito verdejante: parecia antes estar murcha. A sétima montanha tinha vegetação cheia de viço e a montanha toda era exuberante; todas as espécies de rebanhos e aves se alimentavam sobre a montanha e, quanto mais os rebanhos e aves comiam, tanto mais a vegetação brotava da montanha. A oitava montanha estava cheia de fontes, e todas as espécies da criação do Senhor vinham beber nessas fontes da montanha. A nona montanha não tinha água nenhuma, e estava completamente deserta; havia nela animais selvagens e répteis mortíferos, que provocam a morte dos homens. Na décima montanha havia árvores gigantes e estava coberta de sombras; debaixo das sombras estavam deitadas muitas ovelhas, que repousavam e ruminavam. A décima primeira montanha era coberta de árvores, as quais eram frutíferas e carregadas de frutas de toda espécie, e quem as via, desejava comê-las. A décima segunda montanha era inteiramente branca; seu aspecto era muito exuberante, e a montanha em si mesma era belíssima. CAPÍTULO 79 No meio da planície, ele me mostrou uma grande rocha branca que se erguia da planície. Era mais alta que as montanhas, e quadrada, de modo a conter o mundo inteiro. A rocha era antiga, e havia nela uma porta escavada, que parecia ter sido escavada recentemente. Resplandecia mais do que o sol, e eu me maravilhava com tal esplendor. Ao redor da porta estavam doze virgens. As quatro que havia nos cantos me pareciam mais gloriosas, mas as outras o eram também. As virgens estavam nos quatro lados da porta, duas a duas, à meia distância das quatro primeiras. Vestiam túnica de linho, belamente cingidas, com o ombro direito descoberto, como para transportar algum peso. Estavam prontas, alegres e animadas. Vendo isso, fiquei admirado pelas coisas grandes e gloriosas que via. Além disso, fiquei perplexo com essas virgens, que eram delicadas, mas que se comportavam virilmente, como se devessem sustentar todo o céu. Então o pastor me disse: “Em que estás pensando, preocupando-te e causando tristeza a ti mesmo? As coisas que não consegues compreender, não as trates como se fosses inteligente. Pede antes ao Senhor que te dê inteligência para compreender essas coisas. Não podes ver o que está atrás de ti, mas vês o que está diante de ti; não te atormentes pelo que não podes ver. Procura dominar as coisas que vês, e não te angusties com o resto. Explicarei tudo o que te vou mostrar. Vê, portanto, o resto.” CAPÍTULO 80 Então vi que haviam chegado seis homens altos, gloriosos e de aspecto semelhante. Chamaram uma multidão de homens. Estes recém-chegados eram de grande estatura, muito belos e fortes. Os seis homens lhes deram ordens de construir uma torre sobre a rocha. Os homens que vieram construir a torre fizeram então grande tumulto, correndo de cá para lá ao redor da porta. As virgens que estavam ao redor da porta diziam aos homens que apressassem a construção da torre. Elas estendiam as mãos, como se devessem receber alguma coisa dos homens. Os seis homens ordenaram que subissem pedras de um abismo e se colocassem na construção da torre. Então subiram dez pedras quadradas e brilhantes, não lavradas. Os seis homens chamaram as virgens e lhes disseram que carregassem todas as pedras que haviam de entrar na construção da torre, que as passassem através da porta, e entregassem aos homens que iriam construir a torre. As virgens então carregaram sobre si, mutuamente, as dez primeiras pedras que haviam subido do abismo, e as transportaram juntas, pedra por pedra. CAPÍTULO 81 Elas carregavam as pedras na mesma ordem em que estavam ao redor da porta: as virgens que pareciam vigorosas, se colocavam nos ângulos da pedra; as outras se colocavam dos lados. E assim carregavam todas as pedras, passando pela porta, conforme lhes fora ordenado, e as entregavam aos homens na torre, os quais recebiam as pedras e construíam. A torre era construída sobre a grande rocha e em cima da porta. As dez pedras foram então ajustadas e cobriram toda a rocha, tornando-se, desse modo, o alicerce da construção da torre. A rocha e a porta suportavam toda a torre. Depois das dez pedras, subiram do abismo outras vinte e cinco. Elas também foram ajustadas à construção, carregadas pelas virgens como as anteriores. Depois, subiram trinta e cinco pedras, que foram igualmente ajustadas à torre. A seguir, subiram outras quarenta pedras, e todas foram também empregadas na construção da torre. Desse modo, formaram-se quatro camadas no alicerce da torre. Pararam então de subir do abismo, e os construtores descansaram um pouco. Depois, os seis homens ordenaram à multidão numerosa que trouxesse pedras das montanhas, a fim de construir a torre. Eram trazidas de todas as montanhas, de cores variadas, lavradas pelos homens, e entregues às virgens, as quais as transportavam pela porta e as entregavam para a construção da torre. Quando essas pedras de cores diferentes eram colocadas na construção, tornavam-se igualmente brancas, mudando as cores precedentes. Algumas pedras eram entregues aos homens para a construção, mas não se tornavam brilhantes; continuavam tais como eram antes, pois não tinham sido entregues pelas virgens, nem tinham passado pela porta. Tais pedras, portanto, destoavam na construção da torre. Os seis homens viram que essas pedras destoavam na construção, e ordenaram que fossem retiradas, levadas para baixo, para o lugar de onde tinham sido transportadas. Então disseram aos homens que transportavam as pedras: “De modo nenhum, não entregueis vós mesmos pedras aos construtores. Colocai-as perto da torre, para que as virgens, fazendo-as passar pela porta, as entreguem para a construção. Com efeito, se elas não passarem a porta pelas mãos das virgens, não poderão mudar suas cores. Portanto, não vos afadigueis em vão.” CAPÍTULO 82 Terminou naquele dia o trabalho de construção, mas a torre não ficou concluída. Devia-se retomar a construção, mas houve uma pausa. Os seis homens mandaram que todos os construtores se retirassem um pouco e descansassem; às virgens, porém, ordenaram que não se afastassem da torre. Parecia-me que as virgens foram deixadas aí para guardá-la. Depois que todos se retiraram para descansar, eu perguntei ao pastor: “Senhor, por que não foi terminada a construção da torre?” Ele respondeu: “A torre não pode ser terminada enquanto o seu proprietário não vier examinar a construção, para trocar as pedras que estiverem corroídas. A torre foi construída segunda a vontade dele.” Eu então pedi: “Senhor, desejaria saber o que significa a construção da torre e a rocha, a porta, as montanhas, as virgens e as pedras que subiram do abismo, porque não foram lavradas, mas entraram na construção tais quais eram. Também desejaria saber por que primeiro foram postas no alicerce dez pedras, depois vinte e cinco, trinta e cinco, e quarenta. E também o que significam as pedras que entraram na construção e depois foram logo retiradas e recolocadas em seu lugar. Senhor, tranqüiliza a minha alma sobre tudo isso, e explica-me tudo.” Ele respondeu: “Se tua curiosidade não for considerada vã, conhecerás tudo. Daqui a poucos dias voltaremos aqui, e verás o resto do que acontecerá a esta torre, e saberás completamente todas as parábolas.” Poucos dias depois, voltamos ao lugar onde estivéramos sentados, e ele me disse: “Vamos até à torre, pois o proprietário virá examiná-la.” Então fomos até à torre, e perto dela não havia absolutamente ninguém, exceto as virgens. O pastor perguntou às virgens se o proprietário da torre estava aí, e elas responderam que ele chegaria para examinar a construção. CAPÍTULO 83 Eis que pouco depois vejo um cortejo de muitos homens chegando, e no meio deles um homem tão alto que ultrapassava a torre. Os seis homens que trabalharam na construção caminhavam com ele à direita e à esquerda, e todos os que trabalharam na construção estavam com ele, e muitos outros, gloriosos, ao seu redor. As virgens que guardavam a torre correram ao seu encontro, o beijaram e começaram a caminhar com ele ao redor da torre. Esse homem examinava minuciosamente a construção, a ponto de apalpar pedra por pedra; com um bastão na mão, batia em cada uma das pedras da construção. À medida que batia nelas, algumas ficavam negras como fuligem; outras, corroídas, ou fendidas, ou mutiladas, ou nem brancas nem negras; outras, desiguais, já não se harmonizavam com as demais pedras; e outras ainda, cheias de manchas. Tais foram as variedades de pedras achadas inúteis para a construção. E ele ordenou retirá-las todas da torre, colocá-las junto dela e trazer outras para substituí-Ias. Os construtores lhe perguntaram de qual montanha ele queria que tirassem as pedras para colocar no lugar das outras. Ele ordenou que fossem tiradas, não das montanhas, mas de uma planície vizinha. Cavou-se então a planície e foram encontradas pedras brilhantes, quadradas, e algumas redondas. Todas as pedras encontradas nessa planície foram trazidas, e as virgens as transportaram através da porta. As pedras quadradas foram lavradas e colocadas no lugar das que tinham sido tiradas; as redondas não foram colocadas na construção, porque eram duras, e o trabalho de lavrá-las era lento. Foram colocadas perto da torre, pois deviam ser lavradas para serem colocadas na construção, já que eram muito brilhantes. CAPÍTULO 84 Terminando isso, o homem glorioso e senhor de toda a torre chamou o pastor e lhe entregou todas as pedras que se achavam perto da torre e que foram tiradas da construção, e lhe disse: “Limpa cuidadosamente todas essas pedras, e emprega na construção da torre as que se ajustam às outras; as que não se ajustarem, atira-as para longe da torre.” Depois de ordenar isso ao pastor, foi embora, acompanhado de todos os que tinham vindo com ele; as virgens, porém, permaneceram ao redor da torre, para guardá-la. Eu perguntei ao pastor: “Como podem essas pedras, que foram rejeitadas como indignas, voltar à construção da torre?” Ele me respondeu: “Vês estas pedras?” Eu disse: “Sim, senhor, estou vendo.” Ele continuou: “Lavrarei a maior parte delas e as empregarei na construção, e elas se ajustarão às outras.” Eu perguntei: “Senhor, como poderão, depois de esquadradas, preencher o mesmo lugar?” Ele me respondeu: “As que forem achadas pequenas serão colocadas no interior da construção; as maiores serão colocadas no lado externo e sustentarão as outras.” Dito isso, continuou: “Vamos embora. Dentro de dois dias voltaremos, limparemos essas pedras e as colocaremos na construção. E preciso limpar tudo ao redor da torre, pois, se o proprietário vier de improviso e encontrar tudo sujo ao redor da torre, ficará irritado. Nesse caso, essas pedras não entrariam na construção da torre, e aos olhos do proprietário eu pareceria negligente.” Dois dias depois, voltamos à torre e ele me disse: “Examinemos todas as pedras e vejamos quais delas podem entrar na construção.” Eu respondi: “Sim, senhor, vamos examiná-las”. CAPÍTULO 85 Para começar, examinamos primeiro as pedras negras. Da forma como foram retiradas da torre, assim as encontramos. O pastor ordenou que fossem levadas embora da torre e colocadas à parte. Depois, examinou as corroídas. Pegou muitas delas, lavrou-as e ordenou que as virgens as levantassem e as colocassem na construção. As virgens as levantaram e as colocaram no interior da construção da torre. Ele ordenou então que as restantes fossem colocadas com as pretas, pois elas também foram encontradas pretas. Em seguida, examinou as fendidas. Lavrou muitas e mandou que as virgens as levassem para a construção. Puseram-nas, porém, no lado externo, pois eram mais sólidas. As outras, como tinham muitas fendas, não puderam ser lavradas e, por isso, foram excluídas da construção da torre. Examinou depois as mutiladas. Entre elas se encontraram muitas pedras pretas, e algumas com grandes fendas, e ele mandou que também essas fossem colocadas com as rejeitadas. Quanto às restantes, ele as limpou, lavrou e mandou colocar na construção. As virgens as levantaram e as ajustaram no meio da construção, pois eram muito fracas. Depois, examinou as meio brancas e meio pretas, e muitas delas foram encontradas pretas. Mandou que também essas fossem levantadas e colocadas junto com as que tinham sido rejeitadas. Todas as outras foram levantadas pelas virgens. Como eram brancas, foram ajustadas à construção pelas próprias virgens. Foram postas no lado externo da muralha, pois foram encontradas sólidas, de modo que podiam sustentar as que eram colocadas no meio. Nada foi cortado delas. Em seguida, examinou as que eram duras e ásperas, e algumas delas foram rejeitadas; não era possível lavra-las, porque eram muito duras. As outras foram lavradas, levantadas pelas virgens, e ajustadas no interior da construção da torre, pois eram mais fracas. Em seguida, ele examinou as que tinham manchas, e delas poucas ficaram pretas e foram rejeitadas com as outras. As que restaram foram encontradas brilhantes e sólidas, ajustadas pelas virgens à construção; foram colocadas no lado externo, porque eram resistentes. CAPÍTULO 86 Em seguida, ele foi examinar as pedras brancas e redondas, e me disse: “Que faremos com essas pedras?” Eu respondi: “Que sei eu, senhor?” (Ele continuou:) “Não tens nenhuma idéia sobre isso?” Eu respondi: “Senhor, não conheço esse ofício, não sou talhador de pedras, nem consigo entender nada.” Ele continuou: “Não vês que elas são redondas e que, se eu quiser deixá-las quadradas, será preciso cortar bastante? Contudo, é preciso que algumas delas entrem na construção.” Eu perguntei: “Senhor, se é necessário, por que te preocupas? Por que não escolhes para a construção aquelas que preferes e as ajustas na construção?” Ele escolheu as maiores e mais brilhantes delas, e as lavrou. As virgens as levantaram e as ajustaram CurtirCurtir
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            é só piada aqui

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      • EDMILSON disse:

        MEU AMIGO KIM OLHA B]VOCÊ ESTÁ LENDO MUITAS FABULAS EM QUADRINHOS INVENTADAS POR HISTORIADORES AMERICANOS QUE SÃO PAGOS PELA MÍDIA PROTESTANTE PARA ADULTERAR ESCRITOS E FAZER LAVAGEM CEREBRAL EM LEIGOS COMO VOCÊ

        FOI COMO TODO PROTESTANTE SÃO INFELIZES AO AFIRMAREM TANTAS ASNEIRAS COMO ESSAS SEM FONTE HISTÓRICA SEM TESTEMUNHAS OCULARES SEM FATOS VERÍDICOS E SEM NENHUMA LOGICA SOBREMANEIRA.

        ESSES TIPOS DE COMENTÁRIOS KIM SÃO BARATOS CONTRADITÓRIOS DE SEMI ANALFABETOS SEM NENHUM CONHECIMENTO HISTÓRICO

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        • Kim disse:

          Edmilson,não preciso recorrer muito a história secular,vou apenas indagá-lo sobre um ponto da doutrina.
          João Batista disse: eu vos batizo com água,mas após mim virá aquele que batizará com fogo. Jesus certa vez ensinou que para entrar no reino dos céus era necessário nascer da água e do espírito (João 3:5) Como deve ser feito o batismo? (Quando bebê,adulto,totalmente submerso ou não?). E o que significa BATIZAR COM FOGO ou NASCER DO ESPÍRITO? De acordo com sua Santa Igreja,quando isso (batizar com fogo ou nascer do espírito) acontece no batismo tradicional católico?

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          • Helen disse:

            Caro Kim,

            O batismo católico é o batismo bíblico do Cristão, sem tirar nem por!
            O problema aqui é o seguinte; vcs que rejeitam o batismo infantil esquecem que qdo os apóstolos saíram pelo mundo pregando a fé ensinada por Cristo, tal e qual comandado por ele, tinham que fazê-lo aos homens e mulheres à quem pregavam, adultos portanto. Era o primeiro passo da Igreja, que acabara de nascer. Assim, aqueles que acreditavam, eram batizados e como no antigo Testamento, entravam na aliança, a Nova, pelo Batismo que era, na verdade a confissão e profissão de fé. O Batismo como S. Paulo disse, é o sinal da adesão à Nova Aliança, pelo qual tornamo-nos parte do Corpo de Cristo, por isso ele o compara com a circuncisão, que era o sinal de adesão da velha aliança.

            Agora, uma vez batizado, o cristão piedoso, tal e qual a tradição judia, estendia à toda sua família aquilo que havia adquirido para si; ou seja, adesão à família de Deus pelo Batismo. Os pais são responsáveis por tomar decisões pelos filhos até que tenham a maturidade necessária para fezê-lo por si mesmos. Assim, tanto a bíblia indica, qto a história confirma – nas inúmeras provas arqueológicas – que a criança era batizada desde o nascimento, para assim fazer parte da nova Aliança. Esse é batismo da (Re)generação – ou do nascer de novo.

            1215. Este sacramento é também chamado «banho da regeneração e da renovação no Espírito Santo» (Tt 3, 5), porque significa e realiza aquele nascimento da água e do Espírito, sem o qual «ninguém pode entrar no Reino de Deus» (Jo 3, 5).

            O cristão batizado no Santa Igreja recebe então a confirmação desse batismo qdo atinge a Idade da razão. Dá-se a crisma. Os dons do Espírito Santo são dispensados ao cristão de acordo com a vontade de Deus, causando desde a conversão interior, como o fervor na fé e piedade que leva à uma vida santa, ao que chamamos Graça Santificante. Isso é infundido por Deus no Cristão e significa uma verdadeira benção na vida do fiel. O sr se refere ao batizar com fogo e nascer no Espírito não acontece, necessariamente no batizado convencional, mas como disse, de acordo com a vontade de Deus, sua hora e tempo, na vida do Cristão.

            Leia aqui o que diz a Igreja:

            O BAPTISMO NA IGREJA

            1226. Desde o dia de Pentecostes que a Igreja vem celebrando e administrando o santo Baptismo. Com efeito, São Pedro declara à multidão, abalada pela sua pregação: «convertei-vos e peça cada um de vós o Baptismo em nome de Jesus Cristo, para vos serem perdoados os pecados. Recebereis então o dom do Espírito Santo» (Act 2, 38). Os Apóstolos e os seus colaboradores oferecem o Baptismo a quem quer que acredite em Jesus: judeus, pessoas tementes a Deus, pagãos (25). O Baptismo aparece sempre ligado à fé: «Acredita no Senhor Jesus e serás salvo juntamente com a tua família», declara São Paulo ao seu carcereiro em Filipos. E a narrativa continua: «o carcereiro […] logo recebeu o Baptismo, juntamente com todos os seus» (Act 16, 31-33).

            1227. Segundo o apóstolo São Paulo, pelo Baptismo o crente comunga na morte de Cristo; é sepultado e ressuscita com Ele:

            «Todos nós, que fomos baptizados em Cristo Jesus, fomos baptizados na sua morte. Fomos sepultados com Ele pelo baptismo na morte, para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova» (Rm 6, 3-4) (26).

            Os baptizados «revestem-se de Cristo» (27). Pelo Espírito Santo, o Baptismo é um banho que purifica, santifica e justifica (28).

            1228. O Baptismo é, pois, um banho de água, no qual «a semente incorruptível» da Palavra de Deus produz o seu efeito vivificador (29). Santo Agostinho dirá do Baptismo: «Accedit verbum ad elementum, et fit sacramentam – Junta-se a palavra ao elemento material e faz-se o sacramento» (30).

            UMA MARCA ESPIRITUAL INDELÉVEL…

            1272. Incorporado em Cristo pelo Baptismo, o baptizado é configurado com Cristo (80). O Baptismo marca o cristão com um selo espiritual indelével («charactere») da sua pertença a Cristo. Esta marca não é apagada por nenhum pecado, embora o pecado impeça o Baptismo de produzir frutos de salvação (81). Ministrado uma vez por todas, o Baptismo não pode ser repetido.

            1273. Incorporados na Igreja pelo Baptismo, os fiéis receberam o carácter sacramental que os consagra para o culto religioso cristão (82). O selo baptismal capacita e compromete os cristãos a servir a Deus mediante uma participação viva na santa liturgia da Igreja, e a exercer o seu sacer­dócio baptismal pelo testemunho duma vida santa e duma caridade eficaz (83).

            1274. O «selo do Senhor» («dominicus character») (84) é o selo com que o Espírito Santo nos marcou «para o dia da redenção» (Ef 4, 30) (85). «O Baptismo é, efectivamente, o selo da vida eterna» (86). O fiel que tiver «guardado o selo» até ao fim, quer dizer, que tiver permanecido fiel às exigências do seu Baptismo, poderá partir «marcado pelo sinal da fé» (87), com a fé do seu Baptismo, na expectativa da visão bem-aventurada de Deus – consumação da fé – e na esperança da ressurreição.

            Eu recomendo que você leia o que diz a Igreja e se tiver dúvida, volte aqui com as perguntas relevantes. Eu e os outros teremos prazer em ajudar!!

            Leia mais sobre o batismo católico aqui

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          • EDMMILSON disse:

            KIM, VOCÊ RECORRA A HISTÓRIA, PRA QUE VOCÊ QUE CONHECE HISTÓRIA FALSIFICADA, INVENTADA POR SEUS LÍDERES, PROTESTANTES, CONTA OUTRA.

            KIM SAIBA, QUE SUAS HERESIAS, SUAS LOROTAS E SEUS PONTOS DE VISTA SÓ SERVEM MESMO PARA DIVIDIR O PODRE DO PROTESTANTISMO. VAI ESTUDAR KIM, PARA ANTES NÃO COMETER ERROS E CONTRADIÇÕES. PRIMEIRO, SE VOCÊ CONHECESSE A PATRÍSTICA NÃO SERIA PROSTESTANTE, QUE NEM SABE O QUE É A CIÊNCIA DA HISTÓRIA PRIMITIVA, QUE ESTUDA AS TESTEMUNHAS OCULARES.

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          • EDMILSON disse:

            MEU CARO KIM, EU FAÇO UM DESAFIO A VOCÊ E AO TIAGO:
            EU APOSTO COM VOCÊ, 100 MIL REAIS COM ASSINATURA EM CARTÓRIO COM CARIMBO E TUDO DE QUE ESSAS PAPAGAIADAS DE VOCÊ DIZER QUE FOI CONSTANTINO QUE FUNDOU A IGREJA CATÓLICA NÃO EXISTE NA HISTÓRIA DOS FATOS, E OUTRA, CONSTANTINO SÓ TEVE UM HISTORIADOR EM VIDA E ELE SE CHAMA EUSÉBIO DE CESAREIA, NASCIDO NO ANO 265. DEIXA DE SER RIDÍCULO, KIM.

            ME TRAGA DOCUMENTOS E PROVAS, NÃO ME VENHA COM SITES PROTESTANTES E ADULTERAÇÕES. ISSO É FEIO E PECADO. CRIME QUE TINHA QUE DAR CADEIA E MULTA.

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            • Helen disse:

              Caro Edmilson,

              Estou trabalhando para agrupar seus artigos na nova página sobre Patrística que pretendo adicionar ao blog. Peço que aguarde alguns dias até que possa fornecer links dos seuscomentário direto à cada tópico dentro da página de patrística.

              Desde já, agradeço pela valiosa contribuição!

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          • EDMILSON disse:

            KIM, SAIBAS QUE O BATISMO INFANTIL AGRADA A DEUS?

            VEJA OS SEUS ERROS.

            Mateus 19

            14. Disse-lhes Jesus: Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham.
            Kim lendo esse pequeno versículo já podemos concluir que: Jesus Cristo jamais impediu que as crianças participassem da graça Divina, sendo assim, aqueles que impedem ou não permitem que as crianças participem da graça Divina está cometendo um sacrilégio contra Jesus Cristo.

            Kim vocês hereges protestante, conhecidos como os sofistas filhos da rebelião de Lutero não permitem que as crianças participem da graça Divina do Batismo, ou seja, vocês protestantes estão na contra mão das Leis Divinas.

            Os argumentos usados por vocês hereges para justificar esse sacrilégio satânico são os mais “chulos e ridículos” existentes dentro do protestantismo Kim,

            Seus argumentos são:
            • Uma criança não possui consciência para aceitar Jesus Cristo e receber seu Batismo.
            • Uma criança não possui pecados para serem redimidos e por isso não podem ser Batizadas.
            • A Bíblia não mostra nenhum tipo de Batismo infantil.

            Começando pelo primeiro argumento, notamos certo preconceito por parte desses hereges, percebesse que na ideologia protestante Deus faz acepção de pessoas, ou seja, Deus classifica e separa aqueles que possuem o direito de receber o seu Batismo e aqueles que não possuem qualidade para recebê-lo; o que contraria todas as Escrituras Sagradas.
            Eclesiástico 35
            15. Nada esperes de um sacrifício injusto, porque o Senhor é teu juiz, e ele não faz distinção de pessoas.
            16. O Senhor não faz acepção de pessoa em detrimento do pobre, e ouve a oração do ofendido.
            17. Não despreza a oração do órfão, nem os gemidos da viúva.
            Agora observem as Palavras Divinas para aqueles que fazem a acepção de pessoas.
            Malaquias 2
            9. Por isso, eu vos tornei desprezíveis e abjetos aos olhos de todo o povo, porque não guardastes os meus mandamentos e fizestes acepção de pessoas na aplicação da lei.
            Não podemos deixar de colocar as palavras de São Paulo.
            Romanos 2
            11. Porque, diante de Deus, não há distinção de pessoas.
            Também São Tiago Bispo de Jerusalém nos adverte sobre esse sacrilégio.
            Tiago 2
            9. Mas se vos deixais levar por distinção de pessoas, cometeis uma falta e sereis condenados pela lei como transgressores.
            Eu ti pergunto Kim? Será mesmo que Deus faz essa distinção ou acepção de pessoas “adultos e crianças” para receber o seu Batismo? Eu não creio nisso, até porque seria uma total contradição entre os preceitos Divinos.

            Bem, esse sacrilégio protestante é cometido justamente por uma falta de inspiração Divina na interpretação das Sagradas Escrituras, eles se justificam em um único versículo totalmente isolado.
            Marcos 16
            16. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.
            E mais Kim Segundo os exegetas protestantes, esse versículo isolado justifica a heresia satânica de proibir o Batismo infantil, pois nesse versículo diz: “Quem crer e depois quem for Batizadoserá salvo”.

            Então segundo esses hereges o fato do “Crer” aparecer antes do “Batismo” ninguém poderá receber o Batismo sem Crer no nome de Jesus Cristo, ou seja, na visão humana e material protestante uma criança em sua inocência não possui capacidade de “Crer” por isso está privado de seu Batismo; está ai a acepção de pessoas.
            Agora Kim imagine se Jesus Cristo tivesse dito assim: “Aquele que comer arroz, feijão e fazer exercícios terá uma boa saúde”. Na visão desses hereges ninguém mais poderia fazer exercícios sem antes comer arroz e feijão, até parece loucura Kim, mas é exatamente esse tipo de interpretação que vocês protestantes fazem deturpando as Escrituras Sagradas.

            Então Kim vou levar em consideração a interpretação herética sua e vou ti mostrar que mesmo dentro dessa sua interpretação você comete um sacrilégio contra Jesus Cristo, e mais segundo a sua visão humana e materialista de não aceitar que uma criança não possui em sua inocência a qualificação necessária para crença Divina, então Kim eu vou colocar a visão Espiritual Divina dentro das Sagradas Escrituras. Observe as Palavras de Jesus Cristo sobre as “Crianças de Peito”.
            Mateus 21
            16. Disseram-lhe eles: Ouves o que dizem eles? Perfeitamente, respondeu-lhes Jesus. Nunca lestes estas palavras: Da boca dos meninos e das crianças de peito tirastes o vosso louvor (Sl 8,3)?
            É Kim só aqui acaba com qualquer justificação protestante contra o Batismo infantil, Jesus Cristo foi bem claro ao dizer: “Das Crianças de peito tirastes o vosso louvor”. Em outra tradução está escrito assim: “Das Crianças de peito tirastes o perfeito louvor”.
            Agora kim, eu vou mostrar para você a visão material e humana protestante e a visão Divina de Jesus Cristo.
            • Na visão humana uma criança não possui consciência para crença Divina.
            • Na visão Divina uma criança de peito possui o perfeito louvor.
            Kim me diga Será que vocês protestantes conseguem entender o sentido espiritual desse termo “perfeitos louvor?” Creio que não, para entender isso, primeiro tem que se possuir a inspiração do Espírito Santo e esses hereges estão bem longe de possuir tal inspiração.
            Terminando o primeiro argumento concluo que vocês protestantes cometem dois sacrilégios:
            Primeiro vocês fazem acepção de pessoas (preconceito).

            Segundo eles retiram o perfeito louvor da inocência das crianças.
            Agora KIm o Segundo argumento é totalmente ridículo, segundo você e os protestantes de vim afirmar que uma criança está impedida de receber o seu Batismo por não possuir pecados Kim, isso é astúcia de satanás no meio protestante, imagine você: Um pai e uma mãe chegando nesses pastores e pedindo para esses pastores concederem a Graça do Batismo ao seu filho querido e esses pastores pregando que essa Criança teria que cometer um pecado primeiro, se não ela não teria o direito de ser Batizada?

            Kim Eu responderia com duas perguntas antes de mandar esses pastores irem para o inferno, as perguntas seriam: Qual pecado Jesus Cristo cometeu para ser batizado? E se meu filho não cometer nenhum pecado em sua vida terrena estará privado do Batismo e da Salvação?

            É KIM Eu duvido que esses pastorem me responderiam.
            Agora essa de que não se pode Batizar por não ter pecados é uma ação maligna de satanás dentro do protestantismo, alguém em plena sã consciência dentro da sã doutrina pode imaginar Deus querendo que alguém cometa pecados para participar da Graça Divina? Quem gosta do pecado se chama Lúcifer e não Jesus Cristo.
            Agora Kim vamos voltar à introdução do tópico e o versículo citado por mim.
            Mateus 19
            14. Disse-lhes Jesus: Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque oReino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham.
            Agora aqui Kim:Temos que observar duas coisas nesse pequeno versículo; primeiro Jesus Cristo pede para não impedir que as crianças cheguem até a ele, sabendo que o Espírito Santo é o consolador (Presença Divina) até a volta de Jesus Cristo não podemos impedir que uma criança chegue até o Espírito Santo de Deus, isso é lógica, segundo Jesus Cristo diz que o Reino dos Céus é para aqueles que se “assemelham a uma criança”, ou seja, não é uma criança que precisa se tornar um adulto para receber o seu Batismo e sim um adulto que precisa se tornar como uma criança para assim receber o seu Batismo.
            Concluindo:
            Um adulto que em sua infância não pode receber o seu Batismo, porque não existia o Batismo como era o caso dos primeiro Cristãos ou porque seus pais sofreram a lavagem cerebral protestantes, precisam voltar a possuir a inocência e a pureza de uma criança para receber o seu Batismo, ou seja, precisa se arrepender de seus pecados.
            Uma criança que já nasceu dentro do berço Cristão e por consequência da sua inocência já possui a pureza em seu coração junto de seus perfeitos louvores, tem todo o direito de receber o seu Batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; assim da mesma forma que Jesus Cristo pediu para deixar ir a ele as crianças também devemos deixá-las irem até o Espírito Santo de Deus que nos consola até a volta de Nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.
            Observem as palavras de São Pedro:
            Atos 2
            38. Pedro lhes respondeu: Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.
            39. Pois a promessa é para vós, para vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, nosso Deus.
            Só nesse texto São Pedro acaba com qualquer heresia protestante.
            Primeiro ele pede para que os pais se arrependam e sejam Batizados.
            Segundo ele diz que a promessa do Batismo é para os pais e seus filhos e todos aqueles que são chamados, ou seja, é para um pai de família se arrepender e voltar ter a pureza de uma criança, se Batizar, e depois Batizarem seus filhos também, pois a promessa não foi feita apenas para os adultos, a promessa foi feita para os adultos e para as crianças que também foram chamadas por Jesus Cristo.
            Não podemos deixar de relatar outras grandes importâncias do Batismo, pois além de ser uma Graça Divina o Batismo é um selo da Nova Aliança, ou seja, quem é Batizado está selado como membro da Nova Aliança assim como era a circuncisão no (AT); São Paulo deixa bem claro que o Batismo veio para substituir a circuncisão.
            Colossenses 2
            11. Nele também fostes circuncidados com circuncisão não feita por mão de homem,mas com a circuncisão de Cristo, que consiste no despojamento do nosso ser carnal.
            12. Sepultados com ele no batismo, com ele também ressuscitastes por vossa fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos.
            Nesse texto São Paulo deixa bem claro que o Batismo no (NT) e o selo da Nova Aliança assim como era a circuncisão no (AT), sendo assim, jamais poderemos negar o Batismo a uma criança, pois a circuncisão era concedida aos filhos dos Judeus no oitavo dia de seu nascimento.
            Outra grande importância é a purificação do “pecado original ou pecado de morte de Adão”, São Paulo no livro de Romanos explica que todo o gênero humano herda o pecado original de Adão no momento de seu nascimento.
            Romanos 5
            12. Por isso, como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim a morte passou a todo o gênero humano, porque todos pecaram…
            Toda a Criança nasce pagã e herda essa mancha de pecado, isso é fato, no entanto todo o gênero humano necessita da salvação desse pecado e São Paulo no próximo capitulo do mesmo livro nos ensina a como imputar esse “pecado original”.
            Romanos 6
            3. Ou ignorais que todos os que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte?
            4. Fomos, pois, sepultados com ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova.
            5. Se fomos feitos o mesmo ser com ele por uma morte semelhante à sua, sê-lo-emos igualmente por uma comum ressurreição.
            6. Sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que seja reduzido à impotência o corpo (outrora) subjugado ao pecado, e já não sejamos escravos do pecado.
            Concluído, São Paulo nesses dois textos explica que todo o homem nasce machado pelo “pecado original”, ou seja, todo o homem nasce ADÃO privado do paraíso e através do “Batismo” esse homem que nasceu com a macha de Adão e privado do paraíso morre e renasce um novo homem, agora o homem reconciliado com Deus e não mais privado do paraíso, sem a mancha do pecado original e totalmente puro para entrar no mundo segundo a Graça Divina.
            Preste a atenção povo protestante, uma criança sem Batismo é:
            • Uma criança manchada pelo pecado original.
            • Sem o selo da Nova Aliança.
            • Privada do paraíso.
            • Não reconciliada com Deus.
            É Kim como eu tenho pena de um pai e uma mãe que pela ignorância adquirida pela lavagem cerebral negam o Batismo a seus filhos, ai de vocês se um de seus filhos morre sem o Batismo e machada pelo “pecado original”, na Bíblia Sagrada há uma condenação para esse tipo de sacrilégio e essa condenação é:
            Prestem a atenção nas palavras de Jesus Cristo.
            Mateus 18
            6. Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim,melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar.
            Observe Kim: o homem que faz uma criança cair no pecado, melhor morrer afogado e agonizando no fundo do mar, você pode até me perguntar: o que isso tem a ver com o Batismo? Eu respondo: o pai e a mãe que privam seus filhos do Batismo e os deixam no “pecado original” um pecado não cometido, porém é um pecado contraído, pagarão por isso; negar a Graça Divina do Batismo a seus filhos é deixá-los permanecer com esse pecado e sendo seus pais os responsáveis por seus filhos, serão os pais que receberão o castigo caso aconteça algo com seus filhos.
            É exatamente por causa do “pecado original” (pecado esse que priva o homem do paraíso), que Jesus Cristo diz a Nicodemos:
            João 3
            3. Jesus replicou-lhe: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus.
            4. Nicodemos perguntou-lhe: Como pode um homem renascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no seio de sua mãe e nascer pela segunda vez?
            5. Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus.
            6. O que nasceu da carne é carne, e o que nasceu do Espírito é espírito.
            7. Não te maravilhes de que eu te tenha dito: Necessário vos é nascer de novo.
            Jesus Cristo foi bem claro, quem não nascer de novo (Água e Espírito) não poderá entrar no Reino de Deus, ou seja, está privado do paraíso. (Ele não fez distinção de adultos e crianças).
            Por que estará privado do Reino de Deus? Simples: por que todo o gênero humano nasce manchando pelo pecado original ou pecado de Adão.
            E como renascer na Água e no Espírito? Simples: através do Batismo.
            Para entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo, seja uma criança ou um adulto.
            O terceiro argumento é mais ridículo do que o primeiro e o segundo juntos, os hereges dizem que não Batizam as Crianças simplesmente por que nas Escrituras Bíblicas não aparece explicitamente uma criança sendo Batizada, então eles concluíram que os Apóstolos negavam o Batismo as crianças, se for por isso os hereges também deixarão de usar a Bíblia, pois Kim não existe um versículo onde um Apostolo diz usar uma Bíblia, ou deixarão de acreditar que o Discípulo Amado era São João, pois não existe um só versículo que afirme ser São João o Discípulo Amado.

            voltando ao assunto Kim,saibas que para entender os Escrito Bíblico temos que levar em consideração a época e a cultura em que esses livros foram escritos, os Escritos Bíblicos contam a historia Apostólica até 70 D.C, é lógico que uma Igreja nascente entre 30 a 40 anos de vivencia poucas pessoas já eram Batizadas, por isso a grande quantidade de relatos dos adultos sendo Batizados, a Igreja estava nascendo, era normal que os primeiros Batizados fossem os adultos principalmente o “pai” que era a coluna da família, jamais os Apóstolos iriam Batizar uma criança no qual seus pais não eram convertido e não eram Batizados, por esse motivo os primeiro relatos Bíblicos dão ênfase ao Batismo dos pais e como diz São Pedro em (Atos 2-,38,39) ele pede para que os pais se Batizem e depois Batizem os seus filhos.
            Outra consideração a fazer é a questão cultural no qual os livros Bíblicos foram escritos, dentro da cultura Hebraica o “pai” era o alicerce da casa, ou seja, o ênfase da família geralmente era em torno do “pai” (figura masculina) é só observar a genealogia de Jesus Cristo e ver que Mateus o fez levando em consideração a descendência dos pais (figura masculina) o mesmo se da em torno do Batismo, podemos não ler claramente na Bíblia uma criança sendo Batizada, porém encontramos nos livros Bíblicos vários textos onde diz que: “O pai foi batizado e depois TODA a sua família”.
            Por ex: temos o famoso caso do carcereiro da Macedônia.
            Atos 16
            31. Disseram-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família.
            32. Anunciaram-lhe a palavra de Deus, a ele e a todos os que estavam em sua casa.
            33. Então, naquela mesma hora da noite, ele cuidou deles e lavou-lhes as chagas.Imediatamente foi batizado, ele e toda a sua família.
            Foi Batizado ele (o carcereiro) e TODA a sua família, meus irmãos, temos que entender melhor o significado dessa palavra (TODA).
            Se eu possuo 20 corpos e entre eles existem alguns que são grandes, outros médios e outros pequenos e digo: “TODOS os copos estão cheios de água”, é porque todos eles sem exceção estão cheios de água, é simples, tanto os grandes quando os pequenos receberam a sua quantidade de água até estarem completamente cheios; o mesmo acontece com o texto Bíblico citado por mim, se no texto diz que TODA a família do carcereiro foi Batizada é porque todos sem exceção foram Batizados, seja adultos, crianças ou recém nascidos.
            Agora Kim se o Batismo infantil fosse proibido com certeza haveria alguma citação Bíblica relatando tal proibição, no texto citado por mim São Luca teria feito a exceção dizendo: “Foi Batizado ele e todos os adultos de sua família”.
            Agora Kim veja aqui alguns escritos dos Pais da Santa Igreja.
            Orígenes (185-255).
            Escreve: “A igreja recebeu dos Apóstolos a tradição de dar batismo também aos recém-nascidos”. (Epist. ad Rom. Livro 5,9).

            Cipriano (258 d.C).
            Escreve: “Do batismo e da graça não devemos afastar as crianças “. (Carta a Fido)
            E mais uma vez a mentira contada pelo meu caro Kim acaba.

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          • EDMILSON disse:

            KIM E CONSTANTINO E O EDITO DE MILÃO KKKKKKKKK

            Romanos 13
            1. Cada qual seja submisso às autoridades constituídas, porque não há autoridade que não venha de Deus; as que existem foram instituídas por Deus.
            2. Assim, aquele que resiste à autoridade, opõe-se à ordem estabelecida por Deus; e os que a ela se opõem, atraem sobre si a condenação.
            3. Em verdade, as autoridades inspiram temor, não porém a quem pratica o bem, e sim a quem faz o mal! Queres não ter o que temer a autoridade? Faze o bem e terás o seu louvor.
            OLHA KIM.

            Esse tópico será dedicado ao famoso “Edito de Milão” no qual foi uma graça alcançada pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana e que foi transformado em desgraça pelos hereges protestantes, alias os rebelados sempre transformaram “graça em desgraça” o mesmo eles fazem com o primado de São Pedro, eles querem transformar a graça que São Pedro recebeu de Jesus Cristo em uma desgraça para assim justificar suas heresias em torno da Santa Divisão Desgraçada Protestante.

            Porém Kim não irei me desviar sobre o assunto do “Edito de Milão”, vou colocar aqui as acusações e calunias protestantes a respeito dessa graça alcançada pela Santa Igreja Católica.
            Calunias:

            A Igreja Católica nasceu depois do Edito de Milão e foi fundada por Constantino.
            A Igreja Católica sofreu influencia do paganismo depois do Edito de Milão.
            O Edito de Milão paganizou todo o Cristianismo com o concilio de Nicéia.
            Antes do Edito de Milão a Igreja era apenas Igreja Primitiva.
            Antes do Edito de Milão a Igreja e os Cristãos viviam apenas com a Bíblia.

            Bem, essas são as principais calunias protestantes a respeito do “Edito de Milão”. Porém eu vou acabar com algumas dessas heresias facilmente, pois antes do Edito de Milão a Igreja Católica já existia, mas a Bíblia não.
            Bem aqui estão as provas de que a Igreja Católica existia desde o século I.
            Inácio de Antioquia em 107 D.C:
            “Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA”
            (Epístola aos Esmirnenses c 8, 2).
            São Policarpo:
            “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”.
            “fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra”
            (c. 8).
            São Clemente:
            “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensino, como os Docetas e Hematistas“.
            (Stromata 1.7. c. 15).
            Observem que todos esses documentos são do século I e do inicio do século II, agora eu lanço um desafio a esses rebelados:
            Mostre-me uma fonte documental datado dos séculos I, II e III que tenha definido um cânon Bíblico com 66 livros como eles acreditam?
            Jamais irão me mostrar, pois o primeiro cânon Bíblico nasceu no século IV com 73 livros e depois do “Edito de Milão”.
            Voltando ao “Edito de Milão” eu vou mostrar a todos os leitores que o “Edito de Milão” foi uma graça alcançada pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana única de Jesus Cristo, onde depois de três séculos a Santa Igreja conseguiu finalmente sair das catacumbas de Roma e pregar o Evangelho de Jesus Cristo sem receios, perseguições e açoites cometidos por aqueles que não eram adeptos do Cristianismo; bem meus irmãos podemos comparar o “Edito de Milão” ao “Edito de Ciro” Rei da Pérsia.
            Esdras 1
            1. No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a profecia posta pelo Senhor na boca de Jeremias, o Senhor suscitou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual mandou fazer em todo o seu reino, de viva voz e por escrito, a proclamação seguinte:
            2. Assim fala Ciro, rei da Pérsia: o Senhor, Deus do céu, deu-me todos os reinos da terra, e encarregou-me de construir-lhe um templo em Jerusalém, que fica na terra de Judá.
            3. Quem é dentre vós pertencente ao seu povo, que seu Deus o acompanhe, suba a Jerusalém que fica na terra de Judá e construa o templo do Senhor, Deus de Israel, o Deus que reside em Jerusalém.
            4. Que todos os sobreviventes (de Judá) onde quer que residam, sejam providos pelos habitantes da localidade onde se encontrarem, de prata, ouro, cereais e gado, bem como de oferendas voluntárias para o templo do Deus que reside em Jerusalém.
            Agora eu pergunto aos rebelados:
            Por um acaso o judaísmo nasceu a partir do “Edito de Ciro”?
            Assim iremos mostrar todos os acontecimentos que levou “Constantino” a enviar o “Edito de Milão” e mostra que além de ser uma graça alcançada pela Santa Igreja Católica até os protestantes devem ao “Edito de Milão”.
            Edito de Milão:
            Édito de Milão, março de 313.

            “Nós, Constantino e Licínio, Imperadores, encontrando-nos em Milão para conferenciar a respeito do bem e da segurança do império, decidimos que, entre tantas coisas benéficas à comunidade, o culto divino deve ser a nossa primeira e principal preocupação. Pareceu-nos justo que todos, os cristãos inclusive, gozem da liberdade de seguir o culto e a religião de sua preferência. Assim Deus que mora no céu ser-nos-á propício a nós e a todos nossos súditos. Decretamos, portanto, que não, obstante a existência de anteriores instruções relativas aos cristãos, os que optarem pela religião de Cristo sejam autorizados a abraçá-las sem estorvo ou empecilho, e que ninguém absolutamente os impeça ou moleste… . Observai outrossim, que também todos os demais terão garantia a livre e irrestrita prática de suas respectivas religiões, pois está de acordo com a estrutura estatal e com a paz vigente que asseguremos a cada cidadão a liberdade de culto segundo sua consciência e eleição; não pretendemos negar a consideração que merecem as religiões e seus adeptos. Outrossim, com referência aos cristãos, ampliando normas estabelecidas já sobre os lugares de seus cultos, é-nos grato ordenar, pela presente, que todos que compraram esses locais os restituam aos cristãos sem qualquer pretensão a pagamento… [as igrejas recebidas como donativo e os demais que antigamente pertenciam aos cristãos deviam ser devolvidos. Os proprietários, porém, podiam requerer compensação.]
            Use-se da máxima diligência no cumprimento das ordenanças a favor dos cristãos e obedeça-se a esta lei com presteza, para se possibilitar a realização de nosso propósito de instaurar a tranquilidade pública. Assim continue o favor divino, já experimentado em empreendimentos momentosíssimos, outorgando-nos o sucesso, garantia do bem comum.”
            Observem que os preceitos dos “Edito de Milão” não foi funda uma Igreja e sim dar liberdade Religiosa a Igreja Cristã já existente assim como todas outras Religiões, ou seja, cada cidadão se encontrava na liberdade de seguir sua orientação Religiosa (Seja Cristão ou não) da maneira que lhe parecer melhor.
            O que isso tem a ver com as acusações protestantes mencionados no inicio do tópico? Respostas: NADA.
            Agora iremos colocar no tópico a visão de quem viveu a época, nada melhor do que Euzébio de Cesaráia para nos ensinar tudo sobre a graça alcançada pela Santa Igreja junto ao “Edito de Milão”.
            Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X Capitulo V).
            “1. Bem, mas no que segue, citemos também as traduções das disposições imperiais de Constantino e de Licínio, traduzidas do latim.”
            CÓPIA DAS DISPOSIÇÕES IMPERIAIS TRADUZIDAS DO LATIM.
            “2. Ao considerar, já há tempo, que não se há de negar a liberdade da religião, mas que se deve outorgar à mente e à vontade de cada um a faculdade de ocupar-se dos assuntos divinos segundo a preferência de cada um, tínhamos ordenado aos cristãos que guardassem a fé de sua escolha e de sua religião.
            3. Mas como ocorreu que naquele decreto em que aos mesmos se outorgava semelhante faculdade parece que se acrescentavam claramente muitas e diversas condições, talvez se desse que alguns deles foram pouco depois violentamente afastados da dita observância.
            4. Quando eu, Constantino Augusto, e eu, Licínio Augusto, nos reunimos felizmente em Milão e nos pusemos a discutir tudo o que importava ao proveito e utilidade públicas, entre as coisas que nos pareciam de utilidade para todos em muitos aspectos, decidimos sobretudo distribuir umas primeiras disposições em que se asseguravam o respeito e o culto à divindade, isto é, para dar, tanto aos cristãos quanto a todos em geral, livre escolha para seguir a religião que quisessem, com o fim de que tanto a nós quanto aos que vivem sob nossa autoridade nos possam ser favoráveis a divindade e os poderes celestiais que existam.
            5. Portanto, foi por um saudável e retíssimo arrazoamento que decidimos tomar esta nossa resolução: que a ninguém se negue em absoluto a faculdade de seguir e escolher a observância ou a religião dos cristãos, e que a cada um se dê a faculdade de entregar sua própria mente à religião que creia que se adapta a ele, a fim de que a divindade possa em todas as coisas outorgar-nos sua habitual solicitude e benevolência.
            6. Assim era natural que déssemos por decreto o que era de nosso agrado: que, suprimidas por completo as condições que se continham em nossas primeiras cartas a tua santidade acerca dos cristãos, também se suprimisse tudo o que parecia ser inteiramente sinistro e alheio a nossa mansidão, e que agora cada um dos que sustentam a mesma resolução de observar a religião dos cristãos, observe-a livre e simplesmente, sem impedimento algum……………..
            9. Mas, além disto, em atenção às pessoas dos cristãos, decidimos também o seguinte: que seus lugares em que anteriormente tinham por costume reunir-se e acerca dos quais já em carta anterior enviada a tua santidade havia outra regra, delimitada para o tempo anterior, se parecer que alguém os tenha comprado, seja de nosso tesouro público, seja de qualquer outro, que os restitua aos mesmos cristãos, sem reclamar dinheiro nem compensação alguma, deixando de lado toda negligência e todo equívoco, E se alguns, por acaso, os receberam como doação, que estes mesmos lugares sejam restituídos o mais rapidamente possível aos mesmos cristãos………………..”
            Bem meus Irmãos:
            Nessa primeira parte do documento podemos entender que Constantino não se colocar como Cristão (Até o momento), ele fala dos Cristãos em terceira pessoa como se ele não fizesse parte desse Grupo Religioso, observamos novamente ele dando liberdade Religiosa não só aos Cristãos como também as demais Religiões existentes naquele momento, assim ele restitui a Igreja Católica todos os lugares onde os Cristãos se reuniam no inicio do Cristianismo em Roma.
            Alguém leu ai alguma coisa sobre (Constantino funda uma Igreja)?
            Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X Capitulo V).
            CÓPIA DE OUTRA DISPOSIÇÃO IMPERIAL QUE TAMBÉM FOI TOMADA ASSINALANDO QUE A DOAÇÃO FOI FEITA SOMENTE À IGREJA CATÓLICA.
            “15. “Saúde, estimadíssimo Anulino. É costume de nossa benevolência o seguinte: que nós não somente queremos que não se cause dano ao que precisamente pertence ao direito alheio, mas que inclusive se restitua, estimadíssimo Anulino.
            16. Daí que queiramos que, ao receber esta carta, se, em cada cidade ou inclusive em outros lugares, alguns destes bens pertenciam à Igreja católica dos cristãos e agora os detenham cidadãos ou outras pessoas, faças com que ditos bens sejam restituídos imediatamente à mesmas igrejas, posto que decidimos que precisamente aquilo que as ditas igrejas possuíam antes seja restituído a seu direito.
            17. Por conseguinte, já que tua santidade está comprovando que a ordem deste nosso comando é evidente, apressa-te para que tudo, sejam jardins, casas ou qualquer outra coisa que pertença ao direito das ditas igrejas, seja-lhes restituído o mais rapidamente possível, de sorte que chegue a nosso conhecimento que aplicaste a esta nossa ordem a mais escrupulosa obediência. Que tudo te vá bem, estimadíssimo e mui querido Anulino.”
            Bem meus Irmãos:
            Essa foi uma carta envida a um Bispo da África no qual Constantino restituía os bens da Igreja Católica (Observem que ele cita Igreja Católica como se já existisse) tomada no período da perseguição.
            Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X Capitulo V).
            CÓPIA DE UMA CARTA IMPERIAL, PELA QUAL MANDA QUE SE REÚNA UM CONCÍLIO DE BISPOS EM ROMA, SOBRE A UNIDADE E A CONCÓRDIA DA IGREJA.
            “18. “Constantino Augusto a Milcíades, bispo dos romanos, e a Marcos: Muitos importantes documentos me têm sido enviados da parte do ilustríssimo procônsul da África Anulino, nos quais se menciona que o bispo da cidade dos cartagineses Ceciliano é acusado de muitas coisas por alguns de seus colegas com sede na África, e a mim me parece sumamente grave que nestas províncias, que a divina providência voluntariamente confiou a minha solicitude e nas quais é muito numerosa a população, encontre-se uma multidão persistindo no pior, como se estivesse dividida, e que entre os próprios bispos existam diferenças.
            19. Pelo que, decidimos que o próprio Ceciliano, com dez bispos dos que parecem acusá-lo e outros dez que ele mesmo possa crer necessários para sua própria causa, embarque para Roma e ali, estando vós presentes – assim como também vossos colegas Retício, Materno e Marino, aos quais mandei por esta causa apressarem-se a ir a Roma -, possa ser ouvido, o que se ajusta, como sabes, à lei augustíssima.
            20. Mesmo assim, para que possais ter acerca de todos estes assuntos um conhecimento completo, anexo a minha carta as cópias dos documentos que me enviou Anulino e remeto-os também a vossos colegas anteriormente citados. Quando os lerdes, vossa firmeza decidirá de que maneira haverá que examinar com o maior escrúpulo a dita causa e dar-lhe fim conforme o direito, posto que não vos é ocultado que estou dispensando à legítima Igreja católica um respeito tão grande que por nada do mundo quero que permitais cisma ou divisão em lugar algum. Que a divindade do grande Deus vos guarde por muitos anos, estimadíssimo.”
            Bem meus Irmãos:
            Essa foi uma carta de Constantino envida aos Papa Miliciades transmitido um cisma que estava acontecendo entre os Bispos da África, no qual ele reconhece a autoridade da Cátedra de Roma e pede para o Santo Padre tomar a melhor decisão segundo as Leis Divinas e por “Admiração” a Igreja Católica não gostaria de ver cismas e divisões em toda Igreja.
            Sendo assim Constantino recebe também graças Divinas pela sua atitude em favor da Santa Igreja Católica, depois de um certo tempo Licínio se voltou contra Constantino e contra Deus e os Cristãos, viveu seus últimos dias em volta de uma perturbação demoníaca e entre suas loucuras declarou guerra a Constantino e Deus retribuiu a Constantino toda sua misericórdia diante desse atribulado em seu Reinado; Para saber melhor como Deus foi justo com Constantino iramos colocar os relatos narrados por Euzébio de Cesaréia.
            Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X CapituloIX).
            “1. “A este, por conseguinte, foi que Deus outorgou desde cima, como fruto digno de sua piedade, o troféu da vitória contra os ímpios. Em troca, precipitou o criminoso com todos seus conselheiros e amigos aos pés de Constantino.
            2. Efetivamente, tendo aquele feito avançar seus atos até extremos de loucura, o imperador amigo de Deus concluiu que já era insuportável. Fazendo seu cálculo prudente e somando a sua humanidade a firmeza do juiz, decide acudir em socorro dos que sofriam sob o tirano. Desembaraçou-se de alguns breves contratempos e pôs-se em movimento para recobrar a maior parte do gênero humano.
            3. Até então, efetivamente, havia utilizado com ele somente a humanidade, e havia-se compadecido de quem não era digno de compaixão, sem proveito nenhum, já que o outro não se afastava de sua maldade, antes até, aumentava ainda mais sua raiva contra as nações submetidas e já não deixava nenhuma esperança de salvação para os maltratados, tiranizados como estavam por uma fera espantosa.
            4. Por isto, juntando seu ódio ao mal com seu amor ao bem, o defensor dos bons avança junto com seu filho Crispo, humaníssimo imperador, estendendo sua destra salvadora a todos os que pereciam. Logo, como se tivessem guias e como aliados a Deus, rei universal, e a seu Filho, salvador de todos, pai e filho, ambos de uma vez, separam em círculo sua formação contra os inimigos de Deus e conseguem para si uma fácil vitória, já que Deus lhes dispôs tudo no confronto conforme seu plano.
            5. Efetivamente, de súbito e com mais rapidez do que se diz, os que ontem e anteontem respiravam morte e ameaça, já não existiam; nem de seus nomes havia memória; suas imagens e monumentos recebiam seu merecido desdouro, e o que em outro tempo Licínio contemplou com seus próprios olhos nos ímpios tiranos, isto mesmo ele sofreu em pessoa, por não arrepender-se nem corrigir-se ante os castigos de seus vizinhos. Depois de compartir com estes o mesmo caminho da impiedade, caiu merecidamente no mesmo precipício que eles.
            6. Mas, enquanto ele jazia prostrado desta maneira, Constantino, o vencedor máximo, que sobressaía em toda virtude religiosa, e seu filho Crispo, imperador amado de Deus e semelhante em tudo a seu pai, recobraram o familiar Oriente e apresentavam reunido em um, como antigamente, o governo romano, conduzindo sob a paz de ambos a terra toda, desde o sol nascente, em círculo por uma e outra parte do orbe habitado, e pelo norte e o meio dia, até o limite extremo do Ocidente.
            7. Em conseqüência, eliminava-se de entre os homens todo medo aos que antes os pisoteavam, e em troca, celebravam-se brilhantes e concorridos dias de solenes festas. Tudo explodia de luz. Os que antes andavam cabis-baixos olhavam-se mutuamente com rostos sorridentes e olhos radiantes, e pelas cidades, assim como pelos campos, as danças e os cantos glorificavam em primeiríssimo lugar o Deus rei e soberano de tudo – porque isto haviam aprendido -, e em seguida o piedoso imperador, junto com seus filhos amados por Deus.
            8. Havia perdão dos males antigos e esquecimento de toda impiedade; gozava-se dos bens presentes e esperavam-se os vindouros. Por conseguinte, estendiam-se por todo lugar disposições do vitorioso imperador cheias de humanidade e leis que levavam a marca da munificência e verdadeira piedade.
            9. Expurgada assim, realmente, toda tirania, o império que lhes correspondia reservava-se seguro e indiscutível somente para Constantino e seus filhos, os quais, depois de eliminar do mundo antes de tudo o ódio a Deus, conscientes dos bens que Deus lhes havia outorgado, tornaram manifesto seu amor à virtude, seu amor a Deus, sua piedade para com Deus e sua gratidão, mediante obras que realizavam publicamente à vista de todos os homens.”

            E assim termina toda a Historia do “Edito de Milão” a graça alcançada pela Santa Igreja Católica e a burrice do meu caro Kim e seus rebelados protestantes.”

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          • EDMILSON disse:

            KIM VOCÊ CONHECE LUTERO O PAI DAS HERESIAS.

            Meu caro nessa pagina, colocarei tópicos rápidos e curtos sobre heresias protestantes.

            Existe um livro chamado “Conversas à Mesa” onde é apresentado algumas anotações do Reformador Martinho Lutero.

            Cristo Adúltero:
            “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer” (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

            Lutero blasfema:
            “Deus est stultissimus”( Lutero, Conversas à Mesa, ed Weimar, N* 963, Vol. I , p. 487. Apud Franz Funck Brentano op. cit. p. 147). Lutero concluia: “Deus age sempre como um louco” (Franz Funck Brentano, Martim Lutero, p. 111). Cadernos pessoais de Lutero recentemente descobertos estudados pelo Padre Theobald Beer que publicou um livro sobre o tema Lutero afirma que Cristo é, simultaneamente, Deus e satanás, o bem e o mal… Lutero exibe um dualismo gnóstico e herético. Os protestantes desconhecem os escritos de Lutero. Os poucos Pastores que conhecem esses textos buscam esconder essas tais frases. Lutero culpava Deus por todos os crimes da história, e dizia que Judas não tinha opção, não podia deixar de trair o Cristo, o mesmo com Adão. Deus determinava quem seria pecador. Anotações “esquecidas” Sobre a Missa: “Quando a missa for revirada, acho que nós teremos revirado o papado! Porque é sobre a missa, como sobre uma rocha, que o papado se apóia totalmente, com seus mosteiros, seus bispados, seus colégios, seus altares, seus ministérios e sua doutrina…Tudo isto desabará quando desabar sua missa sacrílega e abominável” (Lutero). (Père Barrielle, Avant de mourir, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983 – ).

            Sobre o Ofertório:
            “Segue toda esta abominação à qual se submete tudo aquilo que precede. É o que denominamos de Ofertório, e tudo, nele, exprime a oblação” (Lutero). (Henri Charlier, La messe ancienne et la nouvelle D.M.M., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983).

            Sobre o Cânon:
            “Este abominável cânon, que é uma coletânea de lacunas lodosas;… fez-se, da Missa, um sacrifício; acrescentaram- se os ofertórios. A Missa não é um sacrifício ou a ação de um sacrificador. Olhemo-la como sacramento ou como testamento. Chamemo-la de benção, eucaristia, ou mesa do Senhor, ou Ceia do Senhor ou Memória do Senhor”(Lutero). (Luther, Sermon du 1er dimanche de lAvent, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi Daniel Raffard de Brienne – 1983).

            Sobre a tática a seguir, para a implantação da sua nova missa:
            “Para chegar segura e felizmente ao objetivo, é preciso conservar algumas cerimônias da antiga missa, para os fracos, que poderiam se escandalizar com mudanças demasiadamente bruscas” (Lutero). (Père Barrielle, La messe catholique est-elle encore permise?, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
            “O padre pode, muito bem, atuar de tal modo que o homem do povo ignore sempre a mudança realizada e possa assistir a missa, sem encontrar com o que se escandalizar” (Lutero). (Jacques Maritain, Trois Réformateurs, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).

            Sobre o sacerdócio:
            “Que loucura querer monopolizá-lo para alguns” (Lutero). (Para ele o sacerdócio não era restrito aos padres, mas compartilhado por todos os fiéis). (Léon Cristiani, Du luthéranisme au protestantisme, 1910, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).

            Sobre seu comportamento:
            “Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão freqüentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar”. É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso” (Lutero). (Marie Carré, Jai choisi lunité – D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).

            “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo” (Lutero). (Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira). (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et lheure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).

            Sobre a Igreja:
            “Se nós condenamos os ladrões à fôrca, os assaltantes ao cadafalso, os hereges à fogueira, por que não recorremos, com todas as nossas armas, contra esses doutores da perdição, esses cardeais, esses papas, toda essa seqüela da Sodoma romana, que não para de corromper a Igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos no seu sangue?”(Lutero). (Hartmann Grisar, Martin Luther – La vie et son oeuvre – 2ª ed. – Ed. P . Lethielleuz – Paris -1931).

            Sobre Deus: (Até sobre Deus???)
            “Certamente Deus é grande e poderoso, e bom e misericordioso, e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido” (Lutero). (Id. Propos de Tables – no. 963, ed. De Weimar, I , 487).

            Sobre Nosso Senhor Jesus Cristo:
            “Pensais, sem dúvida que o beberrão Cristo, tendo bebido demais na última Ceia, aturdiu os discípulos com vã tagarelice?”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – pg. 135)
            “Cristo cometeu adultério pela primeira vez, com a mulher da fonte, de que nos fala S. João. Não se murmurava em torno dele: «Que fêz, então com ela?» Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 ) “

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          • EDMILSON disse:

            KIM LEIA O QUE ESCREVEU O PAPA DA IGREJA CATÓLICA DE NOME URBANO 1 ELE É MUITO ANTES DE CONSTANTINO TER NASCIDO
            Urbano I FOI papa d bis Igreja Católica Anos empresá ósmio 222 E 230, N º s tempos do Imperador Alexandre Severo. Nesta carta, Urbano exorta OS Fieis a perseverarem não Antigo traje da posse Comum de Bens Entre OS Cristão e explica a Prática dos Fiéis doarem Bens à Igreja um parágrafo que Clero de e Manutenção DOS IRMÃOS MAIS Necessitados. Em Outro Ponto, Fundamenta a primazia da sé episcopal NAS Igrejas. ConVida also a considerar e respeitar o Juízo fazer sobre como bispo PESSOAS POR tidas perigosas Pará uma COMUNIDADE.

            Urbano, bispo, um de Todos os cristãos: na santificação do Espírito, EM obediência e aspersão do Sangue de Cristo Nosso Senhor, eu vos saúdo.
            Convém uma de Todos os cristãos, MEUS Bem-amados Irmãos, imitar AQUELE Cujo Nome receberam. “De Que servir, Irmãos” – Diz o apóstolo São Tiago – “Que hum Homem Que diga TEM FE, SE NAO TEM Obras?” [Tg 2,14]. “Irmãos: Não queiram Ser, muitos de Vos, mestres, sabendo Que receberão uma condenação Maior, Ja Que los muitas Coisas ofendemos a todos” [Tg 3,1-2].”Deixai Que AQUELE Que E sabio e dotado de Sabedoria Entre Vos, mostre o Que Ensina los SUAS Ações realizadas com a humildade da Sabedoria” [Tg 3,13].
            I. Uma Vida em Comum ea Razão Pela Qual a Igreja começou um PROPRIEDADES possuir
            Sabemos Que VOCES NAO ignoram Que ATÉ Hoje em Dia o Princípio de Viver com TODAS como Coisas los Comum TEM vigorado Entre OS bons cristãos e, Pela Graça de Deus, permanece Sendo ASSIM, Entre sobretudo aqueles Que FORAM escolhidos Pará uma messe que Senhor, Isto É E, OS Clérigos, tal Como lemos nn Atos dos Apóstolos: “Uma Multidão dos Fiéis tinha hum Só Coração e UMA Só alma, e ninguem dizia Que QUALQUÉR Coisa Que possuía era indignação, mas tinha [ESSA Multidão] TODAS como Coisas los Comum. E, com grande vigor, OS apóstolos davam Testemunho da Ressurreição de Jesus fazer senhor de e Graça Abundante havia enguias empresá TODOS. tambem ninguem Entre enguias passava POR Necessidade, POIs de Todos os Que Possuíam terras UO casas, como vendiam, traziam o valor e Seu AOS Pés dos Apóstolos, ea Distribuição Feita era um CADA PESSOA SEGUNDO SUAS Necessidades E José, Chamado Barnabé pelos apóstolos – Que significa o. “Filho da Consolação” -, Levita hum Natural do Chipre, como vendeu e depositou o valor Seu AOS Pés dos Apóstolos ” [No 4,32-37]; ISSO e continuação ASSIM. E POR ISSO E Que OS sumos Sacerdotes E Os Demais, OS levitas EO resto dos Fiéis, perceberam Que era Mais vantajoso se entregassem como Igrejas dirigidas pelos Bispos, como heranças e campos Que iam vendendo, POIs ASSIM poderiam organizar Muito Melhor a Manutenção dos Irmãos nd Fé, e ainda com Mais como PROPRIEDADES Rendas Das fazer com Que o Dinheiro Que conseguiriam Caso um vendessem; IstoÉ vale Nao apenas par o Presente, Como also parágrafo OS tempos Futuros, POIs se começou a consignar como Igrejas-Maes um e Propriedade como Que terras iam vender, Passando-se o parágrafo MoDo de Viver com como rendas destas.
            II. Como Pessoas e OS OSU los Relação como eclesiásticas PROPRIEDADES E Os Invasores destas
            Em acréscimo, como PROPRIEDADES Que Possuíam varias paróquias FORAM AOS entegues Bispos, Que mantêm o de carga dos apóstolos. ISTOÉ ASSIM ATÉ Hoje e DEVE continuar ‘Ser um Semper ASSIM, não Futuro. Dessas possessões, OS Bispos E Os Fiéis, Que São SEUS administradores, devem satisfazer uma de Todos os Que desejam ter Vida em Comum, gerenciando como Necessidades da Melhor maneira Possível, de Tal Sorte Que ninguem SEJA encontrado Passando enguias Necessidade entre. Por ESSA Razão, como possessões dos Fiéis São also chamadas oblações, POIs Que São oferecidas AO Senhor. Nao devem, POIs, sor desviadas parágrafo other OSU alheios AOS pretendidos Pela Igreja, EM de benefício dos Irmãos cristãos Anteriormente mencionados e dos Pobres, POIs These São como oferendas dos Fiéis, Dinheiro da Recompensa [Pela Remissão] dos Pecados, patrimônio dos Pobres doados AO Senhor pelos propósitos JÁ mencionados.
            Porem, se alguem agir de MoDo Outro – Que Deus o permita NAO! -, Que tome Cuidado parágrafo NAO vir a receber uma condenação Aplicada Ananias e Safira um; culpável de sacrilégio Como FORAM aqueles Que mentiram sobre o preco da Propriedade, Como lemos NA CITADA Passagem Anteriormente nn Atos dos Apóstolos: “Um Homem Chamado Ananias, com Safira, SUA Esposa, vendeu SUA possessão, porem reteve UMA Parte fazer preco com o consentimento previo de SUA Esposa; Trouxe UMA Parte ea depositou AOS Pés dos Apóstolos EntreTanto, Pedro Disse um Ananias:. “Como te Satanas tentou parágrafo Pelô AO Espírito Santo , retendo contraditório fazer Preco da terra? Ficando com ELA, Nao era Tua? E DEPOIS de vendida, Nao estava um Tua Disposição? POR QUE ISTO concebeste in TEU CORAÇÃO? NAO AOS Homens mentiste, mas a Deus “. Ouvindo E IstoÉ, Ananias Caiu POR terra e expirou E hum grande Temor sobre Veio Todos aqueles Que ouviram These Coisas alguns Logo Jovens prepararam o Seu Corpo EO levaram parágrafo fóruns,…. EO enterraram Approximatif Três Horas DEPOIS, SUA Esposa Entrou sabre SEM Que o havia acontecido Pedro LHE perguntou: “Dize-me:? vendestes Vos o campo Valor Por tal ‘. Disse ELA:.’ Sim, valor Pelo tal ‘entao Pedro LHE Disse:” Como combinastes parágrafo tentar o Espírito de Deus vede:? OS Pés daqueles Que enterraram o TEU Marido estao Chegando à porta e levarão um also E ti ‘. Nesse Instante MESMO, ELA AOS SEUS Pés Caiu e Morreu. E OS Jovens entraram, encontraram uma morta e, levando-a, a enterraram AO Lado fazer Seu Marido. hum grande Temor sobreveio uma Toda a Igreja ea Todos Que ouviram These Coisas “[Em.5,1-11].
            Irmãos: devemos guardar cuidadosamente These Coisas; devemos teme-las grandemente, POIs uma Igreja da Propriedade NAO Pessoal Propriedade E, mas Propriedade Comum, Propriedade Oferecida a Deus; DEVE, POIs, Ser Distribuida com o Mais profundo Espírito de Temor, in Espírito de Fidelidade, SEM Outro Motivo Que OS Acima mencionados, parágrafo Que Nao incorra los culpa de QUEM sacrilégio como desviam das Mãos Pará como cais Quais d’Orsay FORAM consignadas, um Ser Nao Que mereça uma pena de Morte de Ananias e Safira, um Nao Ser que – Que o E ainda Pior – deva se tornar Anátema (VEM, Senhor Jesus!), um Nao Ser Que, ainda Que Seu Corpo Nao caia Morto Como o de Ananias e Safira, SUA alma, Que E Mais Valiosa Que O Corpo, caia morta e SEJA separada da companhia dos Fiéis, profundezas Sendo atirada NAS do Inferno.
            Portanto, Todos devem Prestar Atenção this Problema e velar com Fidelidade, evitando a desonra de tal usurpação, um Nao Que Ser como possessões AOS OSU dedicadas das Coisas sagradas e divinas sejam corrompidas POR QUALQUÉR Que Grupo como invada. E se alguem Fizer ASSIM, entao, apos uma severa Vingança Que corresponde um ESSE crime, o rigor da Justiça DEVE Que Ser empreendido contra tal sacrílego Sera o da condenação à infamia Perpétua: Sera Preso OU POR exilado Toda a Vida SUA, POIs, Segundo o Apóstolo [1Cor.5,5], devemos entregar tal Homem de Satã, e deixar Que Seu Espírito salva SEJA nenhum dia fazer Senhor.
            III. Não Qué si, comunique um Tentativa de um Proibir Igreja Ø Direito de manter PROPRIEDADES
            ASSIM, Pelo Crescimento e MoDo de Vida JÁ mencionados, como Igrejas dirigidas pelos Bispos Tem crescido com a Ajuda do Senhor ea Maior Parte Delas possue, ágora, PROPRIEDADES; Entre ELAS, NAO HÁ UM Só Homem Que, escolhendo uma Vida em Comum, SEJA mantido nd Pobreza, SEM Que receba Todo o necessario do Bispo e de SEUS ministros. Logo, se alguem não Presente Futuro UO não se Levantar contra Isto É tentar desviar These PROPRIEDADES, deixai Que SEJA afligido Pelo Juízo JÁ citado.
            IV. Como SES episcopais
            Adicionalmente, um respeito DO Fato de Que NAS Igrejas dos Bispos se encontram Assentos elevados e Preparados Como tronos, POR Meio dos cais Quais d’Orsay Mostra se o Poder não Exame e fazer Juízo, ea Autoridade parágrafo Ligar e Desligar, eis Que Tudo Isto É FOI deixado Pelo Sr. , POIs o Próprio Senhor Diz não Evangelho: “QUALQUÉR Coisa Que ligares na Terra, Sera ligada não Céu e QUALQUÉR Coisa Que desligares na Terra, Sera desligada não CEU.” [Mt. 18,18]. E, EM Outro Lugar: “Recebam o Espírito Santo A TODO AQUELE Que perdoardes OS Pecados, Estes LHE Serao perdoados; ea TODO AQUELE Que OS reterdes, Estes LHE Serao retidos.” [Jo. 20,22-23].
            V. Ninguem DEVE relacionar-se com aqueles com o bispo QUEM NAO SE relaciona, OU POR receber aqueles elementos excomungados
            These Coisas como temos colocado Diante de Voces, amados, parágrafo Que entendam o Poder dos SEUS Bispos, parágrafo Que reverenciem a Deus Neles e AMEM OS Como SUAS como proprias Almas; parágrafo Que Nao se relacionem com QUEM ELES NAO com aqueles se relacionam, NEM Que recebam aqueles FORAM excomungados enguias POR. Pois o Juízo de hum Bispo DEVE Ser Muito respeitado, ainda Que elementos POSSA julgar alguem injustamente, Nao obstante Seu Dever de Cuidar-se com zelo Maior.
            VI. O Compromisso assumido sem Batismo e se entregaram à OS Vida em Comum
            Exortando a Todos Voces, also admoestamos uma Todos aqueles Que abraçaram a Fé los Cristo, de Cristo Tomando o nomo de cristãos: Não tenham nada de Vão sem VOCES DE Cristianismo, mas mantenham irremovível o Compromisso Que assumiram nenhum batismo, de tal MoDo Que possam Ser encontrados SEM reprovação, semper dignos da Suá presence. E se QUALQUÉR de Voces assumiu a Vida Que possui TODAS como Coisas los Comum, assumindo o voto de Nao possuir QUALQUÉR Propriedade Pessoal, cuide-se parágrafo Nao Fazer va a SUA Promessa, mantendo com a Fidelidade Este Compromisso celebrado com o Senhor, de MoDo Que POSSA merecer parágrafo si MESMO NAO uma condenação, mas uma Recompensa, porqué E Melhor parágrafo hum Homem Nao assumir hum voto DO Que assumi-lo e cumprir o NAO.
            Aqueles Que fizeram hum voto UO tomaram parágrafo si um Fe E NAO guardaram o Seu voto UO permaneceram Fazendo Coisas perversas los SUAS VIDAS Serao castigados com severidade Maior Que aqueles Que passaram SUAS VIDAS SEM UM voto OU SEM morreram Fé, porem NAO SEM Realizar boas Obras . Pará ESTA Finalidade, recebemos de Presente da Natureza UMA Inteligência racional, Além da Renovação fazer Segundo Nascimento, parágrafo Que, Segundo o Apóstolo, saibamos discernir Bem como Coisas do Alto e como Coisas da terra [Col. 3,2], POIs uma Sabedoria deste Mundo necessita de Deus [1Cor.3,19].
            Ora, amadíssimos, parágrafo Que o nn lev a Sabedoria deste Mundo senão parágrafo Buscar más como Coisas, amar como Coisas perecíveis, como abandonar Coisas e estimar saudáveis Como valor SEM como Coisas definitivas?Recomenda O Amor AO DINHEIRO, faça quali si Diz: “O Amor AO DINHEIRO E A Raiz de Todo o mal” [1Tm. 6,10], E Isto É Que Contém Este mal de maneira especial, POIs ainda Que imponha o transitório, esconde da Nossa vista o eterno; e ainda Que saia Em Busca de Coisas externas, Nao observação como Coisas interiores; ainda Que busque Coisas estranhas, Este mal E hum Que se FAZ Estranho parágrafo Consigo MESMO daquele Que o FAZ.
            Observe: o Que impulsiona AO Homem de Sabedoria Mundo deste? A Viver los Prazeres, QUANDO ESTA Dito: “Uma Viúva Que vive los Prazer, ESTA morta ainda Que viva” [1Tm. 5,6]. Impulsiona o Homem uma Alimentar uma carne com OS Mais Suaves deleites, com Pecados, vicios e Paixões, a pressionar a alma com imoderação nd comida e não vinho, parágrafo reprimir a Vida do Espírito de e Mãos POR NAS Inimigo fazer uma espada Que Sera Usada contra Si MESMO.
            Observe: Qual É O Que conselho a Sabedoria deste Mundo oferece? Que aqueles Que São bons deveriam, AO contrario, mal OPTAR PELO; Que, POR UM Erro de mente, deveriam servi zelosos Sendo pecadores; Que Nao deveriam refletir sobre aquela Terrivel Voz de Deus “, QUANDO o mau para Queimado Como uma erva” [ Sal. 92,7].
            VII. A imposição Das Mãos do Bispo
            De Todos os Fiéis devem receber o Espírito Santo apos o batismo Pela imposição das Mãos dos Bispos, de MoDo Que possam Ser plenamente chamados cristãos, Ja Que QUANDO o Espírito Santo derramado sobre E enguias, o Coração crente E preenchido um parágrafo Prudência ea firmeza.
            Recebemos o Espírito Santo parágrafo podermos Ser feitos espirituais, POIs O Homem naturais Nao recebe como Coisas do Espírito de Deus [1Cor. 2,14].Recebemos O Espírito Santo parágrafos podermos servi sábios de e discernirmos empresá O Bem EO mal, Pará amar o justo e detestar o injusto, Assim Como parágrafo Resistir à malícia e AO Orgulho, resistindo AO LUXO de e Diversos atrativos, BEM COMO AOS Desejos impuros de e indignos. Recebemos o Espírito Santo parágrafo Que, acesos com o Amor a Vida EO ardor da Glória, possamos Ser capazes de elevar a Nossa Mente das Coisas terrenas Pará como Coisas celestiais e divinas.
            – Dado NAS Nonas de setembro, Isto É, não fazer quinto dia MESMO MES, Durante o consulado dos ilustríssimos Antonino e Alexandro.

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          • EDMILSON disse:

            Liturgia de São Marcos
            Autor: Evangelhista Marcos (10-65 d.C) e outros ao longo do tempo.
            OLHA KIM ISSO É A PATRÍSTICA A IGREJA CATÓLICA É A ÚNICA IGREJA FUNDADA POR JESUS CRISTO A SE VOCÊ CONHECESSE A GRANDEZA DESSA IGREJA
            Será publicada aqui no dia 6 de Março

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          • EDMILSON disse:

            Kim você conhece o Pastor de Hermas um grandíssimo padre apostólico
            Veja o que ele escreveu (Visões)
            Hermas de Roma (Escrito entre 142 e 155 d.C)

            O link para os textos é este

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          • EDMILSON disse:

            Veja Kim outro escrito do Pastor de Hermas já fala da igreja católica e suas doutrinas
            (Mandamentos)
            Hermas de Roma (Escrito entre 142 e 155 d.C)

            Será publicado amanhã neste link

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        • Kim disse:

          Só para acrescentar,não perguntei se tinha o nome inteiro da Igreja Católica na Bíblia,tenho conhecimento suficiente pra saber que na época que a Bíblia foi escrita não existia Igreja Católica Apostólica Romana,somente a Igreja de Jesus Cristo. A sua santa Igreja existiu como atualmente só depois do ano 325,sob proteção do estado.

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          • Helen disse:

            Kim,

            Esta sua afirmação não tem o suporte da história! Uma simples frase de Ignácio de Antioca – que por acaso foi discípulo de Policarpio, quem conheceu o Apóstolo João pessoalmente – comprova o seu equívoco:

            Onde estiver o bispo, que lá deixe o povo estar, assim como onde Jesus houver de estar, aí está a Igreja Católica.” Santo Inácio, Bispo de Antioquia e Discípulo do Apóstolo João (c. 110 dC)

            S. Ignácio viveu muito antes de Constantino, ainda primeiro século, a quem o Sr e outros não conhecedores da história do Cristianismo erroneamente atribuem a instituição da Igreja Católica.

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          • EDMMILSON disse:

            KIM VEJA O QUE DIZ SÃO CIPRIANO ELE É MUITO ANTES DE CONSTANTINO

            Cipriano (NASCIDO NO ANO 200 CRISTÃ)

            Veja o que ele diz:

            “atrevem-se estes a dirigir-se à cátedra de Pedro, a esta igreja principal de onde se origina o sacerdócio… esquecidos de que OS ROMANOS NÃO PODEM ERRAR NA FÉ”

            (Epist. 59,n.14, Hartel, 683)

            “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.”

            (Epist. 55, n.1, Hartel, 614);

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          • EDMMILSON disse:

            KIM PIADISTA VOCÊ CONHECE O QUARTO PAPA DA IGREJA CATÓLICA ELE NASCEU NO ANO 30 DA ERA CRISTÃ

            VEJA O QUE ELE DIZ:

            São Clemente Romano:
            NASCIDO NO ANO 30 da era cristã.

            “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA

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          • EDMMILSON disse:

            KIM VOCÊ CONHECE SÃO FRUTUOSO ELE É MUITO ANTES DE CONSTANTINO?

            VEJA O QUE ELE DIZ:

            São Frutuoso, martirizado no ano 259, diz:

            É necessário que eu tenha em mente a IGREJA CATÓLICA, difundida desde o Oriente até o Ocidente”. (Ruinart. Acta martyrum pág 192 nº 3).

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          • EDMMILSON disse:

            KIM VOCÊ CONHECE São Policarpo nascido no ano 69 da era cristã?

            ELE É MUITO ANTES DE CONSTANTINO

            VEJA O QUE ELE DIZ EM UMA DE SUAS OBRAS

            “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”.

            “fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra”

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            • Helen disse:

              São Policarpo, como disse em meu comentário em resposta ao Kim foi o mentor de S.Ignácio, quem mais tarde também escreve sobre a Igreja referindo-se a ela como Católica.

              Uma coisa acho interessante; que o protestante tenha tanta dificuldade em entender que não é o nome apenas que define a Igreja Católica, mas sua história, origem e Doutrinas. Se no princípio do Cristianismo os primeiros cristãos não eram chamados Cristãos, mas de judeus seguidores de Jesus o Nazareno – vimos isso na Própria Bíblia em Atos dos Apóstolos – isso não faz deles menos Cristãos do que aqueles que vieram, tanto logo depois, como bem mais tarde, a ser chamados de Cristãos, pois acreditavam na mesma coisa, eram conversos à Fé ensinada pelos Apóstolos e confessavam Jesus Cristo como o Salvador. Assim, eram igualmente Cristãos.

              Ora, mesmo se a Igreja anterior ao Ano 100 dC ainda não tivesse sido notoriamente ou oficialmente chamada de Católica, o que importa é que quando finalmente passou a sê-lo, ela não deixou de pregar aquilo que a primitivíssima fé apostólica ensinava. A Igreja de Cristo era católica e apostólica desde sempre, mesmo se por algum tempo, talvez bem próximo ao seu nascer, não houvesse sido chamado popularmente de Católica – o que aliás S. Paulo indica não ser o caso em uma de suas epístolas

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          • EDMMILSON disse:

            KIM VOCÊ CONHECE SÃO FIRMILIANO MORO NO ANO 268 DA ERA CRISTÃ?
            São Firmiliano, foi bispo de Capadócia, veja o que ele diz assim: “Há uma só esposa de Cristo que é a IGREJA CATÓLICA” (Ep. De Firmiliano nº 14).

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          • EDMMILSON disse:

            kim você conhece São Piônio (morto em 251) nos livros de história da época se lê que Polemon o interroga:

            “— Como és chamado?

            — Cristão.

            — De que igreja?

            — CATÓLICA” (Ruinart. Acta martyrum pág. 122 nº 9).

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            • Helen disse:

              Muito bem lembrado; Edmilson!

              O pior disso é que mesmo com o testemunho das Escrituras, na Epístola de S. Paulo, à Assembleia Universal – Que no Grego lê-se exatamente Igreja Católica! – nossos irmãos recusam-se a aceitar um fato tão incontestável. Sinto uma grande tristeza que seja assim…

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          • EDMMILSON disse:

            KIM VOCÊ NÃO CONHECE A PATRÍSTICA. VOCÊ É CEGO E CONTRADITÓRIO.

            Kim, você conhece o concílio de Calcedônia e o Papado, não é? vai aí um pouco de patrística pra você!

            Por volta de 448 d.C, um velho monge bizantino, Eutiquês, que havia sido um aliado zeloso de São Cirilo de Alexandria, no Concílio de Éfeso, tornou-se rígido e inflexível em suas opiniões a respeito da Encarnação. Ele argumentou que a natureza divina de Cristo absorveu Sua natureza humana e essa Sua natureza humana deixou de existir, dando assim origem à heresia do monofisismo.

            Esta doutrina herética se espalhou por toda a Igreja do Oriente, e forçou São Flaviano, Patriarca de Constantinopla, chamar um sínodo local para condená-la. No entanto, Eutiques recusou a se submeter ao sínodo, apelando o seu caso ao Papa Leão I.

            Isto é o que ele escreveu:

            “Refugio-me, assim, com você, o defensor da religião e que abomina tais seitas… Eu rogo-vos que não tenha preconceito contra mim, pelo esquema traiçoeiro deles ao meu respeito, mas pronuncie a sentença, que pareça para ti reta na fé.” (Eutiques ao papa Leão, Ep 21.)

            O patriarca Flaviano também apelou para Roma por uma decisão, levando o Papa Leão produzir sua famosa Toma, que condenou totalmente o Monofisismo. E assim, respondendo a Eutiques, São Pedro Crisólogo, arcebispo de Ravenna, escreveu:

            “Nós ti exortamos, ilustre irmão, que obedientemente ouça o que foi escrito pelo abençoado Papa da cidade de Roma, que desde S. Pedro, que vive e preside na sua própria Sé, oferece a verdade da fé para aqueles que buscam. Para nós, em nosso zelo pela paz e pela fé, não podemos decidir as questões de fé sem o consentimento do Bispo de Roma.” (Pedro Crisólogo de Ravena a Eutiquis, Ep 25)

            No entanto, Eutiques não iria se submeter. Tendo ouvido do imperador do Oriente (que, opondo-se à dinastia que apoiou Nestório, favoreceu o ponto de vista de Eutiques), o monge herético persuadiu-o a chamar um outro Concílio em Éfeso, o assim chamado “Concílio Salteador” Ou “latrócinio de Éfeso” de 449, em que o ensino romano foi rejeitado, e o Monofisismo declarado a doutrina ortodoxa da Igreja. Nesse concílio, o Patriarca Flaviano foi agredido fisicamente, e assim escreveu ao Papa Leão apelando:

            “Quando comecei a apelar ao trono da Santa Sé de Pedro, o Príncipe dos Apóstolos, e ao Sínodo sagradissímo, que é obediente a Vossa Santidade, ao mesmo tempo uma multidão de soldados cercaram-me e barraram o meu caminho, quando eu desejei refugiar-me no altar sagrado.[…] Portanto, peço a Vossa Santidade que não permita que estas coisas sejam tratadas com indiferença […] mas a levantar-se primeiro em nome da causa da nossa fé ortodoxa, agora destruída por atos ilícitos. Além disso […] a emitir uma instrução oficial [… ]de modo que uma mesma fé em todos os lugares possa ser pregada pela assembleia de um sínodo reunido de padres orientais e ocidentais. Assim, as leis dos pais possam prevalecer e tudo o que foi feito de errado será nulo e sem efeito. Traga a cura para essa ferida medonha.” (Patriarca Flaviano de Constantinopla ao Papa Leão, 449)

            Neste mesmo falso concílio em Éfeso, vários outros bispos orientais foram depostos de suas Sés por se recusarem a abraçar o Monofisismo. Entre eles, estavam Teodoreto de Ciro, e Eusébio de Doryleum, ambos apelaram para o Papa Leão, dizendo:

            “Nós nos apressamos a sua Sé Apostólica, a fim de recebermos a cura para as feridas da Igreja. Para cada razão é apropriado a você assegurar o primeiro lugar, na medida em que Sua Sé é adornada com muitos privilégios. Eu fui condenado sem julgamento. Mas aguardo a sentença da sua Sé Apostólica. Eu peço e imploro a Vossa Santidade que socorra-me no meu apelo ao seu tribunal justo e íntegro. Leve me depressa a ti e eu lhe provarei que o meu ensino segue as pegadas dos Apóstolos.” (Teodoreto ao Papa Leão, Ep 113)

            “O trono apostólico tem sido hábituado desde o início a defender aqueles que sofrem injustiça. Suplico sua bem-aventurança, dar-me de volta a dignidade do meu episcopado e da comunhão consigo mesmo, por cartas suas a minha pequenez, conferindo-me o meu escalão e comunhão.” (Eusébio de Doryleum ao Papa Leão)

            Posteriormente, o Papa Leão conseguiu fazer com que os dois imperadores para chamassem o Concílio de Calcedônia em 451. Neste Concílio, estavam presentes cerca de 600 bispos (quase todos da Igreja Oriental), a Toma do Papa Leão contra o monofisismo e para o ensino ortodoxo das duas naturezas de Cristo foi abraçado com o pronunciamento e dogmatizada:

            “Está é a fé dos Padres! Está é a fé dos apóstolos! Devemos crê-la! Seja anátema quem não crê! Pedro nos fala por meio de Leão… está é a verdadeira fé!” (Concilio de Calcedônia, Atas do Concilio, Sessão 2.)

            Hoje, muitos “estudiosos” anti-católicos têm tentado desbastar o significado desta declaração. No entanto, quando comparada com outros escritos contemporâneos, o significado dos Padres conciliares se torna bem claro:

            “O Bem-aventurado Pedro, preservando na força do Rocha, que recebeu, não abandonou o leme da Igreja, que ele aceitou…. E se alguma coisa é justamente feita e com razão decretada por nós, se qualquer coisa é recebida da misericórdia de Deus por nossas súplicas diárias, é de seu trabalho e mérito, cujo o poder vive e cuja autoridade prevalece na sua Sé. Para ele que sabem que é não só o patrono deste Sé, mas também primaz de todos os bispos. Quando, portanto, acreditam que ele está falando, cujo representante somos nós”. (Papa Leão, Sermão 3, 3-4)

            “Ora, o Senhor deseja que a distribuição deste dom seja compartilhado como uma tarefa de todos os Apóstolos, mas de tal maneira que Ele colocou o cargo principal no bem-aventuradíssimo Pedro, o maior de todos os Apóstolos. Ele queria que seus dons fluissem para todo o Corpo do próprio Pedro, como se fosse da Cabeça. Assim, um homem que se atreve a separar-se da solidez de Pedro iria perceber que ele não mais compartilha o mistério divino.” (Papa Leão, Ep 10)

            Igualmente, as atas do Concílio de Calcedônia , falam de Leão, dizendo:

            “Por que o Santíssimo e bem aventurado Leão, Arcebispo da grande e Antiga Roma, através de nós, e através deste presente Sacrossanto Sínodo, junto com o três vezes bem aventurado e glorioso Pedro, o Apóstolo que é a Rocha e fundação da Igreja Católica, e a fundação da fé ortodoxa, despojou (Dióscoro, bispo de Alexandria) do seu episcopado, e afastou dele todos os méritos hierárquicos.”(Concilio de Calcedônia, Atas do Concilio, Sessão 3.)

            Da mesma forma, ao concluir o seu Sínodo, os padres conciliares escreveram ao Papa Leão, dizendo:

            “Você está definido como um intérprete para toda a voz de Pedro, e tudo o que você transmitir das bênçãos da fé.” (Calcedônia ao Papa Leão, Ep 98)

            “Pois, se onde estiverem dois ou três reunidos em Seu nome, Ele disse que ali Ele está no meio deles, nào foi diferente com os 520 sacerdotes, que preferiam a disseminação de conhecimento sobre Deus […] De quem você é Chefe, como Cabeça para os membros, mostrando a sua boa vontade.” (Calcedônia ao Papa Leão – Repletum est Gaudio)

            “Além de tudo isso, ele (Dióscoro) estendeu sua fúria contra ele mesmo que tinha sido carregado com a custódia da videira pelo Salvador. Referimo-nos a Vossa Santidade.” (Calcedônia ao Papa Leão, Ep 98)

            “Você muitas vezes estendeu o seu brilho Apostólico até à Igreja de Constantinopla.” (Calcedônia ao Papa Leão, Ep 98)

            “Sabendo que todo o sucesso das crianças repercuti aos pais, nós portanto, pedimos a ti honrar a nossa decisão por seu consentimento, e como nós comcordamos com a Cabeça em coisas nobres, por isso pode o Chefe também cumprir o que é apropriado para as crianças.” (Calcedônia ao Papa Leão, Ep 98)

            Assim, o Concílio de Calcedônia claramente reconheceu o Papa Leão como o sucessor de Pedro e do Chefe da Igreja. No entanto, o Concílio tinha um problema. Um dos seus cânones (Cânon 28) havia dado primazia de Constantinopla no Oriente.

            O Cânon diz:

            “… nós também promulgar e decretamos as mesmas coisas sobre os privilégios da Santíssima Igreja de Constantinopla, que é a nova Roma. Pois os Padres justamente concederam privilégios ao trono de Roma antiga, porque era a cidade real. E os cento e cinqüenta religiosissímos bispos deram privilégios iguais ao santíssimo trono da Nova Roma, justamente julgando que a cidade é honrada com a Soberania e do Senado e goza de privilégios iguais com a antiga Roma imperial ….” (Canon 28)

            No entanto, o Papa Leão se recusou a concordar com este cânone, e empregando uma espécie de “line item veto”, ordenou que isso fosse tirado dos documentos do Concílio. Nisto, o bispo Anatólio de Constantinopla escreve ao Papa Leão, pedindo desculpas e explicando como o cânon veio a ser, dizendo:

            “Quanto a essas coisas que o Concílio Universal de Calcedônia recém ordenado em favor da Igreja de Constantinopla, Sua Santidade vamos ter certeza de que não houve culpa em mim, que desde a minha juventude sempre gostei de paz e tranquilidade, mantendo-me na humildade. Foi o reverendíssimo clero da igreja de Constantinopla, que estava ansioso sobre isso, e eles foram igualmente apoiados pela maioria dos reverendos sacerdotes dessas partes, que concordaram com isso. Mesmo assim, toda a força de confirmação dos atos foi reservada para a autoridade do sua bem-aventurança. Portanto, que Vossa Santidade tenha certeza de que eu não fiz nada para aprofundar o assunto, sabendo sempre que eu tinha me obrigado a evitar os prazeres do orgulho e da cobiça”. (Patriarca Anatólio de Constantinopla ao Papa Leão, Ep 132) (sobre o assunto do cânon 28 de Calcedônia).

            Então, o assunto foi resolvido, e, nos 6 séculos posteriores, todas as igrejas orientais falavam de apenas 27 cânones de Calcedónia, o Cânon 28 era considerada nulo por Roma “line item veto”. Isto é confirmado por todos os historiadores gregos, como Theodoro o Lector (escrito em 551 d.C), John Skolastikas (escrito em 550 d.C), Dionísio Exegius (também por volta de 550 d.C), e por papas romanos como o Papa Gelásio ( 495 d.C) e Papa Símaco (500 d.C), todos eles falam de apenas 27 Cânones de Calcedônia.

            No entanto, quando cânone 28, foi rejeitado por Roma, os monofisitas tentaram explorar a situação, alegando que Leão tinha rejeitado a autoridade de todo o concílio. Então, a pedido do imperador do Oriente, o Papa Leão elaborou uma carta aos bispos, explicando como Calcedônia foi doutrinariamente sã:

            “Eu tenho vonluntariamente cumprido, portanto, com o que o imperador o clementíssimo imperador achar necessário, enviando uma carta (Ep 114) a todos os irmãos que estavam presentes no Concílio de Calcedônia para mostrar, assim, que as decisões tomadas pelos nossos irmãos santos sobre os princípios da fé eram agradáveis ​​a mim. Meu atoa foi naturalmente em conta de quem quer as decisões do concílio pareçam fracas e dúbias, como uma ocasião para disfarçar sua perfídia própria, alegando que as decisões não foram ratificados pelo assentimento da minha opinião (cânon 28), quando eu expedir uma carta.” (Papa Leão, Ep 117)

            Assim fica provado, o reconhecimento pelo concílio de Caldedônia, bem como pelos padres e patriarcas presentes, que o bispo de Roma é o chefe e última autoridade da Igreja nas questões de fé.

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      • EDMILSON disse:

        Kim, vou te mostrar nesse meu pequeno estudo um pouco da cronologia dos historiadores protestantes de fundo de quintal é tanto safadeza e amadorismo no meio dessas seitas protestantes meu caro Kim que chego a ter nojo!
        Kim se você tem dinheiro para viajar eu ti convido a ir comigo nas maiores bibliotecas do mundo e eu ti mostro que o amadorismo protestante não tem vez.

        Kim. saiba que Lutero ensinava:”Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

        ERASMO DE ROTTERDAN
        O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: “Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe… Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz”. (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)

        Olha Kim diante de tamanho testemunho, que comprova a aversão de Lutero à verdade, nesse meu estudo Kim ti mostrarei as maiores mentiras e sabotagens históricas protestantes, forjadas ao longo de 500 anos contra a Igreja Católica:

        JEROME EMSER
        1520 – Inventam a primeira mentira contra o celibato: Lutero no final de 1520 fez uso de uma notória fábula para macular bispo Ulrich de Augsburg, publicando-a em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta o santo bispo é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teriam sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (…) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. (sic!) Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada. (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960 pág. 177).

        1525 – Adulteram a Bíblia colocando o termo “significa” onde Jesus diz que “É” seu corpo: o reformador suíço Zwinglio muda a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia: onde os Evangelhos e São Paulo dizem “isto é o meu corpo”, o heresiarca traduz por “isto significa o meu corpo”! A respeito, comenta outro protestante: “Não é possível de modo algum excusar este crime de Zuinglio; a cousa é por demais manifesta;(…) .” (Conr. Schluesselburg, Theologia calvinista, Francofurte, a M. 1592, 1. 2, f. 43 b.), escreve ainda o mesmo autor: “Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zuinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525, in 8o. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zuinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue.” (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211)

        As posteriores edições protestantes foram impressas corrigindo essa sabotagem de Zwinglio, que foi inclusive denunciado por Lutero, pois Lutero levantou-se contra o tal dizendo: “é” não pode ser traduzido por ‘significa’”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo – Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. – SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107).

        Infelizmente, por causa do estrago causado pela falsificação de Zwinglio, a maioria dos protestantes continua a ensinar erroneamente que o pão e o vinho consagrados, “significam” o corpo e sangue de Cristo. Sendo assim eles comem e bebem indignamente a própria condenação, como bem diz as Escrituras: “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.” (1Cor 11, 28-29)

        1540 – plantam a mentira que a Igreja é contra a ciência: um pastor protestante sabotou a obra do padre Copérnico sobre o heliocentrismo, em sua dedicatória ao Papa. Isso ajudou os protestantes mais tarde a propalarem falsamente que os papas eram contra o heliocentrismo. Naquele ano, o astrônomo Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus (“As Revoluções”), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte, em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio, dedicado ao Papa Paulo III, fora substituído por outro, anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, em que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema. Esse pastor também modificou o nome da obra para De Revolutionibus Orbium Coelestium (“As Revoluções do Orbe Celeste”). No livro, que tinha o texto já aprovado pelo Papa, Copérnico declarava e provava matematicamente que a Terra cumpria “uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta”. Fonte: http://www.euniverso.com.br/Cult/Mestres_e_artistas/Copernico.htm

        Boatos circulam até hoje que os Papas eram contra a ciência. Não existiria essa falsidade se o prefácio da obra de Copérnico não tivesse sido criminosamente removido na gráfica por um pastor luterano.

        Quem na verdade era contra Copérnico e a ciência, a qual chamava de “razão”, era Lutero, que assim se expressava: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol.” – Lutero deu de ombros -“Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

        Deste modo Lutero via a ciência: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

        Hoje o que vemos, são alguns protestantes e outros inimigos da Igreja, desonestamente querendo inverter os papéis, a caluniar que a Igreja é que é a “inimiga da ciência”. A história universal advoga contra estes.

        Prof. Erwin Iserloh
        1546 – Forjam a mentira da fixação das teses de Lutero:após a morte de Lutero, Melanchthon inventa a lenda em que Lutero teria fixado 95 teses contra a Igreja, no pórtico da igreja do castelo de Wittenberg. Os historiadores Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann negam que isso tenha ocorrido. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada a notícia da afixação das teses. Não é encontrado, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato. Lê-se apenas: “No Ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg-sobre¬ o Elba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porem modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém.” Ou seja, aquilo não passava de reles tese estudantil que até defendia o Papa, mas com alguns erros teológicos cometidos pelo autor, que foi em pouco tempo corrigido. (FITZER, Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Muchen-Zurique, 1968.)

        1546 – Plantam a mentira “a Igreja vendia lugares no céu”: esse embuste acusava o Papa de estar vendendo indulgências para construir a Basílica de São Pedro. Tudo falsidade que se desfaz mediante simples leitura das teses de Lutero, especialmente a de nº 50, que diz:“Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” As acusações de que o perdão dos pecados foi vendido por dinheiro, independentemente de contrição, ou que a absolvição de pecados a ser cometidos no futuro poderiam ser comprados são infundadas. (Paulus, “Johann Tetzel”, 103). Tetzel “, 103).

        O que aconteceu de fato em 1517, foi a desobediência de um monge isolado, numa distante cidade alemã, longe do conhecimento do Papa em Roma, que teria cobrado pelas indulgências que são dadas gratuitas pela Igreja. Este monge era o Johann Tetzel, o mesmo foi punido disciplinarmente e morreu de desgosto adiante, inclusive sendo consolado magnanimamente por Lutero que antes o havia injustamente acusado de ter dito que uma indulgência comprada perdoaria até quem “violasse a mãe de Deus.”

        Uma outra falsa frase que ilustra ainda hoje panfletos difamatórios diz: “Tão logo o dinheiro no cofre tilintar, a alma do purgatório sairá voando”. A Bula Papal de indulgência não deu qualquer sanção para essa proposição. Foi uma opinião escolar vaga, refutada em 1482, e novamente em 1518, e certamente não é uma doutrina da Igreja, que foi assim indevidamente apresentada por difamadores como “verdade dogmática”. (consulta: Ludwig von Pastor , A História dos Papas, a partir do final da Idade Média, Francisco Kerr Ralph, ed., 1908, B. Herder, St. Louis, Volume 7, pp 347-348.)

        1553 – Inventam a mentira que a Igreja proibiu a Bíblia:essa mentira dá conta que, o Papa Júlio III teria convocado três bispos que teriam optado por proibir a leitura da Bíblia visando “manter” a autoridade da Igreja. O autor desta farsa foi Pier Paolo Vergério (1498-1565), um protestante, grande inimigo da Igreja. O falsário na época, deu um jeito de colocar tal falsidade escrita dentro da Biblioteca Nacional de Paris, para dar-lhe ares de veracidade.

        Recentemente o apologista católico Oswaldo Garcia deu-se ao trabalho de verificar isso junto àquela biblioteca e recebeu a seguinte informação: “O texto que procurais é uma crítica em estilo satírico, dirigida ao Papado e publicada em 1553 com o título “Consilium quorumdam apiscoporum Bononiae Congregatorum quod de ratione stabiliendae Romanae Ecclesiae Iulio III P.M. datum est”. O seu autor Pier Paolo Vergério (1498-1565) Bispo de Modruch, e, depois, de Capo d’Istria, aderiu posteriormente à reforma protestante em 1549 aproximadamente, põe em cena Bispos que prestam conselho ao Papa Júlio III sobre a maneira de restabelecer a autoridade pontifícia”. Às pessoas que interpelam esta instituição a respeito da autenticidade do documento, a biblioteca tem respondido: “É impossível que tal documento seja obra de alguma autoridade da Igreja Católica.” Por sugestão do Garcia, esta informação foi publicada na revista “Pergunte e Responderemos” de novembro/2006, n. 533).

        Veja, agora, uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar essa lenda que apregoa que a Igreja seria contra a Bíblia:

        “Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero … devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação” (The publisher of the Cologne Bible [1480] ).

        Bibliografia:

        – Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée […] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857

        – Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l’Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.

        MAIS ALGUNS LIVROS, OU MENOS?
        1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros : “… O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, … Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus , … , Sabedoria e Eclesiástico, … Baruque, …”

        Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos.

        Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp

        Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879.

        1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judithe, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16.

        LENDAS
        1685 – Criam a lenda de que o protestantismo teria surgido no dia da falsa fixação das teses de Lutero: como seria possível isso se Lutero ainda era católico e defendia o Papa naquelas teses, dizendo entre muitos outros muitos elogios: “Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.” (Tese nº 9).

        Alexander Martins Vianna
        Prof. do Curso de História
        UFRRJ

        Na verdade, foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios protestantes o dia de lançamento das teses de Lutero como um “marco de ruptura” com Roma. (Alexander Martins Vianna, Professor do Departamento de História da FEUDUC-RJ).

        1819 – Caluniam que um “padre” traduziu a bíblia protestante para o português: no maior “conto do vigário” da história, João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego, o que não é verdade.

        Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI de Erasmo de Roterdam. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] – todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade.” http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ferreira_de_Almeida

        A tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tanto erro, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).

        Só em 1819 a bíblia completa de João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título: “A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia.(…)” .

        Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, o continuaram chamando de “padre” no prefácio para agregar credibilidade a tal bíblia errática. Esta edição foi mais tarde reimpressa com a ressalva: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, e depois novamente com: “ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL”. Tais avisos significam, em bom português, que as edições anteriores estão sempre erradas.

        1836 – Inventam a “Noite de São Bartolomeu” contra a Igreja: o alemão Giacomo Meyerbeer (1791- 1864 ) forja em 1836, uma ópera intitulada “Les Huguenotes” onde numa farsa musical, atribui a morte de protestantes (chamados huguenotes), envolvidos em brigas políticas como os reis em 1572, à Igreja Católica. Deram a esse episódio político o nome de “Noite de São Bartolomeu”, para sutilmente o vincularem a Igreja. Porém, não foi a Igreja e nem o Papa, e nem o alto clero francês que determinaram aquele massacre. Seria preciso lembrar que, antes, os protestantes haviam feito outros massacres de católicos, assassinado o Duque Francisco de Guise, destruído igrejas e profanado muitas vezes hóstias consagradas e destruído imagens. Os huguenotes eram uma bem pequena fração dos franceses, mas nessa minoria ínfima, se contavam inúmeros príncipes e personagens muito importantes que armavam os protestantes. Nesta tardia ópera, forjada 264 anos após os fatos, Meyerbeer vergonhosamente colocava o cardeal de Lorena, que no momento do massacre estava em Roma, a abençoar em Paris os punhais destinados à matança. Se a Igreja Católica de fato tivesse tido parte nisto, em 1593, o líder protestante huguenote, Henrique IV, que escapou do citado massacre, não teria se convertido voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo. Consultas: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologética Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429; Enciclopédia Microsoft Encarta 99.

        1858 – Inventam a mentira que as doutrinas católicas têm origens pagãs: o ministro protestante escocês Alexander Hislop, publica o mentiroso livro “A Duas Babilônias”, onde alega que a religião da antiga Babilônia, sob a liderança do Nimrod e sua esposa, recebeu mais tarde disfarces de sonoridade cristã, transformando-se na Igreja Católica Apostólica Romana. Com efeito, existiriam duas “Babilônias”: uma antiga e outra moderna (a Igreja Católica). É deste livro que dimanam os insultos protestantes que caluniam que as doutrinas católicas são pagãs, desde a hóstia até a celebração do Natal. Ainda hoje os vemos com tal insulto na ponta da língua.

        Recentemente, o pastor, Ralph Woodrow, escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substitui seu livro que se baseava nas mentiras de Alexander Hislop. Aponta Ralph Woodrow: “É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente.” (Confira em: http://www.ukapologetics.net/1hislopbaby.html )

        Para entender as doutrinas católicas, bastava estudarem a Bíblia e a Patrística.

        1883 – Forjam um sanguinário juramento e os atribuem aos jesuítas, para posar de perseguidos ao mundo: o escritor francês Charles Didier (1805-1864), forja em seu livro “Rome Souterraine”, um sanguinário “juramento” atribuindo-o aos jesuítas. Esse falso juramento, ainda mais carregado de brutalidades, continua sendo amplamente usado pelos protestantes em apostilas e na internet. No ano de 1912 no estado da Pensilvânia-EUA, eles o utilizaram alterado para ganhar uma eleição estadual contra o democrata católico, Eugene C. Bonniwell. Para ver a investigação que desmascarou a farsa, acesse:

        1962 – Reúnem todas as calúnias e lançam o livro “Catolicismo Romano” repleto de falsidades: o protestante presbiteriano Loraine Boettner (1901-1990), lança o livro “Catolicismo Romano” que era conhecido como “A bíblia do Anti-catolicismo”. O livro continha quatrocentos e cinqüenta páginas com todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Ainda hoje muitos protestantes fazem uso das falsidades constante naquele livro. O ministro protestante Scott Hahn distribuiu este embuste. Scott Hahn converteu-se ao catolicismo, provando ser o conteúdo do livro uma farsa. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado aqui:

        1963 – Aliam-se aos comunistas para injuriosamente fazer da Igreja Católica cúmplice do nazismo: o protestante Rolf Hochhuth, para macular o Papa Pio XII escreve a peça “O Vigário” (1963), onde criminosamente põe o Papa como colaborador de Hitler. Essa farsa culminou mais tarde no livro de John Cornwell, “O Papa de Hitler” (1999). Foi tudo de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. (leiam a história inteira aqui: http://www.nationalreview.com/articles/219739/moscows-assault-vatican/ion-mihai-pacepa ).

        Desmoralizando estes difamadores: Albert Einstein (1879-1955), um refugiado do nazismo, e a primeira-ministra israelense Golda Meir (1898-1978), por exemplo, expressaram publicamente sua gratidão ao Santo Padre por salvar judeus do genocídio. Explicou à agência Zenit Gary L. Krupp, presidente da Fundação Judaica Pave The Way (PTWF): “Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial.” (Fonte: http://www.zenit.org/article-18780?l=portuguese )

        2003 – Lançam o filme “Lutero” recheado de mentiras e omissões: vendo o protestantismo definhar, tentam no cinema reabilitar Lutero, num tributo fantasioso ao pai da revolta protestante. Pois ainda que seus idealizadores tenham deixado de retratar fielmente a vida atribulada de Lutero, movidos claramente pela ideologia apaixonada que visou a reabilitação pública do monge alemão e o bem da Igreja luterana, usaram e abusaram do princípio escandaloso proposto pelo próprio Lutero: mentir a vontade, sem remorso, dizer boas e grossas mentiras! De antemão se sabia que o filme seria tendencioso, pois fora patrocinado por um fundo luterano milionário – Thrivent – bem como pela Federação Luterana. Mas o resultado ultrapassou em muito as piores perspectivas:

        Do soberbo Lutero fizeram um religioso humilde, quando aquele na verdade dizia: “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”.(Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

        Do infiel Lutero, fizeram um homem leal, quando aquele dizia: “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo.” (Lutero). Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira. (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l’heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).

        Do assassino Lutero, fizeram um santo, quando aquele dizia: “Eu, Dr. Martim Lutero, durante a rebelião matei todos os camponeses, porque fui eu quem ordenou que eles fossem mortos. Todo o sangue deles está sobre minha cabeça. Mas eu o ponho todo sobre Deus Nosso Senhor; pois foi ele quem assim me mandou falar!” (“Tischredden”, Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)

        Jesus edificou Sua única Igreja sobre Pedro apóstolo (Mateus 16,18), nos ensinou que o Diabo é o pai da mentira (João 8,44), e príncipe deste mundo (João 12,31; 14,30; 16,11). Também nos ensinou que Ele, Jesus, é a verdade o caminho e a vida (Jo 14, 6), que sua Igreja é a coluna e fundamento da verdade (1 Timóteo 3,15) e que seu reino não é desse mundo (Jo 18, 36).

        Não sendo o reino de Jesus deste mundo e Sua Igreja nesse mundo, a coluna e fundamento da verdade que conduz a Seu Santo reino, é natural que o Diabo, príncipe deste mundo, atue por meio da mentira contra a Igreja, usando os mais inesperados meios para que as almas a odeiem e neste mundo permaneçam para sempre.

        Isto se confirma pelo que você acabou de ler. Observe que são exatamente essas mentiras e sabotagens históricas que moldam o DNA do protestantismo, que passa muito longe de ter sido uma revelação divina.

        MEU CARO KIM SE VOCÊS LEIGOS PROTESTANTES SOUBESSEM AO MENOS UM POUCO DE HISTÓRIA VOCÊS PEGARIAM NOJO DE SEREM PROTESTANTES

        ======================

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      • EDMILSON disse:

        Kim, veja a grandeza da igreja católica apostólica romana!

        São Paulo já falava: “Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus”(1Cor 15,9).

        Kim, essa igreja que são Paulo afirma é a igreja católica. Você conhece são Dionísio de Areopagita morto no ano 96? Ele testifica ser a igreja católica e esse São Dionísio de Areopagita foi um discípulo pessoal de São Paulo!

        Agora, me diga Kim, de qual Igreja fala o Apóstolo São Paulo?

        Para você que não sabe Kim, saiba que dentro da bíblia existem três papas! E todos os padres da igreja como todos os padres apostólicos confirmam isso! E mais Kim, existem vastos documentos e escritos que testificam isso. Olha, só do ano 40 ao ano 269 depois de cristo, ainda antes de Constantino ter nascido, já existia mais de 400 documentos dos primeiros bispos e padres da igreja que testificam isso sem nenhuma sobre de dúvida! Fora os que se perderam com o tempo e muitos outros que foram queimados pelos imperadores em suas perseguições contra os mártires da igreja católica, para você que não sabe, os primeiros papas foram todos mortos pelas mãos dos imperadores.

        Agora Kim, veja a igreja católica no primeiro século indo para o segundo século:

        SÉCULO I / II: “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo” (Ig. Esmirna a São Policarpo, no seu martírio);

        SÉCULO II: “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. “. (Clem. Alex., deStromata 1.7. c. 15).

        SÉCULO III: São Piônio (morto em 251) se lê que Polemon o interroga:
        “— Como és chamado?

        — Cristão.

        — De que igreja?

        — CATÓLICA” (Ruinart. Acta martyrum pág. 122 nº 9).

        – Agora Kim já Santo Inácio, Bispo de Antioquia (+107 morto aprox.), escrevia: “Onde quer que se apresente o Bispo, ali esteja também a comunidade, assim como a presença de Cristo Jesus nos assegura a presença da Igreja Católica” (Aos Esmirnenses 8,2).

        Kim vou lhes dar um conselho. Pois vocês protestantes que arrancaram 7 livros da Bíblia e partes de alguns outros, deverão arrancar também algumas passagens que são contrárias ‘ao ensinamento de seu pai Lutero’. Ex. “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”(Mt 28,20); “Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade”(Jo 16,13)…

        Se somente no século XVI é que surgiu o “ILUMINADO” Lutero para descobrir que a Igreja caminhou 15 séculos nas trevas e no erro,

        Vai por mim Kim vocês protestantes são muito fracos e amadores e cheios de sofismas e papagaiadas

        Agora Kim vou ti da só uma pequena lista de escritores eclesiásticos e de padres da igreja e dos padres apostólicos que testificam a igreja católica

        Todos esses escritores são muito antes de Constantino ter nascido!
        Anote aí!

        Metódio de Olimpo (sec.III) padre da igreja
        São Serapião de Antioquia era Patriarca de Antioquia (191-211)
        São Firmiliano (feleceu no ano 268 da era cristã)
        São Gregorio Taumaturgo (faleceu no ano 268 da era cristã)
        São Cornélio (faleceu no ano 253 da era cristã)
        São Dionísio (faleceu no ano 268 da era cristã)
        Novaciano (faleceu no ano 257 da era cristã)
        São Panteno De Alexandria feleceu no ano 200 da era cristã)
        o Clemente de Roma (nasceu no ano 30 e faleceu no ano 102 da era cristã),
        Santo Inácio de Antioquia (nasceu no ano 35 e faleceu no ano 110 da era cristã)
        Aristides de Atenas falecido no ano 130 da era cristã) foi um dos primeiros apologistas cristãos; obra conhecida Apologia de Aristides.
        São Policarpo (nasceu em 69 e faleceu no ano 156 da era cristã)
        Hermas (faleceu no ano 160 da era cristã)
        Didaquè (ou Doutrina dos Doze Apóstolos) é como um antigo catecismo, redigido entre os anos 90 e 100, na Síria, na Palestina ou em Antioquia. Traz no título o nome dos doze Apóstolos. Os Padres da Igreja mencionaram-na muitas vezes em suas obras.
        São Justino (nasceu no ano 100 e faleceu no ano 165 da era cristã)
        Santo Hipólito de Roma (nasceu em 160 e faleceu no ano 235 da era cristã)
        Melitão de Sardes (falecido no ano 177 da era cristã)
        Atenágoras (falecido no ano 180 da era cristã)
        São Teófilo de Antioquia (nasceu no ano 120 e faleceu no ano 180 da era cristã)
        Santo Ireneu de Lyon(nascido no ano 130 e faleceu no ano 202 da era cristã)
        São Clemente de Alexandria (falecido no ano 215 da era cristã)
        Orígenes (nasceu no ano 184 e faleceu no ano 254 da era cristã)
        Tertuliano de Cartago (nasceu no ano 160 e faleceu no ano 220 da era cristã)
        São Cipriano (faleceu no ano 258 da era cristã)
        Zeferino falecido no ano 217 da era cristã)
        Urbano nascido no ano 175 e faleceu no ano 230 da era cristã)
        PAPÍAS nasceu no ano 60 e faleceu no ano 130 da era cristã )
        Abercius San Abercius
        Bispo de Hierapolis falecido no ano 167 da era cristã
        MARCO MINUCIO FELIX
        (nasceu no ano 150 e faleceu no ano 215 da era cristã)
        TACIANO (nasceu no ano 120 e faleceu no ano 180 da era cristã)
        São Dionísio Bispo de Corinto,faleceu ano 171 da era cristã)
        Amônio de Alexandria foi um filósofo cristão que viveu no século III dC.
        Teófilo de Cesareia faleceu no ano 195 da era cristã.) foi- bispo de Cesareia
        São Dionísio de Areopagita morto no ano 96 da era cristã.

        São Piônio (morto no ano 251 da era cristã)

        Teognosto conhecido como o teólogo (nascido no ano 210 e morto no ano 270)

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      • EDMILSON disse:

        KIM BAIXE NO SEU COMPUTADOR

        http://pt.scribd.com/doc/6451956/HISTORIA-ECLESIASTICA-Eusebio-de-Cesareia

        ESTOU TI PASSANDO A HISTÓRIA ECLESIÁSTICA DE EUSÉBIO DE CESARÉIA NASCIDO NO ANO 265 DA ERA CRISTÃ

        ELE É CONSIDERADO PELA CRITICA MODERNA COMO UNS DOS MAIORES HISTORIADORES DA HUMANIDADE!

        CONHEÇA A HISTÓRIA ECLESIÁSTICA SÃO 5000 MIL PAGINAS DIVIDAS EM 10 VOLUMES

        ISSO AQUI KIM É FONTE HISTÓRICA COM FATOS VERÍDICOS E NÃO AS PAPAGAIADAS NO QUAL VOCÊ ESCREVEU
        AQUI NO BLOG.

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      • EDMILSON disse:

        Meus caros irmãos Católicos da única e verdadeira Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo, Deus e salvador de toda humanidade, que voltou ao Pai, mas deixou na terra a sua única Igreja para continuar sua obra misericordiosa.
        Já estou de saco cheio em escutar a mesma historinha protestante de que até o Século IV a Igreja Católica não existia e que só após uma suposta conversão do Imperador Constantino a Igreja Católica foi fundada e nasceu para o mundo, assim eles negam a Cátedra do Bispo de Roma, o Papado e sua autoridade; o que eu mostrarei para vocês é um documento do Século II e foi escrito pelo Pastor Hermas por volta do ano 150 D.C, esse documento é chamado: “cânon de Muratori”, o autor cita alguns livros que hoje temos como canônicos e outros que nem temos conhecimento dos seus conteúdos. O mais importante nesse documento são as citações sobre a Igreja Católica e a autoridade do Bispo de Roma (PAPA).
        Cânon de Muratori.
        “Além disso, são tidas como sagradas uma [epístola] a Filemon, uma a Tito e duas a Timóteo; ainda que sejam filhas de um afeto e amor pessoal, servem à honra da Igreja católicae à ordenação da disciplina eclesiástica. Correm também uma carta aos Laodicenses e outra aos Alexandrinos, atribuídas [falsamente] a Paulo, mas que servem para favorecer a heresia de Marcião, e muitos outros escritos que não podem ser recebidos pela Igreja católica porque não convém misturar o fel com o mel.”
        Perceberam meus Irmãos Católicos, o autor “Hermas” um Cristão do II Século, muito tempo antes de Constantino foi bem claro em sua afirmação sobre a autoridade da Igreja Católica, mas nossos amigos hereges podem vir com aquela falácia de que tudo bem a Igreja se chamava mesmo Católica, mas não era romana.
        Infelizmente o mesmo autor “Hermas” cita a autoridade da Cátedra do Bispo de Roma, pois ele nada mais era do que irmão do Santo Padre PIO.
        Cânon de Muratori.
        “Recentemente, em nossos dias, Hermas escreveu em Roma “O Pastor”, sendo que o seu irmão, Pio, ocupa a cátedra de bispo da Igreja de Roma. É, então, conveniente que seja lido, ainda que não publicamente ao povo da Igreja, nem aos Profetas – cujo número já está completo -, nem aos Apóstolos – por ter terminado o seu tempo. De Arsênio, Valentino e Melcíades não recebemos absolutamente nada; estes também escreveram um novo livro de Salmos para Marcião, juntamente com Basíledes da Ásia…”
        Agora caiu a cara protestante, pois além do autor que se chama “Hermas” ter citado a igreja Católica ele cita a Cátedra do Bispo de Roma, ou seja, (PAPA); o autor desse documento chamado “Hermas” escreveu por volta de 150 D.C e se apresenta como irmão de PIO que ocupava a Cátedra de Bispo da Igreja de Roma, para quem não sabe esse BISPO PIO era nada mais nada menos que:
        São PIO bispo de Roma entre 140 a 155DC nascido em Aquiléia na Grécia, foi o décimo PAPA depois de São Pedro sucedeu a São Higino e foi sucedido por Santo Aniceto.
        Como eu tenho orgulho de ser Católico da única e verdadeira Igreja de Jesus Cristo, será que mesmo sabendo disso os hereges continuarão em suas seitas satânicas? Fingindo que acreditam nas mentiras que seus pastores inventam?
        Assim diz as escrituras sagradas.
        Mateus 16
        18. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

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        • Kim disse:

          Edmilson,se engana se acha que fiquei impressionado ou como você mesmo disse,minha cara caiu. Muito obrigado pelos links que postou,vou estudá-los com carinho.
          Porém sobre o que escreveu acima,eu já tinha conhecimento disso,assim como sobre os “primeiros papas”(que na verdade eram Bispos,pois o título de Papa só foi citado por historiadores a partir do século 3,como um título tão importante deixaria de ser citado antes do século 3? RESPOSTA: porque ainda não existia!!!) terem sido assassinados por Imperadores Romamos.
          Acredito nos fatos históricos que citou,e que os primeiros Bispos da Igreja foram mortos por imperadores romanos,mas sei que não eram Papas,e também sei que naquela igreja que lideravam já se introduziam muitos erros repreendidos por eles,até que Constantino resolveu unir o império e cumpriu a profecia de Paulo em 2 TESSALONICENSES 2:1-4,quero que leia atentamente o versículo 4(A PONTO DE TOMAR LUGAR NO TEMPLO DE DEUS*).Sabe o que significa APOSTASIA certo? Isso de fato aconteceu e vinha acontecendo mesmo antes de Constantino,a apostasia da igreja de Cristo já tinha sido profetizada por um dos apóstolos,e por isso houve necessidade do Concílio de Nicéia,que era elucidar pontos da doutrina que foram perdidos ou modificados por esta apostasia.

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          • Kim disse:

            *tradução AVE MARIA de 2 Tessalonicenses 2:1-4

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            • EDMILSON disse:

              ISSO É HISTÓRIA DA IGREJA, KIM PIADISTA. ISSO SE CHAMA PATRÍSTICA

              Discurso de S. Cirilo de Jerusalém, no I Concílio de Éfeso

              Salve, cidade de Éfeso, mais formosa que os mares, porque em vez dos portos da terra, marcaram encontro em ti os que são portos do céu! Salve, honra desta região asiática semeada por todos os lados de templos, como preciosas jóias, e consagrada, no presente, pelos benditos pés de muitos santos Padres e Patriarcas! Com sua vinda, cumularam-te de toda bênção, porque onde eles se congregam, aumenta e multiplica-se a santidade: religiosos fiéis, anjos da terra, afugentam eles, com sua presença, todo satânico poder e toda afeição pagã. Eles, repetimos, confundem toda heresia e são glórias de nossa fé ortodoxa.

              Salve, bem-aventurado João, apóstolo e evangelista, glória da virgindade, mestre da honestidade. Salve, vaso puríssimo da temperança, a ti virgem, confiou, na cruz, nosso Senhor Jesus Cristo a Mãe de Deus, sempre virgem!

              Salve, ó Maria, Mãe de Deus, virgem e mãe, estrela e vaso de eleição! Salve, Maria, virgem, mãe e serva: virgem, na verdade, por virtude daquele que nasceu de ti; mãe por virtude daquele que cobriste com panos e nutriste em teu seio; serva, por aquele que amou de servo a forma! Como Rei, quis entrar em tua cidade, em teu seio, e saiu quando lhe aprouve, cerrando para sempre sua porta, porque concebeste sem concurso de varão, e foi divino teu parto. Salve, Maria, templo onde mora Deus, templo santo, como o chama o profeta Davi, quando diz: “O teu templo é santo e admirável em sua justiça” (Sl 64). Salve, Maria, criatura mais preciosa da criação; salve, Maria, puríssima pomba; salve, Maria, lâmpada inextinguível; salve, porque de ti nasceu o sol da Justiça! Salve, Maria, morada da infinitude, que encerraste em teu seio o Deus infinito, o Verbo unigênito, produzindo sem arado e sem semente a espiga incorruptível! Salve, Maria, mãe de Deus, aclamada pelos profetas, bendita pelos pastores, quando com os anjos cantaram o sublime hino de Belém: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade” (Lc 2,14). Salve, Maria, Mãe de Deus, alegria dos anjos, júbilo dos arcanjos que te glorificam no céu! Salve, Maria, Mãe de Deus: por ti adoraram a Cristo os Magos guiados pela estrela do Oriente; salve, Maria, Mãe de Deus, honra dos apóstolos! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem João Batista, ainda no seio de sua mãe exultou de alegria, adorando como luzeiro a perene luz! Salve, Maria, Mãe de Deus, que trouxeste ao mundo graça inefável, da qual diz são Paulo: “apareceu a todos os homens a graça de Deus salvador” (Tt 2,1). Salve, Maria, Mãe de Deus, que fizeste brilhar no mundo aquele que é luz verdadeira, a nosso Senhor Jesus Cristo, que diz em seu Evangelho: “eu sou a luz do mundo!” (Jo 8,12). Deus te salve, Mãe de Deus, que iluminaste aos que estavam em trevas e sombras de morte; porque o povo que jazia nas trevas viu uma grande luz (Is 9, 2), uma luz não outra senão Jesus Cristo nosso Senhor, luz verdadeira que ilumina todo homem que vem a este mundo (Jo 1,9). Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem se apregoa nos Evangelhos: “bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mt 21,9), por quem se encheram de igrejas nossas cidades, campos e vilas ortodoxas! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem veio ao mundo o vencedor da morte e o destruidor do inferno! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem veio ao mundo o autor da criação e o restaurador das criaturas, o Rei dos céus! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem floresceu e refulgiu o brilho da ressurreição! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem luziu o sublime batismo de santidade no Jordão! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem o Jordão e o Batista foram santificados e o demônio foi destronado! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem é salvo todo espírito fiel! Salve, Maria, Mãe de Deus, – pois acalmaste e serenaste os mares para que pudessem nossos irmãos cooperadores e pais e defensores da fé, serem conduzidos, com alegria e júbilo espiritual, a esta assembléia de entusiásticos defensores de tua honra!

              Também aquele que, levando cartas de perseguição, sendo derrubado pela luz do céu no caminho de Damasco, falou sobre ti e confirmou para o mundo a fé na Trindade consubstancial, de um só Senhor, de um só batismo; de um só Pai, um só Filho, um só Espírito Santo; da substância inseparável e simplicíssima; da divindade incompreensível do Senhor Deus de Deus, Luz de Luz, Esplendor da Glória, que nasceu de Maria Virgem, conforme o anúncio do Arcanjo: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo, o Espírito Santo descerá sobre ti, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com sua sombra, e por isso o santo que de ti nascer será chamado Filho de Deus vivo” (Lc 1,35). Não somente o sabemos pelo arcanjo Gabriel; também Davi, no vaticínio que canta diariamente a Igreja, nos diz: “O Senhor me disse: és meu filho; no dia de hoje te gerei” ( Sl 2,7). Já o sábio Isaías, filho do profeta Amós, profeta nascido de profeta, o predissera: “Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho e seu nome será Emanuel, que significa Deus conosco” (Mt 1,23).

              Por isso todos os que formos fieis às Escrituras, seguindo os caminhos de Paulo, ouvindo as vozes dos profetas clamar-te-ão Bem aventurada.. Todos os que formos seguidores dos Evangelhos permaneceremos como disse o profeta: seremos como “oliveira fértil na casa de Deus” (Sl 51), glorificando a Deus Pai Todo Poderoso, a seu Filho UNIGÊNITO que nasceu de Maria e ao vivificante Espírito Santo, que se comunica a todos na vida; submissos aos fidelíssimos imperadores, honrando as rainhas, discretas e santas virgens, no seu amor à fé ortodoxa de Cristo de Jesus, nosso Senhor a quem se deve a glória pelos séculos dos séculos . Amém

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          • EDMILSON disse:

            KIM “Cuidado para que todos obedeçam ao bispo, como Jesus Cristo ao Pai, e o presbiterato como aos apóstolos, e prestem reverência aos diáconos como sendo instituição de Deus. Que os homens não façam nada relacionado à Igreja sem o bispo. Que seja considerada uma apropriada Eucaristia aquela que é (celebrada) seja pelo bispo, seja por alguém a quem ele a confiou. Onde o bispo estiver, ali esteja também a comunidade (dos fiéis); assim como onde Jesus Cristo está, ali está a Igreja Católica. Não é legal sem o bispo batizar ou celebrar festa de casamento; mas tudo o que ele aprovar, isso será aprovado por Deus, de modo que qualquer coisa que seja feita, seja segura e válida” (Inácio de Antioquia, Epístola aos Esmirnenses 8; ~110 d.C).

            “Hegésipo e os acontecimentos que ele relata – em seu quarto livro de Memórias que chegou até nós – nos deixou um registro completíssimo de sua constatação. Neles, conta que numa viagem para Roma, encontrou um grande número de bispos e que recebeu a mesma doutrina deles. É apropriado ouvir o que ele diz depois de fazer algumas observações sobre a Epístola de Clemente aos Coríntios. Suas palavras são as seguintes: ‘E a Igreja de Corinto continuou em sua fé verdadeira até que Primo se tornasse bispo de Corinto. Eu conversei com eles em minha viagem para Roma e permaneci com os Coríntios vários dias, durante os quais nós estivemos mutuamente recordando a verdadeira doutrina. E quando cheguei a Roma permaneci ali até o tempo de Aniceto, cujo diácono era Eleutério. E Aniceto foi sucedido por Sótero, e esse por Eleutério. Em cada sucessão, e em cada cidade se confirmou que foi pregado de acordo com a lei, os profetas e o Senhor'” (Hegesipo, em fragmento na História Eclesiástica de Eusébio 4,22; ~180 dC).

            “Então, segundo minha opinião, os graus dos bispos, presbíteros, diáconos aqui na Igreja, são imitações da glória angélica, e daquela providência que – as Escrituras dizem – espera aqueles que, seguindo as pegadas dos apóstolos, viveram na perfeição da retidão de acordo com o Evangelho” (Clemente de Alexandria, Stromata 6,13; 202 dC).

            “Nosso Senhor, cujos preceitos e recomendações devemos observar, descrevendo a honra de um bispo e a ordem de Sua Igreja, falou no Evangelho, dizendo a Pedro: ‘Eu te digo que tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja; e as portas do inferno não prevalecerão contra Ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus; e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.’ Daí, através do passar dos tempos e sucessões, a ordem dos bispos e a hierarquia da Igreja permaneceu, de modo que a Igreja está fundamentada sobre os bispos, e cada ato da Igreja está controlado por aqueles mesmos administradores. Desde então, está fundamentada na lei divina. Eu me admiro de que alguns, com atrevida temeridade, preferiram me escrever como se escrevessem em nome da Igreja; isso quando a Igreja foi estabelecida sobre os bispos e o clero, e todos os que permaneceram firmes na fé” (Cipriano, Epístola 26,33 [aos proscritos]; 250 dC).

            “E antes de receberdes a graça do episcopado, ninguém vos conhece; mas após vos tornardes um deles, os leigos esperam que lhes leveis o alimento, ou seja, as instruções das Escrituras… Porque se todos pensassem que são vossos atuais conselheiros, como vos tornaríeis um cristão, se não houvesse bispos? Ou se nossos sucessores herdassem o modo de pensar, como os cristãos estariam aptos a se manterem unidos?” (Atanásio, Epístola 49,2.4 [a Dracôncio]; ~366 dC).

            “O Santo Apóstolo Paulo dando a forma de indicar um bispo e estabelecendo por suas instruções uma inteiramente nova qualidade de membro da Igreja, ensinou com as seguintes palavras o somatório de todas as virtudes que leva alguém à perfeição: ‘manter firme a palavra de acordo com a doutrina da fé, ser apto a ensinar a sã doutrina e a preparar mantenedores. Porque há muitos homens desregrados, faladores vãos e enganadores’. Assim ele destaca que as virtudes essenciais de uma boa disposição e de moralidade são as únicas proveitosas para um bom serviço do sacerdócio se, ao mesmo tempo, não faltam as qualidades necessárias para saber como pregar e preservar a fé, porque alguém não é corretamente feito um bom e proveitoso sacerdote simplesmente por uma vida inocente ou por um mero conhecimento da pregação” (Hilário de Poitiers, Sobre a Trindade 8,137; 359 dC).

            “O objeto imediato de minha solicitação é a seguinte: fique dispensado pelo velho censo o clero de Deus, presbítero e diáconos” (Basílio, Epístola 104 [a Modesto]; 372 dC).

            “Deveis saber que esse Fausto veio a mim com cartas do Papa, referindo que ele pode ordenar bispo” (Basílio, Epístola 121, [a Teódoto]; 373 dC).

            “Não há, contudo, tal estreiteza na excelência moral da Igreja Católica de modo que devesse limitar meu apreço à vida daqueles aqui mencionados. Pois que quantos bispos conheço mais excelentes e santos, quantos presbíteros, quantos diáconos e ministros dos divinos sacramentos, de todas os tipos, cujas virtudes me parecem mais admiráveis e mais dignas de recomendação em virtude da dificuldade maior de preservá-las em meio das múltiplas variedades de homens e nesta vida de distúrbios!” (Agostinho, Sobre a Moral da Igreja Católica, 69; 388 dC).

            “Quem pode testar a si mesmo pelas regras e padrões que Paulo estabeleceu para bispos e presbíteros, de que devem ser temperados, serenos, não dados ao vinho, não violentos, aptos a ensinar, irrepreensíveis em todas as coisas, e além do alcance dos maus, sem encontrar considerável desvio da linha reta das regras?” (Gregório de Nazianzeno, Em Defesa do sua Exaltação, 69; 389 dC).

            “Você encontrará ali o diácono, encontrará o sacerdote, encontrará o sacerdote principal [i.é, o bispo]” (Ambrósio, Dos Mistérios, 2; 391 dC).

            “Para finalizar, é bom – penso – examinar as altas qualificações em vossa eleição, para que aquele que for indicado para a Presidência possa ser adequado para o posto. Agora as injunções apostólicas não nos direcionam a procurar por um elevado nascimento, saúde e distinção aos olhos do mundo, entre as virtudes de um bispo” (Gregório de Nissa, Epístola 13 [à Igreja de Nicomédia] ~390 dC).

            “Martinho, [bispo de Tours,] então, vestido com seus paramentos, entrou para oferecer o sacrifício a Deus. E eis que, à luz do dia – estou para narrar algo maravilhoso – quando estava ocupado em abençoar o altar, como é usual, nós vimos um globo de fogo arremessado de sua cabeça, de forma como se projetado para o alto, a chama produzindo uma cabeleira de extraordinário tamanho. E, embora tenhamos visto isso acontecer num dia memorável, no meio de uma grande multidão de gente, somente uma das virgens, um dos presbíteros, e apenas três dos monges, testemunharam a visão: mas por que os outros não viram isso é assunto que não cabe a nós julgar… Tenho às vezes dito, Sulpício, que Martinho costumava vos contar que tal abundância de poder não lhe fora concedido só quando era bispo, mas como contou tê-lo possuído antes que tivesse alcançado o cargo. Agora, se isto é verdade, ou melhor, já que isto é verdade, podemos imaginar quão grandes coisas realizou, sendo apenas um monge, sem nenhuma testemunha, e guardou consigo; pois vimos que, quando bispo, realizou tão grande maravilha ante os olhos de todos. Muitos, não há dúvidas, desses anteriores acontecimentos foram conhecidos pelo mundo, e não puderam ser escondidos, mas – dizem – foram inumeráveis os que evitava ostentar, guardando em segredo e não permitindo chegar ao conhecimento dos homens, porque como ele transcendia as capacidades de um simples homem, numa consciência de sua própria eminência, e se desviando da glória do mundo, ficava contente simplesmente em ter os céus como uma testemunha de sua obra” (Sulpício Severo, Diálogos 2,4; 400 dC).

            “Aos bispos companheiros e diáconos: ‘O que está acontecendo? Há vários bispos numa única cidade? Certamente não. Mas chamam os presbíteros de bispos. Pois eles, no entanto, intercambiam os títulos, e o bispo era um diácono. Por essa razão escrevendo a Timóteo, ele ( São Paulo) disse a um que era bispo: ‘Exercei vosso ministério’; pois aquele que é bispo demonstra por seus sermões: ‘a ninguém imponhais as mãos inconsideradamente’, e de novo: ‘o carisma que vos foi concedido com a imposição das mãos dos anciãos’. Contudo, os presbíteros não devem impor as mãos sobre um bispo'” (João Crisóstomo, Homilia aos Filadélfos 1,1; ~404 dC).

            “Pois nos dias primitivos da fé, quando somente uns poucos, aqueles que eram os melhores, foram conhecidos pelo nome de monges, que como tinham acolhido este modo de vida através do evangelista Marcos de santa memória, o primeiro a presidir a Igreja de Alexandria como bispo… Mas muitas vezes isso os levou a um desejo de tomar as santas ordens, e um desejo pelo sacerdócio ou diaconato. Isso significa que se um homem, mesmo contra sua vontade, recebe esse ministério, deve exercê-lo com tal santidade e correção que seja capaz a se pôr como exemplo de santidade mesmo aos outros sacerdotes; e que ele se sobreponha sobre todo o povo, não somente por sua maneira de vida, mas também por seu ensinamento e pregação. Isso leva um homem, mesmo quando fica sozinho e mora numa cela, a percorrer em pensamento e imaginação a habitação e mosteiros dos outros e a fazer muitas conversões sob o incentivo da exultação mental” (João Cassiano, Institutos 2,5; 11,14; 435 dC).

            “Theotokos [=Mãe de Deus], mas não no sentido imaginado por certa heresia ímpia que sustenta que ela deva ser chamada a Mãe de Deus não por outro motivo, mas apenas porque deu à luz àquele homem que posteriormente se tornou Deus, exatamente como falamos de uma mulher como mãe de um sacerdote, ou mãe de um bispo, querendo dizer que ela era tal não por ter dado à luz a alguém já sacerdote ou bispo, mas dado à luz a alguém que posteriormente se tornou sacerdote ou bispo. Não dessa forma, afirmo, foi a santa Maria Theotokos – a Mãe de Deus – mas, pelo contrário, como disse anteriormente, porque em seu sagrado ventre se operou o mais sagrado dos mistérios pelo qual, por singular e única unidade de Pessoa, como a Palavra na carne é carne, assim o Homem em Deus é Deus” (Vicente de Lerins, Comentários 15; ~445 dC).

            “Porque embora aqueles que não estão na lista do clero estejam livres para usufruírem o prazer da companhia da esposa e da procriação de filhos, contudo, para demonstração da pureza da completa continência, mesmo aos subdiáconos não é permitido o casamento carnal, porque ‘aqueles que são (casados), ajam como se não fossem’ e aqueles que não são, devem permanecer solteiros. Contudo, se nessa ordem, para aquele que é o quarto na Cabeça (isto é, em Cristo), isso é observância mais digna, quanto mais deve ser observado pelo primeiro ou segundo ou terceiro, para que ninguém que tenha sido listado para exercer, seja os deveres do diaconato ou a honorável posição do presbítero ou a preeminência do bispo, venha a ser descoberto como ainda não tendo refreado os desejos por sua esposa” (Leão Magno, Epístola 14,5 [a Anastácio]; 446 dC).

            “Através de meu muito amado filho Laurêncio, presbítero, e Pedro, o monge, eu recebi vossa carta fraterna, na qual dizeis que estais ansioso para me interrogar sobre muitos pontos. Mas de vez que meus antes citados filhos me encontraram atacado com problemas de gota, e em sua pressa para que os dispensasse logo, deixaram-me com a mesma dolorosa doença, não tive possibilidade de vos responder, como deveria ter feito, pela grande extensão de cada uma de suas questões.

            [A primeira questão de Agostinho]- Eu pergunto, santo Padre, com relação aos bispos, como eles poderiam viver com seu clero? Com respeito às oferendas dos fiéis que são recebidas no altar, em quantas porções devem ser divididas, e como os bispos devem chegar a um acordo com eles, na Igreja?

            [Resposta de São Gregório, papa]- A Sagrada Escritura, que – não há dúvida – conheceis bem, sobre isso dá testemunho, e especialmente as epístolas do abençoado Paulo a Timóteo, na qual ele se esforça em instruí-lo como devia se comportar na casa de Deus. Agora é costume da Sé Apostólica emitir uma ordem aos bispos, quando ordenados, para que todos os emolumentos recolhidos sejam repartidos em quatro divisões, a saber: uma para o bispo e manutenção de sua casa por causa da hospitalidade e recepção; uma outra para o clero; uma terceira para o pobre; e uma quarta para repartição pelas Igrejas. Mas, de vez que como em vossa congregação tendes sido treinados nas regras do monastério, não deveis viver separados do vosso clero na Igreja dos Anglos, que pela graça de Deus recebeu recentemente a fé, e seria correto instituir aquela forma de vida que havia no começo da Igreja recém-criada, que era a de nossos Pais, entre os quais ninguém se dizia proprietário das coisas como se fossem suas, mas eles tinham todas as coisas em comum” (Gregório Magno, Epístola 64 [a Agostinho]; ~600 dC).

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      • EDMILSON disse:

        VEJA KIM
        EUZÉBIO CONFIRMA PEDRO EM ROMA

        Pregação do apóstolo Pedro em Roma
        1. A este Simão [Simão Mago], pai e autor de tão grandes males, o poder malvado e odiento de todo bem, inimigo da salvação dos homens, destacou-o naquele tempo como grande adversário dos grandes e divinos apóstolos de nosso Salvador.
        2. No entanto a graça divina e celestial veio em socorro de seus servidores, e somente com a aparição e presença destes extinguiu rapidamente o fogo ateado pelo maligno, e por meio deles humilhou e abateu toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus.
        3. Por isso nenhuma maquinação, nem de Simão nem de nenhum outro dos que então proliferavam, prevaleceu naqueles tempos apostólicos: a luz da verdade e o próprio Verbo divino, que recentemente tinha brilhado sobre os homens, florescendo sobre a terra e convivendo com seus próprios apóstolos, triunfava sobre tudo e dominava tudo.
        4. Em seguida o mencionado impostor, como ferido nos olhos da mente por um ofuscamento divino e extraordinário quando anteriormente o apóstolo Pedro pôs a descoberto suas malvadas intenções na Judéia, empreendeu uma longa viagem para além do mar, e foi-se fugindo de oriente a ocidente, convencido de que somente ali seria possível viver segundo suas idéias.
        5. Chegou à cidade de Roma, e com a grande ajuda do poder que nela se assenta, em pouco tempo alcançou tamanho êxito em seu empreendimento, que os habitantes do lugar chegaram a honrá-lo como a um Deus, dedicando-lhe uma estátua.
        6. Não chegaria muito longe esta prosperidade. De fato, pisando em seus calcanhares, durante o próprio império de Cláudio, a providência universal, santíssima e amantíssima dos homens, levava sua mão em direção a Roma, como contra um tão grande flagelo da vida, o firme e grande apóstolo Pedro, porta-voz de todos os outros devido a sua virtude. Como nobre capitão de Deus, equipado com as armas divinas, Pedro levava do oriente aos homens do ocidente a apreciadíssima mercadoria da luz espiritual, anunciando a boa nova da própria luz, da doutrina que salva as almas: a proclamação do reino dos céus.
        Eusébio de Cesaréia
        “História Eclesiástica”, l. 2, cap. XIV

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      • EDMILSON disse:

        Kim essa é Igreja Católica Biblicamente.

        Saibas meu caro que umas das maiores heresias protestante é o sofismo esquizofrênico de perguntar onde está escrita Igreja Católica Apostólica Romana dentro da Bíblia? Kim a primeira heresia é perguntar onde está escrita na Bíblia; até porque a própria Bíblia diz não conter tudo escrito e a Bíblia diz que a coluna que sustenta a verdade é a Igreja e não a Bíblia (I Timotio 3-15), também porque foi a igreja quem edificou a Bíblia e não a Bíblia quem edificou a Igreja, no caso a Bíblia sim tem que estar totalmente de acordo com os ensinamentos da Santa Igreja que foi o seu criador, já a Igreja não tem a necessidade de se submeter apenas ao que está escrito na Bíblia.

        Mesmo assim Kim provarei aqui no site da Helen que todos os ensinamentos da Santa Igreja possuem respaldos Bíblico, mesmo sabendo que os ensinamentos da Igreja não precisam estar diretamente relacionados com o que está escrito na Bíblia, pode estar relacionada a Santa Tradição ou pode ser uma revelações futuras da parte de Deus para sua Igreja, pois todos nós sabemos que Deus não se calou com a humanidade, ele continua orientando sua Igreja apesar de alguns rebelados acharem que o cristianismo morreu no século I com a morte de São João e Deus se calou com a humanidade, mas nós Católicos sabemos que o cristianismo na verdade nasceu no século I.

        Mas vamos voltar ao assunto, como podemos encontrar o nome da única Igreja de Jesus Cristo na Bíblia? Vamos lá:

        1º) O por que se chama Igreja Católica?
        Porque era o nome dado pelos Apostolo a união Apostólica segundo a sua fé universal em Jesus Cristo Nosso Senhor, em (hebreus 12-23) podemos observar que o autor escreve exatamente isso, ele chama a Igreja de (Assembléia Universal) para os protestantes que não sabem os significados das palavras, assembléia universal e o mesmo que Igreja Católica.
        Hebreus 12
        23 à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados;
        Assembléia = Igreja
        Universal = Católica
        Sendo assim sabemos que desde o século I a Igreja era conhecida por Igreja Católica.
        2º) O por que ser chamada Apostólica?
        Essa é bem simples, em Efésios São Paulo explica que a Igreja onde Jesus Cristo é a cabeça, está edificada sobre os fundamentos Apostólicos.
        Efésios 2
        19. Conseqüentemente, já não sois hóspedes nem peregrinos, mas sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus,
        20. edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo Jesus.
        21. É nele que todo edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um templo santo no Senhor.
        22. É nele que também vós outros entrais conjuntamente, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus.
        3º) O por que a Igreja Católica Apostólica é chamada de Romana?
        Nesse ponto todos os protestantes querem pegar os Católicos e tentar deixá-los sem respostas com argumentos chulos como: (a Igreja de Cristo nasceu em Jerusalém e não em Roma) ou argumentos como: (Jesus era judeu e não Romano), e assim eles ficam perdidos nessas esquizofrenias protestantes, mas a Bíblia que por sinal é a única fonte de fé deles afirma claramente que o reino de Deus foi retirado de Jerusalém e dado aos Romanos para que Roma produzisse frutos desse Reino.
        Aqui Jesus retira o reino de Jerusalém:
        Mateus 21
        42. Jesus acrescentou: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra angular; isto é obra do Senhor, e é admirável aos nossos olhos (Sl 117,22)?
        43. Por isso vos digo: ser-vos-á tirado o Reino de Deus, e será dado a um povo que produzirá os frutos dele.
        Aqui São Paulo explica que o reino foi dado aos Romanos:
        Romanos 11
        17. Se alguns dos ramos foram cortados, e se tu, oliveira selvagem(ROMANOS), fosteenxertada em seu lugar(JUDEUS) e agora recebes seiva da raiz da oliveira,
        Bem meus irmãos, esse texto São Paulo envia para a Igreja Romana, parece meio confuso, mas eu vou esclarecer para vocês; no texto de (Mateus 21-43), Jesus Cristo retirar o reino de Jerusalém e promete dar a um outro povo, já no texto de (Romanos 11) São Paulo faz uma alegoria de duas oliveiras, uma original (JUDEUS) e outra selvagem (ROMANOS), ele diz que a oliveira original foi cordada seus ramos, sobrando apenas alguns, e que em seu lugar foste enxertada a oliveira SELVAGEM que seria o povo Romano e que desde então esse povo passaria a receber a seiva da raiz, essa raiz que São Paulo cita se chama ABRAÃO, nas sua carta aos (Gálatas capitulo 3 versículo 16) ele diz que a promessa de Deus foi feita de (ABRAÃO a Jesus Cristo), ou seja, Abraão é a raiz da oliveira original no qual desde que fostes retirado o reino de Jerusalém ROMA recebeu esse reino sendo enxertada no lugar da oliveira original e assim passou a receber a seiva da raiz, onde nós Católicos Romanos que somos os descendente de Abraão o Pai da fé.
        Só para terminar esse assunto, São Paulo termina sua carta aos Romanos escrevendo e deixando registrado um oráculo que em nenhuma outra carta ele deixa registrado, uma profecia que só está prometida para Igreja ROMANA à única de Jesus Cristo.
        Vou mostrar:
        Romanos 16
        19. A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. Mas quero que sejais prudentes no tocante ao bem, e simples no tocante ao mal.
        20. O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco!

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        • Manuel da Costa disse:

          Muito obrigado Edmilson,depois de 30 anos no protestantismo estudando a história do cristianismo,me tornei católico.Existe muitas inverdades no seio protestante sobre a Santa Igreja .

          Tomará que o Kim ,leia estas materias com olhos de quem quer conhecer a verdade.

          Pax domini,

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          • EDMILSON disse:

            BRIGADO AMIGO MANOEL, A IGREJA PRECISA DE HOMENS COMO A GENTE, POIS ELA ESTÁ PASSANDO POR UM MOMENTO MUITO DIFÍCIL. MAS PODE TER CERTEZA, MEU AMIGO MANOEL, QUE AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA.

            AGORA, AMIGO MANOEL, LEIGOS COMO KIM, TIAGO, VÊM QUERER DEBATER PATRÍSTICA E HISTÓRIA, ISSO É PIADA.

            OLHA MANOEL, EXISTEM OS CHAMADOS DOCUMENTOS DOS BISPOS SOBRE AS IGREJAS, QUE É VASTO E INTENSO, MAS AS SEITAS PROTESTANTES NÃO CONHECEM.

            VOU TI DA UM SÓ EXEMPLO, SÓ OS DOCUMENTOS DO PRIMEIRO SÉCULO AO ANO 270 ANTES DE CONSTANTINO TER NASCIDO É VASTO E CREIO QUE MEUS CAROS KIM E TIAGO PASSARIAM MAIS DE 20 ANOS PARA LEREM TODOS ELES!

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            • Grande problema também Edimilson são as escolas que ensinam na aula de história exatamente as bobagens que o Kim está repetindo, como se fossem as “grandes verdades da igreja que os católicos desconhecem”. E quem é ateu (ou atoa) ou Protestante engole tudo isso sem nem questionar. Lembro-me quando eu estava no 3° ano do ensino médio, há 8 anos atrás, já eram ensinadas essas baboseiras sobre Constantino e cia.
              É como uma charge que eu vi estes dias no blog http://ocatequista.com.br/ que deve ilustrar aquilo que os protestantes pensam: Jesus chega a Pedro e diz “Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu edificarei alguma coisa. Não a minha Igreja, porque esta eu vou escolher outra pessoa, talvez daqui a 1500 anos para fundar.” Da série #Coisas-que-Jeusus-nunca-disse

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      • EDMILSON disse:

        OLHA KIM PARA MIM NÃO VÊ MAS VOCÊ FALAR PAPAGAIADAS PEÇO VOCÊ QUE ESTUDE PARE DE ACREDITAR EM FABULAS ESSE É O MEU RECADO

        KIM AGORA SÓ UM RECADO ESTUDE NAS FONTES E NAS TESTEMUNHAS OCULARES

        POIS ESTUDAR EM SITES DE HISTORIADORES PROTESTANTE É FURADA

        OLHA NÃO PRECISA ESTUDAR TAMBÉM NOS SITES CATÓLICOS

        FAZ ASSIM PROCURE AS MAIORES BIBLIOTECAS DO BRASIL RENOMADAS.

        Pronunciamentos (Gregório de Nanzianzo).
        Contra Eunômio – Livro I (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro II (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro III (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro IV (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro V (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro VI (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro VII (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro VIII (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro IX (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro X (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro XI (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Livro XII (Gregório de Nissa).
        Contra Eunômio – Tomo II (Gregório de Nissa).
        Contra os Macedonianos (Gregório de Nissa).
        Sobre a Fé Santa (Gregório de Nissa).
        Sobre a Morte das Crianças (Gregório de Nissa).
        Sobre a Não-Existência de Três Deuses (Gregório de Nissa).
        Sobre a Santíssima Trindade (Gregório de Nissa).
        Sobre a Virgindade (Gregório de Nissa).

        Carta ao Bispo Basílides (Dionísio de Alexandria).
        Carta ao Bispo Dionísio de Roma (Dionísio de Alexandria).
        Cartas Diversas (Dionísio de Alexandria).
        Comentário ao Eclesiastes (Dionísio de Alexandria).
        Contra os Sabelianos (Dionísio de Roma).
        Contra Sabélio (Dionísio de Alexandria).
        Da Natureza (Dionísio de Alexandria).
        Das Promessas (Dionísio de Alexandria).
        Hinos de Nísibis (Efrém da Síria).
        Hinos para a Festa da Epifania (Efrém da Síria).
        Hinos sobre a Fé (Efrém da Síria).
        Hinos sobre a Natividade do Senhor (Efrém da Síria).
        Homilia sobre Nosso Senhor (Efrém da Síria).
        Homilia sobre a Mulher Pecadora (Efrém da Síria).
        Homilia sobre o Conselho e o Arrependimento (Efrém da Síria).
        Leituras Catequéticas (Cirilo de Jerusalém).
        Regra Pastoral – Livro I (Gregório I de Roma).
        Regra Pastoral – Livro II (Gregório I de Roma).
        Regra Pastoral – Livro III (Gregório I de Roma).
        Regra Pastoral – Livro IV (Gregório I de Roma).

        “Acerca do Discernimento das Paixões e dos Pensamentos” (Evágrio do Ponto). Agradecemos a Roberto Gortiz pelo envio da sua tradução.
        “Atos de Pedro” (Apócrifo). Agradecemos a Wilson Reis Lopes de Melo Pinto pelo envio da sua tradução.
        “Contra Proclo” (Caio). Agradecemos a Philippe Gebara pelo envio da sua tradução.
        “Evangelho da Natividade de Maria” (Apócrifo). Agradecemos a Andrea Patrícia pelo envio da sua tradução.

        O Padre Clemente de Alexandria foi movido para a área “Escritores Eclesiásticos”.
        Acrescentada a seguinte obra:
        Da Correção dos Rústicos (Martinho de Braga).
        Atualizada a seguinte obra:
        “Apocalipse de Pedro” (atribuído a São Pedro). Agradecemos a Wilson Reis Lopes de Melo Pinto pelo envio da sua tradução.

        A Demetriano (Cipriano de Cartago)
        A Fortunato ou Exortação ao Martírio (Cipriano de Cartago)
        Atas dos Debates Conciliares (Concílio Regional de Cartago VII)
        Contra Vigilâncio (São Jerônimo)
        Da Boa Paciência (Cipriano de Cartago)
        Da Disciplina Cristã (Comodiano)
        Da Mortalidade (Cipriano de Cartago)
        Da Oração do Senhor (Cipriano de Cartago)
        Da Vestimenta das Virgens (Cipriano de Cartago)
        Das Obras e das Esmolas (Cipriano de Cartago)
        Do Zelo e da Inveja (Cipriano de Cartago)
        Dos Lapsos (Cipriano de Cartago)
        Vida e Paixão de São Cipriano (Cipriano de Cartago)

        1ª Epístola sobre a Virgindade (Pseudo-Clemente de Roma)
        2ª Epístola sobre a Virgindade (Pseudo-Clemente de Roma)
        Comentários sobre a Epístola de Judas (Clemente de Alexandria)
        Comentários sobre a 1ª Epístola de João (Clemente de Alexandria)
        Comentários sobre a 2ª Epistola de João (Clemente de Alexandria)
        Contra a Heresia de Artemon (Caio)
        Contra Proclo (Caio)
        Da Alma (Clemente de Alexandria)
        Da Calúnia (Clemente de Alexandria)
        Da Providência (Clemente de Alexandria)
        Exortação aos Pagãos (Clemente de Alexandria)
        Fragmentos de Clemente de Alexandria citados por Antonio Melissa (Clemente de Alexandria)
        Fragmentos de Clemente de Alexandria citados por Cassiodoro (Clemente de Alexandria)
        Fragmentos de Clemente de Alexandria citados por Eusébio de Cesaréia (Clemente de Alexandria)
        Fragmento de Clemente de Alexandria citados por Macário Crisocéfalo (Clemente de Alexandria)
        Fragmentos de Clemente de Alexandria citados por Nicetas de Héracles (Clemente de Alexandria)
        Homilias Clementinas – Homilia I (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia II (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia III (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia IV (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia V (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia VI (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia VII (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia VIII (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia IX (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia X (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XI (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XII (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XIII (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XIV (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XV (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XVI (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XVII (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XVIII (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XIX (Clemente de Roma)
        Homilias Clementinas – Homilia XX (Clemente de Roma)
        O Pedagogo – Livro I (Clemente de Alexandria)
        O Pedagogo – Livro II (Clemente de Alexandria)
        O Pedagogo – Livro III (Clemente de Alexandria)
        Outros Fragmentos de Obras Perdidas de Clemente de Alexandria (Clemente de Alexandria)
        Qual Homem Rico será Salvo? (Clemente de Alexandria)
        Reconhecimentos – Livro I (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro II (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro III (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro IV (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro V (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro VI (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro VII (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro VIII (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro XIX (Clemente de Roma)
        Reconhecimentos – Livro X (Clemente de Roma)
        Tapeçarias – Livro I (Clemente de Alexandria)
        Tapeçarias – Livro II (Clemente de Alexandria)
        Tapeçarias – Livro III (Clemente de Alexandria)

        Carta 1 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 2 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 3 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 4 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 5 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 10 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 11 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 13 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 14 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 17 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 18 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 19 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 20 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 22 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 24 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 27 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 28 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 29 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 40 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 42 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 43 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 44 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 45 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 46 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 47 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 48 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 49 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 50 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 51 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 52 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 53 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 54 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 55 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 56 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 58 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 59 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 60 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 61 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 62 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 63 (Atanásio de Alexandria)
        Carta 64 (Atanásio de Alexandria)
        Do Espírito Santo (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 1 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 2 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 3 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 4 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 5 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 6 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 7 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 8 (Basílio de Cesaréia)
        Homilias sobre o Hexaemeron – Homilia 9 (Basílio de Cesaréia)
        O Livro das Leis de Diversos Países (Bar Daisan)

        Cânons de Basílio Magno (Basílio de Cesaréia)
        Cânons de Cirilo (Cirilo de Alexandria)
        Cânons de Gregório (Gregório de Nissa)
        Cânons de João o Jejuador (João IV de Constantinopla)
        Cânons de Pedro (Pedro de Alexandria)
        Cânons de Teófilo (Teófilo de Alexandria)
        Cânons de Timóteo (Timóteo de Alexandria)

        Cânons de Ancira (Concílio Regional de Ancira)
        Cânons de Antioquia (Concílio Regional de Antioquia)
        Cânons de Calcedônia (Concílio Ecumênico de Calcedônia)
        Cânons de Constantinopla I (I Concílio Ecumênico de Constantinopla)
        Cânons de Constantinopla III (III Concílio Ecumênico de Constantinopla)
        Cânons de Dionísio (Dionísio de Alexandria)
        Cânons de Éfeso (Concílio Ecumênico de Éfeso)
        Cânons de Gangra (Concílio Regional de Gangra)
        Cânons de Gregório Taumaturgo (Gregório de Neocesaréia)
        Cânons de Laodicéia (Concílio Regional de Laodicéia da Frígia)
        Cânons de Neocesaréia (Concílio Regional de Neocesaréia)
        Cânons de Nicéia II (II Concílio Ecumênico de Nicéia)
        Cânons de Sárdica (II Concílio Regional de Sárdica)
        Da Reconciliação – Livro I (João Crisóstomo)
        Da Reconciliação – Livro II (João Crisóstomo)
        Epístola do Concílio Ecumênico de Éfeso ao Concílio Regional da Panfília (Concílio Ecumênico de Éfeso)
        Homilia sobre a Confissão, a Tristeza do Rei Acab e o Profeta Jonas (João Crisóstomo)
        Homilia sobre a Conversão e a Oração (João Crisóstomo)
        Homilia sobre a Esmola e as Dez Virgens (João Crisóstomo)
        Homilia sobre a Penitência (João Crisóstomo)

        1ª Catequese aos Catecúmenos (João Crisóstomo)
        2ª Catequese aos Catecúmenos (João Crisóstomo)
        Os 85 Cânons Apostólicos (Anônimo)
        Conversa com Nicodemos (João Crisóstomo)
        Do Batismo do Senhor (Gregório de Nissa)
        Prescrições (Pacômio de Tabenési)
        Protríptico do Santo Batismo (Pacômio de Tabenési)
        Sermão aos Neófitos (João Crisóstomo)
        Sermão sobre o Santo Batismo (Gregório de Nanzianzo)
        Atualizadas as seguintes obras:
        “Carta a Aeglon de Cinópolis [Fragmento]” (Alexandre de Alexandria). Agradecemos a Rafael de Souza pelo envio de sua tradução.
        “Carta de Lêntulo a Otávio” (Apócrifo). Agradecemos a José Rubens Almeida Leme Filho pela indicação do site que continha a tradução em português.

        Apologia de sua Fuga (Santo Atanásio de Alexandria)
        Apologia dirigida ao Imperador Constâncio (Santo Atanásio de Alexandria)
        Carta aos Bispos do Egito e Líbia (Santo Atanásio de Alexandria e outros)
        Carta de 95 Bispos do Egito e Líbia (Santo Atanásio de Alexandria e outros)
        Contra os Arianos (Santo Atanásio de Alexandria)
        Contra os Pagãos (Santo Atanásio de Alexandria)
        Contra os Pagãos – Livro I (Arnóbio de Sica)
        Contra os Pagãos – Livro II (Arnóbio de Sica)
        Contra os Pagãos – Livro III (Arnóbio de Sica)
        Contra os Pagãos – Livro IV (Arnóbio de Sica)
        Contra os Pagãos – Livro V (Arnóbio de Sica)
        Contra os Pagãos – Livro VI (Arnóbio de Sica)
        Contra os Pagãos – Livro VIII (Arnóbio de Sica)
        História Acéfala (Autoria Desconhecida)
        Da Encarnação do Verbo (Santo Atanásio de Alexandria)
        Da Sentença de Dionísio de Alexandria (Santo Atanásio de Alexandria)
        Deposição do Heresiarca Ário (Santo Atanásio de Alexandria)
        Discursos contra os Arianos – Discurso I (Santo Atanásio de Alexandria)
        Discursos contra os Arianos – Discurso II (Santo Atanásio de Alexandria)
        Discursos contra os Arianos – Discurso III (Santo Atanásio de Alexandria)
        Discursos contra os Arianos – Discurso IV (Santo Atanásio de Alexandria)
        Dos Decretos contra os Arianos (Santo Atanásio de Alexandria)
        Dos Sínodos de Arimino e Selêucia (Santo Atanásio de Alexandria)
        História dos Arianos (Santo Atanásio de Alexandria)
        Sobre Lucas 10,22 e Mateus 11,27 (Santo Atanásio de Alexandria)
        Tomo aos Antioquenos (Santo Atanásio de Alexandria)

        Atas do Debate com o Heresiarca Manes (Arquelau da Mesopotâmia)
        Demonstração I – Da Fé (Afraates da Síria)
        Demonstração V – Das Guerras (Afraates da Síria)
        Demonstração VI – Dos Monges (Afraates da Síria)
        Demonstração VIII – Da Ressurreição dos Mortos (Afraates da Síria)
        Demonstração X – Dos Pastores (Afraates da Síria)
        Demonstração XVII – De Cristo, o Filho de Deus (Afraates da Síria)
        Demonstração XXI – Da Perseguição (Afraates da Síria)
        Demonstração XXII – Da Morte e dos Últimos Tempos (Afraates da Síria)

        Acerca do Corpo e Alma e a Paixão do Senhor (Santo Alexandre de Alexandria)
        Carta 17 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 18 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 20 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 22 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 40 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 41 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 51 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 57 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 61 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 62 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta 63 (Santo Ambrósio de Milão)
        Carta a Aeglon de Cinópolis (Santo Alexandre de Alexandria)
        Carta a Alexandre de Constantinopla (Santo Alexandre de Alexandria)
        Carta aos Ministros da Igreja Católica (Santo Alexandre de Alexandria)
        Carta aos Sacerdotes e Diáconos de Alexandria e Mareotis (Santo Alexandre de Alexandria)
        Contra os Maniqueus (Alexandre de Licópolis)
        Da Virgindade – Livro I (Santo Ambrósio de Milão)
        Da Virgindade – Livro II (Santo Ambrósio de Milão)
        Da Virgindade – Livro III (Santo Ambrósio de Milão)
        Das Viúvas (Santo Ambrósio de Milão)
        Do Arrependimento – Livro I (Santo Ambrósio de Milão)
        Do Arrependimento – Livro II (Santo Ambrósio de Milão)
        Do Espírito Santo – Livro I (Santo Ambrósio de Milão)
        Do Espírito Santo – Livro II (Santo Ambrósio de Milão)
        Do Espírito Santo – Livro III (Santo Ambrósio de Milão)
        Dos Mistérios (Santo Ambrósio de Milão)
        Explicação da Fé Cristã – Livro I (Santo Ambrósio de Milão)
        Explicação da Fé Cristã – Livro II (Santo Ambrósio de Milão)
        Explicação da Fé Cristã – Livro III (Santo Ambrósio de Milão)
        Explicação da Fé Cristã – Livro IV (Santo Ambrósio de Milão)
        Explicação da Fé Cristã – Livro V (Santo Ambrósio de Milão)
        Memorial de Símaco aos Imperadores Romanos (Senador Símaco)
        Sermão contra Auxêncio (Santo Ambrósio de Milão)

        Evangelho da Natividade de Maria (autoria desconhecida)
        Evangelho de Nicodemos (atribuído a Nicodemos)
        Evangelho do Pseudo-Mateus (atribuído a São Mateus)
        Evangelho Grego da Infância do Senhor (atribuído a São Tomé)
        Evangelho Latino da Infância do Senhor (atribuído a São Tomé)

        A Descida de Cristo aos Infernos (atribuído a Nicodemos)
        Apocalipse de Pedro (atribuído a São Pedro)
        Atos de Pedro (atribuído a São Pedro)
        Atos de Pedro e dos Doze Apóstolos (atribuído a São Pedro)
        Evangelho Sírio da Infância do Senhor (atribuído a São Tomé)
        História Eclesiástica – Livro I (Eusébio de Cesaréia)
        História Eclesiástica – Livro II (Eusébio de Cesaréia)
        História Eclesiástica – Livro III (Eusébio de Cesaréia)

        Carta de Lêntulo a Otávio (atribuído a Lêntulo)
        Evangelho Árabe da Infância do Senhor (atribuído a São Pedro)
        Evangelho de Bartolomeu (atribuído a São Bartolomeu)
        Evangelho de Pedro (atribuído a São Pedro)
        História de José, o Carpinteiro (atribuído a Jesus e os Doze Apóstolos)

        A Vingança do Salvador (Vindicta Salvatoris) (autoria desconhecida)
        Carta de Herodes a Pilatos (atribuída ao rei Herodes)
        Carta de Pilatos a Herodes (atribuída a Pôncio Pilatos)
        Carta de Pilatos a Tibério (atribuída a Pôncio Pilatos)
        Carta de Tibério a Pilatos (atribuída a Tibério César)
        Contra as Heresias – Livro V (Santo Ireneu de Lião)
        Declaração de José de Arimatéia (atribuída a José de Arimatéia)
        Harmonia dos Evangelhos (Amônio de Alexandria)
        Morte de Pilatos (Mors Pilati) (autoria desconhecida)
        Relatório de Pilatos a César (Anaphora) (atribuído a Pôncio Pilatos)
        Sentença Condenatória de Jesus Cristo (2) (atribuída a Pôncio Pilatos)
        Tradição de Pilatos (Paradosis) (autoria desconhecida)

        Contra as Heresias – Livro II (Santo Ireneu de Lião)
        Contra as Heresias – Livro III (Santo Ireneu de Lião)
        Contra as Heresias – Livro IV (Santo Ireneu de Lião)
        Da Escalada Espiritual (São João Clímaco)
        Livro de Orsiésio (Orsiésio de Tabenési)
        Regra de São Pacômio (São Pacômio de Tabenési)

        Diatessaron (Taciano da Síria)
        Do Instituto Cristão (Gregório de Nissa)
        Exortação aos Mártires (Tertuliano de Cartago)
        Homilia sobre o Salmo 130 (Santo Hilário de Poitiers)
        Odes de Salomão (atribuídas ao Rei Salomão)

        1ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        2ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        3ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        4ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        5ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        6ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        7ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        8ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        9ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        10ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        11ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        12ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        13ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        14ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        15ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        16ª Conferência (São Doroteu de Gaza)
        17ª Conferência (São Doroteu de Gaza)

        Carta a Hesíquio (João de Apaméia)
        Carta Primeira (Antonio do Egito)
        Carta Segunda (Antonio do Egito)
        Carta Terceira (Antonio do Egito)
        Carta Quarta (Antonio do Egito)
        Carta Quinta (Antonio do Egito)
        Carta Quinta-Bis (Antonio do Egito)
        Carta Sexta (Antonio do Egito)
        Carta Sétima (Antonio do Egito)
        Carta a Teodoro (Antonio do Egito)
        Explicação do Símbolo (Santo Ambrósio de Milão)
        Sátira dos Filósofos Gregos (Hérmias o Filósofo)
        Sentenças Diversas (Antonio do Egito)
        Vida de Hilarião (São Jerônimo)

        Das Heresias (Santo Agostinho de Hipona)
        Da Ordem – Livro I (Santo Agostinho de Hipona)
        Da Ordem – Livro II (Santo Agostinho de Hipona)
        Da Perfeição da Justiça do Homem (Santo Agostinho de Hipona)
        Mensagem aos Donatistas após a Conferência (Santo Agostinho de Hipona)
        O Espelho da Sagrada Escritura (Santo Agostinho de Hipona)
        O Matrimônio e a Concupiscência – Livro I (Santo Agostinho de Hipona)
        O Matrimônio e a Concupiscência – Livro II (Santo Agostinho de Hipona)
        Oito Questões do Antigo Testamento (Santo Agostinho de Hipona)

        Acerca Daqueles que Crêem ser Justificados por suas Obras (Marcos o Asceta)
        Acerca do Discernimento das Paixões e dos Pensamentos (Evágrio Pôntico)
        Advertências sobre a Índole Humana e a Boa Vida (Antonio do Egito)
        A Lei Espiritual (Marcos o Asceta)
        Atas do Debate com o Donatista Emérito (Santo Agostinho de Hipona)
        Contra os Priscilianistas e Origenistas – Livro I (Santo Agostinho de Hipona)
        Contra os Priscilianistas e Origenistas – Livro II (Santo Agostinho de Hipona)
        Da Imortalidade da Alma (Santo Agostinho de Hipona)
        Discurso sobre a Oração (Nilo o Asceta)
        Do Sacerdócio – Livro I (São João Crisóstomo)
        Do Sacerdócio – Livro II (São João Crisóstomo)
        Do Sacerdócio – Livro III (São João Crisóstomo)
        Do Sacerdócio – Livro IV (São João Crisóstomo)
        Do Sacerdócio – Livro V (São João Crisóstomo)
        Do Sacerdócio – Livro VI (São João Crisóstomo)
        Dos Oito Pensamentos que Viciam (Cassiano de Roma)
        Dos Sonhos (Evágrio Pôntico)
        Epístola aos Católicos sobre a Seita Donatista
        Solilóquios – Livro I (Santo Agostinho de Hipona)
        Solilóquios – Livro II (Santo Agostinho de Hipona)
        Vida de São Bento Abade (São Gregório I de Roma)

        1ª Conferência dos Padres do Deserto (São João Cassiano)
        14ª Conferência dos Padres do Deserto (São João Cassiano)
        Contra as Heresias – Livro I (Santo Agostinho de Hipona)
        Sentenças Anônimas dos Padres e Madres do Deserto
        Sentenças de Madres do Deserto
        Sentenças de Padres do Deserto

        Da Justificação dos Santos (Santo Agostinho de Hipona)
        Hino contra Bar Daisan (Santo Efrém da Síria)
        Vida de Moisés (São Gregório de Nissa)

        1º Livro a Autólico (São Teófilo de Antioquia)
        2º Livro a Autólico (São Teófilo de Antioquia)
        3º Livro a Autólico (São Teófilo de Antioquia)
        Da Oração (Tertuliano de Cartago)
        Discurso contra os Gregos (Taciano da Síria)
        I Concílio Regional de Toledo

        A Criação e a Queda (Santo Atanásio de Alexandria)
        Carta-Consulta ao Imperador Trajano (Plínio o Jovem)
        Carta-Pedido do Rei Abgaro a Jesus (atribuída ao Rei Abgaro de Edessa)
        Carta-Resposta ao Governador Plínio o Jovem (atribuída a Jesus)
        Carta-Resposta de Jesus ao Rei Abgaro (atribuída a Jesus)
        Edito de Milão (Imperadores Constantino e Licínio)
        Edito sobre a Primazia da Igreja de Roma (Justiniano III)
        Extratos sobre Religião no Código de Teodósio

        Cânones dos 318 Bispos de Nicéia (I Concílio de Nicéia)
        Credo de Nicéia (I Concílio de Nicéia)
        Epístola aos Laodicenses (Apócrifo do N.T.)
        Epístola de Constantino sobre a Celebração da Páscoa (I Concílio de Nicéia)
        Epístola Sinodal à Igreja de Alexandria (I Concílio de Nicéia)
        Oração de Manassés (Apócrifo do A.T.)
        Outros Cânones de Nicéia (I Concílio de Nicéia)
        Salmo 151 (Apócrifo do A.T.)
        Sentença Condenatória de Jesus Cristo (Apócrifo do N.T.)

        Cânon de Muratori (Anônimo)
        Da Virgindade Perpétua de Maria (São Jerônimo)
        Demonstração da Pregação Apostólica (Santo Ireneu de Lião)
        Epístola a Policarpo de Esmirna (Santo Inácio de Antioquia)
        Epístola a Todos os Cristãos (Santo Urbano I de Roma)
        Epístola aos Bispos do Egito (São Zeferino I de Roma)
        Epístola aos Efésios (Santo Inácio de Antioquia)
        Epístola aos Esmirnenses (Santo Inácio de Antioquia)
        Epístola aos Filadelfos (Santo Inácio de Antioquia)
        Epístola aos Filipenses (São Policarpo de Esmirna)
        Epístola aos Magnésios (Santo Inácio de Antioquia)
        Epístola aos Magnésios – forma longa (Pseudo-Inácio)
        Epístola aos Romanos (Santo Inácio de Antioquia)
        Epístola aos Tralianos (Santo Inácio de Antioquia)
        Exortação sobre o Rancor de um Monge (São Pacômio de Tabenési)
        O Martírio de São Policarpo (Piônio de Esmirna)
        Sermão sobre a Natividade de Maria (São João Damasceno)

        Catequeses Mistagógicas (São Cirilo de Jerusalém)
        Decreto Gelasiano (São Gelásio I de Roma)
        Epístola sobre a Caridade, Humildade e Fidelidade à Fé Católica (Santo Efrém da Síria)
        Tradição Apostólica (Hipólito de Roma)
        Vida de Macrina (São Gregório de Nissa)

        Da Inutilidade dos Ídolos (São Cipriano de Cartago)
        Da Unidade da Igreja Católica (São Cipriano de Cartago)
        Epístola 39 (Santo Atanásio de Alexandria)
        Epístola a Marcelino sobre a Interpretação dos Salmos (Santo Atanásio de Alexandria)
        O Martírio de São Cipriano (das Atas de Martírio)
        Salmos para todas as Ocasiões (Santo Arsênio da Capadócia)
        Saltério de Bênçãos (Santo Arsênio da Capadócia)
        Sermão sobre Lucas 12,16-21 (São Basílio de Cesaréia)
        Vida de Santo Antão (Santo Atanásio de Alexandria)

        A mais antiga Oração Mariana (Autoria Desconhecida)
        Da Doutrina dos Apóstolos – forma breve (Autoria Desconhecida)
        Didaqué (Autoria Desconhecida)
        Epístola a Diogneto (Autoria Desconhecida)
        Epístola de Barnabé (Pseudo-Barnabé)
        O Pastor (Hermas de Roma)
        :

        Carmina (Rústico Helpídio)
        Da Hierarquia Celeste (Pseudo-Dionísio Areopagita)
        Epitáfio (Abércio de Hierápolis)
        Fragmentos (Pápias de Hierápolis)

        Da Trindade (Boécio)
        Dos Oito Espíritos Malvados (Evágrio do Ponto)
        Filocalia (Evágrio do Ponto)
        Peregrinação aos Locais Santos (Egéria de Constantinopla)

        Apologia (Aristides de Atenas)
        Da Destruição Britânica (São Gildas da Bretanha)
        Da Ressurreição dos Mortos (Atenágoras de Atenas)
        História dos Francos – Livro I (São Gregório de Tours)
        Petição em Favor dos Cristãos (Atenágoras de Atenas)
        Vida de Santa Maria do Egito (São Sofrônio do Egito)

        1ª Epístola aos Coríntios (São Clemente I de Roma)
        2ª Epístola aos Coríntios (Pseudo-Clemente)
        Do Cuidado devido aos Mortos (Santo Agostinho de Hipona)
        Hino a São Lourenço (Santo Ambrósio de Milão)
        Regra de Santo Agostinho (Santo Agostinho de Hipona)
        Regra de São Bento (São Bento de Núrsia)
        Sermão 13 (São Cesário de Arles)
        Sermão da Vigília Pascal (Santo Agostinho de Hipona)
        Sermão sobre a Devastação de Roma (Santo Agostinho de Hipona)
        Sermão sobre a Parábola do Filho Pródigo (Santo Agostinho de Hipona)
        Sermão sobre a Ressurreição do Senhor (Santo Agostinho de Hipona)

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      • EDMILSON disse:

        Kil você conhece os Concílios Ecumênicos

        E os Cânones dos 318 Bispos Participantes?

        CREIO QUE NÃO ENTÃO CONHEÇA

        (I Concílio Ecumênico de Nicéia)

        Cânon I – Eunucos podem ser recebidos entre os clérigos, mas não serão aceitos aqueles que se castram.

        Se alguém, doente, foi submetido a uma operação (de emasculação) por médicos, ou se foi castrado pelos bárbaros, pode permanecer no Clero; mas, se alguém em perfeita saúde se castrou, é preciso que, se (já) foi admitido no Clero, se afaste (de seu ministério) e, doravante, não seja promovido. Mas, como é evidente, isso se aplica àqueles que premeditadamente fazem tal coisa e tomam a liberdade de se castrar; assim se alguém foi feito eunuco pelos bárbaros ou por seus senhores, e além disso se mostra digno, esse Cânon o admite no Clero.

        Cânon II – Aqueles que provieram do paganismo não poderão ser imediatamente promovidos ao Presbiterato, pois não é de conveniência um neófito sem uma provação de algum tempo. Mas se depois da ordenação constatou-se que ele anteriormente pecara, que seja afastado do Clero.

        Embora que, ou por necessidade ou por urgências individuais, muitas coisas tenham sido feitas contrárias ao cânon eclesiástico, como homens recém-convertidos do paganismo para a fé, que foram instruídos apenas superficialmente, e foram imediatamente levados a um maior nível espiritual, e, logo que foram batizados, progrediram para o Episcopado ou o Presbiterato, parece-nos correto que doravante tal coisa não mais aconteça. Para os próprios catecúmenos há necessidade de tempo e de um exame mais prolongado depois do batismo. Pois que o dito apostólico é claro : “Não um noviço, para que sendo promovido, envaidecido, ele não caia em condenação e na armadilha do Demônio.” Mas se, com o decorrer do tempo, for encontrado naquela pessoa algum pecado de sensualidade e ele for condenado por duas ou três testemunhas, que cesse seu oficio clerical. Aqueles que transgredirem essa promulgação comprometerão sua própria posição clerical, como alguém que quer desobedecer descaradamente este grande Sínodo.

        Cânon III – Nenhum deles deverá ter uma mulher em sua causa, exceto sua mãe, irmã e pessoas totalmente acima de suspeita.

        O grande Sínodo proibe rigorosamente qualquer bispo, presbítero, diácono, ou qualquer um do Clero, ter uma “subintroducta” morando com ele, excetuadas apenas a mãe, uma irmã ou tia, ou pessoas assim, desde que sejam acima de quaisquer suspeitas.

        Cânon IV – Um bispo deve ser escolhido por todos os bispos da província ou, no mínimo, por três, apresentando os restantes seu assentimento por carta; mas a escolha deve ser confirmada pelo metropolita.

        É apropriado que, por todos os meios, um bispo seja indicado por todos os bispos da província; mas isto sendo difícil, seja por conta de necessidade urgente ou por causa de distância, três no mínimo deverão se reunir e os votos dos (bispos) ausentes serão também dados e comunicados por escrito, para então se realizar a ordenação. Mas em cada província a ratificação do que foi feito deverá ser submetida ao Metropolita.

        Cânon V – Quem foi excomungado por algum bispo não deve ser restituído por outro, a não ser que a excomunhão tenha resultado de pusilanimidade ou contenda ou alguma outra razão semelhante. Para que esse assunto seja resolvido convenientemente, deverá haver dois sínodos por ano em cada província – um na Quaresma e o outro no outono.

        Com relação àqueles, do Clero ou do Laicato, que tenham sido excomungados nas várias províncias pelos bispos – observada a prescrição deste cânon para providenciarem que pessoas excluídas por uns não sejam readmitidas por outros – no entanto, pode ser feita uma inquisição para saber se foram excomungados por fraude, por espírito litigioso ou por alguma coisa semelhante à indisposição com o bispo. E para que este assunto possa sofrer uma investigação apropriada, decreta-se que em cada província se constituam sínodos duas vezes por ano, para que, estando todos os bispos da província reunidos, sejam tais questões examinadas por eles, de modo que possa ser constatado por todos que aqueles que, declaradamente, ofenderam a seus bispos foram excomungados por justa causa, até que seja ajustado um sínodo geral dos bispos para pronunciar-lhes uma sentença mais branda. Que esses sínodos sejam realizados um na Quaresma (que, como um dádiva pura, possa ser oferecida a Deus após toda a amargura ter sido posta de lado) e o segundo, no Outono.

        Cânon VI – O bispo de Alexandria terá jurisdição sobre o Egito, Líbia e Pentápolis; assim como o bispo Romano sobre o que está sujeito a Roma. Assim, também, o bispo de Antioquia e os outros, sobre o que está sob sua jurisdição. Se alguém foi feito bispo contrariamente ao juízo do Metropolita, não se torne bispo. No caso de ser de acordo com os cânones e com o sufrágio da maioria, se três são contra, a objeção deles não terá força.

        Prevaleçam os antigos costumes do Egito, Líbia e Pentápolis, porque o Bispo de Alexandria tem jurisdição sobre todos eles, uma vez que o mesmo é habitual também para o bispo de Roma. Do mesmo modo, na Antioquia e nas outras províncias as Igrejas podem reter seus privilégios. O grande Sínodo declara que se deve entender universalmente que se alguém foi feito bispo sem o consentimento do Metropolita, não deve ser tornar bispo. Se, contudo, dois ou três bispos se opuserem, pelo pendor natural à contradição, ao voto comum dos restantes, se for razoável e de acordo com a lei eclesiástica, prevaleça, então, a escolha da maioria.

        Cânon VII – O bispo de Aélia seja honorificado, preservando-se intactos os direitos da Metrópole.

        Já que prevalece o costume e a tradição antiga de que o bispo de Aélia (isto é, Jerusalém) deve ser honorificado, determinamos que ele, mantendo sua devida dignidade perante a Metrópole, tenha o próximo lugar de honra. Cânon VIII – Se aqueles denominados Cátaros voltarem, que eles primeiro façam uma profissão de que estão dispostos a entrar em comunhão com aqueles que se casaram uma segunda vez, e a dar perdão aos que apostataram. E nessas condições, aquele que estava ordenado continuará no mesmo ministério, assim como o bispo continuará bispo. Àquele que foi Bispo entre os Cátaros permita-se que, no entanto, seja um corepíscopo ou goze a honra de um presbítero ou bispo. Não deverá haver dois bispos numa única igreja.

        O grande Sínodo decreta, com relação àqueles que se denominam Cátaros, que se voltarem à Igreja Católica e Apostólica, aqueles que foram ordenados continuarão na posição que tinham no Clero. Mas é necessário, antes de tudo, que professem por escrito que observarão e seguirão os dogmas da Igreja Católica e Apostólica; particularmente que eles entrem em comunhão com as pessoas que se casaram pela segunda vez, e com aqueles que, tendo apostatado na perseguição, tenham passado por um período imposto (de penitência) e um tempo fixado (de renovação), de maneira que em todas as coisas eles sigam os dogmas da Igreja Católica. Em qualquer lugar, nas aldeias ou nas cidades, todos os ordenados dentre eles, podem permanecer no clero, no mesmo grau em que estavam. Mas se dentre os que voltarem, houver bispos ou presbíteros da Igreja Católica, é claro que o bispo deve ter a dignidade de bispo; mas se alguém foi nomeado bispo por esses chamados Cátaros, terá o grau de presbítero, a menos que pareça apropriado ao bispo admiti-lo para participar da honra do título. Ou, se assim não for satisfatório, então o bispo arranje para ele um lugar de corepíscopo, ou presbítero, de modo que fique evidente que ele pertence ao Clero, e que não haja dois bispos na cidade.

        Cânon IX – Quem quer que for ordenado sem exame deverá ser deposto, se depois vier a ser descoberto que foi culpado de crime.

        Não se admite que presbítero algum seja ordenado sem exame, ou, se após o exame, fizer confissão de crime, ou se alguém, violando o cânon, impôs-lhe as mãos, pois a Igreja Católica exige que o mesmo seja irrepreensível.

        Cânon X – Alguém que apostatou deve ser deposto, tivessem ou não consciência de sua culpa os que o ordenaram.

        Se alguém que apostatou foi ordenado por ignorância, ou mesmo com o conhecimento prévio dos que o ordenaram, isso não muda o cânon da Igreja porque quando for descoberto o fato aquela pessoa deverá ser deposta.

        Cânon XI – Os que caíram sem necessidade, ainda que, portanto, indignos de indulgência, no entanto lhes será concedida alguma indulgência, e eles deverão ser “genuflectores” por doze anos.

        O Sínodo declara, em relação àqueles que apostataram sem serem obrigados, sem desapropriação de suas propriedades, sem perigo ou de forma semelhante, como aconteceu durante a tirania de Licínio, que embora não merecessem clemência, deverão ser tratados com misericórdia. Como se estivessem em comunhão conosco, se estão contritos de coração, deverão passar três anos entre os “ouvintes”; por sete anos deverão ser “genuflectores” e por dois anos deverão estar em comunhão com o povo em orações, mas sem fazer oblações.

        Cânon XII – Aqueles que sofreram violência e indicaram que resistiram, mas depois caíram na maldade e voltaram ao exército, deverão ser excomungados por dez anos. Mas, de qualquer modo, a maneira de fazerem penitência deve ser examinada. O bispo poderá tratar mais brandamente alguém que está fazendo penitência e se mostrou zeloso em seu cumprimento do que quem foi frio e indiferente.

        Os que foram chamados pela graça e mostraram um primeiro zelo, pondo de lado os cintos militares, mas depois retornaram como cães ao seu próprio vômito (e com dinheiro ou por meio de presentes recuperaram suas posições militares), depois de passarem o espaço de três anos como “ouvintes”, fiquem dez anos com “genuflectores”. Mas em todos estes casos é necessário examinar bem seus propósitos e que seu arrependimento se mostre como tal. Aqueles que dêem evidência de sua conversão, não com simulação, mas por ações, com temor, lamentações, perseverança e boas obras, quando cumprirem seu tempo prescrito de “ouvintes”, podem apropriadamente entrar em comunhão nas preces. Depois disso, o bispo pode se dispor mais favoravelmente para com eles. Mas aqueles que tratam o assunto com indiferença e aqueles que pensam que entrar para a Igreja é suficiente para sua conversão, devem cumprir todo o tempo da pena.

        Cânon XIII – Os moribundos devem receber a comunhão. Mas se alguém se recupera, deve ser posto no número daqueles que participam das preces, e somente com eles.

        Com relação aos agonizantes, a antiga lei canônica ainda é mantida, a saber: se alguém estava na hora da morte não poderá ser privado do último e do extremamente indispensável Viático. Mas, se alguém se recupera, tendo recebido a comunhão quando estava desenganado, deverá ser-lhe concedido permanecer em comunhão apenas nas preces. Mas, em geral, no caso em que alguém se ache moribundo e, seja como for, peça para receber a Eucaristia, fica a critério do bispo concedê-la.

        Cânon XIV – Se alguns dos catecúmenos caíram em apostasia, deverão ser somente “ouvintes” por três anos; depois poderão orar com os catecúmenos.

        O santo e grande Sínodo decreta com relação aos catecúmenos que apostataram que, após terem passado três anos como “ouvintes”, poderão rezar com os catecúmenos.

        Cânon XV – Bispos, presbíteros e diáconos não se transferirão de cidade para cidade, mas deverão ser reconduzidos, se tentarem fazê-lo, para a igreja para a qual foram ordenados.

        Decreta-se que, por causa dos grandes distúrbios e discórdias que estão ocorrendo, o costume de transferências existente em certos lugares, contrário ao cânon, deve ser totalmente abandonado, de modo que nem bispo nem presbítero nem diácono se transfira de cidade em cidade. Se alguém, depois deste decreto do santo e grande Sínodo tentar tal coisa, ou continuar com tal costume, seus procedimentos serão totalmente nulos e ele deverá ser reconduzido para a igreja para a qual foi ordenado bispo ou presbítero.

        Cânon XVI – Os presbíteros ou diáconos que desertarem de sua própria igreja não devem ser admitidos em outra, mas devem ser devolvidos à sua própria diocese. A ordenação deve ser cancelada se algum bispo ordenar alguém que pertence a outra igreja, sem consentimento do bispo dessa igreja.

        Nem presbíteros, nem diáconos, nem qualquer outro registrado no Clero, que não tenha ante si o temor de Deus, nem atenda ao Cânon Eclesiástico, poderá temerariamente retirar-se de sua própria igreja, conseguindo por qualquer meio ser aceito por outra igreja. Toda persuasão deverá ser aplicada para reconduzi-los a suas próprias paróquias; e, se não voltarem, deverão ser excomungados. Se alguém atrever-se, sub-repticiamente, para levar isso à frente, ordenar em sua própria Igreja pessoa pertencente a outra, sem o consentimento do bispo dessa da qual se separou, embora por este tenha sido incluído no Clero, deve ter sua ordenação tida por nula.

        Cânon XVII – Se alguém do clero praticar usura ou receber 150% do que emprestou deve ser excluído e deposto.

        O sagrado e grande Sínodo julga que doravante, após este decreto, quem quer que esteja registrado no Clero e pratique a cobiça e o desejo irrefreável do lucro, esquecido da Divina Escritura que diz: “Não dê seu dinheiro sob usura”, e emprestando dinheiro exigindo 50% de juros, ou quem quer que pratique usura, seja se o faz como transação secreta ou de outro modo, exigindo o total e mais uma parte, seja usando outra persuasão qualquer para ganhar lucro imoral, deve ser deposto do Clero e seu nome retirado do registro.

        Cânon XVIII – Os diáconos devem permanecer dentro de suas atribuições. Não devem administrar a Eucaristia a presbíteros, nem tomá-la antes deles, nem sentar-se entre os presbíteros. Pois que tudo isso é contrário ao cânon e à correta ordem.

        Chegou ao conhecimento deste santo e grande Sínodo que, em alguns distritos ou cidades, os diáconos administram a Eucaristia aos presbíteros, quando nem regra nem costume permite que aqueles que não têm direito a oferecer (o sacrifício) dêem o Corpo de Cristo àqueles que podem oferecer. E também ficamos sabendo que certos diáconos agora tomam a Eucaristia antes mesmo dos bispos. Todas essas práticas, doravante, sejam postas de lado e os diáconos fiquem em seus próprios limites, sabendo que são ministros dos bispos e inferiores aos presbíteros. Recebam a Eucaristia de acordo com a ordem, após os presbíteros e sejam os bispos ou os presbíteros que a administrem a eles. Para o futuro, os diáconos não se sentem entre os presbíteros porque isto está contrário ao cânon e à ordem. Se, após este decreto, algum deles se recusar a obedecer, seja deposto do diaconato.

        Cânon XIX – Os Paulianistas devem ser rebatizados. Se alguns são clérigos e isentos de culpa devem ser ordenados. Se não parecem isentos de culpa, devem ser depostos. As diaconisas que se desviaram devem ser colocadas entre os leigos, uma vez que não compartilham da ordenação.

        Decreta-se que os Paulianistas que vieram se acolher na Igreja Católica sejam, de qualquer modo, rebatizados. Se alguns deles, que no passado foram listados em seu Clero, forem considerados sem culpa e sem reprovação, devem ser rebatizados e ordenados pelo bispo da Igreja Católica. Mas se o exame descobrir que são indignos, devem ser depostos. Semelhantemente, a mesma medida deve ser tomada no caso de suas diaconisas, e, de modo geral, daqueles que foram listados em seu Clero. Chamamos diaconisas aquelas que tomaram o hábito mas que devem ser colocadas apenas entre os leigos, uma vez que não recebem imposição das mãos.

        Cânon XX – Nos dias do Senhor e de Pentecostes, todos devem rezar de pé e não ajoelhados.

        Doravante, com o intento de que todas as coisas sejam uniformemente observadas em todo lugar (em cada paróquia), como há pessoas que se ajoelham no Dia do Senhor e nos dias de Pentecostes, pareceu correto a este santo Sínodo que as preces sejam feitas a Deus, ficando todos de pé.

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      • EDMILSON disse:

        Epístola aos Filipenses

        (Kim você conhece São Policarpo de Esmirna nascido no ano 69 da era cristã)

        Policarpo e os presbíteros que estão junto dele, à Igreja de Deus que está em Filipos: Piedade a vocês, e paz do Todo-poderoso Deus, e do Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador, sejam multiplicadas.

        Capítulo I – Exortação aos Filipenses

        Tenho me alegrado grandemente convosco em nosso Senhor Jesus Cristo, pois vocês têm seguido o exemplo do verdadeiro amor [como mostrado por Deus], e tenho acompanhado, assim como vocês, todos aqueles que estão acorrentados, os ornamentos dos santos, e aqueles que são de fato os diademas dos verdadeiros eleitos de Deus e de nosso Senhor; e porque as fortes raízes de vossa fé, falando de dias a muito tempo transcorridos, suportaram até agora, e trouxeram frutos a nosso Senhor Jesus Cristo, que por nossos pecados sofreu até a morte, [mas] “que Deus ressuscitou da morte, tendo afrouxado as faixas do túmulo”. “No qual, embora não O vejam, acreditem, e acreditando, regojizem-se em inexprimível alegria e cheios de glória”; onde todos os homens desejam entrar, sabendo que “pela graça vocês serão salvos, não pelas obras”, mas pela vontade de Deus através de Jesus Cristo.

        Capítulo II – Exortação à Virtude

        Por causa disso, cinjam suas cinturas, “sirvam o Senhor no temor” e na verdade, como aquele que tem renunciado ao inútil, as conversas vãs e os erros da multidão, e “acreditado nAquele que ressuscitou nosso Senhor Jesus Cristo da morte, e Lhe deu a glória”, e um trono a sua direita. Por Ele todas as coisas no Céu e na Terra estão subordinadas. A Ele todo espírito serve. Ele vem como o Juiz dos viventes e dos mortos. Deus pedirá conta do sangue dEle por aqueles que não acreditam nEle. Mas Aquele que ressuscitou dentre os mortos também nos ressuscitará, se fizermos sua vontade e seguirmos seus mandamentos, e se amarmos o que Ele amou, abstendo-nos de toda injustiça, arrogância, amor ao dinheiro, murmurações, falsos testemunhos, “não pagando mal por mal, injúria por injúria”, golpe por golpe, maldição por maldição, mas sendo misericordiosos por causa do que o Senhor disse em seus ensinamentos: “Não julguem para não serem julgados; perdoem e serão perdoados; sejam misericordiosos e alcançarão misericórdia; pois com o que medirem vocês serão medidos”; e uma vez mais: “Abençoados são os pobres, e aqueles que são perseguidos por causa da verdade, pois deles é o Reino de Deus”.

        Capítulo III – Fé, esperança e caridade

        Não é por mim mesmo, irmãos, que lhes escrevo sobre a justiça, e sim porque vocês me pediram primeiro. Pois nem eu, nem ninguém como eu, pode chegar a sabedoria do abençoado e glorificado Paulo. Ele, estando entre vocês, comunicou com exatidão e força a palavra da verdade na presença daqueles que estão vivos ainda. E quando vos deixou, escreveu-lhes uma carta, que, se a estudarem com cuidado, encontrarão o sentido de terem sido erguidos na fé que lhes foi dada, e que, sendo seguida da esperança e precedida pelo amor para com Deus e Cristo, assim como para nosso próximo, “é a mãe de todos nós”.

        Pois todo aquele que permanecer nessas virtudes, este cumpriu os mandamentos da justiça. Pois quem permanece na caridade está longe de todo pecado.

        Capítulo IV – Várias exortações

        “Mas o amor pelo dinheiro é a raiz de todo os males”. Sabendo, por tanto, que assim como nós não trouxemos nada ao mundo, nós não podemos levar nada dele”, revistam-se com a arma da justiça; e aprendamos nós mesmos, antes de tudo, a caminhar nos mandamentos do Senhor. Depois, [ensinem] suas esposas [a andar] na fé dada a elas, e na caridade e na pureza, amando ternamente seus únicos maridos com toda a fidelidade, e amando todos [os outros] igualmente com toda a castidade; e a educar suas crianças no conhecimento e no temor de Deus. Ensinem as viuvas a serem discretas, como diz a fé de nosso Senhor, orando continuamente por todos, permanecendo longe de toda calúnia, murmuração, falso testemunho, amor ao dinheiro, e todo tipo de mal; sabendo que são o altar de Deus, que percebe claramente todas as coisas, e que nada Lhe é escondido, nem raciocínios, nem pensamentos, nem as coisas secretas do coração.

        Capítulo V – Os deveres dos diáconos, jovens e virgens

        Sabendo, portanto, que “Deus não é fingido”, precisamos caminhar dignos de Seus mandamentos e de sua glória. Da mesma maneira os diáconos devem ser inocentes diante da face de Sua justiça, como sendo servos de Deus e de Cristo, e não dos homens. Eles não devem ser caluniadores, falsos, ou amantes do dinheiro, mas temperados em tudo, misericordiosos, trabalhadores, andando de acordo com os mandamentos do Senhor, que foi o servo de todos. Se lhe somos agradáveis no tempo presente, também receberemos o mundo vindouro, de acordo com o que Ele prometeu a nós, de que Ele nos ressuscitará da morte, e que se nós vivemos condizentes com Ele, “nós reinaremos junto com Ele” se ao menos tivermos fé. Da mesma maneira, que os jovens também sejam irrepreensíveis em todas as coisas, sendo especialmente cuidadosos para preservar a pureza, e mantendo-se, como que um freio, de todo tipo de mal. Pois é bom que eles cortem fora toda a luxúria que existe neste mundo, pois “todo desejo da carne luta contra o espírito”; e “nenhum fornicador, nem efeminado, nem aquele que abusa de si mesmo com os outros terá parte no reino de Deus”, nem quem faz ações inconsistentes e indevidas. Por isso, é preciso que eles se abstenham de todas essas coisas, permanecendo obedientes aos presbíteros e diáconos, assim como a Deus e a Cristo. As virgens devem andar com uma consciência inocente e pura.

        Capítulo VI – Os deveres dos presbíteros e dos outros

        Os presbíteros devem ser compassivos e misericordiosos com todos, trazendo de volta aqueles que sairam do caminho reto, visitando os doentes, sem desprezar a viúva, o órfão, ou o pobre, mas sempre “provendo a estes o que é bom diante de Deus e dos homens”; abstendo-se de toda cólera, respeitando as pessoas, e não fazendo julgamentos injustos; mantendo-se longe de toda cobiça, sem pensar mal rapidamente de ninguém, sem serem severos demais nos julgamentos, sabendo que nós todos estamos sobre o débito do pecado. E se nós suplicamos ao Senhor para nos perdoar, também nós devemos perdoar os outros; pois nós estamos diante dos olhos de nosso Senhor e Deus, e “todos nós deveremos comparecer ao tribunal de Cristo, e deveremos todos dar conta de nós mesmos”. Por isso devemos serví-lo no temor, e com toda e reverência, conforme Ele mesmo nos manda, da mesma maneira que os apóstolos nos ensinaram no Evangelho, e da mesma maneira que os profetas proclamaram a vinda do Senhor. Sejamos zelosos na busca do que é bom, mantendo-nos longe das causas de ofensa, de falsos irmãos, e daqueles que hipocritamente proclamam o nome do Senhor, fazendo os homens vãos caírem no erro.

        Capítulo VII – Contra o docetismo. Perseverar no jejum e na oração

        “Pois que não confessar que Jesus Cristo veio na carne [encarnou], este é anticristo”; e quem não confessar o testemunho da cruz, este é do demônio; e quem perverter as profecias do Senhor para sua própria satisfação, e diz que não há nem ressurreição nem julgamento, este é o primeiro nascido de Satanás. Por isso abandonemos os discursos vãos das multidões, e suas falsas doutrinas, e voltemos aos ensinamentos que nos foram dados desde o princípio; “permaneçamos sóbrios na oração”, e perseveremos no jejum; suplicando em nossas orações ao Deus que vê tudo “para que não nos deixe cair em tentação”, pois o Senhor disse: “O espírito está pronto, mas a carne é fraca”.

        Capítulo VIII – Perseverar na esperança e na paciência

        Continuemos perseverando em nossa esperança, nas primícias da justiça, que é Jesus Cristo, “que carregou nossos pecados em seu próprio corpo no madeiro da cruz”, “que não cometeu pecado, nem foi achada astúcia em Sua boca”, mas suportou todas as coisas por nós, para que pudéssemos viver nEle. Sejamos imitadores de Sua paciência; e se nós sofremos pelo nome dEle, seremos glorifiquemos Ele. Pois este é o exemplo que Ele mesmo nos deu, e que nós temos acreditado.

        Capítulo IX – Exortação à paciência

        Eu os exorto, portanto, a obedecerem atenciosamente à palavra da justiça, e a exercitarem a paciência, assim como vocês têm visto diante de seus olhos, não somente no caso dos abençoados Inácio, Zózimo e Rufo, mas também no caso dos outros que estão entre vocês, no próprio Paulo, e no restante dos apóstolos. [Façam isso] na certeza de que todos estes não caminharam em vão, mas na fé a na justiça, e na certeza de que eles estão [agora] no lugar que lhes corresponde na presença do Senhor, com quem eles também sofreram. Eles não amaram o século presente, mas Aquele que morreu por nós e que, por nossa causa, foi ressuscitado por Deus da morte.

        Capítulo X – Exortação na prática da virtude

        Permaneçam, portanto, nestas coisas, e sigam o exemplo do Senhor, permanecendo firmes e imutáveis na fé, amando o próximo, e permanecendo unidos uns aos outros, gozando juntos da verdade, mostrando a mansidão do Senhor nas suas relações com o próximo, sem desprezar ninguém. Quando puderem fazer o bem, não o posterguem, pois “a esmola livra da morte”. Todos vocês estão submetidos uns aos outros tendo uma conduta justa entre os gentios, para que vocês recebam em dobro a recompensa de suas boas obras, e para que o Senhor não seja blasfemado por causa de vocês. Mas coitado é aquele por quem o nome do Senhor é blasfemado! Ensinem, portanto, a sobriedade a todos, e a manifestem em sua própria conduta.

        Capítulo XI – Expressão de pena por causa de Valente

        Eu estou muito triste por Valente, que foi presbítero entre vocês, pois ele não entendeu completamente o cargo que foi lhe dado [na Igreja]. Exorto-os, portento, que se abstenham da avareza, e que sejam castos e verdadeiros. “Abstenham-se de todo tipo de mal”. Pois se um homem não pode se governar nestes assuntos, como pode ensina-los aos outros? Se um homem não se mantém longe da avareza, ele se desonra pela idolatria, e deve ser julgado como um dos pagãos. Mas quem de nós está ignorando o julgamento do Senhor? “Não sabemos nós que os santos devem julgar o mundo?”, como Paulo ensina. Mas eu nem vi nem ouvi nada semelhante entre vocês, no meio daqueles com quem Paulo trabalhou, e que estão louvados no início de sua epístola. Com efeito, ele se gloria de vocês diante de todas as Igrejas que sozinhas conheciam o Senhor; mas nós [de Esmirna] ainda não O conhecíamos. Eu estou profundamente entristecido, pois, irmãos, por ele (Valente) e por sua esposa; a quem o Senhor talvez conceda uma penitência verdadeira! E sejam vocês sóbrios em atenção e este assunto, e “não os olhe como inimigos”, mas chame-os de volta como membros sofredores e perdidos, pois vocês devem salvar todo o corpo. Agindo assim vocês edificam-se a si mesmos.

        Capítulo XII – Exortação a várias virtudes

        Por isso acredito que vocês estão bem versados nas Sagradas Escrituras, e que nada é escondido de vocês; mas a mim este privilégio não é ainda garantido. Pois está declarado nas Escrituras, “Enfureçam-se, e não pequem mais”, e “Não deixem que o Sol se ponha sobre sua ira”. Feliz é quem se lembra disso, o que eu acredito seja o caso de vocês. Que o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, e Ele mesmo, que é o Filho de Deus, e nosso eterno Pontífice edifique-os na fé e na verdade, e em toda mansidão, gentileza, paciência, magnanimidade, tolerância e pureza; e Ele lhes dê parte de sua herança entre os santos, e a nós convosco, e a todos os que estão debaixo do céu, que crêem em nosso Senhor Jesus Cristo, e em Seu Pai, que “O ressuscitou dentre os mortos”. Orem por todos os santos. Orem também pelos reis, e pelas autoridades, e príncipes, e por aqueles que vos perseguem e vos odeiam, e pelos inimigos da cruz, de modo que seu fruto seja manifestado a todos, e que vocês sejam perfeitos nEle.

        Capítulo XIII – A respeito da transmissão das cartas

        Vocês e Inácio escreveram-me, para que se alguém for [daqui] para a Síria, que levassem a carta de vocês; eu atenderei esta requisição se eu encontrar uma boa oportunidade, pessoalmente, ou através de uma outra pessoa, que vos sirva de mensageiro. Quanto às cartas de Inácio, as que ele nos enviou e as outras que pudermos ter aqui, nós vo-las enviaremos como pedistes. Vão anexas. Podereis retirar delas grande utilidade; pois encerram fé, paciência e toda espécie de edificação relativas a nosso Senhor. Qualquer outra informação que vocês conseguirem a respeito de Inácio e daqueles que estão com ele, tenham a gentileza de nos informar.

        Capítulo XIV – Conclusão

        Estas coisas eu tenho escrito a vocês através de Crescente, a quem recentemente lhes recomendei e agora lhes recomendo novamente. Ele tem crescido irrepreensível entre nós, e eu creio que será da mesma maneira entre vocês. Também vocês irão receber sua irmã, quando ela chegar entre vocês. Sejam salvos em nosso Senhor Jesus Cristo [Incolumes estote in domino Iesu Christo]. Que a graça esteja com todos vocês. Amém.

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      • EDMILSON disse:

        KIM CAI NA REAL VAI UM CONSELHO MEU CARO PARE DE PESQUISAR E ESTUDAR EM SITES PROTESTANTES SE QUERES CONHECER A VERDADE ESTUDE HISTORIA PRIMITIVA E A PATRÍSTICA NAS SUAS FONTES
        KIM É MENTIROSA a afirmação de que a Igreja de Cristo não levava o nome de CATÓLICA e isto eu ti provo provar por inúmeros documentos escritos e arqueológicos
        E entre estes KIM vou mencionar três para ti desmascarar:

        VOCÊ CONHECE – O SÍMBOLO DOS APÓSTOLOS – É o “Credo”, composto pelos apóstolos, recitado pelos católicos em diversas circunstâncias. Dele temos vários e antigos registros, inclusive, encontramo-lo escrito no original de uma carta (c. 225) do bispo Marcelo de Ancyra , e figura também nos escritos de Justino, o mártir (MORTO NO ANO 150 d.C): Nele dizemos textualmente:
        “Cremos na SANTA IGREJA CATÓLICA… na vida eterna. Amém”
        Kim você conhece as 7 CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA – Aqui, Inácio de Antioquia, bispo e mártir, em sua epístola à Igreja de Smirna ele se refere à Igreja de Cristo chamando-a de IGREJA CATÓLICA:
        “Considerai legítima a EUCARISTIA [missa] realizada pelo bispo ou por alguém que foi encarregado por ele. Onde aparece o bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Inácio de Antioquia, bispo cristão martirizado por volta de 107 d.C. por sua fidelidade a Cristo – Carta aos Esmirniotas cap. 8).
        KIM VOCÊ CONHECE O – CÂNON DE MORATORI – Escrito por volta de 150 d.C. este documento se refere à igreja primitiva com o nome de IGREJA CATÓLICA:
        “Deve-se, entretanto, reconhecer uma só Igreja, disseminada por toda a terra. João também, no Apocalipse, embora escreva só para as sete Igrejas, fala para todas. As cartas a Filemon, Tito e as duas a Timóteo, se bem que tenham sido redigidas por amor (a essas pessoas), não o foram menos para a honra da IGREJA CATÓLICA e para organização da disciplina eclesiástica. Há em circulação também uma epístola aos Laodicenses e uma aos Alexandrinos, escritas sob o nome de Paulo em favor da heresia de Marcião, e certo número de outras, que não podem ser aceitas na IGREJA CATÓLICA, porque não convém misturar o fel e o mel”. (Cânon de Muratori escrito por volta de 150 dC).

        KIM VEJA QUE ENTRE OS SANTOS E TESTEMUNHAS DE JESUS QUE TIVERAM SEU SANGUE DERRAMADO, ESTAVAM OS PAPAS QUE ERAM MORTOS PELOS IMPERADORES, QUANDO ROMA NÃO ERA AINDA CRISTÃ

        Século I
        1º Papa – S. Pedro – bispo de Roma no período de 37 a 67 morto por Nero – imperador no período de 41 a 68
        2º Papa – S. Lino – de 69 a 79 morto por Vespasiano – de 69 a 79
        3º Papa – S. Cleto – de 79 a 92 morto por Domiciano – de 81 a 96

        Século II

        4º Papa – S. Celemente – de 92 a 101 morto por Trajano – de 98 a 117
        5º Papa – St. Evaristo – de 101 a 107 morto por Trajano
        6º Papa – St. Alexandro – de 107 a 116 morto por Trajano
        7º Papa – S. Xisto – de 116 a 125 morto por Adriano – de 117 a 138
        8º Papa – S. Telésforo – de 125 a 138 morto por Adriano
        9º Papa – St. Higino – de 138 a 142 morto por Antonino – de 138 a 161
        10º Papa – S. Pio I – de 142 a 155 morto por Antonino
        11º Papa – St. Aniceto – de 155 a 166 morto por M. Aurélio de – 161 a 180
        12º Papa – S. Sotero – de 166 a 174 morto pro M. Aurélio
        13º Papa – St. Eleotério – de 174 a 189 morto por Comodo de 180 a 193
        14º Papa – S.Vitor I – de 189 a 199 morto por S. Severo – de 193 a 211

        Século III

        15º Papa – S. Zeferino – de 199 a 217 morto por Caracala – de 211 a 217
        16º Papa – S. Calixto I – de 217 a 222 morto por Heliogabalo de 218 a 222
        17º Papa – St.Urbano I – de 222 a 230 morto por A. Severo de 222 a 235
        18º Papa – S. Ponciano – de 230 a 235 morto por Alexandre Severo
        19º Papa – St. Antero – de 235 a 236 morto por Maximino de 235 a 238
        20º Papa – S. Fabiano de 236 a 250 morto por Décio de 249 a 251
        21º Papa – S. Cornélio – de 251 a 253 morto por Treboniano – de 251 a 253
        22º Papa – S. Lúcio – de 253 a 254 morto por Valeriano – de 253 a 260
        23º Papa – St. Estêvão – de 254 a 257 morto por Valeriano
        24º Papa – S. Xisto II – de 257 a 258 – Morto por Valeriano
        25º Papa – S. Dionísio – de 259 a 268 – Não sofreu o martírio
        26º Papa – S. Félix – de 269 a 274 – morto por Aureliano – de 270 a 275
        27º Papa – S. Eutiquiano – de 275 a 283 – não sofreu o martírio
        28º Papa – S. Caio – de 283 a 293 – Não sofreu o martírio

        Século IV

        29º Papa – S. Marcelino – de 296 a 304 – Não sofreu o martírio
        30º Papa – S. Marcelo I – de 308 a 309 – morto por Constâncio de 305 a 311
        31º Papa – St. Euzébio – de 309 a 310 – desterrado por Maxêncio
        32º Papa – S. Melquíades – de 311 a 314 – Este não foi morto – Já reinava Constantino I, o Grande – O primeiro imperador cristão.Logo, “os Santos e Testemunhas de Jesus” de que fala a bíblia eram principalmente os Papas, líderes dos cristãos.

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      • EDMILSON disse:

        KIM ESSA É A IGREJA CATÓLICA DO PRIMEIRO SÉCULO MEU CARO E JÁ POSSUIA BISPOS E PRESBÍTEROS TENHO TODOS OS CATÁLAGOS COM TESTEMUNHAS OCULARES E FATOS VERÍDICOS DA ÉPOCA
        Epistola de Policarpo AOS Filipenses

        Policarpo E Os presbíteros Que estao Junto DELE, à Igreja de Deus Que ESTA los Filipos: Piedade a Voces, e paz Todo-Poderoso fazer Deus, e fazer o senhor Jesus Cristo, Nosso Salvador, multiplicadas sejam.
        I. Exortação AOS Filipenses
        Tenho me alegrado grandemente convosco los Nosso Senhor Jesus Cristo, POIs VOCES TEM seguido o exemplo a fazer Verdadeiro Amor [Como mostrado POR Deus], e tenho acompanhado, Assim Como voces, Todos aqueles Que estao acorrentados, OS Ornamentos dos santos, e aqueles Que São de Fato OS diademas dos verdadeiros eleitos de Deus e de Nosso Senhor; e porqué como pontos fortes raízes de Vossa Fé, Falando de Dias de Muito ritmo transcorridos, suportaram ATÉ ágora, e trouxeram frutos a Nosso Senhor Jesus Cristo, Que POR nossos Pecados sofreu ATÉ A Morte, [mas] “Que Deus ressuscitou da Morte, tendão afrouxado como FAIXAS fazer túmulo”. “Não qua, embora NAO O vejam, acreditem, e acreditando, regojizem-los se inexprimível alegria e cheios de Gloria”, de Todos os Homens Onde desejam Entrar, sabendo Que “Pela Graça Voces Serao salvas, Nao pelas Obras”, mas Pela Vontade de Deus atraves de Jesus Cristo.
        II. Exortação à Virtude.
        Por Causa disso, cinjam SUAS cinturas, “sirvam o Senhor não Temor” e nd Verdade, Como AQUELE Que TEM AO renunciado Inútil, como Conversas EVA E Os Erros da Multidão, e “acreditado nAquele Que ressuscitou Nosso Senhor Jesus Cristo da Morte, e LHE DEU uma Glória “, e hum Trono uma SUA Direita.Por marca Ele TODAS como Coisas não Céu E Na Terra Subordinadas estao. A marca Ele TODO Espírito servir. Como elemento VEM o Juiz dos viventes e dos Mortos. Deus pedirá Conta do Sangue POR DELE NAO aqueles Que acreditam Nele. MAS AQUELE QUE ressuscitou dentre ósmio Mortos tambem soe ressuscitará, SE SUA VONTADE de e fizermos seguirmos SEUS mandamentos, E SE ELE amarmos Ø Que Amou, abstendo-NOS de Toda injustiça, arrogância, amor AO DINHEIRO, murmurações, Falsos Testemunhos, “Nao mal Pagando mal por, injúria POR injúria “, golpe POR golpe, maldição POR maldição, MAS SENDO misericordiosos Por Causa fazer Qué Ô Sr. Disse ensinamentos in SEUs:” Nao julguem parágrafo NAO Serém julgados; perdoem e Serao perdoados; sejam misericordiosos e alcançarão Misericórdia; POIs com o Que medirem Voces Serao medidos “; e UMA Vez Mais:” Abençoados São OS Pobres, e aqueles Que São perseguidos POR Causa da Verdade, POIs Deles E o Reino de Deus “.
        III. Fé, Esperança e Caridade.
        NAO E POR MIM MESMO, Irmãos, Que lhes escrevo sobre a Justiça, e sim porqué voces me pediram Primeiro. Pois NEM EU, NEM Ninguem Como eu, PODE chegar a Sabedoria fazer abençoado e glorificado Paulo. Ele, estando Entre Voces, comunicou com exatidão e Força A Palavra da Verdade nd presence daqueles Que estao vivos ainda. E QUANDO vos deixou, escreveu-lhes carta UMA, Que, se um estudarem com Cuidado, encontrarão o SENTIDO de Terem Sido erguidos nd Fé Que lhes FOI dada, e Que, Sendo seguida da Esperança e precedida de amor Pelo parágrafo com Deus e Cristo, ASSIM Como parágrafo Nosso Next “, e A Mãe de Todos Nós”.
        Pois TODO AQUELE Que permanecer nessas Virtudes, this cumpriu OS mandamentos da Justiça. Pois QUEM permanece nd Caridade ESTA DE TODO Longe Pecado.
        IV. Exortações VARIAS.
        “Mas O Amor Pelo Isto É Dinheiro a Raiz DE TODO OS homens”. Sabendo, POR Tanto, QUE ASSIM COMO NOS NAO trouxemos nada ao Mundo, NÓS NAO PODEMOS LeVar nada DELE “, revistam-se com uma arma da Justiça;. NÓS mesmos e aprendamos, Antes de Tudo, nsa uma mandamentos Caminhar fazer Sr. DEPOIS, [ensinem] SUAS Esposas [a andar] nd Fé dada uma ELAS, e nd nd Caridade e Pureza, amando ternamente SEUS Unicos maridos com Toda a Fidelidade, e amando Todos [os other] igualmente com Toda a castidade; ea Educar SUAS children não Conhecimento e não Temor de Deus Ensinem como viuvas um discretas Serém, Como Diz a Fé de Nosso Senhor, orando continuamente POR Todos, permanecendo Longe de Toda Calúnia, murmuração, falso Testemunho, amor AO DINHEIRO, os e afazeres mal TIPO DE;. sabendo Que São o altar de Deus, Que TODAS percebe claramente como Coisas, e Que Nada Lhe escondido E, NEM raciocínios, NEM Pensamentos, Nem tão secretas Coisas do Coração.
        V. Os deveres dos diáconos, virgens Jovens e.
        Sabendo, portanto, Que “Deus Nao fingido E”, precisamos Caminhar dignos de SEUS mandamentos e de SUA Glória. Da MESMA maneira ósmio diáconos devem servi Inocentes Diante da de cara SUA JUSTIÇA, COMO SENDO servos de Deus E de Cristo, os e NAO Homens DOS. ELES NAO devem Ser caluniadores, Falsos, OU Amantes do Dinheiro, mas temperados los Tudo, misericordiosos, Trabalhadores, ANDANDO DE TRADUÇÃO COM mandamentos Sistemas Operacionais Senhor, Que FOI servo o de Todos. Se LHE Somos agradáveis não Presente tempo, also receberemos o Mundo Vindouro, de TRADUÇÃO com o Que marca Ele Prometeu um NOS, de Que marca Ele ressuscitará nn da Morte, e Que se NÓS Vivemos condizentes com Ele, “NOS reinaremos Junto com ele” SE AO Menos tivermos Fé. Da MESMA maneira, Que OS Jovens also sejam irrepreensíveis los TODAS como Coisas, Sendo especialmente cuidadosos parágrafo Preservar um Pureza, os e mantendo-SE, COMO QUE hum freio, DE TODO TIPO DE mal. Pois e bom enguias Que cortem fóruns Toda a Luxúria Que existe Neste Mundo, POIs “todo Desejo da carne Luta contra o Espírito”; e “Nenhum fornicador, NEM efeminado, NEM AQUELE Que Abusa de si MESMO COM OS other Tera contraditório não de Reino Deus “, NEM QUEM FAZ AÇÕES indevidas inconsistentes e. Por ISSO, E Preciso Que enguias se abstenham de TODAS essas Coisas, permanecendo obedientes AOS presbíteros e diáconos, Assim Como a Deus ea Cristo. Como virgens devem andar com UMA Consciência inocente e pura.
        VI. Os deveres dos presbíteros e dos Outros.
        Os presbíteros devem Ser compassivos e misericordiosos com Todos, trazendo de Volta aqueles Que sairam do Caminho reto, Visitando OS doentes, SEM desprezar uma Viúva, o órfão, OU o pobre, mas sempre “provendo um o Que Estes e bom Diante de Deus e dos Homens “; abstendo-se de Toda Cólera, respeitando como PESSOAS, e NAO Fazendo julgamentos injustos; mantendo-se Longe de Toda cobiça, Sem Pensar mal rapidamente de Ninguém, SEM Serém severos Demais nn julgamentos, sabendo Que NÓS ESTAMOS Todos sobre o Débito do Pecado. E se NÓS suplicamos AO Sr. parágrafo nn perdoar, also NÓS devemos perdoar OS other; POIs NÓS ESTAMOS Diante dos Olhos de Nosso Senhor e Deus, e “Todos NÓS deveremos comparecer AO tribunal de Cristo, e deveremos dar Todos Conta de Nós mesmos”. Por ISSO devemos servi-Lo sem Temor, e com Toda e reverência, CONFORME marca Ele MESMO nn manda, da MESMA maneira Que OS apóstolos ensinaram nn não Evangelho, e da MESMA maneira Que OS Profetas proclamaram a Vinda do Senhor. Sejamos zelosos nd busca no DO Que bom E, mantendo-NOS Longe das Causas de ofensa, de Falsos Irmãos, e daqueles Que hipocritamente proclamam o nomo fazer Senhor, Fazendo OS Homens vãos caírem nenhum Erro.
        VII. Contra o docetismo. Perseverar sem jejum e nd Oração.
        “Pois Que Nao confessar Que Jesus Cristo Veio na Carne [encarnou], this anticristo E”; QUEM NAO e confessar o Testemunho da Cruz, this E do demonio, e pervertedor QUEM como fazer profecias Sr. parágrafo SUA Própria Satisfação, e Diz Que Nao HÁ NEM Ressurreição NEM Julgamento, ESTE É O PRIMEIRO DE satanas nascido. Por ISSO OS abandonemos Discursos vãos das multidões, e SUAS Falsas doutrinas, e voltemos AOS ensinamentos Que nn FORAM Dados DESDE o Princípio “; permaneçamos sóbrios nd Oração”, e perseveremos sem jejum; suplicando los nossas orações AO Deus Que Vê tudo “Que par Nao deixe nn CAIR los tentação “, POIs o Senhor Disse:” O Espírito ESTA pronto, NAS uma fraca carne é “.
        VIII. Perseverar nd nd Esperança e Paciência.
        Continuemos perseverando los Nossa Esperança, NAS Primicias da Justiça, Que E Jesus Cristo, “Que carregou nossos Pecados los Seu Próprio Corpo não madeiro da cruz”, “Que Nao cometeu Pecado, NEM FOI Achada astúcia los Suá boca”, MAS TODAS suportou como Coisas POR NOS, parágrafo Que pudéssemos Viver Nele. Sejamos imitadores de Suá Paciência, E SE NÓS sofremos Pelo Nome Dele, seremos glorifiquemos Ele. Pois Este É O Que exemplo a marca Ele MESMO DEU nn, e Que NÓS temos acreditado.
        IX. Exortação à Paciência.
        Eu exorto OS, portanto, um obedecerem atenciosamente A Palavra da Justiça, ea exercitarem um Paciência, ASSIM VOCES TEM Como Visto Diante de SEUS Olhos, Nao somente não Caso dos abençoados Inácio, Zózimo e Rufo, mas tambem não Caso dos Outros Que estao empre Voces, não Paulo proprio, e não Restante dos apóstolos. [Façam ISSO] nd Certeza de Que Todos Estes Nao caminharam los Vao, mas nd nd Justiça Fe um, e nd Certeza de Que enguias estao [ágora] no Lugar Que lhes corresponde nd presence fazer Senhor, com QUEM enguias also sofreram. ELES NAO amaram O Século Presente, mas AQUELE Que Morreu POR NÓS e Que, POR Nossa Causa, FOI POR Ressuscitado Deus da Morte.
        X. Exortação nd Prática virtude da.
        Permaneçam, portanto, nestas Coisas, e Sigam o exemplo a fazer Senhor, permanecendo Firmes e imutáveis nd Fé, amando o Next, e permanecendo unidos uns AOS other, gozando da Verdade Juntos, mostrando um Mansidão fazer Sr. NAS SUAS RELAÇÕES COM O Next, SEM desprezar ninguem. QUANDO puderem Fazer o BEM, NAO o posterguem, POIs “uma esmola Livra da Morte”.Todos voces estao submetidos uns AOS other tendão UMA Conduta justa Entre OS gentios, parágrafo Que Voces recebam los dobro de uma Recompensa SUAS Boas Obras, e parágrafo Que o Senhor NAO SEJA POR blasfemado Causa de voces. Mas coitado E POR AQUELE QUEM o nomo fazer blasfemado o Sr. E!Ensinem, portanto, uma sobriedade de Todos, ea manifestem los SUA Própria Conduta.
        XI. Expressão de pena POR Causa de Valente.
        Eu ESTOU Muito triste POR Valente, Que FOI presbítero Entre Voces, POIs elementos Nao entendeu o Completamente carga Que FOI LHE dado [na Igreja].Exorto-os, portento, Que se abstenham da avareza, mensagens Que sejam castos de e verdadeiros. “Abstenham-SE DE TODO TIPO mal de”. Pois si hum Homem NAO PODE si governar nestes assuntos, COMO PODE other Ensina-los EAo? Se hum Homem Nao se mantém Longe da avareza, ELE SE desonra Pela idolatria, e DEVE Ser julgado Como hum dos pagãos. Mas QUEM ESTA de Nós ignorando o Julgamento fazer Senhor? “Nao sabemos NÓS Que os Santos devem julgar o Mundo?”, Como Ensina Paulo. Mas eu vi NEM NEM Ouvi nada semelhante Entre Voces, não daqueles Meio QUEM com Paulo trabalhou, e Que estao louvados não inicio de Epistola SUA. Com Efeito, ELE si Gloria De VOCES TODAS Diante de como Igrejas Que sozinhas conheciam o Senhor; mas NOS [de Esmirna] ainda NAO O conhecíamos. Eu ESTOU profundamente entristecido, POIs, Irmãos, POR elementos (Valente) e POR SUA Esposa, um QUEM o Senhor talvez conceda UMA Penitência Verdadeira! E voces sejam sóbrios los e Atenção Este ASSUNTO, e “NAO OS olhe Como Inimigos”, mas Chame-os de Volta Como: Membros sofredores e Perdidos, POIs Voces devem SALVAR TODO O Corpo. Agindo ASSIM VOCES edificam-se a si mesmos.
        XII. Exortação um Virtudes VARIAS.
        Por ISSO acredito Que Voces estao Bem versados NAS Sagradas Escrituras, e Que Nada E VOCES Escondido de; Más a MIM Este Privilégio NAO E ainda Garantido. Pois ESTA NAS declarado Escrituras “, Enfureçam-se, e NAO pequem mais”, e “Nao deixem Que o Sol se ponha sobre SUA IRA”. Feliz E QUEM SE lembra disso, o Que eu acredito SEJA o Caso de voces. Que o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, e marca Ele MESMO, Que o E Filho de Deus, e Nosso eterno Pontífice edifique-os nd nd Fé e Verdade, e los Toda Mansidão, Gentileza, Paciência, magnanimidade, Tolerância e Pureza; e marca Ele lhes DE SUA Parte de Herança Entre os Santos, ea NÓS convosco, ea de Todos os Que estao debaixo do Céu, Que Creem los Nosso Senhor Jesus Cristo, e Seu Pai los, Que “O ressuscitou dentre OS Mortos”. Orem POR Todos os Santos. Orem also pelos réis, Autoridades de e pelas, Príncipes e, E POR aqueles Que vos perseguem e vos odeiam, e pelos Inimigos da Cruz, de MoDo Que Seu Fruto SEJA manifestado a Todos, e Que voces sejam Perfeitos Nele.
        XIII. A respeito da Transmissão das cartas.
        Voces e Inácio escreveram-me, parágrafo Que se alguem para [daqui] Para um Síria, Que levassem uma carta de voces, eu atenderei ESTA requisição se eu encontrar UMA boa Oportunidade, pessoalmente, OU UMA atraves de outra Pessoa, Que vos sirva de Mensageiro. QUANTO como cartas de Inácio, como elemen Que soe enviou e como outras Que Aqui pudermos ter, nsa vo-las enviaremos pedistes Como. Anexas Vao. Podereis retirar Delas grande utilidade; POIs encerram Fé, Paciência e Toda especie de edificação relativas a Senhor Nosso. QUALQUÉR outra information Que voces conseguirem um respeito de Inácio e daqueles Que estao com elementos, tenham uma Gentileza de nos informar.

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      • EDMILSON disse:

        Kim você conhece o papa Zeferino, saibas que ele foi o 14° sucessor de Pedro na cátedra de Roma, governou a Igreja entre os anos 198 e 217 dC. Nesta carta, o papa expõe brevemente dois temas: primeiro, exorta a alguns bispos da região que tinham problemas em suas dioceses para que permanecem firmes e fiéis, confiando nas promessas do Altíssimo e sofrendo com paciência as injustiças que estavam sofrendo; numa segunda parte, o papa Zeferino oferece breves instruções para a ordenação dos
        presbíteros e diáconos.

        _______________________________________
        Epístola aos bispos do Egito.
        São Zeferino, Papa (160-217).

        Zeferino,
        Bispo da cidade de Roma,
        aos muitos queridos irmãos que servem ao Senhor no Egito.

        Recebemos uma grande responsabilidade do Senhor, fundador desta Santa Sé e da Igreja apostólica, e do bem-aventurado Pedro, chefe dos apóstolos: a de que possamos trabalhar com amor infatigável pela Igreja universal, que foi remida pelo Sangue de Cristo, e, assim, com autoridade apostólica, apoiar os que servem ao Senhor, bem como ajudar a todos os que vivem fielmente. Todos os que vivem piedosamente em Cristo devem resistir à condenação dos ímpios e dos estranhos; estes devem ser desprezados como estúpidos e loucos. Assim se farão melhores e mais puros aqueles que renunciam às boas coisas temporais com o fim de conquistar as da eternidade. Porém, o desdém e a burla daqueles que os afligem e os desvalorizam se voltarão sobre eles mesmos quando sua abundância tornar-se necessidade e seu orgulho [tornar-se] confusão.

        * Parte I – Sobre o despojo ou expulsão de alguns bispos
        * Parte II – Sobre a ordenação de presbíteros e diáconos

        I. SOBRE O DESPOJO OU EXPULSÃO DE CERTOS BISPOS

        A sé dos apóstolos foi informada por vossos delegados que alguns de nossos irmãos, bispos, estão sendo expulsos de suas igrejas e sés, privados de seus bens, e chamados a juízo, sendo, ainda por cima, destituídos e maltratados; isto é um absurdo, já que as constituições dos apóstolos e de seus sucessores, assim como os estatutos dos imperadores e a regulamentação das leis, assim como a autoridade da sede dos apóstolos, proíbem fazê-lo. Com efeito, os antigos estatutos ordenam que os bispos que foram expulsos e despojados de suas propriedades recobrem suas igrejas e que, antes de mais nadas, tenham repostas todas as suas propriedades; logo, em segundo lugar, se é que alguém deseja acusá-los de forma justa, o fará com risco semelhante; os juízes devem ser discretos e os bispos retos devem estar em comunhão com a Igreja, devendo prestar testemunho sem ser oprimido; não devem responder a nada, porém, até que sejam reconduzidos, por lei, [à função] e às suas igrejas, sem qualquer detrimento.

        Não é estranho, irmãos, que vos persigam pois perseguiram até a morte a vossa Cabeça, Cristo nosso Senhor. As perseguições, entretanto, devem ser enfrentadas com paciência, para que sejais conhecidos como discípulos [de Cristo], por quem vós também sofreis. Ele mesmo o diz: “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça” (Mt. 5,10). Animados por este testemunho, não devemos temer a condenação dos homens, nem tampouco deixar-nos derrotar por seus vitupérios, pois o Senhor nos deu este mandamento por meio do profeta Isaías: “Ouvi-me, vós que conheceis o justo, povo meu, em cujo coração habita a minha lei: não temais a reprovação dos homens e não vos assusteis com suas injúrias” (Is 51,7); e, considerando o que está escrito no Salmo: “Não é Deus que deve perscrutar isto, já que Ele conhece os segredos os coração?” (Sal. 44, 21), “e os pensamentos daqueles homens não são mais que coisas vãs [vanidad]” (Sal. 94, 11). Apenas dizem coisas vãs contra o seu próximo; com lábios enganosos em seus corações, falam com um coração malvado. Porém, o Senhor deve arrancar de todo lábio enganoso a língua que diz coisas orgulhosas, como esta: “Nossos lábios são nossos; quem é o Senhor perante nós?” (Sal. 12, 2-4); pois, se recordassem disto constantemente, jamais cairiam em tal impiedade, pois não fazem isso por caridade ou instrução paternal, mas para que possam descarregar seus sentimentos de vingança contra os servos de Deus. Eis que está escrito: “O caminho do tolo é reto perante os seus olhos” (Prov. 12,15) e “Há caminhos que parecem retos, porém, ao final, são caminhos que conduzem à morte” (Prov. 14,12).

        Nós, que sofremos agora estas coisas, devemos deixá-las ao juízo de Deus, que dará a cada homem segundo suas obras. Ele está entronizado sobre os Seus servos; por isso diz: “Cabe a Mim a vingança; Eu o recompensarei” (Rom. 12,19). Assim, ajudai-vos uns aos outros de boa-fé, por meio de atos e com coração sincero; não permitais que ninguém afaste o seu irmão de ajudar ao próximo, “pois nisto – diz o Senhor – conhecerão todos que são Meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo. 13,35). Disso fala também por meio do profeta, dizendo: “Vede como é bom e agradável conviver todos os irmãos em unidade!” (Sal. 133, 1). [Conviver] em uma morada espiritual – este é o meu entender – e na concórdia que está em Deus, que, com efeito, estão mais piedosamente representadas em Aarão e nos sacerdotes paramentados com honra e ungidos com óleo sobre a cabeça, nutrindo o mais alto entendimento e guiando até a sabedoria plena, já que nesta vivência o Senhor prometeu a bem-aventurança e a vida eterna.

        Aprendendo, portanto, a importância deste anúncio do profeta, declaramos esta palavra fraternal, por amor; de maneira alguma buscamos ou queremos buscar o nosso próprio benefício. É por isso que não é bom pagar destratação com destratação ou, de acordo com o provérbio comum, combater o mal com o mal. Que isto não ocorra entre nós, pois tal comportamento não é nosso. Que seja Deus, pois, que o proíba. Pelo justo juízo de Deus às vezes os pecadores têm o poder para perseguir os santos, a fim de que aqueles a quem o Espírito Santo ajuda e sustém possam chegar a ter maior glória através da provação de seus sofrimentos. Para aquelas pessoas que vos perseguem, vos reprovam e vos injuriam, haverá muita aflição, sem dúvida alguma.

        Desgraçados… Desgraçados aqueles que injuriam os servos de Deus, pois o prejuízo contra eles atinge Aquele a cujo serviço e ofício estão dedicados. Rezamos para seja colocada sobre os seus lábios uma porta de clausura pois não desejamos que ninguém pereça ou se corrompa em virtude de seus próprios lábios, e que não pensem ou tornem pública alguma palavra dura com sua boca. Por isso também diz o Senhor por meio do profeta: “Digo a mim mesmo: cuidarei dos meus modos, para que não venha a pecar com a minha língua” (Sal. 39,1).

        Que o Deus todo-poderoso e seu único Filho e Salvador nosso, Jesus Cristo, vos guie para que, com todos os meios ao vosso alcance, possais auxiliar a todos os irmãos que passam por tribulação, que sofrem durante seus trabalhos, estimando seus sofrimentos. Que sejam dados a eles toda a assistência possível, por atos e palavras, de forma a que sejais reconhecidos como verdadeiros discípulos dAquele que nos mandou amar aos irmãos como a nós mesmos.

        II. SOBRE A ORDENAÇÃO DE PRESBÍTEROS E DIÁCONOS

        A ordenação de presbíteros e levitas (=diáconos) deve ser feita de maneira solene na ocasião conveniente e na presença de muitas testemunhas. Para este serviço, sejam apresentados homens provados e sábios, para que sejais favorecidos por sua amizade e auxílio.

        Depositai sem cessar a confiança dos vossos corações na bondade de Deus e dizei estas e as outras palavras divinas às gerações seguintes: “Porque este é o nosso Deus pelos séculos dos séculos, Ele nos conduzirá à eternidade” (Sal. 48,15).
        – Dado aos sete de novembro, durante o consulado dos ilustríssimos Saturnino e Galiciano.

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  7. Jaqueline disse:

    Olá a todos.
    Lendo o blog deixa até a gente triste com tanto desamor e desrespeito ao proximo, não vamos nos esquecer que somos todos filhos de Deus, sendo assim temos algo divino em nos, vamos olhar para o irmão e tentar enxergar um pouco do divino em cada um vamos nos amar, porque o amor e tudo. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao proximo como a ti mesmo.
    Não sou católica, nem protestante, nem estudiosa da bíblia como vocês, mas sei de uma coisa, ta faltando amor no mundo, muito amor…. Um abraço a todos.

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  8. Manuel da Costa disse:

    Helen;

    Pelo Visto o nosso irmão André, nem conhece S. Tomás de Aquino, S. Agostinho, Tertuliano, Orígenes, S. Ignacio de Antioca,

    Toda pessoa preconceituosa é ignorante e usa de má fé para atacar aquilo que nem conhece.

    Ele se julga mais capacitado de conhecer a bíblia e o cristianismo do que a Igreja Católica que é a depositária da fé Cristã.
    Todos hereges e apostatas tiveram o mesmo pensamento errado,

    Eu faço um desafiu a todos os hereges e apostatas que me mostram uma mente brilhante do Protestantismo superior ao brilhante Bento XVI ,actual Papa.

    Helen lhe garanto quando ouço o Bento XVI a falar fico arrepiado com tamanha sabedoria que só pode vir do alto.
    Na verdade o sábio não cria algo novo,o verdadeiro sábio repete as mesmas verdades que a Igreja recebeu dos Apostólos e pelos Pais da Igreja é o caso dos nosso Bispos.

    Esta é a diferença entre as mentes Católicas e supostos profetas do Protestantismo que surgem cada dia com uma verdade de fé diferente da outra.

    O protestantismo nunca poderá ser sábia por causa de dois motivos.
    1-Subjectivismo.
    2-Relativismo.

    A Santa Igreja Católica já condenou este dois princípios.

    Na vesperá do Conclâve para a eleção do Novo PAPA, o Cardeal Ratzinger na sua homilia falou do relativismo como uma praga do nosso tempo.
    Viva Bento XVI! Viva PAPA,Viva Sucessor de S.Pedro,

    Abraços!

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  9. Manuel da Costa disse:

    “Espero que consiga realmente enxergar a verdade!”

    Pergunto ao Sr andré ,qual verdade?

    Eu pensava que foi o Lutero que deu toda a verdade? agora já não o Lutero?

    Também ouvi dizer que foi Calvino? já não é?
    Também dizem que é o Zwinglio?

    Agora em pleno 2012 Deus revelou a verdade ao Sr andre!!

    Então nos diz o nome da sua seita para que possamos fazer parte dela.

    E não se esquece de nos dizer o fundador e o ano em que foi fundada.

    Pax domini

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  10. andre disse:

    O interessante dessa história toda, é o fato de que a ICAR em seu caráter idólatra defende com unhas e dentes este objeto de vitupério, vergonha e dor.
    Continua até o dia de hoje usando uma representação de um cristo morto pendurado numa cruz, a qual eles trazem como símbolo de fé ato este imposto pela ICAR. Mas veja só o que a bíblia diz sobre um cadáver que fica pendurado numa cruz.

    O seu cadáver não permanecerá no madeiro, mas certamente o enterrarás no mesmo dia; porquanto o pendurado é maldito de Deus; assim não contaminarás a tua terra, que o SENHOR teu Deus te dá em herança.
    Deuteronômio 21.23

    Agora resolveram defender a cruz invertida (cruz satânica)como sendo também sagrada, dizendo ser a “uma representação da cruz de São Pedro”, abraçando este símbolo esdrúxulo como algo sagrado e integrante da Fe católica apostólica romana.

    Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;
    Gálatas 3.13

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    • Helen disse:

      Andre,

      Seu comentário é uma TRAGÉDIA!!!Pára de sandices, não seja parvo! Acha mesmo que a Bíblia amaldiçoa a Cruz Salvadora? Pensa, criatura!

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      • andre disse:

        Caríssima a cruz nunca foi salvadora e sim o símbolo maior de morte e martírio romano, a Salvação não vem da cruz e sim do homem Jesus que foi pregado nela.
        pelo jeito você é uma pessoa inteligente por isso observe a situação apenas como conteúdo teológico e não cheio de dogmas e doutrinas implantadas pelo homem.
        faça uma análise dos versículos em questão e tire suas próprias conclusões
        sem a interferência de credos e doutrinas.

        O seu cadáver não permanecerá no madeiro, mas certamente o enterrarás no mesmo dia; porquanto o pendurado é maldito de Deus; assim não contaminarás a tua terra, que o SENHOR teu Deus te dá em herança.
        Deuteronômio 21.23

        Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;
        Gálatas 3.13

        Espero que consiga realmente enxergar a verdade!

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        • Helen disse:

          Prezado André,

          Quando nós católicos falamos da Cruz Salvadora, obviamente, nos referimos ao Sacrifício Salvífico de Cristo. Ou o sr. pensa mesmo que cremos que foi o objeto de madeira onde Cristo agonizou até a sua derradeira Morte que nos salvou e não o Cristo que nela morreu? Há conceitos que pressupõe um entendimento básico, não precisam ser explicados, do contrário é como querer ensinar álgebra a uma criança que ainda não aprendeu a contar! Em outras palavras, espera-se de uma pessoa que se chama de Cristão que ela entenda, no mínimo, o que significa a expressão Cruz Salvadora!

          No mais, meu caro, lamento profundamente que o seu entendimento esteja tão distante da Verdade. Aí mora, ao meu ver, um dos maiores problemas do Evangelicalismo anárquico dos meios protestantes, ou seja, cada um aparece com uma estapafúrdia pior que a outra, e os pobres crentes não têm ninguém para lhes corrigirem e levá-los à verdade. Nós Graças a Deus temos o Magistério da Igreja, a única autoridade divinamente instituída para transmitir a SÃ Doutrina da Fé Cristã!

          Pax Domini,

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          • andre disse:

            Bom Helen, queira me desculpar se ofendi você ou sua fé não foi esta a minha intenção, mas, quero deixar bem claro que não sou um religioso adepto desta ou daquela doutrina criada pelo homem, sou apenas um estudioso da verdadeira palavra revelada pelo Espírito Santo a Bíblia Sagrada.
            A opinião que expresso não vem por imposição de dogmas papais ou doutrinas criadas por pretensos pastores, conheço a fundo a história secular sem a influência desta ou daquela entidade religiosa. Aprendi a história da ICAR, aprendi também a história do protestantismo e a história do Judaísmo, por isso posso te dizer que para mim a única verdade imutável e incontaminada que leva verdadeiramente até a presença do todo poderoso é sem sombra de duvida a pessoa Santíssima do Messias ungido de Deus Jesus cristo homem.
            Sabe o que eu aprendi nas sagradas escrituras?
            Que eu posso ir direto ao trono do Pai sem precisar de intercessores, ou intercessoras ou padroeiras ou padroeiras, compra de indulgências ou a compra de quinquilharias vendidas nas religiões para que segundo eles possamos nos achegar a Deus. Não encontrei em nenhum versículo bíblico de Gênesis a Apocalipse a referência de que para chegar a Deus eu tenha que terceirizar a minha fé.

            E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
            Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.
            João 14. 13-14

            Aprendi desta forma lendo e estudando A Bíblia que toda e qualquer petição tem que ser feita única e exclusivamente ao Rei dos reis e Senhor dos senhores, aprendi que se verdadeiramente o Filho de Deus morar dentro de mim eu não preciso de mais nada em minha vida. Se eu digo que tenho a Cristo dentro de mim, mas não creio que ele é suficiente para alicerçar a minha fé e preciso deste ou daquele para chegar a Deus pode ter certeza que Jesus o verdadeiro filho de Deus nunca morou em mim. Mas se creio de verdade sigo confiando na ação do Espírito Santo para me conduzir no caminho sobrenatural que Deus preparou para todos os homens sem distinção.
            Minha intenção “repito” nunca foi a de despertar ou provocar a ira e a revolta de qualquer que seja o preceito religioso das pessoas afinal, nossa constituição nos assegura o direito se adorarmos e cultuarmos o que quisermos sem restrições.

            1 MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
            I João 2.1

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            • Helen disse:

              Resumindo, sr André: O sr é o seu próprio pastor e pelo jeito é “infalível”, já que a sua “verdade” é a única que está certa… Ou seja, tudo que o Espirito Santo revelou a nós católicos ao longo dos séculos, incluindo as mentes brilhantes de cristãos como S. Tomás de Aquino, S. Agostinho, Tertuliano, Orígenes, S. Ignacio de Antioca, é tudo mentira…

              Parabéns! Se continuar assim, só o Sr. entra no Céu, enquanto a nós não resta nada senão morrer na escuridão…

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              • andre disse:

                Nossa quanto ódio por ter contestado sua religião, quanta fúria só porque eu afirmei que só o Senhor Jesus Cristo é o caminho a verdade e a vida não havendo outro ou outra que possa conduzir a humanidade até Deus. Eu nunca disse que eu sou a verdade mas, não vou negar jamais o que a bíblia diz:

                João 14.6
                Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

                Pelo que posso entender é que o meu erro, é tão somente crer unicamente na bíblia sem a contaminação de dogmatismos, tradições, encíclicas e bolas papais..
                Se crer somente na bíblia sem moletas religiosas é um crime então eu sou um criminoso.
                mais uma vez quero lhe pedir desculpas se lhe ofendi com o meu modo de crer unicamente em Deus e não em uma instituição humana.
                Mas pela sua atitude dou graças a Deus por não estarmos vivendo na idade média pois se vivêssemos, com certeza você mandaria me prender através da santa inquisição e me executaria na fogueira ou me torturaria até a morte com instrumentos utilizados pela detentora da “fé mundial” a santa e madre igreja.
                Sei que você vai se irar novamente manifestar todo o seu ódio e rancor romano e dirá que eu inventei a história da santa inquisição para difamar a santa ICAR.
                Não me espanto se isso acontecer pois é tipico desta instituição ocultar os seus erros e mentiras a qualquer custo, Com certeza o Cristo da Bíblia não compactuou com as mortes da inquisição ou com os atuais estupro e casos de pedofilia encobertos pela ICAR, ou será que isso também não aconteceu? Ha desculpe isso já mais aconteceria pois esta instituição é infalível não é mesmo?
                Outra coisa eu não sou nem nunca serei o meu pastor, o Senhor Jesus sim ele é o meu pastor! e o seu quem é? Há Já sei é o o Papa este sim é infalível não é mesmo?
                Mesmo assim, que deus possa te abençoar e iluminar o seu caminho!

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                • Helen disse:

                  Prezado Sr André,

                  Não seja ingênuo. Não há fúria ou ódio em minhas palavras. Muito menos quando alguém ressoa crenças das quais eu compartilho, ou seja, quando professa fé em Cristo Jesus, o Caminho e a Verdade!

                  O Sr decorou versos da Bíblia, mas falta-lhe entendimento, discernimento. Do contrário não teria feito os comentários que aqui fez!

                  Depois de anos pacientemente respondendo a todos os comentários protestantes, eu me pergunto quantos deles ouviram sequer uma palavra do que lhes foi dito? Entram aqui cegos e saem cegos. Portanto, reitero: Este blog é para Católicos que desejam saber mais sobre o catolicismo e os erros protestantes, para assim, protegerem-se deles!

                  Agora, se o sr deseja mesmo travar um debate, eu aceito. Mas antes especifique qual é a dominação que o Sr frequenta no momento – sim, porque trocam de igreja como se troca de camisa – então prosseguiremos com uma cordeal e respeitosa conversa!

                  Pax Domini, ( A Paz do Senhor)

                  Helen

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  11. EDMILSON disse:

    Amiga Helen você sabia?

    que o texto mais antigo relatando a Assunção de Virgem Maria é o texto de
    Dionísio o Areopagita, sobre a Dormição da Deípara

    Dionísio o Areopagita (+ 96dC), sobre a Dormição da Deípara:

    “Pois até mesmo entre os nossos hierarcas inspirados, quando, como tu sabes, nós juntamente com ele [um presbítero ateniense chamado Hierotheos] e muitos de nossos santos irmãos se reuniram para contemplar aquele corpo mortal [de Maria], Fonte da Vida, que recebeu o Deus encarnado, e Tiago, irmão de Deus [isto é, Tiago de Jerusalém] estava lá, e Pedro, o chefe maior dos escritores sagrados, e então, depois de terem contemplado isso, todos os hierarcas ali presentes celebraram, segundo o poder de cada um a bondade onipotente da fraqueza Divina [ou seja, que Deus se fizesse homem]”.

    “Naquela ocasião, eu digo, ele [isto é, Hierotheos] ultrapassou todos os Iniciados com exceção dos escritores divinos, sim, ele estava completamente transportado, completamente absorto, e ficou tão emocionado através da comunhão com aqueles mistérios que ele estava comemorando, que todos os que o ouviram, viram e conheceram (ou melhor, não o conheceram) considerou que ele foi arrebatado por Deus e um hinografo divino”.

    Fonte: Dionísio o Areopagita – Sobre os Nomes Divinos 3:2

    Os colchetes são para clarificar o texto, não fazem parte do original.

    O cenário é o dia da dormição de Maria quando os Apóstolos e primeiros hierarcas se reuniram para celebrar sua morte. Cada um sob inspiração entoava cânticos espirituais, sendo que Hierotheos deve ter ficado em êxtase e sob inspiração ou revelação entoou cânticos majestosos, por isso o titulo hinógrafo divino.

    Vejamos a passagem do livro de São João Domicini (1355, Florença), Santo de origem Italiana, sobre a Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria:

    “E Pedro tendo no cantar do hino, todos os poderes dos céus respondiam com um Aleluia. E então o rosto da mãe do Senhor brilhou mais brilhante que a luz, e ela foi elevada para as alturas e abençoava cada um dos apóstolos com o própria mão, e todo deram glória a Deus; e o Senhor esticado adiante Suas mãos puras, e receberam sua alma e seu corpo inocente e sagrada. E com a partida de sua alma e corpo inocente o lugar foi enchido com perfume e luz inefável; e, vê, uma voz para fora do céu foi ouvida, dizendo: Tu és bendita entre as mulheres”.

    Todos esses maravilhosos textos só nos auxiliam cada vez mais na interpretação da Mulher revestida de Sol no Apocalipse 12.

    “1. Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.
    2. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz”.

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  12. Sei que vou ser censurado, a liberdade de expressão não existe, mas, XXX no XX de Jesus Cristo e dos cristãos. Vão todos à merda, hipócritas.
    Eu sinto é prazer em inverter a cruz do Jesus de merda. Esse homem nem existiu, quanto mais foi milagreiro. E vcs forçam os outros a acreditar nesse mito.

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    • Helen disse:

      “Sr” Mídia (@Bugopovo),

      Que a Paz esteja consigo – apesar de que esta saudação soe um tanto irônica qdo dirigida a si, haja visto a agressividade do seu comentário… Mas enfim, é sincera: Que a Paz esteja consigo!

      Eu lamento que o sr tenha tamanho rancor e desprezo por Jesus Cristo, o Deus e Salvador dos Cristãos. Mas, lamento mais ainda que a sua motivação seja o fato de não crer que Ele tenha realmente existido, pois essa objeção é tão facilmente refutável que chega a ser um pouco patético… Veja bem, não precisa ser religioso ou crente em Deus para constatar que Cristo viveu nesta terra, que andou sobre ela, que de fato converteu pecadores, fez milagres,etc… Há registros bastante fortes que sustentam isso. Nada que uma boa pesquisa não consiga provar.

      Agora, se o Sr odeia algo que nem conhece bem – o que parece ser o caso – há de questionar a “validade” desse seu ódio. Pois veja bem, se Cristo e o cristianismo merecem ou não serem objetos do seu ódio é irrelevante, porque mesmo que o merecessem, mesmo se o seu ódio fosse justificável, o Sr parece nutrí-lo não por conhecimento profundo do objeto odiado, mas ao contrário, pela mera e profunda ignorância daquilo que deliberadamente odeia.

      “Este, então, é o primeiro ponto que trazemos antes de si – a injustiça de seu ódio ao nome cristão. E o próprio pretexto que parece desculpar essa injustiça, ou seja, a ignorância, tanto o agrava quanto o aperta. Pois o que pode ser mais injusto do que homens a odiarem aquilo de que eles são ignorantes, mesmo supondo merecerem o seu ódio? Pois então só merece ódio quando se determina se o merecem. Mas se o conhecimento dos mérito está ausente, como é a justiça do ódio defendida, que deve ser provada não pela mera existência do ódio, mas pelo conhecimento da causa? Quando, porém, os homens odeiam porque são ignorantes da natureza do objeto de seu ódio, o que há para evitar que ele – o objeto odiado – seja de uma natureza a qual eles não devem odiar?

      Assim, em ambos os sentidos provamos que estão errados, ou seja, que eles são ignorantes em seu ódio, e que em sua ignorância eles odeiam injustamente. Uma prova de sua ignorância, que a despeito de desculpar a sua injustiça, também a condena, é encontrada no fato de que todos, que antes odiavam porque eram ignorantes da natureza do que era odiado, ao mesmo tempo deixam de odiar assim que deixam de ser ignorantes. De serem assim, eles se tornam cristãos, particularmente quando eles ganham pleno conhecimento, e começam a odiarem o que tinham sido, e a professarem o que odiavam, e os nossos números são tão grandes quanto são estimados serem. O grito é que o Estado está cercado, que os cristãos estão nos distritos rurais, nas aldeias e nas ilhas, é deplorado como uma calamidade pública que pessoas de ambos os sexos, de todas as idades, de todas as classes, até mesmo as pessoas de alto grau, atendam por este nome.” ( A Apologia para os Cristãos – Tertullian ano ca. 160 d.C)

      Pax Domini

      Helen

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  13. gente o texto vem falar de “bananas” e o primeiro comentário de “maças”. kkk

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  14. Moreira disse:

    A Idolatria

    “Não temais; vós tendes cometido todo este mal; porém não vos desvieis de seguir ao SENHOR, mas servi ao SENHOR com todo o vosso coração. E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.” 1Sm 12.20,21

    A idolatria é um pecado que o povo de Deus, através da sua história no AT, cometia repetidamente. O primeiro caso registrado ocorreu na família de Jacó (Israel). Pouco antes de chegar a Betel, Jacó ordenou a remoção de imagens de deuses estranhos (Gn 35.1-4). O primeiro caso registrado na Bíblia em que Israel, de modo global, envolveu-se com idolatria foi na adoração do bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte Sinai (Êx 32.1-6). Durante o período dos juízes, o povo de Deus freqüentemente se voltava para os ídolos. Embora não haja evidência de idolatria nos tempos de Saul ou de Davi, o final do reinado de Salomão foi marcado por freqüente idolatria em Israel (1Rs 11.1-10). Na história do reino dividido, todos os reis do Reino do Norte (Israel) foram idólatras, bem como muitos dos reis do Reino do Sul (Judá). Somente depois do exílio, é que cessou o culto idólatra entre os judeus.

    O FASCÍNIO DA IDOLATRIA.

    Por que a idolatria era tão fascinante aos israelitas? Há vários fatores implícitos.

    1) As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único Deus. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de Deus sofria influência dessas nações e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de Deus, no
    sentido de se manter santo e separado delas.

    2) Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o Deus de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. Deus, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.

    3) Por causa do elemento demoníaco da idolatria (ver a próxima seção), ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários. Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos; os deuses do tempo (sol, lua, chuva etc.) prometiam as condições apropriadas para colheitas abundantes e os deuses da guerra prometiam proteção dos inimigos e vitória nas batalhas. A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas; daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.

    A NATUREZA REAL DA IDOLATRIA.

    Não se pode compreender a atração que exercia a idolatria sobre o povo, a menos que compreendamos sua verdadeira natureza.

    1) A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é (Jr 2.11; 16.20). O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo. Samuel chama os ídolos de “vaidades” (12.21), e Paulo declara expressamente: “sabemos que o ídolo nada é no mundo” (1Co 8.4; cf. 10.19,20). Por essa razão, os salmistas (e.g., Sl 115.4-8; 135.15-18) e os profetas (e.g. 1Rs 18.27; Is 44.9-20; 46.1-7; Jr 10.3-5) freqüentemente zombavam dos ídolos.

    2) Por trás de toda idolatria, há demônios, que são seres sobrenaturais controlados pelo diabo. Tanto Moisés (ver Dt 32.17 nota) quanto o salmista (Sl
    106.36,37) associam os falsos deuses com demônios. Note, também, o que Paulo diz na sua primeira carta aos coríntios a respeito de comer carne sacrificada aos ídolos: “as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus” (1Co 10.20). Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios, os quais têm muito poder sobre o mundo e os que são deles. O cristão sabe com certeza que o poder de Jesus Cristo é maior do que o dos demônios. Satanás, como “o deus deste século” (2Co 4.4), exerce vasto poder nesta presente era iníqua (ver 1Jo 5.19 nota; cf. Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Ele tem poder para produzir falsos milagres, sinais e maravilhas de mentira (2Ts 2.9; Ap 13.2-8,13; 16.13-14; 19.20) e de proporcionar às pessoas benefícios físicos e materiais. Sem dúvida, esse poder contribui, às vezes, para a prosperidade dos ímpios (cf. Sl 10.2-6; 37.16, 35; 49.6; 73.3-12).

    3) A correlação entre a idolatria e os demônios vê-se mais claramente quando percebemos a estreita vinculação entre as práticas religiosas pagãs e o espiritismo, a magia negra, a leitura da sorte, a feitiçaria, a bruxaria, a necromancia e coisas semelhantes (cf. 2Rs 21.3-6; Is 8.19; ver Dt 18.9-11 notas; Ap 9.21 nota). Segundo as Escrituras, todas essas práticas ocultistas envolvem submissão e culto aos demônios. Quando, por exemplo, Saul pediu à feiticeira de Endor que fizesse subir Samuel dentre os mortos, o que ela viu ali foi um espírito subindo da terra, representando Samuel (28.8-14), i.e., ela viu um demônio subindo do inferno.

    4) O Novo Testamento declara que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). A conexão é óbvia: pois os demônios são capazes de proporcionar benefícios materiais. Uma pessoa insatisfeita com aquilo que tem e que sempre cobiça mais, não hesitará em obedecer aos princípios e vontade desses seres sobrenaturais que conseguem para tais pessoas aquilo que desejam. Embora tais pessoas talvez não adorem ídolos de madeira e de pedra, entretanto adoram os demônios que estão por trás da cobiça e dos desejos maus; logo, tais pessoas são idólatras. Dessa maneira, a declaração de Jesus: “Não podeis servir a Deus e a Mamom [as riquezas]” (Mt 6.24), é basicamente a mesma que a admoestação de Paulo: “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1Co 10.21).

    DEUS NÃO TOLERARÁ NENHUMA FORMA DE IDOLATRIA.

    1) Ele advertia freqüentemente contra ela no Antigo Testamento. (a) Nos dez mandamentos, os dois primeiros mandamentos são contrários diretamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel (ver Êx 20.3,4 notas). (b) Esta ordem foi repetida por Deus noutras ocasiões (e.g., Êx 23.13, 24; 34.14-17; Dt 4.23,24; 6.14; Js 23.7; Jz 6.10; 2Rs 17.35,37,38). (c) Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos e quebrar as imagens de nações pagãs na terra de Canaã (Êx 23.24; 34.13; Dt 7.4,5; 12.2,3).

    2) A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí, Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles.

    (a) O livro de Juízes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começavam a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor; o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para libertá-lo.
    (b) A idolatria no Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus esgotou-se e Ele permitiu que os assírios destruíssem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (2Rs 17.6-18).
    (c) O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (2Rs 21.1-11). Como resultado, Deus disse, através dos profetas, que Ele deixaria Jerusalém ser destruída (2Rs 21.10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (e.g., Is 48.4,5; Jr 2.4-30; 16.18-21; Ez 8), e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio do rei Nabucodonosor de Babilônia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (2Rs 25).

    3) O Novo Testamento também adverte todos os crentes contra a idolatria.

    (a) A idolatria manifesta-se de várias formas hoje em dia. Aparece abertamente nas falsas religiões mundiais, bem como na feitiçaria, no satanismo e noutras formas de ocultismo. A idolatria está presente sempre que as pessoas dão lugar à cobiça e ao materialismo, ao invés de confiarem em Deus somente. Finalmente, ela ocorre dentro da igreja, quando seus membros acreditam que, a um só tempo, poderão servir a Deus, desfrutar da experiência da salvação e as bênçãos divinas, e também participar das práticas imorais e ímpias do mundo. (b) Daí, o Novo Testamento nos admoestar a não sermos cobiçosos, avarentos, nem imorais (Cl 3.5; cf. Mt 6.19-24; Rm 7.7; Hb 13.5,6) e, sim, a fugirmos de todas as formas de idolatria (1Co 10.14; 1Jo 5.21). Deus reforça suas advertências com a declaração de que aqueles que praticam qualquer forma de idolatria não herdarão o seu reino (1Co 6.9,10; Gl 5.20,21; Ap 22.15).

    Fonte: BEP

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    • Helen disse:

      Muito bem, Sr Moreira! Realmente, a idolatria é um pecado gravíssimo contra Deus!
      Que Ele lhe abençoe sempre e principalmente lhe conceda a graça de Jamais cometer idolatria, tais e quais aquelas explicadas por S. Paulo em suas epístolas; o apego à riqueza e bens materiais, o apego à pessoas – fazendo-as mais importantes em sua vida do que seu amor por Deus, o apego ao status social, trabalho, e até mesmo à opinião alheia, quer dizer, aquilo que a Igreja Católica sabiamente chama de «respeito humano», que é quando deixamos de fazer ou dizer o que é correto e justo aos ohos de Deus, para não ofender ou desagradar as pessoas do nosso convívio!
      Assim, sr Moreira, muitos ditos cristãos, os mesmos que esbravejam aos quatro cantos os versos da Bíblia pra definir o que é idolatria, acabam eles mesmos comentendo-a quase todos os dias de sua vidas, sem ao menos se darem conta de que não passam de idólatras!!!!

      Pax Domini!

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      • Moreira disse:

        A verdade dói, mas deve ser dita.
        A verdade é como fogo: O que derrete no fogo, se purifica, e o que não derrete, retorna ao pó.

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        • Helen disse:

          Amém, sr Moreira!
          A verdade é uma só, por isso os cristãos devem ser UNOS, como Jesus mesmo orou ao Pai em João 17:22, pois é impossível proclamar UMA verdade com tanta seita se porliferando por ai. Imagine o Sr., só no Brasil já ultrapassam a casa dos 30 mil!! Cada uma delas jura seguir somente a Bíblia, mas qdo comparadas entre si, descobre-se que na verdade nenhuma concorda 100% com a “verdade” da outra! Não lhe parece estranho, sr Moreira?

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          • Manuel disse:

            Helen;
            Eu acho que o Sr Moreira é relativista e subjectivista, pra ele o Carro é também bicicleta porque esta em locumução.

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            • EDMILSON disse:

              AMIGO MANUEL ESTOU TI PASSANDO ALGUNS ESCRITORES PADRES DA IGREJA DOS DOIS PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ VAI AÍ OS NOMES E SUAS OBRAS CASO VOCÊ QUEIRA SE APROFUNDAR E BUSCAR CONHECER SUAS OBRAS

              São Clemente de Roma (†102), Papa (88-97), foi o terceiro sucessor de São Pedro, nos tempos dos imperadores romanos Domiciano e Trajano (92 a 102). No depoimento de Santo Ireneu “ele viu os Apóstolos e com eles conversou, tendo ouvido diretamente a sua pregação e ensinamento”. (Contra as heresias)

              Santo Inácio de Antioquia (†110) foi o terceiro bispo da importante comunidade de Antioquia, fundada por São Pedro. Conheceu pessoalmente São Paulo e São João. Sob o imperador Trajano, foi preso e conduzido a Roma onde morreu nos dentes dos leões no Coliseu. A caminho de Roma escreveu Cartas às igreja de Éfeso, Magnésia, Trales, Filadélfia, Esmirna e ao bispo S. Policarpo de Esmirna. Na carta aos esmirnenses, aparece pela primeira vez a expressão “Igreja Católica”.

              Aristides de Atenas († morto no ano130) foi um dos primeiros apologistas cristãos; escreveu a sua Apologia ao imperador romano Adriano, falando da vida dos cristãos.

              São Policarpo (†morto no ano 156) foi bispo de Esmirna, e uma pessoa muito amada. Conforme escreve Santo Irineu, que foi seu discípulo, Policarpo foi discípulo de São João Evangelista. No ano 155 estava em Roma com o Papa Niceto tratando de vários assuntos da Igreja, inclusive a data da Páscoa. Combateu os hereges gnósticos. Foi condenado à fogueira; o relato do seu martírio, feito por testemunhas oculares, é documento mais antigo deste gênero (publicado neste livro).

              Hermas (†morto no ano 160) era irmão do Papa São Pio I, sob cujo pontificado escreveu a sua obra Pastor. suas visões de estilo apocalíptico.

              São Justino († morto no ano165), mártir nasceu em Naplusa, antiga Siquém, em Israel; achou nos Evangelhos “a única filo proveitosa”, filósofo, fundou uma escola em Roma. Dedicou a sua Apologias ao Imperador romano Antonino Pio, no ano 150, defendendo os cristãos; foi martirizado em Roma.

              Santo Hipólito de Roma (morto no ano 235) discípulo de santo Irineu (140-202), foi célebre na Igreja de Roma, onde Orígenes o ouviu pregar. Morreu mártir. Escreveu contra os hereges, compôs textos litúrgicos, escreveu a Tradição Apostólica onde retrata os costumes da Igreja no século III: ordenações, catecumenato, batismo e confirmação, jejuns, ágapes, eucaristia, ofícios e horas de oração, sepultamento, etc.

              Melitão de Sardes († morto no ano 177) foi bispo de Sardes, na Lídia, um dos grandes luminares da Ásia Menor. Escreveu a Apologia, dirigida ao imperador Marco Aurélio.

              Atenágoras (†morto no ano 180) era filósofo em Atenas, Grécia, autor da Súplica pelos Cristãos, apologia oferecida em tom respeitoso ao imperador Marco Aurélio e seu filho Cômodo; escreveu também o tratado sobre A Ressurreição dos mortos, foi grande apologista.

              São Teófilo de Antioquia (†morto no ano 181) nasceu na Mesopotâmia, converteu-se ao cristianismo já adulto, tornou-se bispo de Antioquia. Apologista, compôs três livros, a Autólico.

              Santo Ireneu (†morto no ano 202) nasceu na Ásia Menor, foi discípulo de são Policarpo (discípulo de são João), foi bispo de Lião, na Gália (hoje França). Combateu eficazmente o gnosticismo em sua obra Adversus Haereses (Refutação da Falsa Gnose) e a Demonstração da Preparação Apostólica. Segundo são Gregório de Tours (†594), são Irineu morreu mártir. É considerado o “príncipe dos teólogos cristãos”. Salienta nos seus escritos a importância da Tradição oral da Igreja, o primado da Igreja de Roma (fundada por Pedro e Paulo).

              São Clemente de Alexandria († morto no ano 215) Seu nome é Tito Flávio Clemente, nasceu em Atenas por volta de 150. Viajou pela Itália, Síria, Palestina e fixou-se em Alexandria. Durante a perseguição de Setímio Severo (203), deixou o Egito, indo para a Ásia Menor, onde morreu em 215. Seu grande trabalho foi tentar a aliança do pensamento grego com a fé cristã. Dizia: “Como a lei formou os hebreus, a filo formou os gregos para Cristo”.

              Orígenes (morto no ano 254) Nasceu em Alexandria, Egito; seu pai Leônidas morreu martirizado em 202. Também desejava o martírio; escreveu ao pai na prisão: “não vás mudar de idéia por causa de nós”. Em 203 foi colocado à frente da escola catequética de Alexandria pelo bispo Demétrio. Em 212 esteve em Roma, Grécia e Palestina. A mãe do imperador Alexandre Severo, Júlia Mammae, chamou-o a Antioquia para ouvir suas lições. Morreu em Cesaréia durante a perseguição do imperador Décio.

              Tertuliano de Cartago (†morto no ano 220), norte da África, culto, era advogado em Roma quando em 195 se converteu ao Cristianismo, passando a servir a Igreja de Cartago como catequista. Combateu as heresias do gnosticismo, mas se desentendeu com a Igreja Católica. É autor das frases: “Vede como se amam” e “ O sangue dos mártires era semente de novos cristãos”.

              São Cipriano (†morto no ano 258) Cecílio Cipriano nasceu em Cartago, foi bispo e primaz da África Latina. Era casado. Foi perseguido no tempo do imperador Décio, em 250, morreu mártir em 258. Escreveu a bela obra Sobre a unidade da Igreja Católica. Na obra De Lapsis, sobre os que apostataram na perseguição, narra ao vivo o drama sofrido pelos cristãos, a força de uns, o fracasso de outros. Escreveu ainda a obra Sobre a Oração do Senhor, sobre o Pai Nosso.

              AMIGO MANUEL ESSES ESCRITORES PADRES DA IGREJA E PADRES APOSTÓLICOS QUE TI PASSEI AÍ ACIMA FORAM BISPOS DA IGREJA

              TODOS ELES ESCREVERAM LIVROS CARTAS SERMÕES EPÍSTOLAS E MAIS SÃO INCONTESTÁVEIS QUE EXEMPLOS VAI UM

              A IGREJA E A PATRÍSTICA CONTAM E AFORMAM QUE ELES EXISTIRAM E PERTENCIAM AS IGREJAS DA ÉPOCA ISSO É CLARO E VERÍDICO
              POIS TEM FONTE HISTÓRICA TEM TESTEMUNHAS OCULARES TEM FATOS VERÍDICOS TEM RELATOS E TESTEMUNHOS HISTÓRICOS

              E MAS PARA COMPROVAR QUE ELES EXISTIRAM A HISTÓRIA MOSTRA SEM NENHUMA CONTRADIÇÃO QUE TODOS ELES FORAM MÁRTIRES E MORRERAM NAS MÃOS DOS IMPERADORES

              VAI UM SIMPLES EXEMPLO AMIGO MANUEL

              SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA NASCEU NO ANO 35 DA ERA CRISTÃ ELE FOI DISCÍPULO DE SÃO JOÃO EVANGELISTA ESSE SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA

              FOI MORTO PELO IMPERADOR TRAJANO NO COLISEU
              E A PRÓPRIA HISTORIA DO PAÍS DE ORIGEM ONDE SANTO INÁCIO FOI MORTO EXISTE LIVROS DE HISTÓRIA QUE CONSTAM EM SEUS ARQUIVOS TODAS AS HISTÓRIA E CONQUISTAS DOS SEUS IMPERADORES E NESSES LIVROS TAMBÉM CONSTAM A MORTE DE TODOS OS MÁRTIRES PADRES DA IGREJA QUE FORAM PERSEGUIDOS E MORTOS POR IMPERADORES ISSO É INCONTESTÁVEL

              PARA QUEM NÃO SABE OS PADRES DA IGREJA NASCERAM PARA PROTEGER A IGREJA DA BOCA DOS HEREGES

              UM ABRAÇO AMIGO

              E UMA DICA PROCURE LÊ AS CARTAS DO PAPA ZEFERINO E AS CARTAS DO PAPA URBANO ELES SÃO MUITO ANTES DE CONSTANTINO TER NASCIDO E MAIS ESSES PAPAS FORAM MÁRTIRES MORRERAM NAS MÃOS DOS IMPERADORES DA SUA ÉPOCA

              E MAIS ELES FORAM MÁRTIRES E UM PROTESTANTE DUVIDAR

              RESUMINDO AMIGO MANUEL É IMPOSSÍVEL UM PROTESTANTE OU SEJA QUEM FOR QUERER QUESTIONAR ISSO

              A PRÓPRIA HISTÓRIA DOS HISTORIADORES DOS PAÍSES QUE MORRERAM OS MÁRTIRES E PADRES DA IGREJA MOSTRAM E CONSTA QUE ELES EXISTIRAM

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