A Igreja Católica alterou o sábado?


Cristo inaugurou a nova aliança para cumprir as Escrituras. A decisão dos Apóstolos de instituir um novo sábado alinha-se com o que Cristo lhes ensinou. Assim, a Igreja Católica deve ser fiel a esta tradição, do contrário ela não seria Apostólica.

Ninguém, pois, vos critique por causa de comida ou bebida, ou espécies de festas ou de luas novas ou de sábados. Tudo isto não é mais que sombra do que devia vir. A realidade é Cristo. (Col 2, 16-17)

Mas, para responder a esta pergunta temos primeiro que nos lembrar da autoridade dada aos Apóstolos por Jesus, porque foi a  igreja liderada pelos apóstolos que consagrou o primeiro dia da semana, domingo, também conhecido como Dia do Senhor, como o dia do culto dos primeiros cristãos.

“Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu.” (Mateus 18:18).

Através da autoridade dada aos Apóstolos, os primeiros cristãos consagraram o  domingo para o Senhor. Assim, o primeiro dia da semana, tornou-se o Dia do Senhor e um novo sábado, quando cultos e celebrações da vida e ressurreição de Cristo tomariam lugar. Este fato é refletido em muitas línguas latinas nas quais as palavra  ‘domingo’ vem da expressão do latin Dies Domini, ou seja,  o Dia do Senhor, em oposição ao “dia do Sol”, como em outros idiomas, como por exemplo o Inglês.

“No dia do Senhor, o Espírito tomou conta de mim. E atrás de mim ouvi uma voz forte como trombeta, que dizia: …” ( Apo 1: 10)

É importante notar que a ressurreição de Jesus e Suas posteriores aparições  aos apóstolos  aconteceram sempre no primeiro dia da semana, domingo. Na verdade, as Escrituras não registram nenhuma aparição no sábado depois da ressurreição (Mateus 28:1, Marcos 16:2 e 9, Lucas 24:1, João 20:1 e 19). Pelo contrário, Jesus apareceu aos seus discípulos quando estavam reunidos para orar e adorar.

[…] Tendo Jesus ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria de Magdala, de quem tinha expulsado sete demônios. (Mc 16: 8)

Existem várias evidências bíblicas que a Igreja primitiva celebrava a Eucaristia (Fração do Pão), ouviu a pregação e até mesmo fizeram colectas para a Igreja em suas reuniões no domingo, primeiro dia da semana. Aqui estão alguns exemplos do Novo Testamento:

No primeiro dia da semana, quando estávamos reunidos para a fração do pão, Paulo conversou com eles, com a intenção de partir no dia seguinte, e prolongou o discurso até a meia-noite. (Atos 20:7)

No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que tiver podido poupar, para que não esperem a minha chegada para fazer as coletas. (1 Coríntios 16:2)

Vemos também que os apóstolos e outros discípulos se reuniram para oração e adoração no primeiro dia da semana, quando o Espírito Santo desceu sobre eles num domingo, na festa de Pentecostes, cinquenta dias após o sábado de Páscoa (Atos 2:1).

Algumas pessoas podem argumentar que a “fraçao do pão” era apenas uma refeição ordinária, frequentemente partilhada entre os judeus, e não uma celebração memorial da Última Ceia, conforme ordenado pelo próprio Jesus: “Fazei isto em memória de mim’ (1 Cor 11,24). Mas tal visão pode ser facilmente descartada quando várias passagens são interpretadas em conjunto. Também precisamos considerar que Jesus não só ordenou aos apóstolos para fazê-lo em sua memória, mas ele também prometeu que “Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele volte”. (1Cor 11,26)

Assim, as Escrituras dizem que “Eram assíduos ao ensino dos Apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. (Atos 2: 40). A Bíblia também fornece algumas evidências impressionantes de que os apóstolos, assim como os primeiros cristãos, consideravam a celebração da fração do pão como uma verdadeira participação no sangue e corpo de Cristo.

Portanto, meus queridos amigos, fugi da idolatria. Eu falo com as pessoas sensatas; julgai vós mesmos o que digo. Não é o cálice de bênção que abençoamos é uma participação no sangue de Cristo? E não é o pão que partimos é uma participação no corpo de Cristo? Porque há um só pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão. (1Cor 10, 14-17).

A fração do pão não era uma refeição ‘comum’ compartilhada pela congregação. São Paulo foi cuidadoso o suficiente para dar instruções aos primeiros cristãos sobre a forma de abordagem da Ceia do Senhor e os advertiu sobre o julgamento que receberia aqueles que nela participassem indignamente.

Fazendo-vos essas advertências, não vos posso louvar a respeito de vossas assembléias que causam mais prejuízo que proveito. Em primeiro lugar, ouço dizer que, quando se reúne a vossa assembléia, há desarmonias entre vós. (E em parte eu acredito. É necessário que entre vós haja partidos para que possam manifestar-se os que são realmente virtuosos.) Desse modo, quando vos reunis, já não é para comer a ceia do Senhor, porquanto, mal vos pondes à mesa, cada um se apressa a tomar sua própria refeição; e enquanto uns têm fome, outros se fartam. Porventura não tendes casa onde comer e beber? Ou menosprezais a Igreja de Deus, e quereis envergonhar aqueles que nada têm? Que vos direi? Devo louvar-vos? Não! Nisto não vos louvo… (1 Coríntios. 11:17-22)

“Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor.” (1 Cor. 11:27).

Assim a Igreja Católica continua a tradição apostólica da Celebração da fração do Pão, a Eucaristia, no Sacrifício da Santa Missa, que apesar celebrada diariamente, é mandatória somente aos domingos.

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Sobre Hellen

Católica militante, expatriada, mãe e arquiteta e estudante de Direito. Quando há tempo, engajada na "missão" de defender a fé católica e evangelizar aos irmãos católicos, especialmente aqueles afastados da Santa Fé . I am an expat architect, law student and Catholic mommy who's taken on blogging. I've doing this for a few years now and I'm totally hooked up. All for the Glory of God!
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95 respostas para A Igreja Católica alterou o sábado?

  1. W. Frank disse:

    Olá, Luiz. A palavra “cumprir” encontrada em Mt 5:17 vem do original grego “plêrô” e significa dar o verdadeiro significado.” MÊ NOMISÊTE OTI ÊLTHON KATALUSAI TON NOMON Ê TOUS PROPHÊTAS OUK ÊLTHON KATALUSAI ALLA PLÊRÔSAI”. Não significa de forma alguma que uma vez cumprida por Ele estaríamos livres de cumprir.
    Já a palavra “fim” em Rm 10:4 vem do original grego “telos” e significa finalidade como vc disse. Essa palavra aparece em outros textos bíblicos e vou coloca-los em português e em seguida em grego com a referida palavra em itálico/negrito.
    “Porque Cristo é o fim da lei, para justificar todo aquele que crê” – “TELOS GAR NOMOU KHRISTOS EIS DIKAIOSUNÊN PANTI TÔ PISTEUONTI” Romanos 10:4.
    “Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas” – “KOMIZOMENOI TO TELOS TÊS PISTEÔS [UMÔN] SÔTÊRIAN PSUKHÔN” 1 Pedro 1:9.
    “Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” – “TO DE TELOS TÊS PARAGGELIAS ESTIN AGAPÊ EK KATHARAS KARDIAS KAI SUNEIDÊSEÔS AGATHÊS KAI PISTEÔS ANUPOKRITOU”1 Timóteo 1:5.
    Vc não acha que se a lei fosse abolida, como vc disse equivocadamente, São Paulo iria escrever coisas do tipo :
    “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom” Romanos 7:12.
    “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei” Romanos3:31.
    “A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei” Romanos 13:10.
    “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás” Romanos 7:7.
    Veja que se a lei fosse abolida não existiria mais pecado e, estaríamos livres para praticar qualquer conduta. Não haveria mais o certo e errado. Atente para este verso : “Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Romanos 3:20. Vc percebeu qual é a finalidade da lei??? Não é de nos salvar mas sim de nos apontar a conduta que estamos praticando que está em desacordo com a vontade de Deus. Podemos comparar a lei a um espelho. O espelho mostra que estou sujo porém é incapaz de me limpar. Ai, eu me lavo e pronto. Voltando à bíblia. A lei me mostra onde estou pecando, apenas isso. Então vou a Cristo e me “lavo” em seu sangue.
    Quando Paulo escreve para Timóteo : “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” 2 Timóteo 3:16. O que consistia esse termo “toda a Escritura”???
    Aguardo sua resposta.
    Abraços e boa noite!!!

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    • EDMILSON disse:

      POIS E PIADISTA W. FRANK! VC ME FEZ ESCREVER E PESQUIZAR OS MAS PROFUNDOS ESTUDOS EXISTENTES SOBRE A BIBLIA E A HERMENEUTICA.
      POR ISSO FIZ UM ESTUDO QUE MISTURA EXEGESE E HERMENEUTICA SOMENTE COM TESTEMUNHAS OCULARES DA EPOCA DOS FATOS E MAS COM NOTAS DE RODA PE
      OLHA W. FRANK AMANHA VOU TI MOSTRAR UM VERDADEIRO ESTUDO SOBRE A ORIGEM PALAVRA DOMINGO BIBLICAMENTE.
      SEI QUE VC E FRACO E LEIGO POIS NEM BASE PARA AS SUAS HERESIAS VC TEM
      MAS MESMO ASSIM W. FRANK ME AGUARDE.

      SEI QUE VC JA FOI REFUTADO MAIS ESSE ESTUDO QUE FIZ SOBRE O SABADO E O DOMINGO FIZ PARA VC TOMAR VERGONHA NA CARA E PARAR DE LE FABULAS

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  2. W. Frank disse:

    Edmilson, eu não interpreto o texto bíblico segundo a minha visão mas vc sim. Vou mostrar isso da forma mais simples.
    Nos versos que citei, onde está escrito Sábado eu entendo como sendo Sábado, vc acha que é Domingo. Onde eu leio sétimo dia eu entendo sétimo dia, e vc o que faz??? Vc “tira da cartola” um tal de “oitavo dia”. De onde vc tirou isso??? A sua semana não tem sete dias como a do calendário???. Agora quem interpreta individualmente a bíblia??? Não quero que vc responda pois se assim o fizer vai ser levado a mentir e mentir é coisa do Diabo “Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”(Jo 8:44).
    Quando leio a bíblia sigo a orientação de São Pedro : “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
    Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.(II Pe 1:20-21). Esperem que publiquem. Abraços!!!

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    • EDMILSON disse:

      W. Frank você prega tantas heresias como a sua seita que até mesmo o as outras denominações protestantes não apoiam suas heresias
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      Sobre o Sábado

      W. Frank Jesus é muito claro na bíblia quanto ao sábado, pois existem inúmeras passagens que atestam que o dia de sábado não é mais obrigatoriamente guardado, muito menos da maneira que era guardado no antigo testamento quando foi instituído e menos ainda da maneira fanática que os adventistas fazem atualmente.
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      Herege W. Frank entenda que a própria bíblia também diz através de profecias no antigo testamento e exemplos práticos dos apóstolos que o novo “dia do Senhor” é o domingo, dia da ressureição de Cristo, dia de se reunir para partir o pão.
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      Dia este reservado desde a eternidade, na verdade, o sábado prenunciava o domingo da ressureição. Agora W. Frank Vamos as passagens que fundamentam isto.
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      “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou SÁBADOS.” (Colossenses 2,16)
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      “Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus”. (Romanos 14:6)
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      “E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”. (Marcos 2: 24-27)
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      Na escritura a seguir Jesus disse que Ele e Deus, ambos TRABALHAM até no dia de sábado, note W. Frank que não é correto entender dessa e de outras passagens que se pode apenas fazer o bem no sábado porque o trabalho de Deus é curar e libertar, não. Para meros seres humanos como nós essas atividades de fazer o bem são serviços que prestamos a Deus e em favor de nossos irmãos, o nosso TRABALHO são as profissões que exercemos, a não ser que vivamos da obra de Deus ou que alguém nos pague para realizar essas atividades espirituais e sociais, esta ultima que é errada.
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      “E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado. E Jesus lhes respondeu: Meu Pai TRABALHA até agora, e eu TRABALHO também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”. (João 5:16-18)
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      Agora W. Frank Para você que acha que no sábado é apenas permitido fazer o bem ao próximo, observem a passagem abaixo, onde Deus TRABALHOU até mesmo no dia de sábado CRIANDO o mundo.
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      “No sétimo dia, Deus terminou todo o seu trabalho; e no sétimo dia, ele descansou de todo o seu trabalho como criador”. (Gênesis 2:2)
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      E outra W. Frank o povo de Israel não podia colher nada no sábado para comer (Êxodo 16:22-23)
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      ENTRETANTO, os discípulos de Jesus colheram as espigas e descascaram para comer no dia de sábado (Marcos 2:23)
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      Diante do exposto acima vemos que o sábado não é mais vivido como no antigo testamento, pelo menos não com tanta rigidez que era vivido e que ainda é pregado pelos adventistas para viverem assim ainda hoje.
      /////////////

      Tudo isso: curas, alimentação, trabalho, tudo isso acontecia JUSTAMENTE NOS DIAS DE SÁBADO, COINCIDÊNCIA? Mas parece que para alguns tudo isso não é suficiente, pois se prendem e apegam-se a passagens em que Deus e Jesus afirmam que a Lei de Deus não passa, que nenhuma vírgula pode ser tirada dela, que Jesus veio para cumpri-la, apoiam-se dizendo que essas passagens contrárias ao sábado existem em um contexto que não desfazem nem mudam o sentido inicial do sábado. Alguns acreditam sem nenhum fundamento que a lei de Deus é perfeita. Mas saibamos que a bíblia realmente não deve ser entendida em um contexto de passagens, mas também não de capítulos ou nem mesmo de livros inteiros, ela deve ser compreendida no contexto dela completa de gênesis á apocalipse, bem como na ótica de toda a história da igreja. Então vejamos algumas outras passagens que “quebram” a lei de Deus que tantos se apegam cegamente.
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      VEJA E ENTENDA PIADISTA W, Frank

      “Quanto a mim, foi através da lei que eu morri para a lei, a fim de viver para Deus” (Gálatas 2:19).
      ///////////
      NOTE AGORA ESSE VERSÍCULO PIADISTA W. FRANK

      “O homem se torna justo através da fé, independentemente da observância da lei” (Romanos 3:28).
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      A aliança do antigo testamento é imperfeita, a nova aliança, que é pela fé em Jesus é perfeita e melhor que a primeira (Hebreus 8:6-7).
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      “Dizendo ‘aliança nova’, Deus declara que a primeira ficou antiquada; e aquilo que se torna antigo e envelhece, vai desaparecer logo.” (Hebreus 8:13)
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      AGORA ANALFABETO W. FRANK VEJA ESSA PESSOA QUE TI DESMASCARA DE VEZ!
      Quem se apega a Lei é obrigado a cumprir ela por inteiro e completamente, então que guarde o sábado, mas vá a um médico fazer a circuncisão também.
      “E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído”. (Gálatas 5:3-4)
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      você não conheçe nada da bíblia W.Frank

      “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos”. (Tiago 2:10)
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      oOLHA COMO VOCÊ W. FRANK PECA COMO SUA SEITA ADVENTISTA!

      “Falem e ajam como pessoas que vão ser julgadas pela lei da liberdade” (Tiago 2:12).
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      AÍ EU TI RESPONDO W. FRANK!

      Onde está escrito na bíblia que antes o dia santo de descanso era o sábado e agora é domingo? Explicitamente ao pé da letra não está escrito, contudo podemos observar claramente através dessas passagens que o Domingo é o novo “dia do Senhor”.
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      “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.” (Marcos 16:9)
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      VEJA ESSE VERSÍCULO W. FRANK QUE QUEBRA DE VEZ SUAS HERESIAS!

      Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele. (Salmos 118:24)
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      NOTE AQUI PIADISTA

      “E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite.” (Atos 20:7)
      //////////////////
      E ESSA PASSAGEM AQUI W. FRANK JÁ QUEBRA DE VEZ SUAS HERESIAS!

      Irmãos, não deem crédito a todos os que se dizem inspirados; antes, examinem os espíritos, para saber se vem de Deus (I João 4:1) (quem se prende a lei é anticristo, disfarçadamente não confessa Jesus como Senhor da vida)

      COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO W. FRANK.
      E OUTRA PIADISTA A BÍBLIA ADULTERADA QUE VOCÊ LÊ
      TEM 3 PAPAS DENTRO DELA .
      ____________________________________

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      • W. Frank disse:

        Edmilson, vc disse :Herege W. Frank entenda que a própria bíblia também diz através de profecias no antigo testamento e exemplos práticos dos apóstolos que o novo “dia do Senhor” é o domingo, dia da ressureição de Cristo, dia de se reunir para partir o pão.

        Lhe desafio a mostrar isso na bíblia. Vc é hilário!!!!

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        • Helen disse:

          Frank,

          “Eles [os primeiros santos do Antigo Testamento] não se preocupam com a circuncisão do corpo, nem nós [cristãos]. Eles não se preocupam com a observação sábados, nem nós. Eles não evitam certos tipos de alimentos, tampouco eles consideram as outras distinções que Moisés deixo para sua posteridade, para ser observado como símbolos, nem os cristãos de hoje em dia fazem tais coisas “(História da Igreja 01:04:08 [312 dC]).

          “[O] dia de sua [de Cristo] luz … era o dia de sua ressurreição dentre os mortos, o que eles dizem, como sendo a única e verdadeiramente santo dia e no dia do Senhor, é melhor do que qualquer número de dias como nós normalmente entendemo-nos, e melhor do que os dias separados pela lei mosaica para festas, luas novas e sábados, o que o apóstolo [Paulo] ensina são a sombra de dias e não dias em realidade “(Prova do Evangelho 4 : 16:186 [AD 319]).

          Senhor Frank, eis aqui uma pequenina amostra da fé cristã praticada pelos primeiros cristãos, da Igreja pura e santa deixada pelo Salvador, Jesus Cristo.

          Abandone o erro!!

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  3. Luiz disse:

    Olá amigos

    Bom dia

    Antes de postar gostaria de teclar que respeito muito o entendimento da Igreja Adventista do 7º dia e respeito muito também o entendimento da Igreja Católica Apostólica Romana. Helen, W. Frank, Edmilson e amigos respeito vocês.

    W. Frank geralmente os evangélicos entendem que a Lei foi totalmente abolida.Acho que sua resposta foi mais para eles do que para mim.Eu entendo que foi aperfeiçoada veja a Lei permanece só que aperfeiçoada em Cristo.Quando Jesus resumiu a Lei em dois mandamentos Ele ali não aboliu como muitos pensam apenas resumiu resumir não é abolir nesse ponto vocês adventistas e talves até os batistas do 7º dia tem um entendimento melhor do que os evangélicos. Depois leia em Hebreus 10:1 talvez você argumente que ali se trata de um aspecto cerimonial porém tal aspecto cerimonial tinha uma importância muito grande e Jesus foi o Cordeiro de Deus ou seja Jesus realizou o Perfeito Sacrifício então Ele acabou com tal aspecto e ao mesmo tempo aperfeiçoou a Lei pois o sacrifício dEle não se limitou apenas a aspectos cerimoniais da Lei .imagina se a morte de Jesus fosse só para anular as- pectos sacrificiais?
    Aliás no Antigo Testamento tinham vários cordeiros e vários sacrifícios e agora temos um Cordeiro (Jesus) e um sacríficio que foi o de Jesus então repare até o aspecto do sacríficio e cordeiro permancecem só que aperfeiçoado.
    um abraço

    Luiz

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    • EDMILSON disse:

      OLHA MAIS UMA VEZ HEREGE CONTRADITÓRIO W. FRANK ME MOSTRE FONTES DA SUA DOUTRINA SATÂNICA?
      CARO W. FRANK, QUANDO JESUS DISSE QUE “NEM UM SÓ TIL SE OMITIRÁ DA LEI”, ELE ESTAVA FALANDO DE TODA A LEI E NÃO SOMENTE DOS DEZ MANDAMENTOS. A LEI MOSAICA INCLUI INÚMEROS OUTROS PROCEDIMENTOS QUE SÃO APENAS SUMARIADOS NOS DEZ MANDAMENTOS, MAS QUE VÃO MUITO ALÉM DELES. VEJA QUE JESUS NÃO DISSE QUE “NEM UM TIL SE OMITIRÁ DOS DEZ MANDAMENTOS”; MAS SIM: “NEM UM TIL SE OMITIRÁ DA LEI”. OU SEJA, JESUS ESTAVA ABRANGENDO TODA A LEI DE MOISÉS E NÃO SE LIMITANDO AOS DEZ MANDAMENTOS.
      /////////////////////////
      E SABEMOS MUITO BEM W. FRANK QUE NESSA LEI DE MOISÉS EXISTE A ORDENANÇA DE CONDENAR A PENA DE MORTE AS CRIANÇAS QUE DESOBEDECEM AOS PAIS, BEM COMO A MORTE DE HOMOSSEXUAIS, BEM COMO TAMBÉM SE BANHAR NO LAGO PARA DEIXAR DE FICAR IMPURO, ASSIM COMO FUGIR PARA UMA CIDADE DE REFÚGIO PARA ESCAPAR DO VINGADOR DO SANGUE, ETC. EXISTEM INÚMEROS PRECEITOS DA LEI QUE NÃO SÃO MAIS PRATICADOS NO NOVO TESTAMENTO (NOVA ALIANÇA) PELO SIMPLES FATO DE QUE ERAM APENAS SOMBRAS DA REALIDADE E NÃO A REALIDADE EM SI MESMO. SE VOCÊ ANALISAR O CONTEXTO DESTA PASSAGEM DE MATEUS NA QUAL VOCÊ SE UTILIZOU AQUI NO SITE DA HELEN, VOCÊ VERÁ QUE JESUS DISSE CLARAMENTE QUE VEIO PARA CUMPRIR A LEI.
      ////////////////////////////
      OU SEJA, A LEI FOI CUMPRIDA EM CRISTO. COM O CUMPRIMENTO DA LEI EM CRISTO, TEVE INÍCIO A NOVA ALIANÇA DE SEU SANGUE, CONTIDA NO NOVO TESTAMENTO DE NOSSAS BÍBLIAS. AGORA HEREGE W. FRANK NÓS NÃO TEMOS QUE PASSAR A BORRACHA NO ANTIGO TESTAMENTO, MAS SIM VER O QUE O NOVO TESTAMENTO CONSIDERA COMO “SOMBRA” E O QUE ELE CONSIDERA COMO “REALIDADE” DENTRO DO ANTIGO TESTAMENTO.
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      VOU TI DA W. FRANK UM EXEMPLO, DE ENSINAMENTOS MORAIS QUANTO A FÉ, AMOR, CARIDADE, BOAS OBRAS, ETC, SÃO SEMPRE MENCIONADOS TANTO NO ANTIGO TESTAMENTO COMO TAMBÉM NO NOVO TESTAMENTO, POIS SÃO PRECEITOS MORAIS ETERNOS E IRREVOGÁVEIS.

      MAS TAMBÉM ENTENDA QUE EXISTEM VÁRIAS “SOMBRAS” DO ANTIGO TESTAMENTO QUE, QUANDO SÃO TRAZIDAS À REALIDADE NO NT, VEMOS QUE A SUA APLICAÇÃO PRÁTICA NÃO É EXATAMENTE IGUAL. POR EXEMPLO, O SACRIFÍCIO DE CORDEIROS ERA MERA SOMBRA DO SACRIFÍCIO DO CORDEIRO PURO E IMACULADO DE DEUS: JESUS CRISTO, QUE TIRA OS PECADOS DO MUNDO. DA MESMA FORMA, O AUTOR DE HEBREUS AFIRMA QUE OS PRECEITOS CERIMONIAIS ERAM SOMBRAS E NÃO A REALIDADE EM SI MESMA:
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      VEJA W.FRANK

      “A Lei traz apenas uma sombra dos benefícios que hão de vir, e não a realidade dos mesmos. Por isso ela nunca consegue, mediante os mesmos sacrifícios repetidos ano após ano, aperfeiçoar os que se aproximam para adorar” (Hb.10:1)
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      “Eles servem num santuário que é cópia e sombra daquele que está nos céus, já que Moisés foi avisado quando estava para construir o tabernáculo: “Tenha o cuidado de fazer tudo segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte” (Hb.8:5)
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      “Não se deixem levar pelos diversos ensinos estranhos. É bom que o nosso coração seja fortalecido pela graça, e não por alimentos cerimoniais, os quais não têm valor para aqueles que os comem” (Hb.13:9)
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      “Eram apenas prescrições que tratavam de comida e bebida e de várias cerimônias de purificação com água; essas ordenanças exteriores foram impostas até o tempo da nova ordem” (Hb.9:10)
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      “Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb.13:15)

      “O sumo sacerdote leva sangue de animais até o Santo dos Santos, como oferta pelo pecado, mas os corpos dos animais são queimados fora do acampamento. Assim, Jesus também sofreu fora das portas da cidade, para santificar o povo por meio do seu próprio sangue. Portanto, saiamos até ele, fora do acampamento, suportando a desonra que ele suportou” (Hb.13:11-13)
      /////////////////////////////////
      AQUI W. FRANK EU PASSEI APENAS ALGUNS DOS VÁRIOS TEXTOS DE HEBREUS , QUE NOS FALAM DE MANEIRA CLARA O QUE ERA “SOMBRA” E O QUE ERA “REALIDADE” NO ANTIGO TESTAMENTO EM RELAÇÃO À NOVA ALIANÇA. VEMOS QUE A LEI ERA UMA SOMBRA (Hb.10:1), O SANTUÁRIO ERA UMA SOMBRA DO QUE ESTAVA NOS CÉUS (Hb.8:5), OS ALIMENTOS CERIMONIAIS ERAM SOMBRAS QUE ATUALMENTE JÁ NÃO TEM VALOR ALGUM (Hb.13:9), A PURIFICAÇÃO COM ÁGUA ERA SOMBRA DA PURIFICAÇÃO EM CRISTO (Hb.9:10), O SACRIFÍCIO ERAM SOMBRAS DO NOSSO ATUAL SACRIFÍCIO DE LOUVOR A DEUS (Hb.13:15), E OS CORPOS DE ANIMAIS SACRIFICADOS FORA DO ACAMPAMENTO ERAM SOMBRA DO SACRIFÍCIO DE CRISTO FORA DAS PORTAS DA CIDADE (Hb.11:13-15).
      /////////////////////////////
      W. FRANK ESSA PEQUENA LISTA QUE EU PASSEI NOS REVELA QUE EXISTEM INÚMEROS PRECEITOS QUE ERAM REALIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO, ENTRETANTO NÃO PASSAM PARA A NOVA ALIANÇA, POIS À LUZ DO NOVO TESTAMENTO REVELAM-SE COMO MERAS “SOMBRAS” (FIGURAS PROFÉTICAS A SEREM CUMPRIDAS NO NT) DA REALIDADE PRESENTE NA NOVA ALIANÇA. É POR ISSO QUE A BÍBLIA INSISTE TANTO EM DIZER QUE A LEI DE MOISÉS JÁ CHEGOU AO SEU FIM, E NO PRESENTE TEMPO NÃO ESTAMOS MAIS SOB A LEI DE MOISÉS, MAS SIM SOB A NOVA ALIANÇA:
      ////////////////////////////////////

      VEJA:
      ROMANOS 6:14 – “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”
      ////////////////////
      ROMANOS 10:4 – “Porque Cristo é o fim da lei para a justificação de todo aquele que crê”
      ///////////////////
      GÁLATAS 5:18 – “Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei”
      //////////////////
      HEBREUS 8:8 – “Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma Nova Aliança… Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar”
      //////////////////
      ROMANOS 7:4 – “Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus”
      ///////////////////
      EFÉSIOS 2:14,15 – “Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homem, fazendo a paz”
      //////////////////
      2 CORÍNTIOS 3:6 – “O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica”
      //////////////////////////////////////
      AGORA W. FRANK A QUESTÃO DE PRINCIPAL IMPORTÂNCIA DESSA NOSSA CONVERSA, E QUE FICA A NÓS É:

      – SE O SÁBADO JUDAICO ERA “SOMBRA” OU A REALIDADE?

      QUANTO A ESSA RESPOSTA, NÃO EXISTE A MENOR SOMBRA DE DÚVIDA DE QUE ERA MERA SOMBRA:
      VEJA MAIS UMA VEZ PIADISTA

      “Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16,17)

      OU SEJA, O SÁBADO (ASSIM COMO AS DEMAIS OBSERVÂNCIAS CERIMONIAIS) ERAM MERAS “SOMBRAS” QUE TIVERAM O SEU FIM EM CRISTO, E NÃO A SUA REALIDADE.
      ///////////////////////
      AGORA W. FRANK ESSA INTERPRETAÇÃO ÓBVIA DO TEXTO É RESSALTADA ATÉ MESMO PELOS MAIORES TEÓLOGOS ADVENTISTAS, PRINCIPALMENTE PELO DOUTOR SAMUELLE BACCHIOCCHI (A QUEM CONHEÇO TODAS AS SUAS OBRAS)
      /////////////////////
      E NO SEU LIVRO “DO SÁBADO PARA O DOMINGO”, EM QUE ELE DEFENDE A GUARDA DO SÁBADO, MAS ADMITE À LUZ DE TODAS AS EVIDÊNCIAS LÓGICAS QUE O SÁBADO ERA MERA “SOMBRA” COMO DIZ COLOCENSSES 2:16.
      ////////////////////////////////
      PORTANTO W. FRANK, O SÁBADO TAMBÉM ESTÁ INCLUÍDO ENTRE OS PRECEITOS QUE ERAM “SOMBRAS” E NÃO ENTRE AQUILO QUE É A REALIDADE À LUZ DA NOVA ALIANÇA. VOCÊ TAMBÉM USOU O ARGUMENTO DE QUE JESUS IA NAS SINAGOGAS JUDAICAS NO SÁBADO, MAS ISSO É ÓBVIO, POIS O SÁBADO ERA EXATAMENTE O ÚNICO DIA EM QUE A SINAGOGA FICAVA ABERTA. SE JESUS NÃO FOSSE NO SÁBADO, ELE IRIA EM QUAL DIA, ENTÃO???

      “Outrora, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses; agora, porém, que já conheceis a Deus, ou, melhor, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós” (Gl.4:8-10)

      E O MESMO DIZ AOS ROMANOS:

      “Há quem considere um dia mais sagrado que outro; há quem considere iguais todos os dias. Cada um deve estar plenamente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz” (Rm.14:5,6)

      PORTANTO PIADISTA W. FRANK, NÃO SOMOS OBRIGADOS A FAZER DIFERENÇA ENTRE “DIA E DIA”, COMO SE HOUVESSE ALGUM DIA MAIS SANTIFICADO DO QUE OUTRO. DO MESMO MODO QUE EU NÃO POSSO PROIBIR VOCÊ DE OBSERVAR O SÁBADO, VOCÊ NÃO PODE ME OBRIGAR A GUARDÁ-LO, SE EU CONSIDERO IGAUIS TODOS OS DIAS E IGUALMENTE SAGRADOS. É EXATAMENTE ISSO O QUE PAULO ESTÁ DIZENDO AQUI, E QUE EU ESTOU REPETINDO O TEMPO TODO. SOMOS LIVRES DA LEI POR MEIO DE CRISTO, E CONSEQUENTEMENTE LIVRES TAMBÉM DA PRÁTICA LITERAL DAQUILO QUE NA NOVA ALIANÇA SE MOSTRA MERAMENTE COMO “SOMBRA” E NÃO COMO A REALIDADE!

      AGORA QUANTO A QUESTÃO DO HOMEM ABOLIR O MANDAMENTO QUE DEUS NÃO ABOLIU, ISSO NÃO É VERDADE. LEIA NOVAMENTE HEREGE W. FRANK O QUE O APÓSTOLO PAULO ESCREVE EM COLOCENSSES 2:16, EM ROMANOS 14:5,6 E EM GÁLATAS 4:8-10. É EVIDENTE QUE É UMA PESSOA HUMANA QUEM ESCREVE, MAS ESCREVE INSPIRADO PELO ESPÍRITO DE DEUS, ASSIM COMO TODO O RESTANTE DA BÍBLIA. ALÉM DISSO, VEMOS QUE DEUS TAMBÉM TRABALHA NO SÁBADO, COMO UM EXEMPLO DAQUILO QUE NÓS MESMOS PODEMOS FAZER:

      “Então os judeus passaram a perseguir Jesus, porque ele estava fazendo essas coisas no sábado. Disse-lhes Jesus: “Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando”. Por essa razão, os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava até mesmo dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus” (João 5:16-18)
      ///////////////////////////////////
      W. FRANK VEJA QUE AQUI JESUS DIZ CLARAMENTE QUE TANTO ELE COMO O PAI CONTINUAM TRABALHANDO ATÉ HOJE, INCLUINDO NOS SÁBADOS, O MOTIVO PELO QUAL OS FARISEUS ESTAVAM ACUSANDO JESUS. JESUS USA ESTE ARGUMENTO PARA O TRABALHO QUE ELE REALIZAVA NOS SÁBADOS, E, AO SER INDAGADO PELAS AUTORIDADES DOS JUDEUS, ELE FAZ USO DESTE ARGUMENTO DE QUE ELE E O PAI TRABALHAM SEMPRE. SE O PAI E O FILHO TRABALHAM NO SÁBADO (E NÓS SOMOS FEITOS A SEMELHANÇA DELE), ENTÃO NÃO HÁ MOTIVOS PARA ENTENDER POR QUE RAZÃO QUE NÓS SOMOS PROIBIDOS DE IGUALMENTE TRABALHAR NESTE DIA, AINDA MAIS SABENDO QUE O HOMEM NÃO FOI FEITO PARA O SÁBADO (Marcos 2:27).
      /////////////////
      TALVEZ SEJA EXATAMENTE ESTE O MOTIVO DOS JUDEUS CONCLUÍREM DESTA MESMA FORMA E TOMAREM PEDRAS PARA APEDREJÁ-LO, E DO APÓSTOLO JOÃO ESCREVER NO VERSO 18 QUE JESUS ESTAVA VIOLANDO O SÁBADO E SE DECLARANDO EM IGUALDADE COM O PAI.
      /////////////////////
      A CONCLUSÃO É ÓBVIA E INEQUÍVOCA: SE O PAI E O FILHO CONTINUAM TRABALHANDO ATÉ HOJE (INCLUINDO NOS SÁBADOS), ENTÃO NÓS TAMBÉM NÃO SOMOS PROIBIDOS DE FAZÊ-LO. JESUS É E SEMPRE DEVE SER O NOSSO EXEMPLO A SER SEGUIDO. DEVEMOS IMITAR O EXEMPLO DO APÓSTOLO JOÃO QUE CHEGOU À CONCLUSÃO DE QUE JESUS ESTAVA “VIOLANDO” O SÁBADO DA MANEIRA JUDAICA, E NÃO TOMAR A INICIATIVA DOS JUDEUS DE QUERER MATAR JESUS APENAS POR TER DITO ESTAS PALAVRAS A RESPEITO DO TRABALHO NO SÁBADO. INFELIZMENTE, VOCÊ W. FRANK NÃO PASSA DE UM HEREGE O EXTREMISTA SABATISTA QUE SE TORNOU IGUALMENTE AO MESMO GRUPO FARISAICO QUE DIZIA:

      “Esse homem não é de Deus, pois não guarda o sábado” (João 9:16)

      AGORA PARA TI REFUTAR DE VEZ HEREGE W. FRANK VOU PEDIR FONTES E TESTEMUNHAS OCULARES QUANDO VOCÊ VIER COM SUAS LOROTAS.

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    • EDMILSON disse:

      VOCÊ DELIRA EM BLASFÊMIAS E LOUCURAS W. FRANK!
      E OUTRA VAI ESTUDAR O GREGO KOINÉ.
      E OUTRA O QUE VOCÊ FALA OU PEGA DOS SITES DOS ADVENTISTAS NÃO POSSUEM RESPALDOS HISTÓRICOS
      //////////////////////
      VEJA O QUE VOCÊ ESCREVEU CHARLATÃO
      Olá, Luiz. A palavra “cumprir” encontrada em Mt 5:17 vem do original grego “plêrô” e significa dar o verdadeiro significado.” MÊ NOMISÊTE OTI ÊLTHON KATALUSAI TON NOMON Ê TOUS PROPHÊTAS OUK ÊLTHON KATALUSAI ALLA PLÊRÔSAI”. Não significa de forma alguma que uma vez cumprida por Ele estaríamos livres de cumprir.
      Já a palavra “fim” em Rm 10:4 vem do original grego “telos” e significa finalidade como vc disse. Essa palavra aparece em outros textos bíblicos e vou coloca-los em português e em seguida em grego. Tentei colocar a expressão pertinente em negrito mas, sou muito limitado quando se fala de computadores.
      KKKKKKKKKKK
      W. FRANK VOCÊ ACABA DE GANHAR O TÍTULO DE O PIADA DO SÉCULO QUE VÊ COMO TI REFUTO MAS UMA VEZ !ME MOSTRE AS FONTES DAS SUAS BLASFÊMIAS W. FRANK?
      OLHA EU TI MOSTRO MAIS DE 400 DOCUMENTOS QUE VAI DAS ATAS DOS DOCUMENTOS DOS BISPOS DIÁCONOS E PRESBÍTEROS DOS 3 PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ QUE ERAM ENVIADAS AS IGREJAS.
      ////////////////////////
      E MAIS W. FRANK EU TI MOSTRO AS EXEGESES , AS EPÍSTOLAS, AS CARTAS, OS SERMÕES , OS ESTUDOS, AS DOUTRINAS AS CRONICAS, E OS TESTEMUNHOS DOS PADRES DA IGREJA E DOS PADRES APOSTÓLICOS E DOS MÁRTIRES DOS 3 PRIMEIROS SÉCULOS ANTES DE CONSTANTINO AINDA TER NASCIDO.
      ////////////////////////////

      E MAIS W. FRANK EU TI MOSTRO A ORGANIZAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA JÁ NO PRIMEIRO,NO SEGUNDO E NO TERCEIRO SÉCULO DA ERA CRISTÃ COM RESPALDOS E NOTAS DE RODA PÉ COM REGISTROS ARQUEOLÓGICOS.
      /////////////////////////

      AGORA CHARLATÃO W. FRANK ME MOSTRE FONTES HISTÓRICAS QUE SUSTENTAM SUAS FARSAS? ME MOSTRE, W. FRANK UMA IGREJA ADVENTISTA DA ÉPOCA DOS FATOS? ME MOSTRE W. FRANK ALGUM PADRE DA IGREJA ESCRITOR ECLESIÁSTICO PADRE APOSTÓLICO QUE SUSTENTAM SUAS BLASFÊMIAS FILHO DA PERDIÇÃO?
      /////////////////////////
      SE VOCÊ NÃO COMPROVAR SUAS HERESIAS VAGABUNDO VOU PEDIR A HELEN PARA BLOQUEAR VOCÊ.

      POIS NUM DEBATE VOCÊ TEM QUE SUSTENTAR O QUE FALA!
      MAS VOCÊ REPETE E REPETE AS MESMAS HERESIAS MAS NÃO MOSTRA AS FONTES NÃO MOSTRA RESPALDOS HISTÓRICOS VOCÊ NÃO PASSA DE UM MANÉ W. FRANK.

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      • W. Frank disse:

        Edmilson, a questão aqui não é mostrar documentos de “fulano” ou “cicrano”. quero que vc mostre na bíblia que o sábado foi abolido e substituido pelo domingo. Vc, quando cita algum verso bíblico, o tira do contexto fazendo assim com que a bíblia seja um documento cheio de contradições, sem harmonia.
        Se o próprio Espírito de Cristo estava nos profetas : “Indagando que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles {nos profetas}…”(IPe 1:11), não pode haver contradição entre, por exemplo, os escritos de Moisés e Ezequiel. Olha, o Sábado existe no Gênesis(Gn 2:2 e 3), no Velho testamento inteiro(Ex 20:11, Ez 2o :12 e 20), no Novo Testamento(Lc 4:16, Lc 23:56), na Igreja primitiva(At 13:14, 42 e 44, At 1613, At 17:2, At 18:11 e At 19:10), é o dia que será guardado na vida eterna(Is 66:23, Ap 22:2). Por que vc acha que em um determinado e curto espaço de tempo esse dia seria substituído por outro???

        Conclamo a todos os leitores deste espaço para agirem tal qual os os bereanos(At 17:10) agiram. Eles ouviram as explanações de Paulo, porém sempre “examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”(At 17:11). Saibam de antemão que essse termo “ESCRITURAS” a que o texto se refere é apenas o Velho Testamento. Logo paulo não poderia ensinar coisas que se chocavam com o Velho testamento.

        Vc disse : POIS NUM DEBATE VOCÊ TEM QUE SUSTENTAR O QUE FALA!
        MAS VOCÊ REPETE E REPETE AS MESMAS HERESIAS MAS NÃO MOSTRA AS FONTES NÃO MOSTRA RESPALDOS HISTÓRICOS VOCÊ NÃO PASSA DE UM MANÉ.

        Meu amigo as minhas fontes vem da bíblia de onde emana todo o conhecimento espiritual. O que mais vc quer? Jamais usarei textos de Wuss, Lutero, Calvino, Wesley, Miller, Bates ou Ellen White. Nenhum deles é infalível. Vc deveria ficar apenas com a bíblia também.

        Obs. : ” Aquele que tira um texto do contexto, só quer um pretexto”

        Definição de pretexto no cicionário : “Razão aparente que se alega para encobrir o verdadeiro motivo por que se fez ou deixou de fazer alguma coisa”. Abraço a todos

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    • EDMILSON disse:

      SE CONVERTA A IGREJA CATÓLICA W. FRANK!
      DEIXA DE DELIRAR NÃO CONVERSE MAIS ASNEIRAS ME PROVA AS SUAS FABULAS W. FRANK CADÉ SUAS FONTES FILHO DA PERDIÇÃO?

      AGORA EU LEIO A BÍBLIA MAIS NUNCA TIRO INTERPRETAÇÕES PARTICULARES DELA PARA MEU USO POIS ISSO PODE ME TORNAR UM HERÉTICO
      COMO VOCÊ W. FRANK E FAZENDO-ME COM QUE EU FUNDE UMA SEITA.

      MAIS UMA VEZ FILHO DAS TREVAS VEJA OS TEUS ERROS!
      “Assim os céus, e a terra e todo o seu exército foram acabados.
      E havendo Deus acabado NO SÉTIMO DIA a sua obra, que tinha feito, DESCANSOU NO SÉTIMO DIA de toda a sua obra, que tinha feito.
      E abençoou Deus O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.” Gn. 2:1-3.
      //////////////////////////////
      EU TI PERGUNTO W. FRANK? QUAL O SÉTIMO DIA DEUS DESCANSOU?
      Baseados apenas na “LETRA” da Palavra, você um herege sabatista prega que Deus descansou no SÉTIMO DIA da criação. Certo?

      Convido você novamente W. Frank a conferir pelo EVANGELHO, se esta interpretação é verdadeira ou não.

      ////////////////////////////////
      Veja W. Frank que a luta do Apóstolo Paulo, era para que os judeus da Igreja primitiva aprendessem a ver as Escrituras, não com os olhos da “LETRA”, mas com OS OLHOS DO ENTENDIMENTO, pela REVELAÇÃO D’ELA. Da mesma forma também, para compreendermos a Palavra de Deus, que é espiritual; temos que examiná-la, não somente sob o ponto de vista humano, mas principalmente sob a ótica espiritual .
      //////////////////////////////
      VEJA:

      ”Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da Glória, vos dê em seu conhecimento O ESPÍRITO DE SABEDORIA E DE REVELAÇÃO;
      Tendo ILUMINADOS OS OLHOS DO VOSSO ENTENDIMENTO, para que saibais qual seja a esperança da vossa vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos”. Ef. 1:17-18.
      //////////////////////////////////
      DEUS TERIA SE CANSADO NA CRIAÇÃO DO MUNDO?
      Não, isto é mais um grave erro de interpretação dos sabatistas, pois a Escritura é clara: Deus NÃO SE CANSOU E NEM SE FADIGOU NA SUA CRIAÇÃO.
      “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, O CRIADOR DOS FINS DA TERRA, NEM SE CANSA NEM SE FADIGA? Não há esquadrinhação do seu entendimento”. Is. 40:28

      SERÁ MESMO W. FRANK? QUE DEUS TERIA DESCANSADO NUM DIA DE 24 H. CONFORME PREGAM OS SABATISTAS COMO VOCÊ?
      Olha W. Frank este é só mais um erro grave seu, pois, Deus não está sujeito à cronologia humana. “…Um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia”. II Pe. 3:8b.
      ///////////////////////////////////
      W. FRANK SERÁ QUE DEUS TERIA UM CORPO DE “CARNE” E ESTARIA NA TERRA PARA TAL DESCANSO?
      Não, POIS DEUS É ESPÍRITO e, portanto, Seu corpo era e é ESPIRITUAL.
      “DEUS É ESPÍRITO, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo. 4:24
      ///////////////////////////
      AGORA EU TI PERGUNTO W. FRANK POR QUE ENTÃO A ESCRITURA AFIRMOU QUE DEUS DESCANSOU NO SÉTIMO DIA?

      Eu ti respondo! Porque a Escritura da lei e os profetas, no seu papel de “SOMBRAS” dos bens futuros (Hb. 10:1), no rudimento da sua “LETRA”, não possuía condição de apresentar à criatura humana A IMAGEM EXATA, tanto do PERFIL quanto do DESCANSO DE DEUS; sem o acompanhamento da REVELAÇÃO do EVANGELHO de Cristo, manifestado mais tarde pelo próprio Senhor Jesus.
      “Todas as coisas me foram entregues por meu Pai: E ninguém conhece o Filho, senão o Pai; E NINGUÉM CONHECE O PAI, SENÃO O FILHO, e aquele a quem O FILHO O QUISER REVELAR”. Mt. 11:27.

      VEJA
      W. Frank que Cristo diz aqui, que antes da sua vinda ao mundo, os homens “NÃO CONHECIA A DEUS”, apenas tinham noção D’ELE; por isto, que Ele veio para nos fazer CONHECER O DEUS PAI.
      ///////////////////////////////
      W. FRANK O QUE TERIA CANSADO A DEUS? A CRIAÇÃO OU O PECADO?
      Conforme já lemos acima (Is. 40:28). Deus não se cansou com o labor da Sua criação, nem com a criação do mundo invisível antes, e nem com a do mundo visível depois.

      ESSA EXPLICAÇÃO VEM DAS ERAS ETERNAS
      Antes da fundação do nosso mundo, toda a criação do mundo invisível, viviam no descanso eterno, em “COMUNHÃO COM O PAI E O FILHO”.
      “Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, E TODOS OS FILHOS DE DEUS REJUBILAVAM? Jó. 38:7
      ///////////////////////////////
      ATÉ QUE SURGIU NO CÉU A INIQÜIDADE DE LÚCIFER.
      “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, ATÉ QUE SE ACHOU INIQÜIDADE EM TI.” Ez. 28:15

      Ela sim veio dar trabalho e cansaço para Deus; pois O PECADO uma vez manifestado no céu, rompeu “A COMUNHÃO” que havia do Pai e o Filho, com a sua criação celeste.
      a). Lúcifer invejou a glória de Deus. (Is. 14:13).
      b). Lúcifer fez comércio injusto no céu. (Ez. 28:16).
      c). Lúcifer contaminou a terça parte dos anjos no céu (Jó. 4:18 – Ap. 12:4).
      d). Lúcifer contaminou os céus. (Jó. 15:15).
      e). Ele foi homicida desde o principio, e por não se firmar na verdade. (Jo. 8:44), foi expulso com seus anjos, do DESCANSO ETERNO. (Ap. 12:9).
      /////////////////////////
      PORTANTO, W. FRANK O PECADO FOI QUE CANSOU A DEUS.
      “Mas me DESTE TRABALHO COM OS TEUS PECADOS, E ME CANSASTE COM AS TUAS MALDADES.” Is. 43:24
      //////////////////////////////////
      AGORA W. FRANK COM A CRIAÇÃO DO NOSSO MUNDO, DEUS INICIA O PROCESSO DA RECONCILIAÇÃO DE “TODAS AS COISAS” EM CRISTO
      “E que, havendo por Ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio D’ele reconciliasse consigo mesmo TODAS AS COISAS, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.” Cl. 1:20
      /////////////////////////////////////////
      AGORA M. FRANK VOU TI MOSTRAR OS TRÊS MISTÉRIOS DO SÉTIMO DIA.
      Olha W. Frank até hoje vocês sabatistas, crêem e pregam erroneamente que, Deus descansou no SÉTIMO DIA da criação; mas O EVANGELHO DE CRISTO nos mostra que esse descanso ainda não aconteceu, conforme interpretam vocês hereges da seita adventista;

      VEJA POR QUE:
      SAIBA W. FRANK QUE O TEXTO DO GÊNESIS ACIMA É PROFÉTICO
      Em linguagem profética, um texto Bíblico, ou um trecho dentro do versículo, pode mostrar diferença de tempo de até 6.000 anos, ou mais. Exemplos: Gn. 2:24 – 3:15 – 49:10, etc…
      ////////////////////////
      E MAIS W. FRANK DEUS JAMAIS FEZ A SUA OBRA PELA METADE
      “E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou DE TODA A SUA OBRA, que Deus criara e fizera.” Gn. 2:3

      E outra coisa W. Frank o mesmo verso, que afirma na sua “LETRA” que Deus DESCANSOU NO SÉTIMO DIA; é o mesmo que pela “REVELAÇÃO DA LETRA”, diz que O DESCANSO DE DEUS será no futuro, quando houver acabado TODA A SUA OBRA. Ele jamais repousaria, antes de Cristo terminar “TODA A SUA OBRA REDENTORA”.
      VEJA:
      “E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo; porque fazia estas coisas NO SÁBADO.
      E Jesus lhes respondeu: MEU PAI TRABALHA ATÉ AGORA, e eu trabalho também.” Jo. 5:16-17

      Para isso, CRISTO ANIQUILARÁ TODO O PECADO, agora na sua vinda e no seu reino milenar; levando a criação novamente AO REPOUSO ETERNO DO PAI.
      “Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo.
      De TORNAR A CONGREGAR EM CRISTO TODAS AS COISAS, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra.” Ef. 1:9-10
      /////////////////////////////////////
      ENTENDA HEREGE W. FRANK QUE O SÉTIMO DIA QUE DEUS DESCANSOU, NÃO FOI CRIADO COMO OS DEMAIS DIAS.
      VEJA O PORQUE:
      O SÉTIMO DIA de descanso para o homem é um dia de 24h do nosso calendário, e foi dado exatamente em memoria àquele SÉTIMO DIA DO DESCANSO ETERNO DE DEUS. E não como ensinam erroneamente os sabatistas, dizendo que este sábado de 24h, foi o dia em que Deus descansou.
      /////////////

      Por isso W. Frank a criação do nosso mundo do 1º ao 6º dia (Gn. 1:1-31), foram mencionados na Bíblia, dentro do horário terreno de 24h (tarde/manhã); no entanto, a criação do SÉTIMO DIA, NO QUAL ELE REPOUSOU, Deus usou outro parâmetro de tempo (o profético). Tanto é verdade, que a Bíblia nem menciona em Gênesis, o mesmo tempo de 24h (tarde/manhã), para a criação do SÉTIMO DIA. Antes, Ela menciona sim, “o sábado de descanso” para o homem, estipulado pela “SOMBRA DA LEI” (Êx. 20:8-11), que seria memorial ao SÁBADO ETERNO.

      Portanto W. Frank esse SÉTIMO DIA EM QUE DEUS REPOUSOU, trata-se não de um sábado de 24h, mas, de um DIA PROFÉTICO, UM SÉTIMO DIA MILENAR, no qual Deus em Cristo ACABARÁ TODA A OBRA DA CRIAÇÃO; inclusive A RESTAURAÇÃO DA CRIATURA E DA CRIAÇÃO (Ez. 36:35-36); e o aniquilamento de Satanás no final do milênio de Cristo (Ap. 20:9-10).
      “E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém.” Rm. 16:20

      “DEPOIS VIRÁ O FIM, (de toda a obra) quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e QUANDO HOUVER ANIQUILADO TODO O IMPÉRIO, E TODA A POTESTADE E FORÇA.
      E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.” I Co. 15:24 e 28
      //////////////////////////////
      ENTÃO CUMPRIR-SE-Á GÊNESIS (2:1-3), NA SUA VISÃO PROFÉTICA.
      “Assim os céus, e a terra e todo o seu exército foram acabados.
      E havendo Deus acabado NO SÉTIMO DIA a sua obra, que tinha feito, DESCANSOU NO SÉTIMO DIA DE TODA A SUA OBRA, que tinha feito.
      E abençoou Deus O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; porque NELE DESCANSOU DE TODA A SUA OBRA, que Deus criara e fizera.”

      E ESSA É A CONCLUSÃO HEREGE W. FRANK:
      “Temamos, pois que, porventura, deixada a promessa de ENTRAR NO SEU REPOUSO, pareça que algum de vós fica para trás.
      Porque também a nós (a Igreja espiritual) foram pregadas AS BOAS NOVAS, como a eles (os sabatistas), mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada COM A FÉ naqueles que a ouviram”. Hb. 4:1-2

      RESUMINDO HEREGE W. FRANK ENTENDA QUE
      Quem não conhece Deus pela REVELAÇÃO DO EVANGELHO; pode pregar O SEU DESCANSO pela “LETRA DE MOISÉS”?

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    • EDMILSON disse:

      OLHA PIADISTA W. FRANK VC NAO ME RESPONDEU UMA S[O QUESTAO QUE TI PASSEI E QUER QUI EU TI RESPONDA.
      EU NEM SEI POR QUE ESTOU TI DANDO IBOP POIS NEM FUNDAMENTOS SUAS HERESIAS SUSTENTAM

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    • EDMILSON disse:

      W. Frank como você não tem história e muito menos apoio para suas blasfêmias eu vou ti mostrar aqui um pouquinho da Igreja católica, desde os tempos apostólicos, que reunia-se no domingo.
      ////////////////
      No (primeiro dia da semana) para celebrar o Senhor. Há alguns membros de seitas que acusam a Igreja de paganismo e antibiblicismo por guardar o domingo, e não o sábado. Mas a Igreja, desde os tempos de Jesus ressuscitado e ainda não elevado aos céus, celebra a eucaristia no domingo, e isso não tinha nada a ver com nenhum culto pagão.
      //////////////
      Olha piadista W. Frank este fato está muito bem documentado ao longo da história. Pois os cristãos sempre reuniram-se no domingo para celebrar a Ressurreição (Lc 24, 1) e o partir do pão. Sempre entendemos, nós cristãos, que o descanso do Senhor no sábado, mencionado em Genesis 2,2, era a profecia do dia em que Jesus passaria no túmulo. Um tipo, uma sombra do que seria depois consumado em Jesus.
      //////////////////
      Houve quem quisesse insistir nesse judaísmo desde os tempos de São Paulo. Mas ele sempre lutou contra a infiltração de idéias judaizantes, sobretudo quando escreve “que ninguém vos critique por questões de alimentos ou bebidas ou de festas, luas novas e sábados. Tudo isto não é mais do que a sombra do que devia vir. A realidade é Cristo.” (Cl 2,16-17; v.tb. 2Cor 5,17).
      ////////////////////
      De fato, Cristo é o repouso do cristão, Mt 11, 28-30, e o sábado era apenas a figura, a sombra do repouso que empalidece diante dele ,que é o Senhor do sábado. (Mc 2, 27). Adoramos, portanto, a Jesus, nosso Deus, e não ao sábado.
      /////////////////////
      Jesus colocou a si mesmo e à caridade acima da observância do sábado (Mt 12,10-14; Lc 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,8-18), usando o conhecidíssimo bordão: “O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado” (Mc 2,27). Com estas palavras, o Senhor quis afirmar que o sábado era um meio para o homem alcançar a união com Deus e não um fim em si mesmo.
      ////////////////////

      Por isso, declarou que era o Senhor do Sábado (Mc 2,28) e foi incriminado pelos doutores da Lei (Jo 5,9), ao que respondeu que nada mais fazia senão imitar o Pai que, mesmo entrando em repouso após ter criado o mundo, continuou a governá-lo e também os homens (Jo 5,17).
      /////////////////
      Agora W. Frank se, no princípio, os discípulos observaram o sábado para pregar o evangelho nas sinagogas (At 13,14; 16,13; 17,2; 18,4) logo se deram conta que a Nova Lei havia superado a Antiga. Os cristãos, então, passaram a realizar seus cultos no dia seguinte ao sábado, isto é, no domingo, dia em que o Senhor Jesus ressuscitou (alias “domingo” vem de “domini dies”, isto é, “Dia do Senhor”).
      AGORA EU TIO PERGUNTO HEREGE W. FRANK?
      COM QUE AUTORIADE VOCÊ QUER CONTESTAR O QUE NEM JESUS E SEUS APOSTÓLOS CONTESTOU? E OUTRA W. FRANK SUA SEITA NEM 400 ANOS POSSUI AINDA?
      VOCÊ QUER ADMITIR SUAS HERESIAS EM QUE BASE?
      ME RESPONDA PIADIS?

      Entenda você W. Frank que diversas são as provas bíblicas da observância do domingo: Jo 20,22-23.26; At 2,2; At 20,7-16; 1Cor 16,1-2; Ap 1,10.
      ////////////////////
      Registre-se, portanto, que o domingo era o dia em que os cristãos se reuniam, para partir o Pão e encontrar-se com o Senhor ressuscitado. Dessa forma, a perspectiva cristã sempre enxergou o antigo sábado dos judeus como uma figura, da mesma forma que outras instituições do AT.
      /////////////////////
      Vou ti mostrar W. Frank um pouquinho dos documentos históricos dos primeiros séculos, pois inúmeros são os testemunhos que comprovam a santificação do domingo pelos primeiros cristãos:
      VEJA PIADISTA:
      Didaqué [~96 dC] (Did. 14,1),
      //////
      Plínio [séc.II dC] (governador da Bitínia – Ad Traj. X,96,7),
      //////////Sto. Inácio de Antioquia [~100 dC] (Magn. 9,1),
      ///////////////
      S. Justino Mártir [153 dC] (1Apol. 67,3,7), Constituições Apostólicas [séc. III].
      //////////////////
      E outra W. Frank todos esses documentos perfeitamente conservados e ainda existentes. Todos anteriores a Constantino, para desmentir aqueles que afirmam que foi Constantino que introduziu na cristandade o hábito de guardar o domingo, advindo do paganismo. Todos os documentos patrísticos, no entanto, até aqueles subscritos por cristãos que preferiram morrer no martírio a aceitar qualquer paganismo, registram o costume cristão de reunir-se no domingo para a celebração eucarística.
      /////////////////
      Tertuliano, por exemplo, escritor eclesiástico, deu testemunho de que no século II os cristãos já observavam o Domingo:
      ///////////////////
      “Outros, de novo, certamente com mais informação e maior veracidade, acreditam que o sol é nosso deus. Somos confundidos com os persas, talvez, embora não adoremos o astro do dia pintado numa peça de linho, tendo-o sempre em sua própria órbita. A ideia, não há dúvidas, originou-se de nosso conhecido costume de nos virarmos para o nascente em nossas preces. Mas, vós, muitos de vós, no propósito às vezes de adorar os corpos celestes moveis vossos lábios em direção ao oriente. Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol. Temos alguma semelhança convosco que dedicais o dia de Saturno (Sábado) para repouso e prazer, embora também estejais muito distantes dos costumes judeus, os quais certamente ignorais” (Tertuliano 197 d.C. Apologia part.IV cap. 16).
      //////////////////////
      E outro herege W. Frank antes mesmo de Tertuliano, S. Justino de Roma, mártir da fé, já dava testemunho do culto cristão aos domingos:
      “Depois dessa primeira iniciação, recordamos constantemente entre nós essas coisas e aqueles de nós que possuem alguma coisa socorrem todos os necessitados e sempre nos ajudamos mutuamente. Por tudo o que comemos, bendizemos sempre ao Criador de todas as coisas, por meio de seu Filho Jesus Cristo e do Espírito Santo. No dia que se chama do sol, celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou nos campos, e aí se leem, enquanto o tempo o permite, as Memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo o povo exclama, dizendo: ‘Amém’. Vem depois a distribuição e participação feita a cada um dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio aos ausentes pelos diáconos. Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dá o que bem lhe parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente. Ele o distribui a órfãos e viúvas, aos que por necessidade ou outra causa estão necessitados, aos que estão nas prisões, aos forasteiros de passagem, numa palavra, ele se torna o provedor de todos os que se encontram em necessidade. Celebramos essa reunião geral no dia do sol, porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, fez o mundo, e também o dia em que Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos. Com efeito, sabe-se que o crucificaram um dia antes do dia de Saturno e no dia seguinte ao de Saturno, que é o dia do Sol, ele apareceu a seus apóstolos e discípulos, e nos ensinou essas mesmas doutrinas que estamos expondo para vosso exame” (Justino de Roma 155 d.C, I Apologia cap 67) (grifos meus).
      ///////////////////
      S. Inácio de Antioquia, anterior mesmo a Tertuliano e a Justino, e também mártir da fé, igualmente confirmava o antigo costume de observar o domingo entre os cristãos:
      “9. Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre. Como podemos viver sem aquele que até os profetas, seus discípulos no espírito, esperavam como Mestre? Foi precisamente aquele que justamente esperavam, que ao chegar, os ressuscitou dos mortos. 10. Portanto, não sejamos insensíveis à sua bondade. Se ele nos imitasse na maneira como agimos, já não existiríamos. Contudo, tornando-nos seus discípulos, abraçamos a vida segundo o cristianismo. Quem é chamado com o nome diferente desse, não é de Deus. Jogai fora o mau fermento, velho e ácido, e transformai-vos no fermento novo, que é Jesus Cristo. Deixai-vos salgar por ele, a fim de que nenhum de vós se corrompa, pois é pelo odor que sereis julgados. É absurdo falar de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo judaizar. Não foi o cristianismo que acreditou no judaísmo, e sim o judaísmo no cristianismo, pois nele se reuniu toda língua que acredita em Deus ” (Santo Inácio de Antioquia, aos Magnésios. 101 d.C.) (grifos meus).
      ///////////////
      Mas urge dizer que há registros bem mais primitivos do culto cristão no domingo. O primeiro Catecismo Católico testifica a antiga guarda do domingo: “Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro” (Didaqué 14,1, cerca de 96 dC) (este documento foi escrito quando ainda viviam alguns dos apóstolos, sendo anterior mesmo a alguns documentos bíblicos).
      VOCÊ É UMA FARSA W. FRANK VOCÊ NÃO TEM HISTÓRIA E QUER ME REFUTAR USANDO UMA BÍBLIA INCOMPLETA QUE FOI SELECIONADA PELOS BISPOS DA IGREJA.
      CONTA OUTRA W. FRANK VOCÊ É APENAS UMA POBRE ALMA ERRANTE RACIONALISTA.

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  4. Luiz disse:

    Olá W. Frank

    Os Dez Mandamentos sao perfeitos e Deus pode aperfeiçoa-los sim. Tanto prescisou ser aperfeiçoado que Jesus veio. Jesus veio com um propósito.

    Um abraço

    Luiz

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    • EDMILSON disse:

      “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados.”(Colossenses 2,16)

      W. Frank vocês de origens adventistas sustentam que a Igreja cristã apostatou ao substituir como dia do Senhor o Sábado pelo Domingo.

      Eu ti desafio W. Frank me mostre realmente que os primeiros cristãos guardavam o sábado?

      E não me venha com a piada safada e descarada de vim me dizer que após a conversão do imperador Constantino no século IV, este mudou o dia de repouso do Sábado para o Domingo para fazer o cristianismo mais aceitável para os pagãos, que no dito dia adoravam ao deus sol.

      /////////////////////////////

      Vou ti da um exemplo W. Frank, este tipo de argumentação mentirosa descarada, você pega e copia de sites satânicos adventistas vai por mim seja mais original pois você está se passando por ridículo.

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      O QUE MAS TEM NESSES SITES SATÂNICOS SÃO ESSAS FALSAS AFIRMAÇÕES!

      “Tanto no Antigo quanto no novo testamento não existe um sombra de variação na doutrina do sábado… Jesus não só foi um exemplo perfeito em observar o sétimo dia de repouso, também todos os seus discípulos seguiram o mesmo padrão depois que Jesus regressou ao céu.”

      Posteriormente também afirmam:

      “Para que fosse mais conveniente faze-los [os pagãos] mudar para a nova religião, Constantino aceitou o seu dia de adoração, o domingo, ao invés de sábado dos cristãos, que havia sido observado por Jesus e seus discípulos… Portanto, é mais fácil entender como a mudança foi imposta sobre o cristianismo através de uma lei civil forte, emitida por Constantino como Imperador de Roma.”

      W. FRANK ME POUPE DESSAS MENTIRAS SATÂNICAS SEM NENHUM RESGISTRO HISTÓRICO E SEM NENHUMA TESTEMUNHA OCULAR.

      ENTENDA W. FRANK

      Que o dia da ressurreição de Cristo (o domingo) foi para os primeiros cristãos o cumprimento da palavra profética do Antigo Testamento, onde o Messias, depois de ser rejeitado por seu próprio povo, se converteu em uma pedra angular da Igreja e nos traria a libertação do pecado e da morte:

      Mais uma vez W. Frank entenda que a palavra “sábado” não indica um dia da semana, mas sim “repouso”. Por tanto seis dias de trabalho, depois descanso dedicado a Deus:

      SOBRE ISSO TODOS OS PADRES APOSTÓLICOS E PADRES DA IGREJA SÃO UNÂNIMES SEM UMA VOZ DISCORDE!

      Agora W. Frank entenda que em Hebraico, as palavras para sábado são: (a) SHABBATH, que significa (dia) de descanso’, ‘cessação’, ‘interrupção’ (Ex. 20:8). (b) SHABBATHON, tempo sagrado para repouso (Ex 31:15). Em Levítico 23:32 encontramos os dois termos usados juntos: SHABBATH SHABBATHON – O SÁBADO DE DESCANSO.

      ////////////////////////

      Agora em Grego as palavras são: (a) SÁBBATON – uma transliteração da palavra hebraica Shabbath. (b) SÁBBATA – pode ser o plural de SÁBBATON ou a transliteração do aramaico SHABBETHA (Ex 16:23; Mt 12:1)”.

      AGORA O ENGRAÇADO DE VOCÊS W. FRANK DA SEITA ADVENTISTA É QUE VOCÊS QUEREM MUDAR UMA VERDADE DE 2000 MAIL ANOS SEM ALMENOS TER 500 ANOS DE HISTÓRIA OLHA W. FRANK SERIA MELHOR VOCÊS DAS SEITAS ADVENTISTAS RETIRAREM DA SUA BÍBLIA TODO O NOVO TESTAMENTO SERIA MELHOR PARA VOCÊS.

      Pois W. Frank com certeza absoluta Jesus era e é o dono do sábado, o que por pura lógica significava ter o poder de fazer do sábado o que bem entendia e bem sabemos que a liberdade de Jesus com referência ao sábado, foi um dos motivos da sua condenação, é só conferir os Evangelhos: Mateus 12,14; Marcos 3,6; Lucas 6,6-11.

      ////////////////////////////////E logo a seguir W. Frank vou ti mostrar o principal motivo de hoje o “Domingo” ter se tornado para nós cristãos Católicos o dia do Senhor Pois foi o motivo de sua Ressurreição, que para nós é o fundamento maior de nossa Fé:

      /////////////////////////////////

      W. Frank nosso senhor Jesus ressuscitou de entre os mortos «no primeiro dia da semana» (Mc 16, 2) . Enquanto «primeiro dia», o dia da ressurreição de Cristo lembra a primeira criação. Enquanto «oitavo dia», a seguir ao sábado, significa a nova criação, inaugurada com a ressurreição de Cristo. Este dia tornou-se para os cristãos o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor (Hê kuriakê hêméra, dies dominica), o «Domingo»

      ///////////////////////

      COMO ME ORGULHO DE SER CATÓLICO

      E foi por isso W. Frank que o Domingo tornou-se o dia mais importante para o Cristianismo pois “Se Jesus não tivesse ressuscitado seria vã a nossa fé” (Cf.

      15,14.

      //////////////////

      Nisso a coerência levou os Apóstolos a preferi-lo para a celebração da Eucaristia, nas comunidades, e por conseguinte nossa Tradição continuou-lhes o costume, até declará-lo dia santo dos cristãos:

      “Reunimo-nos todos no dia do Sol, porque foi o primeiro dia [após o Sábado judaico, mas também o primeiro dia] em que Deus, tirando das trevas a matéria, criou o mundo, mas também porque Jesus Cristo, nosso Salvador, nesse mesmo dia ressuscitou dos mortos.” São Justino (100-165)

      “Os que viveram segundo a antiga ordem das coisas alcançaram uma nova esperança, não guardando já o sábado mas o dia do Senhor, em que a nossa vida foi abençoada por Ele e pela sua morte.” Santo Inácio de Antioquia (35-110)

      /////////////////////////

      Assim, dessa forma as Sagradas Escrituras também nos trazem este entendimento acerca do Dia do Senhor:

      “E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” (Mt 28.1).

      “E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol” (Mt 16.2).

      ////////////////////////

      “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas” (Lc 24.1).

      /////////////////////////

      “E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro” (Jo 20.1).

      ////////////////////////

      “Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco” (Jo 20.19).

      ///////////////////////////////

      “E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até a meia-noite” (At 20.7).

      ////////////////////////////////////

      “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar (1Co 16.2).

      ////////////////////////////////

      LEIA AGORA COM CARINHO E ATENÇÃO W. FRANK
      AOS EXTRATOS SOBRE RELIGIÃO NO CÓDIGO DE TEODÓSIO ISSO AQUI TEM REGISTRO TESTEMUNHA OCULAR E ESTÁ DISPONÍVEL EM TODAS GRANDES BIBLIOTECAS DO MUNDO!

      “O Codex Theodosianus (em português: Código de Teodósio), foi uma compilação das leis do Império Romano sob os imperadores cristãos desde 312. Uma comissão foi criada por Teodósio II em 429 e a compilação foi publicada na metade oriental do Império Romano em 438. Um ano depois, também foi introduzida no Ocidente pelo imperador Velentiniano III. Em 26 de março de 429, o imperador Teodósio II anunciou ao senado de Constantinopla suas intenções para formar um comitê para codificar todas as leis do reino de Constantino I até Teodósio II e Valentiniano III. Vinte e dois pesquisadores, trabalhando em duas equipes, trabalharam de 429 a 438 para montar o que viria a tornar-se o Codex Theodosianus. Seu produto era uma coleção com mais de 2.500 constituições emitidos entre 313 e 437. John F. Mathews ilustra a importância do Codex Theodosianus quando ele disse, “O Código de Teodósio foi a primeira ocasião desde a Lei das Doze Tábuas em que o governo romano tinha tentado por uma autoridade pública recolher e publicar as suas leges.” O código aborta temas políticos, socioeconômicos, culturais e religiosos do século IV e V no Império Romano. http://pt.wikipedia.org”

      EXTRATOS SOBRE RELIGIÃO NO CÓDIGO DE TEODÓSIO

      · XI,7,13: “O andamento dos processos judiciais e toda forma de negócio cessarão aos domingos, que nossos pais corretamente denominam ‘Dia do Senhor’, e [nesse dia] ninguém contrairá débitos públicos ou privados; os juízes também não ouvirão os debates dos advogados nomeados pela lei ou escolhidos voluntariamente pelas partes litigantes. Estes serão tidos não apenas por infames como também sacrílegos se, nesse dia, não comparecerem ao culto e observarem a santa religião”. Graciano, Valentiniano e Teodósio Augustos.

      · XV,5,1: “No Dia do Senhor – isto é, o primeiro dia da semana – durante o Natal e também na Epifania, Páscoa e Pentecostes, considerando que as vestes [brancas dos cristãos] simbolizarão a luz da limpeza celestial, testemunhando a nova luz do sagrado batismo, também no tempo de sofrimento dos apóstolos – exemplos para todos os cristãos – os prazeres oferecidos pelos teatros e jogos deverão estar indisponíveis ao público, em todas as cidades, e toda meditação dos cristãos e crentes deverão se ocupar com a adoração de Deus. E se alguém se afastar da adoração em virtude da louca impiedade dos judeus ou por erro do insano e tolo paganismo, este deverá ficar sabendo que existe uma hora para rezar e outra para se divertir. E para que ninguém possa pensar que está obrigado a adorar nossa pessoa – como se tivesse grande necessidade de [cumprir] seu ofício imperial – ou tente dar sustentação aos jogos como desobediência da proibição religiosa [pagã], estará este ofendendo a nossa serenidade, demonstrando menos devoção para conosco; ninguém duvide que nossa clemência é reverenciada pela humanidade, no mais alto grau, quando a adoração de todo o mundo é prestada ao Deus todo-poderoso e todo-bondade”. Teodósio Augusto e César Valentiniano.

      · XV,12,1: “Espetáculos sangrentos não são adequados para a paz civil nem para a tranqüilidade doméstica. Assim, já que tornamos proibido o ofício dos gladiadores, aqueles que eram sentenciados com essa punição, por causa de seus crimes, devem passar a trabalhar nas minas, onde continuarão a ser punidos, mas sem derramamento de sangue”. Constantino Augusto.

      · XVI,1,2: “Desejamos que todos os povos que estão sob o domínio de nossa clemência vivam aquela religião transmitida pelo venerável apostólo Pedro aos romanos, seguido, como é evidente, pelo papa Dâmaso e Pedro, bispo de Alexandria, homem de santidade apostólica. É nisto que devemos crer: em um só Deus, Pai e Filho e Espírito Santo, com igual majestade e em Santíssima Trindade, conforme o ensinamento apostólico e a autoridade do evangelho”. Graciano, Valentiniano e Teodósio Augustos.

      · XVI,5,1: “É necessário que os privilégios concedidos para o cultivo da religião sejam oferecidos somente aos fiéis da fé católica. Desejamos que os hereges e cismáticos não apenas fiquem sem tais privilégios, como também estejam sujeitos a diversas multas”. Constantino Augusto.

      · XVI,5,3: “Sempre que for encontrada uma reunião de pessoas maniqueístas, seus líderes serão punidos com pesadas multas e os demais presentes serão conhecidos como infames e desonrados, e serão impedidos de se associarem com os homens; as propriedades e casas onde tal doutrina profana for pregada serão desapropriadas pelos oficiais da cidade”. Valentiniano e Valêncio Augustos.

      · XVI,7,1: “A capacidade e o direito de testamento devem ser retirados daqueles que eram cristãos e se tornaram pagãos; e, se acaso, de algum modo, conseguiram deixar testamento, este será ab-rogado após sua morte”. Graciano, Valentiniano e Valêncio Augustos.

      · XVI,10,4: “Fica decretado que em todos os lugares e em todas as cidades os templos [pagãos] deverão ser fechados definitivamente e, após uma advertência geral, também a possibilidade do pecado será proibida ao ímpio. Decretamos, ainda, que os sacrifícios [aos deuses] não serão mais realizados. E se alguém cometer tal crime, será ferido com a espada da vingança; decretamos que a propriedade do executado poderá ser tomada pela cidade e os governadores das províncias serão punidos da mesma forma se negligenciarem na punição desses crimes”. Contantino e Constâncio Augustos.

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK VOCÊ É REALMENTE UMA ABERRAÇÃO TI MOSTREI LEIA AÍ AS MAS DE 15 PROVAS

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      • W. Frank disse:

        Vc não me mostrou 15 provas mas 15 argumentos que se contradizem quando consideramos a bíblia como uma unidade. Não cabe a nós dizer o que ainda vale ou deixou de valer. A própria bíblia deve nos indicar como prodeder. Chego a ficar preocupado com seu tão baixo nível intelectual para entender verdades basilares quando lhes são apresentadas.Analisando seu perfil acho que vc adora a ICAR quando deveria adorar a Cristo. Lamentável!!!

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK SE O SEU CONHECIMENTO VIESSE DA BÍBLIA JAMAIS NA SUA VIDA VOCÊ SERIA UM PROTESTANTE!

      ESSA DE LIVRE EXAME BÍBLICO DEU DE BRINDE AS MILHARES DE SEITAS PROTESTANTES IGREJAS DA MACONHA , IGREJAS DE HOMOSSEXUAIS, IGREJAS COMO A SUA ADVENTISTA .

      ESSAS SUAS LOROTAS NÃO COLAM W. FRANK

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK SE CONVERTA DESSA BLASFÊMIA HEREGE!
      VOU TI DA SÓ ALGUNS EXEMPLOS DENTRO DA BÍBLIA TEM 3 PAPAS!
      TEM O NO NOME DA IGREJA CATÓLICA!
      E AINDA POSSUI OS NOMES DOS BISPOS DOS PRESBÍTEROS E DOS DIÁCONOS!
      E MAIS W. FRANK DENTRO DA BÍBLIA MOSTRA CLARAMENTE A ORGANIZAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA!
      QUE AINDA É APOIADO PELOS MILHARES DE DOCUMENTOS DAS ATAS DOS BISPOS E DOS MILHARES DE DOCUMENTOS LIVROS E CARTAS DOS PADRES DA IGREJA ETC…
      W. FRANK SE JESUS CRISTO QUISESSE NOVAS IGREJAS!
      ELE NÃO PREGARIA UMA SÓ IGREJA E OUTRA!
      TODOS OS PRIMEIROS PAPAS DOS PRIMEIROS SÉCULO FORAM MORTOS POR MÃOS DE IMPERADORES.
      SEM CONTRAR OS MILHARES DE MÁRTIRES QUE MORRERAM PELA IGREJA!
      E OUTRA W. FRANK JESUS CRISTO JAMAIS ACEITARIA DOUTRINAS PROTESTANTES ONDE SE TEM SEITAS DE TODOS OS NAIPES ACORDA W. FRANK.
      ////////////////////////////
      W. FRANK COLOCA NESSA SUA CABEÇA CHEIA DE ESTRUME QUE ESSA BÍBLIA ADULTERADA E INCOMPLETA QUE VOCÊ LÊ!
      ////////////////////
      PERTENCE A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA
      POIS FOI ELA QUE DETERMINOU O QUE IRIA FAZER PARTE DO CÂNON
      E MAIS W. FRANK PARA VOCÊ QUE NÃO SABE FICARAM DE FORA VÁRIAS CARTAS DE SÃO PEDRO E DE OUTROS APÓSTOLOS DE JESUS CRISTO.
      /////////////////
      E OUTRA W. FRANK TIAGO ESCREVEU 2 LIVROS E FORAM OS BISPOS DA IGREJA QUE TIROU ALGUNS TRECHOS DO LIVRO DOS ATOS.
      ////////////////
      E MAIS W. FRANK SÃO MARCOS TAMBÉM ESCREVEU MUITO E FORAM OS BISPOS DA IGREJA QUE DECIDIU O QUE IRIA FAZER PARTE DO LIVRO DE SÃO MARCOS AO CÂNON BÍBLICO
      VAI ESTUDAR A PATRÍSTICA NAS FONTES SEU HEREGE.
      OLHA W. FRANK VOCÊ ESTÁ LENDO MUITO FANTASIAS PROTESTANTES CUIDADO!
      A SEITA PROTESTANTE MAS SAFADA E DESCARADA DO MUNDO SE CHAMA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA POIS É ELA QUE GOSTA MAS DE ADULTAR ESCRITOS E DIZER QUE OS PADRES DA IGREJA NÃO ERAM CATÓLICOS ETC…
      ISSO É RIDÍCULO W. FRANK SEUS ARGUMENTOS NÃO TEM BASES HEREGE.

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    • EDMILSON disse:

      EU TI AFIRMO NOVAMENTE W. FRANK QUE EM NENHUM LUGAR DO NOVO TESTAMENTO O ESPÍRITO SANTO DÁ SEU PARECER FAVORÁVEL À GUARDA DO SÁBADO.
      /////////////////////
      “Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá.(Atos 15:28-29) Se fosse questão de perdição ou salvação a guarda do Sábado, Jesus Cristo e o Espírito Santo no-lo teriam dito, com muitas ênfases. Mas essa ênfase M. Frank só existe na cabeça legalista dos judaizantes sabatistas.
      ////////////////

      NOTE QUE AQUI W. FRANK SÃO PAULO CHAMA A GUARDA DO SÁBADO DE RUDIMENTO FRACO E POBRE. “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós,que não haja trabalhado em vão para convosco. (Gálatas 4:9-11)
      //////////////////

      E alem disso W. FRANK PROCURAR GUARDAR O SÁBADO É O MESMO QUE TENTAR GUARDAR A LEI DE MOISÉS,PORQUE É ELE PRECEITO UNICAMENTE MOSAICO, E QUEM PROCURA JUSTIFICAR-SE PELA OBSERVÂNCIA DA LEI ESTÁ:
      1. Tornando sem valor a morte de Cristo (Gálatas 2:21)
      2. Vivendo na carne e não no Espírito (Gálatas 3:2,3)
      3. Colocando-se debaixo da maldição (Gálatas 3:10)
      4. Metendo-se debaixo de jugo (Gálatas 5:1; Atos 15:10)
      5. Separando-se de Cristo e caindo da Graça de Deus (Gálatas 5:4)
      6. Passando para outro evangelho (Gálatas 1:6-9)
      7. Pondo-se debaixo do ministério da morte e da condenação (II Coríntios 3:7-9)
      /////////////////////
      Fora que Jesus fez questão de trabalhar muito no Sábado, para ensinar a aliança da graça aos judeus. Ele fez questão de contrapor-se ao legalismo fanático dos judeus, satirizando-o… Você W.Frank fala de Paulo, mas
      O APÓSTOLO PAULO ERA APÓSTOLO DOS GENTIOS, E EMBORA TENHA DITO QUE TUDO DE PROVEITOSO ELE ENSINOU, E QUE ENSINOU TODO O CONSELHO DE DEUS, NADA ENSINOU ACERCA DA NECESSIDADE DA GUARDA DO SÁBADO.
      INTERESSANTE ISSO EM W. FRANK!

      //////////////////////
      “E, logo que chegaram junto dele, disse-lhes: Vós bem sabeis, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, como em todo esse tempo me portei no meio de vós, Servindo ao Senhor com toda a humildade, e com muitas lágrimas e tentações, que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram; Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas, Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo”. E também “Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos.Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus”. (Atos 20:18-21, 26, 27)
      /////////////////
      E TAMBÉM W. FRANK OS APÓSTOLOS, COLUNAS DA IGREJA, PEDRO, TIAGO E JOÃO, E TAMBÉM PAULO,DOUTOR DOS GENTIOS, NÃO GUARDAVAM O SÁBADO (LEI); PELO CONTRÁRIO,W. FRANK ELES FORAM DUROS E RIGOROSOS NO COMBATE ÀS DOUTRINAS SABATISTAS.
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      “ENTÃO alguns que tinham descido da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se não vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos. Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles,resolveu-se que Paulo e Barnabé, e alguns dentre eles, subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos anciãos, sobre aquela questão.E, quando chegaram a Jerusalém, foram recebidos pela igreja e pelos apóstolos e anciãos, e lhes anunciaram quão grandes coisas Deus tinha feito com eles. Alguns, porém, da seita dos fariseus, que tinham crido, se levantaram, dizendo que era mister circuncidá-los e mandar-lhes que guardassem a lei de Moisés. Congregaram-se, pois, os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto. E, havendo grande contenda, levantou-se Pedro e disse-lhes: Homens irmãos, bem sabeis que já há muito
      tempo Deus me elegeu dentre nós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho, e cressem. E Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, assim como também a nós; E não fez diferença alguma entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas
      cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também. (Atos 15:1,2,4-11)

      MAS UMA VEZ W. FRANK CAI POR TERRA SEUS DELÍRIOS.

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    • EDMILSON disse:

      OLHA W. FRANK VOU TI MOSTRAR ALGUMAS RAZÕES POR QUE NÓS CATÓLICOS GUARDAMOS O DOMINGO E NÃO O SÁBADO!

      Primeiro entenda W. Frank que– Após o nascimento da igreja em Atos, o Novo Testamento não revela que as atividades celebrativas cristãs foram realizadas aos sábados, mas sim aos Domingos. Isso não foi sem propósito.
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      Segundo W. Frank – Aprenda que os relatos sobre os sábados no NT estão ligadas aos Judeus e não aos Cristãos.W. Frank isso não foi sem propósito.
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      Terceiro W. Frank– O principal evento do cristianismo, a Ressurreição do Senhor, se deu no Domingo. Esse fato é relatado nos quatro evangelhos, destacando não somente o acontecimento, mas o dia do acontecimento. Isso não foi sem propósito W. Frank.
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      Quarto W. Frank– O nascimento’ da igreja se deu em pentecostes, que era no Domingo! Isso não foi sem propósito.
      Sobre isso todos os cronistas padres apostólicos e todos os padres da igreja e todos os escritores eclesiásticos dos 3 três primeiros séculos da era cristã são unânimes em plocamar em voz alta!

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      Quinto W. Frank – Tendo em vista o pentecostes de Atos 2, as primícias das realizações cristãs foram feitas no Domingo. 1) Primeiro sermão, 2) Primeiras conversões e 3) Primeiro batismo realizado pela Igreja. Isso não foi sem propósito.
      W. FRANK COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO.
      ////////////

      Sexto W. Frank – O Soberano Deus usou a palavra ‘Domingo= dia do Senhor’ em uma referência ao primeiro dia da semana em Apocalipse 1.10. Isso não foi sem propósito.
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      Sétimo W. Frank – Um livro Bíblico foi escrito sob revelação divina no Domingo. Isso não foi sem propósito.
      E MAIS W. FRANK O LIVRE EXAME BÍBLICO SEMPRE FOI PROÍBIDO
      DESDE OS TEMPOS DOS PROFETAS DOS ESCRIBAS , DOS DOUTORES, E DOS MESTRES DA LEI
      O POVO TINHA ESSES HOMENS PARA LÊ A PALAVRA DE DEUS NOS TEMPLOS!
      /////////////////////

      Oitavo W. Frank – Toda a história primitiva confirma que os cristãos após os apóstolos, no segundo século, celebravam o Senhor no Domingo e não guardavam o sábado. Isso não foi sem propósito.
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      Nono W. Frank- você quer mudar uma verdade histórica e bíblica sem artifícios isso é vão pois a maioria dos protestantes discordam da sua seita advenrista.
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      Décimo W. Frank– Veja aqui em Colossenses 2.16,17 que se impede que qualquer guardador do sábado lance julgamento contra quem não guarda o sábado.
      W. Frank Isso não foi sem propósito.
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      Olha W. Frank essas são algumas das razões que levam a guardar* o Domingo, o Dia que meu Senhor ressurgiu dentre os mortos para a glória de Deus e para minha salvação!
      HEREGE VOCÊ NEGAR ISSO SERIA MELHOR VOCÊ NÃO TER RELIGIÃO OU SE TORNAR UM JUDEUSPOIS VOCÊ NUNCA FOI PERTENCENTE AO CRISTIANISMO.
      /////////////

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  5. Luiz disse:

    Olá W. Frank

    Em Mateus 27 diz que os sepulcros foram abertos. Teria lógica os corpos ficarem vivos dentro dos sepulcros abertos? Quando Jesus ressucitou Lazaro no momento que Ele disse para Lazaro sair foi o momento que ele ressucitou. No original não tem vírgulas então o entendimento é que no momento que os sepulcros foram abertos ele sairam e só depois da ressurreição entraram na cidade santa.

    Um abraço

    Luiz

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    • EDMILSON disse:

      Aprenda mas uma vez W. Frank que o Domingo é o dia dedicado à glorificação do Senhor vitorioso sobre a morte,e que tomou adequadamente o nome de “Kyriaké heméra“, dia do Senhor (ou, propriamente, dia imperial), como se depreende de Ap 1, 10: “Fui arrebatado em espírito no dia do Senhor“. O grego “Kyriaké heméra” deu em latim “Dominica dies“, donde, em português, domiga ou domingo.
      SOBRE ISSO NÃO EXISTE UMA SÓ SOBRA DE DUVIDA W. FRANK OS DOUTORES E TODOS OS PADRES DA IGREJA DOS 3 PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ TESTIFICAM ISSO UNÂNIMES.
      E NÃO VOU NEM USAR OS HISTÓRIADORES DA ÉPOCA SERIA MUITA HUMILHAÇÃO DA MINHA PARTE!
      W. Frank pode-se crer que a celebração do domingo tenha tido origem na própria Igreja-mãe de Jerusalém, pois os apóstolos estavam reunidos no 50o. dia (Pentecostes), que era domingo, quando receberam o Espírito Santo (At 2, 1-3). Este quis se comunicar não num sábado, como Cristo também não quis ressuscitar num sábado, mas no dia seguinte, domingo. O dia da ‘santificação’ de sua Igreja foi o domingo e não o sábado.
      ///////////////////
      Agora, um outro problema W. Frank. Qual é o sétimo dia? Pois a palavra ‘sábado’ não exprime o dia determinado da semana, mas, em hebraico, quer dizer: cessação, repouso (shabath). Quando deve ser este dia de repouso? Deus nunca determinou. O que ele quer é que, após seis dias, o sétimo lhe seja consagrado.
      NÃO PAPAGAIE W. FRNK
      Entenda ainda que da lei antiga, distinguem-se quatro espécies de preceitos: o dogma, a moral, as cerimônias e as leis nacionais.
      Destes preceitos, só permanecem, com o advento do Novo Testamento, o dogma, completado por Nosso Senhor Jesus Cristo, e a moral, aperfeiçoada por ele.
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      Quanto as cerimônias, elas eram figurativas, e as figuras desaparecem diante da realidade. As cerimônias da Igreja substituem suas pré-figuras (ver Hb 4, 3-11). As leis nacionais também já não mais se aplicam.
      E mais W. Frank existe outro argumento de alguns estudiosos: na semana judaica, a contagem dos dias começa na primeira-feira e não na segunda-feira, sendo o sétimo dia a nossa sexta-feira e o sábado, o nosso domingo
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      Mas, ainda W. Frank que fosse o sábado o sétimo dia, a Igreja teria o poder de alterá-lo, não sendo ele, como demonstrado, superior ao “Corpo Místico de Cristo” (colossenses 2, 16). O próprio Deus encarnado concedeu este poder à sua Igreja: “Tudo o que ligares na terra, será ligado no Céu e tudo o que desligares na terra, será desligado no Céu“. São palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo aos seus discípulos.
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      W. Frank examinemos agora um pouco a história: desde o século II, há depoimentos que atestam a celebração do domingo tal como foi instituída pelos apóstolos, conscientes do significado da ressurreição de Cristo. Assim Santo Inácio de Antioquia (+110, aproximadamente) escrevia aos Magnésios: “Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas, chegaram à nova esperança, não observando mais o sábado, mas vivendo segundo o dia do Senhor, dia em que nossa vida se levantou mediante Cristo e sua morte” (9, 1)
      W. FRANK LEIA A DIDAQUÊ POIS ELA TAMBÉM ATESTA OLHA A DIDAQUÊ É A DOUTRINA DOS APOSTÓLOS OLHA NÃO VENHA COM LOROTAS DE VIM DIZER QUE ESSE DOCUMENTO É APOCRÍFO OU ESPURIO POIS TODOS OS PADRES DA IGREJA FAZEM REFERÊNCIAS DELE COMO TAMBÉM 4 GRANDES HISTORIADORES UM DELES EUSÉBIO NASCIDO NO ANO 265 DA ERA CRISTÃ!
      Olha W. Frank que maravilha esse é o Catecismo dos Apóstolos, chamado de ‘Didaqué‘, escrito no primeiro século de nossa era, também prescreve, em seu artigo XIV: “Reúnam-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro.”
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      Agora W. Frank em meados do século II, encontra-se o famoso depoimento de S. Jusitino, escrito entre 153 e 155: “No dia dito do sol, todos aqueles dos nossos que habitam as cidades ou os campos, se reunam num mesmo lugar. Lêem-se as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas… Quando a oração está terminada, são trazidos e vinho e água… Nós nos reunimos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia, aquele em que Deus transformou as trevas e a matéria para criar o mundo, e também porque Jesus Cristo Salvador, ressuscitou dos mortos nesse dia mesmo” (I Apologia 67, 3. 7).

      Nessa passagem, S. Justino atesta a celebração da Eucaristia no domingo. Chama-o “dia do sol” porque se dirige a pagãos; faz questão, porém, de lembrar que tal designação é de origem alheia, não cristã: “no dia dito do sol“.
      E OUTRA COISA W. FRANK MESMO QUE FOSSE NUM SABADO NÃO FARIA DIFERENÇA NENHUMA.
      ENTENDA QUE A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA TEM O PODER DE LIGAR E DESLIGAR!

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK VOCÊ NÃO PASSA DE UMA ABERRAÇÃO!
      NÃO PERCOMAIS MEU TEMPO COM UM PIADISTA MAL DO SÉCULO COMO VOCÊ!

      OLHA ANALFANBETO HEREGE A PRÓPRIA BÍBLIA REPROVA A SOLA SCRITURA!

      OLHA O LIVRE EXAME BÍBLICO CABE W. FRANK A IGREJA !
      E MAIS HOMEM DAS LOROTAS.
      ////////////////
      ME DIGA ASSIM ! EU TENHO ESSES PONTOS DE VISTA OK

      POIS RELIGIÃO SE DISCUTE W, FRANK AGORA PONTOS DE VISTA NÃO

      VAI UM CONSELHO W. FRANK ESSA FARSA DE DIZER QUE A BÍBLIA RESPONDE PELA PRÓPRIA BÍBLIA NÃO EXISTE,

      NEM NO VELHO TESTAMENTE E MUITO MENOS NO NOVO TESTAMENTO,

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  6. Luiz disse:

    Olá W.Frank

    Bom dia

    Jesus aperfeiçoou a Lei senão a Lei Antiga permaneceria como antes em Mateus 5;17 diz que Jesus aperfeiçoou a Lei ou seja antes tinha Antiga Lei depois tem a Nova Lei repare que a palavra Lei permanece os cristãos não estão sem Lei a Lei agora é a Lei de Cristo Jesus é Deus e Ele pode fazer isso, o Sábado foi feito para o homem ou seja um dia de descanso foi feito para o homem ou seja era Sábado na Antigo Lei e agora é Domingo.Deus não faz nada sem um propósito e Jesus ressucitou num Domingo e isso teve um objetivo e um propósito.Nenhum apostolo guardou o Sábado.

    Um abraço

    Luiz

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    • EDMILSON disse:

      LUIZ VOCÊ E O W. FRANK SÃO A MESMA PESSOA!
      VOCÊS ESTÃO SENDO CHULOS E RIDÍCULOS
      VOCÊS NÃO TEM BASES HISTÓRICAS E MUITO MENOS BÍBLICA
      PARA AFIRMAREM SUAS HERESIAS.

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    • W. Frank disse:

      Luiz, o que já é perfeito não precisa ser aperfeiçoado.”A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples”(Sl 19:7). Isso é mais claro que o dia.

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    • EDMILSON disse:

      VEJA AQUI W. FRANK COMO JESUS ABOLIU O SÁBADO

      “MEU PAI TRABALHA ATÉ AGORA , E EU TRABALHO TAMBÉM”
      João 5:17.
      Ora! Qual era o trabalho de Jesus? Bem, na infância, Jesus foi carpinteiro, e com Sua família ía sempre à igreja aos Sábados (Luc. 4:16). Porém, quando assumiu o Ministério que anunciaram os profetas, Seu trabalho foi puramente espiritual (Mat. 8: 14-17; Mar. 1: 29-32; Luc. 4: 38-41; Luc. 6: 6-8; Luc. 6: 18; Mat. 8: 2-4; Mar. 1: 40-44; Luc. 5: 12-14), etc. Para a salvação dos pecadores, não há hora, nem dia, mês ou ano de parar de trabalhar, porque este trabalho é permitido e lícito fazer aos Sábados! – Ouça o que disse um sincero teólogo Assembleano:
      “Mas Ele lhes disse: ‘Meu Pai trabalha até agora, e Eu também’. Noutras palavras, Deus trabalha no Sábado, sustentando o Universo, comunicando vida, abençoando os homens, respondendo as orações.” – Pr. Myer Pearlman, João – Ouro Para Te Enriquecer, pág. 59.

      JESUS NÃO GUARDAVA O SÁBADO, TRANSGREDIU-O CURANDO E MANDANDO O PARALÍTICO CARREGAR A CAMA
      Passemos a limpo os fatos a respeito dos paralíticos bíblicos.

      O PARALÍTICO DE CAFARNAUM
      MATEUS CAPÍTULO 9
      verso 1 – “E, entrando no barco, passou para a outra banda, e chegou à Sua cidade, e eis que Lhe trouxeram um paralítico deitado numa cama.”
      verso 6 – “…(Disse Jesus então ao paralítico): Levanta-te; toma a tua cama, e vai para tua casa.”
      Observações:
      • Pode-se ler todo o contexto e se verá que não foi em dia de Sábado esta cura.
      • Portanto, não cabe recriminar a Jesus ou cancelar o mandamento do Sábado.
      MARCOS CAPÍTULO 2
      verso 3 – “E vieram ter com Ele conduzindo um paralítico, trazido por quatro.”
      verso 4 – “E, não podendo aproximar-se dEle, por causa da multidão,descobri-ram o telhado onde Ele estava e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.”
      verso 11 – “(Disse Jesus): A ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa.”
      verso 12 – “E levantando-se e, tomando o leito, saiu da presença de todos…”
      Observações:
      • O estudante apressado, lendo estes versos e fechando a Palavra de Deus, entende que este leito deve ser uma cama de madeira, pesada e robusta. Sem um estudo acurado do tema, pode-se, com a maior naturalidade chegar a tal conclusão. Porém, será uma conclusão verdadeira?
      • Esta é uma lógica. Mas, existirão outras? Se houver, qual a mais racional?
      • Se a esta lógica apegarmos para basear a nossa fé, o mandamento do Sábado não foi quebrado, porque este incidente não se deu nele. (Leia-se todo o contexto).
      • Agora a outra lógica, com subsídios palpáveis. No Dicionário da Bíblia de John D. Davis, pág. 97, há esta esclarecedora definição da tal cama: “Utensílio doméstico que serve para dormir. Os pobres e os viajantes, muitas vezes dormem no chão, cobrindo-se com a sua própria vestimenta. A cama pode ser feita com um tapete, ou manta, que se enrola para ser transportada.” Mateus 9:6. (Este Dicionário é destacada autoridade eclesiástica não Adventista). Grifos meus.
      Portanto, ainda que o ser trazido por quatro pessoas, este leito não poderia ser mais que uma manta reforçada, segura pelas quatro pontas esticadas, e a prova disso é que apenas por um buraco do telhado, desceram-no. E para dissipar todas as dúvidas, o relato diz que o paralítico, na presença de todos, tomou o seu leito e saiu. Cabe, então, a pergunta: Será que o paralítico era mais forte que os quatro homens que lhe carregaram com a cama? Ou será que ele enrolou a manta, colocou-a debaixo do braço e foi embora? Você decide, meu amado!
      LUCAS CAPÍTULO 5
      verso 17 – “E aconteceu que, num daqueles dias…”
      verso 18-19 – “E eis que uns homens transportaram numa cama um homem que estava paralítico, e procuravam fazê-lo entrar e pô-lo diante dEle. E, não achando por onde o pudessem levar, por causa da multidão, subiram ao telhado, e por entre as telhas o baixaram com a cama, até o meio, diante de Jesus.”
      verso 24 – (Disse Jesus) “A ti te digo: Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa.”
      verso 25 – “E, levantando-se logo diante deles, e tomando a cama em que estava deitado, foi para sua casa, glorificando a Deus.”
      Observações:
      • A expressão clara e definida: “Num daqueles dias…” descarta a possibilidade total de ser Sábado. Pois se fosse Sábado, os fariseus não perderiam a oportunidade de acusar a Jesus de transgredí-lo, bem como recriminariam o paralítico.
      • “Por entre as telhas”. Esta expressão denota claramente que a cama não era de madeira, nem de ferro, e simplesmente uma manta ou um tapete. Por uma abertura do telhado foi ela descida. E tem mais, o evangelista sinótico, Lucas, é mais explícito em sua afirmação, ao dizer: “tomando a cama em que estava deitado, foi para sua casa…” Portanto, a cama que subiu ao telhado foi a mesma que desceu, sendo a mesma que o paralítico curado, enrolou, colocou debaixo do braço e foi embora.
      • Outra prova bíblica encontra-se na cura do cego Bartimeu (Mar. 10:46-52). Destacamos o verso 50: “E ele (Bartimeu) lançando de si sua capa (manta) levantou-se, e foi ter com Jesus”. Esta capa era a cama de Bartimeu. (Pedro também dormia sobre sua capa. Atos 12:7-8; Deut. 22:12).
      O PARALÍTICO DE BETESDA – João Capítulo 5
      O tanque de Betesda possuia cinco alpendres (v.2).
      Alpendre é definido no dicionário como: “telheiro, meia-água, varanda coberta.”
      Nestes alpendres ficava grande “multidão de enfermos, cegos, mancos e ressicados” aguardando o movimento das águas (v.3). Criam eles que de quando em vez um anjo agitava as águas do tanque e o primeiro que ali descesse sarava (v. 4). Entre estes, estava “um homem que, havia trinta e oito anos se achava enfermo”. E Jesus então lhe ordenou:
      verso 8 – “Levanta-te, toma a tua cama, e anda.”
      verso 9 – “Logo aquele homem ficou são; e tomou a sua cama, e partiu. E aquele dia era Sábado.
      verso 10 – “Então os judeus disseram àquele que tinha sido curado: é Sábado, não te é lícito “levar a cama.”
      Observações:
      • No Sábado é lícito fazer o bem (Mat. 12:11, 12; Mar. 3:4, etc). Portanto não é nenhum pecado curar um paralítico, cego ou ressicado, neste dia.
      • Os judeus – fariseus e doutores da lei – tinham tanto ódio ao Senhor que não poupavam esforços para condená-Lo vendo-O realizar alguma cura. Mais rancor demonstravam quando Jesus perdoava pecados (Mar. 2:7; Luc. 5:21).
      • Novamente afirmo na força deste relato bíblico – “e tomou a sua cama” – que esta cama era de fato uma surrada manta, que, após enrolá-la, sobraçou-a e saiu satisfeito. Isso não é, também, nenhuma obra nem trabalho.
      • Egoisticamente os judeus – fariseus e doutores da lei – repreendiam os beneficiados por Jesus, ao invés de se alegrarem com seus irmãos que se curavam milagrosamente da cegueira e deficiência física (Mar.3:1-5). Só fariseu mesmo pode achar que é trabalho carregar trapos rotos de panos velhos e surrados, enrolados debaixo do braço. Não é a toa que Jesus os classifica de “raça de víboras”. Mat. 23:33; 12:34.
      • Quando os judeus disseram ao paralítico que não era lícito carregar a cama, não é porque ele estivesse transgredindo o mandamento do Sábado, – não. Mil vezes, não! Os judeus O estavam recriminando por quebrar a “parafernália” criada pelos doutores da lei (Luc. 11:46; Mat. 23:14). Eram 39 tradições inconsequentes, vazias, escandalosas e indigestas (leia-as na pág. 171, parág. 2º), e… não se escandalize.
      • O Sábado do qual Jesus é Senhor (Mat. 12:8) – repito, é um dia feliz, deleitoso, aprazível, sem jugos ou fardos. É um dia alegre que dá prazer e não enfado (Isaías 58:13-14). O Sábado dos fariseus e doutores da lei, inimigos de Deus e da Verdade, é que era frio e escudado na letra que mata.
      Conclusão – Entenda, meu irmão, carregar uma manta enrolada, ainda que sem necessidade, no Sábado, não é nenhuma obra ou trabalho. Os fariseus recriminavam o paralítico porque foram ensinados que carregar um lenço ou um pente no bolso, no Sábado, era transgressão do mandamento. Só isso. Nada mais que isso!
      INCOERÊNCIA?!
      Veja a que ponto de falta total de entendimento chegaram os judeus, fariseus e doutores da lei: disseram que Jesus não era de Deus (João 9:16) só porque no Sábado, fez lodo e colocou sobre os olhos de um cego para curá-lo. João 9:11.
      A acusação dos fariseus contra Cristo foi que transgrediu o Sábado curando, fazendo lodo e mandando o cego lavar o rosto.
      Incrível! Que trabalho! Que obra! Só fariseu mesmo para chegar a esta conclusão tão triste. Imagine, tomar alguns grãozinhos de terra, umedecê-los com a ponta dos dedos, é trabalho? Lavar o rosto sujo é obra? Fazer o bem no Sábado é pecado? Não esqueça: Foram os fariseus que disseram que Jesus transgrediu o Sábado. João 5:16,18.
      Meu querido irmão, os fariseus estavam errados, cegos de inveja, ódio e ciúmes, que foram os sentimentos que levaram Lúcifer à transgressão. O Sábado nunca foi questionado nem transgredido pelo Senhor Jesus.
      Se Jesus desejasse, apenas daria uma ordem e o cego ficaria curado. Ao passar lodo nos olhos do cego e mandá-lo lavar o rosto, Jesus estava provando a fé do pobre cego físico, e esperava fossem abertos os olhos dos cegos espirituais.

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK OLHA PIADISTA A SOLA SCRIPTURA NUNCA FOI BÍBLICO
      E SE FOSSE BÍBLICO SERIA PREGADA A 2000 MIL ANOS ATRÁS.
      /////////////////

      E NÃO TRARIA DIVISÕES EM CIMA DE DIVISÕES E HERESIAS

      VEJA COMO W, FRANK É MAIS UMA VEZ DESMASCARADO.

      OLHA ESSA PESSAGEM W. FRANK

      A) “Nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal” (2Pd, 1,20).
      /////////////
      E ESSA OUTRA PASSAGEM W. FRANK DESMORONA SEU LIVRE EXAME
      VEJA:

      B) “Assim vos escreveu também o nosso caríssimo irmão Paulo, segundo a sabedoria que lhe foi dada, falando-vos dessas coisas, como faz também em todas as suas cartas. Nelas há, porém, alguma coisa difícil de compreender, que as pessoas pouco instruídas ou pouco firmes deturpam, como fazem também com as outras escrituras, para sua própria ruína” (2Pd 3, 15-16).
      //////////////////
      VEJA SUAS CONTRADIÇÕES W. FRANK, O LIVRE EXAME BÍBLICO DESTRUIU O PROTESTANTISMO EM 50 MIL SEITAS SÓ AQUI NO BRASIL.

      VEJA W. FRANK A GRANDE PROVA AQUI:

      C) “Muitas são as opiniões dos homens, e as más imaginações levam ao engano” (Eclo 3,24).Onde está escrito que qualquer um pode interpretar ‘livremente’ o texto Sagrado?
      ////////////

      VEJA MAIS PROVAS W.FRANK NÃO EXISTE O LIVRE EXAME BÍBLICO

      Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos anunciamos, seja anátema.” Gálatas 1.8
      //////////////

      Entenda W. Frank aprenda que não existe liberdade de modificar, ainda que com interpretações diversas, o que está escrito e que foi transmitido pela Igreja.
      W. Frank se existisse ou Se houvesse o Livre Exame, cada um poderia interpretar segundo sua ‘inspiração’ ou ‘iluminação’ pessoal, subjetiva, quebrando a unidade e colocando em perigo sua própria salvação.
      //////////////

      Agora nós católicos conhecemos a Bíblia muito mais do que vocês protestantes, que apenas lêem segundo seus olhos e sua interpretação.
      ////////////
      W. FRANK

      Lembre-se do que disse S. Pedro: “Assim vos escreveu também o nosso caríssimo irmão Paulo, segundo a sabedoria que lhe foi dada, falando-vos dessas coisas, como faz também em todas as suas cartas. Nelas há, porém, alguma coisa difícil de compreender, que as pessoas pouco instruídas ou pouco firmes deturpam, como fazem também com as outras escrituras, para sua própria ruína” (2Pd 3, 15-16).
      ///////////////
      W. FRANK ME DIGA?
      como pode a Bíblia ser “suficiente para instrução” se ela mesma nega isso!
      /////////////

      E MAIS M. FRANK
      Não ultrapasse o que está escrito.

      “6. Se apliquei tudo isso a mim e a Apolo foi por vossa causa, para que, por meio de nós,aprendais a não ultrapassar o que está escrito e para que vos não ensoberbeçais tomando partido a favor de um e com prejuízo de outrem.” (I Coríntios capítulo 4)
      ///////////

      Olha W.Frank esse é o versículo Bíblico mais usado pelos hereges protestantes para tentar defender a heresia da sola scripture, pois nele São Paulo diz para não ultrapassar o que está escrito, mas será que São Paulo estava defendendo mesmo a sola scripture nesse texto?
      /////////

      Agora W.Frank eu vou ti mostrar que além de São Paulo não estar defendendo nada de sola scripture, nem das escrituras ele estava falando! Para entender isso dever-se ler toda a carta de I Corintos. Vejam meus irmãos que São Paulo escreve essa carta por um motivo de divisão dentro da comunidade onde se criou o boato de que São Paulo, São Pedro e Apolo haviam entrado em contenda e assim haviam gerado uma divisão no Cristianismo.
      /////////
      VEJA:
      “11. Pois acerca de vós, irmãos meus, fui informado pelos que são da casa de Cloé, que há contendas entre vós. 12. Refiro-me ao fato de que entre vós se usa esta linguagem: Eu sou discípulo de Paulo; eu, de Apolo; eu, de Cefas; eu, de Cristo.” (I Coríntios capítulo 1)
      /////////////

      Perceba aqui W.Frank que São Paulo já começa a carta dando uma bronca na comunidade por ter criado e acreditado nesses boatos.
      ///////

      Agora nesses versículos São Paulo começa a esclarecer que entre ele e Apolo não existe nenhum tipo de divisão e que todos são de Cristo.
      ////

      “4. Quando, entre vós, um diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu, de Apolo, não é isto modo de pensar totalmente humano? 5. Pois que é Apolo? E que é Paulo? Simples servos, por cujo intermédio abraçastes a fé, e isto conforme a medida que o Senhor repartiu a cada um deles: 6. eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer. 7. Assim, nem o que planta é alguma coisa nem o que rega, mas só Deus, que faz crescer.” (I Coríntios capítulo 3)
      //////

      Veja aqui W. Frank que aqui São Paulo esclarece que esse boato (fofoca) de que ele e Apolo estariam divididos um dia seria totalmente colocado as claras o que estava escondido.
      ////////////
      “5. Por isso, não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor. Ele porá às claras o que se acha escondido nas trevas. Ele manifestará as intenções dos corações. Então cada um receberá de Deus o louvor que merece.” (I Coríntios capítulo 4)
      //////////////
      Depois São Paulo esclarece que nada existe entre ele e Apolo, Então vem o famoso versículo usado pelos protestantes, infelizmente além deles usarem esse versículo isoladamente são obrigados a corta-lo pela metade deixando só a parte onde são Paulo diz “não ultrapasseis o que está escrito”.
      ////////////
      Mas o que acontece é que São Paulo não estava falando de escrituras ou doutrinas religiosas, ele estava se referindo ao boato que inventaram sobre ele e Apolo dizendo que os dois haviam brigado e se dividido.
      /////////////

      “6. Se apliquei tudo isso a mim e a Apolo foi por vossa causa, para que, por meio de nós,aprendais a não ultrapassar o que está escrito e para que vos não ensoberbeçais tomando partido a favor de um e com prejuízo de outrem.” (I Coríntios capítulo 4)
      /////////////

      E outra coisa W. Frank o que São Paulo escreve nesse versículo era justamente para que a comunidade de Corintos não ultrapassasse o que estava escrito sobre ele e Apolo, ou seja, para não acreditarem nos boatos que inventaram de que os dois haviam se divididos. E assim não ficar um grupo a favor de São Paulo e outro a favor de Apolo.

      Só isso e mais nada.
      /////////////

      Agora W. Frank infelizmente alguns pastores safados, sem vergonha, mau caráter, filhos do demônio e esquizofrênicos usam metade de um versículo isoladamente para tentar defender essa doutrina maligna da sola scripiture.

      E tem trouxa que cai nessa. Você W. Frank é um triste exemplo disso.

      Observe:

      “6 Se apliquei tudo isso a mim e a Apolo foi por vossa causa, para que, por meio de nós, aprendais a não ultrapassar o que está escrito” (I Coríntios capítulo 4)
      //////////////

      1º Ai não fala nada das Escrituras

      2º Paulo não está exortando ninguém a ler a Bíblia
      ////////////

      3º Paulo está falando para eles não crêem em nada que não estivesse escrito sobre ele, Apolo e Pedro na carta que ele já tinha previamente Escrito.
      ////////////

      “6. Se apliquei tudo isso a mim e a Apolo foi por vossa causa, para que, por meio de nós,aprendais a não ultrapassar o que está escrito, para que vos não ensoberbeçais tomando partido a favor de um e com prejuízo de outrem.” (I Coríntios capítulo 4)
      ///////////
      ME RESPONDA W. FRANK?
      E o que é que estava escrito a respeito de Paulo e de Apolo?
      ///////////
      Justamente o conteúdo de uma carta que ele tinha mandados aos Coríntios previamente:
      //////////

      Observe novamente:

      “Na minha carta vos escrevi que não tivésseis familiaridade com os impudicos. Porém, não me referia de um modo absoluto a todos os impudicos deste mundo, os avarentos, os ladrões ou os idólatras, pois neste caso deveríeis sair deste mundo.” (1 Cor 5, 9-10)
      /////////////
      Agora W. Frank eu ti pergunto? Onde está esta carta?

      E o conteúdo dela?
      /////////

      Por que ela não foi considerada um livro inspirado?
      ////////////

      É uma carta chamada de “pré canônica” que não foi conservada e logo após depois de Paulo ter recebido a noticia na casa de Cloé (1 Cor 1, 11) resolveu escrever esta outra cartaque para nós é 1ª Coríntios.

      São João Crisostomo: “Mas qual é o significado de não ser sábio acima do que está escrito?”
      ///////////////

      Veja aqui W. Frank que há uma variação nas palavras de São João Crisostomo em relação a está passagem que também é uma tradução válida “não ser sábio além do que está escrito” por causa de variações nos manuscritos (Koiné e Bizantino) que contém uma palavra φρονεῖν (phronein ) que ao pé da letra é traduzida como “saber”, “pensar”, “ter uma opinião” e está no particípio passado.
      ///////////

      Se formos traduzir ao pé da letra seria “não ter uma opnião além do que está escrito”.

      Além do que, está palavra ULTRAPASSAR que está presente na João Almeida não está presente no Grego!
      ////////////

      Agora W. Frank veja a tradução correta se assim formos levar em conta tudo o que vimos aqui:
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      “Ταῦτα δέ, ἀδελφοί, μετεσχημάτισα εἰς ἐμαυτὸν καὶ Ἀπολλὼ δι᾽ ὑμᾶς, ἵνα ἐν ἡμῖν μάθητε τὸ μὴ ὑπὲρ ὃ γέγραπται φρονεῖν, ἵνα μὴ εἷς ὑπὲρ τοῦ ἑνὸς φυσιοῦσθε κατὰ τοῦ ἑτέρου.”
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      “para que, sobre nós (ou em nós), não tenham uma opnião além do que está escrito,para que vos não ensoberbeçais tomando partido a favor de um e com prejuízo de outrem. “(1 Cor 4, 6)
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      Não falar nada de Paulo e de Apolo além do que eles mesmos souberam por uma carta previamente escrita (por Paulo) é uma coisa, e insentivar a Sola Scriptura é outra totalmente diferente.
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      W. Frank agora esta interpretação protestante está a léguas de distancia da exegese correta da passagem.
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      O entendimento correto da passagem vendo direto do grego é este ai…

      MAIS UMA VEZ W. FRANK CHECK MATE NAS SUAS HERESIAS PROTESTANTE!

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      • W. Frank disse:

        Edmilson, eu não interpreto o texto bíblico segundo a minha visão mas vc sim. Vou mostrar isso da forma mais simples.
        Nos versos que citei, onde está escrito Sábado eu entendo como sendo Sábado, vc acha que é Domingo. Onde eu leio sétimo dia eu entendo sétimo dia, e vc o que faz??? Vc “tira da cartola” um tal de “oitavo dia”. De onde vc tirou isso??? A sua semana não tem sete dias como a do calendário???. Agora quem interpreta individualmente a bíblia??? Não quero que vc responda pois se assim o fizer vai ser levado a mentir e mentir é coisa do Diabo “Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”(Jo 8:44).
        Quando leio a bíblia sigo a orientação de São Pedro : “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
        Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.(II Pe 1:20-21). Abraços!!!

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        • Helen disse:

          W. Frank,

          Lembre-se do que disse Jesus:

          E dizia-lhes: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado;

          A prescrição do Sábado é para assinalar um dia de descanso, é um repouso mandatório determinado por Deus.
          Se o repouso é feito, observado com reverência e piedade, é aceito pelo Senhor Deus, que em essência ordenou ao seu povo que reservasse um dia da Semana para o Ele para sua Glória. Se o repouso é observado num dia chamado Sábado, ou Dominigo – Dei Dominus (Dia do Senhor), não é o caso. O Sr, que é fundamentalista, auto proclamado Cristão, mas acredita que Cristo e o Arcanjo Gabriel sejam as mesma pessoa, cometa falta imensamente mais grave que a observância do repouso no Primeiro dia da semana…

          o Dia do Senhor. ou domingo, de acordo com a Santa Igreja Católica, começa ao Sábado às 6 da tarde, a exemplo do shabbat judeu que começava na sexta à tarde….

          Agora, se o sr acha que a interpretação pessoal dos católicos estabeleceu o repouso aos domingos – como o sr acusa o Edmilson – é porque não sabe ler a Bíblia., que claramente atesta no Ato dos Apóstolos que a Igreja Apostólica – que era Católica – celebrava o Senhor no Domingo!

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  7. W. Frank disse:

    Vou fazer uma pergunta bem simples e direta aos “cristãos” desse site e, me respondam, COM BASE BÍBLICA, se puderem : Jesus violou o Sábado??? Sim ou não. Se, sim, porque??? Não precisa pressa, pesquisem na bíblia à vontade.

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK Antes de mais nada, aprenda uma coisa! Que a palavra “sábado” não indica um dia da semana, mas sim “repouso”. Por tanto seis dias de trabalho, depois descanso dedicado a Deus:
      SUAS HERÉSIAS NÃO POSSUEM RESPAUDOS BÍBLICOS
      E MUITO MENOS HISTORICO.

      W. Frank filho das trevas para você não sabe aprenda que em Hebraico, as palavras para sábado são: (a) SHABBATH, que significa (dia) de descanso’, ‘cessação’, ‘interrupção’ (Ex. 20:8). (b) SHABBATHON, tempo sagrado para repouso (Ex 31:15). Em Levítico 23:32 agora W. Frank encontramos os dois termos usados juntos: SHABBATH SHABBATHON – O SÁBADO DE DESCANSO.
      ///////////////////////////////////////////////
      Agora W. Frank em Grego as palavras são: (a) SÁBBATON – uma transliteração da palavra hebraica Shabbath. (b) SÁBBATA – pode ser o plural de SÁBBATON ou a transliteração do aramaico SHABBETHA (Ex 16:23; Mt 12:1)”.
      ////////////////////////
      Assim como também nos afirma o CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA DA ÚNICA VERDADEIRA IGREJA QUE POSSUI 2000 MIL ANOS:
      2168. O terceiro mandamento do Decálogo refere-se à santificação do sábado: «O sétimo dia é um sábado: um descanso completo consagrado ao Senhor» (Ex 31, 15).
      2169. A Escritura faz, a este propósito, memória da criação: «Porque em seis dias o Senhor fez o céu e a terra, o mar e tudo o que nele se encontra, mas ao sétimo dia descansou. Eis porque o Senhor abençoou o dia do sábado e o santificou» (Ex 20, 11).
      /////////////////////////////////////////////////////
      Agora W. Frank com o desenrolar do Antigo Testamento permeia toda esta importância dada ao sábado judaico e com isso o povo da época foi assim alimentando toda esta prefiguração que logo mais em Jesus Cristo tomaria um renovado e definitivo significado na plenitude da Revelação. Ainda é importante salutar o que o CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA nos ensina a respeito da maneira que Nosso Senhor se portou em relação ao “sábado”:
      VEJA W.FRANK:
      O Evangelho relata numerosos incidentes em que Jesus é acusado de violar a lei do sábado. Mas Jesus nunca viola a santidade deste dia. É com autoridade que Ele dá a sua interpretação autêntica desta lei: «O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado» (Mc 2, 27). Cheio de compaixão, Cristo autoriza-Se, em dia de sábado, a fazer o bem em vez do mal, a salvar uma vida antes que perdê-la. O sábado é o dia do Senhor das misericórdias e da honra de Deus. «O Filho do Homem é Senhor do próprio sábado» (Mc 2, 28).
      Desta forma fica caracterizado a melhor maneira de iniciarmos o entendimento do Domingo para nossa Fé Católica.
      DOMINGO
      Como vimos ainda a pouco Jesus era e é o dono do sábado, o que por pura lógica significava ter o poder de fazer do sábado o que bem entendia e bem sabemos que a liberdade de Jesus com referência ao sábado, foi um dos motivos da sua condenação, é só conferir os Evangelhos: Mateus 12,14; Marcos 3,6; Lucas 6,6-11.
      Como veremos logo a seguir o principal motivo de hoje o “Domingo” ter se tornado para nós cristãos Católicos o dia do Senhor foi o motivo de sua Ressurreição, que para nós é o fundamento maior de nossa Fé:
      VOCÊ COM SUA SATÂNICA SEITA ADVENTISTA NÃO TEM HISTÓRIA W.FRANK VOCÊ SÓ TEM ARGUMENTOS CHULOS E PONTOS DE VISTA DIVISOR E CONTRADITÓRIOS FRUTOS DOS FALSOS PROFETAS DOS FINAIS DOS TEMPOS!
      E outra coisa W. Frank Jesus ressuscitou de entre os mortos «no primeiro dia da semana» (Mc 16, 2) . Enquanto «primeiro dia», o dia da ressurreição de Cristo lembra a primeira criação. Enquanto «oitavo dia», a seguir ao sábado, significa a nova criação, inaugurada com a ressurreição de Cristo. Este dia tornou-se para os cristãos o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor (Hê kuriakê hêméra, dies dominica), o «Domingo»
      ////////////////////////////////////////////////
      Assim herege W. Frank o Domingo tornou-se o dia mais importante para o Cristianismo pois “Se Jesus não tivesse ressuscitado seria vã a nossa fé” (Cf. 15,14). Nisso a coerência levou os Apóstolos a preferi-lo para a celebração da Eucaristia, nas comunidades, e por conseguinte nossa Tradição continuou-lhes o costume, até declará-lo dia santo dos cristãos:
      ///////////////////////////////////
      VEJA:
      “Reunimo-nos todos no dia do Sol, porque foi o primeiro dia [após o Sábado judaico, mas também o primeiro dia] em que Deus, tirando das trevas a matéria, criou o mundo, mas também porque Jesus Cristo, nosso Salvador, nesse mesmo dia ressuscitou dos mortos.” São Justino (100-165)
      ///////////////////////////
      “Os que viveram segundo a antiga ordem das coisas alcançaram uma nova esperança, não guardando já o sábado mas o dia do Senhor, em que a nossa vida foi abençoada por Ele e pela sua morte.” Santo Inácio de Antioquia (35-110)
      ///////////////////////////////
      “A Epístola de Barnabás (74 d.C.) um dos documentos mais antigos da Igreja, anterior ao Apocalipse, dizia: “Guardamos o oitavo dia (o domingo) com alegria, o dia em que Jesus levantou-se dos mortos” (Barnabás 15:6-8).
      ///////////////////////////////
      “O dia do Senhor, o dia da ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia. É por isso que ele se chama dia do Senhor: pois foi nesse dia que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam dia do sol, também nós o confessamos de bom grado: pois hoje levantou-se a luz do mundo, hoje apareceu o sol de justiça cujos raios trazem a salvação.” São Jerônimo (†420), (CCL, 78,550,52)
      /////////////////////////////////////
      Assim, dessa forma as Sagradas Escrituras também nos trazem este entendimento acerca do Dia do Senhor:
      “E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” (Mt 28.1).
      “E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol” (Mt 16.2).
      /////////////////////////////////
      “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas” (Lc 24.1).
      ////////////////////////////////////
      “E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro” (Jo 20.1).
      //////////////////////////
      “Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco” (Jo 20.19).
      ////////////////////////////////
      “E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até a meia-noite” (At 20.7).
      //////////////////////////
      “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar (1Co 16.2).
      /////////////////////
      E foi dessa maneira nossa Tradição, Magistério e as Sagradas Escrituras atestam mais uma vez a Verdade de nossa Fé Católica nos esclarecendo e afirmando aquilo que é a mais de 20 séculos a única e Verdadeira Igreja de Cristo e dos Apóstolos.

      E PARA SUA DESGRAÇA E FRUSTAÇÃO W. FRANK VOCÊS SATÂNICOS NÃOM PODEM MUDAR ISSO.

      COMO ME ORGULHO DE SER CATÓLICO.

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      • W. Frank disse:

        Boa noite meu querido satanista adorador do sol, membro da instituição que mudou a lei de Deus(Dn 7:25), suprimindo o 2º mandamento e trocando o Sábado pelo Domingo. Instituição esta também conhecida como “A Grande Meretriz”(Ap 17:1) que se embriaga” do sangue dos santos e do sangue dos mártires de Jesus”(Ap 17:6, Dn 7:25; durante a inquisição) e que está assentada “sobre sete montanhas”(Ap 17:9) ou seja Roma que sempre foi a cidade das sete colinas.
        Vc diz que meus argumentos não tem base bíblica porém, nunca escrevi nada que não tivesse embasamento bíblico. Meus argumentos seguem em maiúsculo logo depois de seus comentários. Chamo de comentários pois estão muito longe de serem considerados argumentos. Pois bem adorador do sol, vamos lá.

        W. FRANK Antes de mais nada, aprenda uma coisa! Que a palavra “sábado” não indica um dia da semana, mas sim “repouso”. Por tanto seis dias de trabalho, depois descanso dedicado a Deus:
        SUAS HERÉSIAS NÃO POSSUEM RESPAUDOS BÍBLICOS
        E MUITO MENOS HISTORICO.

        W. Frank filho das trevas para você não sabe aprenda que em Hebraico, as palavras para sábado são: (a) SHABBATH, que significa (dia) de descanso’, ‘cessação’, ‘interrupção’ (Ex. 20:8). (b) SHABBATHON, tempo sagrado para repouso (Ex 31:15). Em Levítico 23:32 agora W. Frank encontramos os dois termos usados juntos: SHABBATH SHABBATHON – O SÁBADO DE DESCANSO.

        POIS BEM VC DISSE ACERTADAMENTE QUE SÁBADO SIGNIFICA DESCANÇO. O GRANDE PROBLEMA COM SEU “ARGUMENTO” É QUE O PRÓPRIO DEUS DESIGNOU O SÉTIMO DIA COMO O DIA DESTINADO PARA ISSO. “mas no sétimo dia, que é o repouso do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu boi, nem teu jumento, nem teus animais, nem o estrangeiro que vive dentro de teus muros, para que o teu escravo e a tua serva descansem como tu”(Dt 5:14); “Durante seis dias o ajuntareis; mas o sétimo é o sábado: nele não haverá”(Êx 16:26); “Assim o povo repousou no sétimo dia”(Êx 16:30).
        FICOU ENTÃO PROVADO PELA BÍBLIA QUE O DIA DESIGNADO POR DEUS PARA SER UM SÁBADO É O SÉTIMO DIA. FOI O DIA QUE JESUS GUARDOU(LC 4:16). O DIA QUE AS MULHERES SEGUIDORAS DE JESUS GUARDARAM(LC 23:56). O DIA QUE PAULO GUARDA PELO MENOS 195 VEZES NO LIVRO DE ATOS. FOI O DIA QUE LUCAS GUARDOU EM COMPANHIA DE MULHERES GENTIAS(At 16:13) E É O DIA QUE GUARDAREMOS NA VIDA ETERNA(AP 22:2 2 IS 66:23). DIANTE DO EXPOSTO FICA CLARO QUE O SÁBADO SENDO O SÉTIMO DIA É O DIA DESTINADO À GUARDA. EDIMILSON, GOSTARIA QUE VC USASSE DE ARGUMENTAÇÃO BÍBLICA QUANDO EXPUSESSE ALGUM PENSAMENTO E FICASSE DE MENOS BLÁ BLÁ BLÁ.

        Assim como também nos afirma o CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA DA ÚNICA VERDADEIRA IGREJA QUE POSSUI 2000 MIL ANOS:
        2168. O terceiro mandamento do Decálogo refere-se à santificação do sábado: «O sétimo dia é um sábado: um descanso completo consagrado ao Senhor» (Ex 31, 15).
        2169. A Escritura faz, a este propósito, memória da criação: «Porque em seis dias o Senhor fez o céu e a terra, o mar e tudo o que nele se encontra, mas ao sétimo dia descansou. Eis porque o Senhor abençoou o dia do sábado e o santificou» (Ex 20, 11).

        AH!!! EDIMILSON, MEU POBRE SATANISTA….VC NÃO SABE CONTAR???QUER QUE EU LHE EMPRESTE OS DEDOS DE MINHA MÃO??? ÊXODO 20:11 SE REFERE AO 4º MANDAMENTO E NÃO O TERCEIRO COMO VC DISSE. SE NO CATECISMO APARECE COMO 3º É PORQUE VCS SUPRIMIRAM O 2º A FIM DE VENERAREM E SERVIREM ÀS IMAGENS. VCS ALTERARAM A LEI DE DEUS(DN 7:25).

        Agora W. Frank com o desenrolar do Antigo Testamento permeia toda esta importância dada ao sábado judaico e com isso o povo da época foi assim alimentando toda esta prefiguração que logo mais em Jesus Cristo tomaria um renovado e definitivo significado na plenitude da Revelação. Ainda é importante salutar o que o CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA nos ensina a respeito da maneira que Nosso Senhor se portou em relação ao “sábado”:

        O SÁBADO NUNCA PODERIA PREFIGURAR NADA POIS ESSE SISTEMA DE SÍMBOLOS E FIGURA SÓ COMEÇARAM A SER USADOS DEPOIS QUE O HOMEM PECOU. O SÁBADO FOI CRIADO INSTITUÍDO ANTES DO PECADO ASSIM COMO O CASAMENTO(GN 2:24). LOGO VC FALOU BESTEIRA.

        VEJA W.FRANK:
        O Evangelho relata numerosos incidentes em que Jesus é acusado de violar a lei do sábado. Mas Jesus nunca viola a santidade deste dia. É com autoridade que Ele dá a sua interpretação autêntica desta lei: «O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado» (Mc 2, 27).

        OS JUDEUS DA ÉPOCA COLOCAVAM O SÁBADO ACIMA DO HOMEM, MAS ISSO ERA ERRADO. JESUS VEIO DAR O VERDADEIRO SIGNIFICADO OU SEJA, FAZÊ-LOS ENTENDER PARA QUE DEUS HAVIA FEITO O SÁBADO. JESUS NÃO VEIO MUDAR, APERFEIÇOAR OU ABOLIR A LEI QUE ELE MESMO, ATRAVÉS DO SALMISTA DIZ SER ETERNA(SL 119:89), MARAVILHOSA(SL 119:18), PERFEITA(SL 19:7). AGORA ME RESPONDA COM TODA SINCERIDADE : O QUE É PERFEITO PRECISA SER APERFEIÇOADO??

        Desta forma fica caracterizado a melhor maneira de iniciarmos o entendimento do Domingo para nossa Fé Católica.
        DOMINGO
        Como vimos ainda a pouco Jesus era e é o dono do sábado, o que por pura lógica significava ter o poder de fazer do sábado o que bem entendia e bem sabemos que a liberdade de Jesus com referência ao sábado, foi um dos motivos da sua condenação, é só conferir os Evangelhos: Mateus 12,14; Marcos 3,6; Lucas 6,6-11.

        MAS EM MOMENTO ALGUM VC VÊ CRISTO MODIFICANDO MANDAMENTO ALGUM. DESAFIO VC A CITAR QUALQUER VERSO QUE CONFIRME ISSO. AO CONTRÁRIO CRISTO SEGUIU A LEI EM TODOS OS PORMENORES, POIS SE ASSIM NÃO FOSSE JAMAIS PEDRO, QUE NUNCA FOI PAPA, PODERIA DIZER QUE ELE ERA “o Cordeiro imaculado e sem defeito algum, aquele que foi predestinado antes da criação do mundo”(1 Pe 1:19).

        Como veremos logo a seguir o principal motivo de hoje o “Domingo” ter se tornado para nós cristãos Católicos o dia do Senhor foi o motivo de sua Ressurreição, que para nós é o fundamento maior de nossa Fé: VOCÊ COM SUA SATÂNICA SEITA ADVENTISTA NÃO TEM HISTÓRIA W.FRANK VOCÊ SÓ TEM ARGUMENTOS CHULOS E PONTOS DE VISTA DIVISOR E CONTRADITÓRIOS FRUTOS DOS FALSOS PROFETAS DOS FINAIS DOS TEMPOS!

        VCS PRECISAM ESTUDAR MAIS SOBRE O SIGNIFICADO DO SANTUÁRIO. NÓS FOMOS SALVOS PELO SANGUE DERRAMADO NA CRUZ, NEM POR ISSO VC GUARDA A 6ª FEIRA. A MORTE DO CORDEIRINHO SIMBOLIZAVA A MORTE DE CRISTO. ISSO BASTAVA PARA O PECADOR. CRISTO RESSUSCITOU PARA CONTINUAR SEU MINISTÉRIO, AGORA NÃO COMO CORDEIRO MAS COMO SACERDOTE NO SANTUÁRIO CELESTIAL. ESTUDE COM MAIS AFINCO O LIVRO DE HEBREUS E VC VERÁ QUE CRISTO, COMO SACERDOTE, APRESENTA SEU PRÓPRIO SANGUE .
        E outra coisa W. Frank Jesus ressuscitou de entre os mortos «no primeiro dia da semana» (Mc 16, 2) . Enquanto «primeiro dia», o dia da ressurreição de Cristo lembra a primeira criação. Enquanto «oitavo dia», a seguir ao sábado, significa a nova criação, inaugurada com a ressurreição de Cristo. Este dia tornou-se para os cristãos o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor (Hê kuriakê hêméra, dies dominica), o «Domingo»

        DEIXE DE SER IGNORANTE. O QUE VC ME DIRIA SE EU LHE DISSESSE QUE O DIA TEM 25 HORAS OU QUE O MÊS TEM 32 DIAS??? VC, NO MÍNIMO ME CHAMARIA DE LOUCO. ENTÃO NÃO ME VENHA COM ESSE PAPINHO FURADO DE OITAVO DIA. A SEMANA TEM 7 DIAS E DEPOIS DO SÉTIMO VEM O PRIMEIRO NOVAMENTE.
        O DOMINGO, QUE NEM EXISTE NA BÍBLIA COMO NOME SOLENE DADO AO PRIMEIRO DIA, JAMAIS SUBSTITUIU O SÁBADO. ME MOSTRE NA BÍBLIA ONDE FOI SUBSTITUÍDO PELO SÁBADO.

        Assim herege W. Frank o Domingo tornou-se o dia mais importante para o Cristianismo pois “Se Jesus não tivesse ressuscitado seria vã a nossa fé” (Cf. 15,14). Nisso a coerência levou os Apóstolos a preferi-lo para a celebração da Eucaristia, nas comunidades, e por conseguinte nossa Tradição continuou-lhes o costume, até declará-lo dia santo dos cristãos:

        QUALQUER UM EM QUALQUER DATA QUE FALE ALGO DIFERENTE DO QUE FOI INSTITUÍDO POR DEUS FOI INFLUENCIADO PELO DIABO. NÃO ME VENHA COM ESSAS HISTÓRIAS DE “PAIS” DA IGREJA MODIFICANDO A LEI DE DEUS(DN 7:25). VC NÃO ENTENDEU AINDA??? AS ESCRITURAS DIZEM QUE QUEM MUDOU A LEI DE DEUS ERA UM PODER INÍQUO. VC COM TODOS ESSES DIZERES DOS “PAIS” DA IGREJA ESTÁ FAZENDO PROVA CONTRA SI MESMO.

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    • EDMILSON disse:

      E VOCÊ DIZ PIADISTA!

      W. Frank disse:
      Me desculpe mas gosto não se discute. Com certeza a lombriga gosta do meio onde vive e se de lá sair morre seca.
      Não fique levantando placa de igreja. Fique apenas com a bíblia. Leia a bíblia e seja feliz.

      VIU COMO VOCÊ É UMA DESGRAÇA PARA SUA PRÓPRIA SEITA.
      AGORA W. FRANK EU NÃO LEVANTO PLACA DE IGREJAS W. FRANK.
      POIS A IGREJA CATÓLICA NÃO É PLACA.
      E OUTRA VOCÊ DIZ QUE FICA COM A BÍBLIA NÉ
      E POR ISSO VOCÊ SE TORNOU ESSE PIADISTA HEREGE CONTRADITÓRIO UM TIPICO MAL DO SÉCULO.

      AGORA EU W. FRANK LEIO A BÍBLIA MUITO MAIS EU NÃO FAÇO COMO VOCÊ QUE A INTERPRETA DE FORMA PARTICULAR.
      FRUTO DA DIVISÃO E DA SUA PRÓPRIA RUÍNA.

      É W. FRANK NÃO SEI COMO A HELEN DEIXA VOCÊ POSTAR SUAS ASNEIRAS AQUI NO BLOG DELA?

      VAMOS LÁ
      ME MOSTRE O FUNDAMENTO DA SUA SEITA W. FRANK?

      POIS ATÉ AGORA VOCÊ NÃO PROVOU NADA SÓ OS MESMO VÃOS ARGUMENTOS
      ME MOSTRE UM PADRE DA IGREJA UM ESCRITOR ECLESIÁSTICO QUE SUSTENTAM SUAS HERESIAS VAMOS LÁ ESTOU ESPERANDO?

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK ESSA SUA IGREJA ADVENTISTA DO 7º DIA É UMA SEITA
      VOCÊ É PODRE NÃO TEM RAIZ E POR ISSO SE ATOLA NUMA LAMA PODRE.

      I – O ADVENTISMO TROPEÇA NA BÍBLIA

      Na Revista Adventista de fevereiro de 1984, página 37, podemos ler o que se segue: “Cremos que… Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm aplicação e autoridade especial para os adventistas do sétimo dia.
      Negamos que a qualidade ou grau de inspiração de Ellen White seja diferente dos encontrados nas Escrituras Sagradas”.
      À luz de Ap.22.18,19, os adventistas necessitam se retratar, se não querem ser condenados.
      Os asd (adventistas do sétimo dia) às vezes se “defendem” da acusação acima, citando suas obras, nas quais os escritos de Ellen White e outras obras deles são, às vezes, chamados de luz menor e a Bíblia de luz maior(1). Algumas obras dos adventistas chegam a dizer que a Bíblia deve ser a nossa única regra de fé. Porém, esse “escudo”, muito longe de inocentá-los, expõe com naturalidade que são sutis e contraditórios. Sim, porque se os livros de Ellen White têm o mesmo peso da Bíblia, não são uma luz menor. E, se são uma luz menor, então não são tão inspirados quanto a Bíblia. E desse modo fica difícil sabermos em que crêem os adventistas. Afinal de contas, os escritos de Ellen White são ou não são do mesmo peso da Bíblia? Essa confusão não se dá por acaso. Trata-se de um recurso satânico para que o dito fique pelo não dito e a arapuca do diabo funcione. Tomara que o caro leitor não seja a próxima vítima! E, se já vitimou-se, que se liberte pelo conhecimento da verdade (Jo 8.32; Hb 4.12).

      II– O ADVENTISMO TROPEÇA EM CRISTO

      2.1. Confundem Jesus com o arcanjo Miguel

      Os asd afirmam que Jesus é o arcanjo Miguel.(2) Mas, segundo a Bíblia, Miguel é um dos primeiros príncipes, Dn 10.13. Ora, sendo o Senhor Jesus Cristo a segunda pessoa da Trindade (o que os asd não negam), Ele é plenamente Divino e, portanto, ímpar. E sendo Ele ímpar, então Ele é “o” e não “um dos”. Logo, Ele não é Miguel, pois como já vimos, Miguel é apenas “um dos…”. Sim, dizer que Jesus é Miguel, é negar a singularidade do Senhor. Logo, uma de duas: Ou Miguel é Jesus e este não é singular; ou Jesus é singular, e não pode, portanto, ser confundido com Miguel.
      Jesus exibiu Sua autoridade sobre o diabo e os demônios (Mc 16.17; Mt 4.10; Lc 10.17), mas Miguel escudou-se no Senhor, quando de seu confronto com Satanás (Jd 9). Isto exemplifica a disparidade que há entre Jesus e Miguel, o que prova cabalmente que são diferentes.

      2.2. Jesus também era pecador?

      O ASD prega ainda que Jesus também tinha o pecado original. Senão, vejamos: “…Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada…” (O Desejado de Todas as Nações, Ellen G. White, CPB, 37ª edição, página 82).
      “Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza pecaminosa, caída. De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo o filho de Adão _ uma natureza pecaminosa” (Estudos Bíblicos, CPB, edição de 1979, páginas 140_141). Que blasfêmia!

      III – O ADVENTISMO É EXCLUSIVISTA E PROSELITISTA

      3.1. Exclusivistas

      Basta-nos ler a Revista Adventista de abril/98 para vermos que os asd usam chavões como: “Nós, a igreja verdadeira”; “Nós, o povo remanescente”; “Nós, o único povo que tem a verdade…” Tanto que é assim, que nessa revista, no editorial de Rubens Lessa, os asd são aconselhados a deixarem de usar esses chavões “numa reunião em que não adventistas estão presentes”. Atentemos para o fato de que Rubens Lessa não reprova o uso desses chavões, mas tão-somente sugere que os mesmos sejam evitados, se houver não-adventistas por perto. Esse malabarismo dos adventistas os torna mais perigosos do que os Testemunhas de Jeová, os Mórmons e outras seitas diabólicas. É que estes batem de frente conosco, tachando-nos de falsos profetas na cara. Mas os asd, embora pensem assim também, não nos dizem isso nos primeiros contatos, a fim de não espantarem a presa. Essa estratégia tem funcionado, pois é grande o número de evangélicos que já se deixam levar. E isso prova que é verdadeiro o provérbio: “Que Deus me defenda dos meus amigos, porque dos meus inimigos me defendo eu.”

      3.2. Proselitistas

      Algumas das provas de que os asd são proselitistas, são:

      a) Os testemunhos: Os asd adoram publicar espalhafatosamente, em seus periódicos, as “conversões” de evangélicos às suas fileiras, os quais dão os seus “testemunhos” (ou tristemunhos, como às vezes brinco), dizendo que agora encontraram a verdade.(3) (Então não há verdade nas igrejas evangélicas?!);

      b) a euforia do senhor Bullón: Há um livro, cujo autor – adventista típico – afirma nas páginas 323-327 que nenhuma das igrejas evangélicas é a esposa do Cordeiro; antes são todas falsas e hipócritas, e que seus membros (adeptos) estão indo para o Inferno. Somos, pois, aconselhados a emigrarmos de nossas igrejas rumo ao Adventismo. Para nos dar esse conselho, o autor desse pernicioso livro se apóia em Ap 18.4 que diz: […] “Sai dela, povo meu” […]. E o “pastor” adventista Alejandro Bullón prefaciou o dito livro, esbanjando elogios e contando que a 1ª edição havia sido um sucesso entre os evangélicos, visto que 145 pessoas“aceitaram a mensagem bíblica adventista através da leitura deste livro” (SILVA, Lourenço Gonçalez. Assim Diz o Senhor. Niterói: [edição do autor]. 3 ed. 1986, pp. 5, 323-327). Sim, como os evangélicos se empenham em ganhar almas para Jesus, os asd empreendem nos arrancar de nossas denominações, levando-nos à sua suposta verdade que, segundo eles, não pregamos.

      IV – O ADVENTISMO É HIPÓCRITA E SOFISMÁTICO

      O “pastor” adventista Marcos de Benedicto, queixando-se dos que, segundo ele, preconceituosamente consideram que a sua “igreja” é uma seita, se defendeu dizendo que, como todas as igrejas protestantes, o ASD se firma somente na graça, na fé e nas Escrituras Sagradas – a Bíblia(4). Aqui, porém, podemos detectar dois sofismas: 1) O senhor Marcos de Benedicto faltou com a verdade, pois como já vimos, o ASD não se firma só na Bíblia, pois sustenta que os livros de Ellen White não são menos inspirados do que a Bíblia Sagrada; dizendo o “pastor” Marcos de Benedicto que o ASD se firma nos três pilares do movimento evangélico – só a graça, só a fé, só a Bíblia – faz parecer aos desavisados que os asd crêem que a “igreja” deles é como as demais. Vimos, porém, que o ASD se apresenta como a única igreja verdadeira. Assim se pode ver que Marcos de Benedicto é um autêntico representante de sua “igreja”. Sim, leitor, essa jogada é de praxe no ASD! Cuidado! 1 Pe 5.8

      V – O ADVENTISMO PÕE O LIXO SOB O TAPETE

      Já vimos que, segundo o ASD, havia uma profetisa chamada Ellen White, de cuja pena saíram livros do mesmo quilate da Bíblia. Porém, dispomos de provas materiais de que essa mulher era uma falsa profetisa. Ela era contraditória. São muitas as contradições, mas por ora, vejamos apenas os dois exemplos abaixo
      Afirmação: “Tendes pensamentos que não ousais exprimir de poderdes um dia alcançar as alturas da grandeza intelectual; de poderdes assentar-vos em conselhos deliberados e legislativos cooperando na elaboração de leis para a nação? Nada há de errado nessas aspirações” (Ellen White. Mensagens aos jovens. Santo André: Casa Publicadora Brasileira. 4 ed., 1978, p. 36).
      Contradição:“Os filhos de Deus têm de separar-se da política, de toda a aliança com os incrédulos. Não devem ligar seus interesses aos do mundo” (Ellen White. Fundamentos da Educação Cristã. Santo André: CPB. 1975, p. 483). Este exemplo basta para reduzir a frangalhos e cidadela dos asd. Contudo, exibiríamos muito mais, caso dispuséssemos de mais espaço.

      VI– O ADVENTISMO PISA NO SANGUE DE JESUS

      Ellen White, a papisa do ASD, registrou heresias de perdição, como a que se segue: “… Satanás, autor do pecado, sobre quem os pecados dos verdadeiros penitentes serão finalmente colocados”…(5) (Grifo nosso). Ora, essa declaração faz do diabo, co-redentor dos cristãos, a pesar dos asd dizerem que estamos interpretando mal. Sim, porque se as palavras dizem alguma coisa, foi isso que Ellen White disse. Veja o leitor, que ela afirmou que são os pecados dos verdadeiros penitentes que serão colocados sobre Satanás. Assim fica claro que ela não estava querendo dizer o que muitos asd pensam, a saber, que o diabo vai ter que responder por tudo de errado que ele fez, inclusive por nos haver induzido ao pecado. Não! Não pode ser isso, porque, nesse caso, os pecados de todos e não somente os dos verdadeiros penitentes seriam lançados sobre ele. Claro, um sofismático tem que responder diante de Deus por todas as pessoas que ele conseguiu ludibriar, mesmo que tais pessoas tenham mais tarde se livrado de suas trapaças.
      O que levou os adventistas à errônea conclusão acima, é o fato de eles interpretarem erradamente Lv 16.15-28, que fala de dois bodes que, segundo a lei de Moisés, eram apresentados ao Senhor para expiação do pecado. O primeiro bode era sacrificado; mas o segundo, levado ao deserto e abandonado à sua própria sorte. Ambos tipificavam a Cristo, cujo sangue vertido na cruz nos purifica de nossos pecados. Pode-se ver isso claramente no fato de que está escrito que ambos os bodes eram para expiação. E, como sabemos, só Cristo expia pecado. A menos que Jesus não seja o único Salvador, esses bodes retratam a Cristo e Seu sacrifício expiador. Interpretar de outra maneira, equivale a fazer de Satanás, coadjuvante de Cristo na redenção dos pecadores. Sim, se o bode emissário era para expiação de pecado, como a Bíblia o diz, e se ele tipificava o Diabo, como os asd pensam, então podemos afirmar que, segundo o ASD, os nossos pecados serão expiados na pessoa do Diabo. Aliás, isso foi dito com todas as letras por Ellen White, como demonstramos acima, transcrevendo suas palavras. Pensem nisso os sinceros e saiam dessa arapuca de Satã!

      VEJA A CONCLUSÃO DE ONDE VOCÊ SE ENCONTRA W. FRANK

      Considerando que o ASD: 1) Não tem a Bíblia como única regra de fé e prática; 2) tem um Jesus diferente do da Bíblia; 3) subestima a eficácia do sangue de Jesus; 4) esconde o lixo debaixo do tapete; 5) é ambígüo, etc., que tal mantermos distância? “Destes afasta-te” (2 Tm 3.5), bradou o apóstolo paulo com intrepidez! Você que está fora disso, não entre nessa barafunda; e você que está dentro desse labirinto, saia às pressas! “sai dela, povo meu” (Ap 18.4).

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    • EDMILSON disse:

      DEVEMOS GUARDAR O SÁBADO?

      DEVEMOS GUARDAR O SÁBADO?

      Uma questão muito discutida dentro do meio cristão é com relação a guarda de determinados dias da semana, os quais não se pode realizar nenhum tipo de trabalho, é um dia de descanso. É o caso do Sábado, em algumas Igrejas, e do Domingo, em outras. A guarda obrigatória do Sábado era uma ordenança válida apenas para o povo de Israel, como um cerimonial da sua saída do Egito (veja Êxodo 31:12-17). Além disso, a guarda do Sábado é ordenança da Lei Mosaica, que já foi abolida (cumprida) em Cristo Jesus, dando assim início a NOVA ALIANÇA, que dá fim as ordenanças cerimoniais:

      Romanos 6:14 – “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”

      Romanos 10:4 – “Porque Cristo é o fim da lei para a justificação de todo aquele que crê”

      Gálatas 5:18 – “Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei”

      Hebreus 8:8 – “Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma Nova Aliança… Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar”

      Romanos 7:4 – “Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus”

      Efésios 2:14,15 – “Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homem, fazendo a paz”

      2 Coríntios 3:6 – “O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica”

      Não estamos mais debaixo da lei, mas sim debaixo da graça, debaixo de uma NOVA ALIANÇA que Cristo fez conosco, não pela letra, mas pelo Espírito, “envelhecendo a primeira”. A Lei Moral, contudo, continua vigorando até hoje (como por exemplo amar ao próximo, honrar pai e mãe, não cobiçar, não matar, etc). Os sabatistas usam como argumento a fim de sustentar a guarda obrigatória do Sábado dizendo que esta é uma “Lei Moral” e, por isso, não foi abolida. Será mesmo? Isso é o que veremos a seguir:

      SÁBADO: LEI MORAL OU CERIMONIAL?

      A seguir doze razões pelas quais a guarda do Sábado é uma ordenança cerimonial, e não moral:

      1.Seria a guarda do sábado um preceito moral quando o próprio Deus declarou ser a sua guarda abominável aos seus olhos?

      Isaias ,1.13 – “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembléias; não posso suportar iniquidade, nem mesmo a reunião solene.”

      2. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando a sua guarda ficava subordinada à circuncisão? A lei de Moisés estabelecia que a circuncisão ocorresse no oitavo dia do nascimento da criança do sexo masculino (Lv 12.3). Se esse oitavo dia caísse num sábado, o sábado podia ser violado, para que a circuncisão fosse realizada. Como podia um preceito moral, segundo os sabatistas, ficar subordinado a um preceito cerimonial ou ritual?

      João 7.22-23 – “Pelo motivo de que Moisés vos deu a circuncisão (não que fosse de Moisés, mas dos pais), no sábado circuncidais um homem. Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem?”

      3. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que os sacerdotes no templo violavam o sábado para celebrar holocaustos e sacrifícios exigidos pela lei, ficando sem culpa?

      Mateus 12.5 – “Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?”

      4. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando sua guarda era comparada à violação de um preceito ritual como o caso de Davi que comeu os pães da proposição reservados exclusivamente aos sacerdotes?

      Mateus 12.4-5 – “Não tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele os que com ele estavam? Como entrou na casa de Deus, e comeu os pães da proposição, que não lhe era lícito comer, nem aos que com ele estavam, mas só aos sacerdotes.”

      5. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando os judeus, para quem o sábado foi dado, não retrucaram a Jesus quando estabeleceu o paralelo entre a acusação dos judeus de que os discípulos de Jesus estavam colhendo espigas e comendo-as o que, segundo eles, não era lícito fazer no sábado, com o exemplo de Davi que comeu os pães da proposição? Poderia um preceito moral ficar subordinado a um preceito cerimonial ou ritual (comer os pães da proposição)?

      Mateus 12.1-3 – “Naquele tempo passou Jesus pelas searas, em um Sábado; e os seus discípulos, tendo fome, começaram a colher espigas, e a comer. E os fariseus, vendo disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer num sábado”?

      6. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Jesus curou o paralítico postado à beira do tanque de Betesda e ordenou que ele carregasse a sua cama num dia de sábado?

      João 5.8-11 – “Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado. Então os judeus disseram àquele que tinha sido curado: É sábado, não te é lícito levar o leito. Ele respondeu-lhes: Aquele que me curou, ele próprio disse: Toma o teu leito, e anda.”

      7. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando Paulo compara a guarda do sábado como algo que poderia invalidar o seu trabalho em favor dos gálatas?

      Gálatas 4.9-11 – “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco.”

      8. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Paulo anunciou todo o conselho de Deus e não deixou nada do que fosse útil ensinar aos cristãos e nunca mandou guardar o sábado?

      Atos 20:20-27 – “Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas.” “Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.”

      9. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando Paulo afirma que não faz diferença se alguém guarda um dia e se outro guarda outro pois tudo isso é coisa indiferente?

      Romanos 14:5,6 – “Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz.”

      10. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Paulo declarou que as coisas passageiras da lei, como a guarda do sábado semanal, deveriam ser abandonadas pelos cristãos?

      Colocenses 2:14-17 – “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós cravando-a na cruz. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados. Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.”

      11. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que em razão da desobediência Deus, ele anuncia a fim de todos os sábados prescritos na lei, inclusive o sábado semanal?

      Oséias 2.11 – “E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades.”

      12. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Deus poria em esquecimento a guarda desse dia – o sábado semanal – em decorrência da desobediência do povo de Israel? Um preceito moral poderia ser posto em esquecimento?

      Lamentações 2.6 – “E arrancou o seu tabernáculo com violência, como se fosse a de uma horta; destruiu o lugar da sua congregação; o SENHOR, em Sião, pôs em esquecimento a festa solene e o sábado…”

      A vista de tudo isso, a guarda do Sábado é um preceito cerimonial (abolido) ou moral (que vale até hoje)? A resposta óbvio que fica é que é um preceito CERIMONIAL, abolido com a morte de Cristo, colocando em vigor a Nova Aliança, onde o Sábado não entra:

      Mandamento
      Antigo Testamento
      Novo Testamento
      1.º
      Êxodo 20:2-3
      I Coríntios 8:4-6;Atos 17:23-31
      2.º
      Êxodo 20:5,6
      I João 5:21
      3.º
      Êxodo 20:7
      Tiago 5:12
      4.º
      Êxodo 20:8-11
      ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
      5.º
      Êxodo 20:12
      Efésios 6:1-3
      6.º
      Êxodo 20:13
      Romanos 13:9
      7.º
      Êxodo 20:14
      I Coríntios 6:9-10
      8.º
      Êxodo 20:15
      Efésios 4:28
      9.º
      Êxodo 20:16
      Colossenses 3:9;Tiago 4:11
      10.º
      Êxodo 20:17
      Efésios 5:3

      COLOCENSSES 2:16 – O FIM DO SÁBADO

      “Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16,17)

      Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os sabatistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais.

      Comparando com Oséias 2:11:

      “E farei cessar todo seu gozo, as suas festas [cada ano], as suas luas novas [cada mês], e os seus sábados [cada semana], e todas as suas festividades”

      Agora, retornemos a Colossenses 2:14-17: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa [cada ano], ou da lua nova [cada mês], ou dos sábados [cada semana], que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.”

      POR QUE O DOMINGO?

      Ok. O Sábado foi abolido como ordenança cerimonial na qual não se pode realizar trabalho algum. Mas por que razão a maioria dos cultos em Igrejas Evangélicas são realizados no domingo?

      Porque a Bíblia nos mostra que os primeiros cristãos, da Igreja Primitiva, tinham o domingo como dia de culto:

      “E, depois dos dias dos pães ázimos, navegamos de Filipos, e em cinco dias fomos ter com eles a Trôade, onde estivemos sete dias. E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite.” (Atos 20:6-7)

      “Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.” (1 Coríntios 16:1-2)

      Também a ressurreição de Jesus e o dia de Pentecostes aconteceram em um domingo, e não em um sábado.

      Vale ressaltar que domingo é o dia de culto, e não de guarda. Com o fim da lei cerimonial, a observância obrigatória de qualquer dia é abolida, e qualquer pessoa que guarda algum dia se faz em vão, pois Cristo nos libertou da observância de certos dias como parte da escravidão da lei. É por isso que Paulo escreve aos Gálatas:

      Gálatas 4
      1 Ora, digo que por todo o tempo em que o herdeiro é menino, em nada difere de um servo, ainda que seja senhor de tudo;
      2 mas está debaixo de tutores e curadores até o tempo determinado pelo pai.
      3 Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão debaixo dos rudimentos do mundo;
      4 mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei,
      5 para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.
      6 E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.
      7 Portanto já não és mais servo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro por Deus.
      8 Outrora, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses;
      9 agora, porém, que já conheceis a Deus, ou, melhor, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?
      10 Guardais dias, e meses, e tempos, e anos.
      11 Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós.

      Guardar dias, meses, tempos ou anos, seja eles quais forem, é voltar a servidão debaixo dos rudimentos do mundo (v.3), mas com Cristo Jesus não estamos mais debaixo do jugo da lei, e não precisamos mais voltar outra vez aos rudimentos fracos e pobres (v.9), entre os quais estão a guarda de dias, meses, tempos ou anos (v.10). Cristo nos fez livres desta obrigação, de modo que agora nós não somos mais servos, mas herdeiros de Deus (v.7), e Paulo diz que se os gálatas guardam algum dia, o seu trabalho havia sido em vão (v.11)!

      O Sábado foi ABOLIDO, e não transferido para o domingo! Também na epístola de Paulo aos Romanos, ele escreve:

      “Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz.” (Romanos 14:5,6)

      Paulo afirma que não faz diferença se alguém guarda um dia e se outro guarda outro pois tudo isso é coisa indiferente. Ninguém é proibido de guardar algum dia, embora Paulo deixe claro que isso seja totalmente desnecessário a luz da Nova Aliança (Gl.4:10,11; Cl.2:16; Rm.14:5,6), mas ninguém também é obrigado, de maneira nenhuma, a observar qualquer dia que seja. “Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente”!

      Devemos nos apresentar ao Senhor como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o culto racional” (Rm.12:1), e não a observância obrigatória de algum dia em que não podemos realizar trabalho algum.

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    • Luiz disse:

      Olá W. Frank

      Jesus guardou o Sábado pois Ele tinha que cumprir a Lei e Ele nasceu debaixo da Lei simples assim. Quando a Bíblia diz que Cristo é o fim da Lei não significa que a Lei foi aniquilada ou totalmente destruída significa que A Antiga Lei foi abolida dando lugar a uma Nova Lei pois foi plenamente e poderosamente aperfeiçoada por Jesus inclusive a palavra para fim no grego nesse caso é telos que significa objetivo,alvo pode ate´ser entendia como finalidade.

      um abraço

      Luiz

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      • W. Frank disse:

        Olá, Luiz. A palavra “cumprir” encontrada em Mt 5:17 vem do original grego “plêrô” e significa dar o verdadeiro significado.” MÊ NOMISÊTE OTI ÊLTHON KATALUSAI TON NOMON Ê TOUS PROPHÊTAS OUK ÊLTHON KATALUSAI ALLA PLÊRÔSAI”. Não significa de forma alguma que uma vez cumprida por Ele estaríamos livres de cumprir.
        Já a palavra “fim” em Rm 10:4 vem do original grego “telos” e significa finalidade como vc disse. Essa palavra aparece em outros textos bíblicos e vou coloca-los em português e em seguida em grego. Tentei colocar a expressão pertinente em negrito mas, sou muito limitado quando se fala de computadores.

        “Porque Cristo é o fim da lei, para justificar todo aquele que crê” – “TELOS GAR NOMOU KHRISTOS EIS DIKAIOSUNÊN PANTI TÔ PISTEUONTI” Romanos 10:4.

        “Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas” – “KOMIZOMENOI TO TELOS TÊS PISTEÔS [UMÔN] SÔTÊRIAN PSUKHÔN” 1 Pedro 1:9.

        “Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” – “TO DE TELOS TÊS PARAGGELIAS ESTIN AGAPÊ EK KATHARAS KARDIAS KAI SUNEIDÊSEÔS AGATHÊS KAI PISTEÔS ANUPOKRITOU”1 Timóteo 1:5.

        Vc não acha que se a lei fosse abolida, como vc disse equivocadamente, São Paulo iria escrever coisas do tipo :
        “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom” Romanos 7:12.
        “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei” Romanos3:31.

        “A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei” Romanos 13:10.

        “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás” Romanos 7:7.

        Veja que se a lei fosse abolida não existiria mais pecado e, estaríamos livres para praticar qualquer conduta. Não haveria mais o certo e errado. Atente para este verso : “Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Romanos 3:20. Vc percebeu qual é a finalidade da lei??? Não é de nos salvar mas sim de nos apontar a conduta que estamos praticando que está em desacordo com a vontade de Deus. Podemos comparar a lei a um espelho. O espelho mostra que estou sujo porém é incapaz de me limpar. Ai, eu me lavo e pronto. Voltando à bíblia. A lei me mostra onde estou pecando, apenas isso. Então vou a Cristo e me “lavo” em seu sangue.
        Quando Paulo escreve para Timóteo : “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” 2 Timóteo 3:16. O que consistia esse termo “toda a Escritura”???

        Aguardo sua resposta
        .
        Abraços e boa noite!!!

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    • EDMILSON disse:

      VEJA AQUI W. FRANK COMO A IGREJA CATÓLICA É BÍBLICA

      1) – A Igreja Católica tem como seu fundador o próprio Jesus Cristo e ela comprova a sua autoridade com a sucessão Apostólica (Mt 16,18-19).
      A Igreja Católica é governada segundo a forma Bíblica:
      Bispos: (Atos 20,28) (Fl 1,1) (Tt 1,8)
      Presbíteros = anciãos: (Atos 15, 2-6) (Atos 15, 21) ( Atos 15, 18) (1Pedro 5, 1)
      Diáconos: ( Atos 6, 1- 6)
      2) – A Igreja Católica segue a advertência bíblica contra as divisões, cismas e sectarismo
      (Mt 12,25;16,18; Jo 10,16;17,20-23) ( Atos 4,32; Rom 13,13) 1 Cor 1,10-13; 3,3-4;10,17,11,18-19;12,12-27;14,33….)
      3) – A Igreja Católica está fundamentada na autoridade da Bíblia (Hb 4, 12-13; 2Tm 3, 16-17);
      da Tradição, isto é, o conteúdo da doutrina cristã vindo desde o começo do cristianismo quegarante a continuidade da única e mesma mensagem de Cristo (2Ts 2, 15) (1Cor 11,) e do Magistério, isto é, a palavra do Papa e dos Bispos unidos a ele (Mt 16, 19) (Lc 10,16).
      4) – A Igreja católica recebeu a missão de ensinar a verdade e cuidar da Sã doutrina (Mt 28,19-20 e Atos 2,42), e assim evitar o erro das interpretações particulares que provocam discussões e divisões. Ela é “coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tim 3,15)
      5) – A Igreja Católica conservou a Bíblia com todos os livros do Antigo Testamento (46 livros), conforme o uso dos primeiros cristãos e confirmado pelos Concílios regionais de Hipona (393) Cartago III (397), Cartago IV (419) e Trulos (692). E, quanto ao Novo Testamento, inspirada por Deus, estabeleceu os 27 livros. Foi ela também quem dividiu a Bíblia em Capítulos e versículos para facilitar a sua leitura.
      6) – A Igreja Católica tem os sete sinais da graça de Deus, Os Sacramentos:
      Batismo (Mt 28, 19)
      Crisma (Atos 8,18)
      Eucaristia (Mt 26, 26-29)
      Reconciliação ou confissão (Jo 20,23)
      Matrimônio (Mt 19, 3-9)
      Unção dos enfermos: (Tg 5, 13-15)
      Ordem (instituído por Jesus durante a última ceia, quando disse aos seus apóstolos na última ceia: “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19)
      7) – A Igreja católica acredita que o batismo é necessário para receber a salvação (Mc 16,16), o perdão dos pecados, o Espírito Santo (Atos 2,38) e tornar-se membro da Igreja (Atos 2,41).
      8 – A Igreja católica continua a conceder o sacramento da Crisma do mesmo modo como no passado (Atos 8, 18), isto é, pelos bispos, sucessores dos apóstolos.
      9) – A Igreja católica crê na presença real de Jesus na eucaristia (Jo 6,51.53-56). Ela vive fielmente as palavras da última ceia: “Isto é o meu corpo, que é dado por vós… Este Cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós” (Lc 22, 19.20). E ela cumpre na Santa Missa, o que manda São Paulo “Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Cor 11,26).
      10) – A Igreja católica mantém a prática de dar uma nova oportunidade de perdão dos pecados através do sacramento da penitência ou confissão, conforme a vontade do seu fundador (Jo 20, 21-23).
      Na Igreja Católica, os Sacerdotes receberam o poder de perdoar os pecados em nome de Deus. (Tiago 5,13-16) (Mateus 3, 4-6) (Neemias 9, 1-2)
      11) – A Igreja Católica professa ser o matrimônio indissolúvel, conforme o ensino de seu fundador (Mt 19,3-9). E ao mesmo tempo tem misericórdia e acolhe com amor aqueles (as) que passaram pela dura experiência da separação.
      12) – A Igreja católica continua o sacerdóccio instituído por Jesus Cristo na última ceia (Lc 22,14-20), e continuado desde a Igreja primitiva (Atos 6,6; 14,22; 1 Tm 4,14; 2Tm 1,6) até os nossos dias.
      13) – A Igreja continua a prática da unção dos enfermos para pedir a cura para espírito, alma e corpo, conforme ensino bíblico (Mc 6,13; 1Cor 12,9; Tg 5, 14-15) e a prática dos primeiros Cristãos passada de geração em geração até aos nossos dias.
      14) – A Igreja Católica venera a Virgem Maria conforme uma profecia bíblica (Lc 1,48) e a vontade do próprio Jesus (Jo 19,25-27).
      15) – A Igreja Católica professa quatro verdades fundamentais sobre Maria:

      1º – Ela é a mãe de Deus (Lc 1,43)
      2º – Permaneceu virgem antes, durante e depois de dar a luz ao Filho de Deus (Mt 1,16.18)
      3º – Em vista do seu divino Filho foi concebida sem pecado (Kecaritomene) (Imaculada) (Lc 1,28)
      4º – Terminado o seu tempo na terra foi elevada ao céu em corpo e alma (Assunção)
      (Ap 12,1-14)
      16) – A Igreja Católica aceita a autoridade dos Concílios Ecumênicos realizados desde o início do Cristianismo (Atos 15), e no decorrer dos séculos foram definindo a doutrina Cristã.
      17) – A Igreja Católica crê na doutrina bíblica:

      Do céu (1Cor 2,9; Ap 21, 3-4),
      Inferno (Mc 9,43-44)
      Purgatório e no valor da oração pelos mortos (2Mac 12,39-45); 1Cor 3,11-15; Tb 12,12;
      1Cor (15,29; 2Tm 1,16-18).
      18) – A Igreja Católica acredita na eficácia da intercessão da Virgem Maria e dos Santos, conforme o testemunho apresentado pela própria Escritura (Gn 18, 23-31; Ex 32, 11-14; Rom 1,9;
      Tg 5,16), e o testemunho de Cristãos que atribuem as graças alcançadas à intercessão dos Santos.
      19) – A Igreja Católica crê na existência dos anjos, e também na eficácia do seu auxílio.
      (Ex 23,20-23; Tb 3,25, Sl 90,11).
      20) – Na Igreja Católica acontecem centenas e centenas de milagres, que a ciência prova não serem fenômenos naturais.

      COMO ME ORGULHO DE SER CATÓLICO.

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK VOCÊ E SUAS VÃS TEORIAS ACORDA PRA VIDA!
      OLHA W. FRANK EU INTERPRETO A BÍBLIA COMO TODOS PADRES APOSTÓLICOS DA IGREJA E TODOS OS GRANDES EXEGETAS

      ESSAS SUAS FABULAS NÃO EXISTE

      DEPOIS VOU TI PASSAR UNS ESTUDOS SOBRE ISSO.
      ACORDA W. FRANK POR QUÊ ESTUDA A PATRÍSTICA NA FONTE VC TEM MEDO

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  8. Luiz disse:

    Olá W.Frank

    Obrigado pela resposta. Jesus aperfeiçoou de forma poderosa e gloriosa a Antiga Lei, veja no Sábado Jesus esteve morto assim Ele sepultou o Sábado e no dia que ele ressuscitou Ele inaugurou um novo dia.

    Abraço

    Luiz

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    • W. Frank disse:

      Não, Luiz. Jesus descançou no Sábado, pois esse é o dia para se fazer isso(Lc 4:16). Leia o seguinte : “E eis que o véu do templo se rasgou em duas partes de alto a baixo, a terra tremeu, fenderam-se as rochas.
      Os sepulcros se abriram e os corpos de muitos justos ressuscitaram.
      Saindo de suas sepulturas, entraram na Cidade Santa depois da ressurreição de Jesus e apareceram a muitas pessoas.
      Mateus 27:51-53
      Preste atenção. Esses justos ressuscitaram quando Jesus morreu na cruz e permanesceram no sepulcro, vivinhos, e de lá saíram apenas depois de ter terminado o sábado. Eles também descansaram no Sábado.
      Se a lei pudesse ser modificada ou anulada Deus teria feito isso para que Seu filho não precisasse morrer pela transgressão da lei. Seja honesto…contra fatos não há argumentos que sejam válidos, apenas argumentos falaciosos. É impossível defender o indefensável. Por mais que se empenhe. Abraços!!!

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  9. Luiz disse:

    Olá W. Frank

    Boa noite

    Em Genesis 2 : 2 diz que Deus ainda trabalhou no sétimo dia.

    Um abraço

    Luiz

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    • W. Frank disse:

      No Sétimo dia Ele criou o sétimo dia. Se não fosse importante criar o sétimo dia a semena teria apenas seis dias. Vc já reparou que a semana não tem relação astro-fisica alguma. O dia é a rotação da terra em torno do sol. O mês é a translação da lua en torno da terra e em torno dela mesma. O ano é a translação da terra em torno do sol. E a semana o que é? É um ciclo estipulado por Deus que se manteve inalterado desde a criação. Por que será que ninguém conseguiu alterar esse ciclo??? Já tentaram mas não foi premitido. Abraços.

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    • EDMILSON disse:

      W. FRANK essa sua seita conhecida como Adventistas do Sétimo Dia acredita e ensina que os verdadeiros Cristãos devem observar o sétimo dia – Sábado.
      Mas ensinar que os Cristãos têm o dever de guardar o sétimo dia nos dias de hoje é trazê-los de volta à Lei de Moisés que só deveria continuar até que Cristo viesse.

      W. Frank embora vocês“Adventistas” afirmem guardar o sábado segundo o Antigo Testamento, você não obedece a lei do sábado na sua totalidade. Você W.Frank não obedece o mandamento (encontrado em Êxodo 31:14 e em outros lugares) que todo o que profana o sábado deve ser morto.
      ME DIGA ? W. FRANK EM QUE ATOLEIRO VOCÊ SE ENCONTRA?
      /////////////////////////////

      Você W. Frank justifica” o seu ensino de que os Cristãos devem observar o sábado?

      Mais o seu argumento de que os humanos tiveram que guardar o sábado desde o início. No entanto,W. Frank não existe qualquer apoio Bíblico para isso.
      ///////////////////
      É verdade que Deus cessou sua obra criativa no sétimo dia, mas não temos qualquer registo de instruções dadas ao homem sobre esse dia. Nem existe qualquer registo de Adão e Eva guardando o sábado quer antes ou depois da sua desobediência. No entanto em uma publicação dos “Adventistas” (From Sabbath to Sunday(Do Sábado para o Domingo), página 18, Charles B. Haynes) é feita a seguinte afirmação acerca do sábado: “É um dos dois sobreviventes da vida no Éden que persistem desde a Queda, o outro é a instituição do matrimónio, e assim é fundamental para o ideal do Éden.” Na verdade, no mesmo livro tem uma imagem de um artista sobre o Éden, onde Adão e Eva de pé estão contemplativamente olhando o céu. Debaixo da imagem tem o texto: “O sétimo dia era ocupado por Adão e Eva em santo descanso e adoração, pois Deus abençoou o sétimo dia, e santificou-o”.

      Mas para sua frustação W. Frank não existe qualquer evidência Bíblica de que Adão e Eva guardavam o sábado. OLHA W. FRANK é uma ofensa muito séria fazer uma leitura da Bíblia colocando coisas que ela não ensina.
      //////////////////////////////////////
      E MAIS CHARLATÃO W. FRANK! FILHOS DAS TREVAS.
      Não existem instruções sobre o sábado, nem existe qualquer registo de observância do sábado, nas histórias dos outros grandes homens de Deus que viveram antes de Moisés – homens como Noé e Abraão.
      Certamente os Israelitas não poderiam guardar um dia de descanso semanal quando foram escravos no Egito.
      ///////////////////////////////////////

      Sábados Especiais

      Já fizemos referência às palavras de Paulo aos Colossenses (2:16) – “Ninguém, pois, vos julgue… por dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.” Os Adventistas do Sétimo Dia dizem que os sábados mencionados nesta passagem são sábados especiais.
      SO NESSA PASSAGEM W. FRANK VOCÊ E SUA SATÂNICA SEITA JÁ É REFUTADO!
      //////////////////////////
      Agora com certeza existiram sábados especiais – que são mencionados em Levítico 23: 24, 32, 39; mas se Paulo tivesse esses em mente, ele certamente teria dito isso. O primeiro esignificado obvio de “sábado” é sétimo dia da semana, e as palavras de Paulo teriam sido muito enganadoras(levar pessoas a erro) se ele não se tivesse referindo ao sábado sétimo dia.
      //////////////////////////

      As notas que se seguem do comentário “Speaker’s Commentary” apresenta bem o caso:

      “Temos aqui uma enumeração exaustiva dos dias de observância dos Judeus – anual (como Páscoa, Pentecostes, Tabernáculos); mensais (Números 28:11); semanais, sábado. São assim classificados no Antigo Testamento (2 Reis 4:23; 1 Crónicas 23:31; 2 Crónicas 2:4 e 31:3; Ezequiel 45:17; Oseias 2:11)”.

      Meu caro W. Frank você e os Adventistas do Sétimo Dia têm tanta má vontade em admitir que o sábado de Colossenses 2 é o sábado semanal que vocês usam argumentos desesperados para defender a sua posição. Vocês dizem que o sábado de Colossenses 2 não pode ser um sábado semanal porque é chamado de “sombra das coisas que haviam de vir,” enquanto que (dizem eles) o sábado semanal não é uma sombra do que haveria de vir.
      Mas eu ti pergunto? W. Frank em que autoridade você e os adventistas têm para dizerem isso? Você faz afirmações, mas não provêm provas.
      W. FRANK VOCÊ DISTORCE A SUA BÍBLIA JÁ ADUTERADA
      VOCÊ FALA COISAS QUE NENHUM APOSTÓLO E NENHUM PADRE DA IGREJA FALOU OU PREGOU!
      //////////////////////////////////////////////

      W. Frank você conhece as Leis Cerimoniais e Morais?
      VAMOS LÁ

      Já ti provei W. Frank que nas passagens de Atos, Romanos e Gálatas que dizem que a Lei de Moisés durou até Cristo.

      Agora eu ti pergunto! Como é que você charlatão? Comoos “Adventistas” lidam com a evidência apresentada nessas passagens?

      Vocês dizem que duas leis diferentes foram dadas a Israel:

      1. Os Dez Mandamentos
      ////////////
      2. Os outros mandamentos

      Vocês pertencentes da seita Adventista W. Frank chamam os Dez Mandamentos de lei moral; e os outros mandamentos de lei cerimonial. Os Dez Mandamentos, dizem vocês, são a lei eterna de Deus, agora a lei cerimonial chegou ao fim quando o Senhor Jesus foi crucificado.
      //////////////////////////////////////
      Me diga W. Frank? Qual é o verdadeiro ensinamento da Bíblia sobre este assunto?

      Em Gálatas 4, Paulo contrasta duas alianças, aquela ligada à lei dada no Sinai, e a outra relacionada com Jerusalém. Se tivessem sido dadas duas leis no Sinai, como diz você W. Frank e as seitas “Adventistas”, esta passagem seria muito confusa; pois esperaríamos que Paulo especificasse de que lei ele estava pensando.
      //////////////////////////////
      Agora W . Frank se foram dadas duas lei no Sinai, as palavras de Hebreus 12:18-29 seriam também confusas. Leia e veja por si mesmo.

      Para mais, as Escrituras nunca usam as expressões “lei moral” e “lei cerimonial”. Na Bíblia, essas distinção não existe coloca isso na sua cabeça.

      Agora algumas expressões que não se encontram na Bíblia podem ser aceites porque elas expressam ideias Bíblicas. Mas aqui temos expressões não Bíblicas que não podem ser aceitas porque estão baseadas em ideias não Bíblicas e isso é o que você prega W. Frank.
      //////////////////////////////////
      A ideia de que só os Dez Mandamentos se referem a princípios morais é completamente não Bíblica. É absurdo classificar estes mandamentos que instruíam os Israelitas a mostrarem consideração para com os estrangeiros e pobres, e aqueles governando a conduta sexual e relações de casamento, como mandamentos cerimoniais. Eles obviamente dizem respeito a princípios morais.
      /////////////////////////////
      Saiba tu W . Frank que o Senhor Jesus declarou que toda a lei e os profetas dependiam de dois mandamentos, “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração….” e, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:36-40).

      Veja a força disso! Amar Deus e amar o próximo são muito mais do que assuntos de cerimonia. Estes dois propósitos são acerca de princípios morais, e são a base de uma única lei dada por Deus, e de toda essa lei. Assim, uma lei, e só uma, foi dada no sinai, e o propósito desta lei era levar as pessoas a Cristo.
      ///////////////////////////
      A Glória Desvanecente das Tábuas de Pedra

      Por isso W. Frank é muito difícil ver como qualquer um que não ficasse já convencido por este ensino Bíblico. Mas aqueles que ainda insistem que os Dez Mandamentos se mantêm quando o resto da lei foi removida encontrarão as palavras de Paulo em 2 Coríntios 3, do versículo 3 ao 11, impossíveis de explicar. (Leia toda a passagem com cuidado). Aqui a referências mais claras que são feitas sobre os Dez Mandamentos, e é nos ditos que eles desapareceram (desvaneceram).

      Gravado com letras em pedras – A face de Moisés brilhando – a referência aos Dez Mandamentos é inequívoca. Veja como Paulo chama os Dez Mandamentos “ministério da morte” e “ministério da condenação”; e observe que eles desvaneceram, enquanto que a “ministério do espírito” continua.

      E ainda assim é nos dito por você W. Frank e pelos Adventistas do Sétimo Dia que os Dez Mandamentos de Deus são a lei eterna de Deus! Embora os “Adventistas” entrem em grande detalhe em seus escritos para explicar os seus ensinamentos sobre o sábado, pois você W. Frank só papagaiou em uma vã tentativa ou nenhuma em explicar o que representa o sábado.
      POR QUE VOCÊ NÃO CONHECE A BÍBLIA W. FRANK E SUA SEITA SATÂNICA ADVENTISTA NEM 500 ANOS TEM!
      SUA SEITA NÃO SELECIONOU A BÍBLIA SUA SEITA NÃO TEM TRADIÇÃO E MAGISTÉRIO E ENFIM SÓ É APOIADA PELO RACIONALISMO SATÂNICO QUE LEVA A DIVISÃO.

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      • W. Frank disse:

        E por acaso existe evidência de Deus estar cansado para ter que descansar. Deus não se cansa(Is 40:28). Deus, que não se cansa, descansou. Cristo que nunca pecou foi batizado. Por que vc acha que fizeram tais coisas??? Para nos dar o exemplo. Mas vc é muito limitado mesmo.

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  10. Sueli Souza disse:

    Reforço o que Edmilsom disse: “Que orgulho eu tenho de ser CATÓLICA” Obrigada JESUS e MARIA por não me abandonarem, sempre fui guiada, apesar de meus muitos pecados, por vossa bondade de nunca dar ouvidos a doutrinas contrárias à minha fé católica, passadas de geração em geração, pois meus antepassados morreram com o rosário nos lábios e entre os dedos e rogo a VIRGEM SANTA que me conceda a mesma graça.

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    • EDMILSON disse:

      SUELI PARABÉNS SÓ EXISTE A IGREJA CATÓLICA UNA SANTA.
      EU TI PROVO ISSO FACILMENTE E APOSTO 1000 MIL REAIS EM CARTÓRIOS
      COM QUAL QUER PROTESTANTE OU ANTI CATÓLICO QUE VIER QUERER INUTILMENTE ME REFUTAR.

      SUELI AS SEITAS PROTESTANTES A MAS ANTIGA AINDA VAI FAZER 500 ANOS.
      LUTERO PREGOU A SOLA SCRIPTURA AMIGA E COM ISSO CADA DIA APARECEM FALSOS PROFETAS DO APOCALIPSE.

      COM DOUTRINAS HERÉTICAS CHEIAS DE BLASFÊMIAS
      OLHA SUELI QUER VÊ COMO É FÁCIL CALAR UM PROTESTANTE PERGUNTE PARA UM PROTESTANTE UM NOME DE UMA IGREJA PROTESTANTE ANTES DE 1480? PEÇA A UM PROTESTANTE UM SÓ VERSÍCULO BÍBLICO EM QUE DEUS DA AUTORIDADES PARA HOMENS FUNDAR IGREJAS? E MAS SUELI PERGUNTE A UM PROTESTANTE QUAL DAS 50 MIL SEITAS NO BRASIL É A VERDADEIRA? PERGUNTE A UM PROTESTANTE ESSA PERGUNTA DIGA A UM PROTESTANTE ISSO? SE AS IGREJAS PROTESTANTES É VERDADEIRA? POR QUÊ ENTÃO ELA É ACHADA CHEIA DE DOUTRINAS HERÉTICAS ONDE NASCE TODO DIA IGREJAS DA MACONHA, IGREJAS DE HOMOSSEXUAIS, MÓRMONS , ADVENTISTAS, TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENTRE OUTRAS SUELI.

      OLHA TODAS ELAS SÃO PROTESTANTES POIS NASCERAM E NASCE A CADA DIA DO LIVRE EXAME BÍBLICO!

      OLHA SUELI COMO ESSES IRMÃO SEPARADO DE NOME W. FRANK
      ELE DIZ TANTAS LOROTAS ELE TEM A CARA DE PAU DE PEGAR EM SITES PROTESTANTE PEDAÇOS DE ESTUDOS E CARTAS DOS PADRES DA IGREJA E TIRAR FRASES DO CONTEXTO ESSE CARA É UMA PIADA.

      PARABÉNS AME SUA IGREJA SUELI POIS É VERDADEIRA.

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    • Helen disse:

      Amém Sueli, amém!

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      • W. Frank disse:

        Me desculpe mas gosto não se discute. Com certeza a lombriga gosta do meio onde vive e se de lá sair morre seca.
        Não fique levantando placa de igreja. Fique apenas com a bíblia. Leia a bíblia e seja feliz.

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    • EDMILSON disse:

      Ellen White no período de 1844 a 1851

      No período que foi de 1844 a 1851 podemos constatar que prevaleceu entre os adventistas do 7º dia certa euforia mística que não só afectou a igreja, mas principalmente o crescimento da profeta, a qual acabou por enveredar numa atitude infantil e sofrer as suas consequências. Todavia quem conhece o percurso da irmã White pode confirmar como nela se operou o dom de profecia e como cresceu pouco a pouco rumo à maturidade espiritual. Aqueles que pensam que os profetas não erram ou que tudo o que diz é absoluta verdade, equivocam-se e acabarão ou por cair no fanatismo ou repudiar os testemunhos. Vamos pois analisar esse período inicial e atribulado em que se sustentaram doutrinas tão absurdas como aquela que afirmava que o tempo da graça havia terminado e portanto qualquer esforço missionário era descartado, ou que a segunda vinda de Cristo aconteceria em 1851.

      Devemos enfrentar os problemas e explicá-los, em vez de enfiar a cabeça na areia – qual avestruz – e incorrer no pecado de negar conscientemente os factos. Muitos preferem não estudar estas coisas, mas Deus requer de nós inquirição e honestidade. Incluso certos pastores mentem descaradamente quando são confrontados com questões deste tipo, quando deveriam ser os primeiros em conhecê-las para poder pastorear o rebanho, especialmente prestar ajuda àqueles que crescem na fé e fazem perguntas que demandam sempre uma resposta espiritual, bíblica e do Espírito de Profecia. Não enxergam a tremenda responsabilidade que assumiram ao ser pastores, continuando a agir como apenas tivessem que prestar contas de si mesmos, apesar de serem, de facto (sublinhe-se) responsáveis por todo o rebanho que está entregue ao seu cuidado – ora, isso é uma tremenda responsabilidade, uma obra exigente e sagrada, uma tarefa que apenas poderemos descrever com estas palavras de Jacob: terribilis est locus iste.

      Depois do desapontamento de 22 de Outubro de 1844 prevaleceu entre a comunidade de Ellen certa expectação da vinda de Cristo. Não entraremos aqui em discussão acerca do verdadeiro dia de expiação em 1844, mas registe-se que é necessário reconhecer que houve um erro na sua identificação, pois nesse ano o Yom Kipur ocorreu no dia 23 de Setembro. Isto não é problemático e deve aceitar-se sem prejuízos ou preconceitos, como também outros equívocos da mesma natureza. Seja como exemplo, a contagem dos 1260 anos desde ano 538 dC. De facto, em 527 Justiniano ascendeu ao poder, em 531 intensificou a sujeição de toda a igreja ao bispo de Roma (Papa), e em 533 conferiu-lhe o título de Rector Ecclesiae, pelo que nessa data o papismo já estava estabelecido. E se contarmos desde esta data (533), chegamos até 1793, quando começam os 3 anos proféticos, os quais Ellen confundiu, ao escrever: “Segundo o profeta, portanto, um pouco antes de 1798…” (CS, p. 134), quando o texto diz exactamente o revés (depois): “Quando acabarem o seu testemunho,…” (Ap. 11:7), quer dizer, depois dos 1260 anos (segundo a cronologia tradicional, depois de 1798, mas 1793 está antes!). Ora, nos Primeiros Escritos, a irmã White mostra claramente como a Deus, essas cronologias exactas, de facto não lhe interessam muito, ao escrever: “Vi o povo de Deus, com alegria, em expectação, aguardando o seu Senhor. Mas era intento de Deus prová-los. Sua mão ocultou um engano na contagem dos períodos proféticos. Aqueles que estavam esperando pelo seu Senhor não descobriram este erro, e os homens mais doutos que se opunham ao tempo também deixaram de o ver.” (p.236).

      Refere-se aos primeiros cálculos, que levavam a 1843, em vez de a 1844, e muito certamente também ao primeiro cômputo nesse ano (Março de 1844) e obviamente podemos considerar também 22 de Outubro. Hoje sabemos que o dia exacto do Yom Kippur em 1844 foi 23 de Setembro, no Outono. E isto deveria assumir-se, sem qualquer problema, até porque geralmente a serva do Senhor coloca a ênfase na estação, mais do que no próprio dia e escreve: no Outono de 1844; evidentemente também ela não sabia que 22 de Outubro não coincidia com o Dia da Expiação, em 1844. Além do mais, o Dia de Expiação em que vivemos é um processo que já leva anos, e neste sentido conhecer o dia exacto do Yom Kippur em 1844, não era coisa importante, mas sim fazer o povo passar pela prova do desapontamento (essa era a intenção do Pai celestial, como se pode ler no texto supra). Por outro lado, os eventos da economia da salvação (soteriologia), são processos complexos, que não sucedem in abrupto, mas onde o elemento temporal serve apenas de orientação (são marcos ao longo da sequência profética), principalmente tratando-se de eventos celestiais (no céu, na eternidade). Mas voltemos ao assunto principal.

      Depois do noivo tardar, como se entendeu, prevaleceu a ideia de que o clamor da meia-noite tinha sucedido nessa ocasião e que o Esposo veio à “ceia das bodas” em 22 de Outubro de 1844. O texto de Mateus reza: E saindo elas [as virgens insensatas] para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta!” Mat. 25:10.

      Sustentavam que isso se cumpriu em 22 de Outubro de 1844, quando Cristo se levantou no santuário celestial e passou do Lugar Santo ao Lugar Santíssimo, fechando-se assim a porta da salvação para todos, excepto para “as virgens prudentes,” ou seja, os crentes adventistas que participaram no movimento de Guilherme Miller em 1844 e continuavam fiéis. Jesus agora estava “encerrado” com seu povo especial, e a sua tarefa consistia em prepará-los e purificá-los por meio de uma série de provas e tribulações para que fossem dignos de receber o Seu reino. Cristo estava ministrando só a Israel – os crentes adventistas.

      Ensinavam que era tempo de prova, o que envolvia certos pontos da verdade, como o sábado, e que portanto o ministério de Cristo em favor da salvação dos perdidos tinha terminado. Ninguém mais se salvaria. O tempo da graça havia chegado ao fim.

      Em Dezembro de 1844, Miller ainda escrevia que: “Ao advertir os pecadores e tentar despertar uma igreja formal, cumprimos nossa obra. Em sua providência, Deus fechou a porta; só podemos instar-nos mutuamente a ser pacientes.” Advent Herald, 11 de dez. de 1844.

      Em 19 de Fevereiro de 1845, Miller escreve o seguinte: “Não vi nenhuma conversão legítima desde então [22 de outubro de 1844].” Voice of Truth, 19 de fev. de 1845.

      Pelo final de 1848 muitos dos crentes na porta fechada, incluindo Miller, haviam abandonado essa doutrina estranha e herética; mas havia uns poucos adventistas que persistiam na doutrina da porta fechada. Dentre os quais destacava-se Joseph Bates. Ele ensinava que haveria um período de sete anos durante o qual Cristo provaria Seus filhos (baseava-se no ritual das sete aspersões que pertencia ao Yom Kippur). Acreditava que no final desse período, em 1851, aconteceria a segunda vinda de Cristo. Assim, em 1847 escreveu o seguinte: “A porta aberta de Paulo, então, era a pregação do evangelho aos gentios. Feche-se esta porta, e a pregação do evangelho não terá nenhum efeito. Isto é exactamente o que dissemos que ocorre. A mensagem do evangelho terminou no tempo assinalado com a terminação dos 2300 dias [em 1844]; e quase todos os crentes honestos que estão observando os sinais dos tempos o admitirão.” Joseph Bates, Second Advent Waymarks, 1847, pp. 97-110.

      Também Tiago e Ellen White eram ardentes partidários da doutrina da porta fechada. De facto, em 1845, Ellen recebeu visões (não esqueça isto) que mostravam que a porta da salvação estava fechada. Lucinda Burdick, também do Maine, diz: “Ouvi falar pela primeira vez da Srta. Ellen G. Harmon (depois Sra. Ellen G. White) em princípios do Inverno (Janeiro ou Fevereiro) de 1845, quando meu tio Josiah Little veio à casa de meu pai e informou que havia visto uma tal Ellen Harmon no ato de ter visões que ela assegurava receber de Deus. Meu tio disse que ela afirmava que Deus lhe havia revelado que a porta da misericórdia tinha-se fechado para sempre, e que de agora em diante não havia mais salvação para os pecadores. Isto me causou grande inquietude e angústia mental, porque eu não havia sido baptizada e meu jovem coração se preocupou muito pelo que sucederia com a minha salvação se a porta da misericórdia estivesse realmente fechada.” Carta de Lucinda Burdick, Bridgeport, Connecticut, 26 de set. de 1908.

      Ela recorda que: “Ellen estava tendo o que se conhecia como visões: Dizia que Deus lhe havia mostrado em visão que Cristo Jesus se levantou no dia décimo do sétimo mês de 1844 e fechou a porta da misericórdia; que havia abandonado para sempre o trono mediador; que o mundo inteiro estava condenado e perdido, e que jamais se salvaria qualquer outro pecador.” Miles Grant, An Examination of Mrs. Ellen White’s Visions, Boston: Advent Christian Publication Society, 1877.

      Note que a mensagem de Ellen White era de que não restava qualquer obra por fazer a favor dos não-adventistas. O mundo estava irremediavelmente perdido.

      O ministro adventista Isaac Wellcome recorda o seguinte: “Amiúde, estive em reuniões com Ellen G. Harmon e Tiago White em 1844 e 1845. Várias vezes a sustive enquanto caía ao solo – às vezes quando desmaiava durante uma visão. Ouvi-a relatar suas visões destas datas. Várias foram publicadas em panfletos, dizendo que todos os que não apoiavam o movimento de 1844 estavam perdidos, que Cristo havia abandonado o trono da misericórdia, que todos os que seriam selados o haviam sido, e que ninguém mais se arrependeria. Ellen e Tiago ensinaram isto por um ou dois anos. Recentemente, em suas visões publicadas, chamadas ‘Testemunhos,’ suas visões diferem amplamente, e contradizem suas visões anteriores directa e patentemente.” Ibid.

      Não podemos desconsiderar esses testemunhos da época. São deveras verdadeiros documentos e qualquer investigador sério deve tê-los em linha de conta. Algumas mentalidades tacanhas, incluindo pastores, têm o desplante de manifestamente ignorar os factos. Ora, essa atitude é infantil, despropositada e desonesta. Sejamos prudentes e sinceros, senão viramos pocilga de pecados, omissões, falso testemunho, etc.

      Em 1846, a irmã Ellen White escreveu algo que importa recordar, afirmando que a porta da salvação estava realmente fechada: “Enquanto em Exeter, Maine, ao estar reunida com Israel Dammon, Tiago, e vários outros, e muitos deles não criam numa porta fechada. Eu sofria muito no início da reunião. A descrença parecia estar por todo lado. Havia uma irmã ali que era considerada muito espiritual. Tinha viajado e fora uma poderosa pregadora pela maior parte do tempo durante vinte anos. Ela havia sido verdadeiramente uma mãe em Israel. Mas uma divisão havia surgido no grupo sobre a questão da porta fechada. Ela tinha tido grande misericórdia, e não podia crer que a porta estava fechada. (Eu nada soubera da diferença entre eles). A irmã Durben levantou-se para falar. Sentia-me muito, muito triste. Minha alma parecia em agonia o tempo todo, e enquanto ela falava, caí de minha cadeira ao chão. Foi então que tive uma visão de Jesus erguendo-se de Seu trono de Mediador e indo para o Lugar Santíssimo, como o Noivo indo receber o Seu reino. Todos estavam profundamente interessados na visão. Todos disseram que era algo inteiramente novo para eles. O Senhor operou com grande poder estabelecendo a verdade em seus corações. A irmã Durben sabia o que era o poder do Senhor, pois havia-o sentido muitas vezes; e pouco tempo depois que eu caí, ela foi atingida, e caiu ao chão, clamando para que Deus tivesse misericórdia dela. Quando eu saí da visão, meus ouvidos foram saudados com o cântico e clamores da irmã Durben em alta voz. A maioria deles recebeu a visão, e ficaram estabelecidos quanto à porta fechada.” Ellen White, Manuscript Releases, Vol. 5, p. 97

      Muitos ainda não estavam convencidos. Por isso e sentindo a responsabilidade, os White começaram a viajar para anunciar e convencer os outros adventistas, como o Irmão Stowell, de que a porta da salvação estava fechada. Ellen escreve: “O primeiro sábado que passamos em Topsham [24 de Março] foi doce e interessante. Parecia que Jesus mesmo passava pelo meio de nós e espalhava sua luz e sua glória sobre nós. Todos bebemos um grande sorvo do poço de Belém. O Espírito veio sobre mim e fui arrebatada em visão. Vi muitas coisas importantes, algumas das quais as descreverei antes de fechar esta carta. Vi que o irmão Stowell, de Paris, vacilava sobre a questão da porta fechada. Pareceu-me que devia visitá-los. Embora o lugar ficasse a cinquenta milhas de distância e o caminho estivesse em condições muito más, cria que Deus me daria forças para fazer a viagem. Fomos e encontramos a necessária força. Não tinha havido uma reunião no lugar por mais de dois anos. Passamos uma semana com eles. Nossas reuniões foram muito interessantes. Tinham fome da verdade presente. Tivemos com eles reuniões livres e poderosas. Deus me deu duas visões enquanto estive ali, para grande consolo e fortaleza dos irmãos e irmãs. O Irmão Stowell foi firmado na doutrina da porta fechada e em toda a verdade presente de que havia duvidado.” Ibid., p. 93.

      Leia outra vez o texto atentamente.

      Veja o que Otis Nichols escreveu a William Miller em Abril de 1846 elogiando a Irmã White por suas visões acerca da porta fechada: “Sua mensagem sempre era acompanhada pelo Espírito Santo, e onde quer que fosse recebida como de parte do Senhor, quebrantava e derretia seus corações como se fossem criancinhas, e alimentava, consolava, e fortalecia os débeis, e os animava a apegar-se à fé, e ao movimento do sétimo mês; e que nossa obra para a igreja nominal e o mundo estava terminada, e o que restava fazer era a favor da casa da fé.” DF 105, de Otis Nichols para Guilherme Miller, 20 de abril de 1846. (Extraída de The Early Years, Vol. 1, pp. 75-76).

      Outro testemunho da época, provêm de John Megquier, que vivia em Poland, Maine. Foi em sua casa que Ellen teve muitas das suas primeiras experiências carismáticas. Ele disse: “Conhecemos bem a trajectória de Ellen G. White, a vidente, enquanto esteve no estado do Maine. Algumas das primeiras visões que teve ocorreram em minha casa de Poland. Dizia que Deus lhe havia dito em visão que a porta da misericórdia se havia fechado, que não havia mais oportunidade para o mundo, que ela podia dizer quem tinha manchas em sua veste, e que essas manchas eram obtidas pondo em dúvida se suas visões eram do Senhor ou não. Então ela dizia o que fazer, o que cumprir, para recuperar outra vez o favor de Deus. Então Deus lhe mostrava, por meio de uma visão, quem estava perdido, e quem estava salvo em diferentes partes do estado, segundo houvessem aceitado ou rechaçado as visões.” Ibid.

      O sentimento e a certeza dessa doutrina era tão forte que em 1847, Tiago publicou um documento intitulado A Word to the Little Flock (Uma Palavra ao Pequeno Rebanho), no qual ele e Ellen promoviam a doutrina da porta fechada. Nesse livrito, Ellen descreve uma visão que muitos recordarão. O texto diz assim: “Enquanto orava no altar da família, o Espírito Santo veio sobre mim, e parecia que estava sendo transportada mais e mais para o alto, bem acima do escuro mundo. . . Ergui os olhos, e vi um caminho recto e estreito que se estendia muito acima do mundo. Nesse caminho o povo do Advento estava viajando para a cidade, que se situava na sua extremidade. Tinham por detrás e no princípio do caminho uma luz brilhante que um anjo me assegurou ser o clamor da meia-noite. Essa luz brilhava ao longo do caminho inteiro e fornecia luz para os seus pés de modo a que não tropeçassem. Se mantivessem os olhos fixos em Jesus, que estava à frente deles, conduzindo-os para a cidade, estariam seguros. Mas logo alguns… negaram grosseiramente a luz atrás deles e disseram que não fora Deus quem os conduzira até tão distante. A luz por detrás desses extinguiu-se deixando-lhes os pés em total escuridão, e tropeçaram e perderam de vista o marco e a Jesus, e caíram para fora do caminho, mergulhando para o mundo escuro e ímpio em baixo. Era tão impossível para eles alcançar o caminho novamente e seguir para a cidade, como também para todo o mundo ímpio que Deus havia rejeitado.” A Word to the Little Flock, 1847.

      Já leu isto em Primeiros Escritos, não é verdade? Compare e veja se nota algo de diferente.

      No mesmo documento, Tiago acrescentou os seus próprios pensamentos sobre a doutrina da porta fechada. Escreveu o seguinte: “Jesus está claramente representado na Bíblia em seus diferentes caracteres, ofícios, e obras. Na crucifixão, foi o manso cordeiro que foi morto. Desde a ascensão até que a porta se fechou em Outubro de 1844, Jesus continuou com seus braços de amor e misericórdia abertos, pronto para receber e advogar a causa de cada pecador que viesse a Deus por meio dele. No dia décimo do mês sétimo de 1844, entrou ao Lugar Santíssimo, onde desde então tem sido um misericordioso ‘Sumo sacerdote sobre a casa de Deus.'” Ibid., pp. 1-2.

      Lá por volta de 1848 muitos começaram a discutir a veracidade da teoria, mas os White e Bates continuaram insistindo e pregando a doutrina da porta fechada. Tiago iniciou uma nova revista mensal intitulada Present Truth, onde o tema central era o da porta fechada ou o fim da graça.

      Ellen insistia com zelo inaudito que o dia da salvação para os perdidos tinha terminado. Em Agosto, Ellen publica na Present Truth o que o seu anjo acompanhante lhe tinha dito: “Meu anjo acompanhante me convidou a buscar ver o trabalho pelas almas dos pecadores, como antes existia. Olhei, mas não pude vê-lo, porque o tempo da salvação deles havia passado.” Present Truth, Ago., 1849.

      A pregação daquele tempo dizia que Jesus devia regressar no Outono de 1851. Ora, em 1850 havia uma preocupação generalizada, a saber, que seus seguidores somavam apenas centenas e eles necessitavam de 144.000 para o Outono do próximo ano. Numa carta escrita a alguns amigos em Fevereiro, a irmã White anunciava alguns novos conversos à mensagem adventista: “As almas estão encontrando a verdade por toda parte aqui. São os que não ouviram a doutrina adventista, e alguns deles são os que saíram a encontrar o Esposo em 1844, mas que desde esse tempo foram enganados por falsos pastores até ao ponto de não saberem nem onde estavam nem no que criam.” Carta 4, 1850, pp. 1, 2.

      Eis aí o primeiro indício de que os que não eram parte do movimento de 1844 podiam salvar-se. Note todavia como a irmã White cuida em dizer que essas pessoas eram cristãos que nunca haviam ouvido falar da doutrina adventista. Nenhuma esperança para os não cristãos e os cristãos que tinham rejeitado a mensagem de Miller de 1844.

      Em Abril de 1850 debateu-se o tema da conversão e salvação dos filhos dos santos. Tinham-se passado quase seis anos desde o grande desapontamento, e muitas crianças nasceram entretanto. Poderiam salvar-se essas crianças apesar de não terem participado do movimento de 1844? A questão foi decidida na revista Present Truth: “Como elas estavam então (em 1844) num estado de inocência, tinham tanto direito a que seus nomes fossem registrados no peitoral do juízo como os que haviam pecado e tinham sido perdoados; portanto, estão sujeitos à presente intercessão de nosso grande sumo-sacerdote.” Present Truth, abril, 1850.

      Em Maio de 1850 Tiago escreveu: “Mas o pecador, a quem Jesus havia estendido seus braços todo o dia, e que havia desprezado a oferta da salvação, ficou sem advogado quando Jesus saiu do Lugar Santo e fechou essa porta em 1844.” Present Truth, maio, 1850.

      Particularmente interessante foi o que sucedeu pelo final de 1850. Herman Churchill, um homem que havia sido inconfesso em 1844 foi admitido na Igreja, contrariando a teoria. A decisão de Herman Churchill de unir-se aos crentes adventistas em Agosto de 1850 causou tamanha comoção entre os crentes da porta fechada, que Tiago escreveu estupefacto: “Um irmão (Herman Churchill), que não havia estado no Advento, e não havia feito profissão de religião até 1845, mostrava-se forte e claro na verdade inteira. Nunca se opusera ao Advento, e é evidente que o Senhor lhe havia estado guiando, embora sua experiência não tinha sido como a nossa. Os que, como ele, vêm para a verdade à hora undécima, podem esperar grandes provas.” Tiago White, AR, Ago., 1850, Early Years, p. 191.

      Notemos que se trata do primeiro converso, em quase seis anos depois de 1844. Os adventistas ficaram deveras surpreendidos de que alguém, que não era parte do movimento de 1844, estivesse interessado em unir-se a eles. Naquele tempo isso foi qualquer coisa de inédito. Talvez seja conveniente citar aqui a George Butler, presidente da Associação Geral. Ele escreveu na Review and Herald de 7 de abril de 1885 sobre a conversão de Churchill: “O seu foi um dos primeiros casos de conversão do mundo à verdade presente, que ocorreram depois de 1844… Lembro-me bem quando chegou a Waterbury, Vermont, e assistiu às reuniões na casa de meu pai, onde uns poucos se reuniam de quando em quando. A princípio, ficaram bastante surpresos de que alguém que havia sido incrédulo manifestasse interesse na doutrina adventista. Não foi rejeitado, mas bem acolhido. Era fervoroso e zeloso, e ao discernir sua sinceridade, aceitaram-no como a um verdadeiro converso.” George Butler, Review and Herald, 7 de Abril de 1885.

      Agora bem, em 1851 começou a ser mais e mais evidente para todos, que Cristo não iria regressar nesse ano. Por fim, não houve mais remédio do que repudiar a crença estapafúrdia e esdrúxula que até aí haviam defendido com tanto empenho.

      Ellen havia caído na trampa e com a infantilidade de uma criança subscreveu precipitadamente essa doutrina herética. Mas Ellen ainda não havia crescido, não tinha experiência na utilização do dom que desabrochava nela. Com o tempo foi caminhando rumo à maturidade e já via as coisas não como menina mas com certo sentido de adulta; além do mais sabemos que na época as reuniões eram barulhentas, com muitas manifestações desorientadas e atrevidas, excessos e extremismos próprios da infantilidade espiritual (onde se gritava, andavam de gatas, proferiam sons e imitações esquisitas). Sobre isto falaremos abaixo.

      Ellen teve então uma atitude sensata e mudou-se de região. Assim, em meados da década de 1850, os White foram para o Michigan. Lucinda Burdick escreve acerca da perda da influência deles na área da Nova Inglaterra: “Pouco tempo depois disso, a confiança e o interesse nesse fanático casal desapareceu, pois as visões, não só eram infantis e vazias de sentido, como absolutamente contraditórias… Havendo perdido tanto sua influência quanto seu campo de trabalho no Maine, logo partiram para o oeste, onde tiveram êxito em despertar considerável interesse e levantar um grande número de seguidores por meio de seus ensinos relativos ao sábado.” “Carta de Lucinda Burdick”, Bridgeport, Connecticut, 26 de set. de 1908.

      Deveras os crentes não souberam encaixar tanta insensatez e tomaram novo rumo. Não perceberam que incluso os dons espirituais estão sujeitos ao crescimento, ao desenvolvimento. Que diria Paulo dessas coisas? Leia o que se disse acerca do que aconteceu em Corinto.

      A coisa agora complica-se, pois Tiago influenciou Ellen e sub-repticiamente exerceu o direito do escrutínio revisando e retendo o que era bom dos escritos e experiências visionárias anteriores. Contudo cometeu a insensatez e a desonestidade de o fazer às ocultas, e tão bem o realizou, que, como veremos abaixo, mais tarde o presidente George Butler incorre num erro gravíssimo mas sem ter culpa no cartório. Tiago revisou todos os artigos de sua esposa e eliminou as partes objectáveis que tratavam da doutrina da porta fechada. Acabou com a publicação da revista Present Truth e iniciou uma nova, chamada “Advent Review and Sabbath Herald.” Voltou a imprimir a versão das visões de Ellen em 1851 num folheto de 64 páginas intitulado A Sketch of the Christian Experience and Views of Mrs. E. G. White, mas já amputado, manipulado e depurado – o que não está mal em si mesmo, senão o modo fraudulento em que o fez, mascarando e enganando conscientemente como se verá.

      Isso não foi do agrado de todos os irmãos; e quando saiu o novo folheto, faltava 19% do texto original. Muitos membros horrorizados, protestaram e demandaram explicações, mas infelizmente só responderam mentiras (falsas promessas). A irmã White descreve como Tiago acalmou a perigosa crise: “Certa ocasião nos primeiros dias da mensagem, o Pai Butler e o Ancião Hart se sentiram confusos em relação com os testemunhos. Muito angustiados, gemeram e choraram, mas durante algum tempo não quiseram dar as razões de sua perplexidade. Todavia, pressionados para que explicassem a causa de sua conversação e comportamento sem fé, o Ancião Hart se referiu a um pequeno folheto que havia sido publicado como as visões da Irmã White, no qual, disse ele que sabia com certeza, que algumas visões não tinham sido incluídas. Diante de um grande auditório, estes irmãos falaram vigorosamente dizendo que haviam perdido a confiança na obra. Meu esposo entregou o folhetinho ao Ancião Hart, e lhe pediu que lesse o que estava impresso na página do título. ‘A Sketch of the Christian Experience and Views of Mrs. E. G. White’ [Um Bosquejo da Experiência Cristã e Visões da Sra. E. G. White], leu. Por um momento, houve silêncio, e a seguir meu esposo explicou que havíamos estado muito destituídos de meios económicos, e que a princípio só pudemos imprimir um pequeno folheto, e prometeu aos irmãos que quando levantássemos os meios suficientes, as visões seriam publicadas mais completamente em forma de livro. O Ancião Butler ficou profundamente comovido, e depois de que se havia dado a explicação, disse: inclinemo-nos diante do Senhor.’ Seguiram-se orações, pranto, e confissões, como raras vezes temos ouvido. O Pai Butler disse: ‘Irmão White, perdoe-me; temia que nos estivesse ocultando algo da luz que devíamos ter. Perdoe-me, Irmã White.’ Então o poder de Deus desceu sobre a reunião de uma maneira maravilhosa.” Mensagens Escolhidas, Vol. 1, p. 53.

      O problema é que Tiago nunca cumpriu a sua promessa de imprimir todas as visões quando tivessem mais dinheiro disponível. Não só mentiu ele, mas induziu Ellen a mentir, pois ela certamente também acreditou nas intenções de Tiago. A verdade é que nunca mais se esclareceram essas questões e se não tivesse sido pelos acontecimentos da década de 1880, ainda hoje estariam ocultos e enterrados forever.

      Ainda sobre a porta fechada lemos em carta de 2 de outubro de 1848 escrita por Tiago ao casal Hasting: “Os principais pontos sobre que nos fixamos como verdade presente são o sábado do sétimo dia e a porta fechada”. Confirma-o também Joseph Bates em 1850 no livrito An Explanation of the Typical and Anti-Typical Sanctuary, by the Scriptures: “O sábado e a porta fechada constituem, pois, a ‘Verdade Presente’ desta terceira mensagem angélica”. (p.16).

      Sumiram todos os escritos inoportunos de Ellen White publicados no Word to the Little Flock e Present Truth. Por muitos anos a Igreja permaneceu na ignorância dessas coisas. Tão bem feito tinha sido a trafulhice (pelo Tiago), que ninguém questionava nada, salvo uns quantos.

      Assim, em 1866, dois ministros adventistas de Iowa imprimiram um livro polémico. Isto causou uma divisão na igreja de Iowa e esses ministros foram criticados severamente pelos White (notem que escrevemos no plural, pois Tiago sempre influenciou Ellen).

      A discussão começou a aquecer e em princípios da década de 1880, o presidente da Associação Geral, George Butler pretendia encarar o tema honestamente e resolver a questão de uma vez por todas. O ministro adventista D. M. Canright conta como Butler se acercou dele e de Tiago White e falaram acerca de voltar a publicar os primeiros escritos da Sra. White: “Por esse tempo Butler era presidente da Associação Geral, presidente da Associação Publicadora, etc. Um dia em 1880, veio ao escritório onde estávamos o Ancião Smith e eu. Com muita alegria, disse: ‘Esses rebeldes do Oeste dizem que suprimimos algumas das primeiras visões da Irmã White. Vou fechar-lhes a boca, voltando a publicar tudo o quanto ela escreveu naquelas visões O Pr. White se inclinou para a frente, baixou bastante a voz, e disse: ‘Butler, é melhor ir um pouco devagar nisso.’ Foi tudo. Não entendi o que significava essa advertência, tampouco Butler. Pouco depois falecia o Pr. White – em Agosto de 1881. Butler então seguiu adiante com o projecto, e em 1882 emitiu a edição actual de Primeiros Escritos.” D.M. Canright, The Life of Ellen White, cap. 8, 1919.

      Note a advertência de Tiago, meia velada e nada explícita. Deveras, Tiago calou-se e manteve-se na retaguarda. Butler animado de um bom sentimento foi em frente e publicou Primeiros Escritos para silenciar os críticos de Ellen White. Depois que publicou o livro, Butler escreveu um artigo anunciando-o nos seguintes termos: “Estes são os exactos primeiros escritos da Irmã White publicados… Muitos desejaram grandemente ter em sua posse tudo o que ela escreveu para publicação… Tão forte era o interesse em ter esses primeiros escritos reproduzidos que há vários anos a Associação Geral recomendou por voto que fossem republicados. O exemplar sob consideração é o resultado desse interesse. Vem ao encontro de um desejo há muito sentido… Os inimigos desta causa, que não pouparam esforços por despedaçar a fé de nosso povo nos testemunhos do Espírito de Deus e no interesse manifesto pelos escritos da Irmã White, tiraram o maior proveito possível do fato de que seus primeiros escritos não estavam disponíveis. Eles falaram muitas coisas a respeito de termos “suprimido” esses escritos, como se nos envergonhássemos deles. Alguns tentaram fazer parecer que haveria algo objectável nesses primeiros escritos, que temíamos que viessem à luz do dia, e que cuidadosamente os mantivemos às ocultas. Essas insinuações mentirosas serviram ao propósito de enganar algumas almas desprevenidas. Eles agora aparecem em seu carácter verdadeiro com a publicação de vários milhares de exemplares deste livro “suprimido”, sobre o qual nossos inimigos insinuam termos estado ansiosos por ocultar. Alegavam estarem muito ansiosos por obter esses escritos para revelar seu suposto erro. Agora eles têm a oportunidade disso.” Advent Review, 26 de dez. de 1882.

      Como George Butler disse mais acima, o livro foi escrito para silenciar os críticos de Ellen White. Butler não sabia da veracidade das acusações dos críticos, pois Tiago não teve a honestidade de contar para ele o que havia feito. Butler acreditava que estava verdadeiramente a publicar os primeiríssimos escritos (daí a escolha do título). Também no prefácio, os publicadores afirmam: “Tem-se despertado um grande interesse em todas as suas obras, especialmente nestas primeiras visões, e o clamor para que se publique uma segunda edição é imperativo.” ” Nenhuma alteração da obra original foi feita na edição actual, excepto o emprego ocasional de uma palavra nova, ou uma mudança na construção de alguma sentença, para melhor expressar a ideia, e nenhuma porção da obra foi omitida. Nenhuma sombra de mudança foi feita em qualquer ideia ou sentimento da obra original, e as alterações verbais foram realizadas sob as vistas da autora, e com sua plena aprovação”.

      Esta trafulhice carente de intencionalidade por parte de Butler, envolve hipocrisia de Ellen, quase certamente induzida pelo esposo Tiago, mas Ellen também foi responsável porque sabia o que se tinha passado, e em vez de pedir ao marido explicações, perguntando-lhe porque não havia feito o que prometeu (ut supra), anuiu e foi conivente (de facto, uma marioneta). O livro causou controvérsia, como não seria de esperar outra coisa.

      Imediatamente depois de que se publicou Primeiros Escritos, o Pr. A. C. Long publicou um tratado de dezasseis páginas intitulado “Comparison of the Primeiros Escritos of Mrs. White with Later Publications” (Comparação dos Primeiros Escritos da Sra. White com Publicações Posteriores). O Pr. Long mostra, linha após linha, que partes dos escritos da irmã White foram eliminadas. Os Primeiros Escritos contém apenas os escritos de Ellen White tomados do folheto publicado por Tiago em 1851 (uma trafulhice) e intitulado “Experience and Views.” A publicação de 1851, repetimos, não continha os primeiros escritos de Ellen White. A publicação de 1851 suprime todas as embaraçosas afirmações acerca da porta fechada. Na realidade, os primeiros escritos foram A Word to the Little Flock e os artigos de Present Truth publicados entre 1847 e 1850. Essa é a verdade. Tudo o resto, é preciso admiti-lo, são falcatruas, mentiras, omissões, manipulação, fraude, vigarice e desonestidade.

      Considere-se este exemplo (as palavras suprimidas estão em maiúsculas): “Enquanto orava no altar da família, o Espírito Santo veio sobre mim, e parecia que estava sendo transportada mais e mais para o alto, bem acima do escuro mundo… Ergui os olhos, e vi um caminho recto e estreito que se estendia muito acima do mundo. Nesse caminho o povo do Advento estava viajando para a cidade, que se situava na sua extremidade. Tinham por detrás e no princípio do caminho uma luz brilhante que um anjo me assegurou ser o clamor da meia-noite. Essa luz brilhava ao longo do caminho inteiro e fornecia luz para os seus pés de modo a que não tropeçassem. Se mantivessem os olhos fixos em Jesus, que estava à frente deles, conduzindo-os para a cidade, estariam seguros. Mas logo alguns… negaram grosseiramente a luz atrás deles e disseram que não fora Deus quem os conduzira até tão distante. A luz por detrás desses extinguiu-se deixando-lhes os pés em total escuridão, e tropeçaram e perderam de vista o marco e a Jesus, e caíram para fora do caminho, mergulhando para o mundo escuro e ímpio em baixo. ERA TÃO IMPOSSÍVEL PARA ELES ALCANÇAR O CAMINHO NOVAMENTE E SEGUIR PARA A CIDADE, COMO TAMBÉM PARA TODO O MUNDO ÍMPIO QUE DEUS HAVIA REJEITADO. Logo ouvimos a voz de Deus como muitas águas…” Primeiros Escritos, & Word for the Little Flock).

      Imaginem a surpresa de Butler. Agora ele entendia a advertência hipócrita (velada) de Tiago o falsificador e o silêncio de Ellen.

      A irmã Ellen, em 1884 incorre no erro de escrever aquilo que alguém lhe sussurrou aos ouvidos e mente descaradamente: “Durante algum tempo após o desapontamento de 1844 eu de fato mantive, em comum com o corpo de adventistas, que a porta da misericórdia fora então para sempre fechada para o mundo. Esta posição foi assumida antes de minha primeira visão ter-me sido dada. Foi a luz concedida a mim por Deus que havia corrigido o nosso erro, e nos capacitou a ver a verdadeira posição.” Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. 1, p. 63.

      A verdade é que Ellen teve visões antes. E isso qualquer adventista ilustrado no Espírito de Profecia e na História da Igreja o sabe. Ellen estava a mentir (o que não choca quando consideramos que era mortal e pecadora e portanto sujeita a “levar a sardinha para a sua brasa”).

      Afirma que deixara de assim pensar por divina iluminação, e isso é possível, mas não constitui motivo para negar as visões anteriores. No trecho omitido de sua primeira visão (como se leu) Ellen viu que Deus tinha “rejeitado todo o mundo ímpio”, além dos adventistas que “tropeçaram” ao renunciarem a sua fé no nascente movimento.

      Igualmente já se citou aqui textos daquele tempo, onde Ellen confirma o contrário do que aqui nos diz. Quem a manipulava? Dado que existem provas (veja ut supra) que Tiago influiu nessa decisão, cabe ponderar certa manipulação de Ellen (nesse e noutros assuntos). Acima vimos como Tiago tinha prometido repor o material em falta, mas isso foi coisa que ele jamais fez. Por chocante que possa parecer, Ellen foi de facto manipulada e o que escrevia controlado.

      Recentemente, um estudante de um Seminário Adventista fez uma descoberta espantosa sobre o famoso caso Israel Dammon, que dissipou qualquer dúvida sobre a sua veracidade. Vejamos os factos que lançam nova luz sobre os primórdios do adventismo. Para a discussão crítica da credibilidade e fidelidade deste tema leia The Camden Vision Genuine de Gilbert Valentine (Anexo 1). Aconteceu em Março de 1986. Bruce Weaver, estudante de pós-graduação do Seminário da Universidade Andrews descobriu um informe jornalístico (no Piscataquis Farmer) acerca da detenção e julgamento de Israel Dammon, um dos adventistas e amigos de Ellen White. Ele descobriu que o artigo do jornal divergia da versão dada pela irmã White. Ellen tinha dado uma perspectiva adaptada dos acontecimentos, uma leitura parcial, omitindo muitos detalhes. No meio de tanta confusão é certo que não presenciou todos os detalhes. É igualmente possível que propositadamente tenha calado muitos pormenores. Vamos reconstituir os factos.

      Regressamos a 1845. Logo após o desapontamento gerou-se entre os adventistas grande confusão religiosa, o fanatismo e o culto emocional. O culto era principalmente doméstico (em lares privados), e as reuniões incluíam fenomenologia “carismática”, onde se destacavam o “ósculo santo” como saudação, gritos latidos e cantos em voz alta, prostrações físicas (rebolar-se pelo chão, gatinhar, dar pulos, arrastar-se, etc.), baptismos múltiplos por imersão, visões (principalmente eram as mulheres que as experimentavam).

      Sucedeu que no sábado, 16 de Fevereiro, Ellen chega à cidade, procedente de uma reunião em Exeter, no Maine, onde suas visões ajudaram a convencer a Irmã Durben de que aceitasse a doutrina da porta fechada (como já se referiu acima). Na tarde de sábado, os crentes adventistas reuniram-se na casa de Ayer em Atkinson, Maine. Israel Dammon dirigiu a reunião. Estavam presentes as visionárias Dorinda Baker e Ellen Harmon. O Pr. Tiago White também estava presente. O que aconteceu nessa tarde de sábado?

      Privilegiamos in limine o depoimento de William Crosby, um advogado de 37 anos, o qual no tribunal dois dias mais tarde disse: “Às vezes falavam todos de uma vez, gritando a todo pulmão… uma mulher jazia de costas no solo, com uma almofada sob a cabeça; de quando em quando se levantava, e contava uma visão que lhe havia sido revelada… Foi a reunião mais ruidosa a que jamais assisti – não havia ordem nem regularidade, nem nada que se parecesse com alguma outra reunião que eu tivesse frequentado… ” Piscataquis Farmer, 7 de mar. de 1845 (in Bruce Weaver, Adventist Currents, “The Arrest and Trial of Israel Dammon”, Vol. 3, No. 1, 1988).

      Outro testemunho é o do diácono Tiago Rowe: “Estava na casa de Ayer por um pouco no domingo passado à noite … Fui jovem, e agora sou velho, e em todos os lugares em que estive, nunca vi tal confusão, nem sequer numa farra de bêbados.” Ibid.

      Loton Lambert, que esteve presente na reunião deu o seguinte testemunho juramentado no tribunal: “Estavam cantando quando eu cheguei – depois de cantar sentaram-se no solo – Dammon disse que uma irmã tinha uma visão para contar – então uma mulher no solo relatou sua visão. Dammon disse que todas as denominações eram de ímpios – mentirosos, libertinos, assassinos, etc.; também criticou a todos os que não eram crentes como ele. Ordenou que saíssemos. Ficamos. Dammon e outros chamavam Imitação de Cristo à mulher que jazia no solo relatando visões. Dammon nos chamou de porcos e diabos, e disse que se fosse o dono da casa nos expulsaria – a mulher a quem chamavam Imitação de Cristo disse à Sra. Woodbury e a outros que deviam abandonar todos os seus amigos ou ir para o inferno. Imitação de Cristo, como a chamavam, permanecia no solo um pouco, depois se erguia, chamava a alguém, e dizia que tinha uma visão que contar-lhe, o que então fazia. Havia uma garota que diziam dever ser baptizada naquela noite ou iria para o inferno. Ela chorava amargamente, e queria ver primeiro a mãe; disseram-lhe que tinha que abandonar sua mãe ou iria para o inferno – uma voz disse: Deixem que se vá para o inferno. Ela finalmente foi baptizada. Imitação de Cristo contou sua visão a uma prima minha, de que devia ser baptizada naquela noite ou iria para o inferno – ela objectou porque já havia sido baptizada uma vez. Diziam que Imitação de Cristo era uma mulher de Portland.” Ibid.

      Tiago Ayer, confirmou ante o tribunal que a visionária a quem Lambert se referia como “Imitação de Cristo” era Ellen Harmon: “Vi a mulher com uma almofada sob a cabeça – o seu nome é Srta. Ellen Harmon, de Portland. Não a ouvi nem a qualquer outra pessoa dizer algo acerca de Imitação de Cristo.” Ibid.

      A outra visionária era Dorinda Baker, a qual tinha uma saúde muito precária (como Ellen). A testemunha Joshua Burnham diz acerca dela:”Conheço a Srta. Dorinda Baker desde que ela tinha cinco anos – tem bom carácter – agora tem vinte e três ou vinte e quatro anos de idade. É uma moça muito doentia, seu pai gastou U$1.000 com médicos. Eu estive na reunião do sábado à noite – foi convocada para que a jovem contasse suas visões.” Ibid.

      Tão desmesurado era o ruído, o caos e o barulho infernal da reunião, que a vizinhança ofendida com o evento decidiu chamar as autoridades para que a interrompessem. Vamos ler o que escreveu sobre isso a irmã Ellen White, quer dizer, a sua versão do que sucedeu quando o delegado chegou para deter a Israel Dammon: “… enquanto eu falava, dois homens espiavam pela janela. Estávamos seguros de suas intenções. Entraram e passaram rapidamente a meu lado até alcançar o Ancião Damman [sic]. o Espírito do Senhor posou sobre ele, e sua força desapareceu, e caiu ao solo indefeso. O oficial exclamou: ‘Em nome do estado do Maine, agarrem este homem!’ Dois homens o agarraram pelos braços, e outros dois pelos pés, e tentaram tirá-lo da habitação arrastado. Só o moveram uns poucos centímetros e logo saíram da casa. O poder de Deus estava nessa habitação, e os servos de Deus, com seus semblantes iluminados por sua glória, não ofereciam resistência. Os esforços para tirar o Ancião D. se repetiam com o mesmo resultado. Os homens não podiam suportar o poder de Deus, e era um alívio para eles sair da casa. O número deles aumentou até doze, e ainda o Ancião D. foi retido pelo poder de Deus por uns quarenta minutos, e nem sequer toda a força daqueles homens podia movê-lo do piso onde jazia indefeso. No mesmo momento, todos sentimos que o Ancião D. tinha que ir-se, que Deus havia manifestado seu poder para sua glória, e que o nome do Senhor seria glorificado mais se deixássemos que fosse levado dentre nós. E aqueles homens o levantaram tão facilmente como se levanta uma criança, e o levaram.” Ellen White, Spiritual Gifts, Vol. 2, pp. 40-41, 1860.

      Ellen entendeu tudo como uma impressionante intervenção sobrenatural, mas é bem provável que na altura, no meio da confusão, e estando ela própria baixo influências espúrias entende-se as coisas desse modo. Ela não foi uma testemunha idónea do sucedido, pois, repetimos, estava na altura influenciada pelo caos e a desordem ali instaladas. O seu dom espiritual fora abafado e descontrolada repetia coisas insensatas.

      Devemos compreender que Ellen estava então na mamadeira espiritual, era uma criancinha inexperiente, que começava a dar os primeiros passos. Envolvida num clima emocionalíssimo e descontrolado é perfeitamente admissível que tenha incorrido em extremismos e delírios extravagantes. Aliás, quando lemos pela primeira vez os testemunhos idóneos daqueles que testemunharam perante o tribunal da época, imediatamente percebemos que se tratava de uma situação muito semelhante ao que sucedera nos dias de Paulo com os crentes de Coríntio. Se não entendermos que até mesmo o exercício dos dons dependem da maturidade dos sujeitos que os experimentam, que se exige um auto-controle, certo domínio e portanto aprendizagem, como vamos entender aquilo que Paulo disse sobre situação similar aos coríntios? Quando os críticos explicarem que outra coisa disse Paulo, nós escutaremos atentamente. É lamentavelmente certo que a maioria dos crentes e até (e isto sim que arrepia!) muitos pastores (mas mesmo muitos) são absolutamente ignorantes destas coisas ou incapazes desta análise teológica, e contudo incorrem no erro de omitir, esconder, suprimir, negar, solapar, sonegar e deturpar os factos, mas semelhante atitude é infantil, despropositada, desonesta, tacanha, ignorante, desmiolada e esdrúxula. O grande problema reside numa apreciação incorrecta dos dons, os quais são encarados como algo de sobrenatural, de divino, do outro mundo. Ora, não é nada de isso. Existe o elemento divino mas através do instrumento humano e pecador, limitado e patológico (patos). Até Jesus teve de crescer em sabedoria e conhecimento, adquirir a experiência da vida, experimentando assim o desenvolvimento espiritual. Porquê Jesus apenas levou a cabo o seu ministério quando tinha aproximadamente 33 anos? E Jesus viveu sem pecado. Quanto mais uma pecadora como Ellen!

      O conselho do apóstolo é para reter o bem e que a Igreja julgue, exerça o escrutínio à luz da Bíblia. Lamentavelmente essa tarefa importantíssima tem sido mal assumida pela Igreja Adventista, a qual tem cometido todo o tipo de atropelos e agido como um hipócrita (com letra grande) sempre que transparece uma coisa e faz outra, nomeadamente a manipulação dos assuntos, doutrinas, textos (pois tudo isso ela já praticou). Para não falar das suas duas caras, quando perante o mundo evangélico se transfigura, para dar uma outra face de si mesma, não importando sequer que tal implique a traição doutrinal. Neste contexto, que fez a Igreja com as doutrinas da natureza de Cristo e da expiação? Enrolar o mundo evangélico e ocultar dos crentes adventistas essas coisas. Nós até admitimos que as doutrinas possam ser analisadas e superadas, mas façam-no em diálogo com os crentes, com o seu conhecimento e jamais às escondidas. O pecado que isso envolve é enormíssimo. Foi cristão o modo como trataram o Pastor Andreasen? Um adventista dedicado, um teólogo benquisto e reconhecido que não merecia o desprezo que lhe deram, por se manter fiel a doutrinas reconhecidamente adventistas. Que respondam os responsáveis, esses fariseus hipócritas que frequentam a “sinagoga” em dia de Sábado, que falam de Jesus e dos mandamentos, mas na prática são pocilgas imundas!

      O testemunho de Joseph Moulton, o delegado encarregado de prender Dammon, também é digno de nota. Ele disse em tribunal: “Quando fui prender o prisioneiro, fecharam-me a porta. Vendo que não podia alcançá-lo desde fora, forcei a porta. Cheguei até onde estava o prisioneiro, o tomei pela mão, e lhe informei a que viera. Várias mulheres saltaram e o rodearam – elas se agarraram a ele, e ele a elas. Tão grande foi a resistência que eu e três ajudantes não pudemos tirá-lo. Permaneci na casa e pedi mais ajuda; depois que esta chegou, fizemos uma segunda tentativa, com o mesmo resultado – novamente pedi reforço – depois que chegou, os vencemos e o tiramos detido. Tanto os homens como as mulheres ofereceram resistência. Não posso descrever o lugar – era uma gritaria constante.” Piscataquis Farmer, 7 de mar. de 1845 (citado in Bruce Weaver, Adventist Currents, “The Arrest and Trial of Israel Dammon”, Vol. 3, No. 1, 1988).

      O testemunho juramentado de Moulton indica claramente que foram a mulheres e os homens que saltaram para ajudar a Dammon e o retiveram – e não o poder de Deus como entendeu Ellen. E os testemunhos são unânimes nesta apreciação, pelo que não restam dúvidas sobre o que deveras ocorreu. Se fosse o poder de Deus a cena não teria acabado como terminou.

      Depois de passar o fim de semana na cárcere, Dammon compareceu a juízo na segunda-feira. A irmã White diz o seguinte acerca de Dammon no julgamento: “Na hora do julgamento, o Ancião D. estava presente. Um advogado ofereceu seus serviços. A acusação contra o Ancião D. era de que havia alterado a ordem. Muitas testemunhas foram trazidas para sustentar a acusação, mas em seguida seus testemunhos foram desmentidos pelos dos conhecidos do Ancião D. que estavam presentes e que também foram chamados a depor. Havia muita curiosidade por saber no que criam o Ancião D. e seus amigos, e se lhes pediu para apresentar um resumo de sua fé. Então ele lhes falou em tom claro de sua crença a partir das Escrituras. Também sugeriu-se que cantassem algum de seus hinos, e a ele foi pedido que cantasse um. Havia um bom número de vigorosos irmãos presentes que o haviam apoiado durante o julgamento, e o acompanharam a cantar ‘When I was down in Egypt’s land, I heard my Savior was at hand.’ [Quando eu estava na terra do Egito, ouvi que meu Salvador estava perto].Foi indagado ao Ancião D. se tinha uma esposa espiritual. Ele respondeu que tinha uma esposa legal, e que podia dar graças a Deus de que ela havia sido uma mulher muito espiritual desde que a havia conhecido. Creio que as custas do processo lhe foram cobradas e foi posto em liberdade.” Spiritual Gifts, Vol. 2, pp. 41-42, 1860.

      O jornal Piscataquis Farmer apresenta uma versão do processo um pouco diferente: foi Dammon que “pediu permissão” para cantar. Durante a etapa de sentença do juízo, foi permitido a Dammon falar em sua defesa. Note o que ele disse e sublinhe bem as crendices daquela época (que foram igualmente as de Ellen White como já se viu): “Ele [Dammon] argumentou que o dia de graça havia passado, que o número de crentes era reduzido, mas que havia muitos ainda, e que o fim do mundo se daria dentro de uma semana. Depois de consultar, o tribunal sentenciou ao prisioneiro passar dez dias na Casa de Correção…” Piscataquis Farmer, 7 de mar. de 1845.

      Israel Dammon, pelo final de 1846 abandonou sua crença na porta fechada: “Estivemos relacionados com o Sr. e a Sra. White, e por um tempo tivemos confiança nas visões dela, mas por muitos anos não a temos tido em absoluto. Quando vimos que se contradiziam entre si, renunciamos a elas por completo, e nos aplicamos à Palavra de Deus. Passaram-se vinte anos ou mais desde que estivemos associados com a Sra. White. Recordamos perfeitamente, porém, que suas primeiras visões ou sua primeira visão foi contada tanto por ela mesma como por outros (especialmente pela Sra. White) em relação com a prédica da ‘porta fechada,’ e a fomos respaldar. Enquanto estava sob essa influência, e pregando as visões, ela, em visão, viu N. G. Reed e I. Dammon em estado imortal, coroados, no reino. Depois disso, ela os viu finalmente perdidos. Como podiam ser verdade as duas coisas? Penso que uma era tão verdade quanto a outra, e que Deus nunca lhe disse tal coisa.” Miles Grant, An Examination of Mrs. Ellen White’s Visions, Boston: Advent Christian Publication Society, 1877.

      Ellen White não menciona que ele usou a “porta fechada” e o iminente regresso de Cristo como parte de sua defesa. Dammon foi encarcerado. Ellen não refere nada acerca da gritaria, das prostrações físicas, das demonstrações de humildade voluntária (arrastar-se, latidos), etc. Sabemos porém que esse era o ambiente das reuniões naqueles dias. Lucinda Burdick foi testemunha de muitas dessas reuniões ou cultos. Ela diz-nos: “Quando os conheci pela primeira vez [Ellen e Tiago White], eram exageradamente fanáticos – costumavam sentar-se no solo em vez de em cadeiras, engatinhar pelo piso como criancinhas. Tais extravagâncias eram consideradas sinais de humildade.” Miles Grant, An Examination of Mrs. Ellen White’s Visions, Boston: Advent Christian Publication Society, 1877.

      Note bem os excessos e as extravagâncias da época, mas não esqueça que o mais importante é que ouve posterior desenvolvimento espiritual e abandono dessas infantilidades. Existiu crescimento espiritual. Se não somos capazes de entender as coisas nesta perspectiva ou modelo (paradigma) bíblico, então devemos obrigatoriamente renunciar a tudo o que Ellen jamais escreveu, e francamente, isso seria uma atitude tola, precipitada e despropositada. Infelizmente, isso é o que fazem os críticos. Mas, lamentavelmente a Igreja tampouco tem uma postura clara, honrada e digna sobre o tema, pelo que muitos bons crentes descarrilam ao aperceber-se de tudo isto. Incluso os críticos privam-se de atitudes mais moderadas porque a Igreja tem atitudes infantis, pouco éticas e desonradas.

      John Doore testemunhou no tribunal que tinha”visto homens e mulheres gatinhar pelo solo sobre mãos e pés.” George S. Woodbury disse: “Minha esposa e Dammon passaram pelo piso gatinhando sobre mãos e pés.”

      O irmão Bruce Weaver explica o que se passava nesses primeiros cultos adventistas: “Um correspondente do Norway Advertiser oferece uma descrição do engatinhar que teve lugar na casa do capitão John Megquier em Poland, Maine: ‘Raras vezes se sentam em qualquer posição que não seja sobre o piso desnudo…. na reunião a que ele assistiu, uma mulher se pôs sobre as mãos e pés, e engatinhou por todo o piso como uma criança. Um homem, na mesma posição, a seguiu, chocando-se cabeça com cabeça várias vezes. Outro homem se estendeu de costas sobre a cama em toda sua extensão, e três mulheres o cruzaram com seus corpos.” Bruce Weaver, Adventist Currents.

      Compare agora este texto que acabou de ler com este outro escrito pela irmã Ellen em 1894, e repare na maturidade desta última apreciação do culto cristão: “Cada parte do serviço de Cristo se caracterizará pelo decoro e a reverência. A verdade de Cristo não pode limitar-se a um certo âmbito, mas será activa na criação do ambiente, da conduta, dos hábitos, e das práticas que estarão em harmonia com seu Autor. Tudo se fará decentemente e com ordem. Os métodos descontrolados, os caprichos estranhos, e a confusão não estão autorizados pelo Deus de ordem.” Ellen White, Signs of the Times, 27 de ago. de 1894.

      Eis aí uma Ellen mais madura! Crescida, longe da infantilidade daqueles dias, mais perto do modelo bíblico. Neste assunto, porque noutros continuava defeituosa como pecadora que era. Tal é o caso das comidas e bebidas, em que mostrava um zelo excessivo, uma vontade enorme, e contudo manducava arenque, galinha, veado e especialmente ostras (carne impura) e o vício do vinagre (bomba alcoólica). Leia o nosso livrito Questões do Espírito de Profecia.

      No princípio de sua carreira prevalecia a crença de que gritar era um método eficaz para lutar contra o diabo. Assim, em 1850, a irmã Ellen escreveu: “Vi que cantar amiúde afasta o inimigo, e gritar o faz retroceder.” Ellen White, Manuscript 5a, 1850; julho 1850, de East Hamilton, N.Y. Mas, mais tarde, por volta de 1900, a irmã White já tem um pensamento mais maduro e cristão acerca das reuniões ruidosas e escreve o seguinte: “Dou meu testemunho, declarando que esses movimentos fanáticos, esse barulho e confusão, foram inspirados pelo espírito de Satanás, que estava operando milagres para enganar, se possível, os próprios escolhidos.” Ellen White ao Irmão e Irmã Haskell, 10 de out. de 1900. Vê como ela evoluiu?

      Este assunto abarca muito mais do que aquilo que à primeira vista transparece. De facto, ao vasculharmos o Espírito de Profecia verificamos que o relato que fora escrito pela irmã Ellen, acerca da detenção e julgamento de Dammon, foi publicado em 1860 no livro Spiritual Gifts. Contudo, quando esse livro tornou a ser publicado em 1877 com o título de Spirit of Prophecy, o incidente Dammon foi suprimido sem qualquer explicação, sub-repticiamente e de modo atrevido (tal como outros escritos, como já referimos). Ora, isso não é trabalho sério, mas sujo, abominável, diabólico, uma vez que foi feito no escuro, às escondidas.

      O mais curioso deste “romance” é que a irmã White viu a Dammon no céu e mais tarde o viu perdido.

      Conclusão

      Os problemas levantados pelos críticos não são obviamente assuntos fantasma, mas temas reais e bem fundamentados. Referimo-nos àquela crítica que é feita com seriedade, credibilidade e fidelidade. Todavia parece-nos que tão absortos estavam em derrubar que acabaram por deixar prevalecer o preconceito e certo entendimento inadequado do papel dos dons espirituais na Igreja, bem como a autoridade e o dever desta proceder ao seu escrutínio apelando à Sola Scriptura, e quando não, ao bom senso.

      Sucede porém que a Igreja tem desempenhado muito mal a sua função de supervisora e o que é mais grave, solapado, escondido, ocultado, manipulado, falsificado e omitido a torto e a direito. Tem feito tudo à merveille sem informar os seus membros, esquecendo que é um só corpo. Lamentável!

      Por outro lado, para ler convenientemente o Espírito de Profecia urge aplicar certas regras básicas da hermenêutica e considerar o paradigma bíblico para entendermos os dons espirituais ou carismas.

      Ellen não surgiu adulta e com maturidade espiritual, como resultado de algum toque mágico. No cristianismo não há lugar para magias. Ela foi criança espiritual como qualquer um de nós. Daí que enquanto estava na mamadeira tivesse incorrido em excessos, erros, extremismos, crendices, sandices e infantilidades mais frequentemente. Negar isso é trair o modelo paulino tal como foi exarado na epístola aos coríntios. Omitir como fazem alguns, negar a veracidade dos documentos (ignorantes!), serpentear as dificuldades (sofistas!), solapar os dilemas (hipócritas!), engrazular, falsificar e manipular os factos é atitude de vigarista e de mentiroso (algo diabólico!). O lastimável é que existem muitas cabeças onde serve estas carapuças!

      Nesse período pretérito e inicial, digamos sem temer: infantil, cometeram-se muitos excessos e a irmã Ellen esteve envolvida nisso, evidenciando falta de controle do dom de profecia; mas quando entendemos que todas essas coisas mesquinhas foram depois ultrapassadas, superadas, e vemos como Ellen cresce rumo a certa maturidade espiritual, comprovamos que já vê as coisas de outro modo e baixo nova luz. Esta evolução, este desenvolvimento da personalidade e do carácter, esta aprendizagem (com altos e baixos) é uma garantia da sua fidelidade ao Evangelho (segundo o seu entendimento) e é bem visível pela leitura atenta daquilo que escreveu. O problema reside em não levar em consideração o contexto e a fase espiritual que havia alcançado quando disse certas coisas.

      Não encontramos um modo mais apropriado para terminar este livrito do que lembrar estas palavras de Paulo:

      “Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos, mas quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino, raciocinava como menino. Mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.”.

      O que estava dizendo Paulo?

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  11. Luiz disse:

    Olá W. Frank

    Bom dia

    Você citou bem Mateus 5:17 pois Jesus aperfeiçoou a Lei. A Lei da Antiga Aliança não foi destruida ou aniquilada mas foi abolida no sentido que foi totalmente e poderosamente aperfeiçoada por Jesus. Na Antiga Aliança os judeus descansavam no Sábado e descansavam em Deus também e na Nova Aliança os cristãos descansam em Jesus e para manter a coerência devem ter um dia de descanso também.

    Um abraço e felicidades

    Luiz

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    • EDMILSON disse:

      W. Frank entenda que todo historiador sabe que no AT, o Senhor instituiu o Sábado como o Seu dia de adoração. Mas resta a pergunta: por que? Para entendermos o motivo deste mandamento divino, devemos responder às seguintes perguntas: 1) Por que Deus instituiu um dia para o Seu culto? 2) Por que o Sábado (Shabath) foi escolhido para ser este dia?

      W. Frank a resposta para a primeira pergunta é encontramos no livro do Deuteronômio, onde lemos: “Lembra-te de que foste escravo no Egito, de onde a mão forte e o braço poderoso do teu Senhor te tirou. É por isso que o Senhor, teu Deus, te ordenou observasses o dia do sábado” (Dt 5,15).
      Como vemos a observância de um dia de adoração está relacionada à libertação que o Senhor proporcionou ao povo Hebreu, quando o tirou do cativeiro no Egito. Deus manifesta-se como o libertador de Seu povo, manifestando todo o Seu Poder e Glória, como verificamos no envio das pragas (cf. Ex 8;9;10;11) e depois ao separar o Mar Vermelho (cf. Ex 14,21-31) para que Israel pudesse finalmente se ver livre do julgo do Faraó.
      O Deus libertador é aquele que guia o Seu Povo à Terra Prometida. Devemos perceber aqui que a libertação promovida pelo Senhor da escravidão do Egito é prenúncio da libertação que Cristo posteriormente promoverá da escravidão do pecado, nos conduzindo à Jerusalém Celestial.
      Agora W. Frank quanto à segunda pergunta, a resposta encontramos no livro do Êxodo: “Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra, o mar e tudo o que contêm, e repousou no sétimo dia; e por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou” (Ex 20,11; cf. Gn 2,3).
      Por esta razão no dia da libertação, o homem também deveria livrar-se do trabalho secular (cf. Am 8,5; Ex 34,21; 35,3; Ez 22,8; Jr 17,19-27; Dt 5,12-14); no dia em que Deus manifestou o Seu Amor pelo povo, o povo também manifestaria o seu amor por Ele (Lv 23,3; Lv 24,8; 1Cr 9,32; Nm 28,9-10; Is 1,12s). Isto lembra as palavras de São João: ?Nós amamos, porque Deus nos amou primeiro? (1 Jo 4,19).
      Depois do que foi exposto, podemos identificar a dupla raiz da instituição do Dia de Adoração:
      1) O dia da salvação do povo de Deus conforme Dt 5,15;
      2) O dia da plenitude da criação cf. Ex 20,11; pois o Senhor cessou o seu trabalho (a criação do mundo) no sétimo dia, por que ele foi terminado no sexto dia. Deus não se cansa, caso contrário não seria Deus. O “descanso” ou “repouso” de Deus refere-se à cessão do Seu Divino trabalho. Shabath (Sábado) significa “cessão”, “término de alguma atividade”. Por isso, o Sétimo Dia também é o dia da Plenitude da Criação e não do “descanso” de Deus.
      Jesus, o Sábado e o Domingo
      Agora W Frank com o passar do tempo, os Judeus deturparam a observância do Sábado. Eles se esqueceram das raízes espirituais desta divina observância, e se prenderam apenas à letra.
      Na época de Jesus, 39 tipos de trabalho eram proibidos. Entre eles colher espigas (cf. Mt 12,2), carregar fardos (Jo 5,10), etc. Os doentes só podiam ser atendidos em perigo iminente de morte, motivo pelo qual se opuseram a Jesus, que curava aos sábados (cf. Mt 12,9-13; Mc 3,1-5; Lc 6,6-10; 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,1-16; 9,14-16).
      O Senhor contra os fariseus afirmou: “O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado” (Mc 2,27). Por isso, declarou que era o Senhor do Sábado (Mc 2,28) e foi incriminado pelos doutores da Lei (Jo 5,9), ao que respondeu que nada mais fazia senão imitar o Pai que, mesmo tendo cessado a criação do mundo, continuou a governá-lo e também aos homens (Jo 5,17).
      Alguns cristãos acreditam que neste momento Jesus estava abolindo a observância do Sábado. Os sabatistas contra-argumentam dizendo que não; que Jesus estava era resgatando o sentido espiritual (a verdadeira raiz) desta divina observância. E neste ponto eles estão com toda razão.
      Entretanto, os sabatistas enganam-se em pensar que a divina observância do Dia de Adoração, estaria para sempre fixada no Sábado.
      Eles argumentam que o Sábado é perpétuo. Se isto fosse verdade, significaria que toda Lei Levítica (circuncisão, páscoa, incenso, sacerdócio, etc) também seria perpétua. Por exemplo, em Ex.12:14 está declarado que a páscoa terá de ser observada “por suas gerações” e “para sempre”, exatamente como é dito sobre o Sábado. A oferta de incenso também é dita como perpétua (Ex.29:42). Lavagem de mãos e pés também (Ex.30:21).
      Quando o Senhor afirma que o Sábado é perpétuo, não está se referindo à fixação do sétimo dia como dia de Adoração, mas refere-se ao Seu acordo, à Sua fidelidade para com a humanidade.
      É o próprio Deus que através dos Profetas do AT anuncia que Seu Acordo se dará de uma nova forma: “Eis que os dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá, não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o pacto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinarão mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior, diz o Senhor; pois lhes perdoarei a sua iniqüidade, e não me lembrarei mais dos seus pecados” (Jr.31:31-34) (grifos meus).
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      Agora W. Frank o pacto da Antiga Aliança seria substituído por um Novo, onde o primeiro foi apenas uma figura do segundo que é Eterno (cf. Hb 9 ). Neste Novo pacto, o Senhor instituiria um novo dia para Sua Adoração, pois em um novo dia Ele iria salvar o seu Povo para sempre, conforme profetizou Oséias: “Farei em favor dela [Sua nova nação, a Igreja], naquele dia, uma aliança, com os animais selvagens, com as aves do céu e com os répteis da terra: farei desaparecer da terra o arco, a espada e a guerra e os farei repousar em segurança. Então te desposarei para sempre; desposar-te-ei conforme a justiça e o direito, com misericórdia e amor. Desposar-te-ei com fidelidade, e tu conhecerás o Senhor” (OS 2,20-22) (grifos meus).
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      O Senhor Jesus não aboliu a observância do Sábado em seu debate com os fariseus. Ele o fez após cumprir o anúncio dos Profetas, morrendo na Cruz e ressuscitando no primeiro dia da semana: Domingo.
      Na Antiga Aliança, o Sábado foi estabelecido como o Dia de Adoração, pois foi o Dia da Libertação (cf. Deut 5,15) e o Dia da Plenitude da Criação (cf. Ex 20,11).
      Na Nova e Eterna Aliança, o Domingo é estabelecido como o Novo Dia de Adoração, pelas mesmas razões: é o Dia em que o Senhor nos salvou do cativeiro do pecado e o Dia em que ressurgindo da Mansão dos Mortos, cessou o trabalho em Sua nova Criação (a natureza humana incorruptível). Desta forma, o Domingo também é o Dia da Libertação e da Plenitude da Criação.
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      W. Frank entenda que a própria carta aos Hebreus acentua a índole figurativa do sábado, afirmando que o repouso do sétimo dia era apenas uma imagem do verdadeiro repouso que fluiremos na presença de Deus (cf. Hb 4,3-11). Onde no Sábado estava a figura (o prenúncio), no Domingo está a concretização. O Domingo é o Sábado eterno.
      O Testemunho de Cristo, dos Apóstolos e do Espírito Santo
      Jesus aparece à primeira vez aos Apóstolos no domingo, no dia da Ressurreição. Imaginem a alegria que os Apóstolos sentiram ao ver o Senhor Ressuscitado! Sobre isto escreveu o Salmista: “A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça da esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor; regozijem-nos e alegremo-nos nele” (Sl 118,22-24). Ora, Jesus se tornou a Pedra Angular no dia em que Ressucitou, o dia da Ressurreição “foi o Dia que o Senhor fez”.
      Conforme o Profeta Jeremias, em Seu novo pacto, o Senhor promete escrever a Sua Lei no interior e no coração dos homens. E conforme Ozéias, no dia em que isto acontecer, os homens O conhecerão. Ora, isto se cumpre exatamente num Domingo, quando o Espírito Santo é dado aos Apóstolos (cf. Jo 20,19-23; At 2,1-4); pois é o Espírito Santo que nos convence da vontade de Deus.
      A segunda aparição do Senhor aos discípulos não é no Sábado, mas no novo “dia que o Senhor fez” (cf. Sl 118,24), isto é, no Domingo (cf. Jo 20,26), dia em que Tomé o adora como Deus (cf. Jo 20,29). Talvez temos aqui a primeira adoração cristã a Deus no dia de Domingo.
      O Culto Cristão acontece no domingo (cf. At 20,7; 1Cor 16,2). Os Sabatistas alegam que a “Ceia do Senhor” não era uma reunião de culto. A Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios mostra claramente que a reunião da “Ceia do Senhor” era uma reunião de culto. Basta verificar os capítulos 11 a 16.
      No entanto muitos cristãos se viam tentados a judaizar, isto é, a observar as prescrições da Lei Mosaica. Os Gálatas era um exemplo e por causa deles São Paulo dirige-lhes uma epístola exatamente para tratar desta questão. E vejam a bronca que o Apóstolo dá neles: “Ó insensatos gálatas! Quem vos fascinou a vós, ante cujos olhos foi apresentada a imagem de Jesus Cristo crucificado? Apenas isto quero saber de vós: recebestes o Espírito pelas práticas da lei ou pela aceitação da fé? Sois assim tão levianos? Depois de terdes começado pelo Espírito, quereis agora acabar pela carne?” (Gl 3,1-3).
      Quem ainda duvidar de que São Paulo também estava se referindo à observância do Sábado, então veja o que ele escreveu aos Colossenses: “Que ninguém vos critique por questões de comida ou bebida, pelas festas, luas novas ou sábados. Tudo isso nada mais é que uma sombra do que haveria de vir, pois a realidade é Cristo” (Cl 2,16-17) (grifos meus).
      São Paulo confirma que o Antigo acordo (que incluía a observância do Sábado) foi substituído pelo Novo acordo cumprido pela Morte e Ressurreição do Senhor Jesus (que inclui agora o Domingo como o Dia do Senhor).
      Mais uma confirmação Bíblica de que o Domingo é o Dia do Senhor, está no Livro do Apocalipse. Em Ap 1,10 São João escreve: “Num domingo, fui arrebatado em êxtase, e ouvi, por trás de mim, voz forte como de trombeta”. A expressão que no português está como “num domingo” no original grego está “té kyriaké hémerà”, que significa “No Dia do Senhor”. Ora, aqui São João está dizendo que no Domingo, que é Dia do Senhor, Deus lhe deu uma revelação. Se o Domingo não é o Dia do Senhor, por que São João assim o indicou no Livro do Apocalipse?
      Veja aqui W. Frank alguns Testemunhos dos primeiros cristãos
      A Igreja do período pós-Apostólico, também confirmou a doutrina do Novo Dia de Adoração que recebeu dos Apóstolos. Vejamos alguns exemplos:
      “Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro” (Didaqué 14,1 – primeiro catecismo cristão, escrito no séc. I, mais precisamente no ano 96 dC) (grifos meus).
      Santo Inácio, Bispo de Antioquia, que segundo a Tradição foi a criança que Cristo pegou no colo em Mc 3,36, também confirma a Doutrina Apostólica do Domingo: “9. Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre. Como podemos viver sem aquele que até os profetas, seus discípulos no espírito, esperavam como Mestre? Foi precisamente aquele que justamente esperavam, que ao chegar, os ressuscitou dos mortos. 10. Portanto, não sejamos insensíveis à sua bondade. Se ele nos imitasse na maneira como agimos, já não existiríamos. Contudo, tornando-nos seus discípulos, abraçamos a vida segundo o cristianismo. Quem é chamado com o nome diferente desse, não é de Deus. Jogai fora o mau fermento, velho e ácido, e transformai-vos no fermento novo, que é Jesus Cristo. Deixai-vos salgar por ele, a fim de que nenhum de vós se corrompa, pois é pelo odor que sereis julgados. É absurdo falar de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo judaizar. Não foi o cristianismo que acreditou no judaísmo, e sim o judaísmo no cristianismo, pois nele se reuniu toda língua que acredita em Deus ” (Carta de Santo Inácio de Antioquia aos Magnésios. 101 d.C.) (grifos meus).
      Como se vê o discípulo pessoal de São Paulo confirma a doutrina que recebeu do Mestre, conforme este mesmo expôs aos Gálatas (Gl 1;3) e aos Colossenses (Cl 2,16-17).
      Veja aqui agora W. Frank outro testemunho do séc II sobre o Domingo é de Justino de Roma, vejamos:
      “67. Depois dessa primeira iniciação, recordamos constantemente entre nós essas coisas e aqueles de nós que possuem alguma coisa socorrem todos os necessitados e sempre nos ajudamos mutuamente. Por tudo o que comemos, bendizemos sempre ao Criador de todas as coisas, por meio de seu Filho Jesus Cristo e do Espírito Santo. No dia que se chama do sol, celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou nos campos, e aí se lêem, enquanto o tempo o permite, as Memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo o povo exclama, dizendo: ?Amém?. Vem depois a distribuição e participação feita a cada um dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio aos ausentes pelos diáconos. Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dá o que bem lhe parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente. Ele o distribui a órfãos e viúvas, aos que por necessidade ou outra causa estão necessitados, aos que estão nas prisões, aos forasteiros de passagem, numa palavra, ele se torna o provedor de todos os que se encontram em necessidade. Celebramos essa reunião geral no dia do sol, porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, fez o mundo, e também o dia em que Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos. Com efeito, sabe-se que o crucificaram um dia antes do dia de Saturno e no dia seguinte ao de Saturno, que é o dia do Sol, ele apareceu a seus apóstolos e discípulos, e nos ensinou essas mesmas doutrinas que estamos expondo para vosso exame” (Justino de Roma 155 d.C, I Apologia cap 67) (grifos meus).
      No tempo de Justino os cristãos eram ferozmente perseguidos e acusados das mais variadas calúnias. Justino que era responsável por uma escola de estudos bíblicos, escreve uma apologia (defesa) ao Imperador em favor dos cristãos. Por isso, ele ao se referir ao domingo utiliza a expressão “dia do sol”, pois era no primeiro dia da semana que os pagãos adoravam o sol.
      Podemos verificar aqui mais uma vez que a “Ceia do Senhor” não era uma mera reunião de confraternização, mas uma celebração de culto a Deus.
      Ainda do segundo século temos o testemunho do advogado cristão Tertuliano, que escreveu muitas obras para as autoridades romanas em defesa dos cristãos perseguidos:
      “Outros, de novo, certamente com mais informação e maior veracidade, acreditam que o sol é nosso deus. Somos confundidos com os persas, talvez, embora não adoremos o astro do dia pintado numa peça de linho, tendo-o sempre em sua própria órbita. A idéia, não há dúvidas, originou-se de nosso conhecido costume de nos virarmos para o nascente em nossas preces. Mas, vós, muitos de vós, no propósito às vezes de adorar os corpos celestes moveis vossos lábios em direção ao oriente. Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol. Temos alguma semelhança convosco que dedicais o dia de Saturno (Sábado) para repouso e prazer, embora também estejais muito distantes dos costumes judeus, os quais certamente ignorais” (Tertuliano 197 d.C. Apologia part.IV cap. 16) (grifos meus).
      Tertuliano como escreve para os pagãos, também se refere ao primeiro dia da semana como “o dia do sol”. Ele é testemunha que nestes dia os cristãos não adoravam o sol, mas a Cristo.
      Do terceiro século temos o testemunho de Hipólito de Roma, que também confirma a Tradição Apostólica de celebrar o culto cristão no Domingo: “No domingo pela manhã, o bispo distribuirá a comunhão, se puder, a todo o povo com as próprias mãos, cabendo aos diáconos o partir do pão; os presbíteros também poderão parti-lo. Quando o diácono apresentar a eucaristia ao presbítero, estenderá o vaso e o próprio presbítero o tomará e distribuirá ao povo pessoalmente. Nos outros dias, os fiéis receberão a eucaristia de acordo com as ordens do bispo” (Hipólito de Roma 220 d.C Tradição Apostólica part III) (grifos meus).
      Conclusão W.Frank
      A fundadora do Adventismo do Sétimo Dia, a senhora Ellen G. White, afirmava em seus escritos que a instituição do Domingo como dia do Senhor, era invenção do Papado, e quem observasse este dia com Dia do Senhor receberia a marca da Besta. Por esta razão alguns Adventistas (acreditando mais na senhora White do que na Bíblia, nos Apóstolos, no Espírito Santo e nos cristãos dos primeiros séculos) têm procurado fundamentar esta afirmação pesquisando onde o Papado teria feito tal instituição. O melhor que fizeram até agora foi afirmar que o Papado substituiu o Dia do Senhor de Sábado para Domingo durante o Concílio de Laodicéia na Frigia, realizado em 360.
      O Concílio de Laodicéia apenas confirmou a doutrina apostólica da observância do Domingo contra os cristãos judaizantes. Este Concílio não foi Geral, mas Local, e por esta razão, não envolveu o Bispo de Roma e nem tinha o poder de alcançar a Igreja inteira espalhada pelo mundo.
      Devemos lembrar que os decretos contra os cristãos judaizantes foram instituídos pelos Apóstolos durante o Concílio de Jerusalém (cf. At 15). Conforme já expomos, estes decretos não favoreciam a observância do Sábado como Dia do Senhor.
      Os Bispos de Jerusalém sempre foram fiéis a estes decretos, conforme podemos observar no testemunho de São Cirilo, Bispo de Jerusalém: “Não ceda de forma alguma ao partido dos Samaritanos, ou aos Judaizantes: por Jesus Cristo de agora em diante foste resgatado. Mantenha-se afastado de toda observância de Sábados, sobre o que comer ou como se purificar. Mas abonime especialmente todas as assembléias dos perversos heréticos” (São Cirilo de Jerusalém. Carta 4, 37) (grifos meus).

      W. FRANK VOCÊ É UMA PIADA VOCÊ NÃO ME RESPONDEU? VOCÊ É PROTESTANTE? OU UM CRISTÃO ?

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    • EDMILSON disse:

      OLHA MEU CARO HEREGE W. FRANK SE CONVERTA MEU RAPAZ SAIA DA LAMA
      E SÓ MAIS UMA COISA A BÍBLIA FOI FEITA PARA A IGREJA CATÓLICA.
      E NÃO A IGREJA PARA BÍBLIA E MAIS FOI A IGREJA DEFINIU A BÍBLIA

      VEJA AQUI PIADISTA W. FRANK AS SUAS CONTRADIÇÕES!

      Pois Deus, a partir da Nova Aliança, inaugurada com a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, requer não mais a santificação do sábado, mas do domingo.
      E outra W. Frank saiba que não foi o papado que começou a santificar o domingo, mas os próprios apóstolos, depois da ascensão de Jesus Cristo, começaram a realizar a fração do pão no “primeiro dia da semana” (cf. At 20,7). E outra a Antiga Lei, com a vinda de Jesus Cristo, não foi abolida, mas aperfeiçoada.

      Diz Jesus: “Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição” (Mt 5,17). Portanto, a Antiga Lei era imperfeita.
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      Isso é indiscutível W. Frank. Pois o próprio autor da Carta aos Hebreus o confessa: “Se a primeira [aliança] tivesse sido sem defeito, certamente não haveria lugar para outra” (Hb 8,7).

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      OLHA W. FRANK SAIBA QUE DENTRO DA BÍBLIA
      TEM O NOME DE 3 PAPAS
      E A IGREJA CATÓLICA TEM 2000 MIL ANOS
      E TEM MILHARES DE MILHARES DE DOCUMENTOS QUE PROVA FACILMENTE SEM PRECISAR DA GEOLOGIA E DA ARQUEOLOGIA.
      AÍ VEM UM HEREGE FILHO DAS TREVAS DA SEITA ADVENTISTA QUERER MUDAR 2000 MIL ANOS DE HISTÓRIA ISSO É O CUMULO.

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      W. FRANK VOCÊ PERTENCE A UMA SEITA TERRÍVEL.
      E OUTRA A BÍBLIA DIZ QUE VIRIAM OS FALSOS PROFETAS NOS FINAIS DOS TEMPOS E DAS SEITAS PROTESTANTES A QUE MAIS ADULTERA DOCUMENTOS DOS PADRES DA IGREJA EM SITES E EM BÍBLIOTECAS DESCARADAMENTE SÃO VOCÊS W. FRANK.
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      COMO ME ORGULHO DE SER CATÓLICO POIS EXISTE 3 TRÊS PAPAS DENTRO DA BÍBLIA E TAMBÉM TEM O NOME DA IGREJA CATÓLICA QUE É TESTIFICADA POR MAIS DE 90 PADRES DA IGREJA, PADRES APOSTÓLICOS , CRONISTAS , HISTÓRIADORES E ESCRITORES ECLESIÁSTICOS SÓ DOS 3 PRIMEIOROS SÉCULOS SEM NENHUMA CONTESTAÇÃO.
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      “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados.”(Colossenses 2,16)

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      W. Frank vocês demonônios adventistas sustentam que a Igreja cristã apostatou ao substituir como dia do Senhor o Sábado pelo Domingo. Segundo eles, e também você afirmam que os primeiros cristãos guardavam o sábado, mas após a conversão do imperador Constantino no século IV, este mudou o dia de repouso do Sábado para o Domingo para fazer o cristianismo mais aceitável para os pagãos, que no dito dia adoravam ao deus sol.
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      Olha W. Frank um exemplo, deste tipo de argumentação, encontramos em vários sites da web tal como no site espanhol “sábado bíblico” em seu artigo “Como foi mudado o sábado para o domingo”. Nele afirmam:
      “Tanto no Antigo quanto no novo testamento não existe um sombra de variação na doutrina do sábado… Jesus não só foi um exemplo perfeito em observar o sétimo dia de repouso, também todos os seus discípulos seguiram o mesmo padrão depois que Jesus regressou ao céu.”
      Posteriormente também afirmam:
      “Para que fosse mais conveniente faze-los [os pagãos] mudar para a nova religião, Constantino aceitou o seu dia de adoração, o domingo, ao invés de sábado dos cristãos, que havia sido observado por Jesus e seus discípulos… Portanto, é mais fácil entender como a mudança foi imposta sobre o cristianismo através de uma lei civil forte, emitida por Constantino como Imperador de Roma.”

      ESSAS AFIRMAÇÕES W. FRANK SÃO CHULAS RIDICULAS POIS É FALSIFICAÇÃO BARATA SEM FONTE HISTORICA SEM REGISTRO A NÃO SER PAPAGAÍADA DESCARADA.
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      Olha W. Frank o dia da ressurreição de Cristo (o domingo) foi para os primeiros cristãos o cumprimento da palavra profética do Antigo Testamento, onde o Messias, depois de ser rejeitado por seu próprio povo, se converteu em uma pedra angular da Igreja e nos traria a libertação do pecado e da morte:

      “A pedra rejeitada pelos arquitetos tornou-se a pedra angular. Isto foi obra do Senhor, é um prodígio aos nossos olhos. Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia de alegria e de felicidade.” (Salmo 128, 22-24)
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      A raiz disso vemos como os primeiros cristãos começaram a reunir-se e celebrar a Eucaristia no Domingo, primeiro dia da semana, tal como se observa em Atos 20, 7; I Coríntios 10, 2. Não se menciona uma só vez em todo o Novo Testamento que os primeiros Cristãos logo depois da ressurreição de Cristo guardavam o Sábado.
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      Outro fato importante disso W. Frank é encontrado no capítulo 15 dos Atos dos Apóstolos, que narra o primeiro conflito importante que enfrentou a Igreja primitiva. Isso ocorre quando os crentes judeus chegaram à comunidade de Antioquia, e ficaram chocados ao ver que os membros convertidos não tinham sido circuncidados ou cumpriam outros preceitos da lei judaica. Essas pessoas começaram a pregar que a circuncisão era necessária e a observância de toda a Torá, causando grande espanto entre os primeiros crentes gregos. Por esta razão, se realizou o que é conhecido como o Concílio de Jerusalém, onde os apóstolos se reuniram para discutir o assunto e, em seguida, tomar a seguinte decisão disciplinar:
      “Com efeito, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor outro peso além do seguinte indispensável: que vos abstenhais das carnes sacrificadas aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da impureza. Dessas coisas fareis bem de vos guardar conscienciosamente. Adeus!” (Atos 15, 28-29)
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      Olha Piadista W. Frank aqui já mostra que não houve menção de manter o sábado como um dia de descanso, nem encontramos qualquer outra ordem em todo o Novo Testamento que reitere que é necessário seguir guardando-o, ao invés disso ocorre o oposto, uma vez que, aparentemente, a insistência do judeu cristão conversos não desapareceu imediatamente e Paulo teve que insistir:
      “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados.” (Colossenses 2,16)
      “Um faz distinção entre dia e dia; outro, porém, considera iguais todos os dias. Cada um proceda segundo sua convicção.” (Romanos 14, 5)
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      A EPÍSTOLA DE BERNABÉ (96 – 98 D.C.)
      A epístola de Barnabé é um tratado cristão de 22 capítulos, escrito em grego, com algumas características de epístolas. Tradicionalmente é atribuída a São Barnabé, que aparece no livro de Atos dos apóstolos como colaborador e companheiro de São Paulo de Tarso. Foi conservada em um códice do Antigo e Novo Testamento (o Sináitico), o que faz notar que foi muito apreciada na antiguidade cristã da mesma forma que escritos como a Didaqué ou o Pastor de Hermas, chegando a estar no grupo dos livros que rondaram o cânon dos livros divinamente inspirados antes que fosse divinamente fixado. A datação varia entre os anos 96-98 e o 130-134.
      Na epístola encontramos uma explicação detalhada da visão cristã primitiva de como para os cristãos o dia do Senhor era Domingo, por ser o dia da ressurreição de Cristo.
      “Ele finalmente lhes disse: “Não suporto vossas neomênias e vossos sábados”. Vede como ele diz: não são os sábados atuais que me agradam, mas aquele que eu fiz e no qual, depois de ter levado todas as coisas ao repouso, farei o início do oitavo dia, isto é, o começo de outro mundo. Eis por que celebramos como festa alegre o oitavo dia, no qual Jesus ressuscitou dos mortos e, depois de se manifestar, subiu aos céus.”(Barnabás 15, 6-8).
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      VEJA AGORA W. FRANK A DIDAQUÉ OU DOTRINA DOS DOZE APÓSTOLOS (65 – 80 D.C.)
      Esse é um dos mais antigos escritos cristãos não canônicos do grupo dos padres apostólicos, considerado anterior a muitos escritos do Novo Testamento. Foi Escrito entre o ano 65 e 80 da era cristã. Encontramos nele uma breve menção a celebração contínua da Eucaristia durante cara dia do Senhor, como o sacrifício perpétuo agradável a Deus profetizado pelo profeta Malaquias:
      “Reúna-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer após ter confessado seus pecados, para que o sacrifício seja puro.
      Aquele que está brigado com seu companheiro não pode juntar-se antes de se reconciliar, para que o sacrifício oferecido não seja profanado [Cf Mt 5,23-25].
      Esse é o sacrifício do qual o Senhor disse: “Em todo lugar e em todo tempo, seja oferecido um sacrifício puro porque sou um grande rei – diz o Senhor – e o meu nome é admirável entre as nações”.(Malaquías 1,11)” (Didaqué XIV 1-3)

      ////////////////////////////////
      AGORA PIADISTA W. FRANK VEJA O QUE DIZ
      INÁCIO DE ANTIOQUÍA (107 D.C.)
      Discípulo de Pedro e Paulo, segundo bispo de Antioquia e mártir durante o reinado de Trajano por volta de 107 d.C. Quando ele foi condenado à morte foi ordenado ir da Síria para Roma para ser martirizado. No caminho de Roma escreveu sete epístolas às igrejas de Éfeso, Magnésia, Trália, Filadélfia, Esmirna, Roma e uma carta a São Policarpo. Ao escrever para aos Magnésios testemunha como cristãos não guardam o sábado, mas no domingo:
      “Se, então, aqueles que eram educados na antiga ordem das coisas se apossaram da nova esperança, não mais observando o sábado[μηκέτι σαββατίζοντες], mas observando o Dia do Senhor, no qual também a nossa vida foi libertada por Ele e por Sua morte – alguns negam que por tal mistério obtemos a fé e nele perseveramos para que ser contados como discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre – 2como seremos capazes de viver longe Dele, cujos discípulos e os próprios profetas esperaram no Espírito para que Ele fosse o Instrutor deles? Era Ele que certamente esperavam, pois vindo, os libertou da morte.” (Inácio de Antioquia – Carta aos Magnésios IX)
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      AGORA PIADISTA W. FRANK VEJA O QUE DIZ
      JUSTINO MÁRTIR (100 – 165 D.C.)
      Mártir da fé cristã, morreu no ano 165 d.C decapitado, é considerado o maior apologista do Século II.
      Com São Justino foi também firmemente atestado como para os cristãos primitivos, o domingo era o dia em que se reuniam os cristãos para celebrar a eucaristia. Um desses testemunhos se encontra em sua primeira apologia, que foi uma carta dirigida ao imperador romano do seu tempo, em defesa dos cristãos que eram perseguidos.
      “No dia que se chama do sol [domingo] se celebra uma reunião de todos os que moram nas cidades e nos campos, e ali é lido, enquanto o tempo o permite, as recordações dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Depois, quando o leitor termina, o presidente, fala, e faz uma exortação e convite a que imitemos estes belos exemplos. Em seguida nos levantamos todos e elevamos nossas preces, e quando terminamos, como já dissemos, se oferece pão, vinho e água, e o presidente, segundo suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças, e todo o povo exclama dizendo: “amém”. Agora vem a distribuição e participação, que se faz a cada um, dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio por meio dos diáconos aos ausentes. ” (Justino Mártir, Apología I, 67)
      Outra de suas obras, Diálogo com Trifão, recompila um de seus debates como um dos mais sábios judeus da época, e neste, ele acusa-o de que os cristãos não guardarem o sábado nem a circuncisão: “nem guarda as festas e sábados, nem pratica a circuncisão” (Justino Mártir, Apología I, 10,3), e aconselha em seguida a obedecer a lei judaica:
      “Se queres, pois, escutar meu conselho, pois já que o tenho por meu amigo, em primeiro lugar circunda-te, depois observa, como é nosso costume, o sábado, as festas e as luas novas de Deus e cumpre numa só palavra tudo o que está escrito na leu, e então, tal vez, alcance misericórdia da parte de Deus.” (Justino Mártir, Diálogo com Trifão, 8,4)
      São Justino reconhece que os cristãos não guardam o sábado e explica o por quê:
      “Há alguma coisa mais que nos reprova, amigo, ou só se trata de que não vivemos segundo a vossa lei, nem circuncidamos nossa carne, como vossos antepassados, nem guardamos os sábados como vocês?”(Justino Mártir, Diálogo com Trifão, 10,1)
      “Você precisa agora da segunda circuncisão, e você continua com vosso orgulho da carne, A Nova Lei quer que guardeis o sábado perpétuo, e você passa um dia sem fazer nada, já acha que parece religioso…” (Justino Mártir, Diálogo com Trifão, 12,3)
      “Porque também nós observaríamos essa circuncisão carnal e guardaríamos o sábado e absolutamente todas as vossas festas, se não soubéssemos a causa pela qual elas foram ordenadas […] Não a observamos por que essa circuncisão não é necessária a todos, senão para vocês… e se o sábado também agradou a Deus todos os justos anteriormente mencionados, e depois deles Abraão e os filhos dele até Moisés […] também, pois, o sábado os foi ordenado por Deus para que fizessem memória Dele.” (Diálogo com Trifão, 18,2; 19,2.4)
      “Por que se antes de Abrão não havia necessidade de circuncisão, nem antes de Moisés o sábado, das festas nem dos sacrifícios,tampouco há agora, depois de Jesus Cristo, Filho de Deus, Nascido sem pecado da virgem Maria da linhagem de Abraão.” (Diálogo com Trifão, 23,4)
      Não há, pois, dúvida com base neste antigo dialogo entre um cristão e um judeu do século II, como já naquele tempo, os judeus estavam perfeitamente conscientes que os cristãos não guardavam o sábado e os reconheciam realmente que não.
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      AGORA W. FRANK VEJA O QUE DIZ
      TERTULIANO (160 – 220 D.C.)
      Tertuliano não é considerado um pai da Igreja, mas sim um escritor e apologista eclesiástico, já que no final da sua vida caiu em heresia abraçando o montanismo. Contudo foi muito lido antes de seu abandono da Igreja Católica. Menciona expressamente o descanso dominical:
      “Nós, porém, (segundo nos há ensinado a tradição) no dia da ressurreição do Senhor devemos tratar não só de nos ajoelhar, mas também devemos deixar todos os afazeres e preocupações, adiando também nossos negócios, a menos que queiramos dar lugar ao diabo.”. ( De orat., XXIII; cf. “Ad nation.”, I, XIII; “apology.”, XVI)
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      AGORA W. FRANK VEJA O QUE DIZ

      CIPRIANO DE CARTAGO (200-? D.C.)
      São Cipriano nasceu em torno do ano 200, provavelmente em Cartago, de família rica e culta. Dedicou-se em sua juventude à retórica. O desgosto que sentia diante da imoralidade dos ambientes pagãos contrastado com a pureza de costumes dos cristãos, o induziu a abraçar o Cristianismo por volta do ano 246. Pouco depois, em 248, foi eleito bispo de Cartago.
      Em uma carta dirigida a Fido na qual trata sobre o batismo das crianças, menciona o domingo como dia do Senhor, por ser o dia em que ressuscitou Cristo:
      “Como o oitavo dia, isto é, o dia imediatamente após o Sábado era o dia em que havia de ressuscitar o Senhor, e nos havia de dar a vida com a circuncisão, por isso na lei antiga se observou este dia.” (Carta LVIII, A Fido sobre o batismo das crianças).
      Além desses e outros se soma o Concílio local de Elvira realizado no ano de 300 que em seu cânon 21 demonstra que o dia em que a Igreja se reunia era o domingo: “Se alguém na cidade deixa de vir a Igreja por três domingos, seja excomungado por um curto tempo para que se corrija”.

      CONCLUSÃO PIADISTA W. FRANK
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      O imperador Constantino decretou a liberdade de culto no Edito de Milão no ano de 313 d.C, mas já havia testemunhos de mais de 250 anos antes de que os cristãos celebravam a Eucaristia no domingo e não guardavam o sábado. Os adventistas e outras comunidades protestantes similares simplesmente omitem esta informação a seus leitores apresentando-lhes assim uma informação tendenciosa. Poderia se supor que eles a desconhecem, mas no caso do artigo analisado do site protestante, podemos observar que não é o caso, pois citam a Enciclopédia Católica que não só menciona isto, mas que afirma que “O domingo era o primeiro da semana segundo o método de contagem dos judeus, mas os cristãos observavam o Sábado judeu nos tempos apostólicos como o dia separado para o culto público e solene a Deus”. Essa citação atribuída a Enciclopédia Católica foi impossível ser encontrada.
      Trata-se novamente deste caso de uma história alternativa fabricada por essas denominações protestantes para justificar suas próprias doutrinas. O problema que trás para o cristianismo é evidente. O mais doloso é o problema moral que incorre, usando informações falsas para justificar suas próprias doutrinas. Em segundo lugar a história alternativa apresenta a aquilo que não é cristã um panorama de desacordo e confusão que não favorece sua aceitação do evangelho. Com o tempo, os diversos revisionismos tem difundido essa versão errônea da história que tem promovido as divisões entre os crentes e escândalo entre os que não são crentes, resultando na ruina de muitas almas. O cristão deve “permanecer na verdade” tal como nos ordenou Jesus como condição indispensável para a salvação por que “Que união pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunidade entre a luz e as trevas?” (I Coríntios 6, 14), quem se serve da história alternativa para afirmar doutrinas próprias ou para derrubar as doutrinas originais da fé, deixa em evidência seu próprio erro pondo em perigo sua própria salvação e a dos outros.

      PARA CITAR

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    • EDMILSON disse:

      OLHA W. FRANK AQUI NESSE ARTIGO COU TI MOSTRAR UM POUCO DAS SAFADEZAS PROTESTANTES EM MATÉRIA DE ADULTERAÇÕES.
      VAMOS LÁ:

      Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes

      Uma vez protestante, ensinava Lutero: “Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

      O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: “Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe… Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz”. (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)

      Diante de tamanho testemunho que comprova a aversão de Lutero à verdade, vejamos então as maiores mentiras e sabotagens históricas protestantes, forjadas ao longo de 500 anos contra a Igreja Católica:
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      1520 – Inventam a primeira mentira contra o celibato: Lutero no final de 1520, fez uso de uma notória fábula para macular o bispo Ulrich, de Augsburg, publicando-a em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta o bispo Ulrich é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teriam sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (…) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. (sic!) Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada. (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960 pág. 177).
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      1525 – Adulteram a Bíblia colocando o termo “significa” onde Jesus diz que “É” seu corpo: o reformador suíço Zuinglio muda a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia: onde os Evangelhos e São Paulo dizem “isto é o meu corpo”, o heresiarca traduz por “isto significa o meu corpo”! A respeito, comenta outro protestante: “Não é possível de modo algum excusar este crime de Zuinglio; a cousa é por demais manifesta;(…) .” (Conr. Schluesselburg, Theologia calvinista, Francofurte, a M. 1592, 1. 2, f. 43 b.), escreve ainda o mesmo autor: “Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zuinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525, in 8o. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zuinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue.” (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211).

      As posteriores edições protestantes foram impressas corrigindo essa sabotagem de Zuinglio, que foi inclusive denunciado por Lutero, pois Lutero levantou-se contra o tal dizendo: ” ’é’ não pode ser traduzido por ‘significa’”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo – Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. – SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107).

      Infelizmente, por causa do estrago causado pela falsificação de Zuinglio, a maioria dos protestantes continuam a ensinar erroneamente que o pão e o vinho consagrados, “significam” o corpo e sangue de Cristo. Sendo assim eles comem e bebem indignamente a própria condenação, como bem diz as Escrituras: “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.” (1Cor 11, 28-29)
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      1540 – plantam a mentira que a Igreja é contra a ciência: um pastor protestante sabotou a obra do padre Copérnico sobre o heliocentrismo, em sua dedicatória ao Papa. Isso ajudou os protestantes mais tarde a propalarem falsamente que os papas eram contra o heliocentrismo. Naquele ano, o astrônomo Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus (“As Revoluções”), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte, em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio, dedicado ao Papa Paulo III, fora substituído por outro, anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, em que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema. Esse pastor também modificou o nome da obra para De Revolutionibus Orbium Coelestium (“As Revoluções do Orbe Celeste”). No livro, que tinha o texto já aprovado pelo Papa, Copérnico declarava e provava matematicamente que a Terra cumpria “uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta”. Fonte:http://www.euniverso.com.br/Cult/Mestres_e_artistas/Copernico.htm

      Essa dedicatória omitida, acaba por colaborar com a falsidade que circula até hoje dizendo que os Papas eram contra a ciência. Não existiria essa falsidade se o prefácio da obra de Copérnico não tivesse sido criminosamente removido na gráfica por um pastor luterano.

      Quem na verdade era contra Copérnico e a ciência, a qual chamava de “razão”, era Lutero, que assim se expressava: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol.” – Lutero deu de ombros -“Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

      Deste modo Lutero via a ciência: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

      Hoje o que vemos, são alguns protestantes e outros inimigos da Igreja, desonestamente querendo inverter os papéis, a caluniar que a Igreja é que é a “inimiga da ciência”. A história universal advoga contra estes.
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      1546 – Forjam a mentira da fixação das teses de Lutero: após a morte de Lutero, Melanchthon inventa a lenda em que Lutero teria fixado 95 teses contra a Igreja, no pórtico da igreja do castelo de Wittenberg. Os historiadores Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann negam que isso tenha ocorrido. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada a notícia da afixação das teses. Não é encontrado, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato. Lê-se apenas: “No Ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg-sobre¬ o Elba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porem modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém.” Ou seja, aquilo não passava de reles tese estudantil que até defendia o Papa, mas com alguns erros teológicos cometidos pelo autor, que foi em pouco tempo corrigido. (FITZER, Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Muchen-Zurique, 1968.)
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      1546 – Plantam a mentira “a Igreja vendia lugares no céu”: esse embuste acusava o Papa de estar vendendo indulgências para construir a Basílica de São Pedro. Tudo falsidade que se desfaz mediante simples leitura das teses de Lutero, especialmente a de nº 50, que diz: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” As acusações de que o perdão dos pecados foi vendido por dinheiro, independentemente de contrição, ou que a absolvição de pecados a ser cometidos no futuro poderiam ser comprados são infundadas. (Paulus, “Johann Tetzel”, 103). Tetzel “, 103).

      O que aconteceu de fato em 1517, foi a desobediência de um monge isolado, numa distante cidade alemã, longe do conhecimento do Papa em Roma, que teria cobrado pelas indulgências que são dadas gratuitas pela Igreja. Este monge era o Johann Tetzel, o mesmo foi punido disciplinarmente e morreu de desgosto adiante, inclusive sendo consolado magnanimamente por Lutero que antes o havia injustamente acusado de ter dito que uma indulgência comprada perdoaria até quem “violasse a mãe de Deus.”

      Uma outra falsa frase que ilustra ainda hoje panfletos difamatórios diz: “Tão logo o dinheiro no cofre tilintar, a alma do purgatório sairá voando”. A Bula Papal de indulgência não deu qualquer sanção para essa proposição. Foi uma opinião escolar vaga, refutada em 1482, e novamente em 1518, e certamente não é uma doutrina da Igreja, que foi assim indevidamente apresentada por difamadores como “verdade dogmática”. (consulta: Ludwig von Pastor , A História dos Papas, a partir do final da Idade Média, Francisco Kerr Ralph, ed., 1908, B. Herder, St. Louis, Volume 7, pp 347-348.)
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      1553 – Inventam a mentira que a Igreja proibiu a Bíblia: essa mentira dá conta que, o Papa Júlio III teria convocado três bispos que teriam optado por proibir a leitura da Bíblia visando “manter” a autoridade da Igreja. O autor desta farsa foi Pier Paolo Vergério (1498-1565), um protestante, grande inimigo da Igreja. O falsário na época, deu um jeito de colocar tal falsidade escrita dentro da Biblioteca Nacional de Paris, para dar-lhe ares de veracidade.

      Recentemente o apologista católico Oswaldo Garcia deu-se ao trabalho de verificar isso junto àquela biblioteca e recebeu a seguinte informação: “O texto que procurais é uma crítica em estilo satírico, dirigida ao Papado e publicada em 1553 com o título “Consilium quorumdam apiscoporum Bononiae Congregatorum quod de ratione stabiliendae Romanae Ecclesiae Iulio III P.M. datum est”. O seu autor Pier Paolo Vergério (1498-1565) Bispo de Modruch, e, depois, de Capo d’Istria, aderiu posteriormente à reforma protestante em 1549 aproximadamente, põe em cena Bispos que prestam conselho ao Papa Júlio III sobre a maneira de restabelecer a autoridade pontifícia”. Às pessoas que interpelam esta instituição a respeito da autenticidade do documento, a biblioteca tem respondido: “É impossível que tal documento seja obra de alguma autoridade da Igreja Católica.” Por sugestão do Garcia, esta informação foi publicada na revista “Pergunte e Responderemos” de novembro/2006, n. 533.
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      Veja, aqui W. Frank, uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar essa lenda que apregoa que a Igreja seria contra a Bíblia:

      “Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero … devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação”(The publisher of the Cologne Bible [1480] ).
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      Bibliografia:
      – Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée […] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857

      – Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l’Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.
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      1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros : “… O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, …Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus , … , Sabedoria e Eclesiástico, … Baruque, …”

      Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos.

      Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico eBaruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp

      Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879.
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      1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judithe, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16.
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      1685 – Criam a lenda de que o protestantismo teria surgido no dia da falsa fixação das teses de Lutero: como seria possível isso se Lutero ainda era católico e defendia o Papa naquelas teses, dizendo entre muitos outros muitos elogios: “Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.”(Tese nº 9).
      Na verdade, foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios protestantes o dia de lançamento das teses de Lutero como um “marco de ruptura” com Roma. (Alexander Martins Vianna, Professor do Departamento de História da FEUDUC-RJ).
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      1819 – Caluniam que um “padre” traduziu a bíblia protestante para o português: no maior “conto do vigário” da história, João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego, o que não é verdade.

      Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] – todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade.”http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ferreira_de_Almeida

      A tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tanto erro, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).

      Só em 1819 a bíblia completa de João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título: “A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia.(…)” .

      Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, o continuaram chamando de “padre” no prefácio para agregar credibilidade a tal bíblia errática. Esta edição foi mais tarde reimpressa com a ressalva: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, e depois novamente com: “ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL”. Tais avisos significam, em bom português, que as edições anteriores estão sempre erradas.
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      1836 – Inventam a “Noite de São Bartolomeu” contra a Igreja: o alemão Giacomo Meyerbeer (1791- 1864 ) forja em 1836, uma ópera intitulada “Les Huguenotes” onde numa farsa musical, atribui a morte de protestantes (chamados huguenotes), envolvidos em brigas políticas como os reis em 1572, à Igreja Católica. Deram a esse episódio político o nome de “Noite de São Bartolomeu”, para sutilmente o vincularem a Igreja. Porém, não foi a Igreja e nem o Papa, e nem o alto clero francês que determinaram aquele massacre. Seria preciso lembrar que, antes, os protestantes haviam feito outros massacres de católicos, assassinado o Duque Francisco de Guise, destruído igrejas e profanado muitas vezes hóstias consagradas e destruído imagens. Os huguenotes eram uma bem pequena fração dos franceses, mas nessa minoria ínfima, se contavam inúmeros príncipes e personagens muito importantes que armavam os protestantes. Nesta tardia ópera, forjada 264 anos após os fatos, Meyerbeer vergonhosamente colocava o cardeal de Lorena, que no momento do massacre estava em Roma, a abençoar em Paris os punhais destinados à matança. Se a Igreja Católica de fato tivesse tido parte nisto, em 1593, o líder protestante huguenote, Henrique IV, que escapou do citado massacre, não teria se convertido voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo. Consultas: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologética Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429; Enciclopédia Microsoft Encarta 99.
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      1858 – Inventam a mentira que as doutrinas católicas têm origens pagãs: o ministro protestante escocês Alexander Hislop, publica o mentiroso livro “A Duas Babilônias”, onde alega que a religião da antiga Babilônia, sob a liderança do Nimrod e sua esposa, recebeu mais tarde disfarces de sonoridade cristã, transformando-se na Igreja Católica Apostólica Romana. Com efeito, existiriam duas “Babilônias”: uma antiga e outra moderna (a Igreja Católica). É deste livro que dimanam os insultos protestantes que caluniam que as doutrinas católicas são pagãs, desde a hóstia até a celebração do Natal. Ainda hoje os vemos com tal insulto na ponta da língua.

      Recentemente, o pastor, Ralph Woodrow, escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substitui seu livro que se baseava nas mentiras de Alexander Hislop. Aponta Ralph Woodrow: “É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente.” (Confira em: http://www.ukapologetics.net/1hislopbaby.html )
      Para entender as doutrinas católicas, bastava estudarem a Bíblia e a Patrística.
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      1883 – Forjam um sanguinário juramento e os atribuem aos jesuítas, para posar de perseguidos ao mundo: o escritor francês Charles Didier (1805-1864), forja em seu livro “Rome Souterraine”, um sanguinário “juramento” atribuindo-o aos jesuítas. Esse falso juramento, ainda mais carregado de brutalidades, continua sendo amplamente usado pelos protestantes em apostilas e na internet. No ano de 1912 no estado da Pensilvânia-EUA, eles o utilizaram alterado para ganhar uma eleição estadual contra o democrata católico, Eugene C. Bonniwell. Para ver a investigação que desmascarou a farsa, acesse:
      http://fimdafarsa.blogspot.com/2011/06/o-juramento-dos-jesuitas-refutado.html
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      1962 – Reúnem todas as calúnias e lançam o livro “Catolicismo Romano” repleto de falsidades: o protestante presbiteriano Loraine Boettner (1901-1990), lança o livro “Catolicismo Romano” que era conhecido como “A bíblia do Anti-catolicismo”. O livro continha quatrocentos e cinqüenta páginas com todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Ainda hoje muitos protestantes fazem uso das falsidades constante naquele livro. O ministro protestante Scott Hahn distribuiu este embuste. Scott Hahn converteu-se ao catolicismo, provando ser o conteúdo do livro uma farsa. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado aqui:
      http://www.legiomariae.kit.net/Canais/Apologetica/Protestantismo/testemunhoscot.htm
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      1963 – Aliam-se aos comunistas para injuriosamente fazer da Igreja Católica cúmplice do nazismo: o protestante Rolf Hochhuth, para macular o Papa Pio XII escreve a peça “O Vigário” (1963), onde criminosamente põe o Papa como colaborador de Hitler. Essa farsa culminou mais tarde no livro de John Cornwell, “O Papa de Hitler” (1999). Foi tudo de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. (leiam a história inteira aqui: http://www.nationalreview.com/articles/219739/moscows-assault-vatican/ion-mihai-pacepa ).
      Desmoralizando estes difamadores: Albert Einstein (1879-1955), um refugiado do nazismo, e a primeira-ministra israelense Golda Meir (1898-1978), por exemplo, expressaram publicamente sua gratidão ao Santo Padre por salvar judeus do genocídio. Explicou à agência Zenit Gary L. Krupp, presidente da Fundação Judaica Pave The Way (PTWF): “Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial.” (Fonte: http://www.zenit.org/article-18780?l=portuguese )
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      2003 – Lançam o filme “Lutero” recheado de mentiras e omissões: vendo o protestantismo definhar, tentam no cinema reabilitar Lutero, num tributo fantasioso ao pai da revolta protestante. Pois ainda que seus idealizadores tenham deixado de retratar fielmente a vida atribulada de Lutero, movidos claramente pela ideologia apaixonada que visou a reabilitação pública do monge alemão e o bem da Igreja luterana, usaram e abusaram do princípio escandaloso proposto pelo próprio Lutero: mentir a vontade, sem remorso, dizer boas e grossas mentiras! De antemão se sabia que o filme seria tendencioso, pois fora patrocinado por um fundo luterano milionário – Thrivent – bem como pela Federação Luterana. Mas o resultado ultrapassou em muito as piores perspectivas:

      Do soberbo Lutero fizeram um religioso humilde, quando aquele na verdade dizia: “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”. (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

      Do infiel Lutero, fizeram um homem leal, quando aquele dizia: “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo.” (Lutero). Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira. (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l’heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).

      Do assassino Lutero, fizeram um santo, quando aquele dizia: “Eu, Dr. Martim Lutero, durante a rebelião matei todos os camponeses, porque fui eu quem ordenou que eles fossem mortos. Todo o sangue deles está sobre minha cabeça. Mas eu o ponho todo sobre Deus Nosso Senhor; pois foi ele quem assim me mandou falar!” (“Tischredden”, Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)

      Jesus edificou Sua única Igreja sobre Pedro apóstolo (Mateus 16,18), nos ensinou que o Diabo é o pai da mentira (João 8,44), e príncipe deste mundo (João 12,31; 14,30; 16,11). Também nos ensinou que Ele, Jesus, é a verdade o caminho e a vida (Jo 14, 6), que sua Igreja é a coluna e fundamento da verdade (1 Timóteo 3,15) e que seu reino não é desse mundo (Jo 18, 36).

      Não sendo o reino de Jesus deste mundo e Sua Igreja nesse mundo, a coluna e fundamento da verdade que conduz a Seu Santo reino, é natural que o Diabo, príncipe deste mundo, atue por meio da mentira contra a Igreja, usando os mais inesperados meios para que as almas a odeiem e neste mundo permaneçam para sempre.

      Isto se confirma pelo que você acabou de ler. Observe que são exatamente essas mentiras e sabotagens históricas que moldam o DNA do protestantismo, que passa muito longe de ter sido uma revelação divina.

      ISSO É O QUE VOCÊ APRENDEU HEREGE W. FRANK SÓ SAFADEZASE MENTIRAS AMADORA.

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    • W. Frank disse:

      Boa noite, vc está querendo dizer que o que Deus escreveu com seu próprio dedo precisa de aperfeiçoamento??? Não definitivamente não. Isso não aconteceu e nem acontecerá. Tire um tempinho e leia o Salmo 119 e vc perceberá que a lei moral, os 10 mandamentos, é uma lei perfeita. Vc tenta defender um ponto de vista com argumentação humana e nçao bíblica. Logo, sendo assim, seus argumentos não são válidos.
      Quanto à necessidade de se ter um dia de descanso, concordo com vc, e esse dia só pode ser o 7º dia e não o primeiro. O 7º dia existiu no Eden com essa finalidade. Foi guardado por Israel, e inclusive por Jesus. Depois da morte do Senhor continua-se guardando o 7º dia(Lc23:56). Foi o dia que Paulo guardou pelo menos 195 vezes no livro de Atos. Foi o dia que Lucas, que era um gentio, guardou(At 16:13). Será o dia de guarda na vida eterna(Is 66:23 e Ap 22:2). Sinto muito lhe dizer isso mas não há lugar para o Domingo como sendo um Sábado. Fere a lógica divina. Lamento lhe dizer, mas a palavra domingi nem existe na bíblia. Duvudo que vc a encontre. O único di que tem nome é o Sábado, os demais eram classificados de forma ordinal.
      Estude sobre o edito de Constantino e vc verá quando ocorreu a mudança e quem era adorado no primeiro dia da semana. Deus abrirá seu entendimento para apreciar tais verdades. Abraços de um irmão em Cristo!!!

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    • W. Frank disse:

      Aliança faz referência ao sangue e não à lei. Procure se informar melhor.

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  12. W. Frank disse:

    Olá, boa noite Edimilson. Não serei mal educado com vc. Não haverá reciprocidade, pelo menos nesse sentido. A MÁ EDUCAÇÃO É CARACTERÍSTICA DE FALTA DE ARGUMENTAÇÃO
    O que lhe faz pensar que sou seguidor de Ellen White? Nem toquei em seu nome.
    Quanto a ser rico em mentira o Papa é o maior milionário poiso dogma de Maris, imortalidade da alma, transubstanciação…e por aí vai…é um engodo Papal que conduz ovelhas cegas à destruição.
    O termo judaizante, para sua informação, não tem nada a ver com guardar o Sábado mas tão somente com leis serimoniais, as que foram abolidas quando Cristo morreu na Cruz. Essas leis eram figuras da morte vicária de Cristo. Não tem nada a ver com a Lei Moral, os 10 Mandamentos. Veja bem, o Papa se auto intitula “Vicárius filii Dei” quando o verdadeiro “Vicárius”(substituto) é Cristo.
    Vc pode discordar de tudo que lhe falo, porém nunca vc vai poder dizer que lhe falo alguma coisa fora das Escrituras. Jamais faria isso. Não seguimos Ellen White, seguimos a bíblia somente. Não vou tocar no nome Elem White durante nossa exposição de idéias.
    A igreja que vc chama seita é a única que não interpreta a bíblia, deixando tão somente que esta SE INTERPRETE a si mesma seguindo orientações de Isaias e Pedro : “Assim, pois, a palavra do SENHOR lhes será mandamento sobre mandamento, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali; para que vão, e caiam para trás, e se quebrantem e se enlacem, e sejam presos”Isaías 28:13; ‘Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.2 Pedro 1:20-21. Seita são vcs que colocam a tradição humana acima das escrituras. Não seria essa umas das definições de seita???
    É…realmente vc não sabe nada sobre a IASD. Não foi EGW que falou que Cristo entrou no Santuário, mas Iran Edson. Aqui vai um conselho : se vc quer realmente aprender algo sobre uma determinada coisa, vc deve primeiramente ir ás fontes primárias e não somente aos materiais secundários, que muitas vezes se assemelham á fofoca. Aí o que acontece??? Vc vira comédia.
    Eu posso sim falar da ICAR porque já estive em seu seio – iria ser padre, estudei no seminário Salesiano e estudei 13 anos em um colégio da mesma congregação – e o que ví foi homossexualismo entre alguns alunos, perguntas sem respostas ou com respostas vagas acerca de doutrinas bíblicas basilares isso sem falar da infração ao 2º mandamento de Êxodo 20, inclusive praticada por mim, em minha ignorância e a propagação da Satânica teoria Evolucionista. Sempre gostei do livro de Apocalipse e sempre quando inqueria algum padre ou irmão coadjutor notava o embaraço desses quando confrontados com tais perguntas. São dignos de pena.
    Vc ja leu Ap 12:17 que fala dos tempos finais deste mundo e mostra, no mesmo capítulo as características da igreja protagonista da grande perseguição engendrada por Satanás??? “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que GUARDAM OS MANDAMENTOS DE DEUS, e têm o TESTEMUNHO DE JESUS CRISTO”.Apocalipse 12:17
    Já leu também sobre o sinal de Deus que é oposição à marca da besta? “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que GUARDAM OS MANDAMENTOS DE DEUS e a FÉ EM JESUS”.Apocalipse 14:12
    Agora com honestidade me responda, não como quem torce para um time de futebol que defende seu time até em baixo d’água, quais são os mandamentos de Deus. Com certeza não são aqueles do catecismo da ICAR.

    Quanto ao “está consumado”, consumado do grego “EIPEN”, não foi dito por Jesus apenas no Evangelho de João, mas também em Ap 21:6. Veja no grego. A mesma palavra. Então quando foi terminada a obra da criação – Gn 2:2 – o Criador descansou no Sábado. O que aconteceu quando Cristo morreu na cruz??? Ele descansou no Sábado.
    Vou usar de argumentação bíblica.
    # O Senhor criou o mundo em 7 dias e descansou no Sábado;
    #o Sábado foi guardado antes de ser dado como mandamento no Sinai : “Seis dias o colhereis(o maná), mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá.E aconteceu ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam.Então disse o SENHOR a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?”(Êx 16:26-28);
    #o Sábado foi o 4º mandamento que Deus escreveu com seu próprio dedo em tábuas de pedra – simbolizando a eternidade da lei – (Ex 31:18, Dt 10:2e4);
    ## O Senhor criou o mundo em 7 dias e descansou no Sábado;
    #o Sábado foi guardado antes de ser dado como mandamento no Sinai : “Seis dias o colhereis(o maná), mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá.E aconteceu ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam.Então disse o SENHOR a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?”(Êx 16:26-28);
    #o Sábado foi o 4º mandamento que Deus escreveu com seu próprio dedo em tábuas de pedra – simbolizando a eternidade da lei – (Ex 31:18, Dt 10:2e4);
    #Deus fez com que essas tábuas de pedra fossem guardadas dentro da arca do concerto enquanto as demais leis foram colocadas de lado(Ex 25:16 e 21, Dt 10:5, IRs 8:9, Hb 9:4);
    #todo o povo de Deus, Israel, que era o guardião da lei de Deus guardou o Sábado e quando não o faziam eram exortados pelos profetas de Deus(Is 56:2e4, 58:13) e, foram aprisionados em Babilônia por causa da idolatria e da não observância do Sábado;
    #o Sábado foi o dia que Jesus guardou (Lc 4:16) e, sobre o Sábado Ele disse que era para o homem – “antropos” – e não exclusivamente para o judeu(por isso o Sábado foi criado depois do homem) e se declarou ser o Senhor desse dia(Mt 12:8, Lc 6:5 e Mc 2:28), . Bom, dizer que Jesus é Senhor do Sábado é o mesmo que dizer que o Sábado é o dia do Senhor;
    #Jesus guardou o Sábado(Mt 4:16);
    #os discipulos e as mulheres que seguiam Jesus guardaram o Sábado mesmo depois da morte de Nosso Senhor, e veja que Lucas, que era um gentio, relatou esse fato cerca de 30 anos depois da morte de Cristo.(Lc 23:55);
    #no livro de Atos do Apóstolos vemos Paulo, apóstolos dos gentios guardando o Sábado no mínimo 194 vezes; 78 vezes em Corinto(At 18:11) e 116 vezes em Éfeso(At 19:10); e para que ninguém diga que era por causa dos judeus, os gregos também guardavam o Sábado;
    #em Atos 16:13 vemos Paulo guardando o Sábado com gentios e junto com Lucas, e não na Sinagoga, mas ás margens de um rio.
    #todo o povo de Deus, Israel, que era o guardião da lei de Deus guardou o Sábado e quando não o faziam eram exortados pelos profetas de Deus(Is 56:2e4, 58:13) e, foram aprisionados em Babilônia por causa da idolatria e não observância do Sábado;
    #o Sábado foi o dia que Jesus guardou (Lc 4:16) e, sobre o Sábado Ele disse que era para o homem – “antropos” – e não exclusivamente para o judeu(por isso o Sábado foi criado depois do homem) e se declarou ser o Senhor desse dia(Mt 12:8, Lc 6:5 e Mc 2:28), . Bom, dizer que Jesus é Senhor do Sábado é o mesmo que dizer que o Sábado é o dia do Senhor;
    #Jesus guardou o Sábado(Mt 4:16);
    #os discípulos e as mulheres que seguiam Jesus guardaram o Sábado mesmo depois da morte de Nosso Senhor, e veja que Lucas, que era um gentio, relatou esse fato cerca de 30 anos depois da morte de Cristo.(Lc 23:55);
    #no livro de Atos do Apóstolos vemos Paulo, apóstolos dos gentios guardando o Sábado no mínimo 194 vezes; 78 vezes em Corinto(At 18:11) e 116 vezes em Éfeso(At 19:10); e para que ninguém diga que era por causa dos judeus, os gregos também guardavam o Sábado;
    #em Atos 16:13 vemos Paulo guardando o Sábado com gentios e junto com Lucas, e não na Sinagoga, mas ás margens de um rio;
    #o apóstolo João , em Apocalipse, teve uma visão do Santuário Celestial, e, o que havia dentro do santuário??? A arca do concerto.(Ap 11:19). O que há dentro da arca??? As tábuas de pedra.(Ex 25:16 e 21, Dt 10:5, IRs 8:9 e Hb 9:4). Adivinhe o que está escrito nessas tábuas de pedra??? Os mandamentos de Deus escritos por Ele mesmo. E qual é o 4º mandamento??? É o Domingo??? Nããão!!! Essa palavra não existe na bíblia. É o Sábado!!!
    #na Terra renovada, depois do pecado ser destruído, guardaremos o Sábado(Is 66:23 e Ap 22:2).
    Diante dos fatos, lembre-se que contra fatos não há argumentos, se o Sábado sempre existiu e continuará por toda a eternidade, qual o motivo dele ter perdido a validade em nosso tempo, hoje???
    Pois bem, agora vem vc sem nenhuma argumentação bíblica defender o que é indefensável. Seu conhecimento das escrituras é parco. Vc mistura doutina bíblica com tradições humanas. Assim é impossível existir coerência.
    Me desculpe mas qualquer um que se debruce á estudar a bíblia com honestidade e não pensando defender uma placa de igreja chegará à uma conclusão lógica : o Sábado é o 4º mandamento e deve ser guardado pois faz parte dos 10.
    Além do mais a palavra domingo não existe em nenhum lugar na bíblia. O único dia que posui nome diferenciado dos demais é o Sábado.
    Em outra ocasião falarei sobre ser o Sábado um dia universal para a adoração. Abraços!!!

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    • EDMILSON disse:

      W. Frank a questão aqui não é falta de educação e muito menos argumento!
      Pois você é como todo protestante mentiroso e caluniador.
      Pois quando pedimos uma fonte e uma testemunha ocular o lunático some e desaparece.

      W. Frank aí eu ti pergunto?Que dia que um piadista como você terá argumentos pra me refutar ou debater comigo? Se o que você diz não passa de papagaiadas fruto das mentiras e contradições protestante!

      VOCÊ W. FRANK É TÃO PIADISTA QUE POR VERGONHA PREFERE SER CHAMADO DE CRISTÃO E NÃO DE UM PROTESTANTE RSRSRSRS.

      W.FRANK VOU AMAR E ADORAR DEBATER COM VOCÊ W.FRANK
      MAS SÓ UMA COISA W.FRANK? VAMOS DEBATER COM FONTES HISTÓRICAS E COM FATOS VERÍDICOS COM NOTAS DE RODA PÉ E COM TESTEMUNHAS OCULARES.

      OK

      AGORA W.FRANK SE VOCÊ VIM COM ESSAS FABULAS SEM REGISTRO HISTÓRICO VOU TI CHAMAR DE MENTIROSO E CHARLATÃO.

      E OUTRA COISA W.FRANK SE VOCÊ CITAR QUAL QUER DOS DOCUMENTOS DOS PADRES DA IGREJA TIRANDO FRASES DO CONTEXTO E MUDANDO O SIGNIFICADO DO TEXTO VOU TI CHAMAR DE FALSIFICADOR E DE MENTIROSO E CONTRADITÓRIO.

      E OUTRA W.FRANK NÃO EXISTE PLACAS DE IGREJA.

      EXISTE SIM UMA SÓ IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICO ROMANA
      FUNDADA POR JESUS CRISTO QUEIRA VOCÊ OU NÃO QUEIRA ISSO É FATO.

      AGORA W.FRANK EU TI PERGUNTO? QUEM É VOCÊ QUE QUER MUDAR O QUE JÁ FOI FEIO E TRANSMITIDO.

      E SOBRE BÍBLIA E TRADIÇÃO VAI ESTUDAR OS 200 HISTORIADORES DOS PRIMEIROS SÉCULOS ANTES DE CRISTO.
      E ATÉ DEPOIS DE CRISTO QUE VAI DE BAULAN A 5000 MIL ANOS ATRÁS ATÉ EUSÉBIO NASCIDO NO ANO 265 DA ERA CRISTÃ.

      OLHA W.FRANK VOU USAR SÓ ESSES 200 HISTORIADORES PARA DESMASCARÁ VOCÊ E MOSTRAR QUE VOCÊ NÃO ENTENDE NADA
      E SÓ FALA PAPAGAIADA COMO TODO PROTESTANTE SEM NENHUM CONHECIMENTO HISTÓRICO!

      VOU AMAR TI REFUTAR OLHA ESTOU TERMINANDO UM IMENSO ESTUDO DO QUE FOI A INQUISIÇÃO EU O TERMINANDO VOU TER UM GRANDE TEMPO PARA REFUTAR SUAS MALUQUICES SATÂNICA.

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    • EDMILSON disse:

      OLHA W. FRANK AQUI NESSE ARTIGO COU TI MOSTRAR UM POUCO DAS SAFADEZAS PROTESTANTES EM MATÉRIA DE ADULTERAÇÕES.
      VAMOS LÁ:

      Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes

      Uma vez protestante, ensinava Lutero: “Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

      O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: “Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe… Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz”. (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)

      Diante de tamanho testemunho que comprova a aversão de Lutero à verdade, vejamos então as maiores mentiras e sabotagens históricas protestantes, forjadas ao longo de 500 anos contra a Igreja Católica:
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      1520 – Inventam a primeira mentira contra o celibato: Lutero no final de 1520, fez uso de uma notória fábula para macular o bispo Ulrich, de Augsburg, publicando-a em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta o bispo Ulrich é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teriam sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (…) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. (sic!) Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada. (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960 pág. 177).
      ////////////////////////////////
      1525 – Adulteram a Bíblia colocando o termo “significa” onde Jesus diz que “É” seu corpo: o reformador suíço Zuinglio muda a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia: onde os Evangelhos e São Paulo dizem “isto é o meu corpo”, o heresiarca traduz por “isto significa o meu corpo”! A respeito, comenta outro protestante: “Não é possível de modo algum excusar este crime de Zuinglio; a cousa é por demais manifesta;(…) .” (Conr. Schluesselburg, Theologia calvinista, Francofurte, a M. 1592, 1. 2, f. 43 b.), escreve ainda o mesmo autor: “Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zuinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525, in 8o. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zuinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue.” (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211).

      As posteriores edições protestantes foram impressas corrigindo essa sabotagem de Zuinglio, que foi inclusive denunciado por Lutero, pois Lutero levantou-se contra o tal dizendo: ” ’é’ não pode ser traduzido por ‘significa’”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo – Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. – SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107).

      Infelizmente, por causa do estrago causado pela falsificação de Zuinglio, a maioria dos protestantes continuam a ensinar erroneamente que o pão e o vinho consagrados, “significam” o corpo e sangue de Cristo. Sendo assim eles comem e bebem indignamente a própria condenação, como bem diz as Escrituras: “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.” (1Cor 11, 28-29)
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      1540 – plantam a mentira que a Igreja é contra a ciência: um pastor protestante sabotou a obra do padre Copérnico sobre o heliocentrismo, em sua dedicatória ao Papa. Isso ajudou os protestantes mais tarde a propalarem falsamente que os papas eram contra o heliocentrismo. Naquele ano, o astrônomo Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus (“As Revoluções”), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte, em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio, dedicado ao Papa Paulo III, fora substituído por outro, anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, em que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema. Esse pastor também modificou o nome da obra para De Revolutionibus Orbium Coelestium (“As Revoluções do Orbe Celeste”). No livro, que tinha o texto já aprovado pelo Papa, Copérnico declarava e provava matematicamente que a Terra cumpria “uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta”.

      Essa dedicatória omitida, acaba por colaborar com a falsidade que circula até hoje dizendo que os Papas eram contra a ciência. Não existiria essa falsidade se o prefácio da obra de Copérnico não tivesse sido criminosamente removido na gráfica por um pastor luterano.

      Quem na verdade era contra Copérnico e a ciência, a qual chamava de “razão”, era Lutero, que assim se expressava: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol.” – Lutero deu de ombros -“Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

      Deste modo Lutero via a ciência: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

      Hoje o que vemos, são alguns protestantes e outros inimigos da Igreja, desonestamente querendo inverter os papéis, a caluniar que a Igreja é que é a “inimiga da ciência”. A história universal advoga contra estes.
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      1546 – Forjam a mentira da fixação das teses de Lutero: após a morte de Lutero, Melanchthon inventa a lenda em que Lutero teria fixado 95 teses contra a Igreja, no pórtico da igreja do castelo de Wittenberg. Os historiadores Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann negam que isso tenha ocorrido. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada a notícia da afixação das teses. Não é encontrado, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato. Lê-se apenas: “No Ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg-sobre¬ o Elba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porem modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém.” Ou seja, aquilo não passava de reles tese estudantil que até defendia o Papa, mas com alguns erros teológicos cometidos pelo autor, que foi em pouco tempo corrigido. (FITZER, Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Muchen-Zurique, 1968.)
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      1546 – Plantam a mentira “a Igreja vendia lugares no céu”: esse embuste acusava o Papa de estar vendendo indulgências para construir a Basílica de São Pedro. Tudo falsidade que se desfaz mediante simples leitura das teses de Lutero, especialmente a de nº 50, que diz: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” As acusações de que o perdão dos pecados foi vendido por dinheiro, independentemente de contrição, ou que a absolvição de pecados a ser cometidos no futuro poderiam ser comprados são infundadas. (Paulus, “Johann Tetzel”, 103). Tetzel “, 103).

      O que aconteceu de fato em 1517, foi a desobediência de um monge isolado, numa distante cidade alemã, longe do conhecimento do Papa em Roma, que teria cobrado pelas indulgências que são dadas gratuitas pela Igreja. Este monge era o Johann Tetzel, o mesmo foi punido disciplinarmente e morreu de desgosto adiante, inclusive sendo consolado magnanimamente por Lutero que antes o havia injustamente acusado de ter dito que uma indulgência comprada perdoaria até quem “violasse a mãe de Deus.”

      Uma outra falsa frase que ilustra ainda hoje panfletos difamatórios diz: “Tão logo o dinheiro no cofre tilintar, a alma do purgatório sairá voando”. A Bula Papal de indulgência não deu qualquer sanção para essa proposição. Foi uma opinião escolar vaga, refutada em 1482, e novamente em 1518, e certamente não é uma doutrina da Igreja, que foi assim indevidamente apresentada por difamadores como “verdade dogmática”. (consulta: Ludwig von Pastor , A História dos Papas, a partir do final da Idade Média, Francisco Kerr Ralph, ed., 1908, B. Herder, St. Louis, Volume 7, pp 347-348.)
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      1553 – Inventam a mentira que a Igreja proibiu a Bíblia: essa mentira dá conta que, o Papa Júlio III teria convocado três bispos que teriam optado por proibir a leitura da Bíblia visando “manter” a autoridade da Igreja. O autor desta farsa foi Pier Paolo Vergério (1498-1565), um protestante, grande inimigo da Igreja. O falsário na época, deu um jeito de colocar tal falsidade escrita dentro da Biblioteca Nacional de Paris, para dar-lhe ares de veracidade.

      Recentemente o apologista católico Oswaldo Garcia deu-se ao trabalho de verificar isso junto àquela biblioteca e recebeu a seguinte informação: “O texto que procurais é uma crítica em estilo satírico, dirigida ao Papado e publicada em 1553 com o título “Consilium quorumdam apiscoporum Bononiae Congregatorum quod de ratione stabiliendae Romanae Ecclesiae Iulio III P.M. datum est”. O seu autor Pier Paolo Vergério (1498-1565) Bispo de Modruch, e, depois, de Capo d’Istria, aderiu posteriormente à reforma protestante em 1549 aproximadamente, põe em cena Bispos que prestam conselho ao Papa Júlio III sobre a maneira de restabelecer a autoridade pontifícia”. Às pessoas que interpelam esta instituição a respeito da autenticidade do documento, a biblioteca tem respondido: “É impossível que tal documento seja obra de alguma autoridade da Igreja Católica.” Por sugestão do Garcia, esta informação foi publicada na revista “Pergunte e Responderemos” de novembro/2006, n. 533.
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      Veja, aqui W. Frank, uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar essa lenda que apregoa que a Igreja seria contra a Bíblia:

      “Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero … devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação”(The publisher of the Cologne Bible [1480] ).
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      Bibliografia:
      – Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée […] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857

      – Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l’Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.
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      1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros : “… O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, …Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus , … , Sabedoria e Eclesiástico, … Baruque, …”

      Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos.

      Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo

      Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879.
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      1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judithe, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16.
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      1685 – Criam a lenda de que o protestantismo teria surgido no dia da falsa fixação das teses de Lutero: como seria possível isso se Lutero ainda era católico e defendia o Papa naquelas teses, dizendo entre muitos outros muitos elogios: “Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.”(Tese nº 9).
      Na verdade, foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios protestantes o dia de lançamento das teses de Lutero como um “marco de ruptura” com Roma. (Alexander Martins Vianna, Professor do Departamento de História da FEUDUC-RJ).
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      1819 – Caluniam que um “padre” traduziu a bíblia protestante para o português: no maior “conto do vigário” da história, João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego, o que não é verdade.

      Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] – todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade

      A tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tanto erro, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).

      Só em 1819 a bíblia completa de João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título: “A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia.(…)” .

      Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, o continuaram chamando de “padre” no prefácio para agregar credibilidade a tal bíblia errática. Esta edição foi mais tarde reimpressa com a ressalva: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, e depois novamente com: “ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL”. Tais avisos significam, em bom português, que as edições anteriores estão sempre erradas.
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      1836 – Inventam a “Noite de São Bartolomeu” contra a Igreja: o alemão Giacomo Meyerbeer (1791- 1864 ) forja em 1836, uma ópera intitulada “Les Huguenotes” onde numa farsa musical, atribui a morte de protestantes (chamados huguenotes), envolvidos em brigas políticas como os reis em 1572, à Igreja Católica. Deram a esse episódio político o nome de “Noite de São Bartolomeu”, para sutilmente o vincularem a Igreja. Porém, não foi a Igreja e nem o Papa, e nem o alto clero francês que determinaram aquele massacre. Seria preciso lembrar que, antes, os protestantes haviam feito outros massacres de católicos, assassinado o Duque Francisco de Guise, destruído igrejas e profanado muitas vezes hóstias consagradas e destruído imagens. Os huguenotes eram uma bem pequena fração dos franceses, mas nessa minoria ínfima, se contavam inúmeros príncipes e personagens muito importantes que armavam os protestantes. Nesta tardia ópera, forjada 264 anos após os fatos, Meyerbeer vergonhosamente colocava o cardeal de Lorena, que no momento do massacre estava em Roma, a abençoar em Paris os punhais destinados à matança. Se a Igreja Católica de fato tivesse tido parte nisto, em 1593, o líder protestante huguenote, Henrique IV, que escapou do citado massacre, não teria se convertido voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo. Consultas: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologética Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429; Enciclopédia Microsoft Encarta 99.
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      1858 – Inventam a mentira que as doutrinas católicas têm origens pagãs: o ministro protestante escocês Alexander Hislop, publica o mentiroso livro “A Duas Babilônias”, onde alega que a religião da antiga Babilônia, sob a liderança do Nimrod e sua esposa, recebeu mais tarde disfarces de sonoridade cristã, transformando-se na Igreja Católica Apostólica Romana. Com efeito, existiriam duas “Babilônias”: uma antiga e outra moderna (a Igreja Católica). É deste livro que dimanam os insultos protestantes que caluniam que as doutrinas católicas são pagãs, desde a hóstia até a celebração do Natal. Ainda hoje os vemos com tal insulto na ponta da língua.

      Recentemente, o pastor, Ralph Woodrow, escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substitui seu livro que se baseava nas mentiras de Alexander Hislop. Aponta Ralph Woodrow: “É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente.” (Confira em

      Para entender as doutrinas católicas, bastava estudarem a Bíblia e a Patrística.
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      1883 – Forjam um sanguinário juramento e os atribuem aos jesuítas, para posar de perseguidos ao mundo: o escritor francês Charles Didier (1805-1864), forja em seu livro “Rome Souterraine”, um sanguinário “juramento” atribuindo-o aos jesuítas. Esse falso juramento, ainda mais carregado de brutalidades, continua sendo amplamente usado pelos protestantes em apostilas e na internet. No ano de 1912 no estado da Pensilvânia-EUA, eles o utilizaram alterado para ganhar uma eleição estadual contra o democrata católico, Eugene C. Bonniwell. Para ver a investigação que desmascarou a farsa, acesse:

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      1962 – Reúnem todas as calúnias e lançam o livro “Catolicismo Romano” repleto de falsidades: o protestante presbiteriano Loraine Boettner (1901-1990), lança o livro “Catolicismo Romano” que era conhecido como “A bíblia do Anti-catolicismo”. O livro continha quatrocentos e cinqüenta páginas com todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Ainda hoje muitos protestantes fazem uso das falsidades constante naquele livro. O ministro protestante Scott Hahn distribuiu este embuste. Scott Hahn converteu-se ao catolicismo, provando ser o conteúdo do livro uma farsa. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado aqui:
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      1963 – Aliam-se aos comunistas para injuriosamente fazer da Igreja Católica cúmplice do nazismo: o protestante Rolf Hochhuth, para macular o Papa Pio XII escreve a peça “O Vigário” (1963), onde criminosamente põe o Papa como colaborador de Hitler. Essa farsa culminou mais tarde no livro de John Cornwell, “O Papa de Hitler” (1999). Foi tudo de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. (leiam a história inteira aqui:

      Desmoralizando estes difamadores: Albert Einstein (1879-1955), um refugiado do nazismo, e a primeira-ministra israelense Golda Meir (1898-1978), por exemplo, expressaram publicamente sua gratidão ao Santo Padre por salvar judeus do genocídio. Explicou à agência Zenit Gary L. Krupp, presidente da Fundação Judaica Pave The Way (PTWF): “Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial.”
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      2003 – Lançam o filme “Lutero” recheado de mentiras e omissões: vendo o protestantismo definhar, tentam no cinema reabilitar Lutero, num tributo fantasioso ao pai da revolta protestante. Pois ainda que seus idealizadores tenham deixado de retratar fielmente a vida atribulada de Lutero, movidos claramente pela ideologia apaixonada que visou a reabilitação pública do monge alemão e o bem da Igreja luterana, usaram e abusaram do princípio escandaloso proposto pelo próprio Lutero: mentir a vontade, sem remorso, dizer boas e grossas mentiras! De antemão se sabia que o filme seria tendencioso, pois fora patrocinado por um fundo luterano milionário – Thrivent – bem como pela Federação Luterana. Mas o resultado ultrapassou em muito as piores perspectivas:

      Do soberbo Lutero fizeram um religioso humilde, quando aquele na verdade dizia: “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”. (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

      Do infiel Lutero, fizeram um homem leal, quando aquele dizia: “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo.” (Lutero). Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira. (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l’heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).

      Do assassino Lutero, fizeram um santo, quando aquele dizia: “Eu, Dr. Martim Lutero, durante a rebelião matei todos os camponeses, porque fui eu quem ordenou que eles fossem mortos. Todo o sangue deles está sobre minha cabeça. Mas eu o ponho todo sobre Deus Nosso Senhor; pois foi ele quem assim me mandou falar!” (“Tischredden”, Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)

      Jesus edificou Sua única Igreja sobre Pedro apóstolo (Mateus 16,18), nos ensinou que o Diabo é o pai da mentira (João 8,44), e príncipe deste mundo (João 12,31; 14,30; 16,11). Também nos ensinou que Ele, Jesus, é a verdade o caminho e a vida (Jo 14, 6), que sua Igreja é a coluna e fundamento da verdade (1 Timóteo 3,15) e que seu reino não é desse mundo (Jo 18, 36).

      Não sendo o reino de Jesus deste mundo e Sua Igreja nesse mundo, a coluna e fundamento da verdade que conduz a Seu Santo reino, é natural que o Diabo, príncipe deste mundo, atue por meio da mentira contra a Igreja, usando os mais inesperados meios para que as almas a odeiem e neste mundo permaneçam para sempre.

      Isto se confirma pelo que você acabou de ler. Observe que são exatamente essas mentiras e sabotagens históricas que moldam o DNA do protestantismo, que passa muito longe de ter sido uma revelação divina.

      ISSO É O QUE VOCÊ APRENDEU HEREGE W. FRANK SÓ SAFADEZASE MENTIRAS AMADORA.

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    • Helen disse:

      Caro Frank,

      Só pode ser alguma piada… Não é seguidor de Ellen White? Se crê nas “doutrinas ensinadas” pelos adventistas “do setimo dia” não pode ser, senão, seguidor de Ellen White. Há como separar uma coisa da outra?

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      • W. Frank disse:

        E como vc separa a ICAR da meretriz de Apocalipse 17? Roma é a cidade das sete colinas, não é mesmo??? É lá que está assentada a meretriz. E o que dizer de Daniel 7:25? A Igreja a quem eu sigo guarda os mandamentos de deus e tem a fé de Jesus(Ap 12:17). A sia igreja foi quem mudou a lei de Deus como disse Daniel 7:25. Vcs pegaram o segundo mandamento e o excluíram. Ficou então apenas 9. Daí, dissimuladamente, para os incautos, vcs pegaram o 10º e o dividiram em dois para continuar sendo 10 e mudaram o sábado para o domingo. Que engodo…vcs deveriaam ter vergonha assim como eu passei a ter vergonha quando descobri tal farsa. Isso para não falar do dogma de Maria que seria correto chamar Mariolatria.”com efeito, Todos(Maria, apesar de ser a mãe do salvador inclusive) pecaram e todos estão privados da glória de Deus Rm 3:23.

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    • EDMILSON disse:

      COMO TENHO PENA DE VOCÊ W. FRANK SE CONVERTA SAIA DESSA SEITA SATÂNICA.
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      Olha W. Frank! Eu vou ti explicar mais uma vez entenda herege! Que o sábado citado no texto Bíblico, não e um sábado de calendário.Seu piadista pois
      Ele se refere ao sétimo dia (o dia sabático).
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      E outra coisa W. Frank entenda que a doutrina bíblica não destaca um dia especifico da semana para a realização do dia sabático.

      Pois os judeus conseguiam destacar um dia fixo na semana, porque em se tratando de um governo teocrático, a política era regida pelas leis mosaicas, que por sua vez, foram ditadas por Deus.
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      Agora W. Frank em nossos dias, o mandamento do sábado ainda esta em vigor, ou seja:
      trabalhar seis dias e descansar no sétimo. Portanto de cada sete dias, um devera ser dedicado ao Senhor dos Exércitos. Portanto, por motivos de organização social e política, foi convencionado que o que no nosso calendário se denomina “domingo” fosse comemorado o dia sabático.
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Vocês W. Frank são meros hereges pertencentes das seitas adventista que guarda, literalmente, o sábado do calendário gregoriano, mas isso não tem nada a ver com a doutrina Bíblica.

      ACORDA W. FRANK VOCÊ É UM COLECIONADOR DE SITES SATÂNICOS
      VOCÊ NÃO CONHECE NADA DE HISTÓRIA!

      VOCÊ W. FRANK SÓ CONHECE FABULAS E ESTORIAS.

      E mais W. Frank o povo de Israel guardava também o mês sabático, o ano sabático e o jubileu. Portanto, nenhum segmento cristão (eu não me lembro de nenhum), cumpre hoje a Lei do Sábado. Nem mesmo uma seita bastante conhecida no Brasil que coloca o sábado como fundamento de doutrina, cumpre corretamente o mandamento sabático, porque só observam o Sétimo dia, pelo calendário gregoriano, se esquecendo do restante da lei, ou seja: o mês sabático, o ano sabático e o Jubileu.

      W. FRANK SUA SATÂNICA SEITA ADVESTISTA PERDE CADA DIA ADEPTOS SAIU DESSE LAMA NINGUÉM CAI MAS NESSAS FABULAS CHEIAS DE HERESIAS E CONTRADIÇÕES MALIGNAS ACORDA W. FRANK.
      O DOMINGO FOI UMA PROFECIA QUE SE CUMPRIU

      PROFETIZADO: “A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça de esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor: regozijemo-nos nele” (Salmos 118.22-24).

      CUMPRIDO em: Mateus 21.38,42; Lucas 24.1-10; João 20.1,19,20; 16.22; Atos 2.24; 4.11.

      Pelos fatos ocorridos no Novo Testamento vemos claramente que a Igreja Primitiva tinha algumas reuniões especiais no Domingo, o Dia do Senhor.

      O DOMINGO, O PRIMEIRO DIA DA SEMANA É O
      DIA DA RESSURREIÇÃO E DA NOSSA VITÓRIA.

      Qual seria o dia que comemoraríamos hoje? Sexta feira ou o Sábado? Nestes dias o Senhor jazia frio na morte, na tumba. Naqueles dias os discípulos pensavam não tinham esperança. Com muito sofrimento eles lamentavam atrás das portas fechadas. Eles pensavam que era Ele quem iria redimir Israel. Somente o Dia da Ressurreição mudaria este triste momento.

      Jesus ressuscitou no primeiro Dia da Semana, que é o Domingo.

      * “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana [domingo]…” (Mc 16.9).

      * No Domingo Jesus apareceu para os seus discípulos (Mc 16.14).

      * No Domingo, Ele os encontrou em diferentes lugares e em repetidas vezes (Mc 16.11-13; Mt 28.8-10; Lc 24.34; Jo 20.19-23).

      * No Domingo Jesus os abençoou (Jo 20.19).

      * No Domingo Jesus repartiu sobre eles o Espírito Santo (João 20.22).

      * Aqui Ele primeiro comissionou para pregarem o evangelho a todo mundo (Jo 20.21; Mc 16.9-16).

      * O Domingo tornou-se o dia de regozijo para os discípulos (Jo 20.20).

      * Os discípulos se reuniam no Domingo (At 20.6,7).

      * As coletas eram feitas no Domingo (1 Co 16.1,2).

      O PENTECOSTES OCORREU NO DOMINGO

      * “Depois para vós contareis desde o dia seguinte ao Sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida, sete semanas inteiras serão. Até o dia seguinte ao sétimo Sábado, contareis cinquenta dias…” (Lev 23.15,16).

      “E cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar” (Atos 2.1).

      O maravilhoso evento do derramamento do Espírito no dia de Pentecostes teve lugar no Domingo! O Pentecostes ocorreu no dia que vinha após o sétimo Sábado – o quiquagésimo dia. É claro, o dia após o Sábado é o primeiro dia da semana, ou Domingo.

      É impossível superestimar a importância do derramamento do Espírito Santo para iniciar a Dispensação Cristã. Era para os discípulos permanecerem em Jerusalém até que fossem revestidos de poder do alto (Atos 1.4,5,8). A Igreja nasceu num dia de Pentecostes, e era Domingo! Como resultado de sua experiência naquele dia, os discípulos saíram para evangelizar o mundo. Deus honrou aquele sétimo Domingo da Dispensação do Novo Testamento com 3000 conversões, que se seguiram ao sermão de Pedro.

      “Porque nós, os que temos crido [em Cristo], entramos no repouso [o sábado]” (Hb 4.3).

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      W. FRANK ISSO É A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA HEREGE
      VEJA AQUI ALGUNS TESTEMUNHOS DA IGREJA PRIMITIVA
      Didaquê: A Instrução dos Doze Apóstolos (90 d.C.): “Reúna-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer após ter confessado seus pecados, para que o sacrifício seja puro” (XIV.1).
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      Epístola de Barnabé (132 d.C.): “Eis por que celebramos como festa alegre o oitavo dia, no qual Jesus ressuscitou dos mortos e, depois de se manifestar, subiu aos céus” (15.9).
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      Inácio de Antioquia (67-110 d.C.): “Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre” (Carta aos Magnésios 9.1).
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      Justino o Mártir (100-165 d.C.): “No dia que se chama do sol [o domingo], celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou nos campos, e aí se lêem, enquanto o tempo o permite, as Memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão e vinho, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo o povo exclama, dizendo: Amém. Vem depois à distribuição e participação feita a cada um dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio aos ausentes pelos diáconos. Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dá o que bem lhe parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente. Ele o distribui a órfãos e viúvas, aos que por necessidade ou outra causa estão necessitados, aos que estão nas prisões, aos forasteiros de passagem, numa palavra, ele se torna o provedor de todos os que se encontram em necessidade. Celebramos essa reunião geral no dia do sol, porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, fez o mundo, e também o dia em que Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos. Com efeito, sabe-se que o crucificaram um dia antes do dia de Saturno [o Sábado] e no dia seguinte ao de Saturno, que é o dia do Sol [o Domingo], ele apareceu a seus apóstolos e discípulos, e nos ensinou essas mesmas doutrinas que estamos expondo para vosso exame” (I Apologia 67.3-6).
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      Tertuliano (160-220 d.c.): No início do III século, Tertuliano afirmou: “Nós [os cristãos] nada temos com o Sábado, nem com outras festas judaicas, e menos ainda com as celebrações dos pagãos. Temos as nossas próprias solenidades: O Dia do Senhor…” (On indolatry 14). Em “De Oratione” (23). Tertuliano insiste na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus.
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      Eusébio de Cesaréia (265-339 d.C.), historiador da Igreja, viveu e foi preso durante a perseguição de Diocleciano contra os Cristãos, a qual foi o último e desesperado esforço de Roma por varrer da terra o Cristianismo. Agora vejamos o que pensava Eusébio a respeito da guarda do Sábado: “Eles, portanto, não consideravam a circuncisão, nem observavam o Sábado, como também nós; nem nos abstemos de certos alimentos, nem consideramos outras imposições que Moisés subsequente entregou para serem observadas em tipos e símbolos, porque tais coisas não dizem respeito aos cristãos…”; “Também celebravam os dias do Senhor como nós, para comemorar a sua ressurreição” (Livro; História da Igreja, Eusébio, século III, pg. 27, 106, CPAD, edição 1999).

      CONTRA A VERDADE NINGUÉM PODE W. FRANK E SEMPRE ESTAREI AQUI PARA DESMASCARÁ MENTIROSOS FRAUDULENTOS COMO VOCÊ.

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  13. Luiz disse:

    Olá amigos

    Boa noite

    Jesus ressuscitou no 1º dia da semana e Deus não faz nada que seja sem um propósito, então se Jesus ressuscitou no 1º dia da semana então teve um propósito um objetivo não foi ao acaso.

    No Antigo Testamento tinha o Sábado para descanso e os judeus descansavam também em Deus sendo assim para manter a coerência na Nova Aliança os cristãos descansam em Jesus e também tem um dia que é o Domingo. A Lei foi aperfeiçoada.

    Um abraço

    Luiz

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    • W. Frank disse:

      Olá Luiz. Para vc, sem muito blá blá blá, apenas um verso : “”Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir” Mateus 5:17. Abraços!!!

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    • EDMILSON disse:

      OLHA W. FRANK AQUI NESSE ARTIGO COU TI MOSTRAR UM POUCO DAS SAFADEZAS PROTESTANTES EM MATÉRIA DE ADULTERAÇÕES.
      VAMOS LÁ:

      Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes

      Uma vez protestante, ensinava Lutero: “Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

      O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: “Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe… Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz”. (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)

      Diante de tamanho testemunho que comprova a aversão de Lutero à verdade, vejamos então as maiores mentiras e sabotagens históricas protestantes, forjadas ao longo de 500 anos contra a Igreja Católica:
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      1520 – Inventam a primeira mentira contra o celibato: Lutero no final de 1520, fez uso de uma notória fábula para macular o bispo Ulrich, de Augsburg, publicando-a em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta o bispo Ulrich é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teriam sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (…) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. (sic!) Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada. (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960 pág. 177).
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      1525 – Adulteram a Bíblia colocando o termo “significa” onde Jesus diz que “É” seu corpo: o reformador suíço Zuinglio muda a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia: onde os Evangelhos e São Paulo dizem “isto é o meu corpo”, o heresiarca traduz por “isto significa o meu corpo”! A respeito, comenta outro protestante: “Não é possível de modo algum excusar este crime de Zuinglio; a cousa é por demais manifesta;(…) .” (Conr. Schluesselburg, Theologia calvinista, Francofurte, a M. 1592, 1. 2, f. 43 b.), escreve ainda o mesmo autor: “Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zuinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525, in 8o. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zuinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue.” (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211).

      As posteriores edições protestantes foram impressas corrigindo essa sabotagem de Zuinglio, que foi inclusive denunciado por Lutero, pois Lutero levantou-se contra o tal dizendo: ” ’é’ não pode ser traduzido por ‘significa’”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo – Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. – SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107).

      Infelizmente, por causa do estrago causado pela falsificação de Zuinglio, a maioria dos protestantes continuam a ensinar erroneamente que o pão e o vinho consagrados, “significam” o corpo e sangue de Cristo. Sendo assim eles comem e bebem indignamente a própria condenação, como bem diz as Escrituras: “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.” (1Cor 11, 28-29)
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      1540 – plantam a mentira que a Igreja é contra a ciência: um pastor protestante sabotou a obra do padre Copérnico sobre o heliocentrismo, em sua dedicatória ao Papa. Isso ajudou os protestantes mais tarde a propalarem falsamente que os papas eram contra o heliocentrismo. Naquele ano, o astrônomo Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus (“As Revoluções”), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte, em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio, dedicado ao Papa Paulo III, fora substituído por outro, anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, em que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema. Esse pastor também modificou o nome da obra para De Revolutionibus Orbium Coelestium (“As Revoluções do Orbe Celeste”). No livro, que tinha o texto já aprovado pelo Papa, Copérnico declarava e provava matematicamente que a Terra cumpria “uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta”.

      Essa dedicatória omitida, acaba por colaborar com a falsidade que circula até hoje dizendo que os Papas eram contra a ciência. Não existiria essa falsidade se o prefácio da obra de Copérnico não tivesse sido criminosamente removido na gráfica por um pastor luterano.

      Quem na verdade era contra Copérnico e a ciência, a qual chamava de “razão”, era Lutero, que assim se expressava: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol.” – Lutero deu de ombros -“Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

      Deste modo Lutero via a ciência: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

      Hoje o que vemos, são alguns protestantes e outros inimigos da Igreja, desonestamente querendo inverter os papéis, a caluniar que a Igreja é que é a “inimiga da ciência”. A história universal advoga contra estes.
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      1546 – Forjam a mentira da fixação das teses de Lutero: após a morte de Lutero, Melanchthon inventa a lenda em que Lutero teria fixado 95 teses contra a Igreja, no pórtico da igreja do castelo de Wittenberg. Os historiadores Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann negam que isso tenha ocorrido. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada a notícia da afixação das teses. Não é encontrado, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato. Lê-se apenas: “No Ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg-sobre¬ o Elba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porem modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém.” Ou seja, aquilo não passava de reles tese estudantil que até defendia o Papa, mas com alguns erros teológicos cometidos pelo autor, que foi em pouco tempo corrigido. (FITZER, Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Muchen-Zurique, 1968.)
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      1546 – Plantam a mentira “a Igreja vendia lugares no céu”: esse embuste acusava o Papa de estar vendendo indulgências para construir a Basílica de São Pedro. Tudo falsidade que se desfaz mediante simples leitura das teses de Lutero, especialmente a de nº 50, que diz: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” As acusações de que o perdão dos pecados foi vendido por dinheiro, independentemente de contrição, ou que a absolvição de pecados a ser cometidos no futuro poderiam ser comprados são infundadas. (Paulus, “Johann Tetzel”, 103). Tetzel “, 103).

      O que aconteceu de fato em 1517, foi a desobediência de um monge isolado, numa distante cidade alemã, longe do conhecimento do Papa em Roma, que teria cobrado pelas indulgências que são dadas gratuitas pela Igreja. Este monge era o Johann Tetzel, o mesmo foi punido disciplinarmente e morreu de desgosto adiante, inclusive sendo consolado magnanimamente por Lutero que antes o havia injustamente acusado de ter dito que uma indulgência comprada perdoaria até quem “violasse a mãe de Deus.”

      Uma outra falsa frase que ilustra ainda hoje panfletos difamatórios diz: “Tão logo o dinheiro no cofre tilintar, a alma do purgatório sairá voando”. A Bula Papal de indulgência não deu qualquer sanção para essa proposição. Foi uma opinião escolar vaga, refutada em 1482, e novamente em 1518, e certamente não é uma doutrina da Igreja, que foi assim indevidamente apresentada por difamadores como “verdade dogmática”. (consulta: Ludwig von Pastor , A História dos Papas, a partir do final da Idade Média, Francisco Kerr Ralph, ed., 1908, B. Herder, St. Louis, Volume 7, pp 347-348.)
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      1553 – Inventam a mentira que a Igreja proibiu a Bíblia: essa mentira dá conta que, o Papa Júlio III teria convocado três bispos que teriam optado por proibir a leitura da Bíblia visando “manter” a autoridade da Igreja. O autor desta farsa foi Pier Paolo Vergério (1498-1565), um protestante, grande inimigo da Igreja. O falsário na época, deu um jeito de colocar tal falsidade escrita dentro da Biblioteca Nacional de Paris, para dar-lhe ares de veracidade.

      Recentemente o apologista católico Oswaldo Garcia deu-se ao trabalho de verificar isso junto àquela biblioteca e recebeu a seguinte informação: “O texto que procurais é uma crítica em estilo satírico, dirigida ao Papado e publicada em 1553 com o título “Consilium quorumdam apiscoporum Bononiae Congregatorum quod de ratione stabiliendae Romanae Ecclesiae Iulio III P.M. datum est”. O seu autor Pier Paolo Vergério (1498-1565) Bispo de Modruch, e, depois, de Capo d’Istria, aderiu posteriormente à reforma protestante em 1549 aproximadamente, põe em cena Bispos que prestam conselho ao Papa Júlio III sobre a maneira de restabelecer a autoridade pontifícia”. Às pessoas que interpelam esta instituição a respeito da autenticidade do documento, a biblioteca tem respondido: “É impossível que tal documento seja obra de alguma autoridade da Igreja Católica.” Por sugestão do Garcia, esta informação foi publicada na revista “Pergunte e Responderemos” de novembro/2006, n. 533.
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      Veja, aqui W. Frank, uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar essa lenda que apregoa que a Igreja seria contra a Bíblia:

      “Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero … devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação”(The publisher of the Cologne Bible [1480] ).
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      Bibliografia:
      – Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée […] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857

      – Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l’Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.
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      1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros : “… O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, …Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus , … , Sabedoria e Eclesiástico, … Baruque, …”

      Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos.

      Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico eBaruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp

      Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879.
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      1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judithe, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16.
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      1685 – Criam a lenda de que o protestantismo teria surgido no dia da falsa fixação das teses de Lutero: como seria possível isso se Lutero ainda era católico e defendia o Papa naquelas teses, dizendo entre muitos outros muitos elogios: “Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.”(Tese nº 9).
      Na verdade, foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios protestantes o dia de lançamento das teses de Lutero como um “marco de ruptura” com Roma. (Alexander Martins Vianna, Professor do Departamento de História da FEUDUC-RJ).
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      1819 – Caluniam que um “padre” traduziu a bíblia protestante para o português: no maior “conto do vigário” da história, João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego, o que não é verdade.

      Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] – todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade.”http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ferreira_de_Almeida

      A tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tanto erro, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).

      Só em 1819 a bíblia completa de João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título: “A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia.(…)” .

      Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, o continuaram chamando de “padre” no prefácio para agregar credibilidade a tal bíblia errática. Esta edição foi mais tarde reimpressa com a ressalva: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, e depois novamente com: “ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL”. Tais avisos significam, em bom português, que as edições anteriores estão sempre erradas.
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      1836 – Inventam a “Noite de São Bartolomeu” contra a Igreja: o alemão Giacomo Meyerbeer (1791- 1864 ) forja em 1836, uma ópera intitulada “Les Huguenotes” onde numa farsa musical, atribui a morte de protestantes (chamados huguenotes), envolvidos em brigas políticas como os reis em 1572, à Igreja Católica. Deram a esse episódio político o nome de “Noite de São Bartolomeu”, para sutilmente o vincularem a Igreja. Porém, não foi a Igreja e nem o Papa, e nem o alto clero francês que determinaram aquele massacre. Seria preciso lembrar que, antes, os protestantes haviam feito outros massacres de católicos, assassinado o Duque Francisco de Guise, destruído igrejas e profanado muitas vezes hóstias consagradas e destruído imagens. Os huguenotes eram uma bem pequena fração dos franceses, mas nessa minoria ínfima, se contavam inúmeros príncipes e personagens muito importantes que armavam os protestantes. Nesta tardia ópera, forjada 264 anos após os fatos, Meyerbeer vergonhosamente colocava o cardeal de Lorena, que no momento do massacre estava em Roma, a abençoar em Paris os punhais destinados à matança. Se a Igreja Católica de fato tivesse tido parte nisto, em 1593, o líder protestante huguenote, Henrique IV, que escapou do citado massacre, não teria se convertido voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo. Consultas: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologética Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429; Enciclopédia Microsoft Encarta 99.
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      1858 – Inventam a mentira que as doutrinas católicas têm origens pagãs: o ministro protestante escocês Alexander Hislop, publica o mentiroso livro “A Duas Babilônias”, onde alega que a religião da antiga Babilônia, sob a liderança do Nimrod e sua esposa, recebeu mais tarde disfarces de sonoridade cristã, transformando-se na Igreja Católica Apostólica Romana. Com efeito, existiriam duas “Babilônias”: uma antiga e outra moderna (a Igreja Católica). É deste livro que dimanam os insultos protestantes que caluniam que as doutrinas católicas são pagãs, desde a hóstia até a celebração do Natal. Ainda hoje os vemos com tal insulto na ponta da língua.

      Recentemente, o pastor, Ralph Woodrow, escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substitui seu livro que se baseava nas mentiras de Alexander Hislop. Aponta Ralph Woodrow: “É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente.” (Confira em: http://www.ukapologetics.net/1hislopbaby.html )
      Para entender as doutrinas católicas, bastava estudarem a Bíblia e a Patrística.
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      1883 – Forjam um sanguinário juramento e os atribuem aos jesuítas, para posar de perseguidos ao mundo: o escritor francês Charles Didier (1805-1864), forja em seu livro “Rome Souterraine”, um sanguinário “juramento” atribuindo-o aos jesuítas. Esse falso juramento, ainda mais carregado de brutalidades, continua sendo amplamente usado pelos protestantes em apostilas e na internet. No ano de 1912 no estado da Pensilvânia-EUA, eles o utilizaram alterado para ganhar uma eleição estadual contra o democrata católico, Eugene C. Bonniwell. Para ver a investigação que desmascarou a farsa, acesse:

      http://fimdafarsa.blogspot.com/2011/06/o-juramento-dos-jesuitas-refutado.html
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      1962 – Reúnem todas as calúnias e lançam o livro “Catolicismo Romano” repleto de falsidades: o protestante presbiteriano Loraine Boettner (1901-1990), lança o livro “Catolicismo Romano” que era conhecido como “A bíblia do Anti-catolicismo”. O livro continha quatrocentos e cinqüenta páginas com todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Ainda hoje muitos protestantes fazem uso das falsidades constante naquele livro. O ministro protestante Scott Hahn distribuiu este embuste. Scott Hahn converteu-se ao catolicismo, provando ser o conteúdo do livro uma farsa. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado aqui:
      http://www.legiomariae.kit.net/Canais/Apologetica/Protestantismo/testemunhoscot.htm
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      1963 – Aliam-se aos comunistas para injuriosamente fazer da Igreja Católica cúmplice do nazismo: o protestante Rolf Hochhuth, para macular o Papa Pio XII escreve a peça “O Vigário” (1963), onde criminosamente põe o Papa como colaborador de Hitler. Essa farsa culminou mais tarde no livro de John Cornwell, “O Papa de Hitler” (1999). Foi tudo de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. (leiam a história inteira aqui: http://www.nationalreview.com/articles/219739/moscows-assault-vatican/ion-mihai-pacepa ).
      Desmoralizando estes difamadores: Albert Einstein (1879-1955), um refugiado do nazismo, e a primeira-ministra israelense Golda Meir (1898-1978), por exemplo, expressaram publicamente sua gratidão ao Santo Padre por salvar judeus do genocídio. Explicou à agência Zenit Gary L. Krupp, presidente da Fundação Judaica Pave The Way (PTWF): “Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial.” (Fonte: http://www.zenit.org/article-18780?l=portuguese )
      //////////////////////////////////////////
      2003 – Lançam o filme “Lutero” recheado de mentiras e omissões: vendo o protestantismo definhar, tentam no cinema reabilitar Lutero, num tributo fantasioso ao pai da revolta protestante. Pois ainda que seus idealizadores tenham deixado de retratar fielmente a vida atribulada de Lutero, movidos claramente pela ideologia apaixonada que visou a reabilitação pública do monge alemão e o bem da Igreja luterana, usaram e abusaram do princípio escandaloso proposto pelo próprio Lutero: mentir a vontade, sem remorso, dizer boas e grossas mentiras! De antemão se sabia que o filme seria tendencioso, pois fora patrocinado por um fundo luterano milionário – Thrivent – bem como pela Federação Luterana. Mas o resultado ultrapassou em muito as piores perspectivas:

      Do soberbo Lutero fizeram um religioso humilde, quando aquele na verdade dizia: “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”. (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

      Do infiel Lutero, fizeram um homem leal, quando aquele dizia: “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo.” (Lutero). Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira. (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l’heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).

      Do assassino Lutero, fizeram um santo, quando aquele dizia: “Eu, Dr. Martim Lutero, durante a rebelião matei todos os camponeses, porque fui eu quem ordenou que eles fossem mortos. Todo o sangue deles está sobre minha cabeça. Mas eu o ponho todo sobre Deus Nosso Senhor; pois foi ele quem assim me mandou falar!” (“Tischredden”, Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)

      Jesus edificou Sua única Igreja sobre Pedro apóstolo (Mateus 16,18), nos ensinou que o Diabo é o pai da mentira (João 8,44), e príncipe deste mundo (João 12,31; 14,30; 16,11). Também nos ensinou que Ele, Jesus, é a verdade o caminho e a vida (Jo 14, 6), que sua Igreja é a coluna e fundamento da verdade (1 Timóteo 3,15) e que seu reino não é desse mundo (Jo 18, 36).

      Não sendo o reino de Jesus deste mundo e Sua Igreja nesse mundo, a coluna e fundamento da verdade que conduz a Seu Santo reino, é natural que o Diabo, príncipe deste mundo, atue por meio da mentira contra a Igreja, usando os mais inesperados meios para que as almas a odeiem e neste mundo permaneçam para sempre.

      Isto se confirma pelo que você acabou de ler. Observe que são exatamente essas mentiras e sabotagens históricas que moldam o DNA do protestantismo, que passa muito longe de ter sido uma revelação divina.

      ISSO É O QUE VOCÊ APRENDEU HEREGE W. FRANK SÓ SAFADEZASE MENTIRAS AMADORA.

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    • EDMILSON disse:

      W. Frank isso é HISTÓRIA VERDADEIRA COM TESTEMUNHAS OCULARES ISSO É A IGREJA CATÓLICA QUE SELECIONOU A BÍBLIA. SE CASO NÃO FOSSE PREGADO A IGREJA CATÓLICA WM FRANK DESDE O PRIMEIRO SÉCULO EXISTIARIA IGREJAS PROTESTANTES. E PARA CALAR SUA BOCA HEREGE TODOS OS PADRES DA IGREJA PREGARAM A IGREJA CATÓLICA COM BISPOS COM DIÁCONOS E PRESBÍTEROS.

      ATÉ MESMO AS HERESIAS QUE A IGREJA VENCEU NÃO CONTESTAVA A IGREJA.

      Olha W. Frank vou ti mostrar um pouco de patrística tudo que vou ti escrever aqui existe os originais no vaticano e nas 8 maiores bibliotecas do mundo!
      Olha não vai pesquisar patrísticas em sites satânicos protestantes e muito menos em livrarias de Lutero rsrsrsrs
      OLHA W. FRANK é muito importante notar que, em virtude das perseguições e das características fundamentais da Igreja em seus primórdios, as biografias dos Papas dessa época encontram-se cheias de lacunas. Por isso é um exercício fundamental colocar-se no lugar daquela minoria. Só precisamos de um pouco de imaginação, vontade de sair da zona de conforto físico-mental quanto ao entendimento da história da nossa Igreja

      ISSO É A ÚNICA IGREJA FUNDADA POR CRISTO VEJA W.FRAN SE VOCÊ ME PEDIR FONTES EU TI DAREI OK COM NOTAS DE RODA PÉ E AINDA ARQUEOLOGICO PARA CALAR DE VEZ SUA BOCA.

      VAMOS LÁ:
      São Alexandre I
      SÃO ALEXANDRE I – A ele é atribuída a inserção no cânon da missa da narrativa da instituição eucarística da Última Ceia. São Alexandre também instituiu a benção dos lares. Seus últimos dias e sua morte permanecem um mistério, somente existem lendas a respeito. Papa de 105 a 115 pela lista oficial do Vaticano.
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      SÃO SISTO I – Adotou esse nome por ser o sexto sucessor de Pedro, assim como São Evaristo e São Alexandre foi um “Papa de catacumbas” e durante seu papado as coisas estiveram muito confusas. Não achei fontes que indicassem com certeza seu nome real. Sabe-se que era filho de um sacerdote e seu ato mais conhecido foi instituir que os receptáculos sagrados só poderiam ser manipulados por sacerdotes. Papa de 115 a 125.
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      SÃO TELÉSFORO I – Esse é o primeiro papa que teve o seu martírio confirmado oficialmente pela História (UFA!). Mas, fora isso, pouco se sabe sobre ele. Papa de 125 a 136.
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      SÃO HIGINO – Primeiro dos Papas filósofos, era Grego, de Atenas e formado em Filosofia – mais filósofo que isso impossível. Papa de 136 a140.
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      SÃO PIO I – O primeiro dos “piedosos”, um nome sob o qual temos grandes pontífices. Em seu papado, Roma consolidou-se como o centro da Igreja Universal. São Pio esteve usando a sandálias do Pescador de 140 a 155.
      ///////////////////////////////////////////
      SÃO ANICETO – Não confundir com Anacleto OK W. FRANK RSRS. Dois fatos marcaram seu papado. O primeiro foi a proibição aos clérigos de usarem cabelo comprido. A segunda e mais importante foram a série de discussões com Policarpo, discípulo ainda vivo de São João Evangelista. Policarpo era entrado em anos, tinha mais de 80 quando no papado de São Aniceto foi a Roma com intuito de implantar a Páscoa com base no calendário judaico. A Páscoa até então não era celebrada em Roma e todos os domingos eram considerados como dia da Ressurreição de Jesus. Não se chegou a um acordo e as discussões terminaram num grande “siga la pelota”. Papa de 155 a 166.
      ////////////////////////////////////
      SÃO SOTERO – As discussões abordadas da época de São Aniceto deram frutos quando São Sotero, seu sucessor, instituiu uma data fixa para a comemoração da Páscoa, mais especificamente, o primeiro domingo depois de 14 de Nissan (primeiro mês do calendário lunar judaico, equivalente a março-abril, no calendário gregoriano). Está aí o porque da Páscoa cair sempre por essa época (muita gente pergunta isso). Foi papa de 166 a 175.
      ////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
      São Eleutério
      SÃO ELEUTÉRIO – Foi diácono de São Aniceto. Seu papado ficou marcado pelo surgimento das primeiras heresias no Império, pelo menos as primeiras registradas, como as gnoses de Lyon. Foi Papa de 175 a 189.
      ///////////////////////////////////////////////////////////
      SÃO VICTOR – O último Papa do século II foi também o primeiro africano. Outro dos Papas filósofos. É o primeiro autor eclesiástico latino, inaugurando uma tradição que teve como ápice Santo Agostinho e São Tomás de Aquino.
      Foi São Vítor que ratificou a decisão de São Sotero a respeito da Páscoa. Aqui temos a gênese do primeiro grande cisma da Igreja. Eu disse GÊNESE, não o cisma em si. Ocorreu que as igrejas da Ásia Central mantiveram a comemoração da Páscoa Cristão junto com a Pessach judaica. São Victor excomungou todo mundo de lá e só voltou atrás por pressão dos demais cristãos. De certa forma, essa postura de ambas as partes deiou uma ferida que nunca foi cicatrizada por completo. Excomungou também um tal de Teodoto de Bizâncio, líder de um grupo que dizia que Jesus não era filho legítimo de Deus, mas sim filho adotivo (ai, meu Deus!!!). Papa de 189 a 198.
      LEIA A BÍBLIA DIREITO JUNTO COM A PATRÍSTICA HEREGE W. FRANK POIS A BÍBLIA FALA DOS BISPOS DOS PRESBÍTEROS E DOS DIACONOS DA IGREJA.

      E A PATRÍSTICA MOSTRAM AS IGREJAS DO PRIMEIRO SÉCULO QUE TINHA SEUS BISPOS DIÁCONOS E PRESBÍTEROS.

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      • W. Frank disse:

        Chega de blá blá blá. Não quero saber desses “pais” da igreja. O único Pai da igreja é Cristo que deixou em sua palavra as Verdades a serem seguidas. Vcs cristãos de araques que seguem doutrinas de homens ao invéz de seguir o “Assim diz o Senhor”. Eu quero que vc use de argumentações bíblicas. O que estiver fora disso s~so apenas falácias.
        Pedro nunca foi o lider supremo da igreja e não há provas bíblicas que ele esteve em Roma que é a cidade das sete montanhas, onde está sentada a meretriz(Ap 17:9), que é a sua igreja católica. Ela que derramou o sangue dos santosíblia e pare de sguir as doutrinas humanas(Dn 7:25) na idade média. Ela que “mudou a lei” de Deus(Dn 7:25). Vc é um cego que não percebe as evidências na palavra profética encontrada na bíblia preferindo seguir cegamente os “pais” da igreja, que são nada mais nada menos que apóstatas. Herege é vc seu blasfemo. Se volte apenas à bíblia e abandone as doutrinas humanas : “Em vão, pois, me cultuam, porque ensinam doutrinas e preceitos humanos” (Is29:13, Mc 7:7)
        “Vão é o culto que me prestam, porque ensinam preceitos que só vêm dos homens” (Is 29:13, Mt 15:9)
        “proibições estas que se tornam perniciosas pelo uso que delas se faz, e que não passam de normas e doutrinas humanas”. (Cl 2:22)

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    • W. Frank disse:

      Mas isso não tem nada a ver com o dia a ser guardado. Vai ser limitado assim viu….

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  14. W. Frank disse:

    É claro que foi a ICAR que mudou o dia de guarda. O que mostro abaixo são documentos católicos.
    Tomás de Aquino:
    “Na Nova Lei a observância do dia do Senhor tomou o lugar da observância do sábado não em virtude de preceito mas pela instituição da igreja e o costume do povo cristão.”
    Thomas Aquinas, Summa Theologia, 1947, II, Q. 122 Art.4, pág. 1702.

    John Eck, um dos mais destacados defensores da fé católica romana, ao atacar Lutero no ponto da Sola Scriptura:
    “As Escrituras ensinam: ‘Lembra-te do dia de sábado para o santificar; seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus’, etc. Entretanto, a Igreja mudou o sábado para o domingo com base em sua própria autoridade, e para isto você [Lutero] não tem Escritura.”
    John Eck, Enchiridion of Commonplaces Against Luther and Other Enemies of the Church, tradução de Ford L. Battles, 3a edição (Grand Rapids: Baker, 1979), pág. 13.

    John Eck:
    “A autoridade da Igreja não poderia estar presa à autoridade das Escrituras, porque a Igreja havia mudado o sábado para o domingo, não por um comando de Cristo, mas por sua própria autoridade.”
    John Eck, Cânone e Tradição, pág. 263

    Gaspare de Fosso, arcebispo de Reggio, por ocasião do Concílio de Trento (1545 a 1563):
    “A autoridade da Igreja é, pois, ilustrada mais claramente pelas Escrituras; pois ao passo que de um lado ela [a Igreja] as recomenda, declara-as como divinas [e] no-las oferece para serem lidas… por outro lado, os preceitos legais das Escrituras, ensinados pelo Senhor, cessaram em virtude da mesma autoridade [da Igreja]. O sábado, o mais glorioso dia da lei, foi modificado para o Dia do Senhor… Estes e outros assuntos similares não cessaram em virtude dos ensinamentos de Cristo (pois Ele declarou que não veio para destruir a lei e sim para cumpri-la), mas foram modificados pela autoridade da Igreja.”
    Gaspare [Ricciulli] de Fosso, Pronunciamento na 17a Sessão do Concílio de Trento, 18 de janeiro de 1562, in Mansi, Sacrorum Conciliorum, vol. 33, cols. 529 e 530, conforme transcrito em SDA Bible Students’ Source Book, edição revista, pág. 887.

    Catecismo Romano:
    “A Igreja de Deus porém, as achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do Sábado… em virtude da ressurreição de nosso Salvador.”
    Catecismo Romano, edição 1566, pág. 440, parág. 5:18.

    Rev. Henry Tuberville:
    “Pelo próprio ato da mudança do dia de descanso para o domingo, o qual todos os protestantes aceitam; e portanto, contradizem-se positivamente, observando estritamente o domingo, e violando a maioria dos outros dias de festa ordenados pela mesma igreja.” – Abridgment of Christian Doctrine, Rev. Henry Tuberville, D.D. do Douay College, França, 1649, pág. 58.

    John Gilmary Shea:
    “O Protestantismo, ao descartar a autoridade da igreja, não tem boas razões para sua teoria do domingo, e devia logicamente guardar o sábado como dia de repouso.(…) O domingo, como dia de semana separado para o culto obrigatório público do Deus Todo Poderoso, a ser santificado suspendendo-se to do o trabalho servil, o comércio e ocupações mundanas e pelo exercício da devoção, é puramente uma criação da igreja Católica”.
    John Gilmary Shea, “The Observance of Sunday and Civil Laws for its Enforcement”, The American Catholic Quarterly Review 8 (jan, 1883), pág. 139 e 152.

    cardeal James Gibbons:
    “A Igreja Católica… em virtude de sua divina missão, mudou o dia de Sábado para o domingo.”
    Catholic Mirror , órgão oficial do Cardeal Gibbons, de 23 de Setembro de 1893.

    cardeal James Gibbons:
    “Você poderá ler a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrará uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado.”
    James Gibbons, The Faith of Our Fathers, 47a edição revista e ampliada (Baltimore: John Murphy & Co., 1895), págs. 111 e 112.

    Kansas City Catholic:
    “A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o Sábado, da velha lei.”
    Kansas City Catholic, 9 de Fevereiro de 1893.

    Catholic Press:
    “O domingo é uma instituição católica, e sua observância só pode ser definida por princípios católicos. Do princípio ao fim das Escrituras não é possível encontrar uma única passagem que autorize a mudança do culto público semanal, do último para o primeiro dia da semana.”
    Catholic Press, Sidney, Austrália. 25 de Agosto de 1900.

    The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine
    “Observamos o domingo em vez do Sábado, porque a Igreja Católica no Concílio de Laodicéia (364 a.D.) transferiu a solenidade do Sábado para o domingo.”
    The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine, Rev. Peter Geierman, C.S.S.R.) pág. 50 – terceira edição, 1913, obra que recebeu a bênção apostólica do Papa Pio X, em 25 de Janeiro de 1910

    Padre Dubois
    “A Bíblia manda santificar o Sábado, não o domingo; Jesus e os apóstolos guardaram o Sábado. Foi a tradição católica que, honrando a ressurreição do Redentor, ocorrida no domingo, aboliu a observância do Sábado.”
    O Biblismo, pág. 106, Padre Dubois – Belém/PA.

    Monitor Paroquial:
    “Foi a Igreja Católica que, por autoridade de Jesus Cristo, transferiu esse descanso para o domingo, em memória da ressurreição de nosso Senhor: de modo que a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, independentemente de sua vontade, à autoridade da Igreja.” – Monitor Paroquial de 26 de Agosto de 1926, Socorro, SP.

    Pe. Júlio Maria:
    “Nós, católicos romanos, guardamos o domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe de nossa igreja, que preceituou tal ordem de o Sábado ser do Antigo Testamento, e não obrigar mais no Novo Testamento.” – Pe. Júlio Maria, em Ataques Protestantes, p. 81.

    Um Catecismo Doutrinal:
    “Não tivesse ela (Igreja Católica) esse poder, e não poderia haver feito aquilo em que concordam todos os religionistas modernos – não poderia haver substituído a observância do Sábado do sétimo dia, pela do domingo, o primeiro dia, mudança para a qual não há autoridade escriturística.”
    Um Catecismo Doutrinal, Rev. Stephan, pág. 174.

    John A. O’Brien:
    “Uma vez que o sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os não-católicos que professam obter sua religião diretamente da Bíblia e não da Igreja, observem o domingo em lugar do sábado? Sim, efetivamente, isto é inconsistente.” O costume da observância do domingo, diz ele, “repousa sobre a autoridade da Igreja Católica, e não sobre um texto explícito da Bíblia. Esta observância permanece como uma lembrança da Igreja-Mãe, da qual as seitas não-católicas se originaram – tal como um garoto que foge de casa mas ainda carrega em seu bolso uma fotografia da mãe ou uma mecha de seus cabelos”.
    John A. O’Brien, The Faith of Millions, edição revista (Huntington, IN: Our Sunday Visitor Inc., 1974), págs. 400 e 401.

    Peter Geiermann:
    “P. Qual é o sábado?
    “R. O sábado é o sétimo dia.
    “P. Por que observamos o domingo em lugar do sábado?
    “R. Observamos o domingo em lugar do sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para o domingo.”
    Peter Geiermann, The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine (Rockford, IL: Tan Books and Publ., 1977), pág. 50.

    Karl Keating:
    “… os fundamentalistas [um grupo de cristãos protestantes conservadores] reúnem-se para adorar no domingo. No entanto, ainda não há evidências na Bíblia que a adoração conjunta deveria ser aos domingos. O sábado judeu, o dia de descanso, era, naturalmente, o sábado. Foi a Igreja Católica que decidiu que o domingo deveria ser o dia de adoração para os cristãos, em honra da Ressurreição.”
    Karl Keating, Catolicism and Fundamentalism, 1988, pág. 38.
    E aí, como sair dessa??? Não sou eu quem falo, é a própria ICAR. Abraços!!!

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    • Helen disse:

      Caro Sr W. Frank

      A pergunta do título é retórica. Todo cristão conhecedor da história da Igreja primitiva – que era Católica – sabe que foi a autoridade desta Igreja que determinou o domingo – que etimologicamente vem do latim, dominĭcus dies e significa “dia do Senhor”- como dia de descanso. Fica claro aqui em sua resposta que o sr ao menos tem a lucidez de admitir que a Igreja Católica é de fato a Igreja Primitiva, tal e qual ensinam os autores católicos citados pelo sr no seu comentário.

      A Igreja é Católica e Apostólica. Se é apostólica, é a mesma dos apóstolos. Se foram os Apóstolos e seus primeiros discípulos que estabeleceram o novo Sábado – como demonstrado no meu texto acima – por conseguinte, foi a jovem Igreja Católica, em sua autoridade e qualidade de Aralda do Evangelho e da sã doutrina Cristã, que assim o instituiu.

      Em outras palavras, o Senhor parece crer que o Blog está a dizer que não foi a Igreja que assim o fez. Leia o texto novamente e compreenda que, quando o Blog fala de Igreja primitiva e dos apóstolos – ou seja, aquela relatada na Bíblia no livro dos Atos do Apóstolos, fala da Igreja Católica, pois são a mesma coisa. Foi a autoridade APOSTÓLICA dos primeiros líderes da Igreja de Cristo que determinou a celebração da Eucaristia – a fracção do pão – no Domingo.

      Na sua seita de Ellen White os senhores congregam para orar e ler a Bíblia. Na Santa Igreja Católica é na Eucaristia que damos louvor à Deus. Nossa Santa Missa é uma celebração de Adoração, Ação de Graças e Sacrifício. Não é apenas um mero encontro para debater a opinião de cada um sobre a Bíblia – uma vez que vcs seguem a autoridade de Ellen White, que abertamente renunciou a autoridade apostólica e nos moldes da heresia da sola scriptura, conferiu a cada um dos seguidores de sua seita o direito e poder para “formular doutrinas e interpretar as escrituras”. Nós católicos guardamos a ordenança de Cristo que diz:

      Quem vos (apóstolos) ouve, a mim (Jesus) ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.

      Ora, se assim é, os católicos obedientemente acatam a autoridade dos apóstolos e guardam o Domingo, pois nele o sábado não foi revogado e continua. O descanso ao Senhor ainda é guardado e observado em reverência a Ordenança divina de separar um dia da semana à Deus. Sendo assim, faço as de São Paulo as minhas palavras;

      Ninguém, pois, vos critique por causa de comida ou bebida, ou espécies de festas ou de luas novas ou de sábados.

      sr Frank, não se assuste com o conteúdo aqui exposto, leia resposta do Edmilson a um outro senhor seguidor de Ellen White e descubra o próprio erro! É claro que Igreja ensina – em seu próprio catecismo – que o Shabat judeu não é mais vigente na Nova Aliança em decorrência dos inúmeros eventos que o suplantaram, tal e qual a ressurreição do Senhor, e suas diversas aparições – todos ocorridas num domingo!

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    • EDMILSON disse:

      W. Frank agora é a minha vez olha a seita mas mentirosa e a adventista do sétimo dia!Karl Keating:
      “… os fundamentalistas [um grupo de cristãos protestantes conservadores] reúnem-se para adorar no domingo. No entanto, ainda não há evidências na Bíblia que a adoração conjunta deveria ser aos domingos. O sábado judeu, o dia de descanso, era, naturalmente, o sábado. Foi a Igreja Católica que decidiu que o domingo deveria ser o dia de adoração para os cristãos, em honra da Ressurreição.”
      Karl Keating, Catolicism and Fundamentalism, 1988, pág. 38.
      E aí, como sair dessa??? Não sou eu quem falo, é a própria ICAR. Abraços!!!

      você tinha que ter vergonha na cara de vim mostrar aqui documentos falsos
      olha o que mas faz a seita adventista é pegar livros dos padres da igreja e adulterar frases e tirar frases do contexto.

      E outra W. Frank! Você não conhece nada de patrística e história primitiva se conhecesse jamais seria um adventista!

      W. Frank você diz tanta papagaiada

      SE VOCÊ GOSTA DE LÊ EU TENHO MAIS DE 500 MATERIAIS REFUTADOS SOBRE INQUISIÇÃO PADRES DA IGREJAS PAPISAS JOANA DARK GALILEU ETC…

      W. Frank ninguém cai mas nesses estórias e lorotas isso são fantasias adventistas adulterados.

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      • W. Frank disse:

        “O Sábado foi feito por causa do homem(anatropos)…”Mc 2:27. Jesus não falou aqui que foi por causa do judeu. o termo antropos diz respeito à toda clase humana assim como o termo antropos de”Por isso deixará o homem(antropos) a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher” Marcos 10:7. Se vc entender a palavra homem como judeu deve fazer o mesmo com Mc 10:7. Agindo dessa forma o casamento passa a ser uma instituição judaica.

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    • EDMILSON disse:

      VOCÊ É UMA PIADA W.FRANK VOCÊ PEGA AS SUAS FANTASIAS E FABULAS DESSES SITES KKKKKKKKKK

      QUE ESTUDANTE AMADOR VOCÊ É

      PEGUE O LINK DAS FABULAS QUE VC COPIA E COLOCA AQUI

      O domingo vem da Bíblia ou da Igreja de Roma?

      http://odiadedeus.blogspot.com.br/2009/06/o-domingo-e-o-catolicismo-romano.html

      O domingo vem da Bíblia ou da Igreja de Roma?

      Tomás de Aquino:
      “Na Nova Lei a observância do dia do Senhor tomou o lugar da observância do sábado não em virtude de preceito mas pela instituição da igreja e o costume do povo cristão.”
      Thomas Aquinas, Summa Theologia, 1947, II, Q. 122 Art.4, pág. 1702.

      John Eck, um dos mais destacados defensores da fé católica romana, ao atacar Lutero no ponto da Sola Scriptura:
      “As Escrituras ensinam: ‘Lembra-te do dia de sábado para o santificar; seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus’, etc. Entretanto, a Igreja mudou o sábado para o domingo com base em sua própria autoridade, e para isto você [Lutero] não tem Escritura.”
      John Eck, Enchiridion of Commonplaces Against Luther and Other Enemies of the Church, tradução de Ford L. Battles, 3a edição (Grand Rapids: Baker, 1979), pág. 13.

      John Eck:
      “A autoridade da Igreja não poderia estar presa à autoridade das Escrituras, porque a Igreja havia mudado o sábado para o domingo, não por um comando de Cristo, mas por sua própria autoridade.”
      John Eck, Cânone e Tradição, pág. 263

      Gaspare de Fosso, arcebispo de Reggio, por ocasião do Concílio de Trento (1545 a 1563):
      “A autoridade da Igreja é, pois, ilustrada mais claramente pelas Escrituras; pois ao passo que de um lado ela [a Igreja] as recomenda, declara-as como divinas [e] no-las oferece para serem lidas… por outro lado, os preceitos legais das Escrituras, ensinados pelo Senhor, cessaram em virtude da mesma autoridade [da Igreja]. O sábado, o mais glorioso dia da lei, foi modificado para o Dia do Senhor… Estes e outros assuntos similares não cessaram em virtude dos ensinamentos de Cristo (pois Ele declarou que não veio para destruir a lei e sim para cumpri-la), mas foram modificados pela autoridade da Igreja.”
      Gaspare [Ricciulli] de Fosso, Pronunciamento na 17a Sessão do Concílio de Trento, 18 de janeiro de 1562, in Mansi, Sacrorum Conciliorum, vol. 33, cols. 529 e 530, conforme transcrito em SDA Bible Students’ Source Book, edição revista, pág. 887.

      Catecismo Romano:
      “A Igreja de Deus porém, as achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do Sábado… em virtude da ressurreição de nosso Salvador.”
      Catecismo Romano, edição 1566, pág. 440, parág. 5:18.

      Rev. Henry Tuberville:
      “Pelo próprio ato da mudança do dia de descanso para o domingo, o qual todos os protestantes aceitam; e portanto, contradizem-se positivamente, observando estritamente o domingo, e violando a maioria dos outros dias de festa ordenados pela mesma igreja.” – Abridgment of Christian Doctrine, Rev. Henry Tuberville, D.D. do Douay College, França, 1649, pág. 58.

      John Gilmary Shea:
      “O Protestantismo, ao descartar a autoridade da igreja, não tem boas razões para sua teoria do domingo, e devia logicamente guardar o sábado como dia de repouso.(…) O domingo, como dia de semana separado para o culto obrigatório público do Deus Todo Poderoso, a ser santificado suspendendo-se to do o trabalho servil, o comércio e ocupações mundanas e pelo exercício da devoção, é puramente uma criação da igreja Católica”.
      John Gilmary Shea, “The Observance of Sunday and Civil Laws for its Enforcement”, The American Catholic Quarterly Review 8 (jan, 1883), pág. 139 e 152.

      cardeal James Gibbons:
      “A Igreja Católica… em virtude de sua divina missão, mudou o dia de Sábado para o domingo.”
      Catholic Mirror , órgão oficial do Cardeal Gibbons, de 23 de Setembro de 1893.

      cardeal James Gibbons:
      “Você poderá ler a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrará uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado.”
      James Gibbons, The Faith of Our Fathers, 47a edição revista e ampliada (Baltimore: John Murphy & Co., 1895), págs. 111 e 112.

      Kansas City Catholic:
      “A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o Sábado, da velha lei.”
      Kansas City Catholic, 9 de Fevereiro de 1893.

      Catholic Press:
      “O domingo é uma instituição católica, e sua observância só pode ser definida por princípios católicos. Do princípio ao fim das Escrituras não é possível encontrar uma única passagem que autorize a mudança do culto público semanal, do último para o primeiro dia da semana.”
      Catholic Press, Sidney, Austrália. 25 de Agosto de 1900.

      The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine
      “Observamos o domingo em vez do Sábado, porque a Igreja Católica no Concílio de Laodicéia (364 a.D.) transferiu a solenidade do Sábado para o domingo.”
      The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine, Rev. Peter Geierman, C.S.S.R.) pág. 50 – terceira edição, 1913, obra que recebeu a bênção apostólica do Papa Pio X, em 25 de Janeiro de 1910

      Padre Dubois
      “A Bíblia manda santificar o Sábado, não o domingo; Jesus e os apóstolos guardaram o Sábado. Foi a tradição católica que, honrando a ressurreição do Redentor, ocorrida no domingo, aboliu a observância do Sábado.”
      O Biblismo, pág. 106, Padre Dubois – Belém/PA.

      Monitor Paroquial:
      “Foi a Igreja Católica que, por autoridade de Jesus Cristo, transferiu esse descanso para o domingo, em memória da ressurreição de nosso Senhor: de modo que a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, independentemente de sua vontade, à autoridade da Igreja.” – Monitor Paroquial de 26 de Agosto de 1926, Socorro, SP.

      Pe. Júlio Maria:
      “Nós, católicos romanos, guardamos o domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe de nossa igreja, que preceituou tal ordem de o Sábado ser do Antigo Testamento, e não obrigar mais no Novo Testamento.” – Pe. Júlio Maria, em Ataques Protestantes, p. 81.

      Um Catecismo Doutrinal:
      “Não tivesse ela (Igreja Católica) esse poder, e não poderia haver feito aquilo em que concordam todos os religionistas modernos – não poderia haver substituído a observância do Sábado do sétimo dia, pela do domingo, o primeiro dia, mudança para a qual não há autoridade escriturística.”
      Um Catecismo Doutrinal, Rev. Stephan, pág. 174.

      John A. O’Brien:
      “Uma vez que o sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os não-católicos que professam obter sua religião diretamente da Bíblia e não da Igreja, observem o domingo em lugar do sábado? Sim, efetivamente, isto é inconsistente.” O costume da observância do domingo, diz ele, “repousa sobre a autoridade da Igreja Católica, e não sobre um texto explícito da Bíblia. Esta observância permanece como uma lembrança da Igreja-Mãe, da qual as seitas não-católicas se originaram – tal como um garoto que foge de casa mas ainda carrega em seu bolso uma fotografia da mãe ou uma mecha de seus cabelos”.
      John A. O’Brien, The Faith of Millions, edição revista (Huntington, IN: Our Sunday Visitor Inc., 1974), págs. 400 e 401.

      Peter Geiermann:
      “P. Qual é o sábado?
      “R. O sábado é o sétimo dia.
      “P. Por que observamos o domingo em lugar do sábado?
      “R. Observamos o domingo em lugar do sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para o domingo.”
      Peter Geiermann, The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine (Rockford, IL: Tan Books and Publ., 1977), pág. 50.

      Karl Keating:
      “… os fundamentalistas [um grupo de cristãos protestantes conservadores] reúnem-se para adorar no domingo. No entanto, ainda não há evidências na Bíblia que a adoração conjunta deveria ser aos domingos. O sábado judeu, o dia de descanso, era, naturalmente, o sábado. Foi a Igreja Católica que decidiu que o domingo deveria ser o dia de adoração para os cristãos, em honra da Ressurreição.”
      Karl Keating, Catolicism and Fundamentalism, 1988, pág. 38.

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  15. W. Frank disse:

    Pois bem, acho que Deus se equivocou ao escrever, nas tábuas de pedra c/seu próprio dedo,9 preceitos que nos mostra o que é pecado quando os transgredimos(Rm 7:7), junto com um mandamento que fala de um tal de sábado. Deus de confusão vcs não acham??(ICo 14:33). Como se não bastasse essa gafe ele mandou Moisés colocar as duas tábuas de pedra dentro da arca do concerto(Dt 10:2e5, IRs 8:9, Hb 9:4). E ainda pior, em Apocalípse, livro destinado para solene tempo do fim, quando abre-se o santuário(o celestial), adivinhem o que aperece dentro do santuário? A tal arca(Ap 11:19). E o que será que tem dentro da arca? A lei moral que contém uma falha. Um preceito feito unica e exclusivamente para o povo de Israel, o sábado. Caramba porque esse deus não colocou o tal sábado do 4º mandamento junto com os demais sábados que ele instituiu para valer por um tempo determinado?(até a morte de Cristo). Ah! esses sábados, que não estavam escritos na pedra mas sim em um livro por Moisés ele mandou colocar ao lado da arca(Dt 31:26).
    Ele se equivocou também ao gastar tanto espaço na 1ªtábua porque de todos os 10 ele é o mais longo. Errou também a dar a esse mandamento uma função de elemento de ligação. Ele aparece depois dos três primeiros que lala de Deus, e este também fala, e entre os que falam do próximo(ele também fala do próximo).
    Equivocou-se também, quando 40 dias antes de dar as tábuas a Moisés, proferiu as palavras que mais tarde escreveria com seu próprio dedo nessas tábuas. Dentre essas palavras estava o mandamento que seria abolido, ou modificado.
    Deus agindo assim, de forma errônea, seu espírito santo também age, ao inspirar os salmistas a escreverem que “sua lei é eterna”(Sl 119:142); “A lei do seu Deus está em seu coração(do justo); os seus passos não resvalarão(Sl 37:31); “A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices”(Sl 19:7). Ou ao inspirar Paulo quando este escreve que “a lei é santa, o mandamento é santo justo e bom”(Rm 7:12); ou quando ele, Paulo diz que somos “o Israel de Deus”(Gl 6:16). E por aí vai…
    Definitivamente um deus paradoxal.
    Ainda bem que não é esse deus que eu sirvo. Eu sirvo ao Deus em que “Nele não há mudança nem sombra de variação”(Tg 1:17, Is 43:10, Ml 3:6, Sl 102:27, Hb 13:8). Adoro ao Deus que se assenta em um trono que tem uma base sólida(Sl 89:14), Aquele Deus que é capaz de conciliar lei e graça(Jr 9:24), Aquele que muito antes de Montesquieu, inventou os 3 poderes(Is 33:22), Aquele que simplesmente …É !!!

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    • Helen disse:

      Caro W. Frank,

      O equívoco não foi Divino, tampouco dos autores inspirados das Sagradas Escrituras. Também não há confusão por parte de Deus, dispensamos a ironia… Confusão há sim, por parte de Ellen White, à quem o sr segue.

      Trate de estudar os escritos dos santos homens que sucederem os Apóstolos. Os escritos e registros da Igreja primitiva, que como disse em outra resposta, era Católica. Busque entender a ordenança de Deus e abandone o erro. Este é meu único conselho ao senhor.

      Leia Tomás de Aquino, S. Agostinho, Tertuliano, Orígenes, entre tantos outros. Por que dar ouvidos à Ellen White – que afirma, entre outros absurdos, que Jesus e o Arcanjo Miguel sejam os mesmos – sem nunca ter se aprofundado nas doutrinas Apostólicas? Sem nunca ter entendido o que ensinava a Igreja Católica primitiva, a Igreja dos Apóstolos? Sem esse fundamento, o erro é quase inevitável. Portanto, mãos à obra, sr Frank. Faça uma boa pesquisa e aprenda que a Igreja Adventista NÃO é consonante com a fé apostólica!

      Enquanto os Adventistas lamentavelmente, negam o Domingo como novo Shabbat e desprezam o fato de que enquanto cristãos, vivemos sob a Nova Aliança (Hb 8.6-13) que é uma aliança mais perfeita, selada por melhores promessas. O sábado é um mandamento da Lei, dada ao povo israelita. Não há no Novo Testamento nenhuma determinação para se guardar o sábado tampouco para descartá-lo, é verdade, contudo há inúmeras evidências de que a prática da Igreja primitiva assim o tenha feito. Ademais, encontramos os outros nove mandamentos sendo ratificados no Novo Testamento, a guarda do sábado foi ordenada em memória da libertação de Israel do Egito (Dt 5.15), o sábado é uma ordenança formal, revestida de prática exterior, o descanso físico, Jesus nos deu apenas duas ordenanças formais: a ceia e o batismo. Por outro lado comentem erros doutrinários infinitamente mais graves e danosos à alma do Cristão. Por exemplo,

      Ellen White e seus seguidores afirmam que nossos pecados são lançados sobre Satanás. Os adventistas ensinam que o bode emissário de Levíticos 16.22-26 simboliza Satanás. Todas as nossas iniqüidades serão carregadas pelo diabo. Segundo eles durante o milênio, Satanás, levará sobre si a culpa dos pecados que fez o povo de Deus cometer, e será confinado e esta terra desolada e sem habitantes.

      Parece fantástico que alguém, que se diz evangélico, aceite doutrina tão contrária ao evangelho. Será que não se dão conta das implicações de tal ensino? Isto faria o diabo nosso co-salvador com Cristo, a expiação de nossos pecados seria realizada em parte por Cristo e em parte por Satanás. O simbolismo real desta passagem mostra Cristo levando sobre si os nossos pecados. Veja Jo 1.29 / Is 53. 6 / Hb 10.18 / 2 Co 5. 21.

      O paraíso – Asseguram os adventistas que o paraíso não existe presentemente, existirá no futuro, para isto, eles torcem as palavras de Cristo dirigidas ao ladrão arrependido da cruz, dizem que a tradução está incorreta, em vez de ser: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43), deveria ser: “Em verdade te digo hoje: estarás comigo no paraíso”. Desse modo os sabatistas tentam adaptar a Bíblia à sua doutrina.
      Refutação. A Bíblia ensina que o paraíso existe, é uma instituição do presente, o apóstolo Paulo foi arrebatado até ele, o paraíso, foi elevado para o terceiro céu (II Co 12.2- 4), onde os santos, que vivem no Senhor e que assumirão os seus corpos ressuscitados no dia do arrebatamento da Igreja (Ef 4.8 / I Ts 4.13 -14).

      Sendo assim, sr Frank, diante dos seus inúmeros erros, o sr não é nem católico, tampouco Evangélico, como afirmou em outra resposta. Como eu disse, os próprios evangélicos desprezam o Adventismo do Sétimo dia como uma crença genuinamente cristã. Não são evangélicos porque não aceitam o evangelho apostólico. Seria conveniente se o sr se aprofundasse na fé, ao invés de difundir seus erros à outros, não acha?

      Pax Domini

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      • W. Frank disse:

        Nós agimos de forma diferente, não despresamos ninguém e se alguém age dessa forma com certeza não está seguindo a Jesus. Nunca fui capaz de despresar ninguém. Posso até me irritar mas o despreso significa indiferença e não podemos tratar pessoas dessa forma. Por acaso Jesus agiu assim???

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    • EDMILSON disse:

      W. Frank você é um pobre seguidor da Ellen G. White, esse é o nome do Pinóquio de gênero feminino, para você que não sabe W.Frank? Essa mulher deixou (Barjesus Mago e Simão o Mago) no chão, pois ela é rica em mentiras, seduções e dona de uma magia hipnótica, essa mulher levou um grande numero de Cristãos a caírem em suas alucinações, maluquices e esquizofrenias, portadora de uma crença judaizante misturada com devaneios agnósticos e um sincretismo com as religiões africanas, (Ellen G. White) fez com que seus discípulos caíssem no caminho da perdição e nas fábulas humanas vai por mim W. Frank .
      ///////////////////////////////////////////////
      Assim diz a Bíblia Sagrada sobre os magos e falsos profetas:
      “6. Percorreram toda a ilha até Pafos e acharam um judeu chamado Barjesus, mago e falso profeta, 7. que vivia na companhia do procônsul Sérgio Paulo, homem sensato. Este chamou Barnabé e Saulo, e exprimiu-lhes o desejo de ouvir a palavra de Deus. 8. Mas Élimas, o Mago – pois assim é interpretado o seu nome -, se lhes opunha, procurando desviar da fé o procônsul. 9. Então Saulo, chamado também Paulo, cheio do Espírito Santo, cravou nele os olhos e disse-lhe: 10. Filho do demônio, cheio de todo engano e de toda astúcia, inimigo de toda justiça, não cessas de perverter os caminhos retos do Senhor!” (Atos capítulo 13)
      “9. Ora, havia ali um homem, por nome Simão, que exercia magia na cidade, maravilhando o povo de Samaria, e fazia-se passar por um grande personagem.” (Atos capítulo 8)
      Assim diz a Bíblia Sagrada sobre as fábulas humanas:
      “3. Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.” (II Timótio capítulo 4)

      ///////////////////////////////////
      W. Frank nesse artigo eu irei ti provar que essa mulher nada mais é do que uma falsária, enganadora, mentirosa e trabalhou em favor do adversário, usarei seus próprios escritos e na luz do Cristianismo provarei que as suas doutrinas na verdade são doutrinas satânicas, aliás, irei ti mostrar W. Frank que ela deixou seus próprios seguidores em uma sinuca de bico, ou seja, profetizou o que não aconteceu e hoje os seus seguidores fazem uma verdadeira manobra em seus escritos para justificar os seus erros proféticos.
      ///////////////////////////////////////////////////////////////

      Primeiramente W. Frank eu devo esclarecer como nasceu a seita chamada (Adventista do 7º dia);peço ao leito que observem atentamente as minhas explicações, pois essa seita adventista de(Ellen G. White) já nasceu em volto de um erro profético. Tudo começou quando(Guilherme Miller) nascido em 15/02/1782 profetizou por volta de (1816 a 1818) a segunda vinda de Jesus Cristo para o dia (22 de outubro de 1844), esse era o dia marcado para o retorno glorioso do Nosso Senhor, segundo (Miller), ele deduziu isso estudando as Escrituras Sagradas como um verdadeiro perito em teologia, no entanto esse senhor esqueceu de ler aquele famoso texto Bíblico onde diz:
      “32. A respeito, porém, daquele dia ou daquela hora, ninguém o sabe, nem os anjos do céu nem mesmo o Filho, mas somente o Pai.” (Marcos capítulo 13)
      ////////////////////////////////////////////
      Resumindo, chegou o dia marcado por (Miller), todos seus discípulos atentos esperando a volta de Jesus Cristo, no entanto esse famoso dia ficou marcado como (O dia do Grande Desapontamento); Jesus Cristo não voltou, (Miller) faleceu cinco anos mais tarde, porém os filhos das trevas são mais astutos que os filhos da luz, satanás deixou (Miller) e influenciou com suas artes malignas um pequeno grupo de seguidores desse falsário, assim(Ellen G. White) começa a profetizar no mesmo ano do (Grande Desapontamento), ou seja, a seita de (White) já nasceu em cima de uma grande erro profético.
      “Nesta época visitei a irmã Haines, uma irmã em Cristo cujo coração estava cingido ao meu. Éramos cinco pessoas, todas mulheres, reverentemente curvadas ante o altar da família. Enquanto orávamos, o poder de Deus desceu sobre mim como antes não o experimentara ainda. Pareceu-me estar rodeada de luz, e ir-me elevando acima da Terra.” (Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 270)
      Assim diz a Bíblia Sagrada sobre os falsos profetas:
      “22. Quando o profeta tiver falado em nome do Senhor, se o que ele disse não se realizar, é que essa palavra não veio do Senhor. O profeta falou presunçosamente. Não o temas.” (Deuteronômio capítulo 18)
      Erros em cima de erros, mentiras em cima de mentiras, esse é o legado da seita (Adventista do 7º Dia), com o intuito de dar continuidade ao trabalho maligno de (Miller), a falsária(Ellen G. White) inventa uma forma de ludibriar aqueles seguidores, os mesmos que ficaram desapontados com o erro profético de (Miller); agora a falsária diz que (Miller) não errou, ele apenas não entendeu a sua própria profecia, segundo (Ellen G. White), não era para Jesus Cristo voltar gloriosamente em (1844) e sim iniciar um suposto ministério investigativo do seu Juízo, nesse ministério ele voltaria ocultamente para investigar aqueles que serão salvos e aqueles que serão condenados, também nesse ano aconteceu uma espécie de purificação no Santuário Celestial e a entrada de Jesus Cristo no lugar Santo dos Santos desse mesmo santuário, então (Ellen G. White) e seus novos adeptos, fizeram um re-estudo das Escrituras Sagradas e em cima do suposto re-estudo, (Ellen G. White) determinou que em (1844)Jesus Cristo havia feito a suposta purificação no Santuário Celestial e entrado no lugar Santo dos Santos onde fica o trono de Deus; para sustentar mais esse erro teológico, a falsária e seus adeptos inventaram uma doutrina maligna de que a redenção não foi efetivada na crucificação de Jesus Cristo e sim perpetuou até (1844) quando supostamente Jesus Cristo teria feito essa purificação do Santuário Celestial, para isso eles deturparam o texto de(Hebreus 9-24,25) e (Daniel 9-24 e Daniel 8-14).
      “Antes que se complete a obra de Cristo parra a redenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de sua solene obra – purificar o santuário” (Livro Adventista: O Conflito do Século, p.421)
      //////////////////////////////////////////
      “Destarte os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de Cristo vir à terra, ao terminarem em 1844 os 2300 dias, entrou ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à sua vinda”(Ibid.,p.421)
      Há dois erros teológicos nessa doutrina maligna.
      1º) A redenção foi totalmente cumprida na Crucificação, ao contrario do que eles pregam:
      Nesse texto das Escrituras Sagradas, Jesus Cristo diz (Está Tudo Consumado).
      “30. Havendo Jesus tomado do vinagre, disse: Tudo está consumado. Inclinou a cabeça e rendeu o espírito.” (João capítulo 19)
      ////////////////////////////////////////////////

      W. Frank se tudo foi consumado na Crucificação é porque nada ficou para depois, muito menos para o ano de (1844), devemos levar em consideração outra questão, desde quando um Santuário Celestial precisaria de purificação? A pergunta fica no ar, pois o próprio livro de Hebreus diz que o Santuário Celestial é perfeito.
      2º) Os textos Bíblicos usados por (Ellen G. White) para sustentar o seu erro profético, nada tem a ver com as suas teorias, os textos de Daniel diz a respeito da purificação do Templo realizado por Judas Macabeus e a respeito do nascimento de Jesus Cristo, já o texto de Hebreus diz a respeito da redenção de Jesus Cristo na Cruz e a sua Ascensão.
      Vou começar com o texto de (Daniel 9-24), pois os adventistas dizem que nesse texto Daniel profetizou uma suposta purificação no Santuário Celestial que ocorreu em (1844):
      “24. Setenta semanas foram fixadas a teu povo e à tua cidade santa para dar fim à prevaricação, selar os pecados e expiar a iniqüidade, para instaurar uma justiça eterna,encerrar a visão e a profecia e ungir o Santo dos Santos.” (Daniel capítulo 9)
      Esse é o texto em que os adventistas usam para defender as suas teorias, porém vamos analisar corretamente o texto, para entender o inicio das setentas semanas devemos levar em consideração o inicio do versículo (25) onde diz: “desde a declaração do decreto sobre a restauração de Jerusalém até um chefe ungido” , o texto diz, desde a declaração da restauração de Jerusalém, ou seja, as setentas semanas se inicia a partir do restauração de Jerusalém, isso ocorreu por volta de (455 A.C), quando Jerusalém fora reconstruída depois do Exílio Babilônico; Daniel usou a foram de contagem Levítica.
      “8. Contarás sete anos sabáticos, sete vezes sete anos, cuja duração fará um período de quarenta e nove anos.” (Levítico capítulo 25)

      Olha W. Frank no caso de Daniel, seria 70×7 e não 7×7, conta simples.
      70×7 = 490 anos.
      Lembrando que não há uma exatidão numérica entre os Hebreus, pois eles trabalhavam com números lógicos e perfeitos como (7) e (12), também não há uma exata precisão nas datas, pode haver uma diferença entre (5 a 10) anos, mesmo assim, conseguimos entender perfeitamente que Daniel estava profetizando a redenção de Jesus Cristo na Cruz e a eliminação do véu no Templo ligando o lugar Santo com o lugar Santo dos Santos, fato ocorrido praticamente (490) anos depois da reconstrução da Cidade de Jerusalém.
      //////////////////////////////////////////////////

      Obs. “Sem levar em consideração que as datas fornecidas podem existir uma diferença de cinco a dez anos.”
      Depois dessa análise, conseguimos compreender perfeitamente que esse texto de Daniel não se refere as teorias malignas adventistas, nada tem a ver com uma suposta purificação no Santuário Celestial em (1844).
      Agora W. Frank vou passar para o texto de (Daniel 8-14):
      “13. Ouvi um santo que falava, a quem outro santo respondeu: quanto tempo durará o anunciado pela visão a respeito do holocausto perpétuo, da infidelidade destruidora, e do abandono do santuário e do exército calcado aos pés? 14. Respondeu: duas mil e trezentas noites e manhãs. Depois disso o santuário será restabelecido.” (Daniel capítulo 8)
      Bem, segundo os adventistas esse texto está ligado a (Daniel 9-24) e as (2300) noites e manhãs correspondem a anos, sendo assim, eles julgam que após o decreto de reconstrução de Jerusalém por volta de (455 A.C ou 475 A.C) até (1844 D.C) foram exatamente (2300)noites e manhãs convertidos em anos, segundo os adventistas do 7º, nesse ano nasceu as profecias de (Ellen G. White), Jesus Cristo fez a suposta purificação no Santuário Celestial passando do lugar Santo para o Santo dos Santos, logo após essa purificação ele retornou ao mundo fazendo um suposto ministério investigativos do seu Juízo, parece loucura meus irmão, mas para os adventista Jesus Cristo já voltou ocultamente e anda no meio de nós com sua agenda fazendo uma pesquisa sobre, quem será salvo e quem será condenado.
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      Na verdade W. Frank isso é uma contradição em cima de contradição, mas eu vou acabar com mais essa teoria diabólica com um versículo Bíblico de (Daniel 8), observem que esse versículo faz parte do mesmo contexto usado por eles para defenderem suas maluquices.
      20. O carneiro de dois chifres, que viste, simboliza os reis da Média e da Pérsia. 21. O bode valente é o rei de Javã; o grande chifre que ele tem entre os olhos é o primeiro rei.(Daniel capítulo 8)
      Olha W. Frank parece piada, mas o texto de (Daniel 8) não se refere a um período depois de Cristo e sim a um período antes de Cristo, período esse em que o Reino dos Medos e Persas fora derrotado pelo Reino de Javã, ou seja, o reino de Alexandre Magno, agora fica a pergunta, de onde esses malucos retiraram a idéia de que as (2300) noites e manhãs correspondem ao ano de(1844 D.C)? Podemos ver que Daniel estava se referindo ao Reino Pesa e ao império de Alexandre Magno.
      ///////////////////////////////////////////////
      Agora eu vou explicar W. Frank o real significado das (2300) noites e manhãs citado por Daniel.
      Primeiro devemos entender que Reino Medos e Persas fora derrotados por Alexandre Magno, assim como Daniel profetizou.
      “1. Ora, aconteceu que, já senhor da Grécia, Alexandre, filho de Filipe da Macedônia, oriundo da terra de Cetim, derrotou também Dario, rei dos persas e dos medos e reinou em seu lugar.” (I Macabeus capítulo 1)
      Como Daniel mesmo profetizou esse (Bode) seria (Alexandre Magno), continuando suas profecias, Daniel diz que um chifre pequeno nasceria da ruptura desse bode e esse chifre apontaria para Jóia dos Paises (Jerusalém).
      8. Então o bode tornou-se muito grande. Mas, assim que se tornou poderoso, seu grande chifre quebrou-se e foi substituído por quatro chifres que cresciam em direção dos quatro ventos do céu. 9. De um deles saiu um pequeno chifre que se desenvolveu consideravelmente para o sul, para o oriente e para a jóia (dos países). (Daniel capítulo 8)
      E mais W. Frank entenda e aprenda que esse pequeno chifre que surgiu da ruptura do bode nada mais era que (Antioco Epífanes), considerado por muitos a Besta do (AT), ele invadiu Jerusalém maculando o Templo novamente, assim se cumpriu as profecias de Daniel a respeito desse pequeno chifre.
      “8. Alexandre havia reinado doze anos ao morrer. 9. Seus familiares receberam cada qual seu próprio reino. 10. Puseram todos o diadema depois de sua morte, e, após eles, seus filhos durante muitos anos; e males em quantidade multiplicaram-se sobre a terra. 11.Desses reis originou-se uma raiz de pecado: Antíoco Epífanes, filho do rei Antíoco, que havia estado em Roma, como refém, e que reinou no ano cento e trinta e sete do reino dos gregos.” (I Macabeus capítulo 1)
      Então (Antioco Epífanes) invade a Jóia dos Paises, assim como Daniel Profetizou.
      “20. Após ter derrotado o Egito, pelo ano cento e quarenta e três, regressou Antíoco e atacou Israel, subindo a Jerusalém com um forte exército. 21. Penetrou cheio de orgulho no santuário, tomou o altar de ouro, o candelabro das luzes com todos os seus pertences” (I Macabeus capítulo 1)
      As (2300) noites e manhãs se referem exatamente aos (2300) holocaustos que faltaram no Reino de Israel até a purificação do Templo realizado por Judas Macabeus e seus Irmãos, pois era uma ordenação mosaica realizar um sacrifício pela manhã e outro à tarde no inicio da noite. assim, os 2300 se refere aos holocaustos e não a dias corridos, no caso, seriam 2300 holocaustos dividido por dois, ou seja, seriam 2300 holocaustos em 1150 dias, pois eram realizados dois holocaustos no mesmo dia.
      “38 Isto, pois, é o que oferecereis sobre o altar: dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente. 39 Um cordeiro oferecerás pela manhã, e o outro cordeiro oferecerás à tarde” (Êxodo capítulo 29)
      Esse fora exatamente o tempo em que (Antioco Epífanes) reinou em Israel, nesse tempo fora proibido de se realizar os holocaustos de manhã e a tarde, sendo o holocausto restabelecido com a Festa da Dedicação.
      Observem como nesse texto mostra (Antioco Epífanes) abominando, manchando e banindo os holocaustos no Templo.
      “44. Por intermédio de mensageiros, o rei enviou, a Jerusalém e às cidades de Judá, cartas prescrevendo que aceitassem os costumes dos outros povos da terra, 45.suspendessem os holocaustos, os sacrifícios e as libações no templo, violassem os sábados e as festas, 46. profanassem o santuário e os santos …..54. No dia quinze do mês de Casleu, do ano cento e quarenta e cinco, edificaram a abominação da desolação por sobre o altar e construíram altares em todas as cidades circunvizinhas de Judá.” (I Macabeus capítulo 1)
      Nesse outro texto podemos observar a purificação do Templo e a volta dos holocaustos.
      “52. No dia vinte e cinco do nono mês, isto é, do mês de Casleu, do ano cento e quarenta e oito, eles se levantaram muito cedo, 53. e ofereceram um sacrifício legal sobre o novo altar dos holocautos, que haviam construído. 54. Foi no mesmo dia e na mesma data em que os gentios o haviam profanado, que o altar foi de novo consagrado ao som de cânticos, das harpas, das liras e dos címbalos. 55. Todo o povo se prostrou com o rosto em terra para adorar e bendizer no céu aquele que os havia conduzido ao triunfo. 56. Prolongaram por oito dias a dedicação do altar, oferecendo com alegria holocaustos e sacrifícios de ações de graças e de louvores. 57. Adornaram a fachada do templo com coroas de ouro e com pequenos escudos, consagraram as entradas do templo e os quartos, nos quais colocaram portas. 58. Reinou uma alegria imensa entre o povo e o opróbrio das nações foi afastado. 59. Foi estabelecido por Judas e seus irmãos, e por toda a assembléia de Israel que os dias da dedicação do altar seriam celebrados cada ano em sua data própria, durante oito dias, a partir do dia vinte e cinco do mês de Casleu, e isto com alegria e regozijo.” (I Macabeus capítulo 4)
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      É meu caro W. Frank e assim cai por terra a teoria maligna adventista, teoria de que essas profecias se realizaram em(1844 D.C) quando na verdade essas profecias se realizaram entre (175 a 165 A.C).
      Realmente (Ellen G.White) se perdeu em espaço e tempo, só resta aos adventistas seguirem o livro de Daniel de acordo com a Bíblia Sagrada ou de acordo com a falsária.
      Agora vou começar as explicações sobre o livro de (Hebreus 9-24).
      “24. Eis por que Cristo entrou, não em santuário feito por mãos de homens, que fosse apenas figura do santuário verdadeiro, mas no próprio céu, para agora se apresentar intercessor nosso ante a face de Deus. 25. E não entrou para se oferecer muitas vezes a si mesmo, como o pontífice que entrava todos os anos no santuário para oferecer sangue alheio.” (Hebreus capítulo 9)
      Quero que o leitor observe atentamente alguns versículos anteriores a esse citado pela falsária:
      11. Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo), 12. sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna. (Hebreus capítulo 9)
      Nesses versículos (11-12) podemos entender que todo o texto (Hebreus capítulo 9) se refere apenas à primeira vinda de Jesus Cristo e a sua obra de redenção na Cruz, ou seja, após a sua obra de redenção, Nosso Senhor se assenta a direita do Pai; outra particularidade nos versículos (24-25) é que o texto diz “para agora se apresentar intercessor nosso ante a face de Deus”, o texto é bem claro, o autor diz (Agora Jesus Cristo já entrou no Santuário Celestial para ser o nosso intercessor junto ao Pai), jamais o autor se referiu a um evento futuro e sim um evento contemporâneo ao dele, se o autor de Hebreus se referisse a um tempo futuro Jesus Cristo só seria nosso intercessor depois de (1844). Bem, o capítulo termina com a promessa da segunda vinda de Jesus Cristo, assim como outros livros Bíblicos.
      “28. assim Cristo se ofereceu uma só vez para tomar sobre si os pecados da multidão, e aparecerá uma segunda vez, não porém em razão do pecado, mas para trazer a salvação àqueles que o esperam.” (Hebreus capítulo 9)
      A promessa nesse texto é de uma segunda vinda de Jesus Cristo para buscar aqueles que foram salvos, não há nada nesse texto referente a uma suposta purificação do Santuário Celestial antes do seu retorno, infelizmente a seita adventista do 7º dia já nasceu na mentira.
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      Agora W. Frank vou ti mostrar um outro ponto importante a ser refutado nessa doutrina maligna é fato dos adventistas afirmarem que no ano de (1844) Jesus Cristo passou do lugar Santo ao lugar Santo dos Santos, para entender essa maluquice de uma mente deturpada, eu terei que mostrar qual o formato do Santuário Celestial no qual Moises usou como modelo para o Tabernaculo terreno.
      , que existia um lugar Santo onde ficavam os sacerdotes, também existia um lugar Santo dos Santos, onde ficava a Arca da Aliança, no lugar Santo dos Santos só o sumo sacerdote purificado poderia entrar, a Arca da Aliança representava o próprio Deus em seu trono no Santuário Celestial, sendo assim, existia um lugar para os sacerdotes e outro para Deus, os dois lugares eram separados por um véu onde só o sumo sacerdote totalmente purificado poderia atravessar esse véu, essas informações podemos observar nas Escrituras Sagradas:
      “33. Colocarás o véu debaixo dos colchetes, e é ali, atrás do véu, que colocarás a arca da aliança. Esse véu servirá para separar o ‘santo’ do ‘santo dos santos’. 34. É no santo dos santos que colocarás a tampa sobre a arca da aliança”. (Êxodo capítulo 26)
      “21. Na tenda de reunião, diante do véu que oculta a arca da aliança, Aarão e seus filhos prepararão esse óleo para que ele se queime desde a tarde até pela manhã em presença do Senhor. Essa é uma lei perpétua para os israelitas e suas gerações vindouras.” (Êxodo capítulo 27)
      “6. Colocarás o altar diante do véu que oculta a arca da aliança, em frente do propiciatório que se encontra sobre a arca, no lugar onde virei a ti.” (Êxodo capítulo 30)
      “22. Ali virei ter contigo, e é de cima da tampa, do meio dos querubins que estão sobre a arca da aliança, que te darei todas as minhas ordens para os israelitas.” (Êxodo capítulo 25)
      Bem, como o tabernáculo é modelo do Santuário Celestial, os adventistas deduziram que nesse Santuário também existia um véu e que Jesus Cristo só atravessou esse véu passando do Lugar Santo para o lugar Santo dos Santos em (1844), ou seja, até (1844) Jesus Cristo não estava com o Pai em seu trono e era considerado apenas um simples sacerdote impuro, segundo a seita adventista do 7º dia, até essa data no qual ficou marcado como o (Grande Desapontamento), a obra de redenção ainda não havia sido cumprida e Jesus Cristo estava aguardando por trás do véu uma permissão para adentrar no lugar Santo dos Santos e assim sentar a direita do Pai, mas será isso mesmo que a Bíblia Sagrada diz?
      “11. Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo), 12. sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna.” (Hebreus capítulo 9)
      Com esse pequeno texto acabamos com duas heresias, nesses versículos diz que Jesus Cristo(entrou de uma vez por todas dentro do Santuário como SUMO SACERDOTE, ou seja, ele não era um simples sacerdote para ficar aguardando no lugar Santo, ele tinha livre acesso ao lugar Santo dos Santos onde fica o Trono de Deus, simbolizado pela Arca da Aliança no tabernáculo terreno), também o texto diz que (com seu sangue adquiriu uma redenção ETERNA), sendo assim meus irmãos, não sobrou mais nada na obra de redenção para Jesus Cristo realizar em (1844) e muito menos entrar no lugar Santo dos Santos no Santuário Celestial.
      Mas os adventistas podem vir com a idéia de que Jesus Cristo entrou no Santuário apenas no lugar Santo e não nos lugar Santo dos Santos, porém isso seria totalmente Ant-Bíblico, pois todos nós sabemos que o Trono de Deus fica no lugar Santo dos Santos e não no lugar Santo; a Bíblia Sagrada é bem clara na afirmação de que Jesus Cristo depois da sua Ascensão se assentou a direita do Pai, ou seja, ele foi direto ao lugar Santo dos Santos onde fica o trono de Deus.
      “1. O ponto essencial do que acabamos de dizer é este: temos um Sumo Sacerdote, que está sentado à direita do trono da Majestade divina nos céus, 2. Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, erigido pelo Senhor, e não por homens.” (Hebreus capítulo 8)
      Apenas com esse texto eu poderia acabar de uma vez por todas com essa teoria maligna adventista, o texto de Hebreus diz que Jesus Cristo (SUMO SACERDOTE) está sentado a direita do (TRONO) da majestade Divina, ou seja, Jesus Cristo já estava dentro do lugar Santo dos Santos no Santuário Celestial. Essa carta aos Hebreus fora escrita por volta de (70 D.C), sendo assim, em (1844) fazia no mínimo dezessete séculos que Jesus Cristo havia entrado no lugar Santo dos Santos; ou o livro de Hebreus está errado ou os adventistas do 7º dia se perderam na matemática, mas para colaborar com o texto de Hebreus eu acrescentarei outros textos das Escrituras Sagradas.
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      VAMOS LÁ:

      “19 Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.” (Marcos capítulo 16)
      “56 E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.” (Atos capítulo 7)
      “34 Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” (Romanos capítulo 8)
      “21 Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.” (Apocalipse capítulo 3)
      A salvação da teoria adventista seria dizer que o Trono de Deus não fica no lugar Santo dos Santos e que a Arca da Aliança não figurava esse Trono onde Deus se faz presente, porém isso seria uma loucura da parte deles, sendo que o tabernáculo terreno é figuração do Santuário Celestial, e no tabernáculo Arca da Aliança simboliza onde Deus se faz presente.
      Para terminar a primeira parte do artigo, vale lembrar que, não existe mais véu separando o lugar Santo do lugar Santo dos Santos, pois no próprio Templo de Salomão esse véu foi rasgado.
      “50. Jesus de novo lançou um grande brado, e entregou a alma. 51. E eis que o véu do templo se rasgou em duas partes de alto a baixo, a terra tremeu, fenderam-se as rochas.” (Mateus capítulo 17)
      Bem W. Frank nos próximos artigos se você quiser ou querer tentar me refutar eu continuarei refutando outras profecias dessa falsária ok ma.
      AGORA W. Frank SOBRE AS FALSIFICAÇÕES QUE VOCÊ POSTOU PARA HELEN É FURADA
      SE VOCÊ QUISER OU SE ENTERESSAR EU TI PASSO O ACESSO DA MAIOR BIBLIOTECA DO MUNDO LÁ TEM MILHARES DE MILHARES DE OBRAS PATRÍSTICAS E VOCÊ VERÁS QUE ESSAS SUAS MALUQUICES NÃO EXISTE E NUNCA EXISTIU NA HISTÓRIA DOS FATOS.

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    • EDMILSON disse:

      OLHA MEU CARO W. FRANK.
      O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado; de modo que o Filho do Homem é senhor até do sábado” (Marcos 2, 27).
      ////////////////////
      “Portanto, ninguém vos julgue por questões de comida e de bebida, ou a respeito de festas anuais ou de sábados, que são apenas sombra de coisas que haviam de vir, mas a realidade é o Corpo de Cristo” (colossenses 2, 16). Só aqui W. Frank já que prova que o sábado não é intocável, pois existem coisas superiores ao sábado.
      Agora W. Frank vocês das adventistas procuram impugnar esse trecho de S. Paulo argumentando que “sabados” se refere aos ‘descansos‘, como a páscoa, pentecostes, etc. Todavia, o “Sábado“, dia de guarda, fazia parte dos “sábados“. Agora herege saiba que os O apóstolos apenas reforça o que foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo, tornando sem efeito o argumento adventista.
      /////////////////
      Pois a ordem de observar o sábado era rigorosamente cumprida pelos Judeus. Aliás, foi no sábado que eles saíram do Egito rumo à Terra prometida.
      Enfim o primeiro dia da semana judaica, posterior ao sábado, quando Cristo ressuscitou, tornou-se o dia de culto dos cristãos ou o dia do Senhor. No ano de 57/58, por exemplo, em Trôade, na Ásia Menor, os cristãos se reuniam no primeiro dia da semana, conforme At 20, 7, para celebrar a Eucaristia. Em 1Cor 16, 2, S. Paulo recomenda aos fiéis a coleta em favor dos pobres no primeiro dia da semana – o que supõe uma assembléia religiosa realizada naquele dia.
      //////////////////////////////////
      Agora W. Frank o Domingo é o dia dedicado à glorificação do Senhor vitorioso sobre a morte, tomou adequadamente o nome de “Kyriaké heméra“, dia do Senhor (ou, propriamente, dia imperial), como se depreende de Ap 1, 10: “Fui arrebatado em espírito no dia do Senhor“. O grego “Kyriaké heméra” deu em latim “Dominica dies“, donde, em português, domiga ou domingo.

      //////////////////////////////////
      Pode-se crer que a celebração do domingo tenha tido origem na própria Igreja-mãe de Jerusalém, pois os apóstolos estavam reunidos no 50o. dia (Pentecostes), que era domingo, quando receberam o Espírito Santo (At 2, 1-3). Este quis se comunicar não num sábado, como Cristo também não quis ressuscitar num sábado, mas no dia seguinte, domingo. O dia da ‘santificação’ de sua Igreja foi o domingo e não o sábado.
      Agora, um outro problema W. Frank.
      Qual é o sétimo dia? A palavra ‘sábado’ não exprime o dia determinado da semana, mas, em hebraico, quer dizer: cessação, repouso (SHABATH).
      Quando deve ser este dia de repouso? Deus nunca determinou. O que ele quer é que, após seis dias, o sétimo lhe seja consagrado.
      Agora W. Frank da lei antiga, distinguem-se quatro espécies de preceitos: o dogma, a moral, as cerimônias e as leis nacionais.
      ////////////////////////
      Destes preceitos, só permanecem, com o advento do Novo Testamento, o dogma, completado por Nosso Senhor Jesus Cristo, e a moral, aperfeiçoada por ele.
      Quanto as cerimônias, elas eram figurativas, e as figuras desaparecem diante da realidade. As cerimônias da Igreja substituem suas pré-figuras (ver Hb 4, 3-11). As leis nacionais também já não mais se aplicam.
      ////////////////////////////////
      Outro argumento de alguns estudiosos: na semana judaica, a contagem dos dias começa na primeira-feira e não na segunda-feira, sendo o sétimo dia a nossa sexta-feira e o sábado, o nosso domingo.
      Mas, ainda que fosse o sábado o sétimo dia, a Igreja teria o poder de alterá-lo, não sendo ele, como demonstrado, superior ao “Corpo Místico de Cristo” (colossenses 2, 16). O próprio Deus encarnado concedeu este poder à sua Igreja: “Tudo o que ligares na terra, será ligado no Céu e tudo o que desligares na terra, será desligado no Céu“. São palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo aos seus discípulos.
      Examinemos agora um pouco a história: desde o século II, há depoimentos que atestam a celebração do domingo tal como foi instituída pelos apóstolos, conscientes do significado da ressurreição de Cristo. Assim Santo Inácio de Antioquia (+110, aproximadamente) escrevia aos Magnésios: “Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas, chegaram à nova esperança, não observando mais o sábado, mas vivendo segundo o dia do Senhor, dia em que nossa vida se levantou mediante Cristo e sua morte” (9, 1)
      ////////////////////////////////////
      Agora W. Frank no Catecismo dos Apóstolos, chamado de ‘Didaqué‘, escrito no primeiro século de nossa era, também prescreve, em seu artigo XIV: “Reúnam-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro.”
      //////////////////////////////////
      Agora em meados do século II, encontra-se o famoso depoimento de S. Jusitino, escrito entre 153 e 155: “No dia dito do sol, todos aqueles dos nossos que habitam as cidades ou os campos, se reunam num mesmo lugar. Lêem-se as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas… Quando a oração está terminada, são trazidos e vinho e água… Nós nos reunimos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia, aquele em que Deus transformou as trevas e a matéria para criar o mundo, e também porque Jesus Cristo Salvador, ressuscitou dos mortos nesse dia mesmo” (I Apologia 67, 3. 7).
      Nessa passagem, S. Justino atesta a celebração da Eucaristia no domingo. Chama-o “dia do sol” porque se dirige a pagãos; faz questão, porém, de lembrar que tal designação é de origem alheia, não cristã: “no dia dito do sol“.
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      E mais o fato do Imperador Constantino ter preceituado, em 321, certo repouso “no venerável dia do sol” não quer dizer que ele tenha introduzido a observância do dia do Senhor entre os Cristãos; esta, como vimos, data da época dos apóstolos, tendo sido apenas patrocinada por Constantino, desde que se tornou cristão.

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      • W. Frank disse:

        Olá, meu irmão Edimilson. Vou colocar o seu argumento e logo en seguida o meu contra argumento.

        O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado; de modo que o Filho do Homem é senhor até do sábado” (Marcos 2, 27).

        Logo só Ele poderia ter mudado e mais ninguém. Só quem faz a norma legal pode mudá-la ou revogá-la. É um princípio tão imutável como a própria lei divina. Refitamos um pouco:
        #A é lei que define o que é pecado;
        #Jesus derramou seu sangue por nós que pecamos, transgredimos a lei;
        #Se a Lei pudesse ser mudada, não deveria Deus mudá-la??? Assim ocorrendo Jesus não precisaria ter morrido.

        “Portanto, ninguém vos julgue por questões de comida e de bebida, ou a respeito de festas anuais ou de sábados, que são apenas sombra de coisas que haviam de vir, mas a realidade é o Corpo de Cristo” (colossenses 2, 16). Só aqui W. Frank já que prova que o sábado não é intocável, pois existem coisas superiores ao sábado.
        Agora W. Frank vocês das adventistas procuram impugnar esse trecho de S. Paulo argumentando que “sabados” se refere aos ‘descansos‘, como a páscoa, pentecostes, etc. Todavia, o “Sábado“, dia de guarda, fazia parte dos “sábados“. Agora herege saiba que os O apóstolos apenas reforça o que foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo, tornando sem efeito o argumento adventista.

        Talvez vc ainda não saiba mas um dos modos de estudar a bíblia de forma que não criemos monstros doutrinários é o fato de que devemos estudar os versos mais difíceis à luz de versos de mais fácil compreensão. Outro princípio basilar é o de não desenvolver doutrina em cima de um único verso.
        O que eu vejo no livro de Atos é muito, muito, muito mais forte que sua pueril argumentação. Vejo Paulo guardando o Sábado pelo menos 195 vezes. Vejo Lucas, que não era judeu, guardando o Sábado com Paulo e com mulheres gentias.
        Por que Deus iria colocar um preceito cerimonial entre nove preceitos morais???
        Não foi Jesus que mudou a lei e não o fizeram os apóstolos. Quem mudou a lei foi uo poder, que não tem nada de divino, citado em Dn 7:25 : “E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo”
        Vc pode espernear e até fazer malabarismo com seus argumentos, mas se alguém mudou a lei não foi com autorização divina

        Enfim o primeiro dia da semana judaica, posterior ao sábado, quando Cristo ressuscitou, tornou-se o dia de culto dos cristãos ou o dia do Senhor. No ano de 57/58, por exemplo, em Trôade, na Ásia Menor, os cristãos se reuniam no primeiro dia da semana, conforme At 20, 7, para celebrar a Eucaristia. Em 1Cor 16, 2, S. Paulo recomenda aos fiéis a coleta em favor dos pobres no primeiro dia da semana – o que supõe uma assembléia religiosa realizada naquele dia.

        Quanto à sua primeira afirmação não há passagens bíblicas que endossem seu argumento. Vemos em At 20:7 apenas uma refeição e nada mais. Além disso a contagem dos dias era de por do sol a por do sol. Logo se era meia noite do primeiro dia significa que, Paulo ao viajar pela manhã, estaria viajando no 1º dia da semana, o que seria inconcebível. Leia todo o contexto e veja se não foi dessa forma que aconteceu : eles se reuniram no Sábado como as 195 vezes que já citei. Essa reunião se prolongou até de noite. Note que quando punha o sol começava a contar o próximo dia. Então começou o 1º dia, que nem era chamado domingo. Era apenas o primeiro dia nada mais. Quando Lucas relata que Paulo iria viajar no dia seguinte ele está se referindo à parte clara do 1º dia, e sendo esse sagrado como vc diz, jamais Paulo poderia se deslocar cerca de 12 quilômetros até o porto de onde sairia a embarcação. Lamento lhe dizer mas esse verso só mostra que eles se reuniam no Sábado.

        Agora W. Frank o Domingo é o dia dedicado à glorificação do Senhor vitorioso sobre a morte, tomou adequadamente o nome de “Kyriaké heméra“, dia do Senhor (ou, propriamente, dia imperial), como se depreende de Ap 1, 10: “Fui arrebatado em espírito no dia do Senhor“. O grego “Kyriaké heméra” deu em latim “Dominica dies“, donde, em português, domiga ou domingo.

        Não há lógica nessa afirmação pois João escreveu o livro de Apocalípse anos antes de escrever o evangelho que leva seu nome. Veja a expressão usada em Jo 20:1 : “No primeiro dia que se seguia ao sábado”. Note que ele não chama o 1º dia da semana de nada mais do que o que esse dia é : o 1º dia. Agora, pela versão católica que é a que estou usando para argumentar com vc, João chama o Sábado não de sétimo dia, sem nenhuma formalidade, mas pelo seu nome. Em Jo 20:19 O 1º dia é tratado da mesma forma. Agora lhe pergunto porque João iria usar a expressão domingo e anos depois iria abandonar essa expressão???

        Pode-se crer que a celebração do domingo tenha tido origem na própria Igreja-mãe de Jerusalém, pois os apóstolos estavam reunidos no 50o. dia (Pentecostes), que era domingo, quando receberam o Espírito Santo (At 2, 1-3). Este quis se comunicar não num sábado, como Cristo também não quis ressuscitar num sábado, mas no dia seguinte, domingo. O dia da ‘santificação’ de sua Igreja foi o domingo e não o sábado.
        Agora, um outro problema W. Frank.
        Qual é o sétimo dia? A palavra ‘sábado’ não exprime o dia determinado da semana, mas, em hebraico, quer dizer: cessação, repouso (SHABATH).
        Quando deve ser este dia de repouso? Deus nunca determinou. O que ele quer é que, após seis dias, o sétimo lhe seja consagrado.
        Agora W. Frank da lei antiga, distinguem-se quatro espécies de preceitos: o dogma, a moral, as cerimônias e as leis nacionais

        Edmilson, Cristo, no Sábado, repousou, pois é isso que para fazer. Se a igreja primitiva guardasse outro dia que não fosse o Sábado jamais Lucas, pelo menos 30 anos depois da morte de Cristo, iria escrever no evangelho que leva seu nome, iria se referir ao Sábado como sendo mandamento. Não há mandamento que fale do 1º dia e muito menos do domingo.
        O sábado é o nome que Deus deu ao 7º dia, veja Dt 5:14 : “mas no sétimo dia, que é o repouso do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum…” e Ex 20:10 :” Mas no sétimo dia, que é um repouso em honra do Senhor…”. O 7º dia foi chamado de Sábado, descanso por Deus. Nada muda esse fato.
        Vc me chama como sendo da lei antiga mas essa lei não é antiga, é eterna, não envelhece. Ela não passou a existir no Sinai. Ela sempre existiu, muito antes de ser gravada em pedra.

        Vou descançar, abraços!!!

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  16. Bruno Bastos disse:

    Helen, seu texto é interessante, mas com muito “achismo” e interpretações equivocadas. Em nenhum momento nas escrituras vemos Deus ou Jesus mudando o Sábado para o Domingo. Muito pelo contrário, em Matheus 5:17-18 diz: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abolir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que os céus e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”. Você não concorda que se Deus quisesse que o dia santo fosse o domingo desde o princípio assim o seria? e se fosse para guardar o domingo Jesus não teria guardado para deixar o exemplo? Um dos exemplos que eu vejo encontra-se em Lucas 23:54-56 que diz “e era o dia da preparação, e amanhecia o sábado e as mulheres, que tinham vindo com ele da Galileia, seguiram também e viram o sepulcro e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, preparam especiarias e unguentos, e no sábado repousaram, conforme o mandamento.” Você menciona que após a ressurreição, os discípulos começaram a guardar o domingo, mas não é o que encontramos no livro de Atos, onde vemos todos os sábados os discípulos reunidos como está em Atos 13:14,27,42 e 44 “e, saídos os judeus das sinagogas, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas” e “no sábado seguinte ajuntou-se quase todas cidade para ouvir a palavra de Deus”. Também vemos em Atos 15:21 “porque Moisés, desde os tempos antigos tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas”. Atos 17:2 “e Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três sábados disputou com eles sobre as escrituras” e entre outros textos. Em nenhuma parte da bíblia temos menção de que o dia de guarda é o domingo. Mas para quem gosta de história sugiro pesquisar historicamente como aconteceu a mudança. E até mesmo a igreja católica afirma: Diz o Pe. Dubois em sua obra “O Biblismo”:

    “A Bíblia manda santificar o Sábado, não o domingo; Jesus e os apóstolos guardaram o Sábado. Foi a tradição católica que, honrando a ressurreição do Redentor, ocorrida no domingo, aboliu a observância do Sábado.” — P. 106. Grifos acrescentados.
    Finalmente, vemos na Carta Apostólica “Dies Domini” (Dia do Senhor) de 1998, o Papa João Paulo II reconhece que Jesus nunca quebrou ou anulou o Sábado, mas foi a Igreja Católica quem alterou a solenidade do dia de descanso do sétimo para o primeiro da semana. Em suma, vários concílios foram realizados, nos primeiros séculos, e em quase todos os concílios o sábado era rebaixado um pouco mais, enquanto o domingo era exaltado gradualmente. O domingo foi transformado em festividade em honra da ressurreição de Cristo: nos primeiro séculos, atos religiosos eram nele realizados; era, porém, considerado como dia de recreação, sendo o sábado ainda observado como dia santo. O Papa ainda afirma que o sábado é obrigatório para os que não aceitam a soberania católica e dizem ter a Bíblia como única regra de fé (os protestantes). Essa carta papal se encontra no web site oficial do Vaticano.

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    • Manuel da Costa disse:

      Bruno;

      A eucaristia era celebrada pelos apostólos no Domingo.

      Na santa Missa celebramos a morte é ressureição do Nosso Senhor.

      Este acontecimento ou seja esta sacrificio tem o seu apice no Domingo o dia da ressureição.

      A Eucaristia tem mais valor que qualquer outro mandamento bíblico.

      Pax domini

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    • EDMILSON disse:

      Olha meu caro BRUNO BASTOS

      a guarda do sábado é a principal controvérsia da doutrina do adventismo e mais o próprio complemento do nome desta seita (sétimo dia) mostra quanto vínculo subsiste entre o adventismo e o sábado.

      ELLEN WHITE
      Ensina que a observância do sábado é o selo de Deus, enquanto o domingo será o selo do Anticristo.
      Agora eu ti pergunto? BRUNO BASTOS? Sábado ou Domingo?

      VAMOS LÁ:

      Acusado pelos judeus de violar o sábado, Jesus afirmou “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é Senhor do sábado” (Marcos capítulo 2 versos 27,28).
      Com estas palavras Jesus defende o princípio moral do 4º mandamento do Decálogo, condenando o cerimonial e revela sua autoridade divina sobre o sábado, para cumpri-lo, aboli-lo ou mudá-lo.
      //////////////////////////////////////////
      AGORA BRUNO BASTOS!
      Por que o Domingo?
      Dentre as razões da substituição do sábado pelo domingo destacam-se as seguintes:

      1º – Cristo ressuscitou no 1º dia da semana. “Tendo ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana” (Marcos capítulo 16 verso 9)
      //////////////////////////

      2º – O primeiro dia da semana (Domingo) foi o dia especial das manifestações de Cristo ressuscitado. “Nesse mesmo dia, dois dos discípulos iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, que ficava a sessenta estádios de Jerusalém; e conversavam entre si sobre tudo o que acontecera. Enquanto conversavam e discutiam, aproximou-se deles o próprio Jesus e pôs-se a caminho com eles…Enquanto isto diziam, Jesus apresentou-se no meio deles e disse-lhes: (A paz esteja convosco!)” (Lucas capítulo 24 versos13-15.36)
      “Dito isto, voltou-se para trás e viu Jesus, de pé, mas não se dava conta que era Ele. Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: A paz seja convosco!” Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez dentro de casa e Tomé com eles. Estando as portas, fechadas, Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse: (A paz seja convosco!)“ (João capítulo 20 versos 14,19,26)

      ////////////////////////////////////////////

      3º – Dia de Pentecostes, Domingo. “Depois, contareis sete semanas completas, a partir do dia seguinte ao do sábado, isto é, do dia em tiverdes feito o rito da apresentação da gaveta de espigas. Contareis até ao dia seguinte da sétima semana, isto é, cinquenta dias, e oferecereis ao Senhor uma nova oblação. Proclamareis nesse mesmo dia uma assembleia sagrada e não fareis nenhum trabalho servil; é uma lei perpétua para todos os vossos descendentes onde quer que habitem” (Levítico capítulo 23 versos 15,16,21)

      ////////////////////////////////////////////

      4º – Os primeiros cristãos costumavam se reunir aos domingos para celebrar a Santa Ceia do Senhor, pregar e separar suas ofertas para o Senhor. “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para partir o pão” (Atos capítulo 20 verso 7; 1)
      “No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em sua casa” (I Coríntios 16 verso 2)

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      Finalizando, consideremos as palavras de S. Paulo aos Colossenses:
      “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o Corpo é de Cristo. Ninguém se árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal, e não retendo a cabeça, da qual todo o corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus” (Colossenses capítulo 2 versos 16-19)

      AGORA PARA FINALIZAR BRUNO BASTOS:

      Colocarei os documentos mais antigos da Igreja Católica a respeito da Observação do Domingo Cristão ao invés do Sábado Judaico.

      A Epístola de Barnabás (74 d.C.): Um dos documentos mais antigos da Igreja, anterior ao Apocalipse.
      “Guardamos o oitavo dia (o domingo) com alegria, o dia em que Jesus levantou-se dos mortos” (Epístola de Barnabé capítulo 15 versos 6-8)
      //////////////////////
      AGORA BRUNO BASTOS VEJA O QUE ESCREVEU
      Santo Inácio de Antioquia (†107):
      “Aqueles que viviam segundo a ordem antiga das coisas voltaram-se para a nova esperança, não mais observando o Sábado, mas sim o dia do Senhor, no qual a nossa vida foi abençoada, por Ele e por sua morte” (Epístola aos Magnésios capítulo 9 verso 1)

      //////////////////////////

      AGORA BRUNO BASTOS VEJA O QUE ESCREVEU
      São Justino (†165):
      “Reunimo-nos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia após o Sábado dos judeus, mas também o primeiro dia em que Deus, extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, neste mesmo dia, Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos“ (Apologia capítulo 1 verso 67)
      Referências bibliográficas:
      Bíblia versão dos Monges de Maredsous (Bélgica) editora Ave Maria.
      Epístola de São Barnabé (74 D.C).
      Epístola de Santo Inácio aos Magnésios (107 D.C).
      Apologias de São Justino Mártir (165 D.C).

      QUERIDO BRUNO BASTOS ISSO É A IGREJA FUNDADA POR JESUS CRISTO A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

      COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO

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    • Helen disse:

      Caro Bruno,

      Complementando a resposta do Manuel, sugiro que reflita nesta passagem

      Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,
      Colossenses 2:16

      Nela está implícito que os cristãos primitivos tinham não apenas descartado as tradições judaicas referentes à comida, bebida, etc., mas também a ordenança Divina em relação ao Sábado – Isto não ocorreu como resultado da desobediência da Igreja primitiva, mas porque os Cristãos são membros da Nova Aliança em Cristo que SUPLANTA os preceitos da Velha Aliança.

      A igreja Adventista está em erro quando ao Sábado – contudo, não apenas à ele – mas principalmente porque nega a Autoridade Apostólica da Igreja primitiva que destituiu o Sábado pelo dia Do Senhor.

      Pax Domini

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  17. manuel disse:

    Helen, qual é a explicação da ICAR sobre Daniel 7:25,os Adventistas alegam que esta profecias aponta para a mudança do Sábado para Domingo que supostamente eles dizem que o AntiCristo mudou a lei de Deus.

    Um abraço!

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    • Helen disse:

      ola Manuel,
      Obrigado por postar novas perguntas. Responderei-as em breve qdo retornar de viagem!

      Paz!
      Helen

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    • Helen disse:

      Olá Manuel,

      Pois bem, no ano passado viajei durante a Pácoa e na volta acabei me esquecendo de responder sua pergunta… Lamento muito!
      Acho que Daniel 7.25 não pode ser usado para criticar a mudança do Sábado, pois Paulo mesmo disse:

      “NINGUÉM, pois, vos CRITIQUE por causa de comida ou bebida, ou espécies de festas ou de luas novas ou de SÁBADOS. Tudo isto não é mais que sombra do que devia vir. A realidade é Cristo. (Col 2, 16-17)”

      Entretanto, não se trata de adulteração das Leis de Deus, pois a observância do dia de descnaso ainda é praticada, embora seja feita no Domingo, que como explica o texto acima, é o dia da Ressurreição do Senhor, portanto, o novo “Sabbath”.

      Pax Domini

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    • EDMILSON disse:

      HELEN É PRECISO O DEBATE, POIS ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA TANTO BATE ATÉ QUE FURA!

      AGORA HELEN VOU TI DA SÓ ALGUNS EXEMPLOS:
      POIS É POR CAUSA DE SITES COMO ESSE AQUI
      QUE NOS ESTADOS UNIDOS O PAIS MAIS PROTESTANTE DO MUNDO
      ESTÁ SE CONVERTENDO GIGANTESCAMENTE PARA IGREJA CATÓLICA.
      E HOJE JÁ SAMOS A MAIOR DENOMINAÇÃO CATÓLICA NOS ESTADOS UNIDOS.

      E OUTRA COISA HELEN! DE TANTO VOCÊ BATER E BATER NA MESMA TECLA NUM DEBATE.

      O PROTESTANTE QUE É INTELIGENTE ACABA INDO NAS FONTES DO DEBATE E COMEÇA ELA A COMPARAR AS FONTES DOS FATOS
      E UM DIA ENTÃO ELE MESMO VERÁS OS ABSURDOS QUE OS PROTESTANTES ARMAM CONTRA A IGREJA CATÓLICA EM VÁRIOS ASPECTOS.

      POR ISSO HELEN ESTAMOS NO CAMINHO CERTO.

      VEJA AQUI A LISTA DOS 10 PAÍSES MAS CATÓLICOS DO MUNDO

      Brasil: 126,7 milhões de católicos (65% da população do país)

      México: 96,4 milhões (85%)

      Filipinas: 75,5 milhões (81%)

      Estados Unidos: 75,3 milhões (24%)

      Itália: 49,1 milhões (81%)

      Colômbia: 38,1 milhões (82%)

      França: 37,9 milhões (60%)

      Polônia: 35,3 milhões (92%)

      Espanha: 34,6 milhões (75%)

      República Democrática do Congo: 31,2 milhões (47%)

      http://lista10.org/diversos/os-10-paises-com-mais-catolicos-no-mundo-2013/

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  18. manuel disse:

    Perdão ,queria dizer Laodiceia em 364

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  19. manuel disse:

    Helen ,quando mesmo aconteceu esta mudança? os Adventista dizem que a Mudança foi feito no Concilio de Niceia no ano 364.

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    • Helen disse:

      Caro Manuel,
      Na verdade não houve ‘mudança’ no sentido ao qual se referem os Adventistas. Eles, erradamente, alegam que a Igreja Católica Romana instituiu o Sábado no Domingo por ‘desobediência’ ao Mandamento de ‘Guardar o Sábado’. O que meu texto propõe mostrar é que essa alteração aconteceu JÁ COM OS APÓSTOLOS, que logo após a Ressurreição de Cristo, abandonaram o Antigo Sábado Judeu e adotaram o Domingo, primeiro dia da Semana, como mostram as passagens bíblicas citadas acima. Não é do meu conhecimento que no Concilio de Laodiceia o Domingo tenha sido ‘oficializado’ como o Dia de Adoração do Cristão. Porém não é impossível a Igreja o tenha formalizado em seus documentos, pois é uma prática da Santa Igreja documentar seus ensinamentos para garantir a correta observância do Magistério Eclesial.

      Em Cristo,
      Helen

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